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És a nossa Fé!

Olheiro da bancada - XIX

Ainda estou atónito com o que (não) vi esta noite. Desculpem mas desta vez JJ tem de dar um puxão de orelhas aos jogadores: uns porque não marcam, outros porque não defendem.

E ele mesmo não esteve à altura, porque não substitui quem parece estar menos bem.

Vejamos então quem, para vocês sportinguistas, foi o melhor e o pior jogador em campo.

Cheira-me que desta vez haverá muitas opções.

Rematem lá as vossas opiniões (e melhor que os nossos, se fizerem favor!).

Olheiro da bancada - XVIII

Nota de abertura 

Como é sabido iniciou-se este fim de semana a segunda volta do campeonato. De mesma forma esta série, que começou em Agosto, vem aqui trazer uma nova aposta.

Desta vez, e dando seguimento a uma ideia apresentada por alguém cá da casa, os moldes deste conjunto de textos foram acrescentados de mais uma votação: a do pior jogador leonino.

Veremos então o que esta votação nos dirá.

 

Coube ao Sporting, receber este Domingo, o Desportivo das Aves. Mais um jogo e mais uma vitória. Por números expressivos. E com uma estreia.

Quando saí de casa para ir para o Estádio, o termómetro do carro marcava uns simpáticos 8 graus. Mesmo assim esta temperatura baixa não demoveu os 41950 adeptos leoninos de verem um bom jogo.

Portanto digam lá de vossa justiça sobre quem foi o melhor e o pior jogador do Sporting que esta noite evoluiu no belíssimo relvado de Alvalade?

Aguardo com curiosidade as vossas respostas.

Os melhores: Bruno, Rui Patrício, Bas Dost

Conforme prometido, divulgo hoje o resultado do inquérito promovido aqui há três dias, junto dos nossos leitores e dos meus colegas de blogue, sobre os melhores jogadores do Sporting nesta época 2017/2018, quando já decorreu metade do campeonato. Dando sequência a uma iniciativa semelhante, concretizada no termo da oitava jornada, ao cumprir-se um quarto do total dos jogos desta prova.

Houve novamente muitas respostas. Correspondendo ao meu pedido para a indicação de três nomes por ordem decrescente.

Decidi atribuir três pontos ao jogador mencionado em primeiro lugar, dois ao que figurava em segundo e apenas um ao que ficou em terceiro.

 

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A classificação ficou assim estabelecida:

 

 

Bruno Fernandes:    49 pontos

Rui Patrício:               29 pontos

Bas Dost                     21 pontos

Gelson Martins:        20 pontos

Mathieu:                    19 pontos

William Carvalho:      5 pontos

Piccini:                          3 pontos

Fábio Coentrão           1 ponto

 

 

Breves comentários:

  • À oitava jornada, estiveram dez jogadores entre os preferidos pelos adeptos leoninos que frequentam este blogue. A lista reduz-se agora para oito.
  • Bruno Fernandes, terceiro em Outubro, sobe desta vez para primeiro. A larga distância dos restantes.
  • Embora baixando (de 44 para 29 pontos, do primeiro para o segundo posto), Rui Patrício continua a ser visto como imprescindível.
  • Bas Dost tinha ficado praticamente esquecido na votação anterior. Destaca-se desta vez, subindo para o pódio.
  • Entre os cinco primeiros, só dois reforços desta época: Bruno e Mathieu.
  • William Carvalho baixa muito: há três meses recolheu 28 pontos, ficando-se agora pelos 5.
  • Inversamente, Gelson Martins sobe bastante: de 4 para 20.
  • Battaglia e Acuña, mencionados há três meses, não constam desta lista. Omissão mais significativa no caso do primeiro, que em Outubro fora o quinto mais votado.
  • Coates, ausente há três meses e ausente desta vez também. O uruguaio parece ser um mal-amado entre os adeptos.
  • Coentrão tinha ficado esquecido no final do primeiro quarto do campeonato. Aparece desta vez, embora com votação residual.

 

Fica aberta a partir de agora a discussão sobre estas escolhas na caixa de comentários.

Quem são os três melhores?

Concluída a primeira volta do campeonato, eis-me novamente a questionar os nossos leitores sobre quem consideram ser os melhores jogadores do plantel leonino. Por ordem decrescente e mencionando apenas três, se não se importam.

