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És a nossa Fé!

O dia seguinte

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «Foi quase tudo como Jesus tinha previsto. O Sporting teria, como teve, poucas oportunidades e era necessário pragmatismo e domínio. Esses dois últimos predicados só surgiram na segunda parte, mas serviram os leões na perfeição. O golo redentor de Mathieu, aos 84', deixou a turma de Alvalade acima de todos na tabela - ainda que à condição -, destacada e motivada, mesmo sem jogar um futebol de encanto. Porém, o principal está na algibeira: ser primeiro.»

 

Hugo Vasconcelos, A Bola: «Acuña meteu uma cunha. Aos 83', num remate acrobático, obrigou Douglas à defesa da noite; no minuto seguinte, fez um centro perfeito para Mathieu finalizar de primeira e desfazer, enfim, o nulo. Com mérito, porque tudo é bem feito nessa jogada; mas com muita felicidade, também, porque essa perfeição não se adivinhava nem justificava perante tudo o que acontecera até aí.»

 

Sérgio Krithinas, Record: «O domínio do Sporting foi óbvio, mas isso não se traduziu em oportunidades de golo, até porque o problema foi o mesmo das últimas partidas: faltaram desequilibradores que conseguissem acelerar o jogo no último terço e deixar adversários para trás, sobretudo perante equipas que jogam com linhas apertadas, como foi ontem o Vitória. Por isso, acabou por quase todo o ataque do Sporting sair dos pés de William Carvalho, em especial das tentativas de passes longos para as costas da defesa adversária.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Mário Duarte, O Jogo: «Verificou-se até final [do V. Setúbal-Sporting] o deslumbramento no momento de concretizar, com os jogadores do Sporting (Bas Dost, Bruno Fernandes, Fábio Coentrão, Acuña, Gelson) a conseguirem criar diversas oportunidades para matar o jogo, mas a revelarem-se incapazes de "agarrar" a vitória.»

 

Nélson Feiteirona, A Bola: «O Vitória empatou por mérito próprio e o Sporting deixou-se empatar. Couceiro ganhou nas opções que tomou; de Jesus ficou a sensação que poderia ter mudado algo e mais cedo. Faltaram ideias e maior apoio a Bas Dost. E a imagem da noite foi, sem dúvida, Fábio Coentrão a chorar, no banco de suplentes.»

 

José Ribeiro, Record: «Jesus fala muitas vezes na segurança defensiva da sua equipa, fazendo-nos crer que a mesma é suficiente para segurar vantagens. Não é, como já se viu uma mão-cheia de vezes em 2017/18. A ideia de controlo de jogo, quando se vence por apenas um golo de diferença, é sempre aparente. O domínio é real, o controlo, repito, nestas circunstâncias é aparente.»

 

Dos jornais de anteontem

O dia seguinte

António Magalhães, Record: «Mais um hat trick de Bas Dost (o segundo consecutivo na Liga), três pontos garantidos e liderança provisória no campeonato. Assim se passou mais uma noite em Alvalade, que foi tranquila depois de uns primeiros sustos que chegaram a dar a sensação que a missão iria ser... comprida. Não foi. O primeiro golo deu tranquilidade, o segundo "matou" o jogo e o terceiro compôs uma segunda parte de sentido único, ou quase.»

 

Fernando Urbano, A Bola: «Foi já no banco que o estreante Rúben Ribeiro viu a sua nova equipa marcar o terceiro numa excelente jogada colectiva concluída pelo gigante holandês. O Sporting voltava a distanciar-se do Benfica, subia provisoriamente ao primeiro lugar e deixava a ideia que tinha conseguido ganhar sem se cansar muito. Uma etapa mais cumprida mas com uma nova cara. E com o goleador de sempre. Aquele que faz toda a diferença.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «Devagar, devagarinho, tirando um par de sobressaltos, sempre conduzindo perigo pela faixa da direita, os homens comandados por Jorge Jesus elevaram o nome do Sporting ao topo da Liga, ainda que à condição, ultrapassando um Aves que levou matreirice até Alvalade, de onde saiu rendido pela evidência Bas Dost.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

António Magalhães, Record: «O festival estava guardado para a segunda parte. Bas Dost construiu o hat trick e o Sporting partiu para uma das exibições mais arrebatadoras da época. Chegou aos 5-0, mas ficaram outros golos por marcar: William Carvalho, Bruno Fernandes, Coates, Iuri Medeiros e Acuña tiveram oportunidades para fazer subir ainda mais o marcador. Desta vez, o Sporting não se ficou apenas pelo essencial e ofereceu diversão aos seus adeptos.»

