20 Jan 17
Leitura recomendada
Pedro Correia

Basta! O Sporting precisa de uma reflexão urgente. De João Branco, no Aventar.


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11 Jan 17
Leitura Recomendada
Francisco Vasconcelos

A Inocência do Jogo, em O Dia de Jogo.


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10 Jan 17
Leitura recomendada
Edmundo Gonçalves

Os Vieiras do apito, no Mister do Café.


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06 Jan 17
Leitura recomendada
Pedro Correia

A saída de Gauld e André Geraldes do V. Setúbal. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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30 Dez 16

«Os quatro anos de Bruno de Carvalho são incomparavelmente melhores que os quatro anteriores com Godinho Lopes e José Bettencourt. Não foi campeão? Quantos dos 25 presidentes leoninos o foram, no primeiro mandato, em 82 edições da prova? Nove. E nos últimos 50 anos apenas três em 11 (João Rocha, José Roquette e Dias da Cunha).»

José Ribeiro, hoje, no Record


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22 Dez 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

 

O Sporting e a comunicação. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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18 Dez 16
Leitura de domingo
Pedro Correia

Doyen Sports: o poder oculto que manipula o futebol

 

Alguns excertos (traduzidos por mim, com vénia ao jornal El Mundo):

 

«O então vice-presidente da FIFA, Michel Platini, definiu as suas práticas como "uma espécie de escravatura própria do passado". Há um ano e meio, o comércio de jogadores por parte dos fundos de investimento foi denunciado publicamente e proibido pelo organismo que regula o futebol mundial. Mas essas empresas continuam a ameaçar a integridade do desporto através da intervenção que mantêm enquanto proprietárias de clubes. Esta é a história do mais relevantes desses fundos: Doyen Sports.»

 

«Até 1 de Maio de 2015 o fundo de investimento havia completado dezenas de negócios lucrativos, com uma estratégia: comprar, negociar e vender uma percentagem de futebolistas recorrendo a tácticas discutíveis - uma prática conhecida como titularidade por parte de terceiros. Além de trabalhar como agência de representação, ganhando dinheiro em prémios de assinatura e renovações de contratos, a Doyen convertia-se em co-proprietária dos jogadores e negociava-os entre clubes. Até que surgiu a proibição da FIFA.»

 

«Em apenas quatro anos, desde 2011 até à decisão da FIFA, Nélio Lucas expandiu o negócio da Doyen Sports ao ponto de ter chegado a ser comparado com o agente português Jorge Mendes. Criado graças ao património acumulado por uns oligarcas pós-soviéticos, a família Arif, na indústria química do Casaquistão, o fundo garantia em 2013 ter investido 100 milhões de euros em direitos económicos de jogadores.»

 

«Com Radamel Falcão aconteceu algo semelhante. Pela saída do jogador do Atlético de Madrid, gerida pelo seu agente Jorge Mendes no Verão de 2013, a Doyen obteve uma receita de 15,3 milhões de euros. No final de 2011, o fundo havia conseguido 33% dos direitos económicos do futebolista por 10 milhões de euros e apesar de ser evidente a mais-valia, cinco milhões de lucro em apenas 18 meses, Lucas não ficou satisfeito. "O cabrão foi para o Mónaco", escreveu a Arif antes de insultar a mãe do avançado colombiano e concluir: "A carreira dele terminou. (...) Vai acabar desta maneira, a pagar impostos em França".»

 

 


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13 Dez 16

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04 Dez 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Jorge Mendes: o "super-agente" sob suspeita. De Pedro Cifuentes, no El Español.


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24 Nov 16

Ficaria mal com a minha consciência se não transcrevesse aqui, ainda antes de acabar o dia, um trecho desta excelente crónica de Pedro Santos Guerreiro hoje publicada na última página do diário Record.

Muita gente tem o péssimo hábito de medir todos os jornalistas pela mesma bitola. Isto é tão injusto como aplicar o mesmo critério a qualquer outra profissão. Por isso faço questão, sempre que possível, de remar contra a maré.

