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És a nossa Fé!

Olheiro de Bancada - XI

Sei que estou ligeiramente atrasado neste rubrica. Todavia ontem à noite estava longe de Lisboa, vi o jogo pela televisão mas sem qualquer acesso à Interb«neet. Desde já as minhas desculpas aos leitores.

Mas pronto... após este empate, que para mim soube a derrota, se bem que o ano passado tívessemos perdido em casa com esta mesma equipa, venho mui humildemente perguntar a todos os sportinguistas qual foi o melhor jogador leonino na partida de ontem à noite?

Aguardo com expectativa as vossas respostas.

Hoje giro eu - O onze sombra

Uma equipa de futebol não são apenas os onze que habitualmente são titulares. Os restantes jogadores valem por aquilo que mostram quando têm a oportunidade e, não jogando, pelo desejávelmente bom ambiente que criam no balneário. Jogadores há que funcionam como verdadeiros talismãs quando provenientes do banco de suplentes. Este tipo de armas-secretas habitualmente produzem mais quando chamados a intervir durante o jogo. Desse rol, quem não se lembra do brasileiro do FC Porto, Juary, marcador do golo da vitória na final de Viena e, no ano anterior, autor de um "hat-trick" contra o todo poderoso Barcelona, sempre saído do banco?

O treinador tem um papel essencial na manutenção de um ambiente saudável no grupo de trabalho e no garantir que todos os jogadores se mantêm focados no objectivo. Ser um catalizador, não um inibidor, aglutinar em vez de dispersar. Reparem que não toquei propositadamente no tema da motivação (étimo "moto") porque esta é intrínseca (como a própria palavra indica), cabe a cada futebolista ter uma personalidade capaz de absorver as contrariedades do dia-a-dia e transformá-las em oportunidades.

Assim sendo, precisamos de um "shadow eleven" empenhado, focado, motivado e comprometido com o clube. Nesse sentido, o treinador não deve dramatizar quando lhe falta algum dos titulares, de forma a que quem entra se sinta importante. Se um jogador pressente que o treinador desconfia dele, vai render menos.

E o Leitor, o que pensa disto? Em quem, dos habituais não titulares, os nossos Leitores depositam FÉ em vir a constituir-se como uma surpresa positiva?

 

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Os nossos jogadores, um a um

Vitória arrancada a ferros em Vila do Conde. Vitória imerecida, perante uma equipa que jogou melhor que o Sporting, pressionou mais, rematou muito mais e teve mais posse de bola.

Uma vitória só conseguida graças à excelente exibição de Rui Patrício, que impediu por quatro vezes a bola de entrar na baliza à sua guarda.

Jorge Jesus repetiu o onze titular da goleada frente ao Chaves, domingo passado, mas desta vez sem sucesso. O Rio Ave é uma equipa bem superior aos flavienses e dominou nas transições defesa-ataque perante um meio-campo leonino muito desguarnecido, com William Carvalho desamparado.

A entrada de Battaglia logo a abrir o segundo tempo melhorou o nosso jogo mas continuámos ineficazes no plano ofensivo. Até aos 85', quando Bas Dost conseguiu enfim o golo solitário que nos valeu três pontos.

Um resultado bem melhor do que a exibição. E muito melhor do que a derrota que ali sofremos faz agora um ano.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Rui Patrício.

 

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RUI PATRÍCIO (9). Exibição muito próxima da perfeição. Com defesas extraordinárias aos 32', 48', 84' e 90'. Muito atento entre os postes, agilíssimo, com excelentes reflexos, evitou quatro golos.

PICCINI (6). Quase intransponível, sempre muito atento. Bons cortes aos 49' e 60'. Faltou-lhe ousadia nas incursões atacantes. Atravessava o melhor período neste jogo quando se lesionou com gravidade.

COATES (6).  Não comprometeu na manobra atacante e tentou marcar, sem sucesso, nas bolas paradas ofensivas. Não pareceu ressentir-se da troca de Mathieu por André Pinto como parceiro no eixo da defesa.

MATHIEU (4). Parecia longe da melhor forma logo desde início. E comprovaram-se os piores receios aos 28', quando se agarrou à perna, sentado no chão. Parece lesão complicada. Foi rendido por André Pinto.

FÁBIO COENTRÃO (6). Desta vez aguentou em campo a partida inteira. Mas já actuou em esforço nos últimos minutos. Cumpriu o essencial da missão ao policiar o seu flanco. Faltou-lhe progredir no terreno.

WILLIAM (6). Muito solitário a enfrentar a pressão do meio-campo adversário no primeiro tempo. Melhorou com a entrada de Battaglia. Foi um dos elementos mais pendulares. Faltou-lhe eficácia nos passes longos.

BRUNO F. (4). Voltou a ficar muito aquém daquilo que a equipa precisa para ganhar dinâmica e criatividade ofensiva. O melhor que fez foi um bom cruzamento para Bas Dost aos 47'. Substituído aos 82'.

GELSON (5). Correu muito, quase todo o jogo. Mas quase sempre de forma inconsequente. Muito marcado à frente, apoiou sempre a equipa quando recuava, ajudando a fechar os acessos à nossa baliza. 

