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És a nossa Fé!

Palavras sábias de Dias Ferreira

«Bruno de Carvalho, perante as reacções à sua actuação esta semana na Sporting TV, veio dizer que não mudará no seu estilo e na sua forma de comunicar, e que se o quiserem de outra maneira terão de o retirar do lugar pela via eleitoral. Está no pleno direito de usar como quiser a recente esmagadora vitória eleitoral, mas, em minha opinião, e com o devido respeito, a humildade na interpretação do resultado deveria ser directamente proporcional à grandeza desse mesmo resultado.»

 

«Contudo, também acho que tenho o direito (e o dever) de dizer que não gosto da forma, nem do estilo, que retira o foco do conteúdo essencial da sua mensagem, que é aquilo que perturba o sistema, na sua nova e velha roupagem. E é pena, digo-o convictamente, porque um discurso mais sereno, menos ruidoso e, por vezes, silencioso, seria mais assustador e, sobretudo, demolidor.»

 

«Na sua reacção para o interior, não pode Bruno de Carvalho acusar tudo e todos de falta de militância. Militante é aquele que combate e luta por algo, designadamente, por uma causa, neste caso, o Sporting. Nós estamos na mesma causa, mas podemos ter uma maneira diferente de estar nessa luta. Não podemos é estar contra uma cartilha elaborada por alguns militantes que é seguida cegamente por todos, incluindo o chefe e, ao mesmo tempo, dentro de casa, seguir acefalamente a cartilha do chefe.»

 

José Dias Ferreira, ontem, no seu espaço de opinião do jornal A Bola

Os nove reforços sob escrutínio

Piccini: «Como é possível o Sporting iniciar um jogo com Bruno César a defesa-direito? É possível porque Schelotto foi dispensado, João Pereira foi vendido a meio da época passada e só há um tal Piccini, que já está lesionado – e que, quando não estiver, não terá concorrência para o lugar.»

Mathieu: «Pesadão, lento, com rins duros e que, a cereja em cima do bolo, já está lesionado. Se sofremos muitos golos o ano passado, cheira-me que este ano vamos sofrer muitos mais. Basta ver o que tem acontecido na pré-época.»

Coentrão: «Para a esquerda temos um jogador com problemas emocionais e que estava quase arrumado.»

André Pinto: «Temos um enorme problema na defesa por culpa exclusiva de Jesus e das más opções que tem tomado, quer ao nível das dispensas, quer no plano das contratações. Esperemos que André Pinto recupere da lesão para sentar Mathieu.»

Mattheus Oliveira: «Pode ser filho de Bebeto, mas não é jogador para uma equipa que luta pelo título. Vai ser despachado rapidamente ou jogará muito pouco.»

Battaglia: «Palhinha está uns furos acima dele [M. Oliveira] – e é da casa. Petrovic e Battaglia também são melhores e dão mais garantias.»

Doumbia: «Podence devia ter lugar obrigatório, assim como Bas Dost. Mas o que fazer com Doumbia, que é um avançado possante que pode ser muito importante contra equipas fortes?»

Acuña: «Mostrou empenho e combatividade.»

Bruno Fernandes: «Acima da média, só mesmo Bruno Fernandes, que tem excelentes pés e magnífica capacidade de passe. Mas lá está: sem Adrien e William, este meio-campo é pior do que o que existia com eles.»

 

Tirado daqui.

Sábias palavras de aviso

«É difícil olhar para as contratações de Fábio Coentrão e Mathieu (esta ainda por confirmar) sem pensar de imediato que o Sporting pode estar a correr riscos semelhantes aos que assumiu quando avançou para Markovic e Elias. Há um ano, tanto o sérvio quanto o brasileiro pareciam soluções muito boas para Jorge Jesus e afinal foram verdadeiros flops. A um faltava ritmo competitivo; o outro já não o tinha.

Contratar jogadores pelo que se viu deles há dois ou três anos não é boa ideia. O momento é, quase sempre, tudo. E qual é o momento de Fábio Coentrão e Mathieu? Em rigor, não o sabemos. Porque o lateral português na última época foi utilizado em apenas seis jogos, no intervalo de lesões; porque o central francês, na última época, foi utilizado apenas 16 vezes, entre lesões arreliadoras, quando está a poucos meses de completar 34 anos.

Já se percebeu que para Jesus esta dupla terá papel decisivo na próxima época. Por quanto tempo? É essa a questão fundamental.»

José Ribeiro, hoje, no Record

As evidências

«Jesus diz que tirou Bruno, Alan, depois Bryan, e que a equipa perdeu capacidade de construir. É verdade. Tal como é verdade que William se desnorteou tacticamente quando ficou com a missão de pressionar alto e que o Sporting acabou o jogo num 4-2-4 sem a mínima ligação e com os centrais sem saberem muito bem a quem entregar a bola. Enquanto isso, Podence nem saiu do banco, Matheus marca golos pela B e Francisco Geraldes, sentado na bancada, via, tal como eu, aquele vazio de quem pegasse na bola e pensasse o jogo.»

Cherba, n' A Tasca do Cherba

 

«Não compreendo como é que, estando a época perdida, não aproveitamos as oportunidades que temos (e que serão poucas) para dar mais oportunidades a jogadores que podem fazer parte do futuro do Sporting em relação aos que não farão parte do futuro do Sporting. Falo da colocação de Joel Campbell em campo. Daqui a dois meses e picos vai embora e dificilmente voltará. Não faria mais sentido colocar Podence, naquelas circunstâncias?»

Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia

 

«Não faz sentido algum que jogadores que sabemos serem opção para sair no final da época ganhem os minutos que jogadores com tanto futuro como Podence, Geraldes ou Matheus deveriam ganhar. São estas inconsistências que me fazem acreditar que não vale a pena ter “estrutura” nenhuma quando a decisão última de JJ contraria qualquer racionalidade e salta aos olhos de qualquer treinador de bancada que pelo menos Geraldes tem lugar no actual meio-campo do Sporting, muito mais que Bryan Ruiz.»

Javardeiro, no Leão de Plástico

 

«Não há como disfarçar: a quase totalidade da palavra fracasso com que se qualificará a época em curso tem sido escrita pela mão de Jorge Jesus. Começou por desbaratar a oportunidade que lhe foi concedida na carta branca embrulhada em vários milhões de euros e agora, na versão económica, não encontra a fórmula de rentabilizar os jogadores que tem à disposição, de forma a devolver competitividade à equipa e preparar o futuro.»

José Duarte, n' A Norte de Alvalade

 

«Um Sporting que, dois anos depois, ainda faz experiências na defesa à procura do Santo Graal defensivo, uma equipa que denuncia a cada momento o momento seguinte, que oscila como varas verdes com qualquer brisa, é uma equipa que dificilmente vencerá. Seja lá o que for. E não me venham falar de pressão. Coitadinhos dos jogadores. Pressão é levantar-se todos os dias para trabalhar, muitas vezes em empregos precários e sem tabuletas no horizonte a dizer: vacances.  Haja paciência!»

Gabriel Pedro, n' A Insustentável Leveza do Liedson

 

«Por quanto tempo mais teremos todos de continuar a ser confrontados, jogo após jogo, com os farrapos de desculpas de eventuais debilidades estruturais, de eventual falta de empenho dos atletas ou de eventuais erros de arbitragem e nunca, jamais, em tempo algum, a honesta e frontal assunção das culpas sobre cuja origem já nenhum adepto leonino terá dúvidas?!...»

Álamo, no Leoninamente

{ Blog fundado em 2012. }

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