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És a nossa Fé!

Exclusivo ÉS A NOSSA FÉ

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A imagem, que publicamos em rigoroso exclusivo, documenta o preciso instante em que o presidente do Conselho de Indisciplina da FPF, imitando o gesto de Pôncio Pilatos, decidia não decidir se no flagrante e manifesto acto de violência praticado pelo jogador Eliseu "ocorreu, ou não, uma violação intolerável das Leis do Jogo".

A sujidade no futebol português continua. Mas ao menos aquelas mãos ficaram lavadinhas.

A demissão anunciada de Meirim

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 Foto: Rui Gaudêncio

 

José Manuel Meirim, presidente do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol, acaba de reconhecer a inutilidade da função para que foi investido.

"Nos casos em que um determinado 'lance de jogo' seja observado e avaliado pelos agentes de arbitragem, não será o Conselho de Disciplina (CD) que, sobrepondo-se àquele juízo qualificado, irá determinar se ocorreu, ou não, uma violação intolerável das Leis do Jogo", concluiu aquele organismo ao mandar arquivar o auto de flagrante delito ao jogador Eliseu, do Sport Lisboa e Benfica, por conduta violenta contra o jogador do Belenenses Diogo Viana, documentada em imagens que todo o País viu.

 

O árbitro Rui Costa, em vez de apitar, preferiu assobiar para o lado. E agora o CD vem dizer que não pode corrigir o erro grosseiro cometido pelo juiz do Benfica-Belenenses, perpetuando assim a impunidade do jogador faltoso ao recusar "sobrepor-se" à actuação negligente ou incompetente do senhor Costa e do seu "juízo qualificado", que afinal serve apenas para desqualificar ainda mais o nosso futebol.

Facto que merece destaque: para não desagradar ao apitador da Luz, Meirim não se importou de desautorizar a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que defendeu a instauração de um castigo exemplar ao jogador do Benfica, e o Conselho de Arbitragem da FPF, que não teve dúvidas em considerar um erro a decisão do árbitro de não punir o lateral encarnado no decurso do jogo. 

 

Impõe-se a pergunta: se não pode ou não quer tornar direito o que está torto, para que existe então o Conselho de Disciplina?

Para muito pouco. Ou quase nada.

Atendendo aos factos, creio ter chegado o momento de Meirim apresentar a demissão do cargo que desempenha desde Abril de 2016 e rumar a outras paragens onde possa ser mais útil à sociedade portuguesa e à comunidade desportiva enquanto qualificado jurista que me garantem ser.

Não espero outra atitude dele.

E em Portugal?

A justiça espanhola tem vindo a apertar o cerco à evasão fiscal no futebol, que durante décadas passou impune. Sem poupar sequer os grandes astros da modalidade.

Lionel Messi foi condenado - com sentença já transitada em julgado - por defraudar a administração tributária em 4,1 milhões de euros. Por sua vez, Cristiano Ronaldo está a ser ouvido num inquérito a propósito da suposta fuga ao fisco num valor de 14,7 milhões de euros relativos a direitos de imagem.

Impõe-se a pergunta: quando terá a justiça portuguesa oportunidade ou coragem para investigar todos os contratos dos jogadores de futebol profissional?

Coincidências.

Esta semana descobrimos que as sentenças do Apito Dourado foram revertidas. O fcp celebrou, e pouco mais se ouviu falar sobre o assunto. 

Desde o primeiro momento que me pareceu tudo muito estranho. O sentido da decisão, os timings, tudo demasiado conveniente para alguns. Hoje, tenho a certeza. A imagem abaixo foi retirada de um post num blog lampião, e diz tudo (apesar de isto estar juridicamente errado, a ideia está lá):

 

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Agora, a questão é: como é que os dirigentes do fcp não percebem que esta decisão, neste momento, não é sobre eles? E estarão dispostos a guardar o champanhe, a bem da justiça desportiva?

Revolução

Todos os dias assistimos à degradação do futebol português através dos órgãos de comunicação social e para além do “festival” triste de notícias, assistimos à proliferação de “experts/comentadores” nos canais televisivos, todos afetos aos chamados três grandes do futebol português.

 

Em primeiro lugar gostaria de compreender qual a razão de estes “experts “ estarem ligados aos chamados três grandes clubes. Algum dos três necessita de caixas-de-ressonância ou papagaios? Não têm departamentos de comunicação suficientemente profissionais para passar a mensagem do clube?

