04 Jul 17

Perante o caso dos mails, o benfiquismo tem reagido sobretudo de duas maneiras:

1) Aquilo não é nada. Quem assim responde são os "cartilheiros" ou, então, são os crédulos (nos cartilheiros) em estado de negação. Note-se que mesmo o caso do bruxo Nhaga, que é usado pelo cartilheirismo para desvalorizar as revelações tripeiras, é bastante sério: se eu fosse accionista da Benfica SAD (cruzes credo!) não gostaria nada de ver usada aquela quantidade de dinheiro em bruxaria. Não sou advogado, mas pergunto-me se não se tratará mesmo de um caso de gestão danosa. Isto assumindo que estamos a falar realmente de bruxaria e não de linguagem cifrada para outro assunto qualquer.

2) O que o Benfica faz todos fazem, seguido de um choro copioso sobre o "estado a que chegou o futebol português". Estes não são cartilheiros e são forçados a admitir que há ali gato (ou galinha). Também têm graça: até o Porto ter começado com as suas revelações, viviam encantados com o estado do futebol português. Afinal, aí estava o Benfica como há muito não se via. Os outros eram queixinhas, que "jogassem à bola". Antigamente, era tudo uma roubalheira do Porto. Agora, já "são todos iguais". É evidente que esta lamentação genérica significa uma coisa muito simples: deixar tudo como está. O problema pode ser genérico (não sei se é e, sendo, de que maneira se distribuirá pelos vários clubes), mas neste momento os indícios apontam só para um lado. Não precisamos de carpideiras sobre o estado do futebol português. Precisamos é de esclarecer isto bem esclarecido.


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16 Jun 17
Doente terminal
Luciano Amaral

Como já aqui disse a propósito da "cartilha", o que as diversas revelações a seu respeito vêm fazendo é demonstrar como o Benfica é um clube doente. A doença do Benfica chama-se obsessão de ganhar por quaisquer meios, mesmo os ilegítimos. Como também já disse, o confronto de estruturas em curso apenas revelou aquilo que todos sabíamos mas faltava provar. Como se percebe melhor agora que o árbitro não tenha visto penálti na jogada seguinte e que, mais incrível ainda, o Conselho de Arbitragem da FPF, depois de visionadas as imagens, continuasse a não ver:

Estamos, portanto, perante uma excelente oportunidade para os dois grandes monumentos do falseamento desportivo em Portugal (SLB e FCP) se destruírem mutuamente. Nesse sentido, não gostei que a nossa comunicação viesse logo pedir o anulamento dos campeonatos do Benfica, ainda a procissão vai no adro. Sempre a nossa comunicação... Parece um departamento em alta voltagem, em que cada pessoa excita mais a seguinte (o célebre mata-e-esfola). O momento não é para andar a fazer chavasco. É para fazer jus à fama predatória do leão: observar bem e, depois, abocanhar na altura certa.


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02 Abr 17
Equipa pequena
Pedro Correia

Leio na imprensa de hoje que adeptos, jogadores e dirigentes do FC Porto festejaram o empate de ontem da sua equipa na Luz.

Digam o que disserem, não me convencem: festejar empates é uma atitude própria de equipas pequenas. De resto, quando o treinador Nuno Espírito Santo deixou no banco André Silva - que vinha de marcar um golo e fazer uma assistência frente à Hungria, pela selecção nacional - num desafio desta dimensão deu logo sinal que vinha jogar para o empate.

Balanço do clássico: chegaram ao bairro de São Domingos de Benfica só a dependerem deles próprios. Saíram de lá sem essa condição e esse privilégio. E mesmo assim festejaram.

Contentam-se com muito pouco.


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18 Out 16
Grandezas e misérias
Luciano Amaral

Tem muita graça o spin dos últimos dias segundo o qual o Sporting tem a obrigação de ganhar ao Borussia Dortmund, porque o Borussia Dortmund tem nove lesionados. Mas estamos a brincar ou quê? Dos nove lesionados nem todos entram normalmente a titulares e muitos dos principais titulares não estão lesionados. Arrisco-me a dizer que quase todos os jogadores que vão jogar logo pelo Dortmund tinham entrada directa no onze inicial do Sporting.