Estou curioso por saber as vossas opiniões. E desde já prometo que voltarei a fazer um teste semelhante quando estiverem cumpridos dois terços da Liga 2017/2018. Para irmos comparando umas apreciações com outras: julgo que valerá a pena.

Olheiro de Bancada - XVI

Não vi o jogo! Andei a ler...

Porém tenho uma aplicação no telemóvel que dá sinal nos jogos do Sporting.

Deu aos 19 minutos.

Deu ao intervalo.

Eu continuei a ler blogues e a escrever ... coisas.

Após muito tempo novo toque. Pensei que era o fim do jogo. Mas não.

Empate. Bolas!

E agora digam-me lá, após este empate que me soube amargamente a derrota, quem foi o melhor do Sporting, lá para os lados do pré-fabricado..

Olheiro de Bancada - XV

O Portimonense deslocou-se a Lisboa como a 5ª equipa com mais golos marcados. Treinado por Vítor Oliveira, um homem que conhece o futebol como muito poucos em Portugal.

Temi que este jogo fosse mais um daqueles em que o sofrimento leonino seria uma constante.

Bom, mas cedo o Sporting colocou-se em vantagem para na segunda parte aumentar para o que seria o resultado final. Todavia não sei se foi do asteróide ou da chuva de estrelas, o certo é que esta noite em Alvalade assisti também a uma chuva... mas de golos perdidos.

Pronto, após esta mui breve resenha pretendo saber, dos meus caríssimos sportinguistas, qual foi para vocês o melhor jogador em campo?

Entretanto, e se não nos lermos até lá, desejo a todos, sportinguistas ou não, um Santo e Feliz Natal.

 

PS - Chegamos ao Natal e estamos em primeiro.

Análise dos suplentes

O Sporting alinhou ontem de início com nove dos habituais suplentes. Aproveitaram ou desperdiçaram a oportunidade?

Aqui fica uma análise sucinta de cada um.

 

Aproveitaram

André Pinto. Seguro a defender, eficaz nas dobras e nos cortes. Ainda foi à frente cabecear com perigo nas bolas paradas.

Ristovski. Já tinha causado boa impressão em jogos anteriores. Confirmou isso no desafio de Alvalade frente ao Vilaverdense. Dinâmico e com capacidade de cruzamento na ala direita.

Doumbia. Não é preciso trazer novo ponta-de-lança em Janeiro. Já temos um no banco. Ontem marcou três golos e fez assistência para o quarto.

 

Desperdiçaram

Petrovic. Não justifica estar no plantel leonino. Na primeira parte foi incapaz de conter o contra-ataque adversário. E é pouco vocacionado para a construção ofensiva.

Iuri Medeiros. Muito aquém do que se esperava dele: é uma promessa que tarda em materializar-se. Raros pormenores de boa técnica não fazem um bom jogador.

Alan Ruiz. Péssimo. Não tem atitude competitiva, incapaz de interagir com os colegas, dá sempre a ideia de estar a fazer um frete em campo.

 

Incógnitas

Salin. Pouco solicitado, pareceu atento nos lances em que foi chamado a intervir. Precisa de testes mais exigentes para mostrar o que vale.

Tobias Figueiredo. Ontem foi capitão. E, à frente, até cabeceou à barra. Mas atrapalhou-se aos 44', sem necessidade, num lance que poderia ter gerado penálti. Ou golo.

Bryan Ruiz. Muito longe do fulgor demonstrado na época 2015/16. Procura acertar e tem inegável capacidade técnica. Falta-lhe um suplemento de ânimo.

Olheiro de Bancada - XIII

Eu sei que este fim de tarde e início de noite esteve muito frio. Todavia quando aos 12 minutos Bas Dost fez aquilo que sabe fazer melhor, sempre pensei que íamos ter uma noite de muito calor de golos. Puro engano!

A equipa arrefeceu como a noite e reconheço que cheguei a ter os pés gelados, tal a pouca exuberância dos nossos atletas. É verdade que um golo chegou, mas podiam ter-se esforçado mais um bocadinho pois o Belenenses nunca foi uma equipa perigosa.

Posto este intróito digam lá de vossa justiça quem foi o melhor em campo do Sporting.

Cheira-me que desta vez não vai haver unanimidade.

