25 Jul 17
#Juntos
Diogo Agostinho

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15 Jul 17
Porta giratória
Pedro Correia

Sai Paulo Oliveira, Adrien parece já uma carta fora do baralho, Domingos Duarte volta a ser dispensado. O mesmo deverá acontecer a Tobias Figueiredo, João Palhinha, Matheus Pereira, Francisco Geraldes e Iuri Medeiros.

Hão-de vir ainda um extremo-esquerdo, um novo defesa central, um lateral direito, um novo médio defensivo e talvez outro avançado. Quase meia equipa, o que torna este estágio na Suíça pouco menos que inútil para criar automatismos e fomentar espírito de grupo.

Eis o Sporting neste início do terceiro ano do reinado de Jorge Jesus.


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29 Jun 17

Ficámos anteontem a saber que o treinador do Sporting, neste recomeço dos trabalhos da equipa principal de futebol, decidiu afastar do plantel quatro jogadores: Douglas, Marvin, Petrovic e Schelotto.

Todos eles foram muito criticados, ao longo da época, no És a Nossa Fé. Douglas, um pinheiro sem mobilidade no eixo da defesa; Petrovic, médio defensivo curto de ideias e curto de passe; Marvin Zeegelaar e Schelotto, laterais mais-que-imperfeitos a defender, responsáveis por muitos golos sofridos pela nossa equipa na época que terminou.

Não esqueçamos, no entanto, que o responsável pela vinda destes jogadores para Alvalade foi Jorge Jesus - o mesmo que acaba de os remeter à proveniência. Por vezes certos factos merecem ser lembrados. E nós, por cá, felizmente não sofremos de amnésia.


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28 Jun 17
Dois de quatro
Pedro Correia

Instalou-se a guerra sem quartel entre Benfica e FC Porto. Salvo melhor opinião, o Sporting deve assistir institucionalmente à refrega sem intervir na praça pública, evitando conspurcar-se com lama alheia. E muito menos deve advogar a retirada compulsiva dos quatro mais recentes campeonatos ao SLB. Pelo simples motivo de dois deles terem sido ganhos com o actual treinador leonino ao leme encarnado.


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28 Mai 17
Notícia do dia
Francisco Almeida Leite

Jesus no... Sporting.


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27 Mai 17

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26 Mai 17
Au revoir?
Francisco Melo

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Je ne sais pas.

Mas a perspectiva de realizar toda uma pré-época sem a espinha dorsal, aliada à falta de capacidade para contratar um autocarro de ICs e afins e ao sorteio madrasto na Champions que se adivinha, deve deixar, por estes dias, o nosso timoneiro num dilema existencial. 


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24 Mai 17
Indigno
Pedro Correia

Para os devidos efeitos, comunico o seguinte: esgotou-se o que sobrava da minha paciência leonina face à sucessão de recados em cascata entre o presidente e o treinador, profusamente distribuídos nas últimas duas semanas em redes sociais, conferências de imprensa"fontes próximas" e títulos de jornais.
Haverá quem lhe chame "política comunicacional". Para mim, isto é indigno do prestígio e do historial do Sporting. Tolerância zero, sim, para esta maneira de gerir o futebol em Alvalade por quem não consegue perceber que somos donos do silêncio e escravos das palavras.


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23 Mai 17
Recados
Pedro Correia

 

Não há haverá ninguém na SAD leonina capaz de dizer ao treinador da equipa principal de futebol para deixar de mandar recados com destinatários internos nas conferências de imprensa?

Por mim, ficaria agradecido.


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17 Mai 17
O início de tudo
Pedro Correia

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Jogámos 80 minutos muito bem no Santiago Bernabéu, silenciando a afición madridista naquele dia 14 de Setembro. Até que Jorge Jesus, com os nervos à flor da pele, se fez expulsar.

Já da bancada, de cabeça perdida, deu ordem ao adjunto para mandar tirar do campo o Adrien e o Gelson, que estavam a ser os melhores em campo, fazendo entrar Elias e Markovic.

Sabe-se o que aconteceu: reviravolta no marcador nos últimos cinco minutos. O Real Madrid passou de uma iminente derrota por 0-1 à vitória por 2-1.

Nas declarações pós-jogo, mais destemperado que nunca, Jesus apontou para si próprio, reclamando os louros da vitória moral. A diferença estava não nos jogadores mas no treinador. A tal ponto - garantiu - que o jogo só foi perdido por ele já não estar no banco.

"Tinha sido muito mais difícil para o Real se eu estivesse no banco nos últimos minutos",  acentuou o técnico, numa das suas frases mais infelizes da época, passando um atestado de incompetência a Raul José.

O sonho virou pesadelo, o descalabro global viria a seguir. Com o dedo infalível do treinador. Nós sabemos que ele sabe que nós sabemos.


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16 Mai 17

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Em oito títulos possíveis, não mencionando a frente internacional, Jorge Jesus venceu só um enquanto técnico do Sporting - por sinal o mais irrelevante. A Supertaça, em Agosto de 2015.

