03 Jun 17

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Mais dois golos nesta campanha da Liga dos Campeões, em que marcou doze, e com um total de 105 desde sempre apontados nas competições europeias. Os de hoje, na final frente à Juventus, ajudaram a construir a goleada do Real Madrid: 4-1.

Cristiano Ronaldo, decisivo na conquista da terceira Champions em quatro anos para os merengues, confirma-se assim como candidato à conquista da quinta Bola de Ouro da sua carreira - já ganha em 2008, 2013, 2014 e 2016.

O sócio n.º 100.000 do Sporting vai superando todos os obstáculos, transitando da história à lenda. Naturalmente.


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19 Abr 17

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Esta foi outra noite de glória para o maior dos nossos: Cristiano Ronaldo marcou três dos quatro golos na vitória de hoje do Real Madrid no Santiago Bernabéu frente ao Bayern de Munique (sem Renato Sanches) na Liga dos Campeões, qualificando-se para as meias-finais da prova.

Já na primeira mão Ronaldo marcara os dois golos do triunfo madrileno em Munique frente à turma germânica (também sem Renato Sanches).

Cinco golos em dois jogos na alta roda do desporto-rei: o craque português volta a superar recordes. Desta vez ao tornar-se o primeiro jogador a atingir a marca dos cem golos na prova máxima do futebol mundial a nível de clubes.

Merece naturalmente os parabéns de todos nós.

O melhor do mundo, formado em Alvalade: eis a marca Sporting cada vez mais universal.


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16 Mar 17

Ora bem, hoje vamos falar de Matemática.

O sorteio ou melhor o "sorteio" fez que o grupo do Sporting e o do Benfica se cruzassem.

Assim tivemos um humilhante Dortmund vs. Benfica mas, também, tivemos um humilhante Real Madrid vs. Nápoles.

É por esse caminho que vamos.

Um Nápoles vs. Benfica que no total ficou 6 - 3. 

Um Real Madrid vs. Nápoles que no total ficou 6 - 2.

Constatamos que o Nápoles vale o dobro do Benfica e um terço do Real Madrid.

Como ficaria um Real Madrid vs. Benfica?

Para não tornar isto demasiado penoso vamos ficar pela primeira parte, 12 golos marcados e 1 sofrido.

Como ficou o Real vs. Légia?

8 - 4.

Como ficaria um Légia vs. Benfica?


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22 Fev 17
Jogo(s) de loucos
Edmundo Gonçalves

O Manchester City vs Mónaco de ontem à noite (que terminou com a vitória do City por 5-3) foi um daqueles jogos que dificilmente nos sairão da memória.

Houve de tudo, desde grandes golos a grandes frangalhadas e até à defesa/falhanço de um penalti. Memorável!

Entusiasmado com o desenrolar do marcador, Leonardo Jardim não terá pensado exclusivamente no resultado e tentou sentenciar ali a eliminatória.

Porém, para além de "ter" falhado um penalti, "sofreu" um peru de todo o tamanho. Teve azar, não lhe sairam bem os intentos, mas acho que fez bem. Com esta postura ganharam o futebol e os adeptos. Elogio enorme a Jardim, um dos nossos.

 

Agora aqui p'ra nós, que ninguém nos ouve, se lá no banco do Mónaco estivesse JJ e o resultado fosse o mesmo?...


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15 Fev 17
A visita da Cornélia
Edmundo Gonçalves

Passou ontem ali pela segunda circular e fez-se notar, a mascote de um concurso de enorme sucesso da RTP de há mais de 30 anos.

Eu deixava, a propósito disso uma pequena sugestão aos candidatos às eleições do Sporting: Definitivamente, o que precisamos de mudar é simples e será eficaz: Sugiro a ambos que coloquem como ponto único no seu programa eleitoral a mudança do "emblema" do clube.

Corre-se com o leão, que nada tem ganho e coloca-se lá uma vaca!

É tiro e queda.


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07 Dez 16
Irritação
Pedro Correia

1. Por que raio Jorge Jesus desatou a inventar, desmontando o sistema táctico da equipa que tão boas provas tem dado no campeonato? Meter no onze inicial um Paulo Oliveira sem rotinas nem experiência como lateral fez a nossa equipa jogar coxa durante uma hora.

 

2. A um erro somou-se outro: a excessiva lentidão do treinador a corrigir o disparate inicial. O Sporting só começou verdadeiramente a jogar quando Paulo Oliveira - com óbvia responsabilidade no solitário golo polaco, deixando o brasileiro Guilherme fazer o que quis na grande área - foi enfim substituído por Ricardo Esgaio, já estavam decorridos 58 minutos. Tarde de mais, como se viu.

 

3. Disparate sem nome é insistir em Markovic. Jogar com o sérvio é jogar só com dez. Voltou a acontecer: colocado no onze titular, como segundo avançado, o ex-jogador do Benfica nada fez de positivo. Agarra-se à bola e transporta-a para lugar nenhum, perde com facilidade a noção de espaço, é um parafuso solto no colectivo. Com Gelson a jogar por dois na ala direita, via-se o sérvio no eixo central a contemplar o trabalho do colega como se nada daquilo fosse com ele. Mesmo assim, só saiu aos 58 minutos.

 

4. É inaceitável que o nosso primeiro remate enquadrado com a baliza só tenha ocorrido aos 77': um disparo de André que proporcionou a defesa da noite ao guardião polaco. O mesmo André que minutos antes tivera uma falha infantil à boca da baliza, daquelas que nem nos jogos de solteiros e casados se permitem. Quase apetece implorar pelo regresso do Liedson como reforço no mercado de Inverno.

 

5. É também inaceitável que William Carvalho, pouco depois de ter visto um cartão amarelo, acabasse por cometer uma falta que não podia passar impune - tanto mais que era então já evidente qual o critério disciplinar do árbitro, muito apertado. Ingenuidade ou precipitação do jogador? O facto é que ficámos reduzidos a dez num momento crucial do encontro.

 

6. Não haverá nenhum especialista em remates a meia-distância no Sporting? Haver, até há. Mas por vezes não parece. Hoje foi um desses dias.

 

7. Quando carregávamos enfim no acelerador, quem entra em campo? O calmo, tranquilo, relaxado Bryan Ruiz. O homem que dá sempre um toque a mais na bola, que perde preciosos segundos a adornar o esférico, que colhe adjectivos dos supostos catedráticos do ludopédio, gente capaz de entrar em êxtase orgástico com o "futebol rendilhado" do costarriquenho. Entrou em contramão, quando precisávamos de criar jogo directo e objectivo, sem perda de tempo. Pouco ou nada fez de útil, mas "temporizou" imenso.

 

8. Se as derrotas contra o Real Madrid e o Borussia Dortmund estavam de algum modo inscritas na lógica natural do futebol de alta competição, perder contra a banalíssima turma do Legia é algo que não pode aceitar-se. Faltou ambição, faltou empenho, faltou ousadia, faltou confiança. Concedemos a primeira parte de avanço aos polacos como se tivéssemos entrado em campo para defender o empate a zero, já a pensar na Luz. Só podia dar asneira. E deu mesmo.

