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És a nossa Fé!

Gamanço Futebol Clube

Se isto não tem nada a ver com eleições, vou ali e já venho:

Ao minuto 82 deu-se o caso do jogo. Golo mal anulado ao Sporting. Alan Ruiz estava em posição legal quando fez o 3-2 para o Sporting. Decisão errada da equipa de arbitragem.

 

Já agora, a talhe de foice, não seria altura de Jesus meter a boca no trombone, uma vez que já viu que não o deixam ganhar nada no Sporting?

Não adianta nada? Também não atrasa!

Eis algumas medidas, porventura inócuas mas que marcam uma posição, que na minha opinião o Sporting deve tomar a partir de agora:

 

1- Ignorar os árbitros e assistentes antes, durante e depois dos jogos (equipa e staff) e isto inclui a mais elementar regra da urbanidade, que é o "aperto de mão".

2- Apupar os senhores sempre que possível ( no aquecimento, na apresentação, durante o jogo, na saída para o intervalo, no regresso do intervalo e na despedida), independentemente do seu comportamento perante as leis do jogo. 

3- Conceder-lhes apenas e restritamente as condições que o regulamento da liga impõe, nem mais uma garrafa de água. Se possível arranjar forma de se acabar o gás a meio do duche.

4- Publicitar o CV dos senhores e desempenho em jogos anteriores onde apitaram jogos do Sporting, antes das partidas onde vão intervir, para se conhecerem as bestas.

5- Não comparecer a CI e entrevistas rápidas, ou comparecendo, responder por monossílabos. "Sim" e "Não" seriam suficientes, mas acrescentaria "ao seu jornal/TV não respondo".

6- Jogar todos os jogos sob protesto. Os motivos são tantos que é escolher de uma lista extensa.

7- Deixar bem claro que cede jogadores à selecção apenas por respeito aos portugueses, caso contrário dificultaria a sua convocatória.

8- Mover processos em tribunal a todos os que prejudiquem o Sporting sob qualquer forma e fazer disso publicidade.

9- Repetir à exaustão, nos OCS do Clube, imagens de roubos descarados de que fomos vítimas.

10- Pedir aos "representantes" do Sporting em programas de opinadeiros que se escusem a participar neles, nem que para isso se lhes pague o que ali auferem. Será menos que um qualquer pau de sebo que veio em Agosto passado.

 

Isto terá algum resultado visível? Talvez não, provavelmente não, certamente que não, mas sempre será um pouco melhor que dizer que se voltaria a escolher o Jorge Sousa para o derby.

Também há a opção Pinto da Costa, que percebeu, há trinta anos, que sendo honesto não ia lá.

É escolher.

A sério?

Abaixo transcreve-se o relato do jogo de ontem, em Setúbal.

Alvíssaras a quem descobrir de onde foi retirado:

 

"Penálti assinalado por Rui Oliveira no último minuto de jogo selou a derrota do Sporting CP no Bonfim

O Sporting CP foi esta quarta-feira derrotado pelo Vitória de Setúbal no Bonfim (2-1), num jogo em que o árbitro Rui Oliveira decidiu ser o protagonista do encontro, mas pelas piores razões, ao assinalar um penálti no último minuto de jogo que sentenciou o afastamento dos leões da Taça da Liga.

Polémico, no mínimo, uma vez que nem as imagens televisivas permitem perceber o que se passou na cabeça do juiz da partida, ao assinalar uma falta inexistente dentro da área leonina já perto do apito final. Na conversão da grande penalidade, numa altura em que o último e decisivo duelo do Grupo A estava empatado (1-1), Edinho aproveitou para fazer a festa sadina (2-1).

Em contraste, a desilusão leonina era total. E com razão: a igualdade no marcador servia na perfeição as ambições do Sporting CP, líder na tabela antes da deslocação a Setúbal, uma vez que apenas um ponto era suficiente para carimbar o apuramento para a próxima fase da competição.

Os comandados de Jorge Jesus até nem começaram o jogo da melhor maneira, já que Frederico Venâncio abriu o marcador para o Vitória logo aos 19', mas conseguiram equilibrar a balança no segundo tempo, após um golo de Elias aos 79'. Oportunidades não faltaram até ao final para os leões sentenciarem a partida, mas André revelou-se sempre pouco pragmático em zonas de finalização.

Como quem não marca sofre, o Sporting CP acabou por ver fugir o bilhete para a final-four da Taça da Liga no último suspiro, como já aqui referimos. Fora daquilo que se passou dentro das quatro linhas, a explicação é simples: em igualdade pontual no topo do Grupo A, com seis pontos em três jogos, a diferença na média de idades (critério de desempate) sorriu à formação de Setúbal.

