30 Ago 16

Mais uma vez houve vários vencedores neste nosso concurso de prognósticos para a época em curso. Eis os nomes de quem acertou no resultado do Sporting-FC Porto: Ceoma, Cristina Torrão, Francisco Vasconcelos, Gabriel Santos, Moisés Paiva e Leão de Queluz.

Aplicado o critério de desempate, fica excluído apenas o nosso amigo Leão de Queluz, pois os restantes mencionaram Slimani como marcador de um golo. Parabéns a todos eles.


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29 Ago 16
O dia seguinte
Pedro Correia

Bernardo Ribeiro, Record: «Longe de ter sido uma grande partida de futebol, o confronto de Alvalade mostrou duas equipas com ideias de jogo muito diferentes, casos bem decididos e o triunfo do melhor conjunto, ainda que para isso tenha tido de saber sofrer até ao fim. As lágrimas de Slimani, decisivo mesmo de saída, foram o bónus para os adeptos leoninos.»

 

João Sanches, O Jogo: «Antes desse tiro [de Gelson, a marcar o segundo golo] já os verdes e brancos tinham mão na partida, porque o "cérebro" William, atrás, com liberdades concedidas pelo miolo contrário, teve espaço e tempo para pôr a equipa a carburar, combinando rápido no meio e forçando pelos flancos. E assim prosseguiria o homem que virou o tabuleiro, juntando a isso inúmeras recuperações e até incursões na área azul e branca. Se o mercado estava a vê-lo, cuidado...»

 

José Manuel Delgado, A Bola: «O Sporting apresentou-se contra o FC Porto fortíssimo, mandou quase sempre na partida e promete a solidez que lhe faltou na época passada, comprometendo as ambições da equipa. E ainda deve ser trazida aqui à colação a fantástica dinâmica que existe em Alvalade entre a equipa e os adeptos. O estádio do Sporting está transformado num vulcão, onde os adversários sentem o calor da paixão leonina. Um caso muito sério.»


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Os calimeros do norte andam desde ontem a rasgar as vestes, insurgindo-se contra a arbitragem do clássico disputado em Alvalade e atribuindo ao homem do apito a terceira derrota consecutiva frente ao Sporting de era Jorge Jesus.

Têm razão?

Claro que não.

Basta ler os periódicos desportivos de hoje. Todos os analistas da arbitragem - sem excepção - consideram absolutamente legais os dois golos leoninos que arrumaram o FCP em Alvalade.

 

Nada melhor do que conferir o que escrevem, um por um.

 

Lance do primeiro golo:

Duarte Gomes, A Bola: «A bola vem do poste esquerdo para o peito de Gelson. Sem fora de jogo do leão e sem falta, pois a bola não vai ao braço. Slimani marcaria depois o golo. Legal.»

Jorge Coroado, O Jogo: «No momento da execução do livre e posterior recarga de Gelson, nunca houve fora de jogo ou outra irregularidade.»

José Leirós, O Jogo: «No momento em que a bola foi chutada, não há fora de jogo, nem Gelson tirou qualquer vantagem da sua posição.»

Marco Ferreira, Record: «Bruno César remata ao poste esquerdo da baliza de Casillas e a bola fica à mercê de Gelson Martins, que a domina com o peito e faz a recarga. O FC Porto reclama mão do jogador contrário, mas o árbitro decide bem, uma vez que Gelson domina a bola com o peito, não cometendo qualquer infracção. Slimani acaba por fazer golo na sequência do lance, espoletando protestos dos jogadores portistas. Boa decisão de Tiago Martins.»

Pedro Henriques, O Jogo: «Golo legal. Gelson não está fora de jogo e, após a bola ressaltar do poste, dominou-a com a coxa e o peito, nunca lhe tocando com o braço.»

 

Lance do segundo golo:

Duarte Gomes, A Bola: «A bola cabeceada por Felipe vai ao braço de Ruiz (a curta distância) e não o inverso. O braço está ao longo do corpo e sem aumento da volumetria. Lance bem validado.»

Jorge Coroado, O Jogo: «O ressalto foi próximo e terá batido na anca; mesmo que fosse na mão, teria sido bola na mão. Portanto, não houve ilegalidade.»

José Leirós, O Jogo: «Não há movimento do braço [de Ruiz] nem da mão na direcção da bola. Não teve um acto delibrado no contacto com a bola, que foi ao braço.»

Marco Ferreira, Record: «Boa decisão de Tiago Martins, a validar o segundo golo do Sporting apesar de a bola ter tocado no braço esquerdo de Bryan Ruiz. Após um corte de um defesa do FC Porto, a bola embateu no braço de Ruiz, colocado em posição normal e a uma distância muito próxima. O avançado do Sporting não procedeu a qualquer movimento deliberado com a intenção de jogar a bola com a mão, pelo que a decisão do árbitro foi a melhor, apesar dos protestos portistas.»

Pedro Henriques, O Jogo: «Lance legal. A bola é cabeceada de perto e vai ao braço, que está ao longo do corpo e em posição natural. Não há acto deliberado e intencional.»