 

Mais:

Não deviam os órgãos de comunicações social estar munidos de pessoas com capacidade para emitir uma opinião neutra? Não seria mais transparente e importante garantir a imparcialidade nos comentários?

 

Face ao exposto, qual a razão da existência de inúmeros programas de futebol? Será informar o adepto ou toldar o raciocínio dos menos esclarecidos? Cumprem a sua função ou alimentam um sistema que só interessa a alguns?

 

Mas será que ninguém está farto disto!? O que é importante é alimentar, dia após dia, notícias sobre o casamento de um presidente, se ele beija a namorada num jogo, se a gala é no dia 30, 31 ou 1, o que ele diz aos jornalistas em off, quais as razões de saída de Octávio Machado e Vicente Moura, etc…

Não será importante compreender o modus operandi e o que está a acontecer?

 

Substituímos as prendas de cariz sexual, metodologia utilizada nos anos 80 e que tanto sucesso trouxeram, por vouchers e jantares. Lamentavelmente, as pessoas não têm capacidade de criar, apenas copiar modelos já existentes. O pior é que censuraram e tornaram-se iguais ou piores.

 

E qual a razão de existirem clubes a comprar camionetas de jogadores, só no intuito de estes serem emprestados a outros clubes?

Será que encontramos a forma ideal para garantir alianças?

 

Para além do supra mencionado, qual a razão de os lugares de presidente do Conselho de Arbitragem e de presidente da Liga serem tão disputados?

E será que existe alguém que não reconheça a justiça do sorteio em prol da nomeação do árbitro A ou B?

Porque interessam tanto as nomeações dos árbitros e a escolha dos membros dos órgãos?

 

No outro dia estive a ler que existe um clube que não vê com bons olhos o atual presidente da Liga de Clubes. Qual a razão? Como árbitro não demonstrou a sua competência? Sim. Alguma vez tivemos um árbitro com o palmarés que ele tem? Não. Vivia do futebol? Não, tinha vida para além do futebol e nada relacionada com a modalidade. Cometeu alguma irregularidade? Não. É competente? Até prova em contrário, sim!  Então…

Por que razão não agrada a alguns?

 

Pior:

Não será importante compreender o que está a acontecer no futebol português quando um comentador afecto a um clube diz: “O Porto já não manda, mas ainda não compreendem onde está o poder. Hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido. E este espaço foi conquistado com muito trabalho do primeiro-ministro [LFV].

Ou seja, o FCP já mandou mas agora quem manda são outros!? Bem… Com isto podemos concluir que as decisões não passam nem nunca passaram apenas dentro das quatro linhas.

 

Ainda pior ainda é ler um blogger afecto a uma instituição afirmar que não interessa o que o comentador escreveu, apenas devem estar unidos...

Unidos no quê? Na ilegalidade?

 

Felizmente existem adeptos desse clube com elevação suficiente para reconhecer o que deve ser feito. Essa instituição é maior do que qualquer adepto e ninguém deve levar o seu nome para a lama.

 

Também não devemos ser ingénuos ao ponto de acreditar que esta prática era adotada apenas por este comentador e que ao sair este “player” de cena tudo vai acabar.

 

Por fim, devemos tentar compreender o que pretendemos. Será que queremos ganhar a qualquer custo ou existem limites?

 

A minha escolha é simples. Quero um campeonato justo e transparente, mesmo que não seja o meu clube campeão. A minha escolha de clube está relacionada com o enquadramento familiar e com os princípios subjacentes do mesmo. O lema do meu clube faz parte do meu dia-a-dia porque acredito que só com esforço, dedicação e devoção é que conseguimos atingir a glória.

 

O futebol português necessita urgentemente de uma revolução para afastar todos estes "velhos do restelo" que nada contribuem e vivem de esquemas. 

Cuspiram acusações entretanto evaporadas

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Existe no futebol uma espécie de justiça poética que tem seduzido tantos homens das artes e do pensamento: no fim de tudo, ela resgata os adeptos de incontáveis fracassos e decepções.

Na funesta época de que nos despedimos, essa justiça poética envolveu no seu doce manto dois membros da ilustre famiglia Pinho, domiciliada em Arouca. O filho do pai e o pai do filho protagonizaram em Alvalade um triste trecho de vaudeville digno das barracas de saltimbancos de antanho, cuspindo infundadas acusações ao presidente do Sporting dignas do menino malcriado e queixinhas da última fila da mais impenitente turma do ensino básico.