ACUÑA (7). Fundamental na vitória ao participar na construção do golo. Recuou com frequência, em apoio a Coentrão. Forte disparo, aos 31', pouco acima da barra. Excelente passe no último minuto para Doumbia.

PODENCE (5).  Entrou muito bem na partida, com excelentes apontamentos técnicos, mas foi-se eclipsando a partir dos 20 minutos, dando a ideia de que não se recompôs de um choque. Saiu ao intervalo.

BAS DOST (7). Voltou a ser decisivo ao apontar o golo da vitória já perto do fim, o que sucede pela terceira vez nesta Liga. Ainda assistiu Bruno Fernandes num golo que acabaria invalidado por fora de jogo.

ANDRÉ PINTO (5). Aos 28', saltou do banco por lesão de Mathieu. Antes só tinha jogado seis minutos para a Liga. Sem grandes rasgos mas, apesar de dextro, não comprometeu na ala esquerda do eixo defensivo.

BATTAGLIA (7). Com ele em campo, a partir dos 28', a equipa ganhou intensidade, organização e consistência. Fundamental na jogada do golo, iniciada e quase concluída por ele ao assistir Bas Dost.

DOUMBIA (4).  Entrou só aos 82', substituindo Bruno Fernandes. Falta-lhe entrosamento com os colegas e alguma consistência táctica. No último minuto, bem servido por Acuña, falhou o golo.

Olheiro de Bancada - X

Ai, ui, safa, bolas, xiiii, gooooooolo e finalmente ufa.

Estas interjeições foram hoje sobejamente utilizadas, segundo sei e imagino.

Estou longe e sem possibilidade de ver o jogo mesmo na televisão. Mas tudo isso não impede de regressar aqui e perguntar aos sportinguistas, repito aos sportinguistas, qual foi o nosso melhor jogador nesta dificílima vitória em Vila do Conde?

Calculo uma enorme confluência de ideias e atletas. Mas vou aguardar pelas respostas dos meus amigos.

 

 

Olheiro de Bancada - IX

Após esta saborosíssima vitória contra a sempre difícil equipa do Chaves, que mostrou em campo boa organização, mas muitas fragilidades defensivas, venho a terreiro fazer a costumada pergunta: quem foi o melhor em campo nesta goleada?

Na última vez que coloquei uma pergunta igual não consegui responder porque estava num local onde não há acesso à internet. Mas contabilizei todas as indicações.

Desta vez penso responder a todos, como é meu hábito.

Vá lá... toca a opinar, que desta vez cheira-me que haverá diversos candidatos... Ou talvez não!

Hoje giro eu - A estratégia, a aleatoriedade e o treino da mente

Qual o papel de um treinador no sucesso/insucesso de uma equipa? Aqui há tempos, Mourinho revelou um episódio passado na final da Liga Europa, quando o Manchester United defrontou o Ajax de Amesterdão. Estava o treinador português abespinhado por ver Mkhitaryan, em vez de Ander Herrera, dentro da área adversária aquando da marcação de um canto favorável ao Man U - na preparação do jogo, Mourinho tinha definido que o arménio, juntamente com dois defesas, ficaria fora da área, protegendo a transição holandesa - quando Mkhitaryan fez-se à bola e marcou o golo que selaria o 2-0 final. O basco Herrera aproximou-se do banco e explicou a Mourinho: "troquei com Mkhitaryan porque este já tinha um cartão amarelo e se o Ajax saísse para o contra-ataque poderia ser obrigado a fazer falta e ser expulso, deixando-nos a jogar com menos um."

É evidente que Mourinho teve um papel importante na estratégia, no plano de jogo: bloqueou a saída de bola holandesa - Peter Bosz encarregara a De Ligt, central direito, essa missão e o treinador português colocou sempre jogadores na sua frente obrigando o outro central, menos técnico, a conduzir a primeira fase de ataque - e mandou os seus defesas sobrevoarem a bola por cima do seu meio-campo, de forma a evitar as transições rápidas do Ajax. Mas, a pequena estória aqui contada demonstra duas coisas: o jogo tem muito de aleatório; feliz o treinador que tem jogadores em campo que sabem ler o jogo e o que é necessário fazer a qualquer momento.

Mais do que treinar uma equipa, o treinador tem o papel fundamental de adestrar a mente dos seus atletas. Quanto melhor estes souberem compreender o jogo, mais perto do sucesso estará o treinador e, por conseguinte, a sua equipa. Talvez por isso, jogadores como Franco Baresi, Paolo Maldini, Andrea Pirlo, Paulo Sousa (e hoje Herrera) foram tão relevantes: eles eram o prolongamento do treinador no terreno de jogo. Por oposição, a ausência total dessa faculdade faz com que jogadores a quem reconhecemos enorme qualidade técnica simplesmente nunca alcancem o topo. 

 

Os melhores: Rui Patrício, Mathieu, Bruno

Conforme prometido, divulgo hoje o resultado o inquérito promovido aqui há três dias, junto dos nossos leitores e dos meus colegas de blogue, sobre os melhores jogadores do Sporting nesta época 2017/2018, quando vai decorrido cerca de um quarto do campeonato.