Passaram duas épocas. O diagnóstico está feito, o quadro real está à frente de todos, falta apenas aplicar a terapia adequada à situação.

Ou nos conformamos com este triste e lamentável e tremido terceiro lugar, ou ambicionamos mais para o Sporting. Seja quem for o treinador.

Porque o caminho tem de ser em crescendo, como nos três anos iniciais da presidência Bruno de Carvalho. Não podemos prolongar a rota do retrocesso registada no quarto ano - por sinal o da reeleição do líder leonino.

 

Alguns vultos influentes nos bastidores têm-se movimentado nos últimos dias para defender a continuidade de Jesus, garantindo que ele faz parte da solução e não do problema.

Ignorando que a questão não é de nomes, mas de projecto.

Por outras palavras, em forma interrogativa: preferimos definir primeiro uma linha de rumo e escolher depois o treinador mais capaz de a pôr em prática ou optar pela navegação à vista em função das características do técnico, mesmo distorcendo e subvertendo o projecto?

 

De momento, o dilema está instalado.

Deve o Sporting sujeitar-se ao treinador ou este adaptar-se ao clube?

Deve o Sporting ceder aos caprichos de um técnico que exige dezena e meia de "reforços" estrangeiros para no fim aproveitar dois ou três, como sucedeu no Verão passado, ou colher os frutos de uma formação de reconhecida excelência, capaz de ombrear com a do Ajax que disputará com o Manchester United a final da Liga Europa?

 

Julgo que as coisas têm de ser postas neste plano e não em qualquer outro.

Por mim, não restam dúvidas. O projecto está acima do treinador e este só será parte da solução se o incorporar como seu. Sem reservas mentais. Sem desvirtuamentos nem distorções.

Jesus aceita-o? Que o diga com clareza ao presidente e aos sócios, sem entretantos nem entrelinhas. Só deste modo justificará uma tolerância suplementar dos adeptos, fartos de verem o Sporting triunfar apenas no campeonato da bazófia e coleccionar vistosos títulos em exclusivo nos jornais.

 

Se não for assim, invertem-se os dados da equação: o técnico passa a ser parte do problema. E só continuará em Alvalade pelo pior dos motivos: para evitar que lhe seja transferida uma indemnização milionária para as mãos.

Sacrifica-se tudo em função da racionalidade financeira. Mesmo mandando o projecto desportivo às urtigas. Mesmo ampliando a distância entre a gerência leonina e a massa adepta, cansada de ver tanta promessa desfeita no confronto com a realidade.

 

Tal como muitos outros, também eu cada vez mais me interrogo sobre os desafios da época que se avizinha. E, após tantas decepções acumuladas, sinto-me incapaz de renovar o capital de confiança que já depositei em Jesus.

Para mim, tornou-se uma solução esgotada. Porque não o vejo como intérprete do ADN leonino.

 

Precisamos de um treinador ainda jovem, dinâmico, ambicioso, de preferência com conhecimento da nossa cultura clubística e que goste de potenciar jogadores oriundos dos escalões da formação.

Precisamos de alguém com o perfil muito próximo de Leonardo Jardim - a primeira escolha de Bruno de Carvalho e que se prepara para festejar o título de campeão em França como timoneiro do Mónaco, batendo o milionário Paris Saint-Germain, que todos apontavam como favorito.


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14 Mai 17
Cavar mais fundo
Pedro Correia

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«A equipa está à espera que a época acabe», diz o técnico mais bem pago do futebol português, para quem a época acabou de facto há quatro meses. Dando assim uma imagem de falta de profissionalismo e nula entrega à camisola por parte dos jogadores que ainda treina. Vários dos quais não merecem uma só palavra desta triste e lamentável frase.

Jorge Jesus nunca cessa de nos espantar: por mais que o buraco se agigante, ele está sempre disponível para cavar mais fundo.


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Coabitação
Francisco Almeida Leite

Ouve-se e não se entende. Então Jorge Jesus considera que o vencedor do treta-campeonato "foi um vencedor justo"? Como conciliar isso com as declarações de vários dirigentes do SCP, e sobretudo do seu presidente, sobre os árbitros, a liga, etc?


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11 Mai 17
Última hora
Francisco Almeida Leite

E o nosso novo treinador é... Jorge Jesus.


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Prometeram-nos o título.

O presidente, num daqueles exageros a que já habituou os adeptos, chegou a convidar os jornalistas a contemplar uma prateleira vazia no museu, garantindo-lhes que aquele era o espaço já reservado para a taça comemorativa da conquista da Liga 2016/17.

 

Prometeram-nos uma equipa de combate.

O plantel foi construído de raiz com as escolhas do treinador, acrescidas de duas ou três "prendas" que o presidente entendeu dar-lhe, na sequência da renovação do contrato ocorrida meses antes como prémio do segundo lugar no campeonato.

 

Prometeram-nos ser fiéis ao lema do fundador, o Visconde de Alvalade: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.

