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És a nossa Fé!

Pódio: Gelson, Bruno Fernandes, Coentrão

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no V. Setúbal-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 17

Bruno Fernandes: 16

Fábio Coentrão: 16

Coates: 15

Rúben Ribeiro: 14

William Carvalho: 14

Acuña: 13

Rui Patrício: 13

Bas Dost: 12

Piccini: 12

Mathieu: 11

Battaglia: 1

 

O Record elegeu  Bruno Fernandes  como figura do jogo. A Bola e O Jogo optaram por Gelson Martins.

Pódio: Gelson, Bruno Fernandes, Coentrão

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Benfica-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 17

Bruno Fernandes: 15

Fábio Coentrão: 15

Mathieu: 15

Piccini: 15

Coates: 14

Rui Patrício: 14

Acuña: 13

William Carvalho: 13

Bas Dost: 12

Bruno César: 10

Battaglia: 10

Bryan Ruiz: 1

 

A Bola elegeu Bruno Fernandes  como figura do jogo. O Record e O Jogo optaram por Gelson Martins.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da atitude combativa do Sporting no arranque deste jogo. A nossa equipa entrou em campo confiante, personalizada, com espírito combativo. Sem temer o adversário.

 

Da vantagem conquistada cedo.  Gelson Martins, com um cabeceamento muito bem medido, colocou o Sporting a vencer aos 19'. Magra vantagem que conseguimos gerir durante mais de 70 minutos no estádio da Luz. Com algum sorte, há que reconhecer.

 

De Fábio Coentrão. Muito assobiado do princípio ao fim, brindado com objectos que voavam das bancadas, o nosso lateral esquerdo não se deixou atemorizar. Esteve em grande evidência nos movimentos do seu flanco e teve intervenção directa no nosso golo.

 

De Gelson Martins. Uma vez mais fez a diferença. Criou desequilíbrios, colocou a defesa contrária em sentido, venceu vários duelos individuais com Grimaldo. E demonstrou que vai ganhando faro de golo - hoje marcou o seu quinto no campeonato. Pena não ter marcado outro: teve oportunidade para isso aos 42', só com o guarda-redes pela frente. Mas merece nota muito positiva: foi o melhor nesta partida. Valeu um ponto à equipa. E esteve quase a valer três.

 

De Mathieu. Voltou a ganhar todos os lances aéreos que foi chamado a travar na zona que lhe estava confiada. Contribuiu para secar Jonas e deu segurança ao colectivo. Confirma-se como um dos elementos mais pendulares do nosso onze titular.

 

Da emoção neste Benfica-Sporting, que terminou 1-1. Foi sempre jogado com grande intensidade, bastante bem disputado, com entrega total dos profissionais das duas equipas.

 

Do vídeo-árbitro. Permitiu esclarecer vários lances numa partida em que a equipa encarnada reclamava uma grande penalidade de dez em dez minutos, com infatigável insistência.

 

De ver os adeptos encarnados festejar o empate em casa. Até parecia que tinham vencido, o que diz muito sobre o estado anímico dos benfiquistas.

 

 

 

Não gostei

 

 

Da hora do jogo. Marcar um Benfica-Sporting para as 21.30 de uma quarta-feira de Inverno é um absurdo. Que penaliza sobretudo todos quantos vivem fora de Lisboa. Nada recomendável.

 

Da nossa segunda parte. Concedemos quase todo o terreno à equipa adversária, facilitando-lhe o desígnio táctico. Quem aposta tudo em segurar uma vantagem tão precária acaba por perder pontos. Foi o que nos aconteceu.

 

Do penálti cometido por Battaglia. Uma vez mais, voltamos a claudicar à beira do fim. Desta vez devido à mão na bola do imprevidente médio argentino, num gesto difícil de aceitar em alta competição. Só assim, de grande penalidade, o Benfica conseguiu marcar. Já no último minuto do tempo regulamentar: dois pontos perdidos mesmo ao cair do pano.

 

Dos calafrios que Coates nos provocou. Dois cortes à queima que podiam ter terminado no fundo das nossas redes. O internacional uruguaio terá vocação para autogolos?

 

De Bruno César. Mal entrou, fez logo uma falta que lhe valeu um amarelo. Fica fora da próxima convocatória, frente ao Marítimo. Não havia necessidade.

 

De Bryan Ruiz. O treinador continua a apostar nele, como suplente utilizado, de jogo para jogo. Um mistério para mim: não consigo descortinar o motivo.

 

Que Doumbia permanecesse no banco. E Podence e Ristovski e André Pinto. Jorge Jesus entendeu não fazer a terceira substituição neste jogo. Confesso não ter percebido porquê.

