Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito de estar a ganhar à Juventus, em Turim, durante 17 minutos - entre os 12' e os 29'. Uma vantagem conseguida cedo que nos abria boas perspectivas para este jogo, perante um dos gigantes do futebol mundial.

 

Gostei da atitude geral da nossa equipa, que nunca se atemorizou frente à vice-campeã da Europa, presente em duas das três últimas finais da Liga dos Campeões. O onze leonino esteve concentrado, mostrou-se coeso e foi suficientemente dinâmico para se bater de igual para igual com o hexacampeão italiano.

 

Gostei pouco que Bas Dost - que vai no sexto jogo seguido sem marcar - tivesse sido titular numa partida em que já se previa que ficasse condicionado pelos centrais adversários, sem possibilidade de ser servido com eficácia. Era um embate que pedia a presença de Doumbia no onze inicial. Infelizmente o avançado marfinense entrou tarde de mais, só aos 87'.

 

Não gostei das substituições feitas por Jorge Jesus. Percebi mal a troca de Fábio Coentrão por Jonathan Silva e percebi muito menos a substituição de Gelson Martins por Palhinha. Por coincidência ou não, foi após estas substituições que sofremos o golo da derrota.

 

Não gostei nada de ter perdido esta partida, com um golo sofrido quase ao cair do pano, aos 84'. Pareceu uma reedição - até no resultado - do confronto da época passada no Santiago Bernabéu frente ao Real Madrid. Um jogo memorável que acabou por nos deixar um travo amargo e marcou de forma negativa toda a nossa época futebolística 2016/2017.

CR7 versus Messi

Estou cada vez mais convicto que a UEFA quer “à força toda” uma Final da Liga dos Campeões com clubes espanhóis de maior relevo. Isto é, um duelo europeu entre Cristiano e Messi. E esta intenção tem muuuuuuuuitos anos.

Os (poucos) interesses desportivos e os (muitos, demasiados) interesses financeiros estão obviamente na origem desta férrea vontade do órgão máximo do futebol europeu. Não calculo sequer os valores assombrosos que andariam à volta de um jogo destes. Mas não só...

Acredito que a UEFA deseja afincadamente esta final para finalmente colocar Messi num pedestal mais elevado que Cristiano.

Mas para tal aquele órgão necessita que ambos os clubes consigam chegar à dita final. Ora em anos anteriores tanto o Real como Barcelona têm chegado às semifinais e às finais mas curiosamente nunca ambos no mesmo ano.

Tudo isto para explicar o quê?

Ontem estive em Alvalade com mais 48.274 adeptos e vi um Sporting a ser massacrado por um árbitro que, enquanto a equipa blaugrana não marcou, não deixou de atemorizar os nossos jogadores. Mal tocava num jogador da cidade condal, qualquer atleta leonino era logo admoestado com a cartolina amarela. Um manual de como não se deve arbitrar.

Fiquei ainda com maior impressão quando após o golo do Barcelona o árbitro deixou de apitar tanto. Geralmente nunca perco a cabeça no estádio, todavia ontem perdi as estribeiras, pois jamais vi um juiz preceder desta forma. Comentei que, a ser daquela maneira, o Sporting não acabaria com os onze jogadores. Mas Coates teve aquele azar e a partir daí tudo acalmou.

Nem imagino sequer o que faria novamente o árbitro se Bas Dost ou Bruno Fernandes tivessem marcado o golo do empate.

Tudo isto para explicar que se ontem estivesse no campo um juiz competente, provavelmente não estaria a escrever este texto.

E o Barça poderia não estar em primeiro!

 

Também aqui

 

Quente & frio

 

Gostei muito do aplauso tributado nas bancadas de Alvalade ao grande Iniesta - bicampeão mundial e um dos melhores futebolistas que vi jogar desde sempre - no momento em que foi substituído. São instantes como este, em que mesmo a perder somos capazes de prestar tributo ao talento alheio, que me enchem ainda mais de orgulho por ser sportinguista.