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28 Ago 16

Saímos de Alvalade com uma sensação de plenitude. Vimos um bom jogo, intenso e emotivo. E vimos a nossa equipa vencer mais um clássico - o sexto em sete partidas desde que Jorge Jesus foi contratado para treinador.

A vitória por 2-1 frente a um FCP mais sólido do que aquele que derrotámos a 2 de Janeiro para a Liga 2015/16 resultou de um exibição muito convicente - superior àquilo que indicia o resultado final, construído ainda na primeira parte após a turma portista ter estado a vencer.

Excelente organização colectiva da equipa leonina, com vários jogadores em excelente nível - quase a fazer esquecer já a ausência de João Mário, entretanto contratado pelo Inter. Não é fácil destacar um como melhor em campo, mas realço a presença combativa de Slimani, autor do nosso primeiro golo. Provavelmente o último que marcará pelo Sporting, pois despediu-se em lágrimas do público que o aplaudia sem reservas no fim da partida.

Aplausos bem merecidos para um dos maiores goleadores que vestiram a camisola verde e branca neste século. Ainda não partiu e já temos saudades dele.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Sofreu o primeiro golo deste campeonato, logo a abrir a partida, quando tinha o sol de frente e terá sido encadeado num lance de bola parada. Sem culpas neste lance, esteve em grande nível durante todo o jogo.

JOÃO PEREIRA (7). Não tem a energia de outros tempos, mas é um jogador cada vez mais racional. E combativo como sempre. Travou duelos constantes na sua ala e venceu a maioria deles. Com fibra leonina.

COATES (7). Outra exibição muito segura do central uruguaio com intervenções decisivas em diversos lances. Destaque para dois cortes consecutivos aos 54' e outro aos 71'. Dá solidez à equipa com a sua boa leitura de jogo.

RÚBEN SEMEDO (8). Impressiona como um jogador tão jovem tem já tanta maturidade competitiva. Todos os cortes lhe saíram bem e até pareciam fáceis - mesmo quando não eram. Grande qualidade na reposição de bola.

MARVIN (6). Foi o elemento mais apagado do nosso quarteto defensivo, sobretudo na primeira parte, em que por vezes se atrapalhou com a bola. Cresceu de rendimento no segundo tempo, saldando-se por uma exibição positiva.

WILLIAM CARVALHO (8). Foi um gigante nos confrontos individuais no meio-campo. E desta vez ousou diversas incursões pelo sector mais ofensivo. Cabeceou muito bem na sequência de um canto, mas Casillas negou-lhe o golo.

ADRIEN (8). Parece desdobrar-se em múltiplas acções de comando nas zonas mais diversas do campo. É o maestro indiscutível do nosso onze, mesmo quando aparenta algum cansaço, como hoje sucedeu perto do fim do jogo.

BRUNO CÉSAR (7). Nunca dá um lance como perdido, o que faz dele um elemento muito valioso no nosso plantel. Bom executante de lances de bola parada. Num livre, atirou ao poste. Da recarga viria o segundo golo. Saiu aos 90'.

BRYAN RUIZ (6). Muito marcado por Danilo, que lhe tolheu os movimentos, teve pouca posse de bola e não foi o desequilibrador a que nos habituou. Redimiu-se na jogada do segundo golo, assistindo Gelson Martins. Saiu aos 69'.

GELSON MARTINS (8). Pode ser o sucessor de João Mário e trabalha para isso: não se limita a brilhar na ala: já faz boas incursões para o eixo. Autor da recarga no primeiro golo e marcador do segundo, aos 26'. Substituído aos 69'.

SLIMANI (8). Marcou o primeiro golo (14') e teve excelente actuação no plano táctico, em pressão constante sobre a defesa, nunca deixando o FCP organizar-se a partir de trás. Alvalade tributou-lhe uma sentida e merecida homenagem.

CAMPBELL (7). Entrou aos 69' sob intensos aplausos de boas-vindas neste jogo de estreia com a camisola verde e branca. Correspondeu à expectativa com bons apontamentos, sobretudo no plano técnico. Temos reforço.

BRUNO PAULISTA (6). Entrou aos 69' com a missão de refrescar o meio-campo e desempenhou com brio a tarefa que lhe foi confiada. Vê-se no entanto que ainda lhe faltam rotinas que só virão quando tiver mais tempo de jogo.

CARLOS MANÉ (6). Jesus mandou-o entrar aos 90' para segurar a bola com a sua reconhecida mestria técnica. O jovem vice-campeão europeu sub-21 cumpriu, confirmando uma vez mais que o técnico pode confiar nele.


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Gostei

 

Da vitória. Triunfo indiscutível do Sporting no primeiro clássico da temporada. Vencemos e convencemos, com clara supremacia da nossa equipa frente ao FC Porto treinado por Nuno Espírito Santo.

 

Da reviravolta. Não é fácil virar o jogo perante uma equipa como o FCP estando a perder logo aos 8'. Mas o Sporting fez isso, com determinação e consistência, partindo para o intervalo já a vencer por 2-1, com dois golos marcados em doze minutos. O resultado manteve-se até ao apito final.

 

Da exibição. O Sporting apresentou em campo um onze maduro, sólido, seguro, confiante. Um onze construído à imagem e semelhança de Jorge Jesus.