 

De ver o FC Porto distanciar-se no campeonato. A equipa treinada por Sérgio Conceição esteve em risco de empatar em Vila da Feira mas conseguiu uma vitória tangencial. Foi quanto bastou para nos ganhar dois pontos na classificação. Felizmente continuamos a depender só de nós.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Vi(l)a Verde

Pela primeira vez nuns oitavos-de-final da Taça de Portugal, o Vilaverdense veio a Alvalade tentar retardar ao máximo o primeiro golo leonino. Nunca deixando de sair em contra-ataque, os forasteiros podiam até ter-se adiantado no marcador, caso o árbitro se tivesse decidido por assinalar um "penalty" numa jogada duvidosa protagonizada por Tobias Figueiredo. Com Alan Ruim e Iuri Marralheiros na equipa e a darem razão a JJ pelas sucessivas ausências nos eleitos (não lutam pela posse de bola), a primeira parte foi desinteressante e sonolenta, ainda que a barra tenha sido a nossa maior adversária, desviando cabeçadas de Petrovic (jogo competente) e de Tobias Figueiredo. Ainda assim, em cima da hora para o intervalo, Bryan ocorreu a uma solicitação de Alan e desviu a bola, a qual, após defendida pelo guardião da equipa minhota, ficou ali morta nos pés de Doumbia - já vira um golo seu ser anulado - que, com a baliza mais deserta do que o Guincho em dia de Inverno, não perdoou.

Na segunda parte, Doumbia chegaria ao "hat-trick", em lances onde demonstrou sentido de oportunidade. Comum a estes dois golos a acção de Gelson (Podence e Ristovski também foram influentes). Claramente a subir de forma, o extremo leonino viria a protagonizar o momento do jogo quando, solicitado por Doumbia, conseguiu passar entre dois defesas contrários, com velocidade e técnica, rematando colocado para o quarto da noite.

Via verde para a passagem aos quartos-de-final, com exibições agradáveis de Ristovski, André Pinto, Tobias, Bruno César e Petrovic e boas actuações de Battaglia e de Doumbia (é pena que fora de área não comunique bem com a equipa). Destaque principal para Gelson Martins, regressado à objectividade que se lhe pedia.

Quente & frio

Gostei muito do resultado do Sporting-Vilaverdense de hoje, sobretudo por ter terminado em goleada: 4-0. Um desfecho sem discussão que premiou a melhor equipa em campo no confronto com o simpático onze da minhota Vila Verde - nome auspicioso - que milita no terceiro escalão do futebol português. Passamos à fase seguinte da Taça de Portugal, com as aspirações intactas à conquista do troféu, que nos foge desde 2015.

 

Gostei da exibição de Doumbia, que regressou à titularidade após lesão prolongada e voltou também aos golos que não marcava desde Setembro, no vitorioso confronto do Sporting com o Olympiacos em Atenas. Pelos vistos valeu a pena tão longa espera: o marfinense mostrou como deve ser um ponta-de-lança, marcando três golos que até pareceram fáceis. Aos 44', empurrando para a baliza a bola deixada à sua mercê pelo guarda-redes adversário após defesa incompleta a um remate de Bryan Ruiz. Aos 64', coroando um excelente lance de bola corrida que teve Gelson Martins e Podence como intervenientes. Aos 74', num ataque continuado, correspondendo a um centro de Ristovski. Noite em cheio para o avançado, só suplantado em qualidade por Gelson - o melhor em campo e para mim o melhor jogador deste Sporting 2017/18. Jorge Jesus tirou-o do banco aos 60', quando o resultado estava 1-0, e logo se viu a diferença - em velocidade e qualidade. Gelson fez assistência para o segundo golo, interveio na construção do terceiro e marcou o quarto, num espectacular contra-ataque lançado por Doumbia. Jogada perfeita, aos 88', confirmando que é imprescindível na equipa.

 

Gostei pouco que a primeira ocasião de golo nesta partida tenha pertencido ao conjunto de Vila Verde, aos 18'. E que o nosso primeiro golo só tenha surgido quase ao cair do pano da primeira parte, quando já estavam decorridos 44 minutos. E que a rotação feita por Jesus na equipa, substituindo dez dos titulares do desafio contra o Boavista (só Bruno César foi repetente) não tenha sido aproveitada por vários jogadores.

 

Não gostei da oportunidade perdida por Iuri Medeiros, que iniciou a partida na posição habitual de Gelson mas pareceu sempre apático, pouco dinâmico e sem capacidade de fazer circular a bola com perigo: saiu aos 73', dando lugar a Acuña, que sem deslumbrar teve um desempenho mais positivo. Também não gostei da actuação de Petrovic, hoje o médio defensivo titular - por onde andará Palhinha? O sérvio parece só ter duas opções no momento do passe: ou atrasa ou lateraliza.