Anunciaram sem rodeios que estava de regresso o Sporting dos grandes feitos e das grandes proezas, com o maior investimento de sempre no futebol leonino e supostos craques aterrados em Lisboa, oriundos das mais diversas proveniências.

 

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Isto ocorreu entre Julho e Setembro.

Escassos meses depois, em Janeiro de 2017, o Sporting já estava arredado de todas as frentes da competição futebolística.

Uma derrota no Porto, mal iniciada a segunda volta, deixou-nos fora da luta pelo título e com a certeza antecipada de que a tal prateleira no museu de Alvalade permaneceria vazia.

 

Chaves atirou-nos para fora da Taça de Portugal, envergonhando a nação leonina.

O Vitória de Setubal empurrou-nos para fora da Taça da Liga, que viria a ser ganha pelo Moreirense.

Nas competições da UEFA, nem à Liga Europa chegámos. Porque nos foi travado o passo pelo poderoso Légia de Varsóvia, colosso do futebol mundial.

Fizemos exibições vergonhosas frente ao Tondela, ao Braga e ao Belenenses em casa. Chegámos a ser humilhados pelo Rio Ave em Vila do Conde.

 

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Balanço: fraco futebol para a fasquia que foi fixada. Digamos, sem limar arestas, que foi uma época perdida.

As contratações - "prendas" incluídas - revelaram-se um monumental fiasco.

Os craques afinal não o eram. Mesmo tendo sido escolhidos a dedo pelo treinador.

Concluiu-se que a equipa foi afinal mal organizada, estando servida por laterais paupérrimos nas duas alas. Laterais que vieram por designação do técnico, a quem o presidente fez questão de satisfazer com uma generosidade inédita na história do clube em geral e desta SAD em particular.

Descontente, apesar disso, o treinador termina a época queixando-se da necessidade de recorrer a "terceiras escolhas".

Esquecendo-se de que só ele foi responsável por tais escolhas.

 

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Num aparente milagre da multiplicação das fontes, começaram de imediato a circular notícias assegurando o súbito interesse do FC Porto - segundo classificado do campeonato - na aquisição do treinador da equipa situada em terceiro.

E não só do Porto: chovem as propostas de trabalho do estrangeiro, com o hipersupermegaempresário supostamente de telefone na mão, garantindo novos paradeiros para o profissional em causa. Da França, da Itália, da Espanha, da Inglaterra, da Turquia: todos o querem.

 

Já vimos esta telenovela.

É a reedição de outras, intituladas "Agarrem-me Senão Eu Saio". Que terminaram sempre com final feliz para o protagonista, contemplado com sucessivos aumentos salariais.

 

Chegou a altura de conceber outro fim para a telenovela. E de lhe atribuir novo nome. Adianto desde já uma sugestão: "Segue o Teu Rumo".

E manda um postal aos que por cá ficam.


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10 Mai 17
A panela de pressão
Edmundo Gonçalves

Já lá vão muitos anos, trabalhei na indústria naval.

A caldeira é um dos muitos mecanismos que fazem funcionar um navio. Através do aquecimento da água a temperaturas sobre-elevadas, transforma-a em vapor e produz parte da energia necessária ao seu funcionamento.

Para prevenir acidentes, há neste equipamento várias válvulas de segurança, que têm por missão "abrir" automaticamente quando a pressão do vapor é demasiada. Em nossas casas há algo semelhante: O "pipo" da panela de pressão, que vai rodando e deixando libertar o vapor/pressão em excesso.

Ora, vamos lá ao Sporting e a nós, sócios e adeptos:

Aquela exibição miserável e o resultado negativo contra Os Belenenses, fez "abrir" a válvula que grande parte de nós já tinha no limite desde final de Dezembro. Ou seja, saltou-nos o "pipo", tal a pressão que vínhamos acumulando.

Quero eu dizer que não foi este jogo a causa desta agitação toda, antes foi neste jogo que a paciência atingiu o seu limite. Tivesse este jogo sido em Setembro/Outubro e nada disto a que se está a assistir agora, aconteceria. 

E aconteceu neste jogo, porque este jogo era especial, era, mais que nenhum, um jogo das famílias, das mães, das mulheres, das crianças. E nós, que lá vamos religiosamente, ao longo de muitos anos fomos criando forma de ir aliviando a pressão de forma regular permitindo que o navio fosse(vá) navegando. Ainda que a maior parte das vezes fosse uma navegação à deriva e não chegando quase nunca a bom porto. Grande parte de nós temos já uma couraça de tal forma rija, que não seria este resultado e exibição que nos faria reagir de forma muito diferente da habitual: Abrir um pouco, deixar sair um quilo ou dois de pressão, e manter o navio, na esperança de que amainasse a tempestade.

O que nos fez saltar o "pipo" foi naquele dia estarem connosco aqueles que mais amamos e a quem não queremos ver sofrer.