 

Da intensidade do jogo. Partida emotiva, cheia de lances de ataque continuado e consistente. Um clássico que honrou os pergaminhos da modalidade.

 

De Slimani. Alguns imbecis especulavam antes deste desafio sobre o ânimo de Slimani, que já estaria "ausente" de Alvalade, considerando que já estaria com a cabeça noutro local, e que certamente iria "poupar-se" para preservar eventuais lesões. A exibição do avançado argelino provou o contrário: conquistou o livre que nos valeu o primeiro golo, marcado por ele (14'); foi sempre o primeiro jogador a perturbar o início da manobra ofensiva portista; forçou os defesas adversários a estar em alerta permanente. No final da partida despediu-se em lágrimas, sob fortíssima ovação, neste que terá sido o seu último jogo pelo Sporting. Despede-se com uma vitória. Sai pela porta grande: elejo-o como o melhor em campo num desafio em que quase todos os nossos jogadores estiveram muito bem.

 

De Rúben Semedo. Exibição de cinco estrelas do jovem formado na nossa Academia. Cortou tudo quanto havia para cortar no nosso reduto defensivo e repôs a bola em jogo sempre com qualidade e precisão. Exemplar o modo como travou uma investida perigosa de Herrera aos 16'. É já, sem a menor dúvida, um dos melhores centrais do futebol português.

 

De Adrien. Outra actuação de gala a pautar o jogo leonino e a incutir ânimo aos colegas do princípio ao fim. Podia ter marcado, com um grande remate aos 32': Casillas travou-o com uma defesa difícil.

 

De William Carvalho. Energia inesgotável do nosso maior recuperador de bolas, que se revelou um obstáculo intransponível à progressão dos jogadores portistas. Fez um cabeceamento letal a que Casillas correspondeu com a defesa da noite (56'). O nosso campeão europeu teria merecido este golo.

 

De Gelson Martins. Participou na construção do primeiro golo, com uma recarga quase vitoriosa a que Slimani deu o melhor desfecho, e marcou o segundo com um bom disparo. Progride de jogo para jogo. E ganha cada vez mais confiança à medida que Jesus vai apostando nele como titular.

 

Da estreia de Joel Campbell. O jogador costarriquenho, recém-contratado, estreou-se a meio da segunda parte e teve bons apontamentos encostado à ala direita, tanto a atacar como a defender. O público gostou e não lhe regateou aplausos.

 

De ver a nossa equipa invicta. Três jogos, três vitórias: estamos na liderança do campeonato com todo o mérito.

 

De ver as bancadas cheias. Hoje fomos 49.399 espectadores em Alvalade. Uma das maiores assistências de que há memória no nosso estádio.

 

Do estado do terreno. Temos enfim um relvado em bom nível. Já era tempo. E merece elogio especial.

 

 

 

Não gostei

 

Do golo portista. Ocorreu muito cedo e começou por gelar o estádio. Mas o gelo rapidamente derreteu perante a óptima réplica dos nossos jogadores.

 

Do resultado tangencial. Face à exibição da nossa equipa, acabou por saber a pouco.

 

Das expulsões. O árbitro Tiago Martins, muito nervoso nesta estreia a apitar um clássico, confundiu autoridade com autoritarismo ao expulsar o nosso treinador e o médico do Sporting, Frederico Varandas. Jorge Jesus já foi expulso mais vezes em apenas um ano no Sporting do que nos seis anos em que esteve no Benfica. Não há coincidências.

 

Da ausência de João Mário. O nosso campeão europeu já não está no Sporting. Mas a equipa não se ressentiu desta lacuna, o que confirma a sua maturidade e constitui uma homenagem suplementar que devemos fazer a esta equipa comandada por Jorge Jesus.


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27 Ago 16
Um azar nunca vem só...
Francisco Chaveiro Reis

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Esperemos que o autocarro do FCP tenha mais uns furos amanhã.


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26 Ago 16

Primeiro clássico da temporada: o Sporting vai receber o FC Porto este domingo, a partir das 18 horas, com arbitragem de Tiago Martins. Um jogo que promete emoções fortes.

Este espaço abre-se agora aos vossos prognósticos. Não se acanhem.


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09 Mai 16
Parabéns ao Porto
Pedro Correia

O FC Porto, com a sua equipa B, conquistou com mérito o campeonato da segunda divisão.

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03 Mai 16

Não faltaram prognósticos certeiros nesta jornada. Foram vários os leitores que acertaram no nosso categórico triunfo por 3-1 no Dragão, onde há nove anos não vencíamos para o campeonato.

Fica o registo dos vencedores, por ordem de chegada: Sam, SuperSlim, José Vieira, Leão de Queluz, José Lima e Cristina Torrão.

Aplicado o critério do desempate, referente aos marcadores dos golos, registou-se um par vencedor: SuperSlim e Cristina Torrão. Ambos vaticinaram os dois golos de Slimani. Parabéns a dobrar à nossa colega de blogue, que triunfa nestes prognósticos pela segunda semana consecutiva.