 

É fácil de perceber o que se passa: perante as suas campanhas europeias até agora miseráveis, interessa a Benfica e Porto lançar esta cortina de fumo. Ninguém nos jornais se lembrou de nos dizer, por exemplo, que também o Bruges tem metade dos titulares lesionados. Se o Sporting tem a obrigação de ganhar ao Dortmund, o que tem o Porto face ao Bruges? O Sporting fez até agora o que lhe era exigível: vender cara a derrota em Madrid e ganhar ao clube mais fraco do grupo. Pudessem dizer o mesmo Benfica (que levou uma cabazada do 5º classificado italiano e não conseguiu ganhar em casa àquela equipa turca de caranguejolas) e Porto (que não conseguiu ganhar em casa ao colosso dinamarquês e perdeu com uma equipa que se anda a especializar em levar cabazadas em Inglaterra). Dá-lhes muito jeito concentrar o fracasso da jornada europeia numa eventual derrota do Sporting, mas a verdade é que fracasso autêntico seriam eventuais resultados menos bons contra equipas como o Dínamo de Kiev ou o Bruges.

 

Quanto ao Sporting-Dortmund, por muita que seja a conversa dos últimos dias, é um jogo em que o favorito continua a ser o Dortmund. O Sporting tem a obrigação de fazer um bom jogo. Já o Benfica e o Porto têm a obrigação de ganhar.


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09 Out 16

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Deixo ao critério das estimadas pessoas que lerem estas palavras a opção de escolherem quem é o Cocó e quem é o Ranheta. 

Miguel Sousa Tavares e Rui Gomes da Silva estão irmanados num bloco central de facadas (lá está) ao Sporting que seria preocupante se não fosse risível, devido à mediocridade (enquanto analistas desportivos) dos envolvidos.

Miguel na sua crónica de 2016.10.04 n' A Bola mostra-se embevecido com Rui, louvando-o pela sua solidariedade com o treinador do FC Porto, cito: "Rui Gomes da Silva confessa que deseja que NES [Nuno Espírito Santo] fique no Porto por muitos e bons anos" p. 36, mais à frente no último parágrafo do texto é que estraga tudo, tentando comparar os péssimos resultados de Porto e Benfica na "champions" com os resultados normais do Sporting.

A admiração de Miguel por Rui é tanta que até lhe "rouba" o título da crónica no citado pasquim para intitular um artigo de opinião no Expresso de ontem (p. 7).

Vamos ao que importa, analisemos então os "desastrosos resultados dos nossos três grandes nos OITO PRIMEIRO JOGOS da Champions" [sic].

 

Porto

Terça, 27 Setembro 2016 - 19h45 - 
Fase de Grupos Grupo G
Leicester City 1 vs FC Porto 0 (golo aos 25', Slimani)
Conclusão, o Porto esteve empatado 25' e a perder 65'; perdeu.
 
Quarta, 14 Setembro 2016 - 19H45 -
Fase de Grupos Grupo G
FC Porto 1 vs Copenhaga 1 (golo 13', Otávio/FCP; Cornelius 51'/Copenhaga)
Conclusão, o Porto esteve a vencer durante 38' e empatado nos restantes 52', empatou.
 
Benfica
 
Quarta, 28 Setembro 2016 - 19H45
Fase de Grupos Grupo B
Nápoles 4 vs Benfica 2 (golo 20' Marek [...])
Conclusão, o Benfica esteve empatado durante 20' e a perder durante 70', perdeu.
 
Terça, 13 Setembro 2016 - 19H45
Fase de Grupos Grupo B
Benfica 1 vs Besiktas 1 (golo 12', Cervi/SLB; Talisca 90+3/Besiktas)
Conclusão, o Benfica esteve a vencer durante 78' e empatado 12', empatou ou taliscou se preferirem.
 
Sporting
 
Terça, 27 Setembro 2016 - 19h45 - 
Fase de Grupos Grupo F
Sporting 2 vs Legia 0 (golos aos 28', Bryan e Dost 37')
Conclusão, o Sporting esteve empatado 28' e a vencer 62', venceu.  
 
Terça, 27 Setembro 2016 - 19h45 - 
Fase de Grupos Grupo F
Real Madrid 2 vs Sporting 1 (golos aos 48' Bruno César; aos 89' Cristiano e aos 90+4 Morata)
Conclusão, o Sporting esteve empatado 48' e a vencer 41', perdeu.
 
Resumindo, no conjunto dos dois jogos o Sporting esteve a vencer durante 103' (quase duas horas) das quais cerca de 45' em Madrid, o Benfica esteve a vencer durante 78' em casa e deixou-se taliscar, o Porto esteve, apenas, a vencer durante 38' o "poderoso" Copenhaga e deixou-se empatar.
Para Miguel Sousa Tavares os números que referimos atrás representam resultados desastrosos.
Os do Porto e os do Benfica, sim. Os do Sporting nem por isso.
 


