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És a nossa Fé!

Olheiro de Bancada - VII

Após o empate que mais soube a derrota, fiquei de tal maneira em choque que nem tive coragem para escrever e perguntar aos adeptos leoninos qual foi o melhor jogador do Sporting, no sofrível jogo de ontem.

Vim hoje ainda com tristeza, mas pronto tem de ser.

Então digam lá, quem foi para "voceses" - como se diz na minha aldeia - o melhor jogador leonino?

Fico à espera!

Hoje giro eu - De noite se faz luz sobre o dia

Começo por dizer que me estou "nas tintas" para as comissões que o Benfica paga de intermediação de jogadores (olho é para as nossas e vejo que neste mercado de Verão subiram face aos 2 "reports" anteriores), pelo que entendo que a nossa Comunicação não tinha de invocar publicamente isso, como se não fosse suficiente para nós a transparente divulgação do desagregado das transferências do mercado de Verão, isso sim um motivo de orgulho. É um tema do Benfica que, a preocupar alguém, deve ser os seus adeptos, o(s) regulador(es) e as autoridades, com o qual nós, sportinguistas, não temos de nos ocupar neste momento. Devo, no entanto, referir que ouvir (e vêr) Pedro Adão e Silva, no programa Aposta Tripla, da SportTV (onde gosto muito de Paulo Baldaia e, já agora, de Pedro Henriques, na minha opinião, o melhor comentador televisivo de futebol), "matar" o tema, dizendo que o Benfica paga mais comissões que os outros, porque vende mais - lá está aproveitando a "deixa" (supérflua) de Nuno Saraiva, que acabou por esvaziar mediáticamente a transparência do "report" do Sporting, o essencial - me deixou entre a incredulidade e a marcação urgente de uma consulta no otorrino. Passo a explicar: o facto de um clube vender mais, não justifica que pague quatro vezes mais comissões do que outro num determinado período, a não ser que tenha vendido ( e comprado?) também quatro vezes mais, o que manifestamente não foi o caso. Mais tarde, no mesmo programa, António Macedo, com igual leveza, diria que tinha pena que não fosse o Sporting a pagar mais comissões, mostrando não perceber isto. Uma coisa é achar que o tema não nos diz respeito - embora se possa ter uma opinião sobre ele - outra é tomarem-nos por lorpas e escamotear que o barómetro deve ser a taxa média de intermediação paga por um clube, algo que poderia futuramente constar nos Relatórios e Contas das sociedades desportivas. Adiante...

 

Rui Vitória diz que um clube tetracampeão não pode estar em crise, nessa situação estarão aqueles que não ganham há muito tempo. Eu fico muito contente com esta "crise" que vem assolando o Sporting esta época. Como o futebol é o momento, muito contente. Os adeptos do Benfica, por outro lado, também estão contentes porque ganharam nos últimos 4 anos. Antes assim, estamos todos contentes, exceptuando o Rui Gomes da Silva, aparentemente o único que está zangado. 

 

Falando de futebol, o que eu vejo é que o Benfica não colmatou as saídas na sua defesa (baliza incluida) e que o seu meio-campo está em falência. Como resolver isso? Eventualmente, recorrendo a um terceiro médio - Krovinovic? - , o que lhe permitiria gerir o miolo do terreno de outra forma, mas como compatibilizar isso com Jonas, de longe o melhor jogador do clube (se não do Campeonato)? Poderá Jonas jogar sozinho na frente (o que significaria a saída de Seferovic ou Jimenez)? Se fosse benfiquista também me intrigaria porque Cervi não joga mais. De todas as opções nas alas é o jogador com maior entrega e rigor táctico, mas parece contar menos este ano.

 

Finalmente, a questão do vídeo-árbitro. Uma inovação que veio melhorar muito o futebol português, adicionando-lhe transparência. Há ainda alguma coisa a fazer, até do ponto-de-vista de meios tecnológicos para análise, mas já não há dúvidas que é um instrumento muito útil. Aqui também parece agora haver consenso, embora ainda recentemente no Bessa se tenha ouvido que a culpa era do VARela.

 

 

Olheiro de Bancada - VI

Finalmente à terceira foi de vez.

Num estádio muito bem composto - 42401 espectadores e CR7 - o Sporting levou de vencida, pela primeira vez na sua casa, a equipa do Tondela.

Com evidentes alterações no onze inicial, operadas por Jorge Jesus, é agora a hora dos sportinguistas virem aqui dizer quem foi o melhor jogador nesta noite.

O desafio está lançado. Aguardo então as vossas opiniões.

 

Conclusão breve!

Entre o que fui lendo por aí e aquilo que escutei hoje, em diversos locais por onde passei, se não tivesse visto o jogo, ficaria com a certeza de que o Sporting, ontem, havia perdido.