 

Não gostei nada de Alan Ruiz. O treinador insiste em apostar nele e o argentino teima em demonstrar que não merece tal aposta. Segundo avançado titular, jogando atrás de Doumbia, nunca combinou com o ponta-de-lança, nunca criou desequilíbrios, nunca fez acelerar o jogo. Pressiona pouco e mal, leva uma eternidade a decidir o passe, permitindo sempre a colocação da defesa adversária, e parece tão preso de movimentos como certos jogadores em final de carreira. Creio ter o destino traçado: em Janeiro sairá do Sporting. A avaliar pelos assobios que escutou esta noite em Alvalade, ao ser substituído no minuto 60, não deixará saudades.

Pódio: Gelson Martins, Mathieu, Battaglia

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Paços de Ferreira-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 18

Mathieu: 18

Battaglia: 16

Bruno Fernandes: 16

Coates: 16

Fábio Coentrão: 16

Rui Patrício: 15

Bruno César: 14

Piccini: 14

William Carvalho: 14

Bas Dost: 13

Bryan Ruiz: 12

Acuña: 12

André Pinto: 1

 

O Jogo elegeu Mathieu  como figura do jogo. O Record e A Bola optaram por Gelson Martins.

Os nossos jogadores, um a um

Missão cumprida. Trouxemos três pontos de Paços de Ferreira, com uma vitória por 2-1 alcançada num dos mais difíceis estádios das competições nacionais de futebol. Com dois golos marcados em quatro oportunidades - revelando assim 50% de aproveitamento, o que é de assinalar - e o golo sofrido já no tempo extra da segunda parte, confirmando-se uma tendência deste Sporting 2017/18 para facilitar a vida aos adversários mesmo à beira do fim.

Esta vitória não valeu apenas pelos três pontos. Valeu também por nos ter feito aproximar do líder do campeonato, o FC Porto, que ontem empatou no reduto do Aves. Estamos portanto separados por apenas dois pontos: isto significa que voltamos a depender só de nós para nos sagrarmos campeões nacionais.

O desafio desta noite assinalou dois regressos: o de Acuña, enfim recuperado da lesão embora longe da desenvoltura física anteriormente revelada, e o de Bryan Ruiz, após uma paragem de seis meses. Nem o argentino, substituído aos 56', nem o costarriquenho, em campo desde o minuto 72, deslumbraram. Mas contaremos certamente com eles na melhor forma em próximas jornadas.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Gelson Martins. Devemos-lhe o golo da vitória e os pontos que agora nos permitem voltar a sonhar de forma ainda mais intensa com o título.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Duas boas defesas. A primeira logo aos 6', a segunda no minuto 90'+1'. Neste último lance já não foi capaz de evitar a recarga, sofrendo assim um golo solitário. Recebeu o primeiro cartão amarelo por queimar tempo.

PICCINI (6). Continua quase intransponível como guardião da nossa ala direita defensiva e vai ganhando ousadia em terrenos mais avançados. Teve um corte decisivo, em lance muito perigoso, aos 67'.

COATES (7).  É um elemento pendular do onze leonino, impondo-se pela disciplina táctica e pelo sentido posicional. Vital a sua intervenção para pôr fim a um ataque adversário no minuto 82.

MATHIEU (8). É um prazer vê-lo jogar. E ele também parece ter muito prazer em jogar, como se estivesse em início de carreira. Cortes preciosos aos 32' e aos 63'. Peça basilar deste Sporting 2017/18 que ambiciona ser campeão.

COENTRÃO (7). Terceiro jogo consecutivo a aguentar 90 minutos, indiciando boa condição física. Enfrentou com êxito Mabil, talvez o melhor adversário. Bons cruzamentos à frente - um deles serviu de assistência para o segundo golo.

WILLIAM (6). Mostrou-se aquém do William a que estamos habituados, parecendo um pouco preso de movimentos. Sólido na missão defensiva, teve algum défice no capítulo do passe longo - uma das suas inegáveis mais-valias.

BATTAGLIA (7). Pode não ter movimentos muito estéticos, mas é um dos elementos mais eficazes do onze. Estreou-se a marcar aos 20' - prémio à determinação deste jogador que nunca vira a cara à luta. Saiu magoado, aos 72'.

GELSON MARTINS (8). O melhor em campo. Correu, lutou, atacou, defendeu, quebrou os rins à defesa do Paços, serviu os colegas e sobretudo marcou um grande golo. Trouxemos os três pontos de Paços de Ferreira graças a ele.

ACUÑA (5). Recebeu um amarelo, por protestos, logo aos 2' e pareceu muito condicionado por essa sanção. Esforçou-se bastante, mas raras vezes com real eficácia. Denota ainda algumas limitações físicas. Substituído aos 56'.