Lá em baixo estiveram catorze em campo e mais alguns na casota dos suplentes, que para além de brincarem com os sentimentos dos nossos mais chegados, nos deixaram mal perante aqueles a quem queríamos mostrar o nosso outro (grande) amor. E o nosso grande amor falhou-nos quando era importante que brilhasse.

E foi por isto que a pressão desta vez foi libertada de forma tão brusca. De tal forma que houve muito boa gente que saiu queimada, e alguns com a pele empolada, desta "brincadeira".

Agora, eu acho que até se atingir o ponto de ebulição novamente, vai ser muito complicado.

A caldeira resfriou. Esperemos que não de forma irreversível deixando o navio à deriva.

Está nas mãos do comandante traçar o rumo, com o mesmo ou com outro engenheiro de máquinas.

Para mim pode ser com o mesmo, desde que de uma vez por todas se atinja a tão desejada velocidade de cruzeiro.


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A frase que dá título a este post pode enganar. Aplica-se a Pioli, treinador hoje dispensado pelo Inter de Milão que, mesmo tendo gasto muitos milhões em jogadores de grande qualidade como João Mário e Gabriel (e já lá tinha outros como Icardi, Éder, Perisic ou Miranda) está na sétima posição da liga italiana, que já foi mais competitiva. Se a dispensa de Pioli me faz sentido e era expectável, a de Jesus não o é. Ganha muito bem e terá, ao que parece, muito poder, mas não conseguiu ser campeão. Não nos podemos esquecer porém do que fez o ano passado. Não nos podemos esquecer de que também tivemos boas fases este ano. Claro que ser afastado da Liga Europa pelo Légia ou perder um jogo sonolento com o Belém são vergonhas que não merecemos mas Jesus é um bom treinador, tem ao dispor bons jogadores e o Sporting atual (não me esqueço dos Cristianos, Hads ou Grimis desta vida) tem alguma capacidade para trazer jogadores que sejam mais-valias. Aposto de caras em Jesus para ser campeão no próximo ano. Pedro Martins, a começar do zero, não é solução, a meu ver. Além disso, o destino de Jesus poderia muito bem ser o Dragão, onde se arriscava a ser campeão. Para isso, que o seja cá. 


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Jorge Jesus, ao colo dos seus êxitos benfiquistas, chegou ao Sporting com aquele ar de quem vinha explicar aos bárbaros como se ganha: a "cultura de campeão que eu trouxe", o "Ferrari que montei no outro lado", "o Sporting está muito atrasado", etc. Sempre me fez impressão que imensos sportinguistas engolissem esta conversa: é como aqueles cães vadios que, à força de levarem tanto pontapé, já têm medo de toda a gente e acabam acoitados junto do primeiro sem-abrigo que lhes faz uma festa e os protege. Se isto é mau no sportinguista comum, pior é no presidente. E o presidente passou os últimos dois anos deslumbrado, com o "Jorge" na boca: o "Jorge" está apaixonado pelo Sporting, a "cultura de exigência do Jorge", o "Jorge" isto, o "Jorge" aquilo. O ano passado até pareceu que estava a correr bem.

Este ano é que foi pior. O Sporting do Jorge falhou em todos os momentos decisivos. Em todos, não em alguns:

1) Admitamos que o Real Madrid é uma super-equipa (que é) e que estar a ganhar 1-0 próximo dos 90 minutos não é suficiente para garantir a vitória. A derrota por 2-1 foi o primeiro momento decisivo falhado, embora explicável, para sermos simpáticos.

2) Menos explicável é a barracada da derrota por 3-1 com o Rio Ave: o segundo momento decisivo, logo a seguir à desilusão de Madrid. Ou a barracada dos 3-3 em Guimarães, pouco depois.

3) Admitamos também que era difícil sacar um empate ao Dortmund, mas como explicar a incapacidade para, pelo menos, empatar com o Legia? Outro momento decisivo, pelo qual não continuámos na Liga Europa.

4) Depois, foi o falhanço na Luz. Decisivo.

5) Depois, com o Braga em Alvalade. Decisivo.

6) Com o Chaves, para a Taça. Decisivo.

7) Com o Setúbal, para a Taça da Liga. Decisivo.

8) Com o Porto, nas Antas. Decisivo.

E quando havia o vislumbre de chegar ao segundo lugar, mais uma derrota decisiva e especialmente humilhante em casa com o Belenenses, num estádio cheio de famílias à espera de uma grande festa.

O Sporting do Jorge podia ter falhado algumas destas coisas. Mas todas, sem excepção? Repare-se que isto acontecia ao mesmo tempo que o Sporting do Jorge ia apresentando um futebol deprimente, que toda a gente via. Toda a gente, menos o Jorge, a avaliar pelas conferências de imprensa.

Dito isto, acho que o Jorge Jesus deve continuar a ser o treinador do Sporting. Sempre fui contra saídas precoces de bons treinadores, como Leonardo Jardim ou Marco Silva. O mesmo acontece com Jesus. E provavelmente até se terão criado condições para tudo correr melhor: o Jorge com a crista mais baixinha, o Sporting menos deslumbrado. Com uma relação mais igual entre si, um pode potenciar o outro. É preciso é chegar lá.