Olheiro de Bancada - XII

Após uma jornada europeia fantástica, este jogo previa-se complicado, tanto mais que as equipas de Petit costumam ser muito aguerridas. Especialmente contra o Sporting...

Portanto esta vitória soube muuuuuuuuuuito bem. No entanto, falta saber quem, para os meus caríssimos leitores, foi o melhor jogador em campo na Mata Real.

"Botem" aí os vossos comentários, "faxavor"!

Os nossos jogadores, um a um

Missão cumprida. Trouxemos três pontos de Paços de Ferreira, com uma vitória por 2-1 alcançada num dos mais difíceis estádios das competições nacionais de futebol. Com dois golos marcados em quatro oportunidades - revelando assim 50% de aproveitamento, o que é de assinalar - e o golo sofrido já no tempo extra da segunda parte, confirmando-se uma tendência deste Sporting 2017/18 para facilitar a vida aos adversários mesmo à beira do fim.

Esta vitória não valeu apenas pelos três pontos. Valeu também por nos ter feito aproximar do líder do campeonato, o FC Porto, que ontem empatou no reduto do Aves. Estamos portanto separados por apenas dois pontos: isto significa que voltamos a depender só de nós para nos sagrarmos campeões nacionais.

O desafio desta noite assinalou dois regressos: o de Acuña, enfim recuperado da lesão embora longe da desenvoltura física anteriormente revelada, e o de Bryan Ruiz, após uma paragem de seis meses. Nem o argentino, substituído aos 56', nem o costarriquenho, em campo desde o minuto 72, deslumbraram. Mas contaremos certamente com eles na melhor forma em próximas jornadas.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Gelson Martins. Devemos-lhe o golo da vitória e os pontos que agora nos permitem voltar a sonhar de forma ainda mais intensa com o título.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Duas boas defesas. A primeira logo aos 6', a segunda no minuto 90'+1'. Neste último lance já não foi capaz de evitar a recarga, sofrendo assim um golo solitário. Recebeu o primeiro cartão amarelo por queimar tempo.

PICCINI (6). Continua quase intransponível como guardião da nossa ala direita defensiva e vai ganhando ousadia em terrenos mais avançados. Teve um corte decisivo, em lance muito perigoso, aos 67'.

COATES (7).  É um elemento pendular do onze leonino, impondo-se pela disciplina táctica e pelo sentido posicional. Vital a sua intervenção para pôr fim a um ataque adversário no minuto 82.

MATHIEU (8). É um prazer vê-lo jogar. E ele também parece ter muito prazer em jogar, como se estivesse em início de carreira. Cortes preciosos aos 32' e aos 63'. Peça basilar deste Sporting 2017/18 que ambiciona ser campeão.

COENTRÃO (7). Terceiro jogo consecutivo a aguentar 90 minutos, indiciando boa condição física. Enfrentou com êxito Mabil, talvez o melhor adversário. Bons cruzamentos à frente - um deles serviu de assistência para o segundo golo.

WILLIAM (6). Mostrou-se aquém do William a que estamos habituados, parecendo um pouco preso de movimentos. Sólido na missão defensiva, teve algum défice no capítulo do passe longo - uma das suas inegáveis mais-valias.

BATTAGLIA (7). Pode não ter movimentos muito estéticos, mas é um dos elementos mais eficazes do onze. Estreou-se a marcar aos 20' - prémio à determinação deste jogador que nunca vira a cara à luta. Saiu magoado, aos 72'.

GELSON MARTINS (8). O melhor em campo. Correu, lutou, atacou, defendeu, quebrou os rins à defesa do Paços, serviu os colegas e sobretudo marcou um grande golo. Trouxemos os três pontos de Paços de Ferreira graças a ele.

ACUÑA (5). Recebeu um amarelo, por protestos, logo aos 2' e pareceu muito condicionado por essa sanção. Esforçou-se bastante, mas raras vezes com real eficácia. Denota ainda algumas limitações físicas. Substituído aos 56'.

BRUNO FERNANDES (5). Andou desaparecido durante quase todo o jogo numa posição que não tira o melhor da sua capacidade. De meia distância, disparou uma bola ao poste (65'). Foi o melhor que fez. Substituído já no tempo extra.