 

João Pimpim, A Bola: «Terminou assim em enorme festa a primeira volta do leão, um rei da selva cada vez mais confiante de que este pode realmente ser o seu ano... Olhando à primeira metade da época, os números realmente impressionam e o jogo de ontem acabou por ser uma boa montra dos mesmos: para a Liga, os homens de Jesus só não marcaram ao FC Porto (0-0) e chegaram à chapa 5 pela terceira vez (Chaves e Vitória de Guimarães foram as vítimas anteriores).»

 

Mário Duarte, O Jogo: «Foi um Sporting autoritário, pleno de vigor, com pulmão, boas e variadas soluções aquele que entrou em campo no regresso a Alvalade, no primeiro jogo ali disputado em 2018, depois do empate a um na Luz. (...) Tudo ficou ontem esclarecido: o leão está vivo, respira saúde e promete luta até final na disputa do título - pelo menos a exibir-se assim.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

António Magalhães, Record: «Uma vitória vale sempre três pontos, mas a exibição que o Sporting fez com o Portimonense merecia mais do que os dois golos que marcou. O mérito leonino na construção de um jogo sério, seguro e entusiasmante foi da mesma proporção que o seu demérito na obtenção de uma goleada. Dir-se-á que os algarvios não mereciam ser humilhados, mas a condescendência dos leões diante da baliza não pode ser aceite sem qualquer reparo.»

 

Mário Duarte, O Jogo: «A capacidade de não se deixar surpreender foi o principal trunfo do Sporting para levar de vencida, em jogo que os leões conseguiram tornar de sentido único, um Portimonense atipicamente inoperante na manobra ofensiva. (...) A equipa de Vítor Oliveira entrou apostada nas transições rápidas e acabou... apanhada de surpresa pela pressão alta asfixiante exercida pelos leões desde início.»

 

Paulo Cunha, A Bola: «Ao Sporting tudo correu como desejado. Um golo aos nove minutos, por Bruno Fernandes, a responder com mestria a uma jogada de mestre de Podence, uma expulsão no início da segunda parte, aos 55', quando Hackman viu o segundo cartão amarelo por ter pisado Acuña, e outro disparo certeiro, agora de Bas Dost, a dilatar a vantagem aos 60'.»

 

 

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Nuno Perestrelo, A Bola: «A obra de arte futebolística [de Daniel Podence] com que o leão encerrou a primeira parte permitiu-lhe regressar ao balneário seguro de que pelo menos durante algumas horas poderia ser líder isolado do campeonato e essa confiança foi evidente na forma como a equipa de Jesus encarou os primeiros minutos do segundo tempo. Agora mais afirmativo, mais bem posicionado no meio campo do Boavista, até com mais posse de bola, via no jogo o espelho da primeira parte. Ou seja, com tudo exactamente ao contrário.»

 

Pedro Rocha, O Jogo: «Em ressaca europeia, o Sporting não fez do cansaço um drama e, evitando correrias desenfreadas, foi minando aos bocadinhos a defesa do Boavista até estender, sorrateiramente, uma espécie de passadeira para os golos de Fábio Coentrão e Bas Dost (bisou). Dobrado o capítulo da Champions, a equipa de Alvalade revelou-se pragmática no regresso ao campeonato e, perante um dos adversários mais espinhosos do futebol português, somou um precioso triunfo.»

