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És a nossa Fé!

Pódio: Fábio Coentrão, Rui Patrício, Piccini

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Fábio Coentrão: 15

Rui Patrício: 14

Piccini: 12

Bruno César: 11

Acuña: 11

Bruno Fernandes: 11

William Carvalho: 11

Byan Ruiz: 10

Rúben Ribeiro: 10

Doumbia: 10

Coates: 10

Mathieu: 10

Battaglia: 8

Montero: 8

 

A Bola elegeu Rui Patrício como melhor jogador em campo. O Record optou por Fábio Coentrão. O Jogo escolheu Piccini.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - o canário na mina do carvão

A expressão "o canário na mina de carvão" deriva de uma prática antiga dos mineiros. Levado o canário para a mina, se este morresse era um sinal para os mineiros de que os níveis de monóxido de carbono estavam elevados, ou seja, havia um perigo iminente.

Na antevisão deste jogo, os sinais de alerta foram mais do que evidentes: a direcção insistiu na apresentação de uma proposta de revisão estatutária, em Assembleia Geral, que já se sabia iria dividir os sócios. Nesse transe, após uma reunião algo tumultuosa, o presidente ameaçou demitir-se. A equipa já vinha mostrando alguma falta de ideias e de fulgor. Faltavam Dost e Gelson. O treinador, em vez de moralizar aqueles que podia utilizar - e já depois dos episódios Wendel e Lumor - , entrou numa espiral de choradeira que incluiu um "Gelson e Dost são mais de 50% da equipa", chegando ao ponto de inventar os números de Gelson, dizendo que era o segundo melhor marcador e o melhor assistente (duplo erro, esse jogador é Bruno Fernandes) para melhor reforçar a sua argumentação. Depois, os jogadores, alegadamente, precisavam de tempo e treino para conhecerem as ideias de jogo do treinador e poderem jogar, mas Ruben Ribeiro entrou logo na equipa. Ah e tal, é porque é "avançado", explicou JJ, mas Rafael Leão, o único ala disponível com as características que Jesus precisa, continua fora das convocatórias. E assim, criando problemas e focando-nos em excesso neles, em vez de procurarmos soluções, lá nos deslocámos à Amoreira, curiosamente para defrontar uma equipa apelidada de "canarinha". Ele há coisas...

A manhã e início de tarde até começou bem para o clube. O Sporting provou uma vez mais ser a maior potência desportiva nacional, conquistando de uma assentada mais duas taças dos campeões europeias, mérito da aposta que o presidente tem feito nas modalidades, da organização da secção e da raça e querer dos atletas. 

Talvez por osmose, a nossa equipa de futebol continua a querer mostrar ser a mais eclética do mundo. Nos últimos jogos, ao vêr a circulação da bola, da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, em sucessivas basculações, sem profundidade nem remates, esperando uma oportunidade para servir o "pivot" Dost, parecia-me que estávamos a ressuscitar o Andebol de 11. Noutros jogos, como referi neste espaço pela primeira vez a propósito da partida do Bessa, alguns jogadores pareciam tão amarrados que a coisa assemelhava-se a assistir a uma partida de Xadrez, com os peões a bloquearem-se mutuamente e tudo a ficar dependente das torres, porque "bispos", felizmente, não é para nós. Jogos houve onde a qualidade tenística de um jogador fez a diferença, como aconteceu na quarta-feira, quando Mathieu aplicou uma raquetada, um vólei, com o seu pé esquerdo. Pelos vistos para Vela é que não temos muito jeito, pois caso contrário ter-nos-íamos adaptado sem problemas aos conhecidos ventos do Estoril. Assim, fomos de vela. Lá está, a preparação é meio caminho para o sucesso. Em contrapartida, a equipa mostrou aptidão para o hóquei em campo, em especial o costa-riquenho Bryan Ruiz, tal a quantidade de cantos curtos que marcou, após ter entrado no relvado para, incompreensivelmente, substituir o até aí melhor jogador em campo do lado leonino, o lateral Fábio Coentrão. Enfim, muito jeito para várias modalidades, mas o futebol jogado é muito pouco...

Uma equipa rápida não é, necessáriamente, aquela que tem jogadores rápidos. Velocidade de pensamento e de execução, essa sim, é essencial. E o Estoril colocou isso em prática hoje, com Lucas Evangelista e Ewerton em grande evidência. Notou-se que a equipa da linha preparou bem melhor os lances de bola parada, nomeadamente, os cantos, resultando daí o seu primeiro golo. Nada que não pudesse ter sido trabalhado na ventosa Alcochete. De seguida, caímos no engodo de uma manobra de diversão criada por um avançado canarinho, que arrastou com ele Coates, deixando um estorilense na cara de Rui Patrício, o qual ainda defendeu a primeira tentativa, mas nada podia fazer para evitar a recarga. Talvez as coisas tivéssem sido diferentes, caso Bruno César não desperdiçásse uma oportunidade escandalosa e chegássemos ao intervalo a perder por dois de diferença.