Tornados fugazes heróis de turno por meios de comunicação sempre prontos a fazer notícia do cão que alça a pata para mijar na escada, filho e pai juraram vinganças épicas contra o Sporting Clube de Portugal, que os dobrou sem espinhas no relvado,  e .

Esfumaram-se desde então: a tal imprensa de vão de escada nunca mais lhes passou cartucho. E agora o próprio clube a que ainda presidem evaporou-se da primeira Liga, baixando sem remissão ao andar de baixo.

Enquanto esta justiça poética acontecer nunca deixarei de sentir fascínio pelo futebol.

S'é q'ueu gostava de ser bruxo

E não, não era para saber antecipadamente os números do Euromilhões.

Era para ver a quem passa o recibo aquele senhor advogado...

 

Já agora, a talhe de foice, ainda que mal pergunte:

- Sabendo a PJ e a PSP quem era o condutor do carro, porque não foi emitido um mandato de captura?

- Sabendo a PJ e a PSP quem são os co-autores do assassinato, porque ainda não incomodou os senhores?

- Sabendo a PJ e a PSP quem ajudou o condutor a esconder-se, porque carga de água é que essas pessoas não estão indiciadas como coadjuvantes?

Terá isto a ver com a legião de apoiantes à candidatura do gatuno de camiões, ou será "apenas" medo?

Ninguém no parlamento tem tomates para levantar a questão? O governo, tão preocupado com a santidade que até dá borlas para a malta ir a Fátima, tirou férias?

A FPF e a Liga assobiam para o lado? Cuidado, pode parecer o silvar de um very light...

Por imperativo de cidadania

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As caixas de comentários deste blogue são testemunhas fidedignas do que vou escrever.


Desde sábado, vários adeptos do Benfica atreveram-se a vir aqui celebrar o assassinato de um cidadão italiano adepto do Sporting, morto cobardemente por um indivíduo pertencente aos NN (neonazis) e já referenciado por crimes de tráfico e roubo.

Uma dessas bestas, por exemplo, gabou-se de estar a comemorar o homicídio com champanhe.
Outra vangloriou-se por o infeliz italiano ter sido "passado a ferro".

Fiz chegar hoje mesmo à Polícia Judiciária estas provas documentais, para os devidos efeitos.

 

Tomei esta decisão por imperativo de cidadania.

Por serem manifestações de barbárie, pura e dura. Demonstrando clara conivência com o homicídio cometido junto à rotunda Cosme Damião, incentivando novas práticas criminosas.

 

Não pode haver equidistância entre a barbárie e a não-barbárie.
Não pode haver tolerância perante as ruidosas manifestações de apoio aos assassinos. Que dinamitaram o minuto de silêncio que antecedeu o Sporting-Benfica de sábado imitando o som de very lights e mandando os adeptos leoninos "atravessar na passadeira".

 

Depois disto, fica traçada uma linha fronteiriça ainda mais evidente entre quem merece estar no desporto e quem deve ser alvo de duras penas por estar a transformar o futebol português num sítio infrequentável.
Não poupemos nas palavras: há neste momento quem tenha as mãos manchadas de sangue. E quem não se demarcar disto sem ambiguidades torna-se cúmplice moral dos crimes.

Temos todos dificuldade em entender

 

«Como cidadão, tenho dificuldade em entender porque não acontece em Portugal, neste caso sob a tutela da Liga, o que sucedeu ainda nas últimas semanas - e de forma distinta em Inglaterra ou em Espanha. Na Premier League, Ibrahimovic agrediu um adversário num jogo de domingo, o árbitro não viu no campo, as autoridades competentes analisaram as imagens e na terça-feira foi-lhe aplicado um castigo de três jogos.

Em Espanha, Neymar foi expulso por acumulação de amarelos e a jurisprudência ditaria um jogo de suspensão, mas o comportamento incorrecto já fora do campo, assinalado pela equipa de arbitragem e confirmado pelas imagens televisivas, ditou (já) um afastamento por três jogos.

Ora, em Portugal, a Liga, a única entidade que pode fazer processos sumários, não faz. Julgo que não fez nenhum esta época.»

Nuno Santos, hoje, no Record

Há quem não perceba a Liberdade

«Será que os membros do Conselho de Disciplina sabem em que País vivem?

Será que eles (ou elas) já nasceram depois do 25 de Abril e ninguém lhes explicou que em Portugal houve, há 43 anos, um Movimento que derrubou o fascismo e o colonialismo e abriu as portas à Liberdade? E que dessa Liberdade, é bom acentuá-lo, pois há quem não perceba, faz parte a capacidade de todos e de cada um expressarem a sua opinião, de forma livre e aberta, desde que não coloquem em causa a Liberdade dos outros? Parece que não, que há quem não saiba isso ou, pelo menos, o queira ignorar.»