 

9. Antes deste jogo punha-se o dilema: valeria a pena sacrificar jogadores, poupando-os fisicamente para o clássico de domingo e correr o risco de vermos a nossa equipa afastada da Liga Europa? Afinal não houve poupanças: dos habituais titulares, só Bryan Ruiz ficou inicialmente de fora (a posição de defesa direito estava condicionada à partida pelo castigo a João Pereira e pela lesão de Schelotto). Houve imenso desgaste físico num campo em condições dificílimas. E mesmo assim vimos fugir a Liga Europa. Dois males somados, portanto.

 

10. Conclusão: mais valia termos jogado com as segundas linhas. Agora só para o ano, se Deus quiser.


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P.O. a D.D. - A sério?
Edmundo Gonçalves

Esta coisa de começar um jogo decisivo sem se saber bem o que se quer dele*, é capaz de ser complicado.

E foi!

Se era para deixar a Liga Europa, que colocasse em campo os que jogaram com o Arouca.

Jogar sessenta minutos sem defesa direito, sem defesa esquerdo e sem ala esquerdo, parece-me demasiado mal escalado, para abordar um jogo como este.

Partindo-se do princípio de que o jogo era para, pelo menos, empatar.

Do que sinceramente tenho imensas dúvidas, confesso.

 

É um facto que jogar a Liga Europa é uma seca e não dá dinheiro "nenhum", mas como eu não gosto de ver o Sporting humilhado seja em que circunstância for, não admito que se abordem os jogos com esta displicência. E hoje só há um culpado: Jesus. Ou quem manda nele.

É claro que isto pode ter sido uma jogada do mestre, para deixar a equipa liberta para disputar o campeonato e ter tido aval superior, mas tinha que ser assim, contra uns coxos e caceteiros que não ganhavam há uma dezena de anos na CL?

 

Que bela forma de motivação,sim senhor.

Até Domingo.

 

*Começo a ficar cheio com as invenções de Jesus.


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23 Nov 16
O dia seguinte
Pedro Correia

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O Sporting fecha 180 minutos com o campeão da Europa sem que, globalmente, tenha sido inferior. A não ser, claro, no detalhe com que se ganham jogos: remates e golos. Só aí os fadistas portugueses foram inferiores aos tenores do Real Madrid. E volte a registar-se a intensa ousadia de o Sporting continuar a querer ganhar ao campeão da Europa mesmo após a expulsão de João Pereira.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «Um adeus feito de bravura e abnegação deram os comandados de Jorge Jesus à Liga dos Campeões, caindo em casa perante o actual campeão europeu, que, mesmo em superioridade numérica, consentiu o empate e viu-se em trabalhos para manter viva a pretensão de terminar no primeiro lugar do Grupo F.»

 


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Gostei

 

Da atitude dos nossos jogadores. Prestação muito positiva do onze leonino, perante assistência recorde em Alvalade, frente ao Real Madrid, campeão europeu em título. A nossa equipa nunca se sentiu inferiorizada.

 

De Gelson Martins. Uma vez mais, o nosso melhor. Funcionou como saca-rolhas na ala direita, abrindo ali sucessivas linhas de passe e vulgarizando o brasileiro Marcelo, seu adversário mais directo. Fez levantar o estádio com uma magnífica jogada a abrir a segunda parte. Excelentes cruzamentos para a grande área aos 18', 51', 75' e 86'. Mas faltou sempre alguém para dar a melhor sequência a estes passes.

 

De William Carvalho. O campeão europeu voltou a ser um gigante em campo, dominando o eixo do terreno na ligação constante entre a defesa e o ataque. Recuperou bolas, fez passes de ruptura e ainda arriscou incursões em zonas mais ofensivas. Nunca baixou os braços.

 

De Adrien. Nos momentos decisivos, faz a diferença. Aconteceu numa fase crucial do jogo, aos 80', quando Campbell arrancou um penálti, cometido por Fábio Coentrão. Chamado a convertê-lo, o nosso capitão não vacilou. Empatando a partida com um remate muito forte e bem colocado.

 

De Bruno César. Sempre muito combativo. Marcou muito bem um livre logo aos 5'. Grande remate aos 32', desviado in extremis por Sergio Ramos. Outro livre a rasar o poste, iam decorridos 41'. Um dos melhores, sem dúvida. Substituído por Campbell aos 62', talvez devesse ter permanecido mais tempo em campo.

 

Da hipótese de reviravolta.  Durou apenas sete minutos a situação de empate nesta partida, desfeita aos 87'. Soube a pouco esse curto período que nos fez sonhar mais alto.

 

De termos jogado sem temor. Sem o brilhantismo da nossa exibição no Santiago Bernabéu, o onze leonino nunca mostrou receio por defrontar o campeoníssimo Real. É de sublinhar esta atitude aguerrida e descomplexada: nem em inferioridade numérica nos deixámos atemorizar.

 

Da assistência em número inédito. Nunca tinha estado tanta gente no nosso estádio desde que foi inagurado, há 13 anos: 50.046 espectadores. Prova evidente de que sócios e adeptos continuam a apoiar a equipa.

 

Dos fortes aplausos a Cristiano Ronaldo. Leão uma vez, Leão para sempre. O melhor jogador do mundo sentiu bem o carinho do público neste regresso a Alvalade 13 anos depois.

 

 

Não gostei

 

Da derrota. Apesar da boa réplica que demos à melhor equipa do mundo, e jogando com menos um durante a última meia hora, voltámos a sair derrotados na Champions (1-2). Falta agora o decisivo confronto com o Legia de Varsóvia, que ditará se transitamos para a Liga Europa.

 

Do golo inicial, sofrido aos 29'. Num lance de bola parada, beneficiando de uma das raras falhas defensivas do Sporting nesta partida, Varane marcou. Ao intervalo, o Real vencia 0-1. Mas a nossa equipa não se sentiu inferiorizada por isso.

 

Da expulsão de João Pereira. Ficámos reduzidos a dez a partir do minuto 64', quando o nosso lateral direito foi expulso por uma alegada agressão que ninguém viu a não ser o árbitro assistente. Um mistério.

 

De Fábio Coentrão. Substituto de Marcelo, mal entrou em campo logo cometeu um penálti infantil, prejudicando a sua equipa. Algo inaceitável em alta competição.

 

Da nossa incapacidade de concretização. É o problema de sempre: continuamos a falhar demasiados golos. Bas Dost, nos 76 minutos em que esteve em campo, andou desencontrado da bola: quando ela aparecia, ele não estava; quando esteve ele, faltava a bola. Campbell (aos 82') e André (aos 86') podiam ter marcado quase ao cair do pano, o que não aconteceu.

 

De mais um fatídico fim de jogo. Em Madrid, estávamos a ganhar aos 88' e acabámos por sofrer dois golos. Desta vez, com a partida empatada, vimos o Real chegar à vitória aos 87'.