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Só quem nunca liderou equipas pode achar que isto é como nos desenhos animados em que há um tipo que manda e TODOS os outros baixam as orelhas e que basta estalar os dedos para tudo correr às mil maravilhas. O único problema do Sporting – e, desde há quatro anos, do Porto – é não ganhar o campeonato. Tudo o resto é acessório. A importância de saber se Castaignos é bom ou mau, se Hermes joga ou se Depoitre é barrete depende de se ganhar ou não. E só pode ganhar um por ano. E aqui não há árabes e chineses a descarregar camiões de dinheiro para reforçar as equipas.
As críticas a JJ são estranhas. Por exemplo, no ano passado fizemos a melhor pontuação desde que há campeonato em Portugal. Venderam-se Slimani e João Mário por valores absurdos. Portugal até foi campeão da Europa com quatro jogadores do SCP a serem decisivos.
Este ano a coisa não correu bem no princípio, mas poderia ter corrido melhor se todos tivessem tido mais tino. Era preciso ter atirado a toalha ao chão na primeira volta? E aqui incluo o presidente, o treinador E QUASE TODOS OS ADEPTOS, porque se calhar dava para ficar em segundo, a avaliar pelos empates que o Porto vem acumulando.  
Ou seja, calma lá com treinador novo que este está em curva de aprendizagem. Vencer em organizações, sejam clubes, restaurantes ou associações de remo não é magia nem feitiçaria. É preciso trabalho, talento, recurso e empenho, mas também é preciso permitir que o erro possa existir para ser diagnosticado e corrigido. E é preciso que os concorrentes o permitam. Se bem se lembram, e infelizmente, não temos sido assim tantas vezes campeões.  


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Jesus
Francisco Almeida Leite

É um bom treinador, sem dúvida, mas não respeitou no passado o SCP e parece-me que não o irá fazer na hora da saída. Pelo meio, e nas duas últimas temporadas, ficámos praticamente a zeros. Por um custo muito elevado, que será cerca de sete milhões/ano. Valerá a pena? Não creio. É tempo de olhar em frente com um treinador jovem e com espírito à Sporting. Quem? Pedro Martins, Rui Jorge ou Abel - esse mesmo que foi agora para o Braga.


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Tiros nos pés
Tiago Cabral

São alguns pontos que me estão aqui atravessados e que têm que deixar de estar.

 Vi que o nosso presidente deu uma entrevista ao correio da manhã ou à cmtv. É inacreditável, simplesmente inacreditável que tal aconteça. E não está em causa a altura em que saiu, isso é óbvio, vindo de quem vem, que foi escolhido propositadamente. Um grupo de comunicação social que tanto ataca o Sporting não pode ter o nosso presidente a dar entrevistas, seja sobre o que for. Ah mas era uma questão pessoal, podem argumentar alguns; não não era. Tudo o que seja, hoje, publicado sobre Bruno de Carvalho, diz respeito ao Sporting. Se alguém entrevistar BdC a querer saber qual o seu modo predilecto de dar um passo, quando contorna a esquina do corredor que liga a sala à cozinha, essa entrevista é, enquanto BdC for o nosso presidente, sobre o Sporting. Se entrevistarem BdC sobre qualquer assunto o tema é sempre o mesmo, o Sporting, e assim será enquanto BdC for presidente do nosso Sporting. Não se percebe que isto não seja claro como água.

Fiquei também a saber que BdC escolheu o dia de fundação do clube para celebrar o seu casamento. Não o devia fazer, enquanto for presidente do nosso clube. O presidente do clube, por uma questão de princípio de separação, não pode envolver uma data com tal simbolismo e torna-la também uma data sua, enquanto é presidente do nosso Sporting, durante o ano temos mais 364 dias à escolha.

Comunicação: um desastre total. Ou BdC percebe de vez que o presidente de uma instituição como o Sporting não pode, não deve nunca, responder a tudo e a todos sobre todos os assuntos ou vamos continuar a ser atacados por todos os lados. Mas atacam-nos, sobre nós inventam e mentem descaradamente. É verdade e felizmente nos dias de hoje já temos canais próprios para poder desmentir todas as falsidades. Temos, o clube, não o presidente. Há o canal de televisão, as contas oficiais do clube nas redes sociais, há o nosso jornal. Meios não faltam, têm é que ser usados de forma correcta e coerente. Mas não têm o alcance de uma televisão generalista, argumentam; têm o alcance que nós lhes dermos. Se o canal para veicular informação for escolhido por nós, os OCS querendo ou não, é aí que têm que ir buscar a informação desejada.