As criticas à nossa defesa foram tão mordazes que estou um pouco atónito com o que fui escutando e lendo. Pior… poucas foram as referências negativas aos avançados, que marcando três golos podiam ter facturado muito mais, deixando-nos à beira de um resultado histórico.

Porém o que contou realmente foi a nossa defesa…

No que diz respeito ao futebol tenho sempre a matriz inglesa: há-que marcar sempre mais um que o adversário para ganhar um jogo.

E foi isto que aconteceu ontem.

Ética - Isto só vídeo!!

A casa do futebol português continua a ser construida pelo telhado. Esta semana, ficámos a saber pela boca do ex-árbitro Pedro Henriques que o VAR não tem acesso às linhas de fora-de-jogo. Alegadamente, devido a problemas técnicos relacionados com a falibilidade dos actuais sistemas existentes no mercado, disse o próprio.

Não sendo o vídeo-árbitro autónomo numa das acções onde a sua visão mais pode influenciar o árbitro, acaba por ficar dependente das imagens da transmissão televisiva, creio.

Assim, ficamos sujeitos a apreciações feitas em cima de imagens aonde não aparecem em simultâneo as 2 linhas laterais (Benfica x Portimonense), não aparece a linha de fora-de-jogo (Benfica x Braga) ou ficam escondidos jogadores (Seferovic no Benfica x Braga).

Antes de descarregarmos a nossa bilis na realização televisiva da Btv, ou fazer juízo de intenção sobre a seriedade do realizador, deveríamos sim concentrarmo-nos no essencial: a Liga de Clubes, um dos reguladores do nosso futebol, permite que um canal de clube transmita jogos, em directo e em exclusivo, do campeonato nacional, algo inédito nos principais campeonatos por essa Europa fora. Obviamente, tal situação coloca suspeição em matéria de conflito de interesses e, por isso não é seguida por quem pensa o futebol pelas suas fundações (práticamente, o resto do Mundo). Nesta conformidade - e atendendo ao que Pedro Henriques agora suscitou de ausência de meios do vídeo-árbitro - todo este problema é exacerbado por haver um VAR. Já não se trata da probabilidade maior ou menor de serem retiradas imagens comprometedoras e do seu eventual impacto mediático, o que está aqui em causa são decisões que afectam o resultado de um jogo, pelas decisões que são tomadas no campo.

Sou (e serei) um defensor do VAR desde a primeira hora, mas há coisas no futebol português que carecem de compreensão. A FPF fez um esforço financeiro considerável (1 milhão de euros), a fim de dar os necessários passos para garantir a integridade das competições. O que tem feito a Liga para efectivamente regular? De que forma o tem partilhado com a opinião pública? Se os clubes não dão as necessárias condições, legislando no sentido da ausência de conflito de interesses, o que é que as pessoas lá ficam a fazer? Não se demitem? O salário é bom? Depois deixam-se expostos os Veríssimos desta vida, ficando sempre a porta aberta para que se discuta interminávelmente e tudo fique como dantes, no quartel de Abrantes.  

Eu já tinha avisado (http://sporting.blogs.sapo.pt/etica-o-video-arbitro-e-a-realizacao-3406126)...

 

VAR3.jpg

Apelo aos sportinguistas

Não nos deixemos confundir com questões laterais: esse tem sido o nosso erro mais habitual. Não percamos demasiado tempo a falar do passado, de outros clubes portugueses, de clubes estrangeiros, da imprensa, da rádio, dos apitadores, dos directores de comunicação das agremiações rivais, dos canais televisivos dos outros, das entrevistas que gente externa ao Sporting dá ou não dá.

Isso são píners, como diria Jesus.

Evitemos disparar em todas as direcções.

Mantenhamos o foco máximo na nossa equipa e na vontade firme de conquistar o campeonato. Em campo, repetindo o que aconteceu várias vezes no passado. Como alguém já assinalou, na secretaria nunca ganhámos campeonato algum.

Descubra as diferenças

Na época passada e à terceira jornada o Sporting era já líder da classificação. Mais ou menos um ano depois, estamos novamente na frente só que desta vez com a companhia do Porto. Todavia aquela liderança em 2016 de nada valeu…

O problema da nossa equipa não é normalmente o início, mas o fim. Porém desta vez e olhando com atenção para o nosso plantel, creio que estamos melhor apetrechados. Vejamos então:

Rui Patrício é sem dúvida insubstituível. Daí Beto ter saído, mas creio que Salin foi uma boa escolha para alguma eventualidade.

Na defesa ficou o defesa central Coates. O resto foi à sua vida e muito bem. Vieram Piccini, Mathieu (que grande e agradável surpresa) e o “coiso”.

Há ainda Tobias, André Pinto e Jonathan, além do recém chegado Ristovski. Tudo jogadores com créditos mais ou menos firmados.