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01 Mai 16
Venenos
José da Xã

Ando há horas, sem sucesso, em busca de uma declaração proferida por Jorge Nuno Pinto da Costa, em que o ainda Presidente do Porto respondia com uma frase venenosa às queixas que alguns clubes apresentavam sobre o benefício do Porto nas arbitragens. Disse na altura Pinto da Costa:

- Isso são desculpas de perdedores!

É certo que o tempo passa por todos. E que Pinto da Costa já não é o mesmo jovem de outrora. E assim entende-se que tenha olvidado o que disse há muitos anos.

Ontem à saída do Estádio o presidente dos Dragões queixou-se, e de que maneira, da arbitragem de Artur Soares Dias.

Não seria fantástico que alguém lhe desse agora a provar do seu próprio veneno?

 


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30 Abr 16

Sexto clássico da temporada disputado pelo Sporting, quinta vitória leonina. Conseguida ao fim da tarde de hoje num estádio do Dragão a rebentar pelas costuras mas que se foi despovoando à medida que os minutos se escoavam, sobretudo depois de termos ampliado a nossa vantagem, cifrando o resultado em 3-1. Desde 1975/76 que não vencíamos os dois jogos do campeonato ao FC Porto - o que diz muito sobre o nosso desempenho nesta Liga prestes a terminar.

O resultado reflecte a clara superioridade dos Leões em campo, com excelentes exibições de João Mário (para mim o melhor em campo), Slimani (mais dois golos, somando já 26) e Adrien, uma actuação muito consistente de Wiliam Carvalho e Rui Patrício evidenciando grande forma. O triunfo começou a ser construído ainda cedo, aos 25', e ao intervalo vencíamos por 2-1. O desfecho da partida nunca chegou a estar verdadeiramente em causa, apesar da boa réplica que a equipa comandada por José Peseiro nos foi dando em certas fases do desafio.

Com este triunfo atingimos 80 pontos na Liga 2015/16 - mais 13 do que os portistas e mantendo a distância do líder, SLB. Faltam dois jogos para terminar o campeonato. Dois jogos que serão disputados como verdadeiras finais.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Uma defesa decisiva logo aos 7', transmitindo confiança à equipa. Voltou a evidenciar excelente forma noutras intervenções: aos 47', 74' e mesmo no fim da partida, já no segundo minuto do tempo extra.

SCHELOTTO (7). Já titular indiscutível como lateral direito, onde revela indiscutível dinâmica - não só no apoio ao ataque como na recuperação defensiva. Muito atento às coberturas. Grande centro aos 32': Slimani quase marcou.

COATES (7). Em destaque no eixo defensivo. Cortes oportunos aos 20', 42', 76', 80' e 90'. Protagonizou duas jogadas polémicas: uma resultou num penálti discutível sobre Brahimi, outra podia ter gerado uma grande penalidade sobre Aboubakar.

RÚBEN SEMEDO (7). Atento, dobrou bem os colegas dos flancos quando progrediam no terreno. Voltou a revelar bons apontamentos técnicos e segurança na reposição de bola, contribuindo para a nossa boa organização colectiva.

MARVIN (6). Menos ousado nas subidas no terreno do que Schelotto, revelou solidez e concentração na cobertura defensiva, combinando bem com os colegas do seu bloco. Compensa em concentração o que ainda lhe falta em rotinas.

WILLIAM CARVALHO (8). Serviu de travão às incursões adversárias no corredor central, forçando os portistas a procurar as alas. Recuperou várias bolas e passou-as quase sempre bem. O nosso primeiro golo nasce de um desses passes.

ADRIEN (8). O maior desequilibrador do meio-campo, funcionando com a categoria a que nos habituou. Alarga sempre o jogo leonino, como hoje ficou bem patente. Excelente abertura aos 32', originando uma das melhores jogadas do desafio.

JOÃO MÁRIO (9). Exibição superlativa, coroada com duas assistências para golo - aos 23', servindo Slimani com um cruzamento perfeito, e aos 85', lançando Bruno César com sucesso. Podia ter marcado logo aos 5'. Próximo da perfeição.

BRYAN RUIZ (7). Actuação esforçada, mas consistente, sem vedetismos. Foi dele a assistência para o segundo golo de Slimani, aos 44'. Quase repetia a dose aos 69': Casillas travou o argelino. Desempenhou boas missões defensivas.

TEO (6). O mais discreto dos nossos homens da frente. Procurou muito a bola, baralhou marcações, tentou servir bem os companheiros, mas sem a acutilância revelada noutros jogos. Cedeu o lugar a Bruno César aos 81'.

SLIMANI (9). É já o segundo melhor rematador do Sporting num campeonato deste século. Estreou-se hoje como artilheiro no Dragão, bisando. Forçou Casillas a soberbas defesas aos 32' e 69'. Quanto mais marca mais quer marcar.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou pouco mais de dez minutos mas foi quanto bastou para ser um dos protagonistas do encontro. Aos 85' marcou o terceiro golo com o seu pé-canhão (o esquerdo). Casillas ajudou, fazendo um frango.

GELSON MARTINS (-). Rendeu Bryan Ruiz aos 90', só para queimar tempo quando ao Sporting já só interessava segurar a vantagem confortável no marcador.