Treinador Jorge Jesus; um treinador deve ter um raio de acção alargado, deve ter uma palavra muito importante na escolha do plantel, nas decisões de jogadores a contratar, mas também deve saber em que clube está. Isto não é igual ao outro lado da 2ª circular. O Sporting, felizmente, não é o clube do regime, do novo e do antigo, somos um clube independente e somos sérios e leais na disputa com os nossos adversários. Prezamos muito a nossa formação, não somos novos-ricos que inventam pseudo laboratórios e se apregoam os fundadores de algo que nós já fazemos há décadas. A nossa formação não serve para fazer rodopiar dinheiro por paraísos fiscais. Queremos que cheguem à equipa principal e que joguem. Não é fácil, mas para isso é que contratámos o melhor treinador português e um dos melhores do mundo.

Uma palavra final aos jogadores: Se não compreendem o alcance das redes sociais nos dias de hoje, não as usem ou peçam ajuda no clube para as compreender. E joguem mas é à bola.

 

Quem quiser estar no Sporting, pertencer ao maior clube de Portugal, tem que saber que somos de facto um clube diferente.

 


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09 Mai 17
Inaceitável
Pedro Correia

Jesus tem um perfil dominante: só critica jogadores jovens e portugueses - da formação leonina, de preferência.
Isto é totalmente inaceitável.


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Farto do Bryan Ruiz.
Farto do Marvin.
Farto do Campbell.
Farto do Castaignos.
Farto do Petrovic.
Farto do André.
Farto do Elias.
Farto do Markovic.
Farto do Douglas.
Farto do Barcos.
Farto do Spalvis.
Farto do Meli.
Farto do Paulista.

Farto do Jesus.


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08 Mai 17

O problema do Sporting são os jovens, diz Jorge Jesus. É discurso velho do treinador do Sporting. Um discurso inaceitável face às prioridades já definidas pelo presidente Bruno de Carvalho para a próxima época: aposta decisiva na formação leonina, somada a contratações de qualidade em lugar da cabazada de pernas-de-pau adquiridos na última pré-temporada.

Já agora: dois dos três marcadores dos golos do Belenenses são jovens portugueses: Dinis Almeida tem 21 anos, Gonçalo Silva tem 25.

Qualquer deles fez mais no jogo de hoje do que um Castaignos de importação durante a época inteira. Diga Jesus o que disser.


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28 Abr 17

Um dos instrumentos de apoio ao quinteto de cordas mais extraordinário do futebol português e mundial, partiu hoje.

Que descanse em paz, Virgolino de Jesus.

 

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14 Mar 17
Eu, ROC
Edmundo Gonçalves

A pequena "sondagem" que pretendi fazer a propósito de uma notícia publicada no DN de ontem, atentos os comentários publicados até esta hora de hoje (10.00 horas), dia 14 de Março, teve o seguinte resultado: 

Pela saída de JJ -              7 (23.33%)

Pela manutenção de JJ - 16 (53.33%)

Indefinidos -                       7 (23.33%)

Há claramente sete comentários favoráveis à saída de JJ, destacando o que entendem como o trabalho negativo do treinador, concretamente a falta de aposta na formação.

Há dezasseis comentários que reflectem a vontade de que, acima de tudo, Jesus tem trabalho por terminar, podendo até sair mais cedo, desde que saia campeão.

Há também sete comentários que não são taxativos, pelo que os considerei dúbios. Se os quisermos dividir em dois grupos, ficaremos com 65% favoráveis à continuação e 35% à saída de Jorge Jesus.

Creio serem números concludentes.

Esta "sondagem" tem, claro está, uma enormíssima margem de erro.

Há contudo uma certeza: Tem pelo menos a participação de sportinguistas, ao contrário da sondagem pré-eleitoral feita pelos jornais junto de sócios e adeptos de outros clubes.

Vale o que vale, mas é a contribuição do És a nossa fé para tentar deitar um pouco de água na fervura e deixar o CD mais confortável numa eventual decisão que venha a tomar. É para isto também que existimos.

 


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13 Mar 17
Mais carvão?
Edmundo Gonçalves

Besiktas disposto a dar 6 milhões por ano a Jorge Jesus 

O que acham?

Concordam com a saída?

A saír deve indemnizar o Sporting?

Deve o Sporting libertá-lo sem indemnização?

Será boa política acabar um ciclo que se quer vitorioso, a meio?

 

Está lançado o debate entre sportinguistas. Digam de vossa justiça.


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07 Mar 17

Jorge Jesus continua a criticar a estrutura do clube que lhe paga o salário, como se estivesse acima dessa estrutura (e como se uma boa parte dessa mesma estrutura não tivesse sido escolhida por ele). O Sporting (neste caso Bruno de Carvalho) está a cometer com Jorge Jesus o mesmo erro que Sousa Cintra cometeu com Carlos Queirós (e que só foi resolvido - a mal - por Santana Lopes). Não é admissível este tipo de atitudes da parte de um treinador, que hierarquicamente deveria estar abaixo do presidente e de um responsável pelo futebol (Leonardo Jardim e Marco Silva estavam abaixo de Augusto Inácio). Jorge Jesus sente que não tem que responder perante ninguém. Pode criticar toda a gente, estrutura e jogadores, mas ele está acima de qualquer crítica. Esta situação reflete-se no balneário, do qual Jesus é um péssimo gestor: é nítido o divórcio entre o treinador e a equipa, que já não o ouve. Enquanto esta situação não for corrigida, o futebol do Sporting não vai melhorar.