 
Vasco Lourenço, capitão de Abril e membro do Conselho Leonino, hoje no Record

O desespero

Boicotaram a gala anual da Federação Portuguesa de Futebol. Produziram um violentíssimo comunicado contra a instituição. Atiram-se, desvairados, contra o Conselho de Disciplina. Urram contra a Comissão de Instrutores. Barafustam contra a "dualidade de critérios" e o "clima de impunidade" da justiça desportiva, onde - juram eles - por estes dias "vale tudo".

Não iludem ninguém: com este comportamento de meninos queixinhas e esta linguagem desbragada, só querem pressionar os órgãos decisórios a tomar decisões que os favoreçam.

É um sinal inequívoco de desespero. Um excelente sinal.

Bryan, inteligência e magia

Os meus olhos são uns olhos (como dizia Gedeão) e foi com esses olhos que vi aquilo que contarei a seguir.

Outros com outros olhos terão visto coisas diferentes.

Vi o Sporting a jogar com uma nuance táctica que definirei como um 4x3x3 triângulos.

Quatro defesas.

Três médios, estando William no vértice do lado direito, dobrando Schelotto e Bryan no vértice esquerdo dobrando Marvin, no vértice superior Podence, encostando a Bas, na prática funcionando como 10 ou avançado vagabundo.

Três avançados (na prática quatro como vimos no parágrafo anterior) com Matheus e Gelson bem abertos nas alas e Bas no vértice superior deste segundo triângulo.

Nem William jogou a seis, nem Bryan a oito, este é o primeiro equívoco que grande parte dos analistas cometeram. Esta teoria prova-se, facilmente, quando Palhinha entra para o lugar de Matheus ocorre uma rotação de posições. Bryan vai para a posição de Matheus, William para a de Bryan e Palhinha para a de William.

Vejamos então, detalhadamente, as intervenções de Bryan no jogo.

0' 22'' - Recua para ajudar a defesa, recupera a bola e ensaia um passe para o lado direito. Schelotto deixa sair a bola pela linha lateral.

0' 50'' - Na sequência do lançamento lateral Bryan no lado direito da defesa protege a saída de bola pela linha de fundo. Pontapé de baliza para Patrício.

1' 30'' - Pressionado por dois jogadores do Tondela, atrasa para Coates.

1' 54'' - Recebe a bola na esquerda e ainda do nosso meio campo efectua um passe milimétrico para Bas.

4' 52'' - Pressionado, atrasa para Coates.

7' 50'' - Recebe a bola dum lançamento lateral e coloca em Bas.

9' 24'' - Executa um livre irrepreensível, defendido miraculosamente (como diria Teodora) pelo guarda-redes tondelense.

10' 26'' - Comete uma falta cirurgica, impedido uma transição rápida "verdamarela".

11' 00'' - Passe longo para Matheus.

11' 12'' - Passe para William.

12' 00'' - Marca canto do lado direito, para o segundo poste, surge o "gigante" Podence a cabecear.

12' 20'' - Corta de cabeça no meio campo defensivo, colocando em Podence.

12' 38'' - Recebe a bola de Marvin e sofre falta sobre a linha que divide o campo a meio.

16' 33'' - Ganha uma bola no meio campo e coloca em Podence.

17' 20'' - Recupera a bola e desanuvia para Paulo Oliveira

18' 53'' - Circula a bola com William

19' 03'' - Recupera a bola, abre para Schelotto que vai à linha e cruza. Bryan tenta dominar com o peito mas é estorvado dentro da área (penalty perdoado ao Tondela?).

20' 00'' - Recebe a bola com o pé direito (aí a uns 10 m da área do Tondela) e quando tenta ajeitá-la para o pé esquerdo é desarmado por trás, sem falta.

20' 18'' - Ajuda William a resolver o roubo de bola anterior.

22' 41'' - Controla a bola a meio campo, joga com William.

25' 33'' - Recupera e desanuvia para Coates.

25' 40'' - Tabela com Coates.

25' 56''- Tabela com Coates.

26' 02'' - Sai em drible e coloca à entrada da área para Podence.

26' 43'' - Recebe a bola na nossa área e coloca-a em Bas

27' 33'' - Recebe de Marvin, tabela com o holandês, desmarca-se para a área, Marvin joga para Matheus e a jogada perde-se.