BRUNO FERNANDES (5). Andou desaparecido durante quase todo o jogo numa posição que não tira o melhor da sua capacidade. De meia distância, disparou uma bola ao poste (65'). Foi o melhor que fez. Substituído já no tempo extra.

BAS DOST (4). A um ponta-de-lança exige-se que marque. O holandês tem cumprido bem essa missão, de Leão ao peito. Mas hoje não esteve nos seus dias. Falhou o golo de baliza aberta aos 18' e foi incapaz de uma recarga aos 20'.

BRUNO CÉSAR (5).  Confirma-se: é sempre o primeiro reforço a saltar do banco. Aconteceu desta vez aos 56', entrando para o lugar de Acuña. Sem revelar maior brilhantismo do que o argentino. Recebeu mais um cartão amarelo.

BRYAN RUIZ (5).  Regressou à equipa seis meses depois, iam decorridos 72', rendendo Battaglia. A posição de médio de construção, na ala central, não é a que mais potencia as suas qualidades. Mas ganhou dinâmica: pode vir a ser útil.

ANDRÉ PINTO (-). Substituiu Bruno Fernandes ao minuto 90'+1'. Ajudou a queimar tempo e a fechar o caminho para a nossa baliza, garantindo a conquista dos três pontos.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do triunfo em Paços de Ferreira, campo sempre difícil, por 2-1. Há um ano vencemos ali por 1-0, com golo de Adrien. Desta vez voltámos a trazer três pontos da capital do móvel, impondo a primeira derrota caseira da temporada à equipa anfitriã. Motivo natural para celebrar.

 

De Gelson Martins. Claramente o melhor em campo. Começou por partir os rins à defensiva adversária, incapaz de o travar senão em falta. Participou sempre com inegável generosidade no processo defensivo. Culminou a sua actuação com um grande golo, aos 75': recebeu bem a bola no centro da área, fez uma magnífica rotação para se libertar de marcação e disparou para a baliza. Foi o seu quarto golo nesta Liga - um golo decisivo, que nos valeu os três pontos.

 

De Mathieu. De regresso à boa condição física, o francês voltou a fazer uma exibição de gala. É impressionante a sua capacidade de ler o jogo, antecipando-se à manobra adversária, o que confere tranquilidade a toda a equipa. Decisivos cortes aos 32' e aos 63'.

 

De Battaglia. Nem sempre se dá por ele, mas é fundamental no processo colectivo deste Sporting 2017/18, não apenas porque funciona como dique contra as ofensivas adversárias mas também porque sabe empurrar os colegas para a frente. Numa dessas jogadas, aos 20', nasceu o primeiro golo do Sporting, marcado por este argentino que assim se estreia como goleador de verde e branco no campeonato nacional.

 

Do regresso de Bryan Ruiz. Decorria o minuto 72 quando Jorge Jesus o lançou em campo, após seis meses de ausência dos relvados portugueses por aparente questão disciplinar já superada. Em boa hora voltou. Não porque tenha feito uma grande exibição, como substituto de Battaglia num lugar que não costuma ser o seu, mas porque ganhou minutos de jogo que poderão revelar-se muito úteis à equipa num futuro próximo.

 

Da eficácia do nosso ataque. Em quatro oportunidades evidentes, aproveitámos duas. E ainda houve um remate de Bruno Fernandes que embateu no poste.

 

Que não tivéssemos acusado o desaste europeu. O jogo de quarta-feira contra o Olympiacos, em Alvalade, não pesou na dinâmica leonina. Ao contrário do que sucedeu na época passada, desta vez a nossa participação nas provas da UEFA não faz diminuir o rendimento da equipa no campeonato. Este Sporting ganhou maturidade.

 

Da arbitragem de Tiago Martins. Num jogo sem grandes focos de polémica, o árbitro merece ser destacado porque teve uma actuação competente, tanto no capítulo técnico como disciplinar. Oxalá pudéssemos dizer isto de vários outros.

 

Do apoio à equipa. Apesar do frio, muitos adeptos leoninos compareceram no Estádio Capital do Móvel, com cânticos e palavras de constante incentivo aos nossos jogadores. É justo sublinhar a importância das nossas claques, que funcionam de facto como "12.º jogador". Chova ou faça sol.

 

De termos encurtado a distância para o FC Porto. Separa-nos apenas um par de pontos a partir desta jornada. Isto significa que voltamos a depender só de nós.

 

 

 

Não gostei

 

 

Dos dois falhanços de Bas Dost com a baliza à sua mercê. Primeiro aos 18', tendo à sua frente apenas o guarda-redes: preso de movimentos, acabou por rematar à figura de Mário Felgueiras. Na segunda, dois minutos depois, falhando uma recarga quase em cima da linha de baliza: da carambola daí resultante acabou por beneficiar Battaglia, que cabeceou para golo.