BAS DOST (4). A um ponta-de-lança exige-se que marque. O holandês tem cumprido bem essa missão, de Leão ao peito. Mas hoje não esteve nos seus dias. Falhou o golo de baliza aberta aos 18' e foi incapaz de uma recarga aos 20'.

BRUNO CÉSAR (5).  Confirma-se: é sempre o primeiro reforço a saltar do banco. Aconteceu desta vez aos 56', entrando para o lugar de Acuña. Sem revelar maior brilhantismo do que o argentino. Recebeu mais um cartão amarelo.

BRYAN RUIZ (5).  Regressou à equipa seis meses depois, iam decorridos 72', rendendo Battaglia. A posição de médio de construção, na ala central, não é a que mais potencia as suas qualidades. Mas ganhou dinâmica: pode vir a ser útil.

ANDRÉ PINTO (-). Substituiu Bruno Fernandes ao minuto 90'+1'. Ajudou a queimar tempo e a fechar o caminho para a nossa baliza, garantindo a conquista dos três pontos.

Olheiro de Bancada - XI

Sei que estou ligeiramente atrasado neste rubrica. Todavia ontem à noite estava longe de Lisboa, vi o jogo pela televisão mas sem qualquer acesso à Interb«neet. Desde já as minhas desculpas aos leitores.

Mas pronto... após este empate, que para mim soube a derrota, se bem que o ano passado tívessemos perdido em casa com esta mesma equipa, venho mui humildemente perguntar a todos os sportinguistas qual foi o melhor jogador leonino na partida de ontem à noite?

Aguardo com expectativa as vossas respostas.

Hoje giro eu - O onze sombra

Uma equipa de futebol não são apenas os onze que habitualmente são titulares. Os restantes jogadores valem por aquilo que mostram quando têm a oportunidade e, não jogando, pelo desejávelmente bom ambiente que criam no balneário. Jogadores há que funcionam como verdadeiros talismãs quando provenientes do banco de suplentes. Este tipo de armas-secretas habitualmente produzem mais quando chamados a intervir durante o jogo. Desse rol, quem não se lembra do brasileiro do FC Porto, Juary, marcador do golo da vitória na final de Viena e, no ano anterior, autor de um "hat-trick" contra o todo poderoso Barcelona, sempre saído do banco?

O treinador tem um papel essencial na manutenção de um ambiente saudável no grupo de trabalho e no garantir que todos os jogadores se mantêm focados no objectivo. Ser um catalizador, não um inibidor, aglutinar em vez de dispersar. Reparem que não toquei propositadamente no tema da motivação (étimo "moto") porque esta é intrínseca (como a própria palavra indica), cabe a cada futebolista ter uma personalidade capaz de absorver as contrariedades do dia-a-dia e transformá-las em oportunidades.

Assim sendo, precisamos de um "shadow eleven" empenhado, focado, motivado e comprometido com o clube. Nesse sentido, o treinador não deve dramatizar quando lhe falta algum dos titulares, de forma a que quem entra se sinta importante. Se um jogador pressente que o treinador desconfia dele, vai render menos.

E o Leitor, o que pensa disto? Em quem, dos habituais não titulares, os nossos Leitores depositam FÉ em vir a constituir-se como uma surpresa positiva?

 

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Os nossos jogadores, um a um

Vitória arrancada a ferros em Vila do Conde. Vitória imerecida, perante uma equipa que jogou melhor que o Sporting, pressionou mais, rematou muito mais e teve mais posse de bola.

Uma vitória só conseguida graças à excelente exibição de Rui Patrício, que impediu por quatro vezes a bola de entrar na baliza à sua guarda.

Jorge Jesus repetiu o onze titular da goleada frente ao Chaves, domingo passado, mas desta vez sem sucesso. O Rio Ave é uma equipa bem superior aos flavienses e dominou nas transições defesa-ataque perante um meio-campo leonino muito desguarnecido, com William Carvalho desamparado.

A entrada de Battaglia logo a abrir o segundo tempo melhorou o nosso jogo mas continuámos ineficazes no plano ofensivo. Até aos 85', quando Bas Dost conseguiu enfim o golo solitário que nos valeu três pontos.

Um resultado bem melhor do que a exibição. E muito melhor do que a derrota que ali sofremos faz agora um ano.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Rui Patrício.

 

............................................................................