 

Rui Dias, Record: «Se o resultado era injusto antes do descanso, a grande verdade é que a formação de Jorge Jesus teve a arte necessária para merecer o empurrão das musas da fortuna e ser feliz. A seguir ao intervalo, o Sporting justificou amplamente a vitória. Avançou no terreno, redescobriu o talento, instalou-se no meio-campo contrário e saiu das trevas onde vivera no período inicial: foi quando a fantasia individual se expressou para dimensionar a força colectiva do futebol exibido e os golos se anunciaram antes mesmo de acontecerem.»

 

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Bernardo Ribeiro, Record: «Muito leão na primeira parte, excelente resposta do Belenenses na segunda, um resultado justo no final, ainda que o Sporting tenha passado por calafrios por incapacidade de segurar a revolta azul. (...) O Sporting não brilhou, o Belenenses não desiludiu e se a vitória era o mais importante pelo que se jogava mais tarde no Dragão, felicidade para quem conquistou os três pontos. As ligas também se ganham com jogos assim.»

 

Nuno Saraiva Santos, A Bola: «Não podia falhar e não falhou o Sporting. Sem ponta de nota artística, é certo, porém, eficaz e pragmático na forma como, primeiro, resolveu o desafio e, depois, o controlou. Mas não sem que, perante um Belenenses mais afoito e solto, tivesse de se aplicar em exibição que, uma vez mais, mostrou equipa muito solidária, com enorme espírito de sacrifício, com entrega de corpo e alma em todos os momentos do jogo.»

 

Rafael Toucedo, O Jogo: «Conquistar os três pontos era o mais importante da jornada e o objectivo foi alcançado, atirando a pressão para o até então líder isolado FC Porto. A vitória permitiu aos leões ultrapassarem à condição os dragões na liderança da Liga, enquanto ficaram a aguardar por um docinho para sobremesa que chegou sob a forma de um empate no clássico do Dragão, entre FC Porto e Benfica, deixando os aspirantes a destronar o tetracampeão juntos na frente da competição e com as águias a três pontos.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Bernardo Ribeiro, Record: «A vitória do Sporting ontem em Paços de Ferreira colocou os leões novamente a dependerem de si próprios para serem campeões e contrariou a tendência seguida por equipas como Barcelona, Borussia Dortmund, Bayern, Liverpool, Chelsea, Tottenham, Besiktas e Roma, que não conseguiram ganhar no regresso às ligas. O mesmo "acidente" aconteceu ao FC Porto e nem assim o leão pareceu encarar o jogo com o carácter decisivo que ele parecia assumir, pela vontade de recuperar pontos ao líder. O triunfo foi uma realidade porque o Sporting tem uma equipa bem trabalhada por Jorge Jesus e executantes superiores ao trabalhador Paços de Petit.»

 

Carlos Vara, A Bola: «O mérito da vitória do Sporting em Paços de Ferreira é indiscutível, mas o leão não teve a vida nada facilitada nesta viagem a norte e só respirou por completo de alívio quando o encontro chegou ao fim. Seria recompensado com os três pontos que lhe garantem a aproximação ao FC Porto na tabela, mas depois de alguns lampejos de classe o Sporting acabou sofrendo um pouquinho na fase final, quando o adversário foi buscar energias que se julgavam já inexistentes para voltar ao jogo em cima da chegada do tempo de compensação. O leão terminou a partida com alguma inquietude, mas a preocupação com que enfrentou os minutos finais talvez só tenha elevado ainda mais o prazer de uma vitória assegurada num campo dificílimo e perante um Paços de Ferreira que deixou tudo em campo e obrigou o adversário a aplicar-se também até ao limite.»

 

Hugo Sousa, O Jogo: «É uma daquelas fórmulas em jeito de lengalenga que se aprende na escola: menos com menos dá mais. Dá mesmo: menos brilhante do que tem sido na Champions e também menos intenso, o Sporting ficou mais perto da liderança, ganhando dois pontos ao FC Porto. Ironias de um jogo que guardou para o fim um remate de humor, ou não tivesse sido Baixinho, protagonista criado pelo Paços de Ferreira durante a semana à boleia de palavras de Jorge Jesus sobre um baixinho de outro tamanho, a encurtar a desvantagem e a deixar o desfecho preso a três minutos de alguma incerteza. Nem chegou a ser bem incerteza, porque até os pacenses tiveram consciência de que aquele golo chegara tarde para mudar alguma coisa.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