 

Do calafrio aos 70'. Na sequência de um canto, o Paços de Ferreira fez embater a bola na barra. Tivemos muita sorte nesse lance, num período em que sentimos dificuldade de controlar o jogo no corredor central.

 

Que Podence não tivesse saltado do banco. A criatividade e a combatividade do jovem avançado fazem falta à equipa.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Faltou a varinha mágica em noite de Halloween

Em noite de Halloween, Rui Patrício viu-se rodeado das habituais caras conhecidas na linha defensiva. Assim, para esse efeito, Ristovski surgiu mascarado de Piccini, André Pinto vestiu o disfarce de Mathieu e Jonathan...bem, Jonathan foi "Jonathan ao Cuadrado", tantas foram as vezes em que se teve de deparar com o extremo colombiano, o qual foi ala e, mais tarde, lateral direito na equipa da Juventus. Nada de anormal, pois à mesma hora, em Manchester, Svilar vestiu a carapaça de Mitroglou, marcando pelo segundo jogo consecutivo naquilo que foi a antecipação do Dia de Finados lá para as bandas da Luz. É caso para dizer que em noite de bruxas, nem (S)vilar das Perdizes os safou. E nem se pode referir, tendo tão boa imprensa, que Svilar tenha as costas largas...

Como curiosidade, o Sporting marcou o seu golo no quarto de hora em que tocou mais vezes na bola (15-30 minutos, 176 toques) e sofreu o tento da Juve nos últimos 15 minutos, período em que teve menos bola (apenas 78 toques). Globalmente, a equipa tocou 450 vezes na bola durante a primeira parte e 275 vezes, na segunda parte (61,1% do registo do primeiro tempo). Assim se conclui que, mesmo em noite de Halloween, não houve actividade paranormal, apenas consequências que decorreram das estatísticas.

Destaque global para Gelson Martins que esteve em todos os lances de perigo da equipa leonina. Aos 19 minutos, brincou com os apoios de Chiellini, torcendo-lhe a espinal medula de tal forma que já terá consulta marcada num quiroprático, no regresso a Turim. Do lance resultaria o golo do Sporting, após defesa incompleta (e para a frente) de Buffon, o qual perdeu o duelo de "Monstros" com o nosso São Patrício, o exorcista do "mal" transalpino. Na segunda parte, o ala arrancou por entre Alex Sandro e Barzagli e, mesmo carregado pelo brasileiro, percorreu 50 metros e conseguiu chegar à área para depois acabar a decidir pessimamente, não rematando à baliza do desamparado guarda-redes "bianconeri". Ainda participaria na jogada concluida com remate ao lado de Bruno César e naquela em que Bas Dost teria marcado se não tivesse cortado as unhas dos pés durante o fim-de-semana. Em suma, Gelson foi um constante pesadelo para a defesa italiana, tranformando o estádio de Alvalade numa casa assombrada para os "piemontesi".

Outro jogador em evidência foi Battaglia. Começou (primeiro quarto de hora) com uns modestos 6,4% de participação na posse de bola leonina, mas já terminaria a primeira parte com uns imponentes 12,4%, concluindo o encontro com uns notáveis - para um trinco, sendo que ainda foi box-to-box e lateral direito - 13,1%. Também acima da média estiveram Patrício, Ristovski (confirmação das boas indicações deixadas na Taça da Liga) e Acuña, o Muro de Alvalade. Bas Dost, em jogo de grande disponibilidade, conseguiu ganhar importantes bolas nos ares e Bruno César voltou a marcar um golo na Champions. Uma nota final para Bruno Fernandes: as coisas podem até não lhe sair bem, mas é indiscutível que tem um extra de qualidade face a qualquer outro jogador do plantel do Sporting, como se tornou bem evidente no lance que marcaria o último suspiro de ataque leonino. 

 

Junto apresento quadro da posse de bola leonina e comparação com os números de Battaglia, a quem pela função específica em campo muitos destes toques correspondem a desarmes efectivos. Eis a tabela:

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Justo aplauso a Gelson Martins

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Gelson Martins tem sido criticado, até por adeptos do Sporting, pela sua prestação menos exuberante desta época em comparação com a anterior. Ser o terceiro melhor marcador da equipa até ao momento não parece suscitar grande entusiasmo nesses adeptos. Não faltou, por exemplo, quem considerasse "fraca" - até neste blogue - a actuação do jovem extremo no Sporting-Chaves.

Acontece que esta crítica é injusta. Porque Gelson esteve em quatro dos cinco golos do nosso triunfo na noite de domingo.

Logo aos 6', foi ele a ganhar o canto de que resultaria o golo inaugural.

Aos 15', foi fundamental a arrastar as marcações da defesa flaviense, possibilitando assim margem de manobra a Bas Dost para marcar sem oposição o segundo do Sporting.