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22 Set 16

Estes andam há quatro jornadas a falar de árbitros: "Quando nos sentimos injustiçados, não nos podemos calar". Para quem andou 30 anos armado aos números viris, acusando de choramingas qualquer pessoa que fizesse a mais pequena queixa da arbitragem, não deixa de ter piada. Ó grandes machos do Porto, para quem, a sul de Coimbra, é tudo um bando de paneleiros, onde estão vocês?


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06 Set 16
Substituível
Pedro Correia

Com a saída de Antero Henrique, o homem-forte da estrutura futebolística do FC Porto, vários conhecidos adeptos portistas apressaram-se a dizer na praça pública que "não há ninguém insubstituível".

Talvez alguns não tenham percebido que estas palavras, por maioria de razão, se aplicam como uma luva a Pinto da Costa.


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29 Ago 16
Virado do avesso
Pedro Correia

Oiço portistas, armados em calimeros, queixarem-se de arbitragens e da "inaceitável complacência com o mundo subterrâneo". E penso com os meus botões: este mundo parece virado do avesso.


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17 Mai 16
A grande nádega
Luciano Amaral

Pareceu, nos últimos 30 anos, que o grande malefício do futebol português era o FC Porto. Mas o Porto nunca passou (porque nunca quis mais, porque fez disso a sua força) de um clube regional. O que o Porto fez foi conseguir tirar ao Benfica, a partir dos anos 80, os esquemas de "estrutura" que o Benfica construiu nos anos 60 e 70: ou julgam que a "estrutura" é só de agora?

 

Mas a grande nádega é, realmente, o Benfica, com a sua vocação de União Nacional, como a capa de hoje d'A Bola bem ilustra:

benfica2016.jpg

Era assim no tempo da outra senhora e assim continuou a ser até o FC Porto o ter conseguido interromper. O FC Porto conseguiu fazer isso, mas nunca quis ser mais do que aquilo que é: um clube. A grande nádega tem delírios de grandeza.

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30 Abr 16

Três grandes?

Um grande, um assim-assim e um pequeno.

Grande........................... Sporting - 9 pontos

Assim-Assim....................... Porto - 6 pontos

Pequeno.......................... Benfica - 3 pontos

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13 Abr 16
Cada vez mais fundo
Pedro Correia

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Jogando em casa, numa badalada entrevista ao canal portista, Pinto da Costa confidenciou que se recandidata ao cargo que exerce há 34 anos porque o FC Porto bateu no fundo... com ele ao leme.

Extraordinário raciocínio do tiranossauro rex.

Daqui para a frente, portanto, será sempre a descer no bunker azul. Do rés-do-chão à cave, da cave à subcave, da subcave ao subterrâneo. Do calor da noite ao frio polar.


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25 Fev 16
Ir-res-pi-rá-vel
Luciano Amaral

De repente, vejo tantas virgens denunciando o ambiente irrespirável (absolutamente ir-res-pi-rá-vel!) que se vive no futebol português. Pois: aparece o Sporting a ameaçar o duopoliozinho dos meninos e os meninos já não gostam. Recordam-se certamente dos tempos das lucíliadas, das capeladas, do apito dourado, das esperas em parques de estacionamento e na tasca do pai do árbitro (ah não, espera, isso foi anteontem...) e de como tudo era belo. Era um tempo de grandes senhores, de cavalheiros, um tempo de lindo desportivismo, de futebol pelo futebol.

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22 Fev 16
Unânimes
Pedro Correia

O árbitro Luís Ferreira (da associação de futebol de Braga) mandou marcar um penálti que não existiu aos 40' do FCP-Moreirense quando os portistas perdiam 0-2.

Opinião unânime do Tribunal do diário O Jogo: esta grande penalidade nunca devia ter sido assinalada.

 

Jorge Coroado: «André Micael jogou a bola, endossando-a para canto. Maxi, com toda a sua experiência, enganou dois em um: árbitro e assistente. Não houve motivo para ser assinalada grande penalidade.»

Pedro Henriques: «Um lance difícil em movimento rápido. André Micael, com o pé direito, toca apenas na bola, sendo que Maxi Pereira se deixa cair antes de qualquer contacto. Não houve, portanto, motivo para assinalar grande penalidade.»

José Leirós: «André Micael esticou a perna deliberadamente para jogar a bola e foi o que fez: jogou-a com o pé direito. O contacto com Maxi é posterior e inevitável e já com o defesa portista em desequilíbrio. Errou o juiz ao assinalar grande penalidade.»

 

Acrescento a opinião do jornal Record, expressa pela pena do seu director, António Magalhães:

«André Micael vai ao duelo com Maxi, estica a perna direita e faz o corte sem falta, apesar do contacto posterior. O árbitro assinala (mal) penálti.»