José Ribeiro, Record: «O triunfo do Sporting em Vila do Conde (1-0) valeu muito mais que os três pontos no sentido em que a equipa leonina ultrapassou adversidades que há um ano a atiravam ao chão com alguma facilidade. Não foi apenas a lesão prematura de Mathieu (29') ou a boa acção do VAR (69') que anulou a Bruno Fernandes o golo festejado. Foi essencialmente a capacidade dos jogadores em correrem atrás daquilo em que se tornara difícil acreditar: a vitória.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O leão entrou em campo como se fosse um gatinho abandonado. Nem parecia ser o leão, vice-rei do campeonato. Era, apenas e só, sombra de si próprio. Esfomeado, mas sem garra para ir em busca de comida; talentoso, mas deixando o talento a 350 quilómetros de distância; esforçado, mas aparentando pouca força para rugir e mostrar as poderosas garras. Teve ainda o azar de ter como adversário um rio pujante, que ia destroçando as margens que o oprimiam e que esteve quase-quase a ser verdadeiro mar.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «Não foi um resultado justo. Não o foi, mas paradoxalmente acabou por ter um travo a prémio para Jesus, pela forma como foi remediando a equipa, deixando-a mais próxima de tirar um triunfo a ferros, mesmo que a estrelinha de Rui Patrício fosse dando alento ao colectivo, que andou perdido durante meia partida.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Hugo do Carmo, A Bola: «Tudo fica mais fácil com um goleador. Bas Dost reapareceu mês e meio depois - não marcava desde 8 de Setembro - e de forma convincente. O holandês voltou a ser voador e o jogo ficou sentenciado num ápice. Com três golos, uma assistência e um passe soberbo para Gelson que esteve na origem do outro, Bas Dost foi a grande figura do jogo.»

 

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «À meia dúzia do FC Porto, o seu perseguidor Sporting ripostou com cinco golos feitos de tamanhos dignos de fábula. O Gulliver Bas Dost (1,96m) teve a ajuda do liliputiano Podence (1,62m) e do longe de ser imponente Marcos Acuña (1,72m) para construir uma goleada folgada, que atenuou a série de apenas uma vitória nos seis jogos anteriores e matou a sede de golos do internacional holandês. Os flavienses nem esboçaram réplica.»

 

João Lopes, Record: «Num único encontro e sem sombra de ressaca europeia, a equipa de Jorge Jesus marcou tantos golos - cinco - como os que alcançara nos sete encontros anteriormente disputados no seu reduto, relativos a Liga NOS, Liga dos Campeões e Taça CTT.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

 

Hugo Forte, A Bola: «William Carvalho viu fugir-lhe a possibilidade de ser transferido gorar-se, mas dentro de campo não se nota a mínima frustração - depois do jogo com o Olympiacos, mais uma exibição moluscular ontem, pois parece ter tentáculos e com capacidade para estar em todo o lado. Entretanto, Bruno Fernandes continuava a demonstrar que está no patamar dos craques - tem uma característica distintiva, pensa muito mais rápido em jogo do que o normal e aos 73 minutos soltou-se. Em (mais um) passe de magia, num pontapé soberbo, colocou a bola e o fantasma-Tondela na gaveta.»

 

Rui Dias, Record: «O leão matou o borrego a tiro, num jogo pouco interessante, que valeu pela excelência dos golos e pela réplica do adversário que, aqui e ali, equilibrou as operações e até ao segundo tento verde e branco alimentou dúvidas quanto ao resultado. O líder do campeonato não teve arte para se empolgar com lances de envolvimento mas resolveu a contenda com remates magistrais de Mathieu (livre directo perfeito) e Bruno Fernandes (de bola corrida). À terceira foi de vez e o Tondela saiu de Alvalade vergado a uma derrota.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «O Sporting consolidou a liderança, conseguindo o pleno de vitórias nas seis jornadas disputadas - o que não acontecia há 24 anos, então com Bobby Robson -, colocando pressão sobre o FC Porto e ainda acena com a mão, quiçá um ténue adeus, pelo menos por enquanto, ao rival Benfica, cavando uma distância de cinco pontos na tabela.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

 

João Lopes, Record: «Oitavo minuto de compensação. Bola na marca dos onze metros. Caio entre os postes. Bas Dost parte para a bola e, com toda a calma do mundo, marca o golo que permitiu ao Sporting somar três pontos, contabilizar a quinta vitória na Liga e manter-se no topo da classificação, independentemente dos desfechos dos jogos dos concorrentes directos.»

