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És a nossa Fé!

Estive lá... e no domingo, ao Jamor, quem vai?

Estive lá, e só eu sei o que vivi em emoção. E depois, já muitos escreveram, e bem, sobre o assunto. Sobre andebol estamos conversados. Só ganhamos a Challenge e o campeonato nacional...falta a Taça de Portugal, já neste fim de semana. Mas, e domingo? Quem vai ao Jamor à final da taça de Portugal feminina? Eu vou lá estar. E lanço o repto a todos os sportinguistas para vestirem o Jamor de verde e branco...será um encanto! Aproveito para alargar a reflexão. A desilusão da equipa principal de futebol foi atenuada com sucessivas vitórias em diversas modalidades e escalões. Para se ver a importância que têm estes sucessos desportivos, basta ver o desdém com que os nossos adversários a eles se referem, numa espécie de "dor de corno" que lhes assenta muito bem. Por isso devemos apoiar tudo para ganhar tudo. Nem que seja ao berlinde. Cada êxito duma equipa do Sporting é uma espinha cravada na garganta dos nossos adversários. Efeito duplo: derruba-os e engrandece-nos. E é a partir de cada vitória destas que vamos gerando afirmação, atraindo atenção, criando simpatia, valorizando modalidades e atletas, ganhando poder. E colocamos a fasquia mais alta, tal alta que até pode contagiar aqueles que foram a tal desilusão. Se, no futebol, os nossos leões tivessem jogado com a determinação e o querer das nossas leoas, não estaríamos sujeitos a disputar o acesso à liga dos campeões, e teríamos porventura mais um título de campeões no museu do Sporting. Por isso devemos ir ao Jamor para fazer o que fizemos ontem em Odivelas do primeiro ao último segundo: apoiar incessantemente as nossas campeãs para a conquista da Taça de Portugal.

Os melhores golos do Sporting (19)

 

Golo de Rodrigo TIUÍ

Sporting - Porto

18 de Maio de 2008, Estádio Nacional do Jamor

 

(antes de começar, vejam o vídeo)

 

Quando penso no melhor golo do Sporting, não penso no mais bonito, não penso no que me fez saltar mais, não penso no mais importante. O melhor golo do Sporting é, para mim, aquele que se me vincou na memória, aquele que sai num primeiro impulso. Se me perguntassem e dessem trinta segundos para responder, eu provavelmente diria o golo de Acosta ao Porto, no ano do título, admiração que partilho com o Luciano. Mas logo de seguida, falaria do golo do Tiuí.

 

(agora é altura de ver o vídeo outra vez)

 

Os mais atentos lembrar-se-ão que passou pelo Sporting um jogador chamado Tiuí (até o nome parece de brincar). Muito por causa deste golo. Os que não se lembrarem do rapaz, não se preocupem que não perderam grande coisa. A final da Taça de que falo foi, para mim, inesquecível: foi a primeira vez que fui ao Jamor. Desde então, não falhei uma em que o Sporting por lá andasse.

 

(reparem na qualidade dos dois intervenientes: Djaló e Tiuí)

 

O jogo estava empatado e, a começar o prolongamento, lançamos um avançado que quase não marcava golos (assim de cabeça, só me lembro de um, ao Boavista em Alvalade, já perto final da época). Tirámos o Abel, metemos o Tiuí, para aproveitar a expulsão de um tripeiro. Na altura, pensei que estávamos só a equilibrar as coisas, mas o canhoto do penteado engraçado decidiu calar-me. 

 

(vejam como se lesiona depois de marcar)

 

Pouco depois do intervalo, golo do Tiuí. A loucura. Um golo um bocado às três tabelas. Não interessa, serve. Desço algumas três filas sem dar conta, abraçado ao meu primo e a desconhecidos. Mas não é esse o golo de que falo. Esse surgiu quando nós só já queríamos o fim do jogo. Contra ataque, três para dois, bola no Djaló (que a consegue dominar!), cruzamento desengonçado com o pé esquerdo, a bola ressalta e sobe, e o Tiuí faz uma bicicleta nas barbas do Quaresma. Golo, vitória, taça para nós. Não me lembro dos festejos, já só me lembro outra vez de estar em Alvalade e do Farnerud a atirar a camisola, os calções e até os chinelos para a superior.

 

(vejam só uma última vez, e reparem que tínhamos também colossos como o Gladstone e Grimi em campo)

 

Este é, para mim, um dos melhores golos do Sporting. Pela Taça que nos deu, pela minha primeira ida ao Jamor e sobretudo por ser tão inacreditável o Tiuí marcar de bicicleta aos tripeiros no Jamor como, a título de exemplo, o Xandão marcar de calcanhar ao futuro campeão inglês. Rodrigo, onde quer que andes (a wikipedia diz-me que pelo Japão, e nisto reparo que na melhor época de sempre deste ponta de lança, marcou nove golos), obrigado. Acredites ou não, não te esqueceremos por cá.

Ah, e não dizes nada do míster, nem do Marco e do Bruno

Calma. Agora é a taça, que eu tenho falhado posts vitais.

Marco Silva, Montero e Slimani deram-no-la e eu quero falar na taça. Não me alongarei, só quero também dobrar esse canto aqui no blog.

Fui ao Jamor. Cantei e saltei no início, e da segunda parte para a frente. 
Na primeira tive um momento de caminhar em direcção a uma luz. 2-0 e eu num túnel sem fim, a pensar que só queria estar num canto e morrer. Era isso, ia chegar a casa e avisar família e amigos: "vou ali morrer, não se preocupem. Amanhã é segunda feira e não me dava jeito viver depois deste resultado". Era o plano.

De repente, o intervalo. Deixei de caminhar em direcção à luz e juntei-me ao resto do estádio. Acordámos todos. Da minha parte pensei "espero que o responso ao intervalo seja valente" , "isto é inadmissível!" era o que eu lhes diria. "Estão a gozar com isto?!!" diria num tom baixinho mas já com algum ódio a aparecer-me nos olhos. E pronto, era esta a minha agressividade máxima. É por isso que não sou eu que lá estou. Adiante. 
A verdade é que não sendo uma grande jogatana, tudo junto, foi 'ma grande emoção. 
As pessoas saíram? Saíram saíram. E ao 2-1 algumas voltaram. O rapaz ao meu lado tentou, sem sucesso: "eu só não me vou embora porque não consigo sair daqui". E não saiu. No 2-2 abraçou-me e eu peguei-lhe pelos colarinhos: "está a ver como fez bem em ficar?!" 
E pronto, Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. 
A Taça é nossa. Fim.

A dúvida

Quem terá saído mais do Jamor com a cabeça inchada?

Os adeptos do Braga que a 6 minutos do fim, com 2-0 a seu favor, festejavam a mais que provável conquista da taça?

Ou aqueles adeptos do Sporting que foram abandonando o Jamor durante a 2ª parte e acabaram por perder os golos do Sporting e a conquista da taça?

É Taça, é Taça

Eu, ingénua que sou, ainda fico parva com capas de revistas que em vésperas de final da Taça tentam ridicularizar o Sporting. Não sejamos ingénuos, não é só uma biografia inocentemente publicada, é circo para muita gente. 

Mas mais incrédula fico com a desunião, com os meios para alcançar os fins numa altura destas. Falo das ainda existentes discussões entre sportinguistas sob o tema treinador/direcção. Todos temos direito à nossa convicção e opinião, naturalmente, mas faça-se uma pausa nisso por estes dias. 

Agora só me interessa o jogo, e o resultado favorável ao Sporting. Sem manias, nem certezas. Vão sete anos desde que abracei o meu pai na cabeceira do Jamor, depois do segundo golo do Tiuí ao Porto, e eu quero voltar a ter essa sensação. #EuVouLáEstar #EmModoJamor

Os nossos comentadores merecem ser citados

«É tempo de a final da Taça deixar de se disputar no Jamor. O estádio não reúne as condições mínimas a todos os níveis. Entrarem mais de 25.000 pelas portas da Maratona é um claro convite ao aparecimento de acidentes mortais. Provavelmente só quando houver algo de muito grave é que finalmente decidirão mudar. Solução muito simples: o Estádio da Luz. Maximiza o número de espectadores e certamente nada me daria mais prazer do que ganhar uma taça no estádio dos lampiões.»

João Pina Pereira, neste texto do Filipe Arede Nunes

Estádio do Jamor

Escrevi, um pouco mais abaixo, sobre a vergonha que foi (tem sido) a venda de bilhetes para a final da Taça de Portugal no próximo dia 31 de Maio e, a talho de foice, pronunciei-me sobre o Estádio do Jamor.

Um dos nossos leitores refere que a festa do Jamor é especial! Há quem vá à bola para a festa fora do estádio mas eu confesso que não aprecio piqueniques e que acho as condições do espaço deploráveis. Mesmo para quem gosta de piqueniques e afins. O jogo é uma festa mas pode sê-lo em qualquer estádio do país. Recordo que, embora exista a tradição do jogo se realizar em Oeiras, a verdade é que já se fez quer no antigo Estádio das Antas, quer no antigo Estádio José de Alvalade. A festa pode ser feita onde quisermos!

Há quem sugira uma final a duas mãos. Não gosto dessa ideia. Acontece em alguns países da Europa mas eu prefiro uma final única. Lembro-me, inclusive, de antigamente existirem as chamadas finalissimas. Também não gosto da ideia! Um jogo onde tudo se decide mas num estádio em condições.

O Jamor é, para quem não vai lá, um estádio bonito. Mas é (e mesmo quanto à beleza podem existir dúvidas) a única vantagem que tem sobre os outros. No Jamor não há casas de banho em condições. As entradas para o estádio são poucas e a confusão é tremenda para entrar e sair. Os lugares são desconfortáveis e, na maioria dos pontos, têm má visibilidade, sendo que nas primeiras filas não se vê absolutamente nada. As bancadas ficam (em virtude da existência da pista de atletismo) a dezenas de metros do relvado. Quando chove (já me aconteceu) não há cobertura das bancadas. A parte exterior não permite a separação dos adeptos das duas equipas. Os acessos são absolutamente miseráveis e o estacionamento é medonho.

Não creio que existam condições para a Federação investir dinheiro num novo estádio. Também não me parece que faça falta. Volto a frisar, existem três estádios em Portugal com a classificação máxima da UEFA. Estádios modernos, seguros e maiores, com acesso a transportes públicos e a melhores vias de comunicação. Preferia, de longe, fazer a viagem ao Porto para ver a final da Taça de Portugal do que a Oeiras. Insistir no Estádio do Jamor é um erro. Todos (Federação, clubes e adeptos), saem a perder!

 

Sobre a final da Taça e o Estádio do Jamor

Todos os anos é o mesmo circo! E nós - sócios e adeptos dos clubes - somos os palhaços que servimos para animar a festa. A venda dos bilhetes para a final da Taça de Portugal começou hoje e o espectáculo dos anos anteriores voltou a repetir-se!

Parece que, de acordo com os regulamentos, os dois clubes finalistas têm direito a 30% dos 35890 bilhetes disponibilizados para o jogo do Jamor, ou seja, 10767. O site do Sporting informa que o clube iria vender 9284 e que este número corresponde a um aumento de 77% face aos 5246 colocados à venda em 2012. Os não colocados à venda são distribuídos, entre outros, pelos principais patrocinadores e compromissos institucionais. As coisas têm de ser claras! A quem são distribuídos os bilhetes e quantos?

Na F.P.F. os bilhetes esgotaram em minutos sendo que a sua quota corresponde a 25%. As queixas dos utilizadores, porém, são imensas afirmando-se mesmo que não terão sido vendidos mais de 1000 bilhetes. Importa frisar que 25% da lotação do estádio corresponde a 8973 bilhetes. Para quem são os outros? Como é possível que ninguém informe e ninguém peça explicações?!

A primeira final da Taça de Portugal que assisti foi em 1993/1994 contra os tripeiros! Desde esse jogo apenas falhei o de 1995/1996 contra os lampiões. O estádio está sempre repleto de adeptos dos clubes. Os bilhetes que não são vendidos ao públicos são distribuídos pelos amigos, alguns dos quais colocam o cachecol e sentam-se ao nosso lado! Isto é inaceitável e vergonhoso. Somos nós, adeptos e sócios de todos os clubes, que sustentamos o futebol durante o ano. Pagamos quotas, compramos bilhetes de época, apoiamos o clube quando chove e faz frio, quando se ganha e se perde. Depois, há uns idiotas que sentam o rabinho o ano todo no sofa e quando chega a final das competições têm um amigo na direcção do clube ou da federação ou da associação que arranja uns bilhetes! Quanto mais tempo toleraremos isto?

Comprei bilhetes hoje, apesar de tudo. Quotas em dia e doze anos de gamebox! E um lugar especial que custou € 2000. No entanto, no Sporting continuam a trabalhar imensos incompetentes. Não me importo de esperar numa fila e aceito perfeitamente que quem chegou primeiro fique com os melhores bilhetes. Mas para a final da Taça de Portugal os melhores bilhetes nem sequer chegam ao público (os dois sectores centrais). E da forma como o Sporting organizou a venda de bilhetes (quinze bilheteiras em dois lugares diferentes), o lugar que se compra resulta única e exclusivamente da fortuna! Cheguei ao Estádio de Alvalade às 7:30 da manhã. Estavam umas duzentas pessoas à minha frente. Cada pessoa podia pedir até quatro bilhetes (um por cartão), ou seja, não foram vendidos mais do que oitocentos bilhetes antes de eu ter tido a oportunidade de comprar os meus. Apesar de tudo, quando cheguei à bilheteira havia apenas uns dez bilhetes para a central (terceira fila, quase lateral, onde não se vê absolutamente nada) e pouco mais para a lateral. Tive de me ficar pelas superiores, o único lugar onde é possível tentar ver alguma coisa. Aquela bilheteira vendia bilhetes para apenas três sectores! Quem foi o incompetente que organizou isto?

Finalizo este longo texto com mais uma reflexão. O Estádio do Jamor não tem condições para receber jogos de futebol profissional, muito menos uma final da Taça de Portugal. Não tinha há vinte anos quando lá fui pela primeira vez e não tem presentemente. Nem falo de toda a zona envolvente (que é própria de um país não civilizado) mas apenas do Estádio. Nas primeiras filas não se vê absolutamente nada e nas superiores, se tivermos azar de ficar atrás das claques, por causa das bandeiras, vê-se ainda menos. Há dez estádios construídos propositadamente para o Euro 2004 sendo que três destes têm a classificação máxima da UEFA. A final da Taça de Portugal tem de passar a ser jogada nestes estádios e o Jamor tem de ser abandonado.

Em defesa do Estádio Nacional

 

Podia ter sido assim, ontem. Ir ao Estádio Nacional ver futebol é uma  tradição, uma inaudita experiência que a asae cuidará de extinguir em nome da moral e dos bons costumes: é que o pessoal hoje tem medo da chuva, dos apertos, das abelhas e dos pinheiros, enfim; de fazer chichi sem secar as mãos num secador eléctrico. Quer é o bufete, amais o "speaker", uma cadeira de cinema e já agora um ecrãzito para ver as repetições. Tal e qual como em casa.

Depois da tempestade

 

Não era, mas parecia, aquela nuvem negra que descarregou no Jamor quanto as equipas entraram em campo parecia um presságio. Tanto parecia que tirei esta fotografia. Não tenho grande jeito para floreados kármicos, mas o meu problema é que não sei perder finais como a final que perdemos ontem. Uma Académica medíocre que se arrastou pela campeonato (pior ciclo de derrotas da Europa e só se safou da descida na última jornada) e que pratica anti-jogo do primeiro ao último minuto. Seja como for, foi contra isto que perdemos. Hora e meia disto e a época lá terminou. Terminou sem que ganhássemos nada. O Sporting não ganhou nada. O Sporting mudou de direcção e de órgãos sociais, rompeu com o passado recente em termos de modelo desportivo, investiu brutalmente na refundação do plantel e contratou um treinador competente e ambicioso. Queríamos ganhar. Tínhamos sede de ganhar. Meia dúzia de meses mais tarde, o Sporting despediu Domingos Paciência e chamou Sá Pinto para uma tarefa patriótica: salvar o Sporting da depressão em que inevitavelmente iria mergulhar. Sá Pinto cumpriu e cumpriu muito acima de que se esperava: o Sporting recuperou alegria e força psicológica, bateu recordes de assistências e resgatou o nosso optimismo infantil de sportinguistas. Mas lá  bem no fim, bem, lá no fim, tudo como no princípio: não ganhámos nada - nem sequer a Taça Lucílio Baptista. Quero com isto dizer só isto. Um: o plantel tem uma base de qualidade que pode ser reforçada com contratações que, de facto, acrescentem. Dois: Sá Pinto é treinador para o Sporting não tanto pelo que fez, mas pelas garantias de que poderá fazer muito mais e melhor. Três: o modelo deve ser mantido, ou seja, contratar bem significa gastar dinheiro. Os jogadores que vierem (necessariamente estrangeiros) que sejam bons e que complementem os talentos que a Academia tem de continuar a produzir. Quatro: deixei para o fim a questão dos órgãos dirigentes. Há coisas para serem feitas. Por favor, façam-nas. Faça o que tem a fazer, presidente.

Na triste tarde do Jamor

«Um pouco mais de sol e eu era brasa; um pouco mais de azul e eu era além»

 

1.  Na triste tarde do Jamor, um futebol de Liga Orangina, da qual a Académica esteve próxima e no qual o Sporting se enredou. Os jogadores verdes e brancos do último terço da época estiveram lá, a equipa não. A que esteve, hoje, lembrou Janeiro e Fevereiro. A Académica venceu e justamente. No seu futebol de autocarro à frente da baliza, indigno de uma final de uma Taça do futebol 5º do ranking da Uefa, fez o que a deixaram. E ainda teve oportunidade de marcar mais um ou dois golos. Está dito sobre o que foi o nível desta final, do jogo à arbitragem. Como espetáculo, antes assistir à final da Taça da Escócia.

 

2. Não estou descrente, em relação ao próximo ano. Este fim de época faz-nos acreditar nos amanhãs que cantam... Com alguns ajustes e com uma raça, organização e discernimento que estiveram ausentes neste jogo. Mas falta-nos muita guerra e muitos guerreiros, no campo e nas bancadas. Pela primeira vez assisti ao jogo no meio das fiéis claques. Muito sportinguismo, muita militância, mas poucos guerreiros. Na superior norte, discutia-se mais as incidências do jogo, aplaudia-se a equipa de quando em quando, mas não notei nenhuma atitude guerreira de apoio forte e concentrado e continuado. E é de um espírito guerreiro que o Sporting precisa, a todos os níveis. Sem ele, as vitórias serão poucas e fugazes. Ou passamos a essa fase ou marcaremos passo. Estamos perto da viragem, mas é preciso que todos, todos!, a façam.

A Taça de Portugal é para ganhar

 

Vamos lá ver se nos entendemos: a Taça de Portugal é para ganhar. Não admito nenhuma, mas nenhuma desculpa mesmo para não ir ao Jamor ver o Domingos Paciência de gravata verde a levantar a taça, ver o Insua rir-se com uma cremalheira dentária como há muito não se via no Sporting, ver o Rick sorrir como as crianças e o Capel como se fosse o irmão mais velho. Ver-nos em festa como merecemos ser vistos. A Taça de Portugal é para ganhar. Lá para fora, digam que querem ganhar o campeonato e que o segundo lugar dá acesso à Champions. Lá para fora, digam que perder com o Manchester City na Taça Europa será digno. Lá para fora, digam que a Taça Lucílio Baptista está contaminada pela vergonha. Digam lá para fora tudo o que quiserem, mas aqui, aqui dentro de casa, vocês vão ganhar a Taça de Portugal para nós. A Taça de Portugal é para ganhar.

 

{ Blog fundado em 2012. }

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