PAULO OLIVEIRA (-). Regressou à equipa, meses depois, mas nem chegou a tocar na bola. Esteve apenas um minuto em campo, tendo entrado para o lugar de João Mário.


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Não foi justo...
José da Xã

... que o Porto jogasse este campeonato apenas com 10 jogadores!

Como eu previ aqui em Julho passado.


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Gostei

 

De vencer mais um clássico. Foi a nossa quinta vitória da temporada frente às duas outras equipas consideradas grandes do futebol português. Uma vitória categórica fora de casa frente ao FC Porto, por 3-1. Uma vitória que gelou o Dragão - onde não ganhávamos há nove anos para o campeonato.

 

De João Mário. Uma partida fantástica do nosso internacional que hoje jogou essencialmente como ala direito, confirmando-se como o melhor jogador jovem do campeonato português - e também o melhor em campo neste clássico. Fez duas excelentes assistências para golo: aos 23' (o primeiro) e aos 85' (o terceiro).

 

De Slimani. O grande artilheiro desta ponta final da Liga 2015/16, sem sombra de dúvida. Hoje voltou a marcar mais dois golos: o segundo, de cabeça, foi extraordinário. Já soma 26: é o segundo melhor marcador do Sporting deste século, só ultrapassado por Jardel em 2001/02. E promete não ficar por aqui.

 

De Adrien. Outra grande exibição, deixando já antever um promissor Campeonato da Europa em França, onde será certamente titular. Fez tudo bem, como obreiro essencial da nossa organização colectiva. E com uma forma física invejável.

 

De William Carvalho. Também ele contribuiu - e de que maneira - para o indiscutível domínio leonino na faixa central do terreno, complementando as actuações de Adrien e João Mário. Foi ali mesmo que o Sporting começou por vencer este desafio.

 

De Rui Patrício. Teve defesas decisivas ao longo da partida. Aos 7', após recarga. Aos 47', num remate à queima-roupa. Aos 74', travando muito bem um livre directo. Transmitiu confiança à equipa.

 

Da qualidade global do jogo. Foi um verdadeiro clássico, intenso e emotivo, disputado com grande velocidade. Um bom espectáculo de futebol.

 

Da superioridade leonina. Fomos superiores em quase todas as etapas do jogo, excepto nos dez minutos que se seguiram ao golo solitário do FC Porto, obtido de grande penalidade. Com determinação, força de vontade e clara supremacia técnica.

 

Do factor sorte. Desta vez esteve do nosso lado. Com uma bola do FCP ao poste (por Herrera aos 7') e outra à barra (por Sérgio Oliveira aos 51').

 

Do entusiástico apoio dos adeptos leoninos. Alguns milhares de espectadores pintaram de verde as bancadas do Dragão e nunca deixaram de puxar pela nossa equipa.

 

De termos conservado a distância de dois pontos em relação ao SLB. Ultrapassámos o obstáculo mais difícil desta recta final da Liga, mantendo intactas as nossas aspirações ao título. O campeonato vai disputar-se palmo a palmo até ao fim. É, desde já, um dos mais renhidos de sempre.

 

De termos superado mais um marco. Nunca tínhamos ganho dois clássicos fora no mesmo campeonato. Superámos mais esta barreira. Com cinco golos marcados (três ao SLB, dois ao FCP) e só um sofrido (hoje, de penálti).

 

 

Não gostei

 

Do cartão mostrado a Adrien aos 73'. Uma jogada casual, como há centenas de outras em todas as jornadas, foi sancionada com amarelo por Artur Soares Dias. Não havia necessidade.

 

Da descrença do público afecto ao FC Porto. Mal Bruno César marcou o terceiro golo do Sporting, iam decorridos 85 minutos, registou-se uma debanda geral no Dragão. Interrogo-me se entre esses adeptos estaria o Miguel Sousa Tavares, que há quatro dias garantia no jornal A Bola: "Sosseguem, benfiquistas, o FC Porto vai travar o Sporting."


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16 Abr 16
E continua o circo...
Francisco Vasconcelos

Já se viu de tudo para desestabilizar. Esta é a última:

 

Jesus abordado pelo Porto

 

É esta campanha constante que mostra bem a nossa força e me dá mais confiança.


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13 Fev 16
Já era tempo...
José da Xã

... de o FCPorto jogar com onze jogadores!

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28 Jan 16

Golo de JORDÃO

Sporting-FC Porto 

30 de Janeiro de 1983, Estádio José Alvalade

 

Jordão fazia parte dos meus quatro ídolos de infância (junto com Damas, Yazalde e Inácio). E o meu golo de eleição tinha de ser de calcanhar (vamos já ver porquê), por isso, não hesitei em pegar na sugestão do nosso leitor/comentador polik, neste texto de Pedro Correia.