O Pedro Guerreiro é um daqueles jornalistas que merecem ser apontados como exemplo.

Aqui fica um excerto da crónica assinada no Record pelo director do semanário Expresso:

«De cada vez que falamos do que supostamente se passa na casa de alguém, expomos esse alguém à indiscrição generalizada e ao julgamento ignorante. Não é por esse alguém ser figura pública que ganhamos o direito a ter as chaves da sua vida privada. Até porque não é só a sua privacidade que invadimos: expomos também a da sua família. Incluindo filhos menores que são gozados nas escolas, amigos e amigas que são xingados nos supermercados, cônjuges que são olhados de lado e pelas costas. Não é uma generalização: isto aconteceu. E nós, se comentamos, se partilhamos, se olhamos, estamos a participar no ataque ao ponto mais vulnerável que qualquer pessoa tem, seja um jogador ou um presidente.»

Transcrevo, aplaudo e subscrevo.


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23 Nov 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

O Palerma e os disparates. No Mister do Café.


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28 Out 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Doidos à solta. No Mister do Café.


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23 Out 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

«Como se, à oitava jornada, ainda fosse normal andarmos a perceber quem deve fazer de Teo, como é que a equipa deve controlar a respiração com troca do zen João Mário pelo frenético Gelson e estivéssemos à espera de Janeiro para ir buscar pessoal que resolva problemas que estão detectados desde o final da época passada, altura em que o nosso futebol entusiasmava tudo e todos. Altura em que Jorge Jesus podia atirar frases como "Não tenho o melhor plantel, tenho é uma equipa trabalhada por mim e se está trabalhada por mim tem de ser a melhor! A diferença está no treinador."

O problema é que esta frase tem três semanas e é seguida por uma mão-cheia de exibições confrangedoras. O problema é que em milhares de adeptos começa a instalar-se um amargo déjà vu contra o qual, ontem, apenas Gelson Martins quis lutar.»

Cherba, na Tasca do Cherba


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09 Out 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

"Good Morning Vietnam" - Os abutres e os pavões. No Mister do Café.

José António Saraiva e o jornalismo à portuguesa: preguiçoso e mal informado. De EB, na Superioridade Numérica.


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30 Set 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

 

O problema dos quatro Campeonatos de Portugal e dos quatro Campeonatos da Liga (experimentais). No Com quem é que joga o Sporting?

 

O Sporting pode e deve apregoar orgulhosamente os seus 22 títulos de campeão nacional. N' O Artista do Dia.

 


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21 Set 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Existem duas coisas certas na vida. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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10 Set 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Os salários da administração do Sporting são um escândalo. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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06 Set 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Assim foi Islam Slimani. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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22 Jul 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Introducing Luís Aguilar. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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12 Jul 16
Ruipatricismo
Edmundo Gonçalves

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Todos os jogos que valem um título com o tempo acabam dando a volta, de modo que o fim se torna o começo, e vice-versa. Que ninguém duvide de que dentro de alguns anos, talvez décadas, quando um bebé actual se interessar por futebol e se interessar naquilo que aconteceu nesse verão distante de 2016, a primeira coisa que encontrará no Google será a foto de um punhado de eufóricos jogadores portugueses, levantando a taça, no palco de Saint-Denis. E aí, se ele quiser, pode experimentar tirar as suas próprias conclusões, num ensaio absurdo, mas por certo maravilhoso. Quem terá marcado mais golos? Quem terá sido o artista? Será que algum foi expulso nos últimos minutos? "Ao olhar para aquele careca eu diria" ...

...........................................................................................................