Aos 39', fez a assistência para o terceiro golo, apontado por Acuña.

E o quinto nasce de uma jogada iniciada por ele e prosseguida por Piccini, que coloca a bola no goleador holandês.

Não esqueçamos ainda o lance aos 31', em que Gelson é derrubado em falta dentro da grande área do Chaves. Um derrube à margem da lei, que só o árbitro Rui Costa foi incapaz de ver, apesar de ter sido insistentemente alertado para o erro pelo vídeo-árbitro Bruno Esteves, como hoje revela o Correio da Manhã. Erro agravado com o cartão amarelo injustamente exibido ao nosso jogador.

Motivos mais do que suficientes para continuarmos a incentivar e aplaudir Gelson Martins - um dos grandes talentos saídos nesta década desse viveiro de campeões que é a Academia de Alcochete. Como aqui escrevi há quatro dias, ele tornou-se um ídolo em Alvalade por mérito próprio. Não tenho a menor dúvida de que assim continuará a ser.

Bilhete ao Gelson Martins

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És um virtuoso: todos te reconhecemos isso.

Já te aplaudi sem reservas inúmeras vezes. Mas pareces-me em baixo de forma, talvez mais do ponto de vista psicológico do que do ponto de vista físico. Por vezes abusas das fintas, chegas a fintar-te a ti próprio, andas num vaivém inconsequente junto à linha e esses cruzamentos, como tu reconhecerás, já foram muito mais certeiros.

Tenho a certeza que voltarás aos magníficos desempenhos da época passada, em que tantas vezes funcionaste como pedal acelerador da nossa equipa e foste o ás dos desequilíbrios, o herói do um-para-um, o rei das assistências. Partiste os rins - felizmente apenas no sentido metafórico - a muitos defesas adversários, impulsionando e motivando os teus companheiros. Não admira, por isso, que sejas cobiçado pelas restantes equipas nacionais: todas gostariam de contar contigo nas suas fileiras.

Tornaste-te um ídolo em Alvalade por mérito próprio. E é por isso que, mesmo quando não te exibes ao melhor nível, continuamos a confiar convictamente em ti.

Acalma-te, pá. E mostra o que vales em campo. Que é muito. Que é imenso.

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Olha que dois

Quase concluída a ronda inaugural do campeonato, verifica-se que dois talentos da formação leonina figuram já na lista dos marcadores de golos.

Gelson Martins, com dois apontados na vitória do Sporting no campo do Aves.

E Francisco Geraldes, no golo que valeu três pontos ao Rio Ave no confronto caseiro com o Belenenses.

Prometem ambos. Muitos e bons.

Pódio: Gelson Martins, Acuña, Coates

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Aves-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 20

Acuña: 18

Coates: 16

Mathieu: 15

Rui Patrício: 15

William Carvalho: 15

Podence: 14

Adrien: 14

Fábio Coentrão: 14

Bas Dost: 14

Battaglia: 13

Bruno Fernandes: 13

Piccini: 13 

 

Os três jornais elegeram Gelson Martins como melhor jogador em campo. Gelson é o único repetente do último pódio da época passada.

A formação, uma vez mais

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 Foto Miguel Pereira/Global Imagens

 

A melhor notícia do jogo de ontem foi a revelação de Gelson Martins como finalizador ao conseguir o primeiro bis da sua carreira. Os dois golos que marcou acabaram por ser cruciais para sairmos ontem de Vila das Aves com os três pontos iniciais deste campeonato.

No primeiro, correspondendo da melhor maneira a um passe longo de Acuña, todo o mérito lhe pertence: corre para a bola, tira de forma impecável o defesa adversário do caminho e dribla o guarda-redes ao rematar para o ângulo mais improvável. No segundo, bastou-lhe estar lá, na posição habitual do ponta-de-lança, e aproveitar da melhor maneira um ressalto que resultou de um lapso defensivo. Mas o facto é que não tremeu ali bem perto das redes - longe disso. Foi quanto bastou para se confirmar como o homem do jogo.

Alguns colegas de blogue, traduzindo a habitual opinião do "tribunal de Alvalade", preferiram Acuña neste partida. Voltamos à velha questão da eficácia versus nota artística. O argentino parece até à data a nossa melhor contratação desta temporada mas a verdade é que teve três oportunidades para decidir e em todas elas esteve quase. Apenas quase. Na primeira, aos 21', permitiu uma grande defesa do guarda-redes Adriano. Na segunda, aos 46', levou a bola a tocar na barra. Na terceira, aos 75', chutou à figura do guardião do Aves.

Quando foi preciso sentenciar o jogo, a solução estava afinal na cantera leonina. É a conclusão a que sempre chegamos no Sporting. E que explica, em grande parte, por que motivo tantos de nós continuamos a sair em defesa aberta da formação. Reafirmo o que penso sobre a matéria: entre piscar o olho à bancada com jogadas vistosas e a simples eficácia do golo, prefiro esta. Porque é a única a dar-nos títulos.