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06 Mar 17

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05 Mar 17
De passo trocado
Pedro Correia

Mandar entrar Castaignos em vez de Podence. É todo um programa, esta substituição.


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Equívocos ou teimosia?
Edmundo Gonçalves

Quando a determinada altura da segunda parte, o treinador decidiu fazer duas substituições completamente disparatadas, veio-me aquele sentimento de deja vu, de já ter visto aquele filme demasiadas vezes. Confirmou-se, era aquele o filme de terror que passa por vezes em Alvalade e pior, numa cópia já demasiado gasta, por tantas vezes corrida.

Segunda parte miserável, para a qual o treinador contribuiu decisivamente.

E aqui está a minha dúvida (ou talvez não). Quando fez sair os homens que estavam melhor (Alan e Bruno) e fez subir William, um jogador que pede gente rápida na frente, a entrada de Joel e do inenarrável Castaignos foram apenas uma decisão tola tomada por equívoco, ou foi uma tola decisão tomada por teimosia?

A partir desse momento passámos a jogar com menos três: William, porque o seu jogo não tinha seguimento e os dois que entraram, porque foram uma nulidade.

É preciso a gente fazer uma petição para que os miúdos joguem?


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Jesus explica:

Manda-se chamar o Palhinha, o Podence, o Geraldes e o Gauld que estavam emprestados e a jogar para depois apostar em adaptações ou em jogadores emprestados que não valem um chavelho.

Para os que já lá estavam faz-se assim:

Jogam em posições que não são as deles ou jogam de início um jogo por época.

Genial!


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Jesus explica:

Substituem-se em simultâneo 2 dos 3 jogadores do corredor central e altera-se a posição do outro.

Genial!


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20 Fev 17

Há alguém no mundo futebolístico, com excepção de Jorge Jesus e de Bruno de Carvalho, que considere o Schelotto um jogador de futebol?

 

P.s. este jogo com o Rio Ave foi das exibições mais ridículas dos últimos anos em Alvalade! Uma vergonha!


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"Não sei se o Xico joga naquela posição. Que eu saiba não joga. É segundo avançado, ala. Posso adaptá-lo para jogar ali, mas até o posso adaptar a central... Terá mais possibilidades nas posições em que jogava na formação e também no Moreirense, a segundo avançado."

 

Declarações do nosso treinador a propósito de Francisco Geraldes poder substituir Adrien no próximo jogo, com o Estoril.


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Qual o quarteto defensivo do Sporting na época 2016/2017?


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06 Fev 17

Ouvi as declarações que o Frederico aqui transcreveu. Não dei grande importância, é de Jorge Jesus que falamos. A meu ver, é um meet halfway. Não é capaz de dizer "eu não vi bem isto", mas também não vi ali intenção de queimar o Palhinha. Já o conheciamos, já sabiamos que não é de se conter, muito menos em flashes. Não adoro o estilo, sou sempre pelo recato nestas coisas, mas também não me surpreende ou ofende.

Acima de tudo, a sensação que tive quando o ouvi, foi que tinha estado a ler o mesmo que eu no twitter. Justificou a escolha de Palhinha, de Matheus, o abraço a Casillas e elogiou a nossa segunda parte.

O que me ofende, isso sim, é depois de Gelson e Palhinha serem bastante claros, ver jornalistas e outros tentarem fazer de quem os lê, parvo, descontextualizando e levantando falsas suspeitas em palavras claras. Os rapazes foram bem explícitos nas suas palavras. Se são eles ou não, pouco me importa, o que está lá escrito não deixa dúvidas. O que não me ofende, mas custa, é ver spotinguenses saltarem borda fora quando as coisas correm mal: aquele adepto que nestas alturas "até nem ligo muito". Já sei, vão dizer-me que não devo conhecer os adeptos do Sporting. Conheço lindamente, e é por isso que estas raridades me chamam tanto a atenção. Querem estar do lado certo, que nem sabem bem qual é. Acham que é o de quem ganha, e até pode ser, mas neste clube isso não tem acontecido muitas vezes (no futebol... já sei que o Sporting é mais que isso), portanto, ou se tem estofo ou não se tem. Não tendo, agradece-se que se pense antes de se disparatar.

Sigamos em frente, agora há espaço e tempo para experimentar miúdos, reforços, uns com os outros ou isolados. Ponha-se Esgaio na esquerda, não pareceu mal. 

Ah, e há eleições pela frente. Saibamos não perder a cabeça, não quero receber o meu leão de 25 anos de sócia de um erro de casting.


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A diferença
Pedro Correia

Nuno Espírito Santo tinha um novo jogador à sua disposição: Soares, vindo do V. Guimarães. Fê-lo jogar de início. Valeu a pena: foi o marcador dos dois golos do FC Porto. Um reforço aproveitado.