 

Sou nortenha, morei em Gaia desde os quatro anos, tirei o curso na Universidade do Porto e nem 23 anos de Alemanha conseguiram apagar-me a pronúncia do Norte. Nada me é mais familiar do que a paisagem sobre o Douro, vista da Serra do Pilar, local da igreja onde frequentei a catequese: a ponte Dom Luís, a Ribeira, as caves do Vinho do Porto (por acaso, em Gaia). Uma das minhas passagens preferidas d’ O Leão da Estrela é a travessia da ponte Dom Luís. Morava ali ao lado, paredes meias com o Quartel do RASP, onde João Paulo II aterrou de helicóptero, vindo de Braga, a 15 de Maio de 1982. Eu fazia parte da multidão que o recebeu, assim como vivi de perto as convulsões de Outubro de 1975, ouvi as rajadas de G3 disparadas contra as forças do brigadeiro Pires Veloso, tinha eu dez anos. Se o Verão de 1975 foi Quente, o mês de Outubro, no Porto, passou-se a ferver!

 

E depois veio 1987. Não nego que gostei de ver uma equipa portuguesa a ganhar a Taça dos Campeões Europeus. Até saí à rua! Com 23 anos, não se desprezam festejos pela noite fora. Claro que não agitei cachecol nem bandeira, muito menos gritei “Bib’ó Puârto”. E pensei que, terminada a festa, conseguia sossego. Mas algo me perseguiu durante semanas, desconfio que até anos: o golo de Madjer! Quantas vezes tive de ouvir falar nesse golo, ouvir elogiar esse golo… Nada havia que se lhe comparasse, diziam eles! Até parecia que o Madjer tinha inventado o golo de calcanhar…

 

Só para quem não conhece o golo de Jordão, precisamente contra o F. C. Porto, na época de 1982/83. Que subtileza, que classe!

 

É o meu golo de eleição, que dedico a todos os portistas!

E nem precisam de agradecer, eu é que agradeço ao polik. E ao meu ídolo, o grande Jordão!

 


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05 Jan 16

Desta vez houve vencedores. E ainda bem.

Quem acertou no resultado do clássico de sábado em Alvalade?

Os nossos leitores Vicente SousaFernando Teixeira de Sousa, José Vieira e Jorge Ferreira. Não só acertaram no resultado (2-0) como mencionaram também Slimani como marcador de um dos golos (o argelino acabou por marcar ambos).

Parabéns aos quatro.


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30 Dez 15

Vem aí mais um clássico: o Sporting recebe o FC Porto no próximo sábado, a partir das 20.45. Com arbitragem de Hugo Miguel.

Quais são os palpites para este jogo?


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22 Abr 15

Dado que o Porto marcou um golo em Munique, o Bayern precisava de marcar, pelo menos, quatro para passar à meia-final. Assim sendo, não ficou muito acima do mínimo exigido.

 

Bem, é verdade que um singelo 2:0 também chegava...

 

(Por isso mesmo, o Porto e os seus adeptos sobrestimaram a vitória das Antas. É claro que ganhar por 3:1 ao Bayern de Munique causa euforia. Mas foi ingénuo pensar que o Bayern não estivesse em condições de ganhar 2:0 em casa, agindo como se a eliminatória fossem favas contadas).


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21 Abr 15

Mais condicente com o local da tragédia:

 

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07 Mai 14
Notícias dos andrades...
Pedro Quartin Graça


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10 Abr 14
E esta, hein?!
Eduardo Hilário

Com Beto, Daniel Carriço, Ricardo Quaresma e Silvestre Varela em campo, o Sporting Clube de Portugal foi o clube mais representado na partida entre o Sevilha e o FCP.


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09 Jan 14

E vocês perguntam-me: o que está ali em cima a fazer o F.C. Porto? Então o Eusébio não jogava no Benfica? E o José Sócrates não contou a história dos golos do Eusébio num jogo da seleção contra a Coreia do Norte? E este não é um blogue sportinguista? É verdade. Mas a história do José Sócrates do dia 23 de julho de 1966 tem tantos pontos de contacto com a minha do dia 27 de maio de 1987, que não resisto a compará-las.

 

Ora vejam:

- Sócrates ia para a escola primária – não admira, tinha nove anos de idade.

- Eu vinha da faculdade – enfim, tinha vinte e um anos.

- Sócrates ouviu o relato do jogo, na Covilhã.

- Eu fui vendo imagens do jogo, pois havia televisores ligados em todas as montras de estabelecimentos de eletrodomésticos, à volta dos quais se juntavam pequenas multidões. Ah, já me esquecia, estamos na cidade do Porto.

- Em 1966, Portugal deu a volta a um resultado desfavorável de 3:0.

- Em 1987, o F. C. Porto deu a volta a um desfavorável 1:0 contra o Bayern de Munique.

 

Resta dizer que, no regresso a casa, depois daquele dia de aulas, apercebi-me de que o F. C. Porto perdia por 1:0. Quando cheguei a casa, o jogo estava a acabar. Depois de despir o casaco, sentei-me na sala, em frente à televisão ligada e… o F.C. Porto marcou dois golos de rajada! Seguiram-se telefonemas, amigos a dizer-me que, naquela noite, ninguém dormia, que toda a gente ia festejar. E eu, apesar de ser sportinguista dos quatro costados, fui mesmo festejar aquela vitória portuguesa na final da Taça dos Campeões. Querem melhor fair-play?

 

Dizem que a história do Sócrates é mentira, porque se passou num sábado à tarde. Mas um ex-colega já veio dizer que ele falou a verdade e só a verdade.