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03 Nov 16

Declaro que também gostei da atitude da equipa. Não é vergonha nenhuma perder por 1:0 no estádio do Dortmund, em noite de casa cheia (lotação esgotada, com 65.849 espectadores). Mas, tal como o Pedro Correia, lamento a dicotomia: «bons desempenhos frente ao Real Madrid e ao Borussia Dortmund alternados com fraquíssimas exibições frente ao Rio Ave, Tondela e Nacional» (nos comentários). Esperemos que esta situação se modifique.

 

Quanto à transmissão do canal ZDF, tenho a realçar a atitude muito fair-play do jornalista responsável pelo acompanhamento do jogo, que, sem esconder a alegria que lhe proporcionava a vantagem do Dortmund, elogiou o Sporting e a sua Academia (não lhe fixei o nome, peço desculpa, nem o encontro no link da ZDF).

 

Resta-me dizer que espero que consigamos passar à Liga Europa. Sempre é melhor chegar aí longe, do que soçobrar, nos oitavos-de-final da Champions, no primeiro embate com um dos grandes.


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02 Nov 16

Gostei

 

Da atitude dos jogadores. No rescaldo do empate na Choupana, na última jornada do campeonato, sucederam-se protestos ruidosos dos adeptos, exigindo "atitude" à nossa equipa. Valeu a pena protestar: o Sporting bateu-se bem esta noite na Alemanha, frente ao Borussia Dortmund, mantendo o resultado em aberto até ao apito final. Perdemos tangencialmente, por 0-1, mas os jogadores bateram-se bem em campo.

 

Da nossa organização táctica. Jorge Jesus surpreendeu com um eixo defensivo formado por três jogadores (Coates, Rúben Semedo e Paulo Oliveira) para travar a dinâmica de construção da turma germânica, fazendo avançar um deles (Rúben, quase sempre) no nosso processo ofensivo. Aposta parcialmente conseguida, esta espécie de 3-5-2: apenas em dois lances o Borussia conseguiu minar o nosso reduto defensivo. Infelizmente para nós um desses lances resultou no golo solitário.

 

De Gelson Martins. Causou constantes desequilíbrios na nossa ala direita, ganhou várias vezes o confronto individual com Raphael Guerreiro, soube centrar com perigo e esteve perto do golo em duas ocasiões, aos 27' e aos 31'. Decaiu um pouco na segunda parte, devido ao cansaço, mas ainda rematou com perigo aos 49', suscitando uma boa defesa do guardião contrário. Voltou a ser o nosso melhor elemento: é o grande criativo deste Sporting 2016/17.

 

De William Carvalho. Todos receávamos que tivesse ficado afectado pelo desafio frente ao Nacional, em que falhou um penálti, mas a boa notícia é que o nosso médio defensivo voltou às grandes exibições. Recuperou bolas, abriu linhas de passe, fez vários lançamentos longos para alargar a nossa frente de ataque. Merece nota muito positiva.

 

De Schelotto. Uma das suas melhores partidas de sempre com a camisola verde e branca. Sobretudo na segunda parte, em que fez valer o seu bom domínio da bola, aliado à velocidade. Dos pés dele, num cruzamento perfeito, saiu aos 77' quase uma assistência para golo: a bola só não entrou porque Bryan Ruiz, o suspeito do costume, manteve a tradição de falhar em lances deste género. O italo-argentino, com visíveis problemas de ordem física e já sem hipótese de ser substituído, teminou o jogo quase sem conseguir correr, numa louvável missão de sacrifício.

 

Do regresso de Adrien.  Decorria o minuto 58 quando o campeão europeu regressou enfim aos relvados após lesão demorada, provocando uma injecção anímica na equipa, que já estava a jogar bem e passou a jogar melhor ainda. Infatigável, sem aparentes sequelas da lesão, fez passes entre linhas, recuperou bolas e exerceu pressão alta sobre a equipa adversária. Não esperávamos menos dele.

 

Da nossa sorte. Bem podemos dizer que esteve do nosso lado, ao minuto 34', quando Götze rematou à trave. Um calafrio percorreu equipa e adeptos: seria 2-0 e o destino da partida ficaria praticamente traçado. Felizmente a bola não entrou.

 

Que Jesus não tivesse feito "poupanças" a pensar no Arouca. Deixando Elias e Markovic fora do onze titular, como se impunha, da equipa-base apenas Bas Dost ficou inicialmente no banco, dando lugar a Castaignos. Mas até Dost jogou também, acabando por fazer toda a segunda parte, por troca com o compatriota, demasiado discreto durante o primeiro tempo.

 

Do apoio incansável dos adeptos. Estavam pelo menos três mil apoiantes leoninos em Dortmund. Apoiando a equipa do princípio ao fim com cânticos e gritos de incentivo. No final, não regatearam fortes aplausos aos jogadores. De falta de atitude ninguém se queixou.

 

 

Não gostei

 

Da derrota. Não há vitórias morais: saímos derrotados deste importante desafio da Champions. Com um golo sofrido logo aos 12'. Bastou aos alemães para concretizarem o objectivo para este jogo.

 

Da tremideira colectiva no lance do golo. Marvin, com falhas pontuais de marcação, abriu espaço no seu corredor para o cruzamento e Paulo Oliveira falhou a intercepção, permitindo que o colombiano Adrián Ramos marcasse. Foi a única falha do reaparecido internacional sub-21, mas num lance que acabou por ser decisivo.

 

Da nossa má finalização. Consistência defensiva, mobilidade no meio-campo, boas trocas de bolas: fizemos várias vezes quase tudo bem excepto ao chegarmos aos últimos 15 metros do campo. Não por falta de tentativas mas por falta de pontaria. Nem à meia-distância nem de recarga nem de cabeça nem de bola parada o golo aconteceu.

 

Do falhanço de Bryan Ruiz. Começa a ser uma tradição no Sporting: a melhor oportunidade acaba por ser desperdiçada pelo internacional costarriquenho. Voltou a acontecer, ao minuto 77.

 

De Castaignos. Entrou desta vez como titular: foi a maior oportunidade que Jesus lhe deu até agora. Mas, sem entrosamento com os companheiros nem rotina competitiva, teve uma exibição pálida, de que apenas se destacou uma boa tabelinha com Gelson aos 27'. Ninguém se surpreendeu quando cedeu lugar a Bas Dost logo a abrir a segunda parte.

 

De Markovic. Jesus esteve bem em duas das três substituições, sem desmontar o esquema táctico concebido para este jogo, trocando ao intervalo o apagado Castaignos por Bas Dost e fazendo entrar Adrien aos 58' para render Bruno César. Inútil foi a entrada de Markovic, aos 78', para ocupar a posição de Bryan Ruiz. O sérvio voltou a demonstrar falta de integração na equipa e falta de maturidade competitiva. Corre bastante mas nem ele próprio deverá perceber para quê.