No início do segundo tempo - já com Montero no lugar de Battaglia - perdemos vários golos. A equipa parecia determinada a dar a volta ao jogo, com William a comandar superiormente as operações. Fábio Coentrão subia proeminentemente pelo seu flanco, sempre na origem de lances de perigo, mas eis que, subitamente, e após o vilacondense ter sido admoestado com um cartão amarelo, Jesus decide tirá-lo do campo. Foi o canto do cisne. Com um Doumbia trapalhão, um Montero ausente do jogo, lento a executar e incapaz de jogar entrelinhas, um Ruben Ribeiro que engasga o jogo, flectindo sempre para o superpovoado miolo do terreno e um desinspirado e muito cansado Bruno Fernandes, a equipa, perdida a explosão que ia tendo pelo flanco esquerdo - até porque, concomitantemente, Acuña, hoje muito interventivo, recuou para lateral - perdeu a chama. Restava-nos Bryan Ruiz, mas este, no registo a que recentemente nos vem habituando, parece estar a executar bolas paradas com a bola em movimento...

Mathieu ainda tentou repetir (por duas vezes) a gracinha contra o Vitória de Guimarães, mas a sorte do jogo também não esteve connosco. São Patrício ainda evitou dois golos certos, mas já nada havia a fazer. O Estoril, bem preparado para as contingências deste jogo, foi um vencedor justo. Não sei se foi o adeus ao título, mas temo que esta derrota traga alguma desmobilização. De uma forma autofágica, como tão bem disse o Pedro Correia, continuamos a dar tiros nos pés. Não quero desprezar a equipa da Linha, mas hoje quem perdeu fomos nós. Sózinhos! Erros meus, má fortuna, a sina do costume...

 

Tenor "Tudo ao molho...": Fábio Coentrão

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Pódio: Coentrão, Rui Patrício, Coates

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-FCP pelos três diários desportivos:

 

Fábio Coentrão: 17

Rui Patrício: 17

Coates: 16

Mathieu: 16

Piccini: 16

Bruno Fernandes: 15

Bryan Ruiz: 15

Battaglia: 15

William Carvalho: 15

Bas Dost: 13

Rúben Ribeiro: 13

Acuña: 12

Gelson Martins: 10

Montero: 6

 

A Bola elegeu Fábio Coentrão como melhor jogador em campo. O Record optou por Bruno Fernandes. O Jogo escolheu Coates.

Os teus murros, Coentrão

Também dei uns socos, Fábio. Estivesse eu nas tuas chuteiras e, como tu, teria atirado os punhos contra o banco de suplentes, com tantas ou até mais ganas que tu. Acontece que, longe do Bonfim, e das câmaras de TV, as minhas mãos fechadas acabaram com ruidoso estrondo na porta de um armário que cá tenho em casa. Safou-se a televisão, menos mau.

No entanto, mais que a confidência das pedras que lancei (que as dores, essas não as escondo), interessa-me, sim, deter-me nas tuas. Nas que tu arremessaste.

És um campeão. Ganhaste títulos, muitos. Mas eu percebo-te. Chegaste à glória do futebol nacional com equipas lideradas pelo mesmo timoneiro que ontem, em Setúbal, comandava o banco que esmurraste. Com ele ao leme das equipas que te puseram no Olimpo do futebol português entravas em campo e limpavas tudo. Varrias a lateral esquerda com soberba e confiança inabaláveis, ao mesmo tempo olhavas para a lateral direita e para o centro do terreno e vias, em linha contigo, um rolo compressor imparável, inesgotavelmente alimentado com ambição desmedida e insaciável fome de golos. Percebo-te, Fábio. Por isso pergunto-me se os murros que deste foram, afinal, contra a alma chata da tua equipa e na qual, digo-te, tantas vezes fazes a diferença. Dá um gozo tremendo ver-te a varrer o corredor esquerdo. 

Terás tu dado uns selos no calculismo, no resultadismo, na manha, na contenção, no cinismo que o mister hoje prefere pôr na batalha? Socaste tu a falta de ambição do Jesus, o gestor da vantagem mínima sobre o penúltimo da tabela? Foi isso? Se foi, então, estamos no mesmo barco. A diferença é que tu podes descarregar no banco de suplentes e eu numas coisas do IKEA. 

