25 Jul 17

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27 Out 16

O João Mário! Esse sim!

Mas não há muito a fazer, resta acelerar a adaptação dos reforços e... comprar 2 laterais em Janeiro!


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29 Ago 16

A conversa da arbitragem é areia para os olhos. Não estavam habituados à normalidade de o Sporting ganhar clássicos. Pois é melhor habituarem-se. Rui Vitória, Nuno Espírito Santo, Casillas são verdadeiros gentlemen, na conversa habitual do comentário desportivo. Mas a verdade é que mal perdem (ou empatam) um jogo transformam-se em versões bem-falantes de José Mota, jorrando culpas para cima do árbitro. À terceira jornada, já vai um chinfrim sobre os árbitros que não acaba. E os calimeros somos nós.

 

O Porto perdeu porque não dá para mais. Começaram melhor, mas porque usaram uma táctica que ninguém aguenta 90 minutos contra equipas grandes: a pressão alta (altíssima). Toda a gente fala dos passes falhados do Sporting nessa altura. Não foram falhados. Foram interceptados pelos jogadores do Porto, que não deixavam o Sporting jogar. Pois, a pressão alta é muito gira, mas dá cabo do corpinho. Foi uma táctica tão boa no curto-prazo quanto péssima no longo-prazo. À meia hora de jogo estavam rebentados, tanto mais que já tinham feito uma coisa do género contra a Roma na terça-feira. Tal como no jogo com a Roma, ao fim de 20 minutos começaram a defender cá atrás e o Sporting começou a mandar. O Sporting joga melhor, tem mais rotinas. O Porto não tem. Os golos foram naturais e podiam ter sido mais, sobretudo na segunda parte. Na segunda parte, aliás, os jogadores do Porto não podiam com uma gata pelo rabo. Foi por causa disto, e duns jeitinhos que o Jesus deu no meio-campo, que perderam. Não foi por causa do árbitro.

 

Siga para bingo, que o pior está para vir: João Mário foi-se, Slimani foi-se e diz que Adrien também está a caminho. Jesus, agora é que é preciso mostrares o que vales: terás de montar um meio-campo novinho. Rapidamente e em força.


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27 Ago 16

...como eu aqui previ (e foi gozado). Foi por 40+5. Obrigado ao miúdo que passou de talentoso camisola 49 do Sporting B a camisola 10 da selecção campeã da Europa em poucos anos. Com a camisola listada, como sénior, fez 171 jogos. 


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Já confirmado oficialmente: João Mário vai ser jogador do Inter, com um contrato de cinco anos. Consuma-se assim a mais valiosa transferência de sempre de um jogador português a actuar no nosso campeonato. João Mário Eduardo, um dos indiscutíveis valores forjados na Academia leonina, campeão europeu de futebol, transfere-se aos 23 anos para o histórico clube italiano por 45 milhões de euros - incluindo cinco milhões por objectivos.

Deixando a grande distância aquela que era até agora a mais proveitosa venda do Sporting: a de Nani, em 2007, por 26,5 milhões.

 

Gostaria que João Mário - que permaneceu 14 anos de verde e branco, desde as nossas escolinhas infantis - tivesse continuado em Alvalade. Mas reconheço que esta transferência ocorre nas melhores circunstâncias para as duas partes - jogador e clube. Terminou o tempo em que a Academia leonina formava jogadores e via-os partir demasiado cedo, quase sempre por tuta e meia, sem lucrar com eles nem no plano financeiro nem no plano desportivo.

Enfim, um monumental golo marcado por Bruno de Carvalho, que continua a defender com profissionalismo e competência os interesses do Sporting Clube de Portugal. Ao invés da gestão de Godinho Lopes, que em 2012 vendeu irresponsavelmente 25% do passe de João Mário por 400 mil euros a um fundo de investimento. A troco de tão modesta quantia, e sem nada ter feito de relevante pelo jogador, esse fundo prepara-se agora para empochar 11,25 milhões - como se lhe saísse o totoloto e o euromilhões ao mesmo tempo, graças aos préstimos da anterior direcção, que tanto fez para afundar o Sporting.

 

Boa sorte, João Mário: bem a mereces. Continuarás a ser Leão de corpo e alma.


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26 Ago 16
As pérolas vão, a Academia fica.
Frederico Dias de Jesus

Hoje termina o percurso do João Mário de Leão ao peito. Na época 2013/2014, esteve emprestado ao Vitória de Setúbal. em boa hora fiz notar no dia 9 de Março de 2014 que "além de observar os nossos onze leões e torcer por eles, vou estar atento a uma pérola da Academia, o nosso João Mário. Dotado de uma técnica de passe impressionante, uma capacidade de temporizar o jogo, de pensá-lo, está alí um futuro patrão do meio campo ofensivo." Não estava enganado.

Depois desta época, seguiram-se duas de pura magia nos nossos relvados. E sempre, sempre com um garra inquestionável. E claro, a classe que está no seu ADN de jogador. Não minto, vou ter saudades. Ainda hoje, junto de um amigo, recordei aquela recepção magnifica que deu o primeiro golo do Sporting no Estádio do Dragão a época passada. E como esse podia recordar tantos pormenores que teve em Alvalade, fazendo levantar-me e comentar para o lado num típico "viste aquilo que ele acabou de fazer" - completamente eufórico. Saudade, é o último sentimento que o João Mário vai deixar em mim. Mais uma pérola da nossa Academia que parte para outro campeonato, para despertar em outros adeptos aquilo que fez connosco. Mais um exemplo que deve ficar afixado, numa imagem bem grande, nas paredes da nossa Academia. Respeitou sempre os adeptos, o clube, a instituição. Não deixou de treinar, não deixou de jogar. Chama-se formar Homens jogadores, tantas vezes na linguagem do Aurélio Pereira - como o tipo de jogador que o Sporting procura e quer fazer.

Saiu Homem. Saiu um grande jogador de futebol e campeão Europeu.

Desejo o maior dos sucessos desportivos ao João Mário. Que volte quando achar ser altura de reencontrar-nos. E nessa altura espero que também ele tenha uma fotografia do lado do Figo e do Ronaldo.

 

Mais uma pérola que vai. A Academia, essa fica. Sempre pronta a revelar novos talentos ao mundo do Futebol!

(Importa ainda dizer que o Presidente Bruno de Carvalho cumpriu o prometido. Deixou o jogador sair pelo seu valor. Tantos outros que saíram pela porta do cavalo por meia dúzia de tostões. Aqui nota-se a diferença de gestão, é apenas mais um detalhe.) 


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Que sejas muito feliz
Edmundo Gonçalves

E já sabes, quando quiseres, tens a porta sempre aberta.

 

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24 Ago 16

Hoje de manhã, ao ver as imagens publicadas na página oficial de Facebook do Sporting, referentes ao primeiro treino do nosso mais recente reforço, Joel Campbell, fiquei bastante preocupado por 2 motivos. E muito sinceramente até estranho os jornais não terem pegado nisto.

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Ora vejam só o ar de poucos amigos de William Carvalho. Pelas caras fechadas que se vêem na fotografia, o ambiente não deve ser o melhor.

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Estará João Mário já a preparar a sua ida para o Inter, aprendendo italiano com Schelotto?

PS: Peço desculpa por este estúpido exercício de recreação, mas foi só para saber o que sentem alguns jornalistas, quando inventam determinadas notícias que podemos encontrar em certos jornais ou programas televisivos.


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17 Ago 16
Loja dos trezentos
Pedro Correia

Vinte e cinco por cento do passe de João Mário  pertence a um fundo de investimento, pomposamente intitulado Quality Football Ireland Limited (QFIL). Esta percentagem foi alienada em 2012, durante o mandato de Godinho Lopes à frente do Sporting, pela módica quantia de 400 mil euros - avaliando portanto um dos mais promissores talentos da formação leonina num montante totalmente dissociado do seu valor real, como os factos não tardaram a demonstrar: 1,6 milhões de euros. Num tempo em que o nosso clube era visto como uma espécie de loja dos trezentos: as cláusulas de rescisão estavam fixadas em valores ridículos e até jogadores dos escalões da formação já tinham os respectivos passes em poder de entidades alheias ao Sporting.

Garantem alguns saudosistas do croquete que isto não era gestão danosa. Não sei então que nome lhe chamar.


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28 Jul 16

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 Foto A Bola

 

O chamado  "caso" João Mário - primeira telenovela da estação pateta do nosso jornalismo futebolístico, que vai abrir caminho a várias outras - acaba por constituir uma homenagem involuntária ao espírito combativo de Bruno de Carvalho por parte dos seus detractores.

Ao assumir a liderança do Sporting, em Março de 2013, o actual presidente leonino cortou radicalmente com péssimos hábitos instalados no clube - sobretudo ao nível da gestão dos seus principais activos, que são os jogadores.

Antes dele foi possível que um dos melhores defesas da nossa formação, Daniel Carriço, acabasse transferido por meros 750 mil euros, quando já era capitão da equipa. Hoje é um profissional cotado no campeonato espanhol, com duas Ligas Europas no seu currículo.

Antes dele foi possível outro grande defesa formado no Sporting, Eric Dier, ter um contrato de tal maneira lesivo para os interesses do nosso clube que encorajava qualquer agremiação inglesa a resgatá-lo por meros cinco milhões de euros. Assim sucedeu, com o Tottenham: Dier é hoje titular da selecção inglesa.

O Sporting, que foi sempre um clube formador por excelência, raras vezes colheu os frutos devidos dessa formação. Nenhum de nós esquece o que aconteceu com a venda de Cristiano Ronaldo, em 2003: aquele que viria a ser o melhor jogador do mundo foi despachado com apenas 18 anos, rendendo só  8,2 milhões de euros aos cofres leoninos. A pressa em vê-lo longe de Alvalade, por parte dos dirigentes da altura, foi imperdoável. Quase criminosa.

 

Bruno de Carvalho pôs fim a esta negligência lesiva dos nossos interesses. Actualizou salários, readquiriu passes dos jogadores, renovou contratos (o de João Mário teve a primeira actualização logo em Julho de 2013, quatro meses após a posse do presidente), subiu cláusulas de rescisão. Não voltará a repetir-se uma situação como a que nos levou a ficar privados do talento de Eric Dier após termos investido nele onze anos de formação.

Lembro-me bem do gozo generalizado de que foi alvo o presidente ao elevar as cláusulas a cada revisão contratual. Hoje os nossos principais rivais praticammesma política, sem que haja ninguém a gozá-los. Percebe-se porquê: isto defende os interesses de qualquer clube, por mais que possa desagradar a determinados empresários e a uma certa camada de agentes intermédios, pertencentes a uma clique parasitária que ambiciona enriquecer à custa do suor alheio.

 

Com João Mário, tal como sucedeu com outros jogadores de inegável valia, Bruno de Carvalho agiu com astúcia negocial mas de forma transparente, procurando acima de tudo defender o interesse do Sporting.

Antevendo as boas prestações do jogador na Liga 2015/16 e no Campeonato da Europa, o presidente actualizou o salário do nosso médio criativo e propôs-lhe a celebração de um novo contrato, prontamente aceite há menos de um ano. Um contrato que vincula até 2020 João Mário ao clube que o formou e fixa uma cláusula de rescisão inteiramente adequada ao seu valor. Nada mais natural, tratando-se daquele que é talvez o melhor activo do futebol leonino.

Na altura isto não suscitou o menor protesto por parte das virgens ofendidas que agora pululam por aí.

 

Dizem as notícias mais recentes que o empresário de João Mário terá recebido propostas de aquisição do jogador por parte de quatro dos maiores clubes europeus, oscilando entre 35 milhões e 40 milhões de euros. Sem perceberem, estes jornais vão prestando tributo à gestão de um presidente que tem conseguido valorizar como nunca os jogadores. Basta lembrar que há dois anos, sem acesso à equipa principal e pouco utilizado na equipa B, João Mário jogava por empréstimo no Vitória de Setúbal. Hoje é conhecido na elite do futebol europeu.

De que outro profissional do Sporting se podia dizer o mesmo antes de Março de 2013, quando seguíamos em décimo lugar no campeonato, não ganhávamos um só título interno desde 2008, havia cinco anos que permanecíamos fora do acesso à Liga dos Campeões e vendíamos jogadores ao desbarato - de  Matías FernándezRicky von Wolfswinkel - para cumprir elementares operações de tesouraria?

 

Hoje, apesar de continuarmos a honrar a pesada dívida que as gestões anteriores contraíram perante a banca, temos liquidez suficiente para recusar novas saídas de jogadores a preço de saldo, por mais que isso nos mantivesse nas boas graças dos empresários que só ambicionam somar milhões às suas contas bancárias.

Deixámos de estar com a corda na garganta, deixámos de agir em função do desespero de circunstância. A larga maioria dos passes dos nossos jogadores regressou à titularidade do Sporting. As renovações contratuais voltaram a defender os interesses do clube, sublinhando a nossa capacidade formadora, e beneficiaram igualmente os profissionais do futebol que servem da melhor maneira a instituição.

 

Hoje temos quatro futebolistas titulares da selecção que acaba de conquistar o cobiçado título de campeã da Europa.

Óptima notícia para os jogadores, cada vez mais valorizados - os “aurélios”, como orgulhosamente lhes chamamos em justa homenagem a esse grande descobridor de talentos que é o nosso Aurélio Pereira.

Óptima notícia para o Sporting, que vê reconhecida como nunca a sua excelência formadora e enriquecido o seu magnífico património humano.

Óptima notícia para todos nós, sócios e adeptos. Por vermos o clube bem gerido, a formação a produzir mais e melhores frutos e os patamares de exigência elevados como nunca.

 

Esperamos que seja uma via sem retorno. Para tornar cada vez mais distante aquele passado recente que nos deixou à beira do abismo.


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27 Jul 16
Novelas só em setembro
Francisco Chaveiro Reis

Aqui ficam as minhas modestas sugestões para títulos para notícias sobre João Mário, nos próximos dias:

 

João Mário e pai dizem que médio está feliz no Sporting mas fonte próxima do processo garante que não

João Mário é melhor em campo diante do Wolfsburgo mas mostrou-se claramente contrariado

João Mário aplaudido em Alvalade mas só pensa em sair porque não sente apoio

João Mário aumentado, fica ofendido por ganhar menos do que Cristiano Ronaldo

João Mário vendido por 59 milhões. Bruno não cumpriu promessa de vende-lo pela clausula

 

PS: Agora a sério. João Mário é um grande jogador, é natural que tenha ambição de ganhar mais dinheiro de jogar em ligas mais competitivas mas já deve ter percebido que não sai por tuta e meia. Num mercado que dá 120 milhões por Pogba e 90 milhões por Higuaín, um jovem número dez, campeão europeu, vale entre 45 e 50 milhões.


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Bom dia amigasss!
Paula Caeiro Varela

 

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Era só isto, obrigada. 


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Já não percebo nada
Francisco Vasconcelos

Então mas não era este mesmo João Mário, que se apresentou para treinar, que só porque falhou a apresentação, já estava a forçar a saída


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26 Jul 16

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25 Jul 16

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23 Jun 16

Estes são dias em que as transmissões diárias dos desafios do Campeonato da Europa permitem separar o trigo do joio. Ficamos a saber quem é que, no enxame de comentadores e "analistas" dos jogos, entende mesmo de futebol e quem não percebe patavina.

Neste segundo lote destaca-se aquele que é talvez o palrador máximo da pantalha. Fala na proporção inversa do que sabe. Ainda há dias, como se estivesse numa conversa de café, declarava que o problema da selecção nacional é "eles correrem pouco". E concluía, contemplando a própria imagem num monitor de estúdio e repetindo sempre cada frase para preencher tempo de antena: "Deviam correr mais, deviam correr mais..."

 

Entre os que percebem realmente de futebol destaco alguém que não costuma pavonear-se nas televisões. Refiro-me a José Ribeiro, editor-chefe do jornal Record. Na edição de hoje, este jornalista explica de forma consistente e credível por que motivo jogadores como João Mário e William Carvalho renderam muito mais na segunda parte do Portugal-Hungria do que na primeira.

Passo a citar, com a devida vénia:

«William transformou-se, durante a primeira parte, na segunda "vítima" de Moutinho (a primeira fora Danilo): como o médio do Mónaco não está a conseguir ser dinâmico, "esconde-se" em espaços muito recuados, originando redundância de posicionamentos e funções na primeira fase de construção. Portugal voltou a ressentir-se desse problema. (...) Há um jogo com Renato que, neste momento, nunca pode existir com Moutinho. [No segundo tempo] o jogo da selecção transformou-se. O corredor central passou a ter vida e dinâmica. João Mário cresceu para os patamares habituais, de craque. E finalmente viu-se uma equipa com argumentos para poder discutir resultados. Com William vigilante, a cobrir-lhe as costas, este duo dinâmico foi capaz de "queimar" linhas e levar a bola para a zona de finalização. Não foi por coincidência, foi pela acção directa de Renato. E mesmo "sem" André Gomes em campo, aqueles dois carregaram o jogo e levaram a bola para onde ela tinha de estar. Onde ela não chegava com Moutinho.»

 

Palavras de um atento e sábio leitor do jogo. Com ele é possível aprendermos alguma coisa. Com o outro, o tal que adora mirar-se no monitor, ninguém aprende nada.


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17 Jun 16
Balanço (28)
Pedro Correia

 

OS SEIS MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

João Mário, no V. Setúbal-Sporting [ver 1' 30'']

(6 de Janeiro de 2016)


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15 Jun 16
Até em Itália já gozam
Francisco Vasconcelos

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 "João Mário - Um dos poucos portugueses que demonstra mínimas ideias de jogo: deve ser por isso que Santos o tirou"


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08 Jun 16

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...e o resto é conversa. Aqui fica uma bela peça sobre o nosso maestro.


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07 Jun 16

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Balanço (18)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOÃO MÁRIO:

 

- Eu: «Boa parte do êxito do Sporting tem a ver com o desempenho deste jovem médio, que Jesus voltou a colocar na posição em que mais rende: junto à ala direita, como falso extremo, apoiando o ataque com sucessivas incursões para o eixo do terreno.» (25 de Outubro)

- Pedro Almeida Cabral: «Há uma intensidade de jogo que o Sporting há muito não tinha. Ontem, não se podia pedir mais a Slimani, Adrien e João Mário. Ganhámos. Ganhámos bem.» (22 de Novembro)

- João Távora: «Espera-se que Fernando Santos preste atenção àquele assombroso triângulo de meio campo composto por Adrien Silva, William Carvalho e João Mário.» (3 de Janeiro)

- Francisco Melo: «Ao assistir ontem a mais uma exibição categórica de Ronaldo, dei por mim a pensar em como temos de segurar, dê por onde der, o João Mário para a próxima época. Julgo que caminha, a passos largos, para ser aquele jogador de quem se dirá o Sporting é o João Mário e mais 10.» (13 de Abril)

- Marta Spínola: «Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!» (1 de Maio)

- Francisco Vasconcelos: «Sei que é complicado garantir que um jogador com tamanha qualidade e inteligência permaneça por cá muito tempo. Sei também que, por toda a classe que tem, quando partir vai deixar muitas saudades.» (6 de Maio)

- António Manuel Venda: «O Bryan Ruiz é um jogador fabuloso, o melhor entre os estrangeiros em Portugal, como o João Mário é o melhor entre os portugueses.» (18 de Maio)


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18 Mai 16
Na baliza
António Manuel Venda

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O mais novo dos meus quatro filhos, saindo do carro. Hoje dei com ele na escola a fazer remates a uma baliza. Estranhei, mas ele, mal me viu, tranquilizou-me: «Pai, sou guada-dedes!» E riu-se. Rimo-nos os dois. Ele quer mesmo é ser guarda-redes. E eu acredito que um dia estará na baliza do Sporting e da selecção nacional. Nas décadas de 2030 e 2040. Poderá assim no futebol compensar os falhanços do pai na literatura, num tempo em que já ninguém se lembrará de tais falhanços, daqueles à Bryan Ruiz contra o assustado Benfica da defesa em autocarro e com um camião de reserva. Com a diferença de que comparando com o pai a escrever o Bryan Ruiz é um jogador fabuloso, o melhor entre os estrangeiros em Portugal, como o João Mário é o melhor entre os portugueses. Quem fará de João Mário na equipa do Sporting do meu filho mais novo, daqui a 15, 20 ou 25 anos? E quem fará de Bryan Ruiz? Uma coisa é certa, seremos muitas vezes campeões.

 


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06 Mai 16

 

Golo de JOÃO MÁRIO

V. Setúbal 0 - 6 Sporting

6 de Janeiro de 2016, Estádio do Bonfim

 

Não só porque se trata de um grande golo, de um grande executante, que sem dúvida ficará na história como um dos melhores que formámos, mas também por ter sido marcado contra o nosso próximo adversário, numa das melhores exibições que realizámos esta época, aqui deixo mais um video.

Sei que é complicado garantir que um jogador com tamanha qualidade e inteligência permaneça por cá muito tempo. Sei também que, por toda a classe que tem, quando partir vai deixar muitas saudades.

Trata-se claramente de um atleta que por tudo o que já fez, como alguns dos seus colegas e muitos outros que por Alvalade passaram, merece o maior dos sucessos desportivos, sucesso esse que se espera que comece já este ano.

O que mais posso desejar é que, com os seus rasgos de inspiração e genialidade, continue a mostrar a grandeza do Sporting e da sua formação, seja por cá, no Verão em França, ou em outro local qualquer.


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01 Mai 16

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Fui ao Porto e voltei. Saí de manhã, aproveitei o dia pela zona do Dragão (tempo esplêndido), voltei à noite com os três pontos, e a memória de um grande Sporting.

A entrada foi atribulada e parte dos adeptos do Sporting entraram com o jogo já a decorrer. Enfim, clássicos a rever. Fiquei na caixa, na jaula, no que lhe quiserem chamar. Cantou-se, incentivou-se, saltou-se e gritou-se bastante três vezes. 

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Do Dragão: gostei do estádio, dizem-me que com o frio não é agradável, mas ontem não esteve frio. Do lugar onde estava, vi relativamente bem o jogo e a saída foi bastante tranquila.

No campo, o grande Sporting, o príncipe João Mário e seus companheiros. Estava tudo bem. Quem me conhece sabe que não entro em conversas de arbitragens, para bem ou para mal. Eu quero é ver golos e o Sporting ganhar, de preferência. Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!

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O terceiro golo. Depois de de se reclamar falta sobre Slimani, o jogo seguir e dar em golo, só podia acontecer histeria. Assumamo-lo: o terceiro golo foi a histeria nas bancadas. Por ser o terceiro, por poder significar um matar do jogo, por vermos a bola passar Casillas e a linha tão devagar que tudo podia acontecer, por nem acreditarmos num golo assim. Foi a loucura na arquibancada visitante.

Fui com amigas, encontrei amigos. Os nossos "vizinhos" dos blogs Bancada de Leão e A Norte de Alvalade são já dois amigos que gosto de rever em jogos do Sporting. Ficam as selfies da praxe.

Em suma, foi a minha estreia no Dragão, e não podia ter corrido melhor.

A reter, duas coisas: continuamos na luta, e sábado despedimo-nos dos jogos em Alvalade este campeonato. Enchemos o estádio para o aplauso que merece esta rapaziada? #euvoulaestar


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30 Abr 16
Mais 5 por rasta.
Luís de Aguiar Fernandes

Francisco, respondendo à tua pergunta...

(foto apanhada algures pelo facebook)

 


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Sexto clássico da temporada disputado pelo Sporting, quinta vitória leonina. Conseguida ao fim da tarde de hoje num estádio do Dragão a rebentar pelas costuras mas que se foi despovoando à medida que os minutos se escoavam, sobretudo depois de termos ampliado a nossa vantagem, cifrando o resultado em 3-1. Desde 1975/76 que não vencíamos os dois jogos do campeonato ao FC Porto - o que diz muito sobre o nosso desempenho nesta Liga prestes a terminar.

O resultado reflecte a clara superioridade dos Leões em campo, com excelentes exibições de João Mário (para mim o melhor em campo), Slimani (mais dois golos, somando já 26) e Adrien, uma actuação muito consistente de Wiliam Carvalho e Rui Patrício evidenciando grande forma. O triunfo começou a ser construído ainda cedo, aos 25', e ao intervalo vencíamos por 2-1. O desfecho da partida nunca chegou a estar verdadeiramente em causa, apesar da boa réplica que a equipa comandada por José Peseiro nos foi dando em certas fases do desafio.

Com este triunfo atingimos 80 pontos na Liga 2015/16 - mais 13 do que os portistas e mantendo a distância do líder, SLB. Faltam dois jogos para terminar o campeonato. Dois jogos que serão disputados como verdadeiras finais.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Uma defesa decisiva logo aos 7', transmitindo confiança à equipa. Voltou a evidenciar excelente forma noutras intervenções: aos 47', 74' e mesmo no fim da partida, já no segundo minuto do tempo extra.

SCHELOTTO (7). Já titular indiscutível como lateral direito, onde revela indiscutível dinâmica - não só no apoio ao ataque como na recuperação defensiva. Muito atento às coberturas. Grande centro aos 32': Slimani quase marcou.

COATES (7). Em destaque no eixo defensivo. Cortes oportunos aos 20', 42', 76', 80' e 90'. Protagonizou duas jogadas polémicas: uma resultou num penálti discutível sobre Brahimi, outra podia ter gerado uma grande penalidade sobre Aboubakar.

RÚBEN SEMEDO (7). Atento, dobrou bem os colegas dos flancos quando progrediam no terreno. Voltou a revelar bons apontamentos técnicos e segurança na reposição de bola, contribuindo para a nossa boa organização colectiva.

MARVIN (6). Menos ousado nas subidas no terreno do que Schelotto, revelou solidez e concentração na cobertura defensiva, combinando bem com os colegas do seu bloco. Compensa em concentração o que ainda lhe falta em rotinas.

WILLIAM CARVALHO (8). Serviu de travão às incursões adversárias no corredor central, forçando os portistas a procurar as alas. Recuperou várias bolas e passou-as quase sempre bem. O nosso primeiro golo nasce de um desses passes.

ADRIEN (8). O maior desequilibrador do meio-campo, funcionando com a categoria a que nos habituou. Alarga sempre o jogo leonino, como hoje ficou bem patente. Excelente abertura aos 32', originando uma das melhores jogadas do desafio.

JOÃO MÁRIO (9). Exibição superlativa, coroada com duas assistências para golo - aos 23', servindo Slimani com um cruzamento perfeito, e aos 85', lançando Bruno César com sucesso. Podia ter marcado logo aos 5'. Próximo da perfeição.

BRYAN RUIZ (7). Actuação esforçada, mas consistente, sem vedetismos. Foi dele a assistência para o segundo golo de Slimani, aos 44'. Quase repetia a dose aos 69': Casillas travou o argelino. Desempenhou boas missões defensivas.

TEO (6). O mais discreto dos nossos homens da frente. Procurou muito a bola, baralhou marcações, tentou servir bem os companheiros, mas sem a acutilância revelada noutros jogos. Cedeu o lugar a Bruno César aos 81'.

SLIMANI (9). É já o segundo melhor rematador do Sporting num campeonato deste século. Estreou-se hoje como artilheiro no Dragão, bisando. Forçou Casillas a soberbas defesas aos 32' e 69'. Quanto mais marca mais quer marcar.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou pouco mais de dez minutos mas foi quanto bastou para ser um dos protagonistas do encontro. Aos 85' marcou o terceiro golo com o seu pé-canhão (o esquerdo). Casillas ajudou, fazendo um frango.

GELSON MARTINS (-). Rendeu Bryan Ruiz aos 90', só para queimar tempo quando ao Sporting já só interessava segurar a vantagem confortável no marcador.

PAULO OLIVEIRA (-). Regressou à equipa, meses depois, mas nem chegou a tocar na bola. Esteve apenas um minuto em campo, tendo entrado para o lugar de João Mário.


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Gostei

 

De vencer mais um clássico. Foi a nossa quinta vitória da temporada frente às duas outras equipas consideradas grandes do futebol português. Uma vitória categórica fora de casa frente ao FC Porto, por 3-1. Uma vitória que gelou o Dragão - onde não ganhávamos há nove anos para o campeonato.

 

De João Mário. Uma partida fantástica do nosso internacional que hoje jogou essencialmente como ala direito, confirmando-se como o melhor jogador jovem do campeonato português - e também o melhor em campo neste clássico. Fez duas excelentes assistências para golo: aos 23' (o primeiro) e aos 85' (o terceiro).

 

De Slimani. O grande artilheiro desta ponta final da Liga 2015/16, sem sombra de dúvida. Hoje voltou a marcar mais dois golos: o segundo, de cabeça, foi extraordinário. Já soma 26: é o segundo melhor marcador do Sporting deste século, só ultrapassado por Jardel em 2001/02. E promete não ficar por aqui.

 

De Adrien. Outra grande exibição, deixando já antever um promissor Campeonato da Europa em França, onde será certamente titular. Fez tudo bem, como obreiro essencial da nossa organização colectiva. E com uma forma física invejável.

 

De William Carvalho. Também ele contribuiu - e de que maneira - para o indiscutível domínio leonino na faixa central do terreno, complementando as actuações de Adrien e João Mário. Foi ali mesmo que o Sporting começou por vencer este desafio.

 

De Rui Patrício. Teve defesas decisivas ao longo da partida. Aos 7', após recarga. Aos 47', num remate à queima-roupa. Aos 74', travando muito bem um livre directo. Transmitiu confiança à equipa.

 

Da qualidade global do jogo. Foi um verdadeiro clássico, intenso e emotivo, disputado com grande velocidade. Um bom espectáculo de futebol.

 

Da superioridade leonina. Fomos superiores em quase todas as etapas do jogo, excepto nos dez minutos que se seguiram ao golo solitário do FC Porto, obtido de grande penalidade. Com determinação, força de vontade e clara supremacia técnica.

 

Do factor sorte. Desta vez esteve do nosso lado. Com uma bola do FCP ao poste (por Herrera aos 7') e outra à barra (por Sérgio Oliveira aos 51').

 

Do entusiástico apoio dos adeptos leoninos. Alguns milhares de espectadores pintaram de verde as bancadas do Dragão e nunca deixaram de puxar pela nossa equipa.

 

De termos conservado a distância de dois pontos em relação ao SLB. Ultrapassámos o obstáculo mais difícil desta recta final da Liga, mantendo intactas as nossas aspirações ao título. O campeonato vai disputar-se palmo a palmo até ao fim. É, desde já, um dos mais renhidos de sempre.

 

De termos superado mais um marco. Nunca tínhamos ganho dois clássicos fora no mesmo campeonato. Superámos mais esta barreira. Com cinco golos marcados (três ao SLB, dois ao FCP) e só um sofrido (hoje, de penálti).

 

 

Não gostei

 

Do cartão mostrado a Adrien aos 73'. Uma jogada casual, como há centenas de outras em todas as jornadas, foi sancionada com amarelo por Artur Soares Dias. Não havia necessidade.

 

Da descrença do público afecto ao FC Porto. Mal Bruno César marcou o terceiro golo do Sporting, iam decorridos 85 minutos, registou-se uma debanda geral no Dragão. Interrogo-me se entre esses adeptos estaria o Miguel Sousa Tavares, que há quatro dias garantia no jornal A Bola: "Sosseguem, benfiquistas, o FC Porto vai travar o Sporting."


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Imaginem ...
Francisco Vasconcelos

Quanto valeria o João Mário se tivesse rastas?


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20 Abr 16
João Mário
Pedro Correia

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O melhor jogador jovem da Liga 2015/16, eleito em três meses consecutivos. Este sim.


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13 Abr 16
Antecipando o defeso
Francisco Melo

Rivalidades à parte, reconheço a Luís Filipe Vieira o mérito de, nos anos seguintes ao sobressalto financeiro gerado pelo consulado de Vale e Azevedo, ter conseguido segurar nos plantéis do Benfica os seus melhores jogadores. 

O Sporting só mais de 10 anos depois, na presidência de Bruno de Carvalho, é que começou a replicar esse bom exemplo (alguém apostava que William Carvalho iria durar mais do que uma época?).

Ao assistir ontem a mais uma exibição categórica de Ronaldo, dei por mim a pensar em como temos de segurar, dê por onde der, o João Mário para a próxima época. Julgo que caminha, a passos largos, para ser aquele jogador de quem se dirá o Sporting é o João Mário e mais 10.


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31 Mar 16
De besta a bestial
Pedro Correia

Exibição de João Mário no Portugal-Bulgária avaliada pelo jornal A Bola (26 de Março):

«Tentou a sorte, de fora da área, num disparo que ressaltou em Aleksandrov e deu canto. Nunca acertou um passe de rotura, nunca desequilibrou...»

Nota 4

 

Exibição de João Mário no Portugal-Bélgica avaliada pelo jornal A Bola (30 de Março):

«João Mário tem muitos poderes, mas não foi feliz com a Bulgária. Ontem, porém, mostrou que já não é principiante nesta selecção e vincou bem, entre estrelas, que não gatinha e não anda, já corre e há que contar com ele, não para o Euro, mas para ser titular no Euro. Começou à direita, mas foi à esquerda que logo aos 10 minutos disparou forte para defesa de Courtois. Não satisfeito, voltou a surgir em zona de finalização, mas não tocou a bola como queria e perdeu o tempo de contornar Courtois. Egoísmo não faz parte do seu vocabulário e assumiu papel de assistente, oferecendo o 2-0 a Ronaldo. Tentou fazer o mesmo aos 43', com cruzamento perfeito para André Gomes, mas o companheiro atirou por cima.»

Nota 7 (melhor em campo)

 


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24 Mar 16

João Mário eleito melhor jogador jovem de Fevereiro.

Atenção que é só rapaziada até aos 23 anos.

 

Será que alguém sabe de alguma coisa?...


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23 Mar 16
Ui. O que ele foi dizer!
Francisco Chaveiro Reis

 

Já anda por aí quem esfregue as mãos com as declarações de hoje de João Mário. Há quem pense que estas levarão a divisões internas no Sporting. Admito a visão do nosso camisola 17. Sanches pode não ter sido e pode não ser maldoso. Isso não o impede de ter feito uma entrada assassina sobre Ruiz ou de ter sido demasiado agressivo noutros lances, desse e de outros jogos. Sanches tem 18 anos, tem provavelmente um futuro radiante pela frente, e acredito que não seja maldoso. Mas devia ter sido expulso naquele e noutros jogos. E isso seria bom para ele crescer e aprender. Quanto a João Mário continuará a ser uma das nossas pedras preciosas rumo ao título. Sem represálias.


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20 Mar 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Arouca pelos três jornais desportivos:

 

João Mário: 20

Teo Gutiérrez: 19

Adrien: 17

William Carvalho: 17

Bruno César: 17

Coates 17

Bryan Ruiz: 16

Rui Patrício: 16

Rúben Semedo: 15

Schelotto: 15

Slimani: 14

Gelson Martins: 13

Aquilani: 12

Barcos: 12

 

Os três jornais elegeram João Mário como melhor jogador em campo.


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19 Mar 16

Mais uma goleada leonina neste campeonato (após o 5-1 ao V. Guimarães, o 6-0 ao V. Setúbal e o 4-0 ao Nacional). Esta sucedeu muito naturalmente contra uma das equipas com melhor prestação até agora na Liga 2015/16. O Arouca foi hoje vulgarizado em Alvalade pelo Sporting, que não deu espaço nem tempo de construção à equipa adversária.

Marcámos cinco golos e só sofremos um, aliás apontado em fora-de-jogo. Mas não fomos superiores apenas no marcador: fomos em tudo o resto. Manobra táctica, qualidade de circulação da bola, robustez psicológica. Exercemos domínio territorial absoluto, sobretudo na primeira parte. Os números não enganam: ao intervalo, já vencíamos por 4-0.

Algumas notas deste jogo: Bryan Ruiz voltou aos golos (e Alvalade rebentou em aplausos ao costarriquenho), Teo Gutiérrez fez a sua melhor actuação em jogos do campeonato nacional e Bruno César mostrou muita qualidade na ocupação do corredor esquerdo, em que foi senhor absoluto. Tudo isto somado a um William Carvalho em grande evidência na recuperação de bolas e na definição de linhas de passe, e sobretudo a um João Mário que continua a exibir categoria e classe. Marcou dois golos de belo efeito e foi essencial na manobra leonina entre o meio-campo e o ataque.

O melhor desta partida, na minha opinião, foi ele.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Não teve necessidade de intervenções vistosas neste seu jogo nº 255 do campeonato nacional, mas mostrou-se sempre muito atento entre os postes. Destaque para defesas aos 18', 56', 66' e 70'.

SCHELOTTO (6). Desempenho irregular. Parece funcionar aos solavancos: tão depressa faz um raide pela ala direita culminando num centro com perigo como se desconcentra no processo defensivo. Mas balanço positivo, ainda assim. Destaque para uma acção ofensiva aos 54'.

COATES (7). Parece sentir-se muito à-vontade como patrão da defesa leonina. Atento, concentrado, fazendo bom uso da sua elevada estatura (1,96m). Foi decisivo ao cabecear no lance do primeiro golo, dando até a sensação de ter sido ele a marcar.

RÚBEN SEMEDO (6). Um pouco mais discreto do que o seu colega do eixo central, faz no entanto uma boa parceria com ele. Não complica, não inventa, não atrapalha. Joga de forma simples, sem pensar na "nota artística", como ficou evidente nos cortes feitos aos 57' e 58'.

BRUNO CÉSAR (7). Grande exibição do brasileiro durante toda a primeira parte. Marcou dois cantos de que resultaram dois golos. Foi dono e senhor da ala esquerda, onde Jesus o colocou. Na segunda parte, já fatigado, esteve menos em evidência. Mas continuou a ser útil.

WILLIAM CARVALHO (8). Um pilar do onze leonino, onde desempenhou da melhor maneira a missão de médio defensivo. Recuperou bolas e lançou-as bem colocadas aos colegas da frente. Revela elevados níveis de confiança - o que se reflecte na organização colectiva do Sporting.

ADRIEN (7). Ainda sem estar ao melhor nível, após a recente lesão, protagonizou alguns lances que confirmam o seu talento. Nenhum tão notório como o do minuto 32: galgou mais de 20 metros tirando três adversários do caminho e fazendo uma soberba assistência para o segundo golo de João Mário. Saiu aos 61'.

JOÃO MÁRIO (8). Até há pouco parecia faltar-lhe veia goleadora. Hoje ninguém reparou nisso. Marcou dois golos - o primeiro aos 18', com execução perfeita, após passe de Teo; o segundo na sequência da primorosa assistência de Adrien. Sem falhar a pontaria. Superior nos movimentos interiores. Foi o melhor em campo.

BRYAN RUIZ (7). Ei-lo de regresso aos golos. E até começou por falhar, logo aos 4', quando cabeceou para fora a curta distância da baliza, em zona frontal. Mas aos 60' marcou mesmo, com um soberbo chapéu ao guarda-redes adversário. Saiu aos 71', muito aplaudido.

TEO GUTIÉRREZ (7). A melhor exibição do colombiano neste campeonato foi coroada por dois golos. Ambos marcados na sequência de cantos, aos 15' e 45'. Movimentou-se muito bem, baralhando marcações. Aos 81' ainda teve vigor para protagonizar um grande lance ao primeiro toque com Aquilani que merecia ter terminado em golo.

SLIMANI (6). Ficou em branco. E não pareceu nada satisfeito quando Jesus o mandou sair, iam decorridos 61'. Mas trabalhou com afinco para a equipa. Excelente passe de calcanhar para João Mário aos 21'. E boa tabelinha com Adrien na jogada do terceiro golo.

BARCOS (4). Substituiu Slimani, entrando numa fase em que o jogo leonino já estava muito pausado, na gestão da goleada. Talvez por isso acabou por dar pouco nas vistas. Ainda não foi desta que os adeptos do Sporting ficaram a perceber o que realmente vale em campo.

AQUILANI (6). Rendeu Adrien aos 61'. Sem brilhantismo mas bem inserido na manobra táctica da equipa, ajudou a dar consistência ao meio-campo. Grande jogada a meias com Teo, oferecendo de bandeja o golo que Gelson Martins desperdiçou.

GELSON MARTINS (5). Substituiu Bryan Ruiz aos 71'. Já tem feito a diferença. Desta vez não aconteceu. Muito bem servido por Aquilani aos 81', tendo apenas o guarda-redes pela frente, atirou para a bancada.


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Gostei

 

Da goleada. Vitória incontestável e categórica do Sporting esta tarde em Alvalade - e vão vinte, em 27 jogos da Liga 2015/16. Desta vez com cinco golos marcados (dois de Teo Gutiérrez, dois de João Mário e um de Bryan Ruiz) e apenas um sofrido. Reduzimos à insignificância o Arouca - que não sofria golos há cinco jornadas e tinha a quinta melhor defesa do campeonato - nesta que foi uma das nossas melhores exibições da temporada.

 

Da capacidade de finalização da equipa. O que faltou nos recentes confrontos com o V. Guimarães e o Benfica houve hoje de sobra: pontaria certeira às redes adversárias.

 

Dos golos marcados cedo. Aos 20' vencíamos por 2-0. E o intervalo surgiu já sob o signo da goleada: o marcador registava então 4-0.

 

De João Mário. Para mim foi o melhor em campo. Marcou dois golos (18' e 32') e participou na construção do quinto, conferindo o seu habitual toque de classe à organização ofensiva do Sporting.

 

De Teo Gutiérrez. Finalmente o colombiano fez uma grande partida de verde e branco para o campeonato. Boas movimentações na área, completando o trabalho de Slimani. Marcou duas vezes de bola parada, na sequência de cantos apontados por Bruno César. E fez uma impecável assistência para João Mário marcar, aos 18'.

 

De Bryan Ruiz. Depois de três jogos a falhar golos, reencontrou o caminho da baliza. Marcando o quinto e último golo leonino, aos 60', com excelente execução técnica. Saiu sob fortes e merecidos aplausos.

 

Da surpreendente entrada de Bruno César como lateral-esquerdo. Jorge Jesus baralhou todas as expectativas ao colocar o brasileiro no lugar que tem sido confiado a Jefferson (lesionado) e Marvin (castigado). Missão bem desempenhada: o ex-estorilista fechou muito bem o corredor e funcionou na prática como médio-ala durante a primeira parte, abastecendo o nosso tridente ofensivo. Marcou muito bem os cantos de que resultaram dois golos: o primeiro e o quarto.

 

De William Carvalho. Confirma-se: está de volta às grandes exibições. Voltou a acontecer hoje, desempenhando da melhor maneira a tarefa de médio de contenção. Com inegável qualidade de passe e um fulgor físico que merece registo.

 

Da entusiástica atmosfera em Alvalade. Terceira maior afluência de público desta temporada, com mais de 46 mil espectadores nas bancadas. A puxar pela equipa do princípio ao fim.

 

Da arbitragem. Há que reconhecer: Manuel Oliveira teve um bom desempenho que merece ser assinalado. Apesar de nem sempre ter sido bem auxiliado nas situações de fora-de-jogo. O golo do Arouca, com o marcador adiantado em relação à nossa linha defensiva, foi um desses casos.

 

Do nosso regresso ao comando do campeonato. Vantagem, ainda que provisória, para o Sporting - de novo no primeiro lugar.

 

 

Não gostei

 

Da apagadíssima exibição do Arouca. Nem parecia a mesma equipa que já venceu Benfica e FC Porto. Os jogadores estiveram tão apáticos como o treinador Lito Vidigal, que desta vez nem se atirou para a piscina, ao contrário do que sucedeu na partida da primeira volta contra o Sporting.

 

Dos erros nos nomes das camisolas dos nossos jogadores. Dir-se-ia uma brincadeira de Carnaval, mas já estamos quase na Páscoa. Terá sido uma campanha contra a contrafacção, mas pareceu-me de gosto duvidoso.

 

Que Slimani desta vez tivesse ficado em branco. Só faltou um golo do argelino para que a nossa festa em Alvalade fosse ainda maior.


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07 Mar 16

Só por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Benfica pelos três diários desportivos:

 

João Mário: 15

João Pereira: 15

Jefferson: 14

Rui Patrício: 14

Bruno César: 13

Slimani: 13

Ewerton: 13

Adrien: 12

William Carvalho: 12

Coates: 12

Schelotto: 10

Bryan Ruiz: 10

Gelson Martins: 9

Teo Gutiérrez: 8

 

A Bola e o Record elegeram João Mário como melhor sportinguista neste jogo. O Jogo não escolheu nenhum.


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05 Mar 16

Não gostei

 

Da derrota tangencial frente ao Benfica. A nove jornadas do fim, perdemos a liderança do campeonato. E registamos a segunda derrota na Liga 2015/16 - desta vez frente ao nosso mais directo rival.

 

Das oportunidades perdidas. Dispusemos de quatro ocasiões claras de golo: duas travadas in extremis pelo guardião adversário, Ederson, e duas desperdiçadas por Bryan Ruiz com a baliza inteiramente à sua mercê. Em alta competição estes erros pagam-se muito caro.

 

Do cartão vermelho perdoado a Renato Sanches. O jogador mais faltoso desta partida só viu um cartão amarelo aos 87 após ceifar Bryan Ruiz de forma implacável. Um lance que justificava vermelho directo. Mas a tradição manteve-se: nenhum jogador do Benfica é expulso neste campeonato. De forma insólita, o árbitro acabou por exibir o vermelho a Adrien, que já tinha sido substituído e se encontrava no banco de suplentes a assistir ao resto do encontro.

 

De Jonas. No primeiro minuto já estava a mergulhar na piscina, procurando iludir o juiz da partida, Soares Dias. Confirma-se: é incapaz de marcar nos jogos grandes.

 

De mais um jogo de Slimani sem marcar. O argelino, que trabalha cada vez mais para a equipa, bem tentou. Mas voltou a não conseguir interromper o jejum de golos.

 

De Teo Gutiérrez. Desta vez não foi titular. Entrou aos 59', substituindo Bruno César, sem ter feito praticamente nada digno de registo.

 

Das substituições. Ao contrário do que tantas vezes já aconteceu com Jorge Jesus, neste jogo não produziram efeitos positivos. Schelotto não foi melhor do que João Pereira e Gelson Martins não foi superior a Adrien.

 

De dois lances muito duvidosos. Eliseu terá cometido falta dentro da grande área sobre Adrien na primeira parte e Slimani foi alvo de uma placagem de Lindelof no segundo tempo também na grande área encarnada. Sem ver várias repetições dos lances não posso ter certezas mas pareceram-me faltas que ficaram impunes.

 

Da escorregadela de William que possibilitou o golo isolado do SLB. Azar notório do nosso médio, que até fez uma partida muito boa, acabando por empurrar decisivamente a equipa para o ataque no segundo tempo.

 

De continuar a perder mais pontos em casa do que fora. É um fenómeno que merece reflexão.

 

 

Gostei

 

Da segunda parte leonina. Pressionámos por completo: tivemos domínio total do jogo no tempo complementar. Faltaram os golos.

 

Do tiro disparado por Jefferson que embateu na barra benfiquista. Um remate fortíssimo aos 40' sem a menor hipótese de defesa para o guarda-redes adversário. A história do jogo teria sido bem diferente se esta bola tivesse entrado.

 

Do remate de João Mário que rasou o poste benfiquista. Forte e bem colocado, poderia ter dado golo ao Sporting aos 82' por parte do nosso jogador, que talvez mereça ser considerado o melhor elemento leonino em campo.

 

Do recorde de assistência esta noite em Alvalade. Um total de 49.699 espectadores, a maior receita de bilheteira registada nesta temporada.

 

Da merecida homenagem aos nossos Magriços ao intervalo.  Alexandre Baptista, Carvalho, Fernando Peres, Figueiredo, Hilário, João Lourenço e José Carlos, heróis do Campeonato do Mundo de 1966, receberam merecida ovação quando faltam só quatro meses para se assinalar o meio século da nossa bem-sucedida campanha em Inglaterra nesse ano em que subimos ao pódio mundial.


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26 Fev 16

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Foste grande em Leverkusen. Marcaste um golo e exibiste a tua classe frente à equipa germânica na Liga Europa. És um dos melhores jogadores da Liga 2015/16, sportinguista de raiz e coração. Tens bilhete assegurado para o Europeu de França, onde vais certamente evidenciar todos os atributos técnicos que te distinguem nos relvados portugueses.

Cumpriste ontem a missão frente ao Bayer: não era possível exigir-te mais. Agora vais concentrar-te no essencial: a conquista do título de campeão nacional. Sabemos que darás o máximo. Todos contamos contigo.


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06 Jan 16

Noite marcada pela excelente estreia de Bruno César com a camisola do Sporting. Noite marcada pela nossa maior goleada desta época até ao momento: seis golos sem resposta no estádio do Bonfim. O Vitória de Setúbal apenas conseguiu rematar uma vez à nossa baliza em 90 minutos.

Com uma excelente organização colectiva, o Sporting deu uma lição de futebol não só aos seus adeptos mas a todos os apreciadores do desporto-rei no nosso país. Num dos estádios mais difíceis do campeonato nacional, como é sabido.

Ao intervalo já vencíamos por 2-0, com golos de Slimani e Bruno César. Na segunda parte houve mais quatro - novamente de Slimani e de Bruno César, a que se juntaram remates vitoriosos de João Mário e Aquilani.

Em suma: exibição superlativa do meio-campo leonino, sem dúvida o que hoje exibe melhor futebol em Portugal. Domínio absoluto do corredor central e uma irrepreensível muralha defensiva. Quatro dias depois do nosso triunfo em Alvalade frente ao FC Porto, não podia ter havido forma mais feliz de começar o ano.

O melhor em campo, para mim, foi João Mário.

 

...........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Tranquilo. Fez a primeira defesa, sem qualquer dificuldade, quando já estavam decorridos 50'. Até ao fim do encontro, limitou-se a defender uma outra bola, aos 62'. Pouco mais foi do que um espectador do jogo.

JOÃO PEREIRA (7). Combativo. Foi senhor absoluto do seu corredor, permitindo-se constante incursões ofensivas sem prejudicar a missão defensiva. Está num bom momento de forma, tanto no aspecto físico como no plano mental.

PAULO OLIVEIRA (6). Atento. Tentou o golo duas vezes, na sequência de cantos - esteve quase a consegui-lo aos 34'. Impecável nas marcações, impôs-se naturalmente no confronto com os sadinos.

NALDO (6). Sereno. Vulgarizou por completo o coreano Suk, astro do ataque setubalense que empalideceu neste confronto disputado em Dia de Reis. Fechou com ferrolho o reduto defensivo do Sporting.

JEFFERSON (7). Aguerrido. Regressou à boa forma anterior, confirmando os atributos a cruzar a bola no flanco esquerdo. O nosso primeiro golo nasce de um excelente passe em profundidade que parte dos pés dele.

WILLIAM CARVALHO (7). Sólido. Outro jogador que parece recuperar a condição física e técnica que já demonstrou. Hoje foi um baluarte do nosso meio-campo defensivo, recuperando bolas e iniciando sem demora os lances atacantes.

ADRIEN (8). Comandante. Fez pressão alta no meio-campo, conduzindo os companheiros com a sua inegável qualidade de passe e as suas fintas em espaço curto. Saiu aos 77', sob uma enorme ovação, dando lugar a Aquilani.

JOÃO MÁRIO (9). Infatigável. Fez excelentes tabelinhas com Adrien e Bryan Ruiz. Preparou o segundo golo para Bruno César fuzilar (41'). Marcou um golaço aos 58'. E deu outro a marcar aos 85'. Foi o melhor em campo.

BRUNO CÉSAR (9). Fulminante. Estreia assombrosa do brasileiro que veio do Estoril. Aos 18', já fazia uma assistência para golo. Marcou com um rebate indefensável aos 41'. Repetiu a dose aos 60'. Saiu aos 70', entre fortes aplausos.

BRYAN RUIZ (8). Virtuoso. Partiu os rins a três defesas aos 17': era o sinal de partida para outra excelente exibição, marcada pela sua vincada qualidade técnica. Assistiu Slimani para o terceiro golo do Sporting (52'). Saiu aos 76'.

SLIMANI (8). Eficaz. Voltou a fazer o gosto ao pé com dois golos. Esteve quase a marcar um terceiro, só travado pela defesa da noite do guarda-redes sadino (73'). Foi também o primeiro a defender sempre que a equipa perdia a bola.

GELSON MARTINS (5). Discreto. Entrou aos 67', rendendo o estreante Bruno César. Ao contrário do que vem sendo costume, desta vez não deu nas vistas talvez porque já vencíamos 5-0 quando ele pisou o relvado.

MATHEUS PEREIRA (6). Irrequieto. Substituiu Bryan Ruiz aos 76'. Um pouco mais de um quarto de hora em campo - tempo suficiente, no entanto, para revelar alguns apontamentos de indiscutível qualidade.

AQUILANI (7). Desembaraçado. Rendeu Adrien aos 77'. Sete minutos depois rematou ligeiramente ao lado com um pontapé de primeira. Aos 85' marcou mesmo, após assistência de João Mário, com um bom pormenor técnico.


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