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19 Fev 16
fácil vs. difícil
Pedro Oliveira

É mais fácil vencer jogando com 11 e o adversário com 10.

É mais fácil vencer um grupo de excursionistas russos de férias no Algarve que o terceiro classificado do campeonato alemão.

É mais fácil vencer fora o actual campeão em título do que a União da Madeira.

É mais fácil ao Porto vencer fora o actual campeão em título do que o segundo classificado do campeonato alemão.

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17 Fev 16
O coiso 1 e o coiso 2
Luciano Amaral

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Sucedem-se os portistas que declaram preferir, caso o FCP não vença o campeonato, que o SLB o ganhe em vez do Sporting. Quem é que se importa com isso? Bem, eu  não me importo. A última coisa que quereria era o apoio de semelhantes espécimes: que o dêem lá aos outros. Isto serve apenas para recordar tempos passados, em que tanto adoravam o Sporting - era quando o Sporting andava a 30 pontos do primeiro lugar e acabava o campeonato entre o 4º e o 7º lugares.

 

Já os nossos vizinhos ainda não foram tão explícitos porque (ao contrário dos outros) mantêm a esperança de vir a ganhar o campeonato e vêem o Porto muito longe. Mas há sinais: recordo um almoço na Tasquinha do Lagarto, sinto-o entre conhecidos e amigos, e até cito aqui esse cúmulo da lampionice (do alemão Überlampionsmus), Rui Gomes da Silva, que ontem disse preferir um campeonato disputado entre Benfica e Porto a um disputado entre Benfica e Sporting.

 

Olha, estão bem uns para os outros. Lembram-me aqueles insuportáveis Coiso 1 e Coiso 2 da história do Gato do Chapéu, do Dr.Seuss. São tão lindos.

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26 Jan 16

É preciso ir à Tasca do Cherba para encontrar pérolas como esta (não tenho ido ao barbeiro ultimamente):

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Mas acho que é recíproco. O "povo benfiquista" também não se engana: no outro dia, na inevitável Tasquinha do Lagarto, arranjei dois companheiros de mesa, dois amigos, um sportinguista e outro benfiquista. Ainda tentei falar racionalmente com o homem (o benfiquista, quero dizer), mas ele passou o almoço a malhar e a malhar e rematou, lá mais para o fim: "entre vocês e os tripeiros, prefiro os tripeiros".

 

Estamos mesmo perante um belíssimo par de nádegas. Diz que em Portugal só há dois clubes: o Benfica e o anti-Benfica. A sério?


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25 Jan 16

É excelente ver o Porto passar de avançados como Falcão, Hulk, Jackson, James Rodriguez para avançados como Suk e Marega.


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17 Jan 16

Já sem Lopetegui como treinador, o FCP perdeu hoje em Guimarães. Fica agora cinco pontos abaixo do Sporting na tabela classificativa.

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03 Jan 16
Ganhámos NOS
Luciano Amaral

Estava com um mau pressentimento. No dia 1, só consegui ir almoçar às quatro da tarde. Por coincidência, no mesmo sítio e à mesma hora, estava o Bryan Ruiz. Os meus filhos foram logo a correr pedir um autógrafo. Mas eu fiquei a pensar: não é bom sinal este tipo estar aqui a esta hora. Das duas uma: ou fez um festão de fim de ano, deitou-se às tantas e não vai jogar nada, ou está mesmo lesionado (como se chegou a dizer no dia anterior) e não vai jogar. Durante o jogo, a bola bateu na trave uma vez e outra no poste. Às tantas, até o raio de uma bola que ia direitinha para canto bateu na bandeirola e o Porto recuperou-a. Pensei: estão com um chouriço homérico e ainda marcam o empate. Até que o Bryan Ruiz se lembrou de dar uma aula prática sobre como marcar meio golo com uma assistência fenomenal para o Slimani. Eu sei o que se passou: ele lembrou-se dos miúdos que lhe tinham ido pedir um autógrafo no dia anterior e decidiu mostrar que era mesmo digno desse autógrafo. Portanto, já sabem a quem agradecer aquele segundo golo.


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Gostei

 

Da vitória. Triunfo claro sobre o FC Porto num clássico que confirmou todas as expectativas. Ganhámos por 2-0 e estivemos mais próximos do 3-0 (com uma bola ao poste e outra à barra) do que os portistas de marcarem o golo de honra.

 

Do nosso domínio. O Sporting foi sempre a melhor equipa em campo, sem discussão. Impôs um jogo acelerado, em pressão alta e fluxo contínuo, com perfeita organização colectiva.

 

Do ambiente em Alvalade.  Esta noite estivemos 49.382 em Alvalade. Estádio cheio, ambiente vibrante, atmosfera digna da melhor festa do futebol.