Um sorriso amarelo, diga-se."

 

Os sublinhados são meus, bem como a cara de espanto, que os caros leitores não podem ver, felizmente.

O que é isto, comparado com uma carrinha bloqueada?

"Luis Filipe Vieira, gestor do futebol da sociedade anónima desportiva(SAD) do Benfica, foi condenado por roubo. O caso remonta a Julho de 1993, altura em que o homem todo-poderoso do futebol da Luz foi julgado e condenado no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, pela prática de um crime de roubo. Luis Filipe Vieira foi mesmo condenado a 20 meses de prisão. E não mostrou arrependimento pelo que fez.

O ex-presidente do Alverca foi sentenciado juntamente com mais cinco arguidos, que também foram condenados por roubo. Um deles apanhou, tal como Luis Filipe Vieira, 20 meses de cadeia, e os restantes quatro foram condenados em 18 meses.

A sorte dos seis arguidos, Luis Filipe Vieira incluído, foram as duas leis da amnistia - uma de 1986 e a outra de 1991 -, que lhes valeram o perdão total das penas de prisão que lhes foram aplicadas pelo colectivo do 3ºJuízo Criminal de Lisboa. No acordão, o juiz-presidente, Afonso Henrique Cabral Ferreira, destaca o facto de Luis Filipe Vieira ter sido o único que não se declarou arrependido pelo crime cometido.

Os factos remontam aos princípios de Março de 1984, altura em que José Luis Gama, um industrial de Arganil, de 62 anos de idade, se queixou a Luis Filipe Ferreira Vieira, na altura com apenas 35 anos e com a profissão de comerciante, do comportamento de Adriano Varela. Trata-se de um caso de contas que não foram honradas, reclacionado com uma cessão de quotas na TIM - Transportes Internacionais de Mercadorias, Lda., empresa sediada em Lisboa. Do património desta sociedade fazia parte um camião (veículo tractor) e o respectivo semi-reboque. Tudo no valor de 4400 contos.

Em julgamento provou-se que, vendo o seu amigo José Gama agastado com a situação, Luis Filipe Vieira instigou-o a contratar os serviços de António Manuel Suzano como sendo a pessoa certa para lhe resolver o problema. Luis Filipe Vieira explicou a José Gama que já havia utilizado os serviços de António Suzano para cobrar um cheque. Em julgamento ficou também provado que foi Luis Filipe Vieira quem fez os contactos com o homem das cobranças difíceis, dando-lhe instruções para forçar António Varela, tido por mau pagador, a liquidar a alegada dívida, de milhares de contos.

Para esse efeito, traçaram um plano que consistiu em roubar os referidos veículos a António Varela e à empresa TIM. Vieira contratou os serviços de Suzano, e este não perdeu tempo em apresentar-se com um grupo composto por três "amigos": António Mourato, motorista, então com 40 anos, Albino Rosendo, de 32 anos, e Francisco Aboim. Luis Filipe Vieira pagaram, como acontece nos casos de cobranças difíceis, os serviços da rapaziada musculada.

Foi no dia 28 de Março de 1984 que tudo se concretizou. Por volta das duas horas da madrugada, e depois de terem tentado localizar o camião e o semi-reboque em Setúbal, António Suzano e a sua equipa acabaram por encontrá-los no parque da Alfandega de Lisboa, onde estavam guardados pelo motorista António Casaleiro. O "quarteto" bateu na cabina do tractor, e o seu motorista, que pernoitava no seu interior, abriu o vidro lateral. Foi então que António Mourato teve a ideia de identificar-se, tal como os seus acompanhantes, como sendo da Interpol, e disse a Casaleiro que vinham apreender os veículos.

Não satisfeitos com este anúncio, Suzano e os seus "boys" mostraram os coldres, que não tinham qualquer arma, ameaçando-o de prisão se não conduzisse os veículos para o local que lhe seria indicado. António Casaleiro acabou por aceder, conduzindo o camião para as instalações da Caterpneus, firma de Moscavide de que Vieira era um dos sócios. Após ter estacionado, o quarteto revelou-se simpático: deu ao motorista dinheiro para pagar o táxi e regressar a casa. José Gama ordenou a António Mourato que os veículos fossem escondidos em Matosinhos, acabando o camião por ser interceptado em Pombal numa operação-stop.

No acordão, os juízes referem, com ironia à mistura, que esta história é "digna da sétima arte e constituiu, sem margem para dúvidas, um crime de roubo".

Luis Filipe Vieira recorda a história com alguma revolta: "O queixoso, que nos devia dinheiro, nunca foi julgado. É a justiça que temos".