Os nossos jogadores, um a um

O Sporting começou o campeonato nacional 2017/2018 com o pé direito. Vencendo o recém-promovido Aves por 2-0 - com um golo marcado em cada parte do desafio, ambos por Gelson Martins, que assim promete desde já voltar a ser uma das grandes figuras leoninas da Liga portuguesa.

Jorge Jesus fez estrear cinco titulares nesta partida inaugural. Três deles na defesa: Piccini, Mathieu e Coentrão. Mais à frente, Acuña e Bruno Fernandes.

Sem deslumbrar, sem "nota artística", o Sporting manteve sempre o controlo das operações, com um interessante fio de jogo. Faltou dar mais profundidade aos corredores e sobretudo articular melhor a ligação entre o meio-campo e Bas Dost, lá à frente. Bruno Fernandes, encarregado dessa missão, revelou falta de rotina - ou talvez mesmo falta de vocação - para tal papel. Quando Podence o substituiu, aos 61', o caudal ofensivo leonino melhorou em acutilância e velocidade.

O homem do jogo, naturalmente, foi Gelson Martins.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Não teve muito trabalho mas sempre que foi solicitado correspondeu bem ao seu nível. Com duas defesas aparatosas, aos 22' e aos 45'+1'.

PICCINI (4). Muito contido nas iniciativas atacantes, concentrou-se sobretudo das operações defensivas. Mas duas falhas, aos 22' e aos 45'+1', podiam ter-nos custado caro. Boa acção individual na área do Aves, aos 78'.

COATES (7). Regresso em grande forma do internacional uruguaio, após uma pré-época algo atribulada. Assumiu-se sem complexos como patrão da defesa. Cortes providenciais aos 16', 28' e 88'. Vistosa arrancada, com a bola controlada, aos 53'. Parece muito confiante, o que é bom para a equipa.

MATHIEU (5). Exibição regular do central francês, ex-Barcelona. Teve a vantagem de não complicar: quando o Aves apertava, resolvia de forma prática, sem pensar em nota artística.

FÁBIO COENTRÃO (6). Raras vezes passou a linha do meio-campo, mas quando o fez soube sempre entregar a bola com qualidade. Atento na defesa, fez valer a sua maturidade vencendo o confronto individual com Salvador Agra.

WILLIAM CARVALHO (7). Fundamental para ligar os sectores naquele estilo de falso lento a que já habituou os adeptos leoninos. Alguns dos melhores passes leoninos saíram dos pés dele - aos 17', 37' e 53'.

ADRIEN (6). Complementou bem a missão de William na organização da manobra leonina a meio-campo, sobretudo nas acções defensivas. Ainda não está na melhor forma física, mas poucos como ele são tão influentes na recuperação da bola. Marcou muito bem um livre aos 38'.

GELSON MARTINS (8). Dois golos, aos 23' e 75', que nos valeram três pontos e a liderança provisória do campeonato. Conseguiu assim o primeiro bis da sua carreira, assumindo-se como finalizador, o que basta para justificar a nota. Integrou-se sempre muito bem nas acções defensivas.

ACUÑA (7). Promissora estreia do ala argentino: foi dele a assistência para o primeiro golo. Podia ter marcado no minuto inicial da segunda parte, com um poderoso remate de pé esquerdo que embateu na barra. Foi também ele a conduzir o ataque que gerou o segundo golo. Dinâmico e veloz. Agarrou a titularidade.

BAS DOST (5). Passou quase ao lado da partida, sobretudo por falta de articulação com Bruno Fernandes. Funcionou melhor na segunda parte, já com Podence em campo, ao assistir Acuña (75'). Podia ter marcado aos 90', mas faltou-lhe aí o habitual instinto "matador".

BRUNO FERNANDES (4). Jesus fê-lo estrear como titular do Sporting no papel de segundo avançado, para o qual não parece vocacionado. Pareceu um pouco perdido em campo durante grande parte do desafio, acabando por dar lugar a Podence aos 61'.

PODENCE (6). Substituiu Bruno Fernandes, trazendo intensidade e acutilância à manobra ofensiva leonina. Aoa 90' serviu de bandeja Bas Dost, que desperdiçou um golo que parecia fácil.

BATTAGLIA (6). Entrou aos 65' para o lugar de Adrien. Enérgico, em boa forma física, bom transportador de bola, criador de situações de contra-ataque.

JONATHAN SILVA (-). Menos de um minuto em campo, rendendo Coentrão. Não se percebe porque entrou.