 

De Slimani. Marcou dois golos (26' e 85'), poderia ter marcado um terceiro (rematou à barra aos 64') e foi incansável na construção da vitória. Fez um centro perfeito para o remate de Bryan Ruiz aos 69'. Até se envolveu com frequência na manobra defensiva, sem egoísmos de qualquer espécie. Merece o título de melhor em campo. E leva dez golos já facturados neste campeonato.

 

De Adrien. O pulmão da equipa, o estratego do nosso onze. Sempre em jogo, sempre a ler bem as incidências da partida, sem falhar um passe. Foi um elemento crucial desta importante vitória. Merecia ter marcado: aos 70' atirou ao poste,com um disparo após assistência de Gelson Martins.

 

De João Mário. Neste jogo tudo lhe saiu bem. Começou por dar o mote com duas jogadas excelentes no flanco esquerdo (aos 16' e 37') que nos fizeram saltar das bancadas. Baralhou continuamente as marcações, dando um toque suplementar de classe à exibição leonina. Aos 64' fez uma assistência perfeita para Slimani, que cabeceou à barra.

 

De Bryan Ruiz. Foi uma das surpresas de Jorge Jesus para este jogo, actuando com liberdade de movimentos no eixo central, à frente de Adrien, quando se esperaria Montero naquela posição. Como sempre, pertenceram-lhe alguns dos lances com maior requinte técnico. Mas a cereja em cima do bolo foi a soberba assistência que fez para o segundo golo de Slimani, com um passe a rasgar a defesa portista.

 

De Rui Patrício. Teve duas intervenções decisivas: a primeira aos 19', quando saiu dos postes sem a menor hesitação, anulando uma cavalgada de Aboubakar; a segunda aos 32', fazendo a mancha com toda a eficácia quando tinha pela frente o mesmo jogador.

 

De Naldo. Fez a sua melhor exibição de verde e branco. Impecável no eixo da defesa: cortou tudo quanto havia a cortar. Terá agarrado de vez a titularidade nesta partida.

 

De ver o nome do novo patrocinador estampado nas camisolas. A lembrar-nos do excelente negócio que o Sporting fez com o operador televisivo vizinho de Alvalade.

 

De começar o ano desportivo da melhor maneira. A vencer, naturalmente.

 

De ver o Sporting novamente no topo da classificação. Recuperámos o nosso lugar natural, na liderança do campeonato, após só uma semana na segunda posição. Queremos manter-nos em primeiro. Queremos ser campeões, como esta noite milhares de vozes entoaram no estádio.

 

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Não gostei

 

De William Carvalho. Apático, desligado, sem ritmo, a falhar passes e a perder bolas. Destoou do resto da equipa com uma exibição irreconhecível.

 

Da tardia entrada em campo de Aquilani. O italiano só entrou aos 88'. Para render Adrien. Devia ter aparecido mais cedo, substituindo William.

 

Do treinador do FC Porto. Lopetegui passou o tempo a gesticular como um actor de filmes burlescos e a gritar aos jogadores. Transmite uma imagem de permanente intranquilidade que só pode contagiar a equipa.

 

Fotografias minhas, tiradas esta noite em Alvalade


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21 Dez 15

Continuamos a depender apenas de nós próprios.


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16 Dez 15
Inadmissíveis
Pedro Correia

«Jorge Sousa não esteve bem na sua deslocação à Madeira para dirigir o encontro entre o Nacional e o FC Porto, usurpando dois castigos máximos à equipa de Manuel Machado: um por mão de Marcano e outro por falta clara deste jogador sobre João Aurélio, erros inadmissíveis para um árbitro internacional.»

Joaquim Campos, ex-árbitro internacional, no Record de hoje


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15 Dez 15
"Super Dragão"
Pedro Correia

O ex-futuro "melhor árbitro português", talvez por causa das densas névoas que ali pairavam, foi incapaz de ver dois penáltis cometidos por Marcano na deslocação do FC Porto à Choupana.

Interrogo-me até se aquilo era nevoeiro ou bafo de dragão...


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01 Nov 15

Começo com uma citação: "Se tivesse de me descrever, diria que estou muito feliz. Sou o Happy One".

Estávamos em 2013.06.11 e esta frase fora recuperada por Rui Catalão para ilustrar o artigo publicado na pág. 46 do Jornal I, na mesma página falava-se, também, dum certo Paulo Fonseca que ia trocar o Paços de Ferreira pelo Porto.

"Tenho contrato [José Mourinho] de quatro anos e espero que possamos ir até ao fim. Depois se estivermos contentes...".