O regresso dos golos estúpidos e dos grandes gamanços

Um canto oferecido de forma estúpida, de que resulta um golo estúpido. Depois, foi o Cosme show. Cosme percebeu bem as notícias da semana: tudo aquilo de que o Sporting se queixar é arquivado. O Sporting não vale um caracol nas "estruturas". É surrar o Sporting. A Académica tem um remate e dois golos. Uma eficácia acima de 100%. Então Jesus, aposto que já tens saudades do manto protector.

Perguntas de um distraído

- Aquele Conselho de Disciplina onde Vitor Pereira foi fazer queixinhas de Bruno de Carvalho (esquecendo-se que faz amanhã um mês que LFV lhe chamou ladrão e isso não o incomodou), é o mesmo que está a "analisar" a queixa sobre as caixas douradas?

Se sim, podemos esperar sentados, ou isto é como a Europa, onde a coisa funciona a duas velocidades?

- O facto de o árbitro do Sporting vs Tondela ameaçar Bruno de Carvalho com um processo, tem algo a ver com o facto de ser advogado e de em tempos ter sido assistente de um colega, na defesa de alguns apitadores do processo Apito Dourado? Ou seja, prática na defesa de corruptos (supostamente, que ele pode passar por aqui e eu assino com nome próprio).

- Haverá alguma relação entre a subida dos árbitros e a sua filiação clubista? É que ouvi dizer que grande parte deles são associados das casas do Benfica um pouco por todo o país... De Famalicão a Mem Martins, de Braga a Faro, de Vila Verde a Évora, de Barcelos a Setúbal, etc., etc.

- Rui Barreiro é um ex-presidente de Câmara condenado por negligência e infracção financeira no exercício do cargo e que é dono de uma empresa que apoia agricultores a candidaturas a apoios do Ministério da Agricultura onde é(era) inspector e que diz que quer ser presidente do Sporting Clube de Portugal?

Isto são coisas que ouvi dizer, se alguém puder confirmar...

Paços, pé. Andebol, mão

Parece que estava a adivinhar, ontem, quando antes do jogo Sporting vs. Paços de Ferreira escrevi um "post" sobre andebol.

Os jogos com o Paços recordam-me sempre o dia 16 de Setembro de 2006.

Um campeonato que podíamos e devíamos ter vencido se não fossem as ferreirices do Manuel de Oliveira que nos calhou naquele dia.

Por falar em Manuel de Oliveira, via "A bola não tem pulmão" um interessante filme dos acontecimentos de ontem e a forma como os jogadores amarelos foram escapando ao amarelamento...

Ser ou não ser mau

A dúvida é legítima.

Assistindo a todos os jogos em casa e vendo a maior parte deles fora, na tv, vê-se um denominador comum em todos eles:

A falta de jeito dos apitadores.

Mas serão eles só maus? Ou são maus só quando querem?

Este de hoje, por exemplo: marcou um penalti contra nós que existe mesmo. Pode concluir-se que é um bom árbitro.

Pois, mas não marcou um claro e outro menos claro a nosso favor. O que faz dele um árbitro mau.

Ah! e mostrou o primeiro cartão amarelo à equipa contrária aos 81 minutos. Fabuloso! O que faz dele um árbitro habilidoso.

Este rapaz com nome de realizador produziu um belo filme, hoje à tarde. Habilidoso quanto baste, tratou de resolver o problema atacante do Paços de Ferreira, que defendeu muito bem, sem atropelo das leis do jogo, segundo este... senhor.

Fazendo parte duma fornada de jovens árbitros conotados com o Benfica, é já merecedor dos maiores encómios. Produz já os resultados previstos pela estrutura.

 

É certo que não jogámos "nada", mas não há lei nenhuma no mundo que proíba os jogos de acabar a 1-0...

A reacção dos de Vila do Conde

Foi inusitada, exagerada, injustificada e descabida a reacção dos jogadores do RA à marcação do claro penalti sobre Montero. Teriam ficado a jogar com menos dois.

Mas percebe-se porquê:

É que contra os outros dois grandes não podem reclamar, mesmo quando são claramente roubados!

Contra nós, mesmo sem razão, coitados, extravasam o que lhes vai na alma. Eu até estou em acreditar que eles queriam mesmo ser expulsos, para se vingarem da forma como têm sido tratados...

Até o Pedro Martins, que me parece ter sido sempre bem tratado em Alvalade e no Sporting, aproveitou para dizer que está farto. Fiquei sem perceber se diz que está farto de ser roubado, ou farto de não o poder dizer, tal como os seus jogadores.

Mistérios desta liga tão sui generis...

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