 

Eu não tenho ninguém que venha em meu favor. Mas garanto-vos que a minha história é verdadeira, embora já não me lembre em que dia da semana foi. Jogos desses, porém, costumavam ser à quarta-feira. E é bom que este tenha sido, pois, na faculdade, nunca tive aulas ao sábado.

 

Também aqui


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01 Dez 13

Académica derrota o FC Porto em Coimbra, o que não sucedia desde o dia 15 de Novembro de 1970. Com o nosso conhecido João Capela a perdoar uma escandalosa grande penalidade cometida logo no início do jogo por Josué sobre Ivanildo e a validar um penálti mais que duvidoso que beneficiou os portistas (embora tenha sido defendido pelo guardião conimbricense, Ricardo) a cinco minutos do fim.

Confirmando ser um dos piores árbitros a actuar em relvados portugueses. Limpinho só mesmo para Jorge Jesus.


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28 Out 13

Lamento, mas desta vez ninguém acertou no resultado do jogo. Houve algum excesso de optimismo nos prognósticos aqui feitos, o que é perfeitamente compreensível dada a boa prestação do nosso clube desde o início do campeonato, onde ocupa a segunda posição, enquanto Montero continua a liderar a lista dos melhores marcadores.

Aposto no entanto desde já que nos vaticínios do desfecho do próximo desafio, contra o Marítimo em Alvalade, a pontaria dos autores e leitores deste blogue voltará a revelar-se mais afinada.


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27 Out 13

Não gostei

 

Do resultado. Nenhum leão gosta de perder. Sobretudo contra um rival directo. Mas o grau de dificuldade deste jogo era grande, até por ser disputado no reduto do FC Porto, que há cinco anos não perde uma partida do campeonato em casa. Ninguém tinha dúvidas sobre isso.

 

Do penálti cometido por Maurício. Não havia necessidade, logo aos 10', quando o jogo estava muito repartido. Este lance acabou por ser decisivo numa partida que de outro modo teria sido muito mais equilibrada.

 

Que Montero tivesse ficado em branco. Notícia é quando o avançado colombiano não marca. Como foi o caso, esta noite, no Dragão. E esteve quase a marcar, aos 68': Helton negou-lhe o golo.

 

Do "corredor" aberto para o segundo golo do Porto. Faço minhas as palavras que o José Manuel Barroso já expressou aqui: a nossa defesa não esteve bem, sobretudo neste lance.

 

Que tivéssemos beneficiado apenas de um canto. E mesmo assim só aos 70'. Foi muito pouco.

 

Do conjunto da nossa primeira parte. Podíamos e devíamos ter feito circular mais e melhor a bola e criar maiores desequilíbrios no meio-campo.

 

De ver Capel começar o jogo no banco. Este desafio no Dragão adaptava-se inteiramente às características do jogador espanhol, que só entrou aos 57' mas devia ter alinhado de início, até para não tornar tão previsível o nosso onze titular, aproveitando com a sua habitual velocidade o adiantamento dos laterais do FCP.

 

 

Gostei

 

Do nosso golo. Um excelente apontamento técnico de William Carvalho, hoje o melhor sportinguista em campo, confirmando que não se limita a ser um óptimo médio defensivo: também sabe rematar com êxito. Infelizmente mal tivemos tempo para aplaudir o empate.

 

Das jogadas repartidas. Houve emoção no estádio do FCP, como compete a um clássico. Neste aspecto as expectativas não foram goradas.

 

Da atitude. Apesar de algum nervosismo, mais evidente no primeiro tempo, os nossos jogadores souberam bater-se. Com uma atitude muito mais combativa do que a revelada no clássico equivalente da última época.

 

Da segunda parte do Sporting. A nossa equipa melhorou bastante na etapa complementar do jogo e chegou a dominar o Porto em diversas fases. Deixando claro que o FCP pode ser derrotado quando for a Alvalade. E será mesmo, estou convicto disso.

 

Da correcção deste clássico. Com poucos casos disciplinares e muita vontade de disputar a bola. Neste aspecto, devia ser sempre assim.


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28 Set 13

"Erro de Proença"

Manchete do Record

 

"Dragão vence com erro de arbitragem"

Antetítulo de capa d'A Bola

 

"Penálti inexistente livra campeão de segundo empate consecutivo"

Antetítulo de capa do Record

 

"Depois da jornada anterior de falhas dos árbitros, a 'doença' contagiou o melhor do mundo"

Chamada de capa d'A Bola

 

"Penálti salva campeão"

Título da crónica do jogo, no Record

 

"O 'penalty' assinalado pelo Pedro que o Paulo não tinha visto bem"

Título da crónica do jogo, n'A Bola


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"Quero dar os parabéns ao Jorge Jesus porque ganhou em três campos."

Paulo Fonseca, treinador portista, usando a ironia para queixar-se da arbitragem após o empate do FCP com o Estoril (22 de Setembro)

 

"Pareceu-me que este, pelo menos, foi dentro da grande área. Ainda não tive oportunidade de rever o lance na televisão."