Rui Catalão termina esse artigo desta forma:

"É a fórmula do sucesso: Mourinho como Senhor Feliz, Roman Abramovich como Senhor Contente."

A efemeridade, escrevi no título, passaram dois anos e alguns meses, Rui Catalão já não escreve no I, Paulo Fonseca está a norte do Porto e nem Mourinho está feliz nem Abramovich está contente.

Como leitura complementar um texto que escrevi há mais de cinco anos mas que de certa forma continua actual, cada vez mais actual, talvez.


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21 Jun 15

O campeonato de futebol de 2015-2016 será marcado pelo confronto entre dois treinadores. O Sporting será treinado por Jorge Jesus, o Benfica e o Porto partilharão o mesmo treinador, o Estrutura.


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26 Mai 15
Balancete
Luciano Amaral

Percebeu-se esta época que os novos donos dos cordelinhos residem ali para Carnide. A maneira como o Benfica ganhou este campeonato, sem mostrar jogo de jeito, mas mantendo-se sempre no primeiro lugar, mostra uma coisa: depois de 30 anos em que o "sistema" estava no Norte, agora está do outro lado da nossa rua. O ano passado não tenho dúvidas de que o Benfica mereceu ganhar o campeonato. Tinha grandes jogadores e jogava bem. Mas este ano chegou a ser penoso ver alguns dos seus jogos e a maneira como o "colinho" os foi resolvendo. O presidente do Sporting, por aquilo que vai dizendo, já mostrou que percebe onde está a nova sede do sistema. Mas isso não basta. É preciso fazer qualquer coisa para contrariar isso. Porque senão o presidente ficará como uma espécie de boca da verdade, tão correcta no que diz quanto inútil no que faz.


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02 Mai 15

Gostei de ver aquele moço formado na escola do Dragão, o Tiago Rodrigues, batendo-se há pouco em campo contra o Sporting como se não houvesse amanhã. O mesmo que, coitado, teve de falhar há escassas semanas o jogo do Nacional contra o FCP por motivos de natureza gastro-intestinal.

Felizmente já se mostrou curado da diarreia e esfarrapou-se em Alvalade, talvez para compensar a inactividade forçada do tal jogo que falhou. Fez bem. O Nacional perdeu na mesma, mas o espectáculo desportivo ganhou com isso.


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30 Abr 15
Uma chachada
Pedro Correia

«Já passaram alguns dias mas o vazio não passou - nem a frustração que ele gerou. O próximo campeão português jogou no fim de semana passado no estádio da Luz, mas foi como se fosse solteiros contra casados. Ou talvez não: num solteiros contra casados vêem-se amadores a jogar com coração; no último Benfica-FC Porto vimos profissionais jogar sem alma. (...) A fazerem aquele que deveria ser o "jogo do ano" transformar-se na "maior seca do ano", a paixão dos 63 mil que foram ao estádio - e dos milhares que acompanharam na TV - não é alimentada. É frustrada. Desculpe-se o termo: foi uma seca!

(...)

Já não há muitos jogos na Liga portuguesa de que se esperam grandes espectáculos. Mas se os jogos entre o Benfica e o FC Porto se tornam uma chachada, então mais vale pôr um jogo na consola. Ou mudar para outros campeonatos. Não é muito promissor.»

 

Pedro Santos Guerreiro, hoje, no Record


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27 Abr 15
Nulo
Pedro Correia

Não vi o "clássico" de ontem. Dizem-me que terá sido o mais medíocre deste século: um jogo sem lances ofensivos, sem remates e sem golos. Não me custa acreditar: as escassas imagens seleccionadas pelas televisões são a melhor prova de que nem só o resultado foi nulo. Mas haja alegria: os meus amigos benfiquistas festejam como se não houvesse amanhã. É pelo menos a segunda vez, em poucos meses, que celebram um empate como se tivessem vencido.

Dizem-me que havia mais portugueses na equipa de arbitragem deste "clássico" do que no conjunto das duas outras equipas: dos 22 jogadores iniciais, apenas três compatriotas nossos pisaram a relva.

Tanto estrangeiro porquê? "Para melhorar a qualidade do espectáculo", há quem me garanta. Fico esclarecido.


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23 Abr 15

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22 Abr 15

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Bayern-FCP: 6-1, com 5-0 ao intervalo.

Esta foi a pior primeira parte de sempre do futebol português na Europa.

Nunca antes uma equipa portuguesa envolvida em competições europeias tinha estado a perder aos 45' por um resultado acima de 4-0.

Mais: nunca na história da Liga dos Campeões se havia registado até hoje um resultado destes - também ao intervalo - nos quartos-de-final da competição.