28' 30'' - Marca um livre perto da nossa área, falta sobre Marvin.

31' 53'' - Passe em profundidade para Matheus a rasgar a defesa contrária. A bola é rechaçada pela linha lateral. Desse lançamento, executado por Marvin para Podence vai nascer o primeiro golo de Bas. Na origem da jogada, Bryan.

34' 11'' - Marca um livre para Coates.

34' 29'' - Um momento de magia, pára com o peito, domina com o joelho esquerdo e com o pé canhoto faz uma assistência para Gelson que é meio golo, o 77 arranca atrasado e deixa-se antecipar pelo guarda-redes.

36' 00'' - Sai em drible pela esquerda e coloca na área em Matheus.

36' 22'' - Recupera mais uma bola no meio campo, coloca em Podence.

37' 54'' - Alivia dentro da nossa área, de cabeça, na sequência de um livre (não) cometido por William (mão/ombro, consoante o jogador se chamar William ou Nelson Semedo; para o primeiro, a mesma parte do corpo, é mão, para o segundo, ombro)

39' 44'' - Abertura para William.

40' 18'' - Recebe após um lançamento lateral e dá de calcanhar para Matheus.

40' 43'' - Corta e atrasa para William.

41' 00'' - Tenta recuperar mais uma bola, esta escapa-lhe sem perigo, a defesa resolve.

41' 52'' - Aparece no ataque a combinar com Podence.

42' 03'' - Joga com Paulo Oliveira.

42' 31'' - Combina com William.

43' 20'' - Marca canto do lado direito, Paulo cabeceia como mandam as regras, a bola passa a centímetros da trave.

45' 10'' - Recebe após lançamento lateral, passa para Paulo Oliveira.

Vamos para intervalo, como vimos, até agora, Bryan esteve "péssimo", está na origem da jogada que dá o único golo, marcou dois cantos que poderiam ter dado golo, um livre que não entrou por milagre e foi carregado dentro da área tondelense numa jogada de possível penalty.

45' 28'' - Parte como uma seta pelo corredor esquerdo , dribla, corre até à linha de fundo e faz um cruzamento perigosíssimo para o coração da área, a defesa do Tondela alivia pela linha lateral.

46' 19'' - Recebe no meio campo, joga em William.

46' 36'' - Controla a bola e passa-a a Coates.

48' 50'' - Sai a jogar, coloca em Matheus.

48' 55'' - Controla a bola e passa-a a Coates.

49' 09 - Passe para Podence.

50' 45'' - Mais uma jogada de ataque, coloca em Matheus.

52' 00'' - A tal jogada, a jogada Monty Python que crucificará Bryan. Vejamos como ocorreu. Recebe a bola de William e coloca em Matheus, este atrasa para Marvin que endossa o esférico a Bryan, o capitão da Costa Rica, passa a bola a um jogador do Tondela (não há outra forma de dizê-lo) apercebe-se, imediatamente, do erro, recua, Coates vai à bola e incomoda o tondelense, Bryan consegue cortar a jogada na direcção da linha lateral onde já está Marvin, o holandês não chega à bola, nem faz falta, deixa andar, a bola é atrasada, Bryan está a ocupar o espaço à frente da área e a bola é atrasada quase para a zona do grande círculo onde está Podence, que não ataca nem a bola, nem o jogador do Tondela, daqui a bola vai para as proximidades da área, onde estão William e Paulo Oliveira, vem, novamente, para trás para a zona onde está Podence, daqui vai para a zona onde estão Coates e Marvin e daí é cruzada para a área onde Paulo Oliveira se deixa antecipar. Parece-me demasiado simplista dizer que Bryan foi culpado deste golo, quem não viu o jogo pensará que ele atrasou a bola para Murillo e este fez o golo. Não foi bem assim.

A seguir a esta jogada Bryan iniciará o lance do 1-2 como veremos a seguir.

53' 55'' - Passe a rasgar para Matheus, este descobre Bas e golo! Parece simples.

75' 48'' - Passe para Matheus, este descobre Bas e penalty. 1-4.

Um para o Tondela, quatro para o Sporting (Bryan não participa na jogada do penalty sobre Gelson que se desenvolve pelo lado direito).

Bryan, como vimos, esteve em  três dos golos leoninos, há olhos que não vêem as flores que ele fez mas acusam-no dum escolho que não fez.