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O que nos espera...
Cristina Torrão

O canal alemão ZDF vai transmitir em direto o jogo entre o Dortmund e o Sporting.

 

Depois de ter começado muito bem, o Dortmund passa por uma fase mais fraca, na Bundesliga. Mas todos sabemos que, se o Sporting continuar a jogar como nas últimas semanas, facilmente apanha 3 ou 4 secos. Não quero lançar um mau agoiro sobre o jogo, mas também não adianta esconder a verdade.

 

Desejo muito que o Sporting nos honre, que mostre, na televisão alemã, que sabe lutar e jogar futebol, que, como diz o Pedro Correia, nenhum verdadeiro Leão atira a toalha ao chão! Espero que Jorge Jesus encontre a verdadeira tática e que os jogadores estejam inspirados, com espírito de luta e, acima de tudo, que não tenham medo!

 

Não me deixem mal, rapazes!

 

FORÇA SPORTING!!!

Nós amamos-te!


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19 Out 16

O Sporting decidiu dar 45 minutos de avanço ao Borussia Dortmund - nada inédito, já o fez em relação a várias outras equipas - e só começou a jogar a sério quando soou o apito inicial da segunda parte. Na Liga dos Campeões estes brindes custam muito caro.

 

Com Jorge Jesus no banco até ao fim, o Sporting nunca teria perdido o jogo do Santiago Bernabéu. Palavras do próprio, que agora o perseguem como uma assombração. Ontem Jesus voltou a estar ausente do banco. E o Sporting, claro, voltou a perder. Certos pensamentos nunca deveriam ser verbalizados.

 

Portugal é de facto um povo hospitaleiro. A primeira falta foi cometida aos 38'. Ninguém queria meter o pé, atrapalhando a manobra ofensiva dos alemães, ninguém fazia questão de ganhar segundas bolas. Fizemos tudo nos 45 minutos iniciais para que o Borussia tivesse a sensação de jogar em casa.

 

Há dois Sportings: um com Adrien, outro sem Adrien. Como a partida da noite passada voltou a demonstrar. Elias, por mais voltas que o globo terrestre dê no seu próprio eixo, jamais será um Adrien.

 

É um desperdício remeter William Carvalho quase em exclusivo a missões de contenção do meio-campo adversário. Quando ganha metros de terreno, como passou a acontecer a partir do minuto 60 com a entrada de Bruno César, o campeão europeu faz aumentar a rotação da equipa. Isso ficou ontem bem evidente.

 

Burno César tem de ser titular deste Sporting. Não me interessa que "jogue feio", como por vezes se diz nas bancadas do nosso estádio. Interessa-me que seja eficaz. Voltou a sê-lo: entrou aos 60' e sete minutos depois já marcava.

 

É impressão minha ou Bryan Ruiz apaga-se sistematicamente nos chamados jogos grandes?

 

Quanto tempo mais Markovic demorará a perceber que o futebol é um jogo colectivo? Aquelas vistosas arrancadas do sérvio "com a bola controlada", como se diz na gíria do futebol, produziram sempre o mesmo resultado: nenhum.

 

A defesa começa a construir-se à frente, pressionando a fase de construção adversária e roubando-lhe metros de terreno. Slimani percebia isso como ninguém. Mas parece não ter deixado seguidores.

 

Há jogadores que fazem a diferença neste Sporting? Há. Mas nenhum deles chegou este Verão e os melhores continuam a ser os da formação leonina. Ninguém fez tanto por merecer ontem pelo menos o empate como o inigualável Gelson Martins.

 

Mais dois golos sofridos, somados ao nosso já considerável pecúlio neste domínio. A defesa leonina precisa de reparações urgentes. Só não vê quem não quer.


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18 Out 16

Primeira - Os alemães jogam muito;

Segunda - Dava-nos jeito jogar sempre com o mesmo número de jogadores que o adversário;

Terceira - Sabendo nós que os alemães jogam mesmo muito, não seria avisado termos iniciado o jogo com onze?

Quarta - Os alemães deram uma lição de como se queima tempo quando o adversário poderia ter dado a volta ao jogo.

Quinta - A consideração anterior teria dado um jeitaço em Madrid.

Sexta - Não sei se o jogo teve árbitro. Mau! Para os dois lados, benza-o Deus. Deve ter passado pela Ginginha, só pode;

Sétima - Não foi pelo árbitro, antes pelo contrário, que perdemos hoje;

Oitava - Já disse que os alemães jogam muito?

Nona - Adrien, demora muito?

Décima - Já perceberam de que duas nulidades estou a falar, quando digo que jogamos com menos?

Undécima - Onze, deveríamos ter jogado com onze. Ouviste, Jota?


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17 Out 16
Vencer o Dortmund
Francisco Chaveiro Reis

Com nove jogadores lesionados, não é o melhor Dortmund que vem jogar a Alvalade. Podemos ser líricos e dizer que queremos ganhar ao melhor Dortmund mas o que eu quero é ganhar ao Borussia de Dortmund. Castro, Durm, Bartra, Piszczek, Subotic, Sokratis, Schürrle ou Reus não serão amanhã ameaças para a baliza de Patrício. Ainda assim, Tuchel terá nomes como Aubamayang, Gotze, Kagawa ou Sahin ao seu dispor. Isto quer dizer que, mesmo sem o melhor BVB, o Sporting, sem Adrien, tem que apresentar a melhor versão possível para vencer o gigante alemão.

Lá estarei para ver o Sporting chegar aos 6 pontos.


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28 Set 16
Calma
Edmundo Gonçalves

Ainda faltam quatro jogos.


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Legia de Varsóvia pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 19

William Carvalho: 18

Bryan Ruiz: 17

Bas Dost: 17

Rúben Semedo: 17

Gelson Martins: 16

Bruno César: 14

Coates: 14

Jefferson: 14

Rui Patrício: 14

João Pereira: 13

Campbell: 11

Markovic: 11

Petrovic: 1

 

A Bola elegeu Adrien como melhor sportinguista em campo. O Record optou por William Carvalho. O Jogo escolheu Bas Dost.


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27 Set 16
90 minutos!
Filipe Arede Nunes

Ganhar é sempre uma maravilha mas, apesar de saber que o mister disse que tínhamos feito um jogo pragmático, o jogo dura 90 minutos. A segunda parte deste jogo foi miserável. Agora espero que no próximo sábado, em Guimarães, nos apresentemos com mais intensidade e ambição do que contra o Rio Ave!


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Depois da excelente exibição de há duas semanas frente ao Real Madrid, desbaratada com dois golos sofridos nos últimos cinco minutos, um jogo de características muito diferentes, o desta noite frente ao Legia de Varsóvia. Jogámos o suficiente para garantir a vitória, que nos permite continuar a sonhar com a passagem à fase seguinte da prova. Bastou meia-hora de aceleração contínua, com jogo objectivo e rectilíneo, para cumprirmos a missão e seguirmos em frente. Longe do brilhantismo conseguido no Santiago Bernabéu, certamente. Mas não me importo de trocar esse brilhantismo pelo triunfo hoje alcançado. Com William, Adrien, Gelson e Bas Dost novamente em evidência.

