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És a nossa Fé!

Au revoir?

18.05-JJ.jpg

Je ne sais pas.

Mas a perspectiva de realizar toda uma pré-época sem a espinha dorsal, aliada à falta de capacidade para contratar um autocarro de ICs e afins e ao sorteio madrasto na Champions que se adivinha, deve deixar, por estes dias, o nosso timoneiro num dilema existencial. 

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - X (Fim)

Reconheço que sou uma pessoa de lágrima fácil. E então nas despedidas nem se fala…

Por isso estou aqui meio idiota, meio espantado, de olhos vidrados de comoção com a notícia, ontem veiculada em algumas plataformas e hoje confirmada, da partida de Fredy Montero para a China por troca de um tal Barcos, que realmente não conheço.

Quem aqui me (nos) vem ler sabe que sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte… Ou uns árbitros de maior qualidade (não me esqueço da quantidade de golos invalidados a este ponta de lança, na maioria… só porque sim!).

Ainda agora partiu e já sinto saudades. Não me esqueço que JJ valia-se deste atleta para se desembaraçar de adversários e resultados complicados. Foi assim com o Nacional, com o Braga e mais recentemente com a Académica.

Esta série foi a terceira que criei em que Montero era a figura de proa. Na primeira contabilizei os golos que “El Avioncito” marcou somente no campeonato e tendo como matriz um tal de Wolfswinkel, holandês de nascimento e que era grande – mas não era grande coisa.

Chamei a essa série “Contagem decrescente” e começou a 18 de Agosto de 2013 tendo 9 textos. Terminou a 11 de Maio de 2014. Na época seguinte coloquei o Montero contra ele próprio e escrevi mais uma série, denominada “M versus M” que se iniciou a 14 de Outubro de 2014 para terminar a 26 de Maio de 2015 com 10 posts. Finalmente esta última e que, independentemente do futuro de Téo, termina hoje também com uma dezena de textos!

Serei sempre um grande apreciador do futebol do colombiano, “resgatado” em 2013 a uma equipa americana, e que partiu para o país do Rio Amarelo. E só espero que os adversários que ele agora vai enfrentar fiquem da mesma cor do grande rio chinês, devido aos seus (bons) golos.

Que a sorte te sorria sempre, Montero, pois talento tens de sobra.

Para o ano há mais

Passou-me pela ideia que estavam a encenar uma espécie de justiça poética. Seria um corolário da inusitada época 13/14 do Sporting que ela terminasse como havia começado – a dar a volta a um resultado com uma goleada, contra uma equipa amarela.

Em vez disso saiu-se de Alvalade com a bizarra sensação que Leonardo Jardim se despedira deixando para trás uns enigmas, daqueles que aparecem nalguns romances cabalísticos que não sei se ainda estão na moda.

A primeira mensagem cifrada era para nos avisar que não devemos contar com Carrillo para nada: aqueles pezinhos de tonto não têm futuro. A segunda charada foi a ausência de William Carvalho na segunda parte – como quem diz: aprendam a jogar sem ele.

Tão bom foi o trabalho de Leonardo Jardim que todo o plantel se valorizou inesperadamente a ponto de estar na iminência de ser vendido à peça. De modo que poderemos imaginar a época que vem como o verdadeiro ano zero, que este afinal não foi.

Perante esta possibilidade o pessimista desanimará, crendo que 13/14 foi afinal uma época pírrica e antevendo os trabalhos de Sísifo, a carregar a pedra ao topo para que ela role até ao fundo. O optimista, pelo contrário, não esquece que o Sporting está ainda financeiramente convalescente e longe dos voos que os sócios se permitiram sonhar em face dos resultados obtidos.

Por isso, se houver que recomeçar tudo outra vez – seja. Mais vale mais um ano de esforço, dedicação e devoção, mas já com o futuro caucionado, do que começar com sonhos que podem redundar em pesadelos – outra vez.

Fora isto, bravo, rapazes. Obrigado, sobretudo, por depois do jogo terem dado a volta ao campo a agradecerem-nos – merecemos.

A classe de Oguchi Onyewu

 

Oguchi Onyewu foi ontem transferido para o Málaga por empréstimo e dando sequência à classe que sempre demonstrou enquanto envergou as cores verde-e-branco, enviou um grande elogio de despedida aos adeptos sportinguistas:

 

«Quis tempo para mim antes de postar algo nas redes sociais. As palavras não podem descrever a alegria que tive no último ano ao jogar no Sporting. E o prazer que senti por saber quanto amor e apoio tive, tenho e irei continuar a receber pelos adeptos de classe mundial do Sporting Clube de Portugal. A vossa confiança em mim não será esquecida seja para onde a minha carreira me levar ».

 

Obrigado Guchi, adeus e boa sorte. Serás sempre bem-vindo na nossa «casa».

 

{ Blog fundado em 2012. }

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