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És a nossa Fé!

João Rocha. Voltaremos a ser muitos, estou certa

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Estreei-me esta semana no Pavilhão João Rocha, no Sporting 39 - Avanca 28, em andebol. 

Senti-me em casa, gostei do recinto, pretendo voltar. Éramos duas centenas de pessoas, e podemos ser mais. Seremos mais, tenho essa convicção. O que me leva à questão das assistências de que tanto se tem falado. Também eu tenho a minha opinião. 

Ainda tenho presente a Nave de Alvalade, e o ambiente em volta do estádio em dias de jogo de futebol. A vida por ali não era só perto da hora do jogo, ou apenas de passeio. Passava-se pela Nave, fazia parte. Havia os assíduos, e havia quem lá passasse. Mas fazia parte. Havia vida em redor do estádio por muitas horas. 

De 2003 ou 4, quando a Nave foi encerrada, a 2017 são pelo menos 13 anos. 13 anos é uma geração que se salta. Uma geração que não viu este movimento em volta do estádio, que sabia que o Sporting tinha modalidades, mas a menos que se deslocasse não as poderia acompanhar. E quando digo geração, não me refiro a todas as pessoas de uma idade concreta, saltámos uma vida de muita gente, mas saltámos acima de tudo o hábito de ir a um pavilhão do Sporting.

Junto a este facto os que sabiam, acompanhavam, mas perderam o lado prático de todo o clube funcionar no mesmo espaço. Dir-me-ão que quem é do Sporting não se importa com distâncias, e eu acho isso bonito, romântico até, mas no dia a dia não é prático e a verdade é que foi uma minoria que o pôde ou quis fazer nestes últimos anos. Há sempre quem saiba resultados, conheça as equipas, sei bem que nunca abandonámos as modalidades. Mas faltava-nos o pavilhão, faltava-nos ver de perto, e em casa, os nossos. 

Finalmente uma direcção cumpre a promessa de erguer um pavilhão, mas não temos calma, reclamamos que está vazio. Sinceramente, para já não acho preocupante a pouca adesão num primeiro ano de pavilhão. Não há culpados, nem desculpas, foi como foi. Mas o facto é que há um intervalo temporal que mina os hábitos, que faz cair a curiosidade do que se passa com cada equipa, que nos fez afastar do pavilhão.

As pessoas perderam o costume, e tal como se perdem, os hábitos voltam a ganhar-se. Seja porque dá jeito passar num jogo antes do futebol, ou porque "hoje até me dá jeito lá passar quando sair", porque os amigos vão e aproveitamos a companhia, uns mais para o hóquei (o meu caso), outros mais do futsal, do volley ou andebol, ou simplesmente porque é o Sporting Clube de Portugal e isso basta, tenho a certeza que todos havemos de frequentar o Pavilhão João Rocha.

O "João Rocha" a dar cartas

Certamente pelos créditos firmados em anteriores organizações da Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup ( e uma Final Four , num total de sete em oito ), foi mais uma vez confiada ao Sporting Clube de Portugal a organização da fase seguinte desta modalidade.

Segundo Miguel Albuquerque, o clima vivido nos três jogos já disputados no João Rocha foi determinante para a escolha: "Esta candidatura tem muito a força dos nossos adeptos. Houve três jogos no novo pavilhão, dois deles com lotação praticamente esgotada e isso foi uma das coisas que impressionou a UEFA e que pesou a nosso favor. Os nossos adeptos mereciam ver a equipa jogar em casa a nível internacional".

A ver se é desta...

Há quintas que deveriam ser todos os dias, e que são como certas quartas!

Há quintas que deveriam ser todos os dias, e que são como certas quartas, apenas por isto:

Futsal (UEFA Futsal Cup, apurados para a Ronda de Elite):

Sporting 7 - 1 Nikars Riga

 

Ténis de Mesa (Liga dos Campeões):

Sporting 3 - 1 KS Dartom Bogoria Grodzisk

 

 Futebol (Taça de Portugal):