 

Manuel Casaca, O Jogo: «Depois de uma bela soneca na primeira parte, o Sporting acordou no segundo tempo e só nos primeiros 15 minutos fez mais do que nos 45' anteriores: teve mais remates, mais cantos, mais cruzamentos e, obviamente, mais oportunidades.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «Feirense e Sporting arrancaram muito bom segundo tempo: cinco golos (!), alguns de bola parada, outros em puro contra-ataque, a colocarem este jogo em plano muito elevado. Saiu por cima o Sporting, porque venceu, mas não sai por baixo o Feirense, porque deu mostras de ser, de facto, muito boa equipa a defender e a contra-atacar.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Alexandre Carvalho, Record: «Dois golos anulados já no período de descontos - o primeiro ao Sporting (90'+2) e o segundo ao Estoril (90'+5), ambos bem decididos com recurso ao vídeo-árbitro. Para os defensores da tecnologia, este foi um jogo histórico e uma prova cabal da mais-valia das imagens televisivas. O Sporting ganhou bem, mas poderia ter evitado todo o sofrimento dos últimos minutos se tivesse "acabado" com a presa nas várias oportunidades que desperdiçou (38',45'+2, 69', 72', 76', 84', 88' e 89').»

 

Miguel Cardoso Pereira, A Bola: «Mesmo com menos golos, elogie-se o Sporting: não sendo um de 5 violinos, era em campo - sem Adrien, nem William - uma renovada estrela de cinco pontas, um pentagrama em movimento, com Bruno Fernandes, Gelson, Acuña, Dost e o regressado Alan Ruiz.»

 

Rafael Toucedo, O Jogo: «Uma vitória fácil e incontestada do Sporting sobre o Estoril esteve por um fio nos últimos segundos dos descontos e acabou por ser o vídeo-árbitro, que instantes antes tinha sido accionado para anular um golo a Bas Dost (seria o 3-1 e sentenciava o jogo), a motivar os festejos em Alvalade.»

 

Dos jornais de hoje

O dia seguinte

Bernardo Ribeiro, Record: «O Sporting arranca a Liga com uma vitória justíssima na Vila das Aves, onde foi a melhor equipa, teve claro domínio em quase todos os elementos estatísticos do jogo e com uma novidade importante em relação à época passada: não sofrer golos fora. Jorge Jesus estreou seis jogadores na 1.ª jornada. Cinco de início (Piccini, Mathieu, Fábio Coentrão, Bruno Fernandes e Acuña) e Battaglia do banco. Com razões para ficar satisfeito. O rendimento geral foi positivo.»

 

Carlos Vara, A Bola: «O Sporting não ofereceu uma tarde exuberante aos seus fantásticos adeptos, apenas numa parte correspondeu aos estímulos que chegavam das bancadas e se manifestaram muito antes do início do jogo, mas ganhou. E ganhou-o muito bem, ainda que tivesse lidado com dois golpes afortunados. Primeiro chegou ao 0-1 na sequência de um contra-ataque que se seguiu a jogada de potencial perigo junto à sua baliza, e depois atingiu o 0-2 a seguir a clamoroso erro de um efesa adversário, que colocou a bola nos pés de Gelson Martins. E sabe-se que Gelson nunca desperdiça uma boa ocasião, muito menos quando ela chega do adversário.»

 

Filipe Dias, O Jogo: «A turma de Jesus assentou a chuteira direita no relvado da nova época oficial e entrou a ganhar na Liga, mas a turma de Ricardo Soares teve, ainda assim, os seus momentos e mostrou algo para tentar, pela primeira vez, manter a formação minhota na divisão dos maiores. Os leões foram mais dominadores, tiveram no reforço Acuña uma certeza de reforço seguro e os avenses mostraram arreganho. Ah e, claro, estava lá Gelson a fazer de Dost para tudo resolver.»