Facto que merece destaque: foi a primeira vitória de uma equipa portuguesa nesta temporada na Liga dos Campeões.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Defesa aparatosa de cabeça fora da área logo aos 6'. Com segurança e convicção, dando o mote ao seu desempenho durante o resto da partida.

JOÃO PEREIRA (6). Esteve no seu melhor durante o primeiro tempo em contínuas tabelinhas com Gelson. Tirou o pé do acelerador na segunda parte. E abriu o seu corredor aos polacos no minuto 70, felizmente sem consequências.

COATES (7). Exímio a desfazer lances ofensivos da equipa adversária, sempre com a autoridade tranquila que o caracteriza. Quase marcou aos 40' com um soberbo cabeceamento, bem defendido pelo guardião adversário.

RÚBEN SEMEDO (7). Bons cortes ao longo da partida (5', 49' e 52'), contribuindo para a robustez defensiva do Sporting. Foi apenas a sua segunda actuação na Champions. Ninguém diria, a avaliar pela qualidade do seu jogo.

JEFFERSON (6). Jesus parece apostado em recuperá-lo como titular. O brasileiro retribui com voluntarismo e esforço, embora sem esconder algum nervosismo. Tentou o golo aos 22' mas a bola saiu um pouco acima da baliza.

WILLIAM CARVALHO (7). Assegura a cobertura defensiva do nosso meio-campo, num raio de acção muito largo. É o rei das recuperações e ninguém consegue roubar-lhe a bola. Excelente a definir o jogo, uma vez mais.

ADRIEN (7). O capitão inventou a jogada que deu origem ao nosso segundo golo graças à intensidade que põe em cada lance. Recuperou a bola e passou-a muito bem colocada a Bas Dost, que lhe deu a melhor sequência.

BRUNO CÉSAR (5). Vários pontos abaixo da recente prestação no Bernabéu, em que foi um dos heróis leoninos. Marcou bem os cantos, incluindo o que deu origem ao primeiro golo. Tentou o remate de longe, sem sucesso.

GELSON MARTINS (7).  Outra exibição soberba, embora sem atingir o brilho da sua recente prestação em Madrid. Excelentes arranques pela ala direita, aos 11' e 41'. Podia ter marcado aos 18': à boca da baliza, rematou à barra.

BRYAN RUIZ (6).  Positivo: reconciliou-se com o golo, ao apontar o nosso primeiro, no minuto 28, na sequência de um canto. Negativo: embrulhou-se demasiadas vezes com a bola, complicando o que é simples.

BAS DOST (7). Início de época de sonho para o artilheiro holandês que veio substituir Slimani. Tem quatro golos marcados na Liga, hoje estreou-se a marcar na Champions, iam decorridos 37'. Estava feito o resultado.

MARKOVIC (4). Substituiu Bruno César aos 67'. Está claramente abaixo de forma: abusa do individualismo e continua incapaz de sincronizar os seus movimentos com os da equipa. Correr muito não basta.

CAMPBELL (5). Entrou aos 77', substituindo um fatigado Gelson Martins. Ajudou a segurar o lateral esquerdo polaco, que estava a subir demasiado no terreno.

PETROVIC (-). Substituiu Bryan Ruiz aos 87'. Estreia na temporada oficial do Sporting após exibições pouco auspiciosas na pré-época. Contribuiu para equilibrar e reforçar o nosso meio-campo, segurando a bola.


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Hoje
António Manuel Venda

bola.jpg

 

Bryan, Dost, Slimani.

 


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Gostei

 

Do nosso regresso à Liga dos Campeões em casa. Vinte e dois meses depois Alvalade voltou a ser palco de um jogo da Champions. Em boa hora.

 

Da vitória sem discussão. Dois a zero frente ao Legia de Varsóvia, campeão polaco. Dois golos de Bryan Ruiz e Bas Dost, ainda na primeira parte, arrumaram o assunto. Missão cumprida.

 

Do nosso meio-campo. Foi um luxo observá-lo durante cerca de meia hora, entre os 15 minutos da primeira parte e o intervalo. Contínuas trocas de bola, tabelinhas, desmarcações, mudanças de flanco, variações de velocidade, posse quase permanente de bola. Um autêntico carrocel que deixou os polacos com a cabeça à roda.

 

De ver a nossa baliza invicta. Depois de sete golos sofridos em três jogos, soube bem não ter sofrido nenhum nesta partida.

 

De Bas Dost. O internacional holandês soma e segue: cinco jogos, cinco golos. Voltou a facturar: foi o seu primeiro golo na Champions de leão ao peito.

 

De William Carvalho. Outra exibição notável do nosso n.º 14, que funcionou como tampão do caudal ofensivo polaco, inviabilizando as jogadas da equipa adversária pelo eixo central. O campeão europeu confirma-se como um dos pilares do onze titular leonino.

 

De Gelson Martins. Já tinha partido os rins a Marcelo no Santiago Bernabéu, repetiu a graça frente ao lateral esquerdo polaco. Sobretudo na primeira parte, em que inventou vários lances que desbarataram a estratégia defensiva adversária. Pelo que fez nesse período merece ser considerado o melhor em campo.

 

De Adrien. Incansável, novamente. Um poço de energia. Contribuição preciosa para o lance do segundo golo, em que fez assistência para Bas Dost.

 

Da estreia oficial de Petrovic. O internacional sérvio jogou alguns minutos para reforçar a consistência do nosso meio-campo defensivo, ajudando a segurar o resultado.

 

Que não tivesse havido poupanças. Jogou o nosso melhor onze titular, sem ficar ninguém de fora a pensar no desafio de sábado em Guimarães. A Liga dos Campeões é para ser levada a sério.

 

De Raul José. Esteve bem nas substituições. E também esteve bem no banco, com uma atitude serena, sem procurar imitar os inimitáveis jogos histriónicos de Jorge Jesus.

 

Do "12.º jogador". Os adeptos voltaram a comparecer em peso: 40.094 esta noite nas bancadas de Alvalade. Décimo jogo consecutivo em casa com mais de 40 mil lugares preenchidos.

 

 

Não gostei

 

Dos golos falhados. Mais uma vez desperdiçámos a hipótese de terminar um jogo com goleada. Pelo menos duas grandes perdidas: a primeira por Gelson, a um metro da baliza;  a segunda por Coates, de cabeça, levando o guarda-redes polaco a fazer a defesa da noite.

 

De um certo adormecimento na segunda parte. A nossa equipa tirou demasiado cedo o pé do acelerador e limitou-se a gerir a vantagem quando a vitória estava longe de garantida.

 

De um penálti poupado aos polacos. Decorria o minuto 53 quando um defesa do Legia desviou com o braço a trajectória da bola rematada por Bas Dost. Grande penalidade que o árbitro inglês deixou passar.