... Mas de volta para a foto de Portugal triunfante. Dela podem tirar-se várias ilações que, por mais que não se tenha seguido a final, não andarão longe da realidade. Ronaldo aparece no centro com o troféu na mão, uma veia saliente no pescoço, do tamanho de um tubo de uma fábrica de produtos químicos e uma ligadura castanha que cobre todo o joelho esquerdo.  Waterloo?  Vietname?  Aceitam-se apostas. O que é certo é que ele terá superado uma batalha dura e difícil e recuperou o seu lugar no centro do plantel para proclamar a sua vitória. Poucos metros à direita, também chama a atenção o rosto de João Mário, cuja felicidade se manifesta em várias rugas que chegam a cobrir-lhe as pálpebras. Mas por entre as dobras daquela pele "cubana" não se esconde apenas um triunfo nacional:  Ali está espelhada uma exibição individual do cara... que se reflete em muitas ofertas de contratos com muitos zeros a cair no seu mail. E se continuarmos nessa direção e a dirigir os olhos para o canto, deparamo-nos com a figura de Éder, que longe de se preocupar com a sua pose, faz uma selfie e é só sorrisos, consciente da sua singularidade. "Olha, mãe, sou eu. Sou eu e consegui, "coño". Fui eu que marquei!"

E será assim com todos. Bruno Alves, Quaresma, Pepe, Moutinho, André Gomes ... os jogadores de Fernando Santos foram congelados pelos flashes no momento certo, e as suas aparências e gestos contêm histórias com um pouco do esforço que qualquer um poderia adivinhar. O desfile de rostos, no entanto, está incompleto. Essa falta poderia ser irrelevante. Poderia não ser importante. Poderia por absurdo, ser uma trivialidade.

Mas é Rui Patricio que lá não está. E isso, no resumo daquela gesta, é uma ofensa grave, uma atrocidade. Demasiado afastado, na ponta do "pelotão" de campeões, o guarda-redes luso não ficou na "chapa" da grande maioria dos fotógrafos que cobriam o evento, deixando um buraco irreparável nos seus instantâneos.

Com essa decisão de se postar na ponta "esquecida", deixando todo o destaque para o resto do balneário, quedando-se na bruma das celebrações, o "porteiro" tinha apenas acabado de se apresentar à sociedade. Assistimos ao baptismo de um herói diferente. O ruipatricismo, em última análise. Essa corrente filosófica que nos marcará de agora em diante cada vez que alguém nos perguntar o que aconteceu naquele verão distante de 2016. Em primeiro lugar teremos que olhar bem para a fotografia. E, em seguida, falar sobre Rui Patrício. Pelo menos durante meia hora.

 

 

Com a devida vénia, daqui, com tradução minha, o que não é sinónimo qualidade. :)


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19 Mai 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

O ferrari vermelho, o colete encarnado e o barrete verde. De José Duarte, n' A Norte de Alvalade.


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26 Abr 16

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09 Abr 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Tempo sem penalties contra no campeonato. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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15 Mar 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

E esta? Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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07 Mar 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Falhar golos certos será decisivo? No Goal Point.


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04 Mar 16

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10 Fev 16
Indignaçãozinha
Pedro Correia

«Há um novo género de jornalismo no pedaço: é o jornalismo feito para gerar partilhas nas redes sociais. Um exemplo? A notícia sobre a ida de um adjunto de Jorge Jesus ao hotel do Rio Ave. Nas letras pequenas lê-se que o homem foi ver a família. Mas as grandes eram suficientemente grandes para gerar a indignaçãozinha do dia. Toda a tarde recebi alertas.»

Joel Neto, ontem, n' O Jogo


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04 Fev 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Onze milhões em reforços de Bruno andam emprestados. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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03 Fev 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

O Jogo e as transferências de Inverno. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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17 Jan 16
Para ler e debater
Pedro Correia

O suplente conformado, de David Pereira.


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21 Dez 15
Leitura recomendada
Pedro Correia

E o prémio vai para... Do RG, no Peão Verde e Branco.