Houve muitas respostas, como previ. Correspondendo ao meu pedido para a indicação de três nomes por ordem decrescente.

Decidi atribuir três pontos ao jogador mencionado em primeiro lugar, dois ao que figurava em segundo e apenas um ao que ficou em terceiro.

 

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A classificação ficou assim estabelecida:

 

 

Rui Patrício:             44 pontos

Mathieu:                   35 pontos

Bruno Fernandes:  28 pontos

William Carvalho:  28 pontos

Battaglia:                   9 pontos

Gelson Martins:        4 pontos

Gelson Dala:                1 ponto

Acuña                            1 ponto

 

Breves comentários:

  • Não deixa de ser curioso que o elemento mais votado, a larga distância dos restantes, tenha sido igualmente aquele que figura há mais tempo no plantel leonino.
  • William e Bruno Fernandes recolheram o mesmo número de votos. Para efeitos de pódio, apliquei o seguinte critério de desempate: o do número de leitores/autores que votaram em cada um. Bruno ultrapassou o colega pois foi mencionado por 17 pessoas, enquanto William só foi referido por 13.
  • Fiquei surpreendido com a baixíssima votação de Gelson Martins, que considero injusta.
  • Surpreendem também as exclusões de Bas Dost e Coates.
  • A menção a Gelson Dala só pode ser entendida como brincadeira.
  • Metade dos nomes referidos são reforços desta época, confirmando-se assim a satisfação dos adeptos pelas contratações efectuadas durante o defeso.

Fica aberta a partir de agora a discussão sobre estas escolhas nesta caixa de comentários.

 

Quem são os três melhores?

Decorridas oito jornadas do campeonato, e estando portanto já quase superado um quarto da prova, creio ter chegado a altura de questionar os nossos leitores sobre quem consideram ser os três melhores jogadores do plantel leonino. Por ordem decrescente e mencionando apenas três, se não se importam.

Estou curioso por saber as vossas opiniões. E desde já prometo que voltarei a fazer um teste semelhante quando estiver cumprida metade da Liga 2017/2018. Para irmos comparando umas apreciações com outras: julgo que valerá a pena.

Os nossos jogadores, um a um

Outro empate do Sporting no campeonato - o segundo consecutivo. Desta vez em casa, frente ao FC Porto.

O primeiro clássico da temporada foi dominado na primeira parte pelo portistas, conseguindo o Sporting supremacia em largos períodos do tempo complementar. Mas o nulo inicial não chegou a ser desfeito.

Nota negativa para as fracas exibições de vários dos nossos jogadores. Ou por cansaço físico ou por acusarem em excesso a responsabilidade deste jogo.

Nota negativa também para a ausência de Fábio Coentrão do onze titular. Começa a ser intrigante - e preocupante - a condição física do lateral esquerdo.

Para mim o melhor dos nossos foi Rui Patrício.

 

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RUI PATRÍCIO (8). O nosso guardião esteve ao seu melhor nível. Travou sempre com sucesso os duelos com os avançados adversários. Evitou três golos quase certos (40', 44', 79'). O melhor Leão em campo.

PICCINI (6). Travou um duelo duríssimo com Brahimi, que lhe deu sempre muita luta. Não se saiu mal neste combate com um dos extremos mais acutilantes do campeonato português.

COATES (6).  Exibição oscilante, mas com momentos de grande fulgor, nomeadamente quando fez um corte providencial. Sempre que pôde, ajudou a empurrar a equipa para a frente.

MATHIEU (7). Voltou a ser o melhor do quarteto defensivo. Ganhou todos os duelos com a bola no ar e revelou a habitual precisão de passe. Acabou o jogo a fazer também de lateral esquerdo improvisado.

JONATHAN SILVA (3). O pior desempenho do onze titular. No primeiro tempo, em especial, teve momentos desastrosos. Melhorou um pouco na segunda parte, quando actuou quase só como médio ala.

WILLIAM CARVALHO (7). Contribuiu para a boa organização leonina do segundo tempo ao recuperar bolas e colocá-las com visão estratégica nas posições mais avançadas. Revelou grande fulgor físico.

BATTAGLIA (4). A pior exibição do médio argentino desde que joga de verde e branco. Na primeira parte, em particular, quase nada lhe saiu bem. Nem passes, nem bolas disputadas, nem aceleração de jogo.

GELSON MARTINS (6). Procurou sempre dinamizar a equipa, mas abusou das fintas inconsequentes, com alguma falta de objectividade. No entanto, envolveu-se muito no processo defensivo. Sem acusar cansaço.

ACUÑA (5). Jogou em sub-rendimento, acusando desgaste físico. Mas foi sempre muito combativo, embora com manifesta crise de inspiração em determinados lances cruciais.

BRUNO FERNANDES (4). O nosso médio mais criativo ficou muito aquém do que esperávamos dele. Pior momento: quando desperdiçou a melhor oportunidade de marcar, aos 59'. Substituído aos 62'.