E, como hoje sublinha o jornal A Bola, "só por seis vezes uma equipa fora goleada por cinco ou mais golos na mesma fase da prova".

Nenhuma delas portuguesa, felizmente.

Até à noite de ontem.


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Quando ontem vi o Bayern atirar uma bola ao poste aos 10 minutos do encontro, pensei que o chouriço ia, miraculosamente, durar mais um jogo. Não durou.

 

Agora, vejo muitos sportinguistas e benfiquistas com um gozo estreme no que aconteceu. Devem achar que o clube deles não teria a mesma sorte. Aliás, pode dizer-se que, enfim, já todos os "três grandes" tiveram direito à sua sova do Bayern: 1-12 agregados para nós, 2-7 agregados para o Benfica (se não juntarmos os 1-5 e 1-4 agregados de outras ocasiões) e agora este 4-7, apesar de tudo do melhorzinho que os três estarolas conseguiram. O Benfica, de resto, escapou este ano por mero acaso a uma goleada do género com uma equipa alemã muito pior do que o Bayern. É mesmo de rebolar a rir com o Porto...

 

A mim preocupa-me que o resultado de ontem seja uma demonstração de que 2004 poderá ter sido, durante muito tempo, o último ano em que uma equipa portuguesa teve oportunidade para ganhar a Liga dos Campeões (e mesmo assim contando com uma feliz sucessão de chouriços). O Benfica andou os últimos anos a investir à grande para fazer dele aquilo que foi há cinquenta anos. Não conseguiu. O melhor que lhe aconteceu foi chegar a duas finais da II Divisão europeia, não sendo capaz de ganhar nenhuma delas, aliás (uma das quais contra o colossal Sevilha...). A Liga dos Campeões está reservada para os quatro do costume (agora que os italianos também já desceram de divisão): Real e Barcelona estão sempre lá em cima e depois é o Bayern e o inglês de serviço nesse ano - este ano era o Chelsea, mas o Mourinho fez o favor de o atroplear com o seu próprio autocarro. Às vezes lá aparecem uns exóticos, como o Dortmund ou o Atlético de Madrid, mas é só para abrilhantar a vitória dos outros (e afinal vêm de Espanha e da Alemanha). É verdade que sempre foram mais ou menos os mesmos, mas a diferença agora é tão grande que não permite sequer sonhar em chegar à final.

 

 

No meio desta brincadeira, arriscamo-nos a que o 3º classificado do campeonato português perca o lugar no play-off de acesso à Liga dos Campeões, passando a ter de começar com uma pré-qualificação ainda anterior. Eis algo que vai tornar a vontade de afunilamento para as nádegas ainda maior, desesperadas por não tocarem nos milhões da UEFA. O Sporting que não se prepare bem para isto...


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21 Abr 15

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Esta, do AS espanhol, que há quatro dias já se propunha trocar o campeoníssimo Ancelotti pelo derrotadíssimo Lopetegui.

O diário madrileno revelou uma galopante miopia com esta primeira página: tal como o D. Quixote, também imaginou ver um gigante onde apenas havia um moinho insuflado por uma brisa do vento norte...

Confesso: nestas ocasiões consigo até, sem favor algum, fazer rasgados elogios à imprensa desportiva portuguesa.


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20 Abr 15
Até morrer de riso
Luciano Amaral

Parece que o jornal O Jogo (O Andrade, para os amigos) traz uma "notícia" segundo a qual as claques do Sporting teriam lançado gritos de apoio ao Bayern. Eu estive lá e ouvi muita coisa, muita dela pouco recomendável, mas nada que se assemelhasse a isso - talvez mais isto. Mas se vêm com ranhosices destas, realmente começa a dar vontade de o fazer.


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16 Abr 15

É impressão minha ou o Ricardo Quaresma agora proclamado "herói do Dragão" por ter marcado dois golos ao Bayern de Munique é o mesmo jogador que o treinador basco do FC Porto fez encostar durante meses às boxes, remetendo-o à condição de suplente ou deixando-o até fora das convocações?


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 Ricardo Carvalho keeps his eye on the ball but trips Alvaro Morata to give away a penalty - initial contact was seemingly outside of the area

 Ricardo Carvalho: falta que deu penálti foi cometida fora de área

 

1. Nós criticamos muito os árbitros de cá. E com razão. Mas convém não perder o sentido das proporções: há péssimas arbitragens por toda essa Europa. Os actuais quartos-de-final da Liga dos Campeões têm tornado isso bem evidente.