Oleiros 2 - 4 Sporting

Ser feliz em Coimbra

Fui feliz em Coimbra há umas décadas quando lá estudei, e hoje voltei a sê-lo. Afinal pode-se e deve-se voltar onde já se foi feliz. Graças a um conjunto de leoas que nunca desistem de lutar e não entregam o ouro ao bandido. Numa jornada singular, votada ao desprezo pela Federação. Cabe aqui e desde já, uma breve referência à distribuição dos bilhetes, cabendo ao Sporting a pior localização nas bancadas que estiveram sempre expostas a um calor tórrido, quando 80% do estádio estava vazio, incluindo muitos setores à sombra. E a relação era de 75% de apoiantes do Sporting e 25% do Braga. Conclusão: as magníficas bancadas centrais que estiveram sempre à sombra estavam orgulhosamente quase despidas de público. Fosse outro o clube a marcar presença... Depois da participação de Portugal, como estreante, num Europeu, a par do investimento do Sporting em todas as camadas do futebol feminino, não seria altura de alguém das muitas dezenas de inscritos na folha de salários da Federação, olhar seriamente para o futebol feminino? Valeu a RTP, desta vez sem cortes ou concertos paralelos e o entusiasmo dos cerca de 4.000 sportinguistas (nota negativa para a ausência das claques do clube. Inexplicável). Atente-se desde logo na hora e no dia escolhidos. Domingo, 15 horas. Mais de 30 graus. Para ser diferente e melhor bastava que tivesse sido no dia anterior ao final da tarde! Todas as jogadoras foram verdadeiras heroínas e inexcedíveis no empenho em proporcionar um espetáculo digno. Todas elas de parabéns. Depois, as nossas. É um gosto ver as nossas leoas a lutar até ao fim. Mesmo quando o desânimo e a descrença ameaçavam instalar-se nas bancadas, ei-las a superarem-se, a jogar como habitualmente e a ganhar como sempre. A cereja que faltava para uma época deslumbrante: a Supertaça. Coimbra foi uma lição de sonho e tradição. Não destaco nomes, nem no relvado nem no banco. Foram todas feitas de Sporting. E é delas que o Sporting é feito: esforço, dedicação, devoção, glória.

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PS1- uma palavra para os bravos do Andebol, que segui em simultâneo pela emissão televisiva via Twitter. Foram espetaculares. Temos equipa na Champions. 

PS2- o Museu do Sporting ficou mais bonito este fim de semana, com estes dois troféus: as Supertaças de futsal seniores masculinos (soube muito bem, especialmente por ter sido ganha a quem foi...) e a de futebol seniores femininos. A crescer!

 

Hoje giro eu - O efeito Capeta

Pela terceira vez consecutiva, e quando tudo parecia perdido, a equipa de futebol feminino do Sporting logrou marcar um golo nos derradeiros momentos do tempo regulamentar.

Depois do penalti ganho por Ana Borges, e convertido por Solange Carvalhas, que valeu o título de campeãs nacionais no jogo da segunda volta disputado em Alvalade e do remate decisivo de Diana Silva que levou a final da Taça de Portugal para o prolongamento onde Ana Capeta mataria o jogo, hoje a alentejana realizou um "hat-trick", o primeiro da sua conta marcado em cima do fim do jogo.

O Sporting venceu assim a Supertaça de futebol feminino e, mais do que tudo, mostrou uma raça e uma inabalável na vitória até ao último minuto, características que deixam os sportinguistas orgulhosos desta equipa. 

"Efeito Capeta", diria o treinador das leoas, Nuno Cristovão, durante a "flash-interview", dando o devido relevo à entrada da ponta-de-lança que esteve em dúvida de poder ser utilizada até quase ao início do jogo.

Com esta vitória, finalizou um fim-de-semana de glória para a maior potência desportiva nacional: No futsal, triunfo suado na Supertaça sobre o rival Benfica; no andebol, apuramento, por um golo e após prolongamento, para a Champions League; no futebol feminino, o triplete (Campeonato, Taça, Supertaça).

A todos os/as atletas que contribuiram para estes êxitos, muitos, muitos Parabéns e a certeza de que a glória, até pela dureza das vitórias, assentou na transposição para dentro dos recintos de jogo do lema leonino: esforço, dedicação e devoção. E "capeta", muita "capeta"!

 

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Os Juvenis de hoje são os Juniores de amanhã

Já começa a ser um hábito. E saudável. Chega sábado, chegam mais títulos. E hoje foi um sábado juvenil.

Futsal: Sporting pentacampeão nacional de Juvenis (hoje, 5-2 ao slb);

Andebol: Sporting campeão nacional de Juvenis (hoje, 30-26 ao abc);

Futebol: Sporting vence taça nacional em Juvenis Femininos (hoje, 4-0 ao Viseu e 5-1 ao Albergaria).

Já agora, sempre podemos acrescentar que também nos Juvenis masculinos falta pouco para se sagrarem campeões. Quando restam 2 jogos por disputar, o Sporting tem 4 pontos de vantagem. Apesar das arbitragens inacreditáveis. Hoje o Sporting ganhou ao Porto 3-2, com ambos os golos portistas de penalti. E mais um jogador expulso (por acaso um que nada teve a ver com o lance). Já no jogo anterior o melhor jogador do Sporting, em lance banal, levou vermelho. E 3, 3 jogos de suspensão. Exatamente o que faltava disputar. Uma vergonha *.