BAS DOST (5). Cinco jogos sem marcar. Com espírito de equipa, integrou-se no processo defensivo. Mas anda com défice de golos. Podia ter marcado aos 59', mas Bruno foi egoísta e não lhe passou a bola.

BRUNO CÉSAR (6).  Entrou aos 62', substituindo Bruno Fernandes, e acelerou o jogo, conferindo acutilância à ala esquerda, onde se integrou com desenvoltura na melhor fase do Sporting neste clássico.

PODENCE (-).  Entrou aos 90', substituindo Acuña. Opção inexplicável, quando precisávamos de marcar um golo e não de queimar tempo. Mal chegou a tocar na bola. 

Olheiro de Bancada - VII

Após o empate que mais soube a derrota, fiquei de tal maneira em choque que nem tive coragem para escrever e perguntar aos adeptos leoninos qual foi o melhor jogador do Sporting, no sofrível jogo de ontem.

Vim hoje ainda com tristeza, mas pronto tem de ser.

Então digam lá, quem foi para "voceses" - como se diz na minha aldeia - o melhor jogador leonino?

Fico à espera!

Os nossos jogadores, um a um

O Sporting não mereceu mais do que o pontinho que trouxe hoje de Moreira de Cónegos. Com Acuña fora do onze, Battaglia no banco de suplentes, o inútil Alan Ruiz a titular, Bruno Fernandes fora da posição 10, em que mais rende, e um sistema táctico incapaz de desmontar a teia montada pela equipa do Moreirense.

Talvez já a pensar naquilo que não devia (o jogo de quarta-feira em Alvalade frente ao Barcelona), Jorge Jesus descurou demasiado este desafio. Não é de mais lembrar que os campeonatos perdem-se ou ganham-se nestes jogos com equipas que alguns erradamente consideram "pequenas".

A ineficácia foi tanta que só conseguimos empatar graças a um autogolo. O resultado final, 1-1, é um castigo merecido para a nossa equipa, que deu 45 minutos de avanço ao adversário. Já vimos este filme noutros campeonatos.

Para mim o melhor dos nossos foi Rui Patrício.

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RUI PATRÍCIO (6). Sofreu um golo, em que nada podia fazer. Mas salvou pelo menos outro. Mostrou-se em boa forma.

PICCINI (4). Sem rasgos ofensivos, como já nos habituou. Cedeu todo o terreno ao marcador do golo do Moreirense.

COATES (5).  Podia ter feito melhor no lance do golo que sofremos, em que quase toda a nossa defesa foi apanhada desposicionada. Desta vez não fez a diferença à frente.

MATHIEU (6). O melhor do quarteto defensivo. Embora também abaixo da boa condição exibicional a que já nos habituou.

FÁBIO COENTRÃO (4). A novidade foi ter aguentado 90 minutos em campo. O golo do Moreirense nasce de um corte deficiente dele.

WILLIAM CARVALHO (6). Confinado a um combate desigual na primeira parte, cresceu de intensidade quando o nosso meio-campo conseguiu equilibrar-se. Fez o remate de que nasceria o nosso golo.

BRUNO FERNANDES (4). A mais fraca exibição em jogos oficiais desde que equipa de verde e branco. O melhor que fez foi marcar bem um livre directo, para defesa difícil do guarda-redes. Saiu aos 66'.

GELSON MARTINS (6). Procurou acelerar o jogo, mas desta vez foi incapaz de fazer a diferença. Mas foi dos mais inconformados. Merecia melhor sorte quando levou a bola a embater na barra, aos 67'.

BRUNO CÉSAR (3). Entrou como titular na posição de extremo-esquerdo, mas faltou-lhe inspiração e talento para romper a muralha defensiva contrária. Substituído aos 73'.

ALAN RUIZ (2). Jesus insiste em apostar nele e ele insiste em não corresponder. Foi titular como segundo avançado e com ele em campo o Sporting só jogou com dez. Não voltou do intervalo.

BAS DOST (4). Não foi bem servido pelos seus companheiros, mas a verdade é que parece andar desinspirado. Mais um jogo sem marcar. Nem andou lá perto.

DOUMBIA (4). Fez toda a segunda parte, substituindo Alan Ruiz. Menos posicional do que o holandês, foi igualmente inofensivo.

BATTAGLIA (5). Fora do onze titular, entrou só aos 67', rendendo Bruno Fernandes. Ajudou a tornar o nosso meio-campo mais compacto e imprimiu maior intensidade ao jogo leonino.

IURI MEDEIROS (2). Entrou aos 73' e teve uma actuação confrangedora, culminada já no tempo extra quando transformou uma das melhores oportunidades de golo num passe ao guarda-redes. Assim não.

Os nossos jogadores, um a um

Levámos enfim de vencida o Tondela em Alvalade. Após duas épocas em que tropeçámos frente a esta equipa.

O triunfo leonino começou a ser construído aos 12', com um tiro certeiro de Mathieu na conversão de um livre directo. E consolidou-se aos 72', com um remate-bomba de Bruno Fernandes, muito saudado pelos mais de 42 mil espectadores que esta noite acorreram a Alvalade.