 

Da ausência de Jesus. O treinador principal do Sporting, expulso no jogo de Madrid, assistiu à partida algures no estádio, longe do banco. Não havia necessidade: Jorge Jesus deve contar as suas explosões de fúria junto à linha para evitar a repetição destas medidas disciplinares.


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15 Set 16

Alfredo Relaño, As: «El Sporting se sentirá ahora desdichado, maltratado por la fortuna, y con razón. Jugó muy bien, mucho mejor que el Madrid, tenía el partido ganado en el 89’ y lo perdió de golpe. (...) Muy buen equipo este Sporting. Abajo y arriba, juntos, solventes, serenos. Buen mando de William Carvalho en la media, manejo del tico Bryan Ruiz, un peligro tremendo a la derecha del ataque, Martins, el merodeo de Bruno César... Me gustó prácticamente todo.»

 

Daniel Calle, El Español: «Con uno de los despliegues de aficionados más amplios y ruidosos en años en el Bernabéu, el equipo portugués trasladó su poderío en las gradas al césped. Qué manera de dominar tácticamente un partido. Parecían ellos los campeones y el Madrid los visitantes. Jorge Jesus, el excéntrico técnico portugués, se comió a un Zidane dormido. (...) Jesus maniató al Madrid, ahogó su salida de balón, electrocutó todas sus ideas y acabó llevando el partido por donde quería.»

 

Hughes, ABC: «Se supo que el Sporting era un equipo de una pieza en el cuarto o quinto segundo. Eso se nota. Es como lo que Raoul Walsh dijo de John Wayne: "Cuando coge el rifle el hijo de puta parece un hombre." (...) En el 20, el Sporting ya adormeció el partido. No era un equipo serio, era un equipo excelente. Menudo central es Semedo, menudo medio es William, qué rapidez la de Martins y César arriba y cuánta clase en la zurda del tico Bryan Ruiz.» 

 

Jesús Garrido, El Confidencial: «Todo empezaba en la pareja Carvalho-Silva en el medio y avanzaba hasta Dost y Ruiz. Fue más incisivo Martins en la derecha, pero acabó marcando Bruno, el de la izquierda. Fue tras un rebote en una jugada embarrada, pero pudo llegar en muchas otras oportunidades.»

 

José Aguado, La Razón: «El líder de la Liga portuguesa se plantó ayer en el Bernabéu con el descaro de los equipos que no tienen miedo y con el buen hacer de los conjuntos bien trabajados. (...) El Sporting supo apretar bien a Modric y Kroos y ambos pasaron por el partido de puntillas, sin marcar el ritmo en ningún momento.»

 

José Samano, El País: «El Madrid evitó un chasco con goles de Cristiano y Morata en el penúltimo y último suspiro. Hasta entonces, el equipo se vio ante un inopinado precipicio. (...) Parasitado el Madrid, el Sporting desfiló con una sorprendente fluidez. El club lisboeta siempre fue la gran factoría del fútbol portugués y, pese a su escaso vuelo en Europa, ahora tampoco le faltan buenos peloteros, caso de Adrien Silva, William Carvalho y esa veta juvenil que es Gelson Martins.»

 

Josep M. Artells, Mundo Deportivo: «El Real Madrid siempre gana así. Fue netamente inferior al Sporting pero remontó en la última jugada del descuento. De fútbol, mejor no hablar porque solamente lo puso el valiente equipo de Jorge Jesus que fue ganando hasta que Cristiano empató en el minuto 88 transformando una falta inexistente, otro clásico.»

 

Orfeo Suárez, El Mundo: «Remontada ante un magnífico Sporting que no mereció perder. (...) Existen dos tipos de velocidad, la física y la mental. En un mediocentro es más importante la segunda. El portugués [William Carvalho] la tiene. Mientras trota, da soluciones rapidísimas.(...) El histriónico Jorge Jesús, pese a su expulsión, ganó la batalla a Zidane.»

 

Oriol Dotras, La Vanguardia: «Un gol de Cristiano Ronaldo en el 88’ y otro Álvaro Morata con el tiempo cumplido dieron al campeón los primeros tres puntos de esta fase ante un dignísimo Sporting de Portugal. (...) Incluso se atrevían los de Jorge Jesús salir jugando el balón para desespero del Bernabeu, que empezó a impacientarse con algunos pitos, sobre todo después de que Bas Dost estuviera a punto de conectar el segundo gol.»

 

Rúben Jiménez, Marca: «Bruno César aprovechó un barullo, una asistencia involuntaria de Modric para ponerle una rosca imposible a Casilla al palo largo. Hubo un runrún en el estadio y con el paso de los minutos alguno hacía cuentas sobre la futura visita a Dortmund, el viaje a Lisboa... Susto.»


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O copo meio cheio?
Edmundo Gonçalves

A quente, por vezes dizemos ou escrevemos coisas de que nos poderemos arrepender. 

Por essa razão, decidi dormir sobre o jogo de ontem, em Madrid, para escrever o que me vai na alma, já com a razão sobrepondo-se ao coração e à vontade de disparar sobre tudo o que mexesse, passe a imagem "westerniana".

O meu sentimento é, contudo, o mesmo que tinha quando publiquei o último post.

Se, antes do jogo começar, eu pedi aos nossos rapazes que se portassem como Leões no Bernabéu, nunca, nas minhas melhores cogitações, imaginaria que um desejo de que um empate seria um resultado magnífico e perder por poucos não desonraria, se transformasse numa enorme frustação e num sentimento lancinante de injustiça.

Contudo, não me contento com vitórias morais! No entanto ontem, o Sporting ganhou! Ganhou respeito e admiração. A partir de ontem, o Sporting não será mais o Clube que joga para perder por poucos com os tubarões, a partir de ontem, o Sporting entra efectivamente em campo, para ganhar.

Mas a verdade crua e nua, é que perdemos.

Perdemos porque Cristiano soube cavar uma falta que toda a gente (menos o árbitro e os comentadores da Sportv), espanhóis incluídos, diz que não existiu e porque logo ontem o madeirense tinha que atinar com os livres. Fosse eu fatalista e diria que é a nossa sina. E perdemos porque nos faltou ratice: Bastaria ter cometido uma falta quando perdemos a bola no ataque, um agarrão, uma rasteira, qualquer coisa e o tempo esgotar-se-ia. 

Não posso dizer mal de quem montou uma estratégia que nos levou a vulgarizar, perdoem-me o exagero, o campeão europeu, no entanto tal como o próprio admitiu, quando mexeu na equipa, mexeu mal (melhor, quem entrou não correspondeu ao que se lhe pediu, para ser justo) e tarde. Talvez se estivesse no banco as coisas tivessem sido diferentes, mas desde cedo percebemos ao que que vinha o cabeleireiro italiano, ao que consta muito benquisto em Turim. No aspecto disciplinar esteve muito mal; Com um árbitro isento, Casemiro nunca teria acabado o jogo, p.e.