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

António Bernardino, Record: «O Sporting cumpriu a missão de vencer o Nacional (2-0), somando o quinto triunfo nos últimos seis jogos (tem um empate pelo meio), naquela que passou a ser a melhor série de resultados na época, e ao mesmo tempo conseguiu conciliar o objectivo de "empurrar" Bas Dost para o topo dos goleadores europeus. Com o bis de ontem, o internacional holandês aumentou para 24 os golos no campeonato, 151 em toda a carreira a nível de clubes, e ainda se colocou à frente de Messi na luta pelo prémio de goleador europeu.»

 

Hugo Forte, A Bola: «Faltam agora oito jornadas para o campeonato terminar e a época do leão - não é novidade - está feita. Os dois primeiros lugares são de dificílimo acesso, do terceiro também já não deverá sair e está fora das competições a eliminar. Nesta perspectiva, resta a Jorge Jesus começar a lançar bases para a próxima temporada e, ainda olhando para 2016/17, tentar que Bas Dost consiga a Bota de Prata de melhor marcador nacional e, quiçá, a Bota de Ouro, que premeia o melhor goleador europeu.»

 

Mário Duarte, O Jogo: «Era um jogo em fase adiantada de estação, com uma equipa já sem quase nada para ganhar e outra a procurar evitar perder tudo. O Sporting não foi, contudo, a equipa alegre e entusiasmante perspectivada de véspera por Jorge Jesus, no sentido de recompensar os adeptos pelo apoio incansável prestado a um conjunto longe dos lugares de conquista com que se partira em Alvalade para esta época - ontem foram anunciados 43.167 espectadores nas bancadas -, mas cumpriu o mínimo exigível  e levou de vencida um Nacional batalhador, abnegado, sempre na luta, com os argumentos possíveis e brindou os adeptos com um triunfo incontestável, apesar da réplica dos insulares.»

Dos jornais de hoje

O dia seguinte

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «De Bas Dost a Podence vão... 34 centímetros de diferença mas foi muito por obra e graça de dupla tão díspar nas alturas que o Sporting voltou às vitórias e deixou o Tondela em embaraços maiores para se arrancar do cada vez mais espesso lodaçal da descida. O póquer do gigante holandês, que lhe reforça a liderança da artilharia da Liga, até se poderia ter construído mais cedo com as ofertas do 56 de estatura meã, mas nem a terceira grande penalidade falhada pelo aríete ao cair do pano lhe deslustrou a exibição a quatro golos, dois de castigo máximo. O Sporting pode ter achado finalmente uma dupla ofensiva tão improvável quanto profícua. Gelson e Matheus fizeram bem a sua parte, vale dizer.»

 

João Pimpim, A Bola: «Bas Dost foi gigante. Muito maior que os quase dois metros da sua altura. Foi een echte leeuw! Ou, traduzindo para português: um verdadeiro leão! Mas, mesmo tendo marcado os quatro golos da vitória, a verdade é que não reinou sozinho na selva do interior beirão. A seu lado, como fiel escudeiro, esteve um menino, 31 centímetros mais baixo do que ele, e que responde pelo nome de Podence, ou Daniel, como a ele se refere Jorge Jesus.»

 

Rui Dias, Record: «Foi um Sporting competente, que resistiu à desinspiração e soube esperar pela sua hora, aquele que venceu tranquilamente em Tondela, um jogo no qual, em boa verdade, foi sempre superior. Mesmo quando não jogou bem. Os leões souberam ainda tirar todo o partido das contingências favoráveis que o duelo lhes proporcionou.»

 

Dos jornais de hoje

O dia seguinte

José Carlos Freitas, Record: «O que fica, na perspectiva do emblema leonino, é um sinal claro para o Benfica - em Alvalade respira-se confiança porque a equipa está a jogar bem, tem soluções para os problemas e confirma-se como forte candidata ao título.»