Quem diz escolhos diz flores, de tudo o mesmo se diz , onde uns vêem luto e dores, outros descobrem cores do mais formoso matiz.

O filho do pai

pinho[1].JPG

Foto: O Artista do Dia

 

Lanço a pergunta à nossa "bancada central": depois daquela óbvia tentativa de agressão em Arouca ao Manuel Fernandes em Setembro de 2012, documentada por tantas imagens indesmentíveis; depois das inqualificáveis injúrias de que foram alvo no mesmo local diversos dirigentes sportinguistas em Novembro de 2015, detalhadas por Luís Gestas, vogal da direcção leonina; depois do "chega para lá" ao director desportivo do Benfica em Setembro de 2016 relatado em pormenor no diário O Jogo, por que motivo o reincidente filho do pai tarda em ser definitivamente irradiado dos estádios de futebol pela justiça desportiva?

Pode ser que alguém me esclareça.

O crime não compensa

Defendemos aqui claramente que a posição enquanto sportinguistas ( e cidadãos ) não passa por vencer a qualquer preço.

Condenamos aqui todas as tramóias de que vamos tendo conhecimento, tendentes a falsear a verdade desportiva em concreto e a justiça, de um modo geral.

Seguindo esse princípio, estive sempre do lado dos que condenaram a acção, agora provada em tribunal, de Paulo Pereira Cristóvão, que o levou a uma condenação pesada e a pagar uma indemnização considerável aos ofendidos.

O sentimento dos verdadeiros sportinguistas não passa por actos deste tipo. Se é verdade que por vezes, perante enormes injustiças de que temos sido alvo, o que nos apetece, num repente, é utilizar as mesmas armas que o "inimigo" (adversário, obviamente), o bom senso e o sentido do decoro, da justiça e do cumprimento da Lei, devem nortear sempre a nossa forma de estar no desporto: De cabeça levantada.

Não vale tudo.

Preparem-se que agora é que eles vão chorar a sério

 

E ao que parece, ao fim deste tempo todo a condicionar um dos melhores jogadores do Sporting, o enorme Islam Slimani não vai ser castigado.

 

Parece-me um desfecho mais que lógico e merecido tendo em conta a absolvição de outros comportamentos consideravelmente mais graves. Poderiam  ter decidido de forma diferente é certo, mas teriam muito trabalho a tentar encobrir o escândalo.

 

Quer-me parecer que este será um final de semana algo estranho e custoso para os lados do Colombo. Se começaram tão bem a semana com a "fantástica" nomeação de João Capela e pela extraordinária vitória moral de terça-feira, hoje levaram um autêntico murro no estômago.

 

Não sei bem o que está a acontecer à máquina, mas começo a estranhar esta mudança. Primeiro, Artur Soares Dias vê a sua nota no jogo Sporting - Benfica alterada por não ter punido uma entrada selvagem ao mágico Bryan Ruiz e, depois, segue-se uma excelente notícia como esta.

 

Querem ver que a sorte está a acabar e começa a haver alguma seriedade? A continuar assim ainda começo a acreditar que se acabaram as ajudas cada vez que estão quase a escorregar.

 

O que eu sei é que agora vai ser só ouvi-los falar (ainda mais) da pouca vergonha que é o Slimani não ter sido castigado.

 

Quanto a nós, só temos é de fazer a nossa parte e continuar a dar tudo, confiantes de que o primeiro lugar vai ser nosso.

Já toda a gente percebeu

Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, do alto da sua douta isenção, tudo fará para que Slimani seja impedido de disputar o próximo jogo Sporting-Benfica, da Liga 2015/16, marcado para 6 de Março. Tudo a pretexto de um desafio ocorrido em 21 de Novembro para a Taça de Portugal que terminou com a vitória leonina.

Nada mais cirúrgico do que este bisturi da "justiça" desportiva.

Nunca mais

Sobre o veredicto do Tribunal Arbitral do Desporto que deliberou a favor da Doyen no conflito que opunha este fundo ao Sporting, a principal lição a extrair é esta: nunca mais a SAD leonina deve adquirir nenhum jogador nos termos em que a direcção de Godinho Lopes contratou Rojo e Labyad, ficando apenas com 25% do passe do primeiro (pagando por isso 1 milhão de euros) e com 35% do passe do segundo (que nos custou 1,5 milhões). À mercê dos humores e da prepotência da parte financeiramente mais forte, que só pretende ver disparar os lucros, ainda que à custa dos interesses dos clubes e dos "craques" - com e sem aspas.

Nunca mais.

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