 

 

RUI PATRÍCIO (9). Exibição muito próxima da perfeição. Com defesas extraordinárias aos 32', 48', 84' e 90'. Muito atento entre os postes, agilíssimo, com excelentes reflexos, evitou quatro golos.

PICCINI (6). Quase intransponível, sempre muito atento. Bons cortes aos 49' e 60'. Faltou-lhe ousadia nas incursões atacantes. Atravessava o melhor período neste jogo quando se lesionou com gravidade.

COATES (6).  Não comprometeu na manobra atacante e tentou marcar, sem sucesso, nas bolas paradas ofensivas. Não pareceu ressentir-se da troca de Mathieu por André Pinto como parceiro no eixo da defesa.

MATHIEU (4). Parecia longe da melhor forma logo desde início. E comprovaram-se os piores receios aos 28', quando se agarrou à perna, sentado no chão. Parece lesão complicada. Foi rendido por André Pinto.

FÁBIO COENTRÃO (6). Desta vez aguentou em campo a partida inteira. Mas já actuou em esforço nos últimos minutos. Cumpriu o essencial da missão ao policiar o seu flanco. Faltou-lhe progredir no terreno.

WILLIAM (6). Muito solitário a enfrentar a pressão do meio-campo adversário no primeiro tempo. Melhorou com a entrada de Battaglia. Foi um dos elementos mais pendulares. Faltou-lhe eficácia nos passes longos.

BRUNO F. (4). Voltou a ficar muito aquém daquilo que a equipa precisa para ganhar dinâmica e criatividade ofensiva. O melhor que fez foi um bom cruzamento para Bas Dost aos 47'. Substituído aos 82'.

GELSON (5). Correu muito, quase todo o jogo. Mas quase sempre de forma inconsequente. Muito marcado à frente, apoiou sempre a equipa quando recuava, ajudando a fechar os acessos à nossa baliza. 

ACUÑA (7). Fundamental na vitória ao participar na construção do golo. Recuou com frequência, em apoio a Coentrão. Forte disparo, aos 31', pouco acima da barra. Excelente passe no último minuto para Doumbia.

PODENCE (5).  Entrou muito bem na partida, com excelentes apontamentos técnicos, mas foi-se eclipsando a partir dos 20 minutos, dando a ideia de que não se recompôs de um choque. Saiu ao intervalo.

BAS DOST (7). Voltou a ser decisivo ao apontar o golo da vitória já perto do fim, o que sucede pela terceira vez nesta Liga. Ainda assistiu Bruno Fernandes num golo que acabaria invalidado por fora de jogo.

ANDRÉ PINTO (5). Aos 28', saltou do banco por lesão de Mathieu. Antes só tinha jogado seis minutos para a Liga. Sem grandes rasgos mas, apesar de dextro, não comprometeu na ala esquerda do eixo defensivo.

BATTAGLIA (7). Com ele em campo, a partir dos 28', a equipa ganhou intensidade, organização e consistência. Fundamental na jogada do golo, iniciada e quase concluída por ele ao assistir Bas Dost.

DOUMBIA (4).  Entrou só aos 82', substituindo Bruno Fernandes. Falta-lhe entrosamento com os colegas e alguma consistência táctica. No último minuto, bem servido por Acuña, falhou o golo.

Olheiro de Bancada - X

Ai, ui, safa, bolas, xiiii, gooooooolo e finalmente ufa.

Estas interjeições foram hoje sobejamente utilizadas, segundo sei e imagino.

Estou longe e sem possibilidade de ver o jogo mesmo na televisão. Mas tudo isso não impede de regressar aqui e perguntar aos sportinguistas, repito aos sportinguistas, qual foi o nosso melhor jogador nesta dificílima vitória em Vila do Conde?

Calculo uma enorme confluência de ideias e atletas. Mas vou aguardar pelas respostas dos meus amigos.

 

 

Olheiro de Bancada - IX

Após esta saborosíssima vitória contra a sempre difícil equipa do Chaves, que mostrou em campo boa organização, mas muitas fragilidades defensivas, venho a terreiro fazer a costumada pergunta: quem foi o melhor em campo nesta goleada?

Na última vez que coloquei uma pergunta igual não consegui responder porque estava num local onde não há acesso à internet. Mas contabilizei todas as indicações.

Desta vez penso responder a todos, como é meu hábito.

Vá lá... toca a opinar, que desta vez cheira-me que haverá diversos candidatos... Ou talvez não!