 

PS. Fiz um esforço enorme, mas, com franqueza, não vi o Luís Filipe Vieira mandar sair de jogo o Rúben Ribeiro e a pôr o Battaglia. Não vi o Janela dar indicações aos nossos de que a anorética vantagem sobre os sadinos era q.b.

Os murros dou-os sobretudo por causa disto: perdemos a liderança por culpa exclusivamente nossa. E agora, receio, estamos mais perto de deixar de depender só de nós.

Os jogos apenas terminam quando o árbitro apita o final da partida...

Uma vez mais surpreendidos ao cair do pano, após substituições defensivas. O mestre da táctica procura segurar uma magra vantagem e perde 2 pontos. Aconteceu na Luz, a história repete-se agora em Setúbal, fazendo lembrar o início da 2ª volta há duas épocas atrás. Penalty claro cometido por Mathieu, incompreensível reacção de Fábio Coentrão que poderia ter visto outra cor do cartão com um árbitro mais rigoroso. Mau demais este desperdício a que infelizmente nos vamos habituando...

2017 em balanço (10)

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FRASE DO ANO: "FEITO DE SPORTING"

Foi recebido com alguma desconfiança por sócios e adeptos. Não admirava: Fábio Coentrão proclamara dois anos antes, no Facebook, juras de amor eterno ao Benfica, tendo chegado a assegurar que em Portugal não vestiria a camisola de outro clube.

Afinal deu o dito por não dito. Regressou a Portugal, por empréstimo do Real Madrid, integrando-se no projecto futebolístico de Jorge Jesus, que já o orientara no outro lado da Segunda Circular. Tornou-se na 32.ª "prenda" oferecida por Bruno de Carvalho ao treinador.

Os adeptos leoninos mantiveram alguma desconfiança mesmo depois de o lateral esquerdo ter garantido que sempre torcera pelo Sporting, já em miúdo, lá na sua Caxinas natal. Desenterrou-se uma  entrevista de 2007 em que o então defesa do Rio Ave lembrava as viagens de 700 quilómetros que chegou a fazer no mesmo dia entre Vila do Conde e Lisboa para assistir a jogos em Alvalade e as incursões ao estádio do Dragão, como espectador anónimo, em dias de Porto-Sporting, integrado na Juventude Leonina.

No fundo, um caso de sportinguismo transviado, tal como sucedeu com Jesus, ele próprio um adepto - e há longos anos sócio - do Sporting Clube de Portugal que episodicamente passou pelo Benfica.

Os últimos olhares de suspeição desfizeram-se enfim quando Coentrão, já vestido de verde e branco, proferiu aquela que viria a ser a frase do ano no nosso clube: «Já vesti muitas camisolas mas sempre fui feito de Sporting.»

Foi a 5 de Julho, ao ser oficializada a sua contratação para Alvalade. A partir desse dia, mesmo para os mais renitentes, passou a ser um dos nossos. E tornou-se detestado na Luz, como as monstruosas vaias de quarta-feira passada bem confirmaram - homenagem involuntária ao homem de Caxinas.

A expressão "feito de Sporting", inserida na campanha leonina para a venda de gameboxes, pegou. Chegando mesmo a justificar elogios internacionais. Mais que merecidos, tal como os aplausos que os adeptos hoje não regateiam a Coentrão.

 

Frase do ano em 2013: «O Sporting é nosso outra vez»

Frase do ano em 2014: «Estamos em casa»

Frase do ano em 2015: «Temos de acordar o Leão adormecido»

Frase do ano em 2016: «Pelo teu amor eu sou doente»

Quem mais jura, mais mente

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Fiel à linha editorial a que já nos habituou, A Bola dedica hoje 80% da sua primeira página a uma entrevista a Bernardo Silva, destacando algumas frases do jogador:

«Um dia gostava de voltar ao Benfica.»

«Não posso dizer que Jorge Jesus é especial para mim.»

«Nunca jogarei no Sporting nem no FC Porto.»

Acho extraordinária a petulância deste futebolista. O que o levará a supor que alguma vez o Sporting pretendesse contratá-lo?

Lamento decepcionar-te mas estamos bem servidos, pá. Trata mas é de dar ao pedal aí em Manchester. E lembra-te: o último jogador antes de ti que fez uma dessas juras eternas de jamais jogar de verde e branco é hoje o n.º 5 do plantel leonino. Chama-se Fábio Coentrão.

Duas baixas para logo

Fábio Coentrão, uma vez mais com problemas físicos, deve ficar de fora do clássico de hoje. Uma ausência que se soma à de Doumbia, já conhecida.

Duas baixas importantes. No caso de Coentrão, já percebemos que o problema não é conjuntural: começa a tornar-se um padrão. O que o torna ainda mais preocupante. E nos reconduz às interrogações da pré-época.

Está nas tuas mãos!