 

João Pimpim, A Bola: «Insaciável, o leão manteve o pé no acelerador, devorando tudo e todos pelo caminho, não dando qualquer chance ao adversário de construir um lance com princípio, meio e fim - e muitas foram as vezes em que se ficou simplesmente pelo princípio. estava faminto o rei da selva, uma vontade imensa que, naturalmente, não se pode dissociar da surpreendente derrota do Benfica na noite anterior.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «William consumou a gula da noite após o aviso de Bas Dost. O colectivo mostrava-se agressivo sobre o portador da bola, Adrien pressionava, Gelson e Bruno César desmultiplicavam-se entre acções verticais no corredor e momentos de superioridade numérica no processo de recuperação junto à dupla do miolo e o V. Setúbal asfixiava. O engano de Bruno César - um faz-tudo recuperado em Alvalade - a Bruno Varela, em livre cobrado com excelência, foi a materialização individual de um domínio colectivo que chegou a ter jogadas de envolvimento capazes de conferir confiança aos mais cépticos.»

 

Dos jornais de ontem

O dia seguinte

Bernardo Ribeiro, Record: «O talento de Gelson parece ser, nesta altura, infindável. O naipe de soluções que o jovem dá ao ataque é invejável. Mas a verdade é que na primeira parte houve mais do que isso. William e Adrien dominaram a zona central sem problemas, tendo até a ajuda de Bruno César, que deixava as correrias na esquerda para Zeegelaar - bom jogo do lateral - e ajudava no jogo interior, onde o Sporting dominava a seu bel-prazer.»

 

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «O Sporting arrancou um triunfo que sempre lhe é saboroso no Bessa, num desafio em larga parte por si dominado, mas no qual o Boavista sempre esteve vivo, dando prova disso no final, com os leões reduzidos a dez e a queimarem tempo para saírem vivos. (...) O leão ganhou bem, mas com futebol para não sofrer tanto.»

 

Nuno Raposo, A Bola: «Ciente da sua superioridade, ciente das limitações adversárias, também, o Sporting, ainda com ritmo Champions, lançou-se no ataque, que durante a primeira parte chegou a ser um assombro de qualidade. Expoente máximo disso foram três minutos, o 23, o 24 e o 25, com Gelson e Adrien a ensaiarem primeiro o que Bas Dost concretizou depois no golo que, solitário, daria a vitória aos leões - antes já atirara uma bola ao poste.»

 

Dos jornais de anteontem

O dia seguinte

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O Sporting fecha 180 minutos com o campeão da Europa sem que, globalmente, tenha sido inferior. A não ser, claro, no detalhe com que se ganham jogos: remates e golos. Só aí os fadistas portugueses foram inferiores aos tenores do Real Madrid. E volte a registar-se a intensa ousadia de o Sporting continuar a querer ganhar ao campeão da Europa mesmo após a expulsão de João Pereira.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «Um adeus feito de bravura e abnegação deram os comandados de Jorge Jesus à Liga dos Campeões, caindo em casa perante o actual campeão europeu, que, mesmo em superioridade numérica, consentiu o empate e viu-se em trabalhos para manter viva a pretensão de terminar no primeiro lugar do Grupo F.»

 

O dia seguinte

António Bernardino, Record: «Para uma equipa que vinha de três jogos seguidos sem vencer, no campeonato, que ainda não tinha ganho após os compromissos da Champions e que sabia que FC Porto e Benfica haviam empatado no Dragão, o regresso de Adrien foi uma espécie de catalisador.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O Sporting não fez exibição brilhante, mas teve momentos muito bons. Ganhou por 3-0 e podia ter vencido (pelo menos) por 4-0, pois Adrien falhou uma grande penalidade. Fica a ideia de que este Sporting andará perto do ideal: sem Markovic e com Ruiz mais na frente e com Campbel a dar profundidade. E, claro, com Adrien: o cérebro.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «O ego leonino cresceu, a confiança também, os sectores surgiram próximos, Campbell apareceu no jogo, Adrien ligava-o e Bas Dost sentiu-se bem como referência.»

 

Dos jornais de segunda-feira, 7 de Novembro

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