Ganhámos um jogo de treino

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É no mínimo preocupante quando uma equipa que tem ambições de vencer o campeonato faz mais de metade do seu primeiro jogo com um adversário que almeja a manutenção, empastelado no meio campo com baixíssima produção atacante, perdida numa experiência de última hora. O Bruno Fernandes no lugar de Podence, desaparecido nos mesmos terrenos de Adrien, foi um enorme equivoco que nos podia ter custado o empate na primeira parte. Com a equipa assim encolhida o futebol leonino claramente só desemperrou já na segunda parte com Podence à solta no último terço do terreno – o miúdo traz velocidade e rebeldia fundamental naquela zona do campo. É preocupante que Jorge Jesus teime em fazer experiências como se não estivesse em competição, mas está-lhe na massa do sangue protagonizar “surpresas” para mostrar que existe, que é ele que manda. Não havia necessidade - está claro para todos que é ele que manda - e podia ter corrido muito mal. 

À parte dessa inquietação, e para além de não termos sofrido golos, é de destacar o extremo esquerdo Acuña, que exibe uma generosidade excepcional a defender, umas ganas bestiais a atacar e um faro de golo raro. Temos Leão para atacar o título. Só espero que não percamos o Gelson Martins.

Rescaldo do jogo de hoje

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Gostei

 

De começar o campeonato a vencer.  Triunfo sem discussão do Sporting por 2-0 no campo do Desportivo das Aves, recém-promovido ao escalão principal do futebol português. Missão cumprida, que nos coloca a encabeçar a Liga nesta ronda inaugural.

 

De Gelson Martins. Nova época com o talento de sempre. O extremo da nossa formação foi o melhor campo. Marcou os dois golos, aos 23' e aos 75', exibindo as qualidades a que nos habituou.

 

De Acuña. Em estreia absoluta nas competições oficiais portuguesas, o argentino foi um poço de energia, conduzindo sucessivos raides ofensivos pela ala esquerda. Foi dele a assistência para o primeiro golo. E esteve quase a marcar num par de ocasiões, nomeadamente no minuto inicial da segunda parte, quando fez embater a bola na barra.

 

De Coates. Foi um bastião da defesa leonina. Sempre atento e concentrado, comandando as operações no seu sector. E protagonizando também incursões com a bola controlada, pondo o Aves em sentido. Exibição muito positiva.

 

Da dupla William-Adrien. Ao contrário do que muitos vaticinavam, os dois pilares do onze titular leonino - e da selecção nacional - iniciaram a Liga 2017/2018. O que contribuiu para dar muita confiança aos adeptos e aos próprios colegas em campo: a dinâmica que ambos desenvolvem no eixo do terreno, sobretudo em construção ofensiva, é fundamental para a organização colectiva da equipa.

 

De termos começado sem sofrer golos. O maior sinal de alarme durante a pré-época foi o grande número de golos consentidos pela nossa defesa, em grande parte remodelada para a nova temporada. Hoje o Sporting exibiu boa consistência defensiva, parecendo afastar esses receios.

 

Da vitória tranquila. A vencer desde o minuto 23, e sempre com maior posse de bola, a turma leonina nunca deu indícios de perder o controlo do jogo. Isto ajudou a sossegar os adeptos durante o resto da partida.

 

Da estreia de cinco titulares. Cinco dos dez reforços do Sporting para esta temporada alinharam de início: Piccini, Mathieu, Coentrão, Acuña e Bruno Fernandes. Oportunidade para se mostrarem não apenas aos adeptos leoninos mas a todos os portugueses que gostam de acompanhar o futebol.

 

Da correcção disciplinar. Partida sem casos. O árbitro Tiago Martins teve apenas de mostrar um cartão amarelo, já perto do fim do desafio, a um jogador do Aves.

 

 

Não gostei

 

De ver Bruno Fernandes jogar como segundo avançado. O médio central pareceu sempre desposicionado jogando à frente de Adrien e nas costas de Bas Dost. Aquela posição em que o treinador o colocou não é, claramente, aquela em que melhor rende. Passou praticamente ao lado do jogo. Falhou um golo quase feito à boca da baliza..

 

De ver Bas Dost em branco. O holandês podia ter marcado aos 90', beneficiando de um soberbo passe de Podence. Mas perdeu ângulo de remate e a jogada perdeu-se.

 

Que estivéssemos a ganhar apenas por 1-0 ao intervalo. Números demasiado escassos: Bruno Fernandes (aos 19') e Acuña (aos 21') andaram perto do golo, mas sem conseguir.

 

De dois lapsos defensivos de Piccini. Perdas de bola que originaram contra-ataques perigosos do Aves. Felizmente Rui Patrício estava atento.

 

Da troca de Coentrão por Jonathan Silva a 30 segundos do fim. Substituição incompreensível, já no termo do tempo extra. O argentino não chegou a tocar na bola.

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