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Caro Frederico.

Todos sabemos do teu sportinguismo e acompanhamos a tua forma de vivenciar o Sporting.

Ninguém duvidará que tudo farás para recuperar e melhorar a condição física de todos os elementos do plantel.

Mas gostava de pedir um esforço extra para o Coentrão!

Não podemos aspirar a atingir os objectivos a que nos propusémos a jogar com o Jonathan.

O rapaz está demasiado verde (o que neste contexto parece uma boa característica!) para lhe confiarmos o lado esquerdo. Talvez daqui a uns tempos (muitas dúvidas) o possa assegurar, mas para já a recuperação do Coentrão é o caso mais premente do plantel e para o qual poderás contribuir decisivamente.

Conto com a tua ajuda!

Obrigado.

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Não convence ninguém

Questionado ontem sobre a ausência de Coentrão no confronto de hoje contra o Steaua de Bucareste, Jorge Jesus limitou-se a dizer aos jornalistas que se tratava de "questões técnicas" que só a ele dizem respeito.

Uma resposta que nada esclarece e que não convence ninguém. Como é que pode ser "opção técnica" retirar o lateral esquerdo titular do jogo mais determinante da temporada, que vale um encaixe imediato de 14,7 milhões de euros, e sabendo nós que esta contratação resultou de um pedido insistente do treinador ao presidente Bruno de Carvalho?

Outros falarão por si. Eu não gosto que me tomem por parvo.

O que diz Coentrão

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«Sempre tive o sonho de poder jogar neste grande clube, o Sporting. Felizmente surgiu essa oportunidade e nem olhei para trás.»

 

«Espero já ir de cabeça pintada [de verde, ao Benfica-Sporting da segunda volta].»

 

«Temos de ser sinceros: mudou muita coisa no Sporting. Está completamente diferente em relação há cinco, seis anos. Hoje todas as equipas portuguesas temem o Sporting e é isso que nós queremos: que tenham medo do Sporting.»

 

«Não quero ser aquele jogador que veio do Real e já ganhou tudo. Não. Quero ser a pessoa que sempre fui. Uma pessoa sempre humilde e [disposta a] ajudar naquilo que for necessário.»

 

«O que me interessa agora é esta camisola que eu visto, este símbolo que não é campeão há muitos anos. Vou dar tudo para que este clube seja campeão.»

 

«Gostaria que as coisas corressem bem aqui, que pudesse ganhar o título, que as pessoas me acarinhassem, para que possa, quem sabe, acabar a minha carreira aqui.»

 

«Estou encantado. Gosto cada vez mais do Sporting.»

 

Fábio Coentrão, hoje, em entrevista ao Record

Nojo e demência

Hoje não pensava falar em mais contratações, para além da da Ana Borges. Isto porque Coentrão não foi surpresa, foi o concretizar de uma contratação anunciada. Mas, divagando nas redes sociais, vi a reprise da campanha negra feita aquando do ingresso de Jorge Jesus no Sporting. Difamam Fábio Coentrão e a família, vomitando ódio. Muitos destes comentários são de adeptos dum clube cujo presidente já foi sócio dos 3 grandes... Um nojo próprio de mentes dementes! Só por isso aplaudírei de pé o jogador quando fizer a estreia em Alvalade. E se o Fábio, profissional de futebol, se quiser reconciliar com o seu passado de sportinguista, tanto melhor. Agora é um dos nossos, é feito de Sporting. Bem vindo!

Quem vier que venha por bem

Já é oficial. Fábio Coentrão é jogador do Sporting. Não era a minha escolha. Não tanto pelas juras de amor ao rival mas mais pelo salário elevado e sobretudo pelo duvidoso estado físico. Mas se vem, que tenha todo o sucesso e que forme com Piccini, Coates e Mathieu um quarteto de sonho. Não se pode negar que Coentrão, nos tempos áureos em que não tinha lesões nem Marcelo à frente, era bom jogador. Que o volte a ser. 

Seja bem vindo quem vier por bem

Florentino Perez confirmou em declarações à Onda Cero que Fábio Coentrão virá para o Sporting. Sem discutir o passado, reconheço valor ao jogador e acredito que pode ser uma mais valia importante para a equipa num setor tão frágil, quer à esquerda quer à direita. Com Coentrão a ala esquerda fica bem melhor. Faltará o outro lado.

Seria importante que a massa associativa lhe desse o benefício da dúvida, como fez com Bruno César, que foi bastante acarinhado, esperando eu que não seja outro erro de casting como o foi Markovic. E o jogador também tem que fazer por merecer. Tem aqui uma excelente oportunidade, assim queira e possa agarrá-la.

Por mim, digo: Seja bem vindo quem vier por bem.

 

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