Paulo Fonseca assobiando para o ar após o FCP ter vencido o Guimarães com um penálti que só o árbitro viu (27 de Setembro)


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12 Jul 13
Há bruma na Invicta
Pedro Quartin Graça

 

Este restaurante, à  Rua do Bonjardim 525Porto, dirá algo a Bruma, Bebiano e Pinto da Costa? Ao que parece servem lá um pernil no forno e umas rabanadas especiais de categoria!

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27 Jun 13
Ultrapassados...
Pedro Quartin Graça

 

Afinal havia ou não direito de preferência? Mais um dos muitos mistérios de Alvalade. É assim tão difícil esclarecer os adeptos de forma definitiva sobre este assunto?


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10 Jun 13

Não acompanho - de forma alguma - os sportinguistas, incluindo alguns colegas de blogue, que defendem uma aproximação preferencial do Sporting ao Porto. Não esqueço que das Antas veio alguma da pior contaminação do futebol português - e que esse período correspondeu ao início de um prolongado período de insucesso em Alvalade, condimentado pelas mais escandalosas arbitragens desde sempre registadas em Portugal.
A estratégia de bipolarização (Porto/Benfica) servia, e de que maneira, os interesses do FCP. E ainda serve. Os resultados, aliás, estão bem à vista. Com a conquista de título após título. Só não vê quem não quer.


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05 Jun 13

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Já se antevia esta possibilidade face aos últimos acontecimentos ocorridos. Hoje a Direcção do Sporting concretizou-a e disso deu nota pública através do comunicado infra.
COMUNICADO

A Direcção do Sporting Clube de Portugal e a Administração da Sporting SAD sempre afirmaram que no âmbito dos cargos para que foram eleitos e das funções para que estão mandatados, pretendem manter relações institucionais com todos os clubes e com eles trabalhar em prol do bem comum, o desporto nacional.
Foi sempre deixado bem claro que nunca seriam toleradas posições de subserviência relativamente a nada, nem a ninguém. Foi igualmente reafirmado inúmeras vezes que todos aqueles que se relacionam ou queiram relacionar com o Sporting Clube de Portugal terão que o fazer numa base de entendimento, assente no respeito mútuo.
No passado dia 2 de Junho de 2013, nos momentos que antecederam a final da Taça de Portugal, em Andebol, no Pavilhão de Tavira, os responsáveis da organização promoveram um encontro institucional de apresentação de cumprimentos entre os membros das Direcções do Sporting Clube de Portugal, representado pelo seu Presidente Bruno de Carvalho e do Futebol Clube do Porto, pelo vice-presidente Adelino Caldeira.
Naquele encontro, quando o Presidente do Sporting Clube de Portugal, no âmbito institucional e por normais princípios de urbanidade se preparava para cumprimentar o representante máximo da delegação adversária, este assumiu uma conduta inqualificável de total desrespeito pela instituição Sporting Clube de Portugal, com cenas lamentáveis que de imediato mereceram o devido repúdio e uma resposta cabal por parte dos dirigentes do Sporting Clube de Portugal.
Face aos graves acontecimentos ocorridos, que se traduziram num total desrespeito pela Instituição Sporting Clube de Portugal e após ter decorrido o tempo suficiente para que os dirigentes do Futebol Clube do Porto se demarcassem e retratassem da inqualificável conduta do seu representante, vem a Direcção do Sporting Clube de Portugal comunicar que suspende todas as relações institucionais com o Futebol Clube do Porto até que fique claro o seu efectivo respeito pela nossa Instituição, e sua efectiva vontade de estabelecer relações normais e de respeito pela Instituição Sporting Clube de Portugal.

Lisboa, 05 Junho de 2013
A Direcção do Sporting Clube de Portugal


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24 Mai 13

Foto de "A Bola"

"A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem informar o mercado que chegou a um acordo com o Association Sportive de Monaco Football Club para a cedência, a título definitivo, dos direitos de inscrição desportiva dos jogadores profissionais de futebol James Rodriguez e João Moutinho.

O valor global a receber por esta transferência é de 70.M€ (setenta milhões de euros), sendo:

- 45M€ (quarenta e cinco milhões de euros) relativos à transferência do jogador James
Rodriguez;

- 25M€ (vinte e cinco milhões de euros) relativos à transferência do jogador João
Moutinho."


A conclusão é que a "maçã podre", em vez de ser ter valorizado nos últimos tempos no FC Porto, desvalorizou-se. Pois, pois, contem-me destas.

Espera-se a reacção de quem de direito no Sporting. Isto assim não pode ficar!


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20 Mai 13

O FC Porto sagrou-se campeão nacional. Manda o mais elementar desportivismo que saibamos dar os parabéns ao clube vencedor.


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19 Mai 13
Incha e...desincha...
Pedro Quartin Graça


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05 Mai 13

Dei por mim satisfeito com a derrota do Nacional no jogo contra o FCP.


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16 Abr 13
Depois de 2 "barretes"...
Pedro Quartin Graça

                       

...aqui estão mais 2 (estes melhores) para a colecção... daqui a pouco o FC Porto tem lá a Academia do Sporting em peso...


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14 Mar 13
Perdeu duplamente...
Pedro Quartin Graça

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