Aconteceu, por exemplo, no Juventus-Mónaco. Com um brinde do árbitro checo Pavel Královec, que garantiu a tangencial vitória italiana ao vislumbrar falta de Ricardo Carvalho dentro da área, convertendo-a em penálti. Quando a falta, que existiu, foi cometida fora da área.

Vítor Pereira, em representação da UEFA, foi observador deste jogo. Seria interessante saber o que pensou desta arbitragem.

 

Neuer Reclama Bayern Porto Champions 15/04/2015

Neuer devia agradecer ao árbitro, que só lhe mostrou cartão amarelo

 

2. Também no FC Porto-Bayern de ontem o árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo esteve em evidência pela negativa.

Como o Luciano já sublinhou, o lance do primeiro golo portista tem início numa falta cometida por Jackson sobre Xabi Alonso. Falta que o árbitro não viu e forçou Neuer, por sua vez, a derrubar Jackson dentro de grande área germânica. Um derrube que, face às leis do jogo, só poderia ser sancionado com vermelho. Mas o senhor Carballo não ousou exibir um cartão desta cor ao guarda-redes campeão do mundo, como se impunha: ficou-se pelo amarelo.

O que fez toda a diferença: imaginem o Bayern a actuar hora e meia só com dez jogadores. Quanto ao desfecho da partida, faço minhas as palavras do Mestre de Cerimónias: "As rivalidades são o que são, mas não reconhecer os méritos que [os portistas] demonstraram seria pura estupidez."

 


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Eu não disse...
Luciano Amaral

...que os tripas estavam com um grande chouriço. Até tiveram o chouriço (?!) de o árbitro lhes oferecer um penálti logo a abrir - quer dizer, foi penálti, mas antes o Jackson tinha atropelado o Xabi Alonso. A verdade é que aos 10 minutos estava a ganhar por 2-0 sem saberem muito bem como. (uma pequena derivação: o que dizer daqueles centrais do Bayern? Lembraram-me os melhores dias da nossa dupla Maurício-Sarr - todos os golos têm o seu dedinho, em erros inacreditáveis para quem se arroga o título de melhor equipa do mundo). Seja como for, os tripas estão de parabéns pelo jogo: os chouriços também são para quem os sabe aproveitar.

 

E uma enorme saudação para o andebol, que chegou à final em grande estilo.


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13 Abr 15

Aos poucos, vão-se matando os borregos. Outro que está quase a chegar ao matadouro é o das derrotas em casa: ainda não houve nenhuma este ano (excepto o Chelsea). Para o ano matamos o borrego dos empates.

 

Engano-me ou os tripas estão com um chouriço monumental? Depois de um grupo da Champions que tinha Penafiel, Rio Ave e Belenenses, calha-lhes agora um Bayern Munique com menos meia dúzia de titulares, três dos quais se contam entre os melhores jogadores do mundo. Mesmo assim, não vai ser fácil. De qualquer maneira, que melhor Bayern se poderia desejar? Só um sem onze dos titulares... Bem, a verdade é que o FCP é o clube que jogou uma final da Champions com o Mónaco e uma meia-final com o Corunha. E uma final da Liga Europa com o Braga. Há clubes que, ao contrário do Sporting, nasceram com o rabo virado para a lua.

 

É bom ver as modalidades a renascer, como notou aqui o Pedro. O hóquei andava, por esta altura do ano passado, a ver se se aguentava na I divisão. E o Pedro não mencionou o andebol, que está em vantagem no play-off para chegar à final do campeonato. O andebol é, aliás, o grande resistente destes anos todos de abandono das modalidades. Sempre competitivo (embora abaixo do Porto). De tal maneira que o Sporting foi, até hoje, o único clube português a ganhar uma taça europeia: a Taça Challenge, em 2009.


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12 Abr 15

É extraordinária a rapidez com que hoje se recupera de uma perturbante "lesão no adutor".


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23 Mar 15

imagesSO4AWIR8.jpg

 

À atenção da nova equipa que lidera a comunicação do Sporting Clube de Portugal: quando houver desaire, urge impedir a todo o custo o presidente de escrever numa rede social. O melhor é encaminhá-lo para o balneário leonino e deixá-lo lá estar um minuto ou dois. Para depois poder soprar à imprensa títulos como este que vejo hoje na capa do Record: "Vieira pede calma no balneário".

Ou o que já vinha na edição de ontem do mesmo jornal: "Presidente no balneário - Pinto da Costa esteve com a equipa no final do jogo".

Não resolve problema algum mas dá a ideia de um líder solidário com o grupo de trabalho, capaz de mobilizar o colectivo nos momentos de infortúnio. Resulta como manobra de diversão mediática. E é sempre verosímil. Afinal para onde se há-de correr na hora do aperto senão para o balneário?


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