Outro jogo sem sofrermos golos, comprovando-se a solidez da nossa defesa. E sem acusarmos o cansaço do jogo a meio da semana frente ao Olympiacos. Desta vez com Coentrão em campo, Iuri Medeiros no lugar de Gelson Martins, Battaglia e Doumbia no banco, Alan Ruiz e Bas Dost no onze titular.

O melhor, para mim, foi novamente Bruno Fernandes.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Pouco interventivo numa partida em que a equipa adversária não chegou a causar perigo. Quando foi preciso mostrou que estava lá.

PICCINI (6). Recuperou da lesão sofrida na jornada anterior. E apareceu de ânimo reforçado. Ainda com mais solidez a defender. E agora com mais critério nas incursões no ataque.

COATES (7).  Pouco exuberante desta vez nas incursões além da linha do meio-campo, mas de uma eficácia indiscutível no eixo da defesa. Travou tudo quanto havia para travar.

MATHIEU (8). Ganhou todos os lances aéreos, limpou a zona que lhe estava confiada e foi às dobras sempre que necessário. O melhor de tudo foi o grande golo que marcou, de livre, aos 12'.

FÁBIO COENTRÃO (7). Reapareceu e mostra-se cada vez mais confiante. Dominou o seu corredor, com inteligência e sabedoria. Falta-lhe apenas aprimorar a forma física para jogar os 90 minutos. Saiu aos 81'.

WILLIAM CARVALHO (8). Foi às segundas bolas e ganhou-as. Funcionou como tampão no corredor central. E lançou os companheiros na manobra ofensiva. Só lhe faltou marcar. Esteve quase, aos 83'.

B. FERNANDES (8). Começou como médio de transição, muito influente na construção ofensiva. A meio da segunda parte adiantou-se no terreno e assumiu-se como o melhor em campo. Marcou um golão aos 72'.

IURI MEDEIROS (5). Estreia pouco auspiciosa no onze titular deste campeonato. Teve muita dificuldade em libertar-se da marcação apertada que lhe fizeram na ala direita do ataque. Substituido aos 59'.

ACUÑA (5). Talvez o jogador que mais evidenciou sinais de fadiga após a jornada europeia. Podia ter marcado, no final da primeira parte, mas atirou ao lado. Segunda parte muito apagada.

ALAN RUIZ (4). Lento, previsível, sem capacidade de fazer a diferença nos confrontos individuais nem sequer nos remates de meia-distância. Fez um apenas, que foi defendido. Saiu aos 54'.

BAS DOST (5). Bem servido por Gelson Martins e Piccini, desta vez não chegou a marcar. O sistema de jogo do Tondela tolheu-lhe os movimentos e foi incapaz de se libertar das marcações.

BATTAGLIA (6). Rendeu Alan Ruiz aos 54', proporcionando que Bruno se adiantasse no terreno. Cumpriu a missão que lhe foi destinada: fazer a ligação entre o meio-campo e o ataque no eixo do terreno.

GELSON MARTINS (7). Substituiu Iuri aos 59' e logo imprimiu mais velocidade à equipa, arrastando os defesas contrários. Sem golos nem assistências, mas influente na dinâmica ofensiva dos 20 minutos finais.

BRUNO CÉSAR (5). Entrou para o lugar de Coentrão e deu conta do recado, demonstrando em dois ou três lances que é uma boa alternativa para esta posição. Como é para outras.

Olheiro de Bancada - VI

Finalmente à terceira foi de vez.

Num estádio muito bem composto - 42401 espectadores e CR7 - o Sporting levou de vencida, pela primeira vez na sua casa, a equipa do Tondela.

Com evidentes alterações no onze inicial, operadas por Jorge Jesus, é agora a hora dos sportinguistas virem aqui dizer quem foi o melhor jogador nesta noite.

O desafio está lançado. Aguardo então as vossas opiniões.

 

Hoje giro eu - Entrada de Leão

A melhor gestão que se pode fazer de uma equipa de futebol é entrar com tudo, marcar uma, duas, três vezes e depois descansar com bola.

Temos quatro jogadores com claro excesso de jogos/viagens. De entre eles, Gelson e Acuña serão os mais sacrificados, Coates e Bruno Fernandes não foram utilizados na jornada dupla das selecções. Desconheço o estado físico dos jogadores, mas tirar em simultâneo os dois alas parece-me demasiado arriscado. Pela sua morfologia, talvez Acuña possa resistir melhor à carga, mas fiel ao princípio enunciado no início deste Post, eu entraria com os dois e substituiria Gelson aos 45/60 minutos (e Acuña assim que possível). Bruno Fernandes, muito carregado, seria um dos dois jogadores que eu não faria alinhar como titular. Pô-lo-ia no banco e, caso houvesse necessidade, entraria no relvado. William e Battaglia podem tomar conta do meio-campo e daria a oportunidade a Iuri Medeiros de jogar solto por detrás de Bas Dost, tentando obter o tipo de desempenho com o açoriano que ainda não foi conseguido com Podence e, principalmente, Alan Ruiz. O outro jogador que pouparia seria Sebastian Coates. Jogador pesado e alto, tenho medo que os seus joelhos se ressintam de tanto jogo. Por outro lado, daria a oportunidade a André Pinto de ganhar a necessária rodagem, a fim de obter uma condição mais próxima da ideal para poder ser opção nos jogos difíceis que aí vêm,