 

Jorge Jesus tinha dois novos jogadores à sua disposição: Francisco Geraldes e Podence, recém-vencedores da Taça CTT ao serviço do Moreirense. Manteve o primeiro no banco e só fez entrar o segundo aos 80 minutos. Dois reforços desaproveitados.

 

Ao analisarmos o clássico de sábado, este é um aspecto fundamental a ter em conta para explicar a derrota do Sporting no Dragão. Mais importante do que quase tudo o resto.


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 Foto: Hugo Delgado/Lusa

 

Ao contrário do que disse Jorge Jesus - lançando as culpas da derrota para Palhinha, como anteriormente fizera com Adrien e William Carvalho - só há um culpado no desaire do clássico: o próprio treinador do Sporting.

 

Uma vez mais, Jesus montou mal a equipa. Não passa pela cabeça de ninguém lançar como titular Matheus Pereira, que só tinha jogado uns minutos frente ao Paços de Ferreira, deixando no banco Alan Ruiz, que se evidenciara na posição de segundo avançado nas partidas mais recentes. 

Esse lugar era naturalmente dele, como ficou bem demonstrado na substituição operada pelo técnico ao intervalo, fazendo deslocar para a ala esquerda Bryan Ruiz, que ali rende muito mais.

Cumpre perguntar por que motivo Jesus não fez alinhar assim a equipa de início, concedendo 45 minutos de avanço ao FC Porto.

Também é indispensável questionar o treinador sobre o motivo que o leva ainda a apostar no medíocre Marvin, que nunca devia ter vindo para o Sporting, quando na ausência de Bruno César - lesionado - aquela posição é feita com óbvia vantagem por Ricardo Esgaio, adaptado à lateral esquerda. Foi, de resto, isso que ocorreu a partir do minuto 57. Fazendo-nos pensar o que teria sucedido se Esgaio alinhasse de início.

 

Está a chegar o momento de Jesus fazer um sonoro e solene mea culpa perante os adeptos e sócios do Sporting. Não pela derrota no Dragão mas por esta época paupérrima, em que seguimos num periclitante terceiro lugar, vemos seis equipas com menos golos sofridos no campeonato e apenas nos resta lutar com Braga e Guimarães por um lugar de acesso ao playoff da Liga dos Campeões.

A nossa paciência tem limites.


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05 Fev 17

"O FC Porto foi melhor na primeira parte porque o João Palhinha não levou o guião certo para se poder enquadrar com o que estava a acontecer. Perdeu-se durante meia-hora e isso foi fatal para nós. Ao intervalo recompusemos a estrutura em função do que queríamos, anulámos o FC Porto a nível ofensivo e marcámos um golo (...) O Matheus já tinha sido lançado num jogo contra o FC Porto. Tinha o Joel e o Bruno lesionados e não tinha muitas soluções para o lugar. É um jovem e lembro que hoje jogámos com seis da formação, 10 nos 20 convocados. Isto paga-se. Como o caso do Palhinha. Estamos a dar um passo atrás para dar dois à frente."

 

Jesus culpa Palhinha pela derrota. Jesus não é líder. Jesus culpa jogador da formação. Jesus não assume erros. Jesus peca. Jesus falha. Jesus 6,7, 20 milhões época. Jesus devia ser substituído por treinador argentino. Jesus devia dar a cara. Jesus é o diabo. Diabo é Jesus. Judas do Jesus. Jesus na cruz, já!

E agora tiramos o som - risos - e ficamos a olhar, mas sem som. Pão vai-se tendo, e o circo está montado. Os flautistas vão tocando, enfeitiçando-nos com a melodia. E seguimos sem ver para onde nos querem levar e como nos querem levar. Destino: enfraquecer Bruno de Carvalho, despedir Jesus e voltar ao "Croquetismo sportinguista" - Benfica e Porto voltam a mandar no futebol, e os outros tipos voltam a mandar o Sporting para sétimo lugar, ou pior, para a inexistência.

Tenho para mim não fazer eco das palavras dos pasquins desportivos. Tanto é o veneno que sai daquelas folhas que ao simples lamber do dedo, para virar a página, saímos contaminados - julgando-nos mortos. E este é um exemplo. Quem quer perceber, percebe. Quem não quer, continue a esfregar as mãos à espera do carrasco que nos vai levar de vez. O projecto em curso tem de ir avante, se sonhamos nos tempos próximos dominar - com transparência, verdade, e mérito desportivo - o futebol nacional.

E para isso os jogadores da formação não podem ser endeuzados, ao ponto de não poderem ser alvo de críticas do treinador. Têm de ser responsabilizados, quando falham com culpa, para aprenderem com os seus erros. Foi o caso de hoje, nos dois golos. Durante trinta minutos Palhinha encenou a peça errada. Porque assim que afinou, demos um banho de táctica e de futebol jogado. E embora não tenha sido suficiente para trazer os três pontos, uma certeza trouxemos: temos futuro!

Agora não o deitem a perder.


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