A equipa valeu pelo todo, no entanto quero destacar Gelson, Adrien, César, Carvalho e Coates, pelo que jogaram e pelo que não deixaram jogar.

Quero destacar ainda, porque o merece, Rui Patrício, que se houvesse prémio do azar como no ciclismo, ontem ia direitinho para o seu bolso; Reparem que, com uma pontinha de sorte, os dois golos teriam sido evitados, já que ele defende a bola do livre, que por capricho bate no poste e entra; E no remate de Morata, à queima-roupa, faz ainda um desvio que, tivesse ele alguma fortuna, poderia ter sido uma defesa enorme.

Esta derrota que me custa ainda muito a engolir, deixa-nos com zero pontos, num grupo onde à partida estaríamos tranquilamente fadados a "conquistar" o terceiro lugar. Depois da forma como, repito, vulgarizámos o Madrid, a minha fasquia sobe consideravelmente. Sim, os alemães venceram por seis, e daí? Deixá-los jogar com o Real, para ver como se comportam.

Se serviu para alguma coisa a excelente exibição de ontem, ela teve o condão de me fazer acreditar e certamente a muitos sportinguistas, que pela primeira vez o objectivo de passar à fase a eliminar é possível e alcansável.

E assim, de repente, vem-me à memória onde estávamos há três anos...

Deste modo, respondendo à minha própria questão, ontem o copo ficou (meio) vazio. Hoje e pelo que atrás aduzi, o copo está claramente (meio) cheio.

Isto, se não aparecer outro rapaz a querer cortar-nos o cabelo.


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Desculpem o mau castelhano
Edmundo Gonçalves

JODER!


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 Ronaldo marcou, sem festejar, primeiro golo do Real contra o Sporting

 

O Sporting  caiu de pé num dos estádios mais difíceis do mundo, perdendo tangencialmente esta noite com o Real Madrid, campeão da Europa. Estivemos a vencer até ao minuto 89 com uma das melhores exibições da nossa equipa desde sempre na Liga dos Campeões. Uma exibição segura e personalizada, cheia de confiança, que vulgarizou os merengues durante toda a primeira parte e grande parte da segunda, bloqueando as saídas da equipa anfitriã para o ataque e desorganizando a manobra colectiva do Real.

O sonho de triunfar no Santiago Bernabéu desmoronou-se nos últimos cinco minutos desta partida onde nunca deixaram de escutar-se os cânticos de incentivos da forte claque leonina, que ali marcou presença em força. Falta de maturidade, como sublinhou Jorge Jesus no final. E também consequência do desgaste físico acumulado: havia vários jogadores à beira da exaustão.

Quase todos merecem rasgado elogio. Mas vou destacar alguém que acaba de estrear-se na Liga dos Campeões: Gelson Martins, para mim de longe o melhor em campo. Desmarcou-se, fez tabelinhas, centrou, baralhou a defesa, fez a cabeça em água a Marcelo, passou com medida, assinou algumas das mais vistosas jogadas do desafio. E - muito mais importante - revelou eficácia, ao ajudar a construir o nosso golo. Num lance colectivo iniciado numa excelente recuperação de bola por Adrien e prosseguido por tabelinhas entre Gelson e Bryan Ruiz, sendo concluído da melhor maneira por Bruno César, com o seu fortíssimo pé esquerdo.

Já sem Gelson e Adrien em campo, substituídos por um errante Markovic e um apático Elias, o nosso equilíbrio ressentiu-se. Estes reforços, recém-chegados, não estão ao nível dos titulares nem correspondem por enquanto àquilo que Jesus exige à equipa.

De qualquer modo, saímos de cabeça erguida. Orgulhosos desta exibição com seis jogadores portugueses no onze inicial que colocou o Sporting na montra do futebol europeu.

Até parece que não acabamos de perder dois titulares indiscutíveis: João Mário e Slimani. Confirma-se: por cada Leão que cai, logo outro se levanta.

 

ADENDA: "El Sporting, al que algunos veían el día de sorteo como un rival de paja, se plantó en el Bernabéu como la casa de ladrillos del cuento de 'Los tres cerditos'. El lobo Madrid podía soplar lo que quisiera, que aquello ni se iba a derrumbar ni se iba a mover un centímentro."


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14 Set 16
Ao intervalo...
José da Xã

Não imagino qual vai ser o resultado desta noite mas de uma coisa tenho já a certeza: o Sporting jogou muito melhor que o Real na primeira parte. Até podia ter marcado.

Venha lá essa segunda parte com a mesma personalidade e entrega. É só isso que eu peço. Um golito já agora|

O árbitro com dois critérios... após ter chamado a atenção a Casimiro perdou-lhe um amarelo para logo a seguir, numa falta normalíssima, admoestar Adrien.

Aguenta coração que a alma leonina é do tamanho do Mundo!


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Há 16 anos
Filipe Moura

Vivia então nos EUA, e este jogo aqui recordado pelo Pedro Correia foi o único do Sporting a que pude assistir, em direto, em casa, num canal americano (foi transmitido na ESPN). Este vídeo está "censurado": não mostra os "c*r*l***" e os "f*d*-s*" que o Sá Pinto largou mal marcou o golo, e que eu lhe podia ler nos lábios (e que também larguei). Este jogo marcava, tal como o de hoje, o reencontro do melhor jogador do mundo de então com o clube que o formou. Teve a particularidade de reunir os dois melhores marcadores de livres de que me recordo, ambos brasileiros - deixaram a sua marca no resultado. Resultado esse que foi extremamente ingrato - como escrevi na altura, o Sporting jogou melhor, mas o Real Madrid era melhor. Nada mais havia a fazer. Quem dera que o resultado fosse o mesmo hoje!


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Vale o que vale...
José da Xã

... Mas o Sporting tem no seu plantel três campeões da Europa e o Real de Madrid só tem dois!


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First things first
Edmundo Gonçalves

Estou aqui que nem posso.

Eu quero lá saber dos ordenados do outro.

Eu quero é que cheguem as dezanove e quarenta e cinco minutos.

Eu quero é ver os nossos baterem-se que nem Leões no Bernabéu.

 

E nunca desejei tanto que por noventa minutos um jogador tivesse uma das três doenças...


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13 Set 16
'Ca nervos
André Fernandes Nobre

Já comecei este post de três maneiras diferentes.

 

Já pensei em pôr o golo do Caneira contra o Inter como motivação.

 

Já pensei em mostrar-vos quais são na minha opinião os caminhos mais prováveis de nos levarem para a fase a eliminar da Liga dos Campeões.

 

Já pensei em falar-vos de como tenho penado por ter visto quase todos os jogos da pré-época e de apenas ter conseguido ver em condições, desde que a época oficial começou, o Sporting-Porto e de como, desde que é a doer, a equipa se transfigurou da noite para o dia e assumiu a responsabilidade de não errar e de fazer quase sempre tudo bem, o que apenas contribui para agravar a minha sensação de que estou a perder o início de uma época muito bonita.