A meio campo o Sporting acaba de perder Adrien, mas pelo que temos observado está a ser bem substituído por Battaglia. Entraram também Bruno Fernandes e Matheus Pereira. Deste modo a linha média está bem resolvida.

Para a frente, além dos já conhecidos Bas Dost, Gelson e Alan Ruiz, eis que chegaram Acuña e Doumbia, além do regresso de Podence e Iuri Medeiros.

Ora bem… do que já vi e de todos os jogadores que chegaram este ano há três que se destacam de todos os outros: falo de Mathieu, Acuña e, como não podia deixar de ser, Bruno Fernandes.

E é neste último atleta que reside muito da minha esperança para não voltarmos a ter uma época como a anterior. Este jogador é de uma qualidade muito acima da média. Tem bom toque de bola e inteligência no passe. Sabe o que faz e é muito rigoroso.

Depois… marca golos fantásticos. Um regalo para os verdadeiros amantes do futebol.

Finalmente assumo que entre perder Adrien e William preferi que fosse o primeiro, porque William é assim uma espécie de pêndulo. Viu-se esta semana na selecção.

Portanto, meus amigos… creio que temos equipa. Basta que o nosso treinador não invente e podemos ir (muito) longe. A ver vamos!

Olheiro de Bancada - IV

O início do jogo fazia-me crer noutro resultado.

Todavia e como de costume (e com 10, já que Alan Ruiz raramente esteve em campo), o Sporting deixou-se embalar na canção do Estoril. E tremeu...

Portanto meus amigos sportinguistas, depois desta vitória sofrida, na vossa opinião quem foi, para vocês, o melhor em campo nesta tarde/noite?

Aguardo com alguma curiosidade as vossas respostas.

Nada disto tem a ver com desporto

Neymar posa para fotos em apresentação no Paris Saint-Germain

 

Os 222 milhões de euros pagos pelo Paris Saint-Germain (nome de santo ironicamente patrocinado por um país islâmico) para desviar Neymar do Barcelona cavam ainda mais fundo o fosso que separa o futebol enquanto actividade económica da genuína competição desportiva: deixaram de ser mundos complementares para se tornarem realidades antagónicas.
Este inédito montante adultera os princípios de transparência do mercado desportivo cotado em bolsa e transforma os jogadores em mera mercadoria à mercê dos capitães da fortuna fácil. Desde logo, parece colidir com as normas da concorrência vigentes na União Europeia e as regras de fair play financeiro da UEFA: qualquer resquício de equidade evapora-se de vez quando os Estados começam a investir em força nos clubes - neste caso o do Catar, com base nos seus lucros petrolíferos. E provoca um sério choque inflacionário na indústria do futebol: os preços vão disparar, a espiral da dívida aumentará em flecha, avizinham-se as mais desvairadas loucuras financeiras no horizonte.
Convém entretanto seguir em pormenor a origem e o rasto desta verba astronómica, que faz subir para 700 milhões de euros o orçamento anual do PSG para o futebol. À atenção das autoridades jurisdicionais - do desporto e não só.
Finalmente, está por demonstrar que um único jogador - e desde logo Neymar, com desempenho em campo inferior a Cristiano Ronaldo ou Messi - justifique estas cifras galácticas. O dinheiro pago por ele para o transformar em emblema de um clube sem tradição na alta-roda do futebol duplica o seu justo valor, nada tendo a ver com genuínos "preços de mercado". 
Ao dar este passo, o futebol de alta competição transforma-se num jogo de fortuna e azar - uma espécie de roleta russa para usufruto de caprichos milionários. O desporto, digam o que disserem, nada tem a ver com isto.

 

Publicado originalmente aqui

Olheiro de Bancada

 

Nota de abertura

Imaginemos que somos olheiros de um clube estrangeiro estupidamente rico e que temos por missão escolher o melhor jogador da nossa equipa em cada desafio.

Para tal não apresento qualquer critério para a escolha, somente a visão que cada adepto teve do jogo e dos respectivos atletas.

 

Face ao que precede vamos ao desafio deste fim de tarde de Domingo, jogo em que o Sporting bateu o Desportivo das Aves na abertura do da Liga 2017/2018, por dois golos sem resposta.

Então digam lá quem foi o melhor jogador leonino na partida de hoje?

«O futebol é uma arte»

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«Ainda bem que é o futebol, os jogo e a arte em geral que dilui a essência trágica do comportamento humano. Senão, estávamos em guerra permanente. O jogo é um exorcismo. Esgota-se - ou devia - na vitória e na derrota, aceites como tais, para que não se estrangulem no fim do jogo. (...) O futebol é uma arte. Menor, será, mas tem efeitos de representação do que são os nossos sonhos, as nossas ambições, a nossa imagem de vencedores. Os homens querem ter sempre uma imagem positiva, mas sobretudo vitoriosa, de si mesmos.»