Sábado, contra o Tondela, temos de dar tudo, desde o início, ser competentes em frente ao golo (desperdiçámos oportunidades "bárbaras" contra o Olympiacos) e, sobretudo, estar focados. Cada jogo deve ser visto como uma final, sem deslizes, distrações ou endeusamentos. O Olimpo já ficou para trás, agora é tempo de ter os pés bem assentes na terra.

Não podemos perder este "élan", este empolgamento, a relação de confiança que jogadores e equipa técnica têm sabido criar com sócios, adeptos e simpatizantes do clube. Eu sei que, dada a proliferação de jogos, a Vós jogadores vos começa a doer um bocadinho os músculos, mas ponham os olhos no exemplo dos atletas da Maratona: são mais de 42 km e ninguém pensa ou põe o foco na meta, mas sim no kilómetro seguinte que é preciso superar. No mundo da bola, o próximo Km chama-se Tondela!

 

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Os nossos jogadores, um a um

Conseguimos o principal: amealhar mais três pontos. Vitória tangencial e sofrida hoje em Santa Maria da Feira, onde na época passada fomos derrotados.

Desta vez vencemos 3-2: o Feirense foi a melhor equipa que defrontámos até agora (após Aves, V. Setúbal, V. Guimarães e Estoril). Com a particularidade de o golo decisivo - marcado por Bas Dost, de penálti - ter surgido no instante final da partida. Será já a estrelinha de campeão a brilhar para o Sporting?

Na primeira parte, não tivemos uma oportunidade de golo e deixámos até o Feirense dominar parte desse período. A nossa equipa só pareceu despertar após o intervalo, com dois golos em dois minutos marcados por Coates (62') e Bruno Fernandes (64'). Depois voltou a adormecer, crente na vitória antes do tempo. Distracção fatal: o Feirense conseguiu chegar ao empate. E os três pontos acabaram por ser arrancados a ferros.

O melhor voltou a ser Bruno Fernandes. Pelo segundo jogo consecutivo.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Grande defesa aos 34', fazendo a mancha com rapidez de reflexos. Sem culpa nos golos sofridos.

PICCINI (3). Mal conseguiu exibir-se em campo. Aos 20' já estava fora de combate, com uma lesão que o forçou a abandonar o jogo.

COATES (7). Grande exibição do uruguaio. Marcou o primeiro, na sequência de um canto. E conquistou o penálti que nos deu a vitória.

MATHIEU (4). Erro enorme aos 42', oferecendo a bola em zona proibida. Permitiu a manobra do adversário no primeiro golo. Batido no lance do segundo.

JONATHAN SILVA (5). Correu bastante, mas com falta de qualidade na construção. O segundo golo do Feirense nasce de uma perda de bola dele.

WILLIAM CARVALHO (6). Voltou um mês depois. Exibição regular na primeira parte, bastante melhor na segunda. Decisivo a lançar a bola nos momentos finais: daí nasceria o penálti que nos deu a vitória.

BATTAGLIA (6). Começou na posição que era de Adrien. Mas aos 24', com Piccini lesionado, passou a lateral direito, onde cumpriu a missão. Foi à frente sempre que pôde.

GELSON MARTINS (6). Muito marcado, esteve uns furos abaixo do que nos habituou. Ajudou a construir o segundo golo com um excelente cruzamento para assistir Bruno Fernandes.

ACUÑA (5). Tentou mais do que conseguiu, evidenciando sintomas de fadiga. Podia ter marcado, aos 76', mas a bola saiu ao lado da baliza. Deu lugar a Iuri aos 85'.

BRUNO FERNANDES (7). Tentou a meia distância, desta vez sem conseguir. Mas marcou um golo de inegável classe. Foi ele a bater o canto de onde nasceu o primeiro golo. E quase marcou aos 47'. O melhor em campo.

BAS DOST (6). Quase não se deu por ele em campo até ao momento decisivo em que marcou de forma irrepreensível a grande penalidade que nos valeu os três pontos.

ALAN RUIZ (4). Entrou aos 24', após a lesão de Piccini, colocando-se entre a linha de meio-campo e Bas Dost (com B. Fernandes a recuar). Nunca conseguiu ser eficaz. Jesus mandou-o sair aos 85'.

DOUMBIA (4). Rendeu Alan Ruiz aos 85', passando a jogar mais próximo de Dost. Mas já demasiado tarde para fazer a diferença.

IURI MEDEIROS (5). Substituiu Acuña aos 85'. Ainda teve tempo para cavar um livre em posição frontal, quase em cima da linha de grande área. Merecia mais tempo de jogo.

Os nossos jogadores, um a um

Quarto jogo do campeonato, quarta vitória. Missão cumprida ao derrotarmos o Estoril em casa, por 2-1, amealhando mais três pontos.