Hoje giro eu - A estratégia, a aleatoriedade e o treino da mente

Qual o papel de um treinador no sucesso/insucesso de uma equipa? Aqui há tempos, Mourinho revelou um episódio passado na final da Liga Europa, quando o Manchester United defrontou o Ajax de Amesterdão. Estava o treinador português abespinhado por ver Mkhitaryan, em vez de Ander Herrera, dentro da área adversária aquando da marcação de um canto favorável ao Man U - na preparação do jogo, Mourinho tinha definido que o arménio, juntamente com dois defesas, ficaria fora da área, protegendo a transição holandesa - quando Mkhitaryan fez-se à bola e marcou o golo que selaria o 2-0 final. O basco Herrera aproximou-se do banco e explicou a Mourinho: "troquei com Mkhitaryan porque este já tinha um cartão amarelo e se o Ajax saísse para o contra-ataque poderia ser obrigado a fazer falta e ser expulso, deixando-nos a jogar com menos um."

É evidente que Mourinho teve um papel importante na estratégia, no plano de jogo: bloqueou a saída de bola holandesa - Peter Bosz encarregara a De Ligt, central direito, essa missão e o treinador português colocou sempre jogadores na sua frente obrigando o outro central, menos técnico, a conduzir a primeira fase de ataque - e mandou os seus defesas sobrevoarem a bola por cima do seu meio-campo, de forma a evitar as transições rápidas do Ajax. Mas, a pequena estória aqui contada demonstra duas coisas: o jogo tem muito de aleatório; feliz o treinador que tem jogadores em campo que sabem ler o jogo e o que é necessário fazer a qualquer momento.

Mais do que treinar uma equipa, o treinador tem o papel fundamental de adestrar a mente dos seus atletas. Quanto melhor estes souberem compreender o jogo, mais perto do sucesso estará o treinador e, por conseguinte, a sua equipa. Talvez por isso, jogadores como Franco Baresi, Paolo Maldini, Andrea Pirlo, Paulo Sousa (e hoje Herrera) foram tão relevantes: eles eram o prolongamento do treinador no terreno de jogo. Por oposição, a ausência total dessa faculdade faz com que jogadores a quem reconhecemos enorme qualidade técnica simplesmente nunca alcancem o topo. 

 

Os melhores: Rui Patrício, Mathieu, Bruno

Conforme prometido, divulgo hoje o resultado o inquérito promovido aqui há três dias, junto dos nossos leitores e dos meus colegas de blogue, sobre os melhores jogadores do Sporting nesta época 2017/2018, quando vai decorrido cerca de um quarto do campeonato.

Houve muitas respostas, como previ. Correspondendo ao meu pedido para a indicação de três nomes por ordem decrescente.

Decidi atribuir três pontos ao jogador mencionado em primeiro lugar, dois ao que figurava em segundo e apenas um ao que ficou em terceiro.

 

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A classificação ficou assim estabelecida:

 

 

Rui Patrício:             44 pontos

Mathieu:                   35 pontos

Bruno Fernandes:  30 pontos

William Carvalho:  28 pontos

Battaglia:                   9 pontos

Gelson Martins:        4 pontos

Bas Dost                      3 pontos

Gelson Dala:                1 ponto

Acuña                            1 ponto

Piccini                            1 ponto

 

Breves comentários:

  • Não deixa de ser curioso que o elemento mais votado, a larga distância dos restantes, tenha sido igualmente aquele que figura há mais tempo no plantel leonino.
  • Fiquei surpreendido com a baixíssima votação de Gelson Martins, que considero injusta.
  • Mais surpreendido fiquei com a irrelevância de Bas Dost, artilheiro da equipa, aos olhos dos nossos adeptos.
  • Surpreendem também as exclusões de Fábio Coentrão e Coates.
  • A menção a Gelson Dala só pode ser entendida como brincadeira.
  • Mais de metade dos nomes referidos são reforços desta época, confirmando-se assim a satisfação dos adeptos pelas contratações efectuadas durante o defeso.

Fica aberta a partir de agora a discussão sobre estas escolhas nesta caixa de comentários.

 

Quem são os três melhores?