Eduardo Lourenço, hoje, em entrevista ao Público

Bonito é metê-la lá dentro

Alguns colegas e amigos, integrando o temível "tribunal de Alvalade", extasiam-se com o "futebol bonito" que vêem das bancadas, celebrando o mérito deste ou daquele jogador capaz de fazer determinada revienga ou sempre pronto a baralhar um adversário com uma daquelas fintas dignas de provocar aplauso.

Eu também não fico indiferente ao tal futebol "rendilhado" que tanto empolga esses meus amigos. Mas para mim jogar bonito é metê-la lá dentro. Quanto mais vezes, melhor. E quanto mais cedo, muito melhor.

Espero que isso suceda logo, a partir das 19.30, no jogo da apresentação da equipa aos sócios e adeptos, frente ao Mónaco treinado por Leonardo Jardim.

Para ovacionar jogos florais, tenham paciência: não podem contar comigo.

Há que centrar o foco!

Mais ou menos por esta altura todos nós fazemos contas, previsões e atiramos palpites para o que será a nova época futebolística.

Em cada entrada de um novo atleta renovamos a esperança de uma boa época. Com a saída de outros ficamos sempre a pensar se futuramente não farão falta.

Trago este tema aqui por causa da transferência de Paulo Oliveira para Espanha. Sempre gostei deste atleta que poucas vezes nos deixou ficar mal.

Recordei a este propósito Fredy Montero. Estou claramente convicto que perdemos o campeonato em 2015/2016 por termos transferido aquele ponta-de-lança para a China. Nem especulo as razões dessa transferência.

Ora se, como afirmam, saírem William e Adrien para o estrangeiro, o Sporting necessitará de substitutos à altura desses atletas. Será bom que não se esqueçam.

Posso até aceitar que as questões financeiras falam por vezes mais alto que a vontade dos sócios e simpatizantes. Mas se assim for deverá Jorge Jesus e/ou Bruno de Carvalho, face ao pantel que tem publicamente definir, com rigor e seriedade, qual o foco deste ano para o Sporting.

Detesto acreditar agora na glória, para rapidamente perceber que tudo não passou de uma profunda miragem. Todos os sportinguistas desejam e merecem ver o nosso clube campeão. Isso é insofismável!

Mas por favor não me vendam mais  ilusões. O meu coração poderá não aguentar!

O futebol luso e as telenovelas mexicanas

Todo o mundo do futebol luso tem consciência de que a corrupção, o tráfico de influências, a mentira, a lavagem de dinheiro, as apostas estranhas, são partes integrantes deste universo futebolístico mais ou menos acobertado pela imprensa desportiva e obviamente por (quase) todos os diferentes elementos do futebol.

Diz o povo que “zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades”. Nada melhor que este adágio para espelhar o que ultimamente temos vindo a assistir no que diz respeito ao futebol sénior.

O FCPorto apresentou mails denunciando uma trama urdida, de forma a beneficiar o Benfica nos jogos da primeira liga. Este por sua vez disparou contra, pedindo a reabertura do Apito Dourado.

Temos então que dois clubes representativos do futebol nacional iniciaram uma guerra de contornos pouco saudáveis e resultados imprevisíveis (ou talvez não!). Ora num país onde a justiça desportiva REALMENTE existisse, aqueles clubes, e provando-se as tais tramas, deveriam passar a militar em divisões mais baixas, a exemplo do que aconteceu à Juventus em Itália. Só assim o futebol português ganharia alguma credibilidade.

No entanto cheira-me que esta recente polémica serve unicamente para desviar as atenções do que me parece essencial e que se resume em quatro palavras: ambos clubes estão falidos. Provavelmente um mais que outro, mas mesmo assim ambos continuam a gastar mais do que aquilo que têm.

E claro, como nisto de correr mal ninguém gosta de estar sozinho, eis que surgem notícias sobre eventuais investigações à transferência de jogadores para o Sporting.

O futebol português está podre. Há muuuuuuuuuuuuito tempo.

Se a UEFA meter o bedelho nesta história nem imagino as consequências.

Esperemos por novos episódios, à boa maneira de uma qualquer telenovela mexicana.

 

Também aqui

O penta é nosso

images[6].jpg

 

Oiço para aí uns palermas a falar no penta.

Sem quererem, estão a prestar homenagem ao Sporting Clube de Portugal.

Porque o penta é nosso. Verde e branco.

Fica o registo leonino da temporada que agora termina:
- Campeão nacional de futebol (feminino).
- Taça de Portugal de futebol (feminino).
- Campeão nacional de futebol júnior.
- Campeão nacional de futebol júnior (feminino).
- Campeão nacional de futebol juvenil.

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