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És a nossa Fé!

Quarta derrota da pré-temporada

Quarta derrota do Sporting na pré-temporada. Terceiro jogo em que sofremos três golos. Hoje foi contra o V. Guimarães, em Rio Maior. Uma partida em que, de algum modo, entrámos em campo já disponíveis para perder. Com um onze titular quase todo alterado em relação ao desafio frente ao Mónaco e novas experiências do treinador, que apostou em dispor a equipa num 3-4-3 mas sem o dotar dos jogadores indicados para o efeito.

Tivemos assim um insólito tridente defensivo formado por Coates, Tobias Figueiredo e Petrovic, ficando o sérvio no centro - posição em que não está minimamente rotinado. À direita, misto de lateral e médio-ala, o esquerdino Bruno César, que andou quase sempre aos papéis. Iuri Medeiros, muito isolado na ponta direita, procurava lançar remendos numa equipa que mostrava ser incapaz de sair em ataque organizado. Do outro lado, um apático Mattheus Oliveira parecia um espectador do jogo. No eixo do ataque, Doumbia mostrava mais vontade do que eficácia. Ainda assim, foi um dos melhores elementos em campo.

 

Era mesmo um jogo fadado para não correr bem. Pior ainda ficou quando Coates, desconcentrado, se fez expulsar logo aos 23', num lance digno de um principiante. Ficámos reduzidos a dez e o sistema táctico tornou-se ainda mais caótico, não melhorando muito com a entrada de Palhinha aos 30' - também ele, por força das circunstâncias, remetido a defesa central.

Ao intervalo perdíamos 0-2. Depois houve várias substituições mas nunca o Sporting mostrou genuína capacidade para inverter o resultado. Os jogadores tentaram bastante mas por inépica ou devido a grandes defesas do jovem guardião Miguel Silva nunca conseguiam colocar a bola nas redes adversárias. Houve falhanços para todos os gostos. De Iuri (12'), Petrovic (20'), M. Oliveira (36'), Acuña (47') e Battaglia (84'). E ainda por Doumbia, que podia ter marcado em três ocasiões (39', 52' e 63') e bem merecia ter sido recompensado pelo esforço. Ele e Gelson Martins, que só jogou a segunda parte, não mereciam a derrota.

 

Actuaram os seguintes jogadores: Beto (R. Patrício); Coates; Petrovic (Palhinha), Tobias Figueiredo; Bruno César (Podence), William Carvalho (Battaglia), Jonathan Silva, Adrien (Bruno Fernandes); Iuri Medeiros (Gelson Martins), Mattheus Oliveira (Acuña) e Doumbia (Gelson Dala).

Foi um teste? Foi uma experiência? Foi uma lição? Jorge Jesus que responda. Não me apetece analisar mais nada. Hoje por volta da hora do almoço, em diálogo com um dos nossos leitores mais optimistas, exprimi a convicção de que ainda teríamos uma má notícia até ao fim do dia. E assim foi.

Sábado há outro jogo. Em Alvalade, frente à Fiorentina.

 

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E os reforços?

 

Doumbia foi, de todos eles, o que mais se destacou esta noite contra o V Guimarães: batalhou muito pelo golo, que teria merecido. Sobretudo com um excelente cabeceamento aos 39', a passe de Iuri Medeiros, travado por uma excepcional defesa do guardião vimaranense. Boa condição física: saiu só aos 74'.

Matheus Oliveira foi tão discreto que mal se viu, naquele estilo algo peculiar de jogar quase a passo. Aos 16', marcou um livre que foi afinal um passe ao guarda-redes Miguel Silva. Substituído ao intervalo.

Acuña, o mais recente reforço, entrou na segunda parte e esteve quase a marcar, também a passe de Iuri. Apontou bem um livre, aos 76'. Mas esteve bastante mais discreto do que no jogo contra o Mónaco.

Bruno Fernandes, em campo na segunda parte, procurou organizar o meio-campo leonino e transportar a bola com intenção ofensiva, mas não foi muito bem sucedido.

Battaglia, rendendo William Carvalho como médio de contenção na segunda parte, demonstrou voluntarismo mas falta-lhe ainda melhorar o entrosamento com os colegas para se tornar mais útil.

André Pinto, lesionado, não jogou. Fábio Coentrão também esteve ausente, tal como Mathieu e Piccini.

Fizeram falta? Jesus que responda.