 

Não gostei nada da sonora vaia de vários adeptos ao hino da Liga dos Campeões. Esta reacção quase pavloviana aos acordes musicais que confirmam o estádio José Alvalade como um dos palcos da prova máxima do futebol mundial continua a ser para mim incompreensível. Assobiamos o hino, mas guardamos o cheque: não é atitude à Sporting.

O mistério Bas Dost

Já lá vamos.

 

Antes quero dizer que já vejo futebol há mais de 50 anos e há 40 em Alvalade e que no nosso estádio nunca vi uma arbitragem do calibre da de hoje. O artista do apito inclinou de tal forma o campo que se correu o risco de a baliza do Barça chocar com a do Patrício. A meio da primeira parte, metade da nossa equipa estava já condicionada com amarelos, numa gritante dualidade de critérios que favoreceu claramente o Barcelona. Atitudes deste tipo levam-me a questionar o que estará por detrás disto tudo. Dinheiro? Favores? Apostas? (cartão amarelo a este, àquele e aqueloutro, p.e.) O que é verdade é que o árbitro não descansou enquanto os catalães não marcaram. Depois foi um anjinho. A investigar, se a UEFA quiser, mas creio que não quer e esse é o problema.

 

Vamos lá então a Bas Dost: Alguém diz ao rapaz que a posição dele em campo é a de ponta-de-lança e que a missão do jogador nessa posição é rematar à baliza, mesmo dos locais menos previsíveis (os que dão os grandes golos) e melhor, quando se está na cara do guarda-redes? Com a "assistência" para Bruno Fernandes quando deveria ter rematado para a baliza, como era sua obrigação, Bas Dost que ultimamente tem abusado deste tipo de lances, poderá ter roubado um ponto e 0,75M€ ao Sporting. Poderia ter falhado, pois podia, mas só se falha tentando e Bas Dost, que entrou para o lugar de Dumbia, lesionado, não acrescentou nada ao jogo. Como não acrescentou Bruno César, que não é hoje o jogador de há um ano.

 

O Sporting emperrou hoje a "máquina de guerra" catalã, e Jesus tem muita "culpa" no cartório, tendo montado muito bem o esquema táctico e escolhendo bem as pedras para os lugares. Esqueceu-se de alguns pormenores, quanto a mim: Podence e Iuri Medeiros, que poderiam ter feito melhor que Dost e César. Não poderia prever o show de apito e cartões por parte do artista romeno e isso ajudou a tramá-lo.

Apesar de tudo demonstrámos que temos uma equipa valorosa e que enfrentou uma das melhores equipas do Mundo de olhos nos olhos, sendo que o resultado é de todo injusto.

 

Uma última palavra para Coates: Rapaz, tu és grande, mas não és grande coisa quando queres inventar ali em frente ao Rui. Deixa-te disso e quando não souberes o que fazer com a bola, alivia, como se dizia nos jogos da distrital.

 

Quanto ao grupo, estiveram quase todos bem, com um ligeiro ascendente de Bataglia. O pior em campo foi o Sebastian Dost.

Um pedido para logo. Ou dois. Vá lá, três.

Primeiro pedido: Que "O Mundo Sabe Que" seja cantado no ritmo certo. Há jogos em que parece que os adeptos estão com pressa e corre sempre mal...

Segundo pedido: Que não se assobie e apupe o hino da Liga dos Campeões (soube-nos bem os 15 Milhões)...

Terceiro pedido: Que não assobiemos os nossos. Vai ser muito complicado mesmo com todo o nosso apoio, se alguns assobiarem, então...

 

E era só isto por agora.

Três seguidas

Em oito dias os nossos rapazes (para quem ainda não se deu conta, os melhores jogadores de futebol do Mundo) vão ter três possibilidades de se realizarem em pleno. Que não lhes faltem as forças, que três seguidas, não sendo nada de extraordinário para rapazes de vintes com sangue na guelra, será mister de grande proeza, dada a valia das adversárias, ainda que uma delas seja uma velha senhora, de quem, pela experiência e ratice, não será de esperar facilidades no escancarar das partes baixas; Aliás é até bastante conhecida pelo seu desempenho na defesa das bolas adversárias, roubando-lhe até a iniciativa, fazendo demorar o acto até ficarem por cima e vencerem o adversário por exaustão.