A vitória começou a ser construída muito cedo: aos 11' já vencíamos por 2-0. Com dois excelentes golos - o primeiro por Gelson Martins após primorosa assistência de Acuña, o segundo por Bruno Fernandes, na marcação de um livre directo.

O Sporting dominou toda a primeira parte mas adormeceu no recomeço da partida, por um lado em consequência da natural fadiga dos jogadores, após o desgastante jogo em Bucareste que ditou a nossa entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões, e por outro devido à convicção de que o triunfo já estaria conseguido. Perigosa ilusão: como a experiência nos indica, 2-0 é um resultado enganador.

E assim foi. Aos 85', também com um excelente golo, o Estoril reduziu. E os minutos finais foram de sofrimento em Alvalade, com vertiginosos lances de parte a parte. Que resultaram em dois golos, um em cada baliza - ambos invalidados pelo vídeo-árbitro por fora de jogo.

Interessa salientar que houve um final feliz para o Sporting. E justo, pois venceu a equipa que foi claramente superior em campo.

O melhor, para mim, foi Bruno Fernandes.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Exibição tranquila do nosso guarda-redes, que não foi chamado a intervenções muito difíceis e tem vindo a progredir na qualidade de reposição da bola em jogo. Sem culpa no golo sofrido.

PICCINI (6). Praticamente irrepreensível na missão defensiva e mais ousado nas acções ofensivas, embora ainda com algum défice de qualidade nos cruzamentos. Vai ganhando confiança de jogo para jogo.

COATES (7). Nem parecia o jogador intranquilo de há dias em Bucareste. Inspirado, atento, seguro, foi um pilar defensivo. E continua a tentar o golo em incursões à baliza adversária. Falhou por pouco aos 33'.

MATHIEU (8). Grande reforço do plantel leonino, já se tornou imprescindível na organização defensiva. Cortou tudo quanto havia para cortar, com rapidez e eficiência. E ajudou a dar profundidade ao ataque.

FÁBIO COENTRÃO (6). Interveio na construção do nosso primeiro golo, endossando bem a bola a Acuña. Fez valer a sua experiência em campo. Esgotado, acabou por ceder o lugar a Bruno César aos 61'.

BATTAGLIA (7). Destacou-se na marcação intensa ao portador da bola pelo corredor central, travando o passo aos adversários. Esteve em evidência também na construção, com garra e força anímica.

BRUNO FERNANDES (8). Com Adrien ausente, ocupou uma posição mais recuada face ao habitual. Decisivo na forma exemplar como marcou o livre de que resultou o segundo golo (11'). Pura classe: o melhor em campo.

ACUÑA (7). Velocidade, intensidade e grande destreza técnica. Partiu os rins ao lateral direito do Estoril. Assistiu Gelson no primeiro golo (3') e quase marcou também (84'). À beira da exaustão, saiu já no tempo extra.

GELSON MARTINS (8). Superior à época passada por não se limitar a assistir: também marca. Foi autor do primeiro golo leonino, venceu quase todos os confrontos individuais e deu uma preciosa ajuda à defesa.

ALAN RUIZ (5). Novidade neste jogo, como segundo avançado. Quase sempre um corpo estranho à equipa, deu pouca circulação à bola. Mas arrancou um livre precioso, de que nasceu o segundo golo. Saiu aos 67'.

BAS DOST (6). Não é um avançado egoísta: integra-se bem no colectivo. Mas hoje destacou-se sobretudo pelos golos que não marcou. Esteve quase, aos 88' e aos 90'. Marcou mesmo, no tempo extra, mas não valeu.

BRUNO CÉSAR (6). Rendeu Coentrão aos 61' e cumpriu a missão que lhe foi confiada, patrulhando bem o corredor esquerdo. Destaque para dois grandes cruzamentos, com passes longos, aos 72' e aos 89'.

PETROVIC (5). Em campo desde os 67', teve uma actuação muito posicional como médio defensivo. Correcta no essencial. Mas podia ter feito melhor para impedir Lucas de marcar aos 85'.

IURI MEDEIROS (-). Entrou no tempo extra, a dois minutos do apito final. Sem possibilidade de fazer praticamente nada. Mal chegou a tocar na bola.

Olheiro de Bancada - IV

O início do jogo fazia-me crer noutro resultado.

Todavia e como de costume (e com 10, já que Alan Ruiz raramente esteve em campo), o Sporting deixou-se embalar na canção do Estoril. E tremeu...

Portanto meus amigos sportinguistas, depois desta vitória sofrida, na vossa opinião quem foi, para vocês, o melhor em campo nesta tarde/noite?

Aguardo com alguma curiosidade as vossas respostas.

Os nossos jogadores, um a um

Foi provavelmente o melhor jogo do Sporting até agora no ano civil em curso. Correu tudo bem nesta deslocação da nossa equipa ao estádio do V. Guimarães, onde não ganhávamos desde 2013.

Saímos de lá com uma goleada: cinco golos sem resposta. Continuamos com a nossa baliza invicta ao fim de quatro jogos oficiais na nova temporada.

O triunfo desta noite começou a ser construído logo aos 3' com um grande golo de meia distância marcado por Bruno Fernandes, que bisou na segunda parte: foi ele o melhor em campo.

Também Bas Dost fez o gosto ao pé (e à cabeça) marcando dois golos. Leva já três na contabilidade oficial do campeonato: um por jogo, mantendo a média da época passada, em que foi o goleador da Liga.

Nem parecia a mesma equipa que empatou em Alvalade frente ao Steaua na terça-feira. E Jorge Jesus até não mexeu muito no onze titular: limitou-se a trocar Podence por Bruno como médio mais avançado, mandando Adrien e Battaglia jogarem mais próximos e invertendo as habituais posições em campo de Acuña (que jogou no corredor direito) e Gelson Martins (que alinhou à esquerda), potenciando as nossas manobras ofensivas pelo corredor central.

Continuamos na frente do campeonato. E agora mais convictos de que passaremos a pré-eliminatória da Liga dos Campeões no decisivo jogo de quarta-feira em Bucareste.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Manteve a nossa baliza novamente intacta - pelo quarto jogo oficial consecutivo. Um semideslize prontamente corrigido não chega para ensombrar uma boa exibição. Transmite segurança à equipa.

PICCINI (5). Estava a rubricar talvez a melhor exibição desde que chegou ao Sporting, sobretudo na vertente defensiva. Mas um péssimo atraso de bola que quase resultou em golo adversário, aos 57', revelou desconcentração inaceitável.

COATES (7). Maturidade, confiança, capacidade de comando no sector que lhe está confiado: o internacional uruguaio voltou a revelar tudo isto. Um pilar defensivo.

MATHIEU (7). Ganha todos os lances aéreos que é chamado a resolver. E tem precisão no passe e rapidez de execução - características que já fazem dele um elemento  imprescindível do nosso reduto mais recuado. Magoado, aos 84' deu lugar a André Pinto.

FÁBIO COENTRÃO (8). A melhor partida do ex-titular do Real Madrid desde que chegou ao Sporting. Foi um lateral dinâmico e criativo, sobretudo na primeira parte, com grande influência na manobra ofensiva da equipa. Conseguiu o livre que gerou o segundo golo e fez assistência para o terceiro. Saiu aos 78'.

BATTAGLIA (7). Não se limita a tapar bem o acesso dos adversários à nossa grande área nem a transportar bem a bola: também já faz lançamentos à distância com qualidade. Foi assim, num passe longo, que originou o nosso terceiro golo.

ADRIEN (7). Hoje combinou muito bem com Battaglia: a combatividade de ambos somou qualidade à dinâmica colectiva da equipa e foi essencial para ela. Exibição coroada com um toque suplementar de classe, ao assinar o quinto golo.

ACUÑA (6). Jogou "de passo trocado", actuando hoje pelo flanco direito - posição a que não está tão acostumado. Continua a marcar bem as bolas paradas: num desses lances, um livre em jeito de canto mais curto, assistiu Dost para o segundo golo leonino. Pena ter falhado depois um remate decisivo, com a baliza à sua mercê, atirando para a bancada. Substituído aos 62'.

GELSON MARTINS (7). Exibição um pouco mais apagada do que é habitual no primeiro tempo. Mas no segundo voltou a ser o jogador a que nos acostumámos: desequilibrador, veloz, com fintas estonteantes - desta vez pela ala esquerda. Teve intervenção decisiva no melhor lance colectivo do desafio, aos 85', culminado no quinto golo.

BRUNO FERNANDES (9). Foi titular, actuando entre a linha média e Bas Dost no eixo do terreno, e cumpriu de forma exemplar a missão. Desde logo com um pé canhão: aos 3', colocou a equipa a ganhar rematando com força e colocação a longa distância da baliza. Marcou outro golo, o quarto do Sporting, em moldes idênticos. E ainda levou a bola a embater na trave. O melhor em campo.

BAS DOST (8). O homem-golo está de volta - alguém duvidava? Elevou-se de forma exemplar, cabeceando para o melhor ângulo na sequência de um livre. Depois recebeu de Coentrão um centro bem desenhado, rematando para golo. Em quatro minutos, ampliou a vantagem leonina de 1-0 para 3-0. Tranquilizando de vez os adeptos.

IURI MEDEIROS (6). Substituiu Acuña aos 62'. Manteve a dinâmica da equipa, integrando-se bem no colectivo. Bom nas bolas paradas. Assistiu Adrien para o quinto golo. Podia ter marcado ele também, aos 79', mas atirou por cima.

JONATHAN SILVA (5). Rendeu Coentrão aos 78', sem o brilhantismo do colega, numa altura em que ao Sporting só interessava segurar a larga vantagem, doseando o esforço. Mesmo assim, ainda participou na construção do lance do quinto golo.

ANDRÉ PINTO (-). Estreia oficial do ex-central do Braga como jogador do Sporting. Substituiu Mathieu aos 84'. Escasso tempo em campo, não justificando classificação.

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