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27 Nov 15
Nada fácil
Pedro Correia

«Não está ser fácil ser benfiquista esta época. As saborosas vitórias do ano passado parecem longínquas. O bicarbonato de bola dilui-se como bicarbonato de soda, na água que vai passando a cada semana debaixo da ponte onde se perdem expectativas na Liga e aspirações na Taça. (...) Quando um empate contra o Astana sabe quase a vitória, pela recuperação de um resultado negativo ao longo do jogo, está mais marcada a aflição do que a ambição.»
Pedro Santos Guerreiro, no Record de ontem


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23 Nov 15

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07 Nov 15
Leitura recomendada
Pedro Correia

Hipocrisia. Do Javardeiro, no Leão de Plástico.


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01 Out 15

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05 Set 15

«No arranque da Liga, há apenas sete portugueses entre os 33 jogadores dos onze-tipo dos três grandes. No FC Porto, nem um só. Não me parece grande maneira de preparar o futuro.»

Joel Neto, O Jogo (15 de Agosto)


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24 Ago 15

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21 Ago 15

«Mais de dois meses depois percebe-se que o plano [de Luís Filipe Vieira] não podia ter corrido pior. Porque levou Jorge Jesus para o Sporting e essa escolha do técnico obrigou o Benfica a repensar a estratégia. A gastar no mercado verbas que Vieira não pretendia (está a caminho dos 20 milhões). E, principalmente, a segurar no plantel quem ele não queria.

Tudo isto poderia ser transformado em vitória desde que no Algarve a equipa erguesse a Supertaça na cara de Jesus. Ocorreu o contrário. À liderança de Jesus restou uma opção: carregar com tudo em cima de Jesus, desviar as atenções dos resultados da equipa e criar uma guerra sem quartel com o antigo treinador. A estratégia, no essencial, resultou, contando com a inestimável colaboração das marionetas do costume. E teve até um bónus: fez voltar Bruno de Carvalho ao Facebook e esquecer o seu papel.

No meio de tudo isto, o clube ficou a dever um salário a Jesus. Argumenta um vendedor de banha da cobra que não fazia sentido pagar, dado que ele não trabalhou. Pois não. Estava de férias. Mas, já agora, cabe a pergunta: Miguel Quaresma, Raul José e Mário Monteiro trabalharam? Também não. Mas, ao que se sabe, receberam.»

José Ribeiro, hoje, no Record


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16 Ago 15

«Diz-se que Bruno de Carvalho lhe está a dar [a Jorge Jesus] o que não deu a Leonardo Jardim ou Marco Silva. Mas não foi com Leonardo que chegaram a Alvalade Montero, Slimani, Maurício e Jefferson? Marco não teve Paulo Oliveira e Nani? Ora Jesus voltou a acrescentar apenas quatro jogadores ao onze de 2014/15 (João Pereira, porque Cédric saiu; Naldo, porque Ewerton se lesionou; Bryan Ruiz porque Nani partiu e Teo Gutiérrez no lugar que podia ser de Montero). Excluindo Teo, algum dos outros seria titular se ninguém tivesse deixado Alvalade? Jesus já ganhou um troféu. Por uma simples razão: é melhor do que todos os outros. Por mais que isso custe a muita gente.»

José Ribeiro, Record, 14 de Agosto


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12 Ago 15

«Jorge Jesus iniciou a pré-época com ideias claras e montou a equipa em função disso. Nunca vacilou em termos de esquema táctico nem de ideias de jogo. Apresentou o 4x4x2 (ou o 4x1x3x2, se quisermos) utilizado nos seis anos ao serviço do Benfica, moldou os jogadores sob este princípio e viu chegar os reforços - actuou com quatro no onze - para posições definidas e não para lugares mais ou menos híbridos. Do outro lado da Segunda Circular passou-se precisamente o inverso. Rui Vitória vacilou na estratégia, principalmente depois de perder Lima, e cometeu mesmo a proeza de apresentar no Algarve um onze que nunca testara nos cinco particulares até a essa data disputados.»

Luís Pedro Sousa, hoje, no Record


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