É caso para dizer que os Juvenis de hoje são os Juniores de amanhã!

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 * para se perceber melhor: http://oartistadodia.blogspot.pt/2017/06/criterio-disciplinar-incompreensivel.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

 

Aguenta, coração

Um empate a três foi quanto bastou ao Sporting para superar o FC Dynamo, nesta ronda de elite da UEFA Futsal Cup, conquistando justamente um lugar na Final-Four a realizar lá para a Primavera, em Abril.

Pode parecer ter sido fácil, mas convém lembrar que o FC Dynamo está acima do Sporting no ranking, era cabeça de série e foi o único (cabeça de série) a ser eliminado. Pelo Sporting, que se junta a Kairat, Ugra e Inter.

Estão de parabéns os nossos futsalistas e a equipa técnica comandada por Nuno Dias.

E os mais de dois mil leões e leoas que encheram "até ao telhado" o multiusos de Odivelas e que foram parte importante, também, deste feito.

Spooooorrrtiiiiiiiiinnggggggggggg.

Sabe sempre bem!

Sabe sempre bem quando malhamos no benfas. Hoje foi no andebol, SPORTING 28 - slb 25. Seria muito bom se pudessemos comemorar no novo pavilhão o título de campeão nacional. Já é tempo! (O aperitivo foram os 9-1 ao Fundão, em futsal, a dar a liderança isolada. Seria muito bom se pudessemos comemorar no novo pavilhão o título de campeão nacional. Volta a ser tempo!)

Novamente o futsal

Tal como havia deixado como desejo em post anterior, o Sporting irá organizar um dos grupos da fase de elite da UEFA Futsal Cup.

Eis o comunicado do Clube, com a curiosidade e o agrado de o evento ser transmitido em exclusivo pela SportingTV:

"O Sporting Clube de Portugal voltou a ser escolhido pela UEFA para organizar um dos grupos da Fase de Elite da UEFA Futsal Cup no Multiusos de Odivelas, de 24 a 27 de Novembro, com todos os jogos a serem transmitidos em exclusivo na Sporting TV.

O Kairat Almaty, o FC Nacional Zagreb e o SD Brezje Maribor serão os organizadores dos restantes três grupos em competição.

Recorde-se que já em 2010, 2011, 2013 e 2014 os leões organizaram a Fase de Elite, assim como a Final Four em 2015, recebendo este ano novamente a confiança da UEFA, numa clara demonstração da qualidade de organização do Sporting Clube de Portugal."

Nada mais que justo

Um destes dias coloquei aqui um post, onde demonstrei a minha tristeza com o resultado da supertaça de futsal e com a exibição menos conseguida pelos nossos rapazes.

Impunha a justiça que postasse sobre o apuramento para a ronda de elite da "UEFA Futsal Cup", realizada na passada semana em Itália e onde o Sporting passeou classe, vencendo os três jogos em disputa, um deles com o vice-campeão italiano, por números claros e com exibições de grande qualidade, marcando dezasseis golos e sofrendo apenas dois (7-1; 5-1; 4-0).

Se a próxima fase fosse disputada em Odivelas, seria meio caminho andado...

 

A diferença foi a eficácia

"Os leões saíram derrotados por 3-2 do jogo da Supertaça de futsal, que se realizou em Loulé

Acaba por ser relativamente fácil explicar a derrota do Sporting CP no encontro a contar para a 20.ª Supertaça de futsal, que se realizou no Pavilhão Municipal Desportivo de Loulé. Criar oportunidades de golo não chega para vencer, caso o adversário corresponda com golos aos erros cometidos. 

No dérbi desta tarde, os leões assumiram a partida, mas as ideias evaporavam-se no último terço da quadra e os encarnados aproveitaram de forma exímia quase todos os momentos de desconcentração leonina. O Sporting CP gastava créditos junto à baliza de Bebé, que fez uma exibição muito segura, e as águias deixavam marcas sempre que se aproximavam de Marcão. Quem ler "marcas", pode dizer "golos".
 
Ora vejamos: logo aos três minutos, após uma perda de bola de Leo em zona proibida, Elisandro viu as suas intenções travadas pelas mãos do guarda-redes brasileiro. No entanto, os comandados de Nuno Dias não se meteram em sentido, pois foi o mesmo jogador dos encarnados quem, no minuto seguinte, conseguiu receber de costas, rodar perante a pressão de Caio Japa e executar uma 'picadinha'. A maior posse de bola dos verdes e brancos era invisível no marcador, ainda que a falange de apoio da Onda Verde continuasse a engolir qualquer outra que estivesse no complexo desportivo. 
 