Os melhores estavam no banco

Terceira derrota consecutiva do Sporting nesta pré-temporada, desta vez por 1-2. Ontem foi contra o Marselha, num desafio disputado em território francês (Evian). Um desafio que começou praticamente com o onze leonino a perder. À meia-hora de jogo, não tínhamos feito um só remate à baliza.

A perder por 0-2 a partir dos 52', Jorge Jesus viu enfim a sua apática equipa fazer o melhor período durante a meia-hora final da partida em que se destacaram Podence, Matheus Pereira e Doumbia na linha da frente. Foi com um penálti arrancado pelo primeiro que o avançado marfinense concretizou o nosso golo de honra. Os três jogadores só saltaram do banco já na segunda parte.

Mais dois golos sofridos, somando-se aos oito registados nas quatro partidas anteriores: isto desagrada seguramente aos adeptos e deve suscitar naturais apreensões na equipa técnica, tanto mais que alguns reforços teimam em não demonstrar em campo os predicados que terão levado à sua contratação. Mathieu, Piccini e Coentrão - sobretudo - cometeram erros que se pagam caros em alta competição.

Um dos reforços extra solicitados por Jesus, o extremo argentino Acuña, já se juntou aos colegas mas ainda não equipou de verde e branco. Isso talvez só aconteça no jogo de apresentação da equipa em Alvalade, no próximo sábado, frente ao Mónaco de Leonardo Jardim.

 

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Os jogadores, um a um:

Pedro Silva (20 anos).

Estreia do jovem guarda-redes como titular da equipa principal. Sem culpa nos golos, fez excelentes defesas aos 5' e aos 90', revelando grande elasticidade e bons reflexos.

Piccini (24 anos).

Ultrapassado em velocidade no seu flanco nas jogadas que conduziram aos dois golos do Marselha, aos 2' e aos 52'. Exibição muito aquém das necessidades deste Sporting 2017/18.

Coates (26 anos).

Muito discreto, sem o habitual perfil de líder no nosso sector mais recuado, o melhor que fez foi um bom alívio de bola, aos 54'. No minuto seguinte foi substituído.

Mathieu (33 anos).

Péssima exibição do francês, que entregou a bola aos adversários em duas ocasiões, aos 36' e aos 43': só por acaso os lances não deram golo. Falhou acção de cobertura no segundo do Marselha.

Coentrão (29 anos).

Apagadíssimo, sem rasgo, sem iniciativa, com dificuldades de progressão motivadas por aparentes limitações físicas, não fechou o seu corredor no primeiro golo francês. Saiu ao intervalo.

Petrovic (28 anos).

O sérvio foi titular, mas revelou claras limitações na fase de construção de jogo, incapaz de articular lances com Battaglia e Bruno Fernandes. Sem surpresa, saiu ao intervalo.

Battaglia (26 anos).

Começou o jogo como interior esquerdo, mas foi derivando para alguma indefinição posicional que tentou compensar com muita mobilidade. Mostrou o seu melhor nos movimentos de pressão. Mas falhou a dobra no segundo golo sofrido.

Bruno Fernandes (22 anos).

Encostado à linha, como médio-ala direito, teve uma prestação aquém das suas possibilidades, sem grande influência na manobra colectiva da equipa. Melhorou na segunda parte, já no corredor central. Tentou até o remate de meia-distância, que não lhe saiu bem. Saiu aos 68'.

Bruno César (28 anos).

Continua sem mostrar o que vale nesta pré-temporada. Trapalhão, inconsequente como ala esquerdo, quase nada lhe saiu bem. Nem as bolas paradas: um livre que marcou aos 15' resultou num passe ao guarda-redes. Saiu ao intervalo.

Alan Ruiz (23 anos).

Foi dele o nosso primeiro remate à baliza (e único na primeira parte), estavam já decorridos 32'. Com notória dificuldade em encontrar linhas de passe, pareceu muito desligado dos companheiros. Saiu ao intervalo.

Bas Dost (28 anos).

Muito apagado, em grande parte porque a bola quase nunca chegou à sua zona de influência. Procurou buscá-la em linhas mais recuadas, também sem sucesso. Saiu aos 55'.

Podence (21 anos).

Entrou na segunda parte e logo sacudiu a partida, dando velocidade ao jogo leonino. Pressionou sempre a saída de bola do Marselha. Cruzou muito bem (49', 79'), isolou Doumbia (74'), arrancou o penálti que originaria o nosso golo solitário. Merece ser titular.

Matheus Pereira (21 anos).

Entrou na segunda parte. Combinou bem com Podence nas acções ofensivas jogando na ala direita. Foi buscar jogo atrás, funcionando com frequência como médio de construção. Numa jogada de insistência, aos 75', quase fez o nosso segundo golo, forçando o guarda-redes a uma grande defesa.

Matheus Oliveira (23 anos).

Entrou na segunda parte. Jogou a meio-gás, com pouca intensidade. Desta vez nem fez a diferença nas bolas paradas. Falhou um pontapé de moinho na área marselhesa (79'). Perdeu a bola no meio-campo, originando um rápido contra-ataque francês que quase deu golo (89').

Jonathan Silva (23 anos).

Entrou na segunda parte, rendendo Fábio Coentrão. Arriscou poucas incursões no seu flanco, mas também não comprometeu, jogando pelo seguro.

Doumbia (29 anos).

Entrou aos 55'. Deu consistência à linha mais avançada da equipa, numa evidente busca pelo golo. Que acabou por concretizar-se de grande penalidade, aos 71'. Podia ter marcado também aos 74'.

Tobias Figueiredo (23 anos).

Entrou aos 55'. Foi o nosso melhor central nesta partida, com boas acções de cobertura na metade direita do eixo defensivo, neutralizando os contra-ataques adversários com precisão no corte. Sempre atento às dobras a Piccini.

Palhinha (22 anos).

Entrou aos 68', o que fez Battaglia avançar no terreno. Como médio defensivo revelou concentração e acutilância, contribuindo para aumentar a consistência da nossa linha intermédia.

Do golão de Matheus ao mistério Coentrão

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 Foto Record

 

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"Parece uma equipa da segunda divisão!" Este desabafo, proferido por alguém perto de mim que também assistia ao jogo no hotel alentejano onde estou instalado, reflectia bem aquilo que eu próprio sentia, ao cair o pano deste Sporting-Basileia, em que a nossa equipa saiu derrotada por 2-3. E esteve mais perto de sofrer o quarto (uma bola suíça embateu num nosso poste, com a baliza deserta e a defesa toda batida) do que de marcar o terceiro.

Segundo desaire consecutivo desta ronda suíça de preparação da época leonina, com saldo negativo: duas derrotas, uma vitória tangencial, só quatro golos marcados e sete sofridos.

Hoje o Basileia, campeão suíço, vulgarizou um Sporting lento e apático, que andou demasiado tempo em ritmo de treino, de juba tombada e garras recolhidas. É verdade que o primeiro golo suíço resultou de um penálti inexistente (o ex-avançado sportinguista Wolfswinkel fez falta sobre Tobias Figueiredo e não o contrário, como o árbitro ajuizou de forma errada), mas os restantes surgiram de erros inadmissíveis da nossa defesa - um brinde do guarda-redes esloveno Azbe Jug, sem categoria para vestir a camisola verde e branca, e um inadmissível atraso do lateral André Geraldes ao guardião, logo aproveitado para o golo do triunfo da turma helvética.

 

2

O que dizer?

Notas positivas dos primeiros 45 minutos apenas para Podence, único jogador leonino que nesse período procurou acelerar o jogo, revelando-se sempre inconformado, e Bas Dost, que chamado a converter um penálti também duvidoso não falhou na marca dos 11 metros.

De resto, destaque para uma excelente combinação entre Iuri Medeiros e Matheus Pereira, aos 77': o primeiro a cruzar de forma soberba e o segundo a rematar ainda melhor, cabeceando de forma categórica de cima para baixo naquele que foi o segundo golo leonino e o melhor momento do Sporting em todo o desafio. Mais que golo: foi um golão.

Bruno César, com um tiro disparado de fora da área pelo seu pé-canhão e travado in extremis pelo guarda-redes do Basileia, podia ter reposto a igualdade.

De positivo, pouco mais.

 

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Análise sucinta dos reforços: Piccini continua a revelar as limitações que já anotei, Bruno Fernandes esteve demasiado discreto, Mathieu cometeu erros posicionais inadmissíveis para um central com a sua experiência, Battaglia promete mais do que oferece, Matheus Oliveira funciona só na marcação de bolas paradas, André Pinto foi regular e Doumbia passou quase despercebido.

Fábio Coentrão desta vez nem calçou. Problemas físicos? Mistério.

Francisco Geraldes e Ryan Gauld, dois dos jogadores leoninos com maior qualidade de passe, também ficaram de fora. Sem surpresa.

 

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Saímos portanto desta pré-temporada suíça com golos sofridos em todos os desafios e uma equipa ainda muito precária.

O jogo de hoje confirmou aquilo que a partida anterior, frente ao Valência, já tinha deixado evidente: este Sporting continua sem ideias de construção de jogo, com muitas dificuldades em fazer circular a bola para linhas avançadas, carburando a gasóleo em vez de gasolina. A soma de erros individuais e de passes falhados é ainda inaceitável, tal como as trocas inconsequentes de bola no nosso meio-campo em processo ofensivo. Os laterais sobem pouco e cruzam sem perigo. E a defesa treme sempre, sejam quem forem as unidades colocadas em campo.

 

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Só para registo: Jug, Piccini, Coates, Tobias, Mathieu, Jonathan, Petrovic, Bruno Fernandes, Podence, Alan Ruiz e Dost foram os titulares.

Na segunda parte entraram Iuri, Battaglia, Bruno César, Matheus Oliveira, André Pinto e Doumbia. Aos 66', Jorge Jesus mandou avançar André Geraldes, Palhinha e Matheus Pereira. A quatro minutos do fim, entrada ainda do guarda-redes Pedro Silva (em estreia absoluta na equipa principal) e Gelson Dala.

Aguarda-se ainda a chegada dos nossos internacionais que estiveram na Taça das Confederações: Rui Patrício, Beto, William Carvalho, Adrien e Gelson Martins. Nunca eles nos pareceram fazer tanta falta como agora. Mas se pelo menos dois deles estão prestes a abandonar Alvalade, como é voz corrente, o problema subsiste. Ou talvez até se agrave.

Aprendizes de leão incapazes de rugir

Ao terceiro jogo da pré-temporada, o descalabro. O Valência deu hoje um banho de futebol ao Sporting, derrotando a nossa equipa por 3-0. E ainda com uma bola a embater no ferro: estivemos a centímetros de sofrer uma goleada perante a turma espanhola, claramente superior do princípio ao fim.

Ritmo lento, atitude passiva, dinâmica frouxa, intenções previsíveis - uma sensaboria total, mesmo com alguns milhares de portugueses, incluindo muitos emigrantes lusos na Suíça, a puxarem pela equipa do princípio ao fim. Jorge Jesus foi fazendo rodar os jogadores sem produzir qualquer efeito positivo na qualidade do futebol leonino: chegou a mandar avançar 23 - incluindo Bruno César e Francisco Geraldes, que entraram aos 57' e saíram aos 82'. Apenas o guarda-redes esloveno, Azbe Jug, se manteve em campo durante os 90 minutos.

Antes da meia-hora inicial, já perdíamos 0-2. Nem assim houve um sobressalto naqueles profissionais que pouco honraram a camisola verde e branca e se passeavam em campo com uma gritante falta de exigência, em nada contrariada pelos berros do treinador junto à linha. Ao intervalo, havia apenas o registo de dois remates nossos à baliza do Valência.

Hoje, ao contrário do que sempre acontece, não destaco qualquer jogador. Em boa verdade, nenhum deles merece, tão medíocre foi a prestação colectiva destes aprendizes de leão, de juba aparada e incapazes de rugir.

Petrovic e Paulo Oliveira, que alinharam ontem contra o Fenerbahçe, hoje não chegaram a calçar.

A próxima partida é depois de amanhã, às 18 horas, contra o Basileia.

 

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Os jogadores, um a um:

Azbe Jug (25 anos).

Sem culpa nos golos sofridos, todos muito bem marcados. Teve uma saída em falso, aos 67', que quase nos fez sofrer mais um.

Piccini (24 anos).

Sem velocidade, lento a progredir no terreno. Deixou-se ultrapassar no lance do segundo golo: Rodrigo, do Valência, fez dele o que quis. Saiu aos 57'.

Coates (26 anos).

Um erro grave: ao aliviar muito mal a bola na grande área, no minuto 23, ofereceu-a de bandeja para Orellana marcar. Saiu ao intervalo.

Mathieu (33 anos).

O menos mau do nosso reduto ofensivo. Saiu algumas vezes com a bola controlada, procurando puxar a equipa. Sem sucesso. Saiu ao intervalo.

Coentrão (29 anos).

Muito retraído, sem dinâmica ofensiva. Aos 28' desguarneceu o flanco, vazio que o extremo do Valência logo aproveitou para um cruzamento fatal: assim nasceu o segundo golo. Saiu ao intervalo.

Battaglia (26 anos).

Apático, limitou-se a assistir ao arranque de Orellana na marcação do primeiro golo sem procurar travar-lhe o passo. Foi o jogador de campo que mais tempo jogou - na segunda parte, na posição 8, pareceu render um pouco mais.

Iuri Medeiros (23 anos).

Nada a ver com a exibição da véspera, uma das mais conseguidas da turma leonina. Andou quase todo o primeiro tempo escondido, com escassa interferência na dinâmica colectiva. Saiu ao intervalo.

Bruno Fernandes (22 anos).

Também o médio de ligação não confirmou a boa exibição do dia anterior. Começou por perder a bola em zona proibida, logo aos 10', o que só por um triz não nos custou o primeiro golo. Terá ficado afectado por este lance. Saiu ao intervalo.

Podence (21 anos).

Único jogador leonino que procurou sempre dar velocidade ao jogo, jogando alternadamente nos dois flancos. Alguns passes bem medidos, mas insuficientes para o nível a que nos habituou. Saiu aos 57'.

Doumbia (29 anos).

Andou escondido, mal se deu por ele. Na única intervenção digna de registo mereceu nota negativa, ao interferir em posição irregular num lance que teria dado um golo legal a Bas Dost que o árbitro anulou. Saiu ao intervalo.

Bas Dost (28 anos).

Estreia azarada como capitão leonino. Marcou aos 38', mas o golo não valeu pois Doumbia tocara na bola em fora de jogo. Grande passe para Podence aos 46' e pouco mais. Saiu aos 57'.

Matheus Oliveira (23 anos).

Jogou a segunda parte. Três livres muito bem marcados (51', 54' e 56') pelo médio-ala esquerdino, filho de Bebeto. Pouco mais fez. 

Alan Ruiz (23 anos).

Jogou a segunda parte, quase sempre de costas para a baliza. Lento, previsível, fazendo sempre muita cerimónia antes de tentar o remate. Aos 90' recebeu um cartão amarelo por simular um penálti.

Tobias Figueiredo (23 anos).

Jogou a segunda parte, recebendo de Bas Dost a braçadeira de capitão. Pecou com frequência por excesso de lentidão. E não conseguiu elevar-se com eficácia nas bolas paradas ofensivas. O melhor que fez foi um corte acrobático aos 61'.

André Pinto (27 anos).

O ex-central do Braga jogou a segunda parte. Muito discreto, evidenciou-se apenas por um bom corte aos 84'.

Jonathan Silva (23 anos).

Jogou a segunda parte, mostrando-se mais audaz do que Coentrão. Algumas incursões acutilantes no flanco esquerdo. Grande cruzamento aos 71' que Bruno César desperdiçou. Foi um dos mais inconformados.

Palhinha (22 anos).

Jogou a segunda parte, revelando-se melhor médio de contenção do que Battaglia. Tentou fazer avançar a equipa com passes verticais, mas sem sucesso. De uma falta sua a meio-campo nasceu o rápido lance de contra-ataque que gerou o terceiro golo espanhol.

André Geraldes (26 anos).

Entrou aos 57'. Revelou algum sentido posicional, mas foi clamorosamente batido aos 68' por Nacho Gil, que lhe fez um túnel (a ele e a Bruno César) e chutou para golo na jogada mais brilhante do desafio.

Bruno César (28 anos).

Entrou aos 57'. Nada lhe saiu bem - nem à frente, onde falhou duas ocasiões de golo, nem atrás, onde foi fintado sem remissão no terceiro do Valência. O treinador deu-lhe ordem de saída aos 82'.

Francisco Geraldes (22 anos).

Entrou aos 57' e mexeu com o jogo, protagonizando alguns momentos de inegável qualidade técnica. Mas nessa altura a equipa já naufragava sem remissão. Jesus deixou claro que não conta com ele, ao fazê-lo sair aos 82'.

Matheus Pereira (21 anos).

Jogou os últimos 25 minutos, dando a ideia de ter entrado demasiado tarde. Agitou a ala esquerda ofensiva numa sucessão de raides que mereciam ter melhor desfecho. Mas andou sempre muito desacompanhado.

Gelson Dala (21 anos).

Entrou aos 82', com vontade de mostrar serviço. Esforçou-se, mas não teve tempo.

Jovane (21 anos).

Entrou aos 82', procurando refrescar um ataque quase inexistente. Um cruzamento sem nexo aos 85' e pouco mais.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Da derrota em Alvalade, por 1-3, de um Sporting irreconhecível frente ao Belenenses.  Falhou tudo nos jogadores comandados por Jorge Jesus: energia, criatividade, talento, velocidade, