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És a nossa Fé!

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 12

Bruno Fernandes 6

Gelson Martins 4

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

Battaglia

Fábio Coentrão

autogolo do Moreirense

 

«Não há equipa mais letal a jogar fora de casa do que o Sporting. Com os três golos de ontem [anteontem] os leões passaram a somar 17 (em sete jogos), mais sete que o Benfica (com o mesmo número de jogos) e mais nove que o FC Porto.»

 

Do jornal Record de ontem

Isto preocupa-me

Não me preocupa termos saído da Liga dos Campeões: defrontámos de cabeça levantada dois dos maiores colossos do futebol mundial, Barcelona e Juventus. E o nosso objectivo principal mantém-se: vencer o campeonato nacional.

Preocupa-me, isso sim, o facto de termos voltado a sofrer um golo nos minutos finais de uma partida. Ontem o autogolo de Mathieu foi mesmo marcado no minuto final.

Isto preocupa-me por revelar extremo cansaço físico aliado à fadiga psicológica, mais acentuados em momentos de pressão acrescida. Ou, o que é ainda pior, por revelar défice de concentração competitiva. Em qualquer das hipóteses, exige muito trabalho técnico. Os treinos também servem para isto. Direi até: servem, desde logo, essencialmente para isto.

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 10

Bruno Fernandes 6

Gelson Martins 4

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

Battaglia

autogolo do Moreirense

 

«Com o tiro certeiro frente ao Belenenses, Bas Dost atingiu o golo 50 com a camisola do Sporting. Em pouco tempo o holandês atingiu números muito expressivos, ao ponto de já ser um dos nove estrangeiros acima da meia centena de golos, lista encabeçada por Yazalde (126), Iordanov (70), Jardel (67), Diego (61) e Balakov (60).»

 

Do jornal Record de anteontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 9

Bruno Fernandes 6

Gelson Martins 4

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

Battaglia

autogolo do Moreirense

 

«O triunfo do Sporting em Paços de Ferreira foi o quinto fora esta época, na sequência do sucesso alcançado em casa de Aves (2-0), V. Guimarães (5-0), Feirense (3-2) e Rio Ave (1-0). Trata-se do melhor arranque forasteiro neste milénio, superando até a temporada de estreia de Jorge Jesus em Alvalade. Então, em 2015/16, os leões tinham as mesmas cinco vitórias e um empate, mas o registo goleador não era tão bom [11 golos marcados e 3 sofridos, contra os 14 marcados e 4 sofridos actuais].»

 

Do jornal Record de anteontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 9

Bruno Fernandes 6

Gelson Martins 3

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

autogolo do Moreirense

 

«Cada vez mais preponderante na forma como o Sporting pensa o jogo, Bruno Fernandes tem também impressionado na arte de fazer... golo. Com o penálti marcado ao Sp. Braga, ao cair do pano (90'+5), o camisola 8 dos leões somou o sexto golo na Liga (sete em todas as provas): este já é o seu melhor registo, em jogos em qualquer campeonato, desde que iniciou carreira no futebol profissional.»

 

Do jornal Record de anteontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 8

Bruno Fernandes 5

Gelson Martins 3

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

autogolo do Moreirense

 

«Analisando os primeiros dez jogos dos leões no campeonato em anos passados, este é o melhor arranque do Sporting nas últimas 27 épocas e desde que o sistema de três pontos por vitória está em vigor (em 1990/1991, Marinho Peres tinha dez vitórias em outros tantos jogos).»

 

Do jornal Record de ontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 7

Bruno Fernandes 5

Gelson Martins 3

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

autogolo do Moreirense

 

«Bas Dost já chegou aos sete jogos no campeonato. Ou seja, tem mais três golos comparando com o mesmo número de jornadas da época anterior. Se pensarmos que acabou com 34, ainda vai muito a tempo de fazer melhor em 2017/18.»

Do jornal Record de ontem

Rigor, s.m.

O meu dicionário da Lello dá-me alguns exemplos de rigor; rigor matemático: exactidão rigorosa; rigor das leis: aplicação inflexível, rigor de um raciocínio: forma exacta.  

Uma entrevista de Manuel Andrade (vale a pena ler na totalidade) fez-me recordar um tema que já abordei aqui.

«Entrei na cabine, equipei-me e o Augusto Silva manda-me ir a jogo como avançado-centro. Imagine, só tinha 18 anos e ia jogar com o FC Porto.

Aos 15 minutos, perdíamos 2-0. O central que me marcava chamava-se Guilhar, bastante incomodativo, sempre a chamar-me nomes e a beliscar-me. Não embarquei nesses esquemas e marquei três golos. Ou seja, um hat-trick. Mas um hat-trick de verdade não daqueles que se ouve falar agora a torto e a direito. Um hat-trick de verdade são três golos seguidos. Como este do Belenenses-FC Porto, de 0-2 para 3-2. Há jogadores que marcam o 1-0, depois o 4-1, finalmente o 6-2. Isso não é hat-trick. Hat-trick são três golos seguidos.»

É proibido dar-lhe nota dez?

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O jornal O Jogo, numa escala de zero a dez, dá hoje nota oito a Cristiano Ronaldo pela sua prestação na partida de ontem ao serviço da equipa das quinas. Num texto que começa da seguinte forma: «Mais uma noite de magia do melhor jogador do mundo.» E que termina assim: «Em suma, mais um recital de quem sabe e faz tudo com qualidade.»

São muito exigentes, lá no Porto. Não bastou a CR marcar três golos, um dos quais justifica a bem imaginada manchete do períódico tripeiro: Arte Trick (parabéns ao autor da ideia), acompanhada de fotografia a condizer. Nem lhe bastou estar envolvido nos cinco golos da selecção portuguesa frente às Ilhas Faroé. Nem sequer bastou protagonizar uma "noite de magia", fazendo "tudo com qualidade" no estádio do Bessa.

Caso para perguntar: o que deveria Ronaldo mostrar mais para merecer nota dez no mesmo jornal? Ou, ao menos, nota nove?

Dou voltas à cabeça sem encontrar resposta.

Olha que dois

Quase concluída a ronda inaugural do campeonato, verifica-se que dois talentos da formação leonina figuram já na lista dos marcadores de golos.

Gelson Martins, com dois apontados na vitória do Sporting no campo do Aves.

E Francisco Geraldes, no golo que valeu três pontos ao Rio Ave no confronto caseiro com o Belenenses.

Prometem ambos. Muitos e bons.

Bonito é metê-la lá dentro

Alguns colegas e amigos, integrando o temível "tribunal de Alvalade", extasiam-se com o "futebol bonito" que vêem das bancadas, celebrando o mérito deste ou daquele jogador capaz de fazer determinada revienga ou sempre pronto a baralhar um adversário com uma daquelas fintas dignas de provocar aplauso.

Eu também não fico indiferente ao tal futebol "rendilhado" que tanto empolga esses meus amigos. Mas para mim jogar bonito é metê-la lá dentro. Quanto mais vezes, melhor. E quanto mais cedo, muito melhor.

Espero que isso suceda logo, a partir das 19.30, no jogo da apresentação da equipa aos sócios e adeptos, frente ao Mónaco treinado por Leonardo Jardim.

Para ovacionar jogos florais, tenham paciência: não podem contar comigo.

O primeiro golo. A primeira vitória.

João de Vila Franca marcou o primeiro golo do Sporting.

 

«Nos finais de 1906, a população atlética do Sporting ampliar-se-ia (...). Era, enfim, a oportunidade de o Sporting, cuja primeira notícia surgiria na imprensa, muito discretamente, apenas a 23 de Dezembro de 1906, regularizar as suas actividades desportivas, resumidas a treinos durante o período de construção e organização das suas instalações. O pontapé de saída em Fevereiro de 1907. No dia 3. Num torneio de futebol (...) organizado pelo CIF, disputado no Campo de Alcântara, propriedade do clube que os Pinto Basto tinham fundado, na senda do Clube Lisbonense. Como primeiro adversário, o Cruz Negra, fundado em 1905, com campo atlético na Luz e dispondo, então, de um grupo de jogadores de certo modo tido como dos melhores de Portugal. (...)

O encontro entre o Sporting e o Cruz Negra, que “teve a presenciá-lo numerosa e ruidosa assistência, entre a qual se viam bastantes senhoras”, foi arbitrado por Pinto Basto (o introdutor do futebol em Portugal). O Sporting perdeu por 1-5. O primeiro golo “leonino” foi marcado por João de Vila Franca. Que era também um óptimo jogador de ténis.

 

Só em Maio, igualmente a 3, se disputou o jogo da segunda “mão”. E os sportinguistas, com uma equipa renovada - (...) oito dissidentes do Sport Lisboa, que tinham ajudado a fundar em 1904 e que abandonaram (antes de o clube se fundir com o Benfica, (...)) fascinados por poderem, enfim, contar com instalações dignas de verdadeiros futebolistas - ganharam. Para espanto de todos. E, num jornal da época, pôde ler-se: “O jogo desenvolveu-se com ofensivas alternadas. Por intermédio de uma passagem oportuna de Frederico Ferreira ao avançado Félix da Costa, este obteve um ponto, largamente aplaudido pela falange ‘leonina’. Ao cabo de uma exibição meritória, o Sporting acabou por vencer por 3-1. (...) Por parte do Sporting, salientaram-se Fritz [que apesar do nome poder não sugeri-lo era português de gema, chamava-se Júlio Nóbrega Lima, mas que, pelo cabelo exageradamente louro, tipo teutónico, era conhecido por essa alcunha], a defesa, Vila Franca e Shirley, nos avançados, e Borges de Castro, no eixo da linha de médios, onde se mostrou trabalhador e destemido, com um final de jogo prejudicado pelo grande número de ferimentos nos joelho.”»

In: Glória e vida de três grandes. s.l., A Bola, 1995, p. 13

Balanço (36)

Golos marcados pelos jogadores do Sporting na Liga 2016/17:

 

Bas Dost: 34

(Moreirense, Rio Ave, Estoril, Estoril, Arouca, Arouca, Boavista, Benfica, Belenenses, Feirense, Feirense, Chaves, Chaves, Marítimo, Paços de Ferreira, Paços de Ferreira, Moreirense, Estoril, Tondela, Tondela, Tondela, Tondela, Nacional, Nacional, Boavista, Boavista, Boavista, V. Setúbal, Braga, Braga, Braga, Chaves, Chaves, Chaves)

Alan Ruiz: 6

(FC Porto, Moreirense, Rio Ave, V. Guimarães, Arouca, Boavista)

Gelson Martins: 6

(FC Porto, Moreirense, Marítimo, Paços de Ferreira, V. Setúbal, Feirense)

Adrien: 4

(Paços de Ferreira, Paços de Ferreira, Moreirense, Benfica)

Coates: 3

(Marítimo, Estoril, V. Guimarães)

Campbell: 3

(Moreirense, Tondela, Arouca)

Bruno César: 3

(V. Setúbal, Arouca, Belenenses)

Bryan Ruiz: 2

(Marítimo, Estoril)

William Carvalho: 2

(V.Setúbal, V. Setúbal)

Slimani: 1

(FC Porto)

André: 1

(Estoril)

Markovic: 1

(V. Guimarães)

Elias: 1

(V. Guimarães)

Matheus Pereira: 1

(Chaves)

 

Na época 2014/15, os melhores marcadores foram Slimani, Montero e Adrien.

Na época 2015/16, os melhores marcadores foram Slimani, Teo Gutiérrez, Adrien e Bryan Ruiz.

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