Decorridas oito jornadas do campeonato, e estando portanto já quase superado um quarto da prova, creio ter chegado a altura de questionar os nossos leitores sobre quem consideram ser os três melhores jogadores do plantel leonino. Por ordem decrescente e mencionando apenas três, se não se importam.

Estou curioso por saber as vossas opiniões. E desde já prometo que voltarei a fazer um teste semelhante quando estiver cumprida metade da Liga 2017/2018. Para irmos comparando umas apreciações com outras: julgo que valerá a pena.

Os nossos jogadores, um a um

Outro empate do Sporting no campeonato - o segundo consecutivo. Desta vez em casa, frente ao FC Porto.

O primeiro clássico da temporada foi dominado na primeira parte pelo portistas, conseguindo o Sporting supremacia em largos períodos do tempo complementar. Mas o nulo inicial não chegou a ser desfeito.

Nota negativa para as fracas exibições de vários dos nossos jogadores. Ou por cansaço físico ou por acusarem em excesso a responsabilidade deste jogo.

Nota negativa também para a ausência de Fábio Coentrão do onze titular. Começa a ser intrigante - e preocupante - a condição física do lateral esquerdo.

Para mim o melhor dos nossos foi Rui Patrício.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (8). O nosso guardião esteve ao seu melhor nível. Travou sempre com sucesso os duelos com os avançados adversários. Evitou três golos quase certos (40', 44', 79'). O melhor Leão em campo.

PICCINI (6). Travou um duelo duríssimo com Brahimi, que lhe deu sempre muita luta. Não se saiu mal neste combate com um dos extremos mais acutilantes do campeonato português.

COATES (6).  Exibição oscilante, mas com momentos de grande fulgor, nomeadamente quando fez um corte providencial. Sempre que pôde, ajudou a empurrar a equipa para a frente.

MATHIEU (7). Voltou a ser o melhor do quarteto defensivo. Ganhou todos os duelos com a bola no ar e revelou a habitual precisão de passe. Acabou o jogo a fazer também de lateral esquerdo improvisado.

JONATHAN SILVA (3). O pior desempenho do onze titular. No primeiro tempo, em especial, teve momentos desastrosos. Melhorou um pouco na segunda parte, quando actuou quase só como médio ala.

WILLIAM CARVALHO (7). Contribuiu para a boa organização leonina do segundo tempo ao recuperar bolas e colocá-las com visão estratégica nas posições mais avançadas. Revelou grande fulgor físico.

BATTAGLIA (4). A pior exibição do médio argentino desde que joga de verde e branco. Na primeira parte, em particular, quase nada lhe saiu bem. Nem passes, nem bolas disputadas, nem aceleração de jogo.

GELSON MARTINS (6). Procurou sempre dinamizar a equipa, mas abusou das fintas inconsequentes, com alguma falta de objectividade. No entanto, envolveu-se muito no processo defensivo. Sem acusar cansaço.

ACUÑA (5). Jogou em sub-rendimento, acusando desgaste físico. Mas foi sempre muito combativo, embora com manifesta crise de inspiração em determinados lances cruciais.

BRUNO FERNANDES (4). O nosso médio mais criativo ficou muito aquém do que esperávamos dele. Pior momento: quando desperdiçou a melhor oportunidade de marcar, aos 59'. Substituído aos 62'.

BAS DOST (5). Cinco jogos sem marcar. Com espírito de equipa, integrou-se no processo defensivo. Mas anda com défice de golos. Podia ter marcado aos 59', mas Bruno foi egoísta e não lhe passou a bola.

BRUNO CÉSAR (6).  Entrou aos 62', substituindo Bruno Fernandes, e acelerou o jogo, conferindo acutilância à ala esquerda, onde se integrou com desenvoltura na melhor fase do Sporting neste clássico.

PODENCE (-).  Entrou aos 90', substituindo Acuña. Opção inexplicável, quando precisávamos de marcar um golo e não de queimar tempo. Mal chegou a tocar na bola. 

Olheiro de Bancada - VII

Após o empate que mais soube a derrota, fiquei de tal maneira em choque que nem tive coragem para escrever e perguntar aos adeptos leoninos qual foi o melhor jogador do Sporting, no sofrível jogo de ontem.

Vim hoje ainda com tristeza, mas pronto tem de ser.

Então digam lá, quem foi para "voceses" - como se diz na minha aldeia - o melhor jogador leonino?

Fico à espera!

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