Sendo necessário um desempenho perfeito nestas três sortidas, parece-me que a catalã, que agora está um pouco em convulsão e talvez até irritadiça, apesar de estar no melhor lugar em Espanha, quererá talvez alguém que lhe afague o colo e lhe faça um cafunézinho. É apanhá-la distraída e zás, toma lá disto! Uma ou duas lá dentro, que é para verem de que raça são feitos os lusitanos! Isto se a Pulga que usam atrás da orelha não lhe der para "parvar" e começar  a ir dentro-e-fora, dentro-e-fora e dê cabo do vigor dos nossos meninos e da sua retaguarda, levando Patrício a apanhar com elas a torto-e-a-direito.

A do Porto, que vai à frente, tem que ter cuidado porque a carruagem da frente nestes comboios costuma ser complicada e tem também uma jornada tripla (não confundir com tripa, p.f.), pelo que me parece que todos os esforços, não descurando o piscar de olho às estrangeiras, devem estar centrados nesta equipa, que neste momento me parece de fácil conquista. Esteja o desempenho dos rapazes ao seu melhor nível e parece-me um affair para facturar o pleno.

Temos portanto possibilidade, remota é certo, de fazer nove pontos, mas eu já me dava por satisfeito com cinco, ou mesmo quatro, desde que violasse a do norte no próximo Domingo, dia do Senhor e de eleições. Seria uma abençoada.

Vitória, claro está!

 

Nota: Qualquer possível associação a algo eventualmente sexual é da inteira responsabilidade dos leitores...

Olhar para a frente

O Sporting empatou e está a dois pontos do líder. Preferia, claro, uma vitória em Moreira de Cónegos mas parece-me que estamos longe de estar em crise. Temos seis vitórias e um empate na liga portuguesa. E não deixemos que comecem a crucificar jogadores nossos. Alan Ruiz é o mesmo do ano passado: muita técnica mas pouca velocidade. Dará jeito nuns jogos mas com Fernandes e Doumbia em forma, dificilmente será titular. O que não quer dizer que não venha a ser útil. Concentremo-nos agora na série que temos pela frente: Barcelona, FC Porto e Juventus. Bem sabemos que nos tentarão derrotar mesmo antes de entrar em campo (curiosa entrevista de um ex-jogador de um rival hoje). Bem sabemos que será difícil somar três vitórias nestes jogos. Mas temos a obrigação de nos concentrar e tentar o melhor resultado possível. Já não somos aquela equipa frágil que foi goleada pelo Bayern. Faremos esta semana um bom jogo e entraremos em campo com garra. Não prometo uma vitória ou sequer um empate. Poucas são as equipas que não perdem com o Barcelona e não há tática que resista a Messi mas temos que dar uma boa réplica. Dias depois temos que tentar tudo para vencer o FC Porto e chegar ao primeiro lugar. Pelo cinismo, é a Juventus a equipa que mais “medo” me mete. Mas acredito que também nesse jogo tudo faremos para vencer.

Em vésperas de grandes jogos

Na tarde da passada terça-feira e enquanto nos dirigíamos para Alvalade para ver o Sporting- Marítimo para a taça lucílio batista, o tema que veio ao de cima foi o foco da nossa actual equipa. Obviamente que a prioridade recai na conquista do campeonato nacional. Isso parece-me por demais evidente.

Ora este debate entre mim, o meu filho mais velho e o meu sobrinho tinha como finalidade perceber qual deveria ser a postura da equipa do Sporting no próximo jogo da Liga dos Campeões. Se deveríamos lutar aguerridamente pelo melhor resultado ou apresentar uma equipa de recurso, de forma a poupar jogadores para o embate com o Porto.