 

Mas a verdade é que não consigo pensar noutra coisa que não seja nas 19:45 de amanhã, no apito inicial e no abraço de consolo que no final o Bryan e o Joel vão dar ao Navas, lembrando-lhe que a bola é redonda e que a culpa não é dele, mas dos rapazes de verde e branco que só sabem querer ganhar.

 

Vamos a eles! Em frente, Sporting!


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06 Set 16
Todos a Madrid!
Alexandre Poço

Já lhe chamam invasão. E após o primeiro dia de vendas, não há um que sobre dos quase 4 mil bilhetes destinados ao Sporting para ir a Madrid ver a nossa turma jogar contra o Real, na próxima semana. Serei um dos afortunados, tal qual o nosso colega Frederico Dias de Jesus. Lá estaremos a apoiar os Leões no começo desta aventura europeia com os grandes da Europa, lugar natural da nossa instituição. 

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01 Jun 16

A emocionante final da Liga dos Campeões não merecia ter visto um golo em flagrante fora de jogo validado por uma equipa de arbitragem incompetente - numa clara demonstração, a todos quantos fingem não reparar, que Portugal está muito longe de ter o monopólio dos apitadores sem classe.

Serve também de aviso aos que defendem a contratação de árbitros estrangeiros para apitar jogos decisivos nas nossas competições futebolísticas. Se tiverem a qualidade que este demonstrou, qualquer refugo nacional chega e sobra.

 

Mas nem só o árbitro merece nota negativa neste confronto: o desempenho de Pepe é inaceitável por parte de todos quantos consideram que existem regras éticas e morais no desporto. A péssima actuação teatral do defesa central português, por duas vezes estendido na relva a fingir que tinha sido agredido, é indigna do futebol de alta competição. Além de medíocre actor, Pepe comprometeu o Real Madrid, cometendo um penálti claríssimo e totalmente desnecessário sobre o ponta-de-lança do Atlético, Fernando Torres. É inacreditável como escapou sem acumulação de amarelos - e a consequente expulsão.

Por vezes apetece perguntar onde tem ele a cabeça. Os pés, ao menos, sabemos bem onde estão.

 

Leitura complementar: O teatro de Pepe não faz falta à selecção, de Luís Aguilar, no Record.


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29 Mai 16
O momento decisivo
Pedro Correia

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Outros dirão, naquele jargão cultivado com tanto esmero pelos especialistas da bola, que Ronaldo "passou ao lado de uma grande partida" e "estava lá mas era como se não estivesse".

Não acreditem.

Ontem à noite, na final da Liga dos Campeões disputada em Milão entre as duas potências futebolísticas de Madrid seguida com calor e paixão nos recantos mais recônditos do planeta, o português guardou-se para o momento decisivo - aquele em que tudo se desenrola em fracções de segundos, aquele em que se comprova com inequívoco rigor quem tem fibra de campeão, aquele em que mais se exige perícia técnica servida por nervos de aço. O momento do penálti que decide um destino, que traça a linha separadora da exígua fronteira entre o sucesso e o fracasso: quem não a transpõe é humilhado na praça pública por multidões de adeptos inconformados, quem a ultrapassa ascende mais um patamar no panteão reservado aos escassos heróis contemporâneos com dimensão global.

Nesse momento decisivo ele estava lá.

Fixou a baliza adversária como se nada mais houvesse para mirar no mundo, tomou balanço, trotou resoluto para a bola e desferiu o golpe fatal com toda a convicção da sua força mental comandando a arte incomparável do seu pé direito. 

Ainda antes de centenas de milhões de gargantas gritarem a mágica palavra golo, já ela se havia tornado realidade na mente daquele homem que foi um pobre menino das ladeiras do Funchal e soube torcer as voltas à vida, construindo uma carreira milionária a pulso. A inevitável inveja alheia só lhe confere motivação acrescida. Porque ele parte sempre à conquista de um novo troféu como se fosse o primeiro que ganha.

É isto que conta: nunca falhar no momento decisivo. Quem ignora que o futebol é uma metáfora do percurso humano tem muito a aprender com Cristiano Ronaldo.

 

Também aqui


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28 Mai 16

 

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Que português conseguirá inscrever o seu nome na galeria de vencedores da Liga dos Campeões 2015/16? Cristiano Ronaldo ou Tiago?

Logo, a partir das 19.45, o planeta futebol tem capital em Milão: vai lá disputar-se a final da Champions, com 80 mil pessoas nas bancadas de  San Siro e centenas de milhões a acompanhar em casa este novo embate entre os gigantes madrilenos Atlético e Real, que se defrontam desde 1929.

Por quem torcem vocês?


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27 Abr 16

Dava jeito, para nós que gostamos de futebol, que a meia-final de hoje desse mais alguma coisa que a de ontem.

Ontem, assistimos a um jogo de casados contra... casados.

Se bem me entendem.


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23 Abr 16
As coisas são o que são
Edmundo Gonçalves

A alegria dos milhões não substitui a felicidade de um título.


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12 Abr 16
Liga dos Campeões
João Távora

Cristiano Ronaldo 3 - O Wolfsburgo. Estamos bem representados na liga dos campeões.


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06 Abr 16

A derrota de ontem do Benfica em Munique prestigiou o futebol português.


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29 Set 15

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Foi aquilo em que pensei ao ver esta noite o FC Porto-Chelsea. Há que reconhecer: foi um grande jogo de futebol, a muitas milhas da triste mediania do nosso campeonato. Com três campeões mundiais em campo, três golos, duas bolas à madeira (uma para cada lado), emoção até ao fim e até um penálti claríssimo perdoado aos portistas nos últimos minutos. É consolador verificar que nem sempre os árbitros punem sem razão as equipas portuguesas nas competições internacionais...

Mas havia outra competição a desenrolar-se neste desafio do Dragão. A de Casillas contra José Mourinho, que o pôs à margem no Real Madrid. Ia hoje decorrido um quarto de hora e já o guardião espanhol tinha feito duas enormes defesas, impedindo golos da equipa inglesa. Sem ele, o resultado teria sido outro. Em vez de ganhar por 2-1, o FCP arriscava-se a perder por 2-3.

Nesta competição a dois, Casillas saiu vencedor. A magia do futebol às vezes passa também por isto.

 

ADENDA: "Vemo-nos em Londres", disse Casillas a Mourinho.


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26 Ago 15
Balanço
Pedro Correia

Um golo russo marcado com o braço. Um golo impecável de Slimani anulado por motivo que ninguém conseguiu descortinar. Eu não consegui e nenhum dos comentadores que já escutei também não.

Foi quanto bastou para dizermos adeus aos 14 milhões de euros que nos seriam proporcionados pelo acesso à Liga dos Campeões.

Época após época, seja quem for o treinador ao serviço do nosso clube, a história repete-se. Começa a cansar esta evidência: não há um só jogo em que o Sporting deixe de ser lesado pelos apitadores de turno. Lá e cá.


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