Em desvantagem, Djo segurou as tropas. Na cara do guardião da Luz, permitiu a defesa. Instantes mais tarde, recuperou a bola no meio-campo ofensivo e fez a assistência para Diogo, capaz de aproveitar a saída precipitada de Bebé. "Só teve de encostar", como se costuma dizer na gíria, para empatar. 
 
Os leões empolgaram-se com o 1-1 e atravessaram o melhor período do encontro, onde tiveram uma oportunidade soberana para chegar à vantagem. O poste, velho "amigo" dos leões, evitou que o míssil de Marcão fuzilasse as redes opostas. No entanto, e aqui é que esteve a diferença do desafio, o Benfica não precisou de muito para voltar a marcar. A meio da primeira parte, Fernando rematou no lado esquerdo do ataque e nenhum defensor leonino teve capacidade de reacção para não deixar que a bola fugisse sorrateiramente para os pés do imparável Elisandro. Nova desconcentração, novamente o marcador a mexer para o lado das águias. 
 
Até ao intervalo, Merlim voltou a encontrar o poste na cobrança de um canto e Fortino, com a baliza escancarada, mostrou-se incapaz de fazer o 2-2. Ouviu-se o apito do árbitro e o Sporting CP sabia que ia para os balneários a perder por culpa própria. 
 
Diogo, Dieguinho, Léo, Djo e até Marcão regressaram à quadra com vontade de restabelecer a igualdade. Uns milímetros a menos e Bebé a mais conseguiram ir evitando o golo do Sporting CP. Já com os leões a jogarem com guarda-redes avançado, assumido por Merlim, voltou a aparecer... o poste! Logo a seguir? Golo do Benfica, procedido de falta sobre Diogo, é certo. À primeira oportunidade flagrante criada na etapa complementar, os encarnados chegaram ao 3-1 por intermédio do estreante Elisandro. 
 
Faltavam dois minutos para o final e embora Caio Japa ainda tenha pintado alguma esperança no olhar dos adeptos Sportinguistas, aproveitando uma circulação fantástica em situação de vantagem numérica para encostar de baliza deserta, a vitória já não fugiu ao Benfica.
 
Na segunda-feira, o Sporting CP viaja para a Itália, onde irá disputar a ronda inicial da UEFA Futsal Cup."
 
in sporting.pt
 
 
Já escrevi por aqui que o futsal é modalidade que não vejo muito, porque me dá cabo do coração. Aquilo é tudo muito rápido e...
Há no entanto uma dúvida que me assalta, nestes jogos com o Benfica: Sendo consensual que o Sporting tem mais equipa e melhores jogadores, porque raio perde (tem perdido) tantos jogos com o Benfica, e quase sempre por culpa própria? Será que falta ali alguma coisa nesses jogos? Não quero trazer aqui comportamentos menos desportivos verificados nalguns jogos, que podem ajudar a justificar alguma coisa, mas não justificam a normal ineficácia dos nossos nestes jogos. O facto de o Benfica ter um grande GR, não justifica tudo, porque afinal os grandes falhanços têm sido de golos feitos, balizas abertas, postes e barras, etc.
Não beliscando em nada o sucesso desta equipa, este parece-me ser um assunto a ser bem analisado. Eu diria que há que aprender a ser cínico e quem vê os jogos, percebe-me perfeitamente.
Em nota final, os parabéns aos vencedores.

A verdade da mentira

Portugal ganhou esta noite o acesso às meias-finais do campeonato do Mundo de futsal, vencendo por 2-3 a selecção do... Azerbaisil.

A selecção adversária iniciou o jogo com um GR azeri e os restantes quatro, brasileiros naturalizados. Até aqui nada de novo, a Itália já o tinha feito antes, é situação recorrente, mas ontem aconteceu algo de inédito: como o treinador e o adjunto são também  brasileiros, ontem defrontaram-se duas equipas que falavam a língua portuguesa. Confesso que foi algo confuso ouvir, nos "time-out", os "azeris" falar em português com açúcar. 

A FIFA, sob pena de levar ao descrédito uma competição tão importante como é o campeonato do Mundo de futsal, não pode autorizar situações destas. Com a agravante de os atletas brasileiros em questão não jogarem no Azerbaijão, não viverem naquele país e terem sido contratados expressamente para participarem neste campeonato, sendo naturalizados para poderem apenas participar em defesa de um país que alguns deles, eventualmente, nem farão ideia sequer onde fique.

Eu diria que é vergonhoso. E patético.

 

 

 

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