Eu defendi na altura, e ainda agora defendo, que deveríamos entrar com a nossa melhor equipa contra o Barça. Primeiro porque todos os jogadores gostam de estar nestes grandes jogos; segundo porque se fizermos um bom resultado ganhamos muito ânimo para o jogo contra o Porto; terceiro, mesmo que percamos, não deslustra a nossa equipa.

Regressando ainda ao foco dos comandados de Jorge Jesus, a prioridade deverá ser sempre o campeonato, como já referi, depois a Taça de Portugal, seguida da Liga dos Campeões – essencialmente pelo prestígio -, e finalmente a tal taça LB, a qual não deveríamos fazer grande esforço para vencer.

Conclusão breve!

Entre o que fui lendo por aí e aquilo que escutei hoje, em diversos locais por onde passei, se não tivesse visto o jogo, ficaria com a certeza de que o Sporting, ontem, havia perdido.

As criticas à nossa defesa foram tão mordazes que estou um pouco atónito com o que fui escutando e lendo. Pior… poucas foram as referências negativas aos avançados, que marcando três golos podiam ter facturado muito mais, deixando-nos à beira de um resultado histórico.

Porém o que contou realmente foi a nossa defesa…

No que diz respeito ao futebol tenho sempre a matriz inglesa: há-que marcar sempre mais um que o adversário para ganhar um jogo.

E foi isto que aconteceu ontem.

Porque hoje é quarta-feira (4)

1 - Quando aqui falei do grupo em que está o Sporting na Liga dos Campeões, disse que os jogadores teriam que ter uma de uma de duas atitudes:

"- Passarinhos - se assim for estamos... tramados;

- Passarões - respeitando o adversário mas com uma atitude positivamente arrogante, dominadora."

Pois ontem tiveram as duas.

Por afazeres profissionais não pude ver a primeira parte, aquela em que os jogadores foram «passarões», pelo que só vi a segunda, a dos «passarinhos».

Apeteceu dizer, desculpem o vernáculo: “Que m… é esta!?!?”

Felizmente estava 3 – 0 ao intervalo…

 

2 – Vi a segunda parte na «associação» da aldeia, a colectividade. Estava o Sporting a fazer o jogo mole que fez na segunda parte, sem, contudo, que do adversário viesse algum perigo. Até que entra um «pachuço» - uma ave de mau agoiro – e “rinhonhó-rinhonhó” bola na trave e… na jogada seguinte golo dos gregos.

Caraças, pá…

Pooossssa, "pachuço" d'um raio! - pensei eu.

E a ave de mau agoiro continua… “rinhonhó-rinhonhó” e… novo golo dos gregos. “E vão empatar” – continuava o “pachuço” - ave de mau agoiro que por certo teria saído do “Café” onde se assistia ao outro jogo.

Rai’s partam o homem...

Felizmente o árbitro terminou o jogo.

 

O Henrique, um amigo, que a meio da segunda parte, entusiasmado com o resultado, tinha ido a casa vestir a camisola do Sporting, ao assistir àquele final de jogo, “viu as coisas mal paradas” e ainda pensou que seria ela que estava a dar azar. Mas não, a camisola do Sporting nunca dá azar. Ganhámos!!!

 

P.S.: Doumbia é, indiscutivelmente, o avançado da Liga dos Campeões!

Duas partes!

Pela terceira vez esta temporada os jogadores do Sporting acharam que as regras do tempo de jogo mudaram: Estoril, Feirense e Olympiacos. A falta de intensidade e o desleixo são inaceitáveis e, mais tarde ou mais cedo, a jogar assim, vamos ter dissabores. Erros defensivos inacreditáveis de jogadores que têm obrigação de jogar mais. Dito isto: é preciso continuar a vencer. No fim-de-semana há mais.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

 

Da nossa vitória em Atenas.  Derrotámos o Olympiacos, campeão grego, por 3-2. Desde 1973 que nenhuma equipa portuguesa triunfava fora de casa frente ao mais poderoso onze do futebol helénico.

 

Do resultado ao intervalo. Vencíamos 3-0, o que parecia abrir caminho para uma goleada. Hipótese gorada pela baixa de produção leonina no segundo tempo e pelos sucessivos falhanços de vários jogadores à boca da baliza.

 

Da entrada perfeita do Sporting neste jogo. Excedeu as nossas melhores expectativas: o primeiro golo foi marcado ao minuto 2 (por Doumbia), ampliámos a vantagem aos 13' (por Gelson Martins) e o terceiro surgiu aos 43' (por Bruno Fernandes). Prometia um resultado histórico, o que só não sucedeu devido às numerosas oportunidades perdidas.

 

Da aposta de Jorge Jesus em Doumbia. O treinador deixou Bas Dost no banco e fez entrar o marfinense como titular, tal como já sucedera em Bucareste, frente ao Steaua. Uma vez mais, provou estar certo. Doumbia marcou o primeiro, fez a assistência para o segundo, endossou uma bola em magníficas condições que Bruno Fernandes atirou ao poste e foi dele também o último passe para Gelson atirar à barra. Tudo no primeiro tempo. Saiu, quase esgotado, aos 63'. Com a satisfação de ter sido o melhor em campo.

 

Do nosso corredor central. Entendimento perfeito entre William Carvalho, Battaglia e Bruno Fernandes no controlo das operações: até parece que jogam juntos há muito tempo. Aqui esteve o segredo da nossa superioridade nesta partida.

 

De ver William com a braçadeira de capitão. Prova redobrada de confiança da equipa técnica no melhor médio defensivo português, felizmente ainda ao serviço do Sporting. Com a qualidade e a motivação de sempre, como hoje bem demonstrou.

 

De termos quebrado uma tradição recente. Desde Dezembro de 2008, quando derrotámos o Basileia na Suíça, não vencíamos um jogo fora de casa na fase de grupos da Champions.

 

Dos três pontos conquistados em Atenas. Tantos já obtidos como aqueles que totalizámos na época passada em toda a fase de grupos da Liga dos Campeões.

 

 

 

Não gostei
 

 

De termos facilitado em excesso na segunda parte. Com uma vantagem folgada, os índices de concentração dos nossos jogadores baixaram muito. Foi um erro que se pagou caro, com golos sofridos aos 89' e no último minuto do tempo extra, já sem Doumbia, Gelson e Bruno Fernandes (o trio de marcadores esta noite), entretanto substituídos por Bas Dost, Bruno César e Ristovski.

 

Do festival de golos falhados. É incrível, mas aconteceu. Três bolas aos ferros da baliza grega - por Bruno Fernandes aos 18', Gelson aos 40' e Bas Dost aos 88'. E três golos quase feitos desperdiçados in extremis - por Doumbia (20'), Coates (22') e Bas Dost (88'). A goleada esteve quase a acontecer.

 

Dos cartões. Tivemos três jogadores amarelados: Battaglia, Bruno Fernandes e Bruno César. Os dois últimos devido a erros infantis - o primeiro por demorar a sair do campo, o segundo por protestos junto do árbitro. Comportamentos que se pagam caro na Champions.

 

De Rui Patrício. Estranhamente intranquilo durante quase toda a segunda parte, ofereceu a bola a um adversário em zona proibida aos 64': felizmente Mathieu salvou a situação. Fez más reposições, desperdiçando construções ofensivas, e deu a sensação de que podia ter feito melhor em qualquer dos golos sofridos.

 

De Jonathan Silva. Claramente o elemento mais fraco do nosso quarteto defensivo. Os dois lances de golo nascem do corredor dele.

 

Da substituição de Bruno Fernandes por Ristovski. Iam decorridos 87' quando Jesus fez estrear enfim o reforço macedónio, contratado para a lateral direita. Estranho foi que o mandasse actuar no centro do terreno, desequilibrando de alguma forma a equipa, quando tinha outras opções no banco - Petrovic e Alan Ruiz, por exemplo. Coincidência ou não, foi nesse período que sofremos os dois golos.

Sem derrotas antes de tempo

O Sporting não parte derrotado para a Liga dos Campeões. Pode ter uma história curta na prova e ter pela frente dois “gigantes” mas não entrará em campo para fazer figura de corpo presente e dar alegrias a adeptos de Barcelona e Juventus. O Sporting, como mostrou no ano passado, sabe jogar futebol, de qualidade e de coragem. E, se no ano passado lhe faltou experiência para aguentar o resultado no Bernabéu, por exemplo, este ano conta com Mathieu, Coentrão ou Doumbia, homens mais experientes na prova. Quero com isto dizer que de certeza que vamos passar aos oitavos? Nada disso. Afirmo apenas que o Sporting entrará com garra e com vontade de honrar a camisola. Em termos realistas, somos favoritos ao terceiro posto. O Olympiacos domina a liga grega mas essa é uma liga mais fraca do que a portuguesa. No mínimo, conto com seis pontos, 3 milhões de euros e bilhete para a Liga Europa. Quanto aos outros quatros jogos, ao contrário do que se vai dizendo e escrevendo, o Sporting não entra derrotada e muito menos entra goleado. Que role a bola. 

Vamos pôr fim aos assobios?

Vamos receber duas grandes equipas europeias na fase de grupos da Liga dos Campeões. Messi, Iniesta, Suárez, Buffon, Higuain, Dybala, Cuadrado, Piqué, Busquets, Chiellini, Khedira, Umtiti e Rafinha vão jogar em Alvalade. Perante casa cheia, seguramente.

É mais que tempo, portanto, de pôr fim aos sonoros assobios ao hino da Champions no nosso estádio. A menos que os sócios e adeptos que assim se comportam preferissem que o Sporting estivesse fora da competição máxima do futebol mundial a nível de clubes.

Guardem lá os assobios para os nossos velhos rivais e os árbitros incompetentes. E deixem-se de exibir complexos de inferioridade. É bom sinal ouvirmos o hino em Alvalade - sinal que o Sporting está onde merece. Entre os melhores.

Os deuses da bola...

... não estiveram com o Sporting.

Juventus, Barcelona, Olympiacos foram as equipas que nos calharem em sorte (ou azar!).

Só quero sair deste grupo em terceiro lugar.

Já fico muito contente.

Ao contrário de muitos, desejo a melhor sorte às equipas portuguesas nesta competição.

O Porto teve a sorte que nos faltou no sorteio e o nosso eterno rival terá um osso duro de roer mas com boas hipóteses de seguir em frente.

Que role a bola, pois em Setembro lá estarei...em Alvalade!

Jorge Jesus dixit

«Somos realistas. Ganhar a Champions é para quatro ou cinco

 

Pois bem, aqui fica o meu palpite para esses quatro ou cinco:

1 - Nós, Sporting, obviamente.

 

depois, a alguma distância...

2 - Real Madrid;

3 - Bayern Munique;

4 - Barcelona

 

e como ele disse «ou cinco»

5 - PSG.

 

Porém, como ele, por vezes, se embrulha com as palavras, talvez quisesse dizer:

Somos realistas. Ganhar a Champions é por quatro ou cinco, em todos os jogos.

Tenho os bracinhos todos picados

Não que não acreditasse que era possível;

Não que não acreditasse que lutando como guerreiros, chegaríamos lá.

Mas confesso que a evidente, notória e óbvia diferença de qualidade entre as equipas do Sporting e do Steaua, nem nos meus melhores prognósticos me levaria a apostar num resultado tão dilatado e num domínio tão evidente e nalguns, largos, momentos do jogo, avassalador por parte dos nossos rapazes.

Merecidíssima esta histórica vitória, por números que agora, a frio, até pecarão por escassos (eu que no jogo em casa tinha dito "menos de cinco é derrota" e o prognóstico me saiu completamente furado...).

E matámos não um borrego, mas um carneiro velho de décadas!

Não consigo parar de me beliscar...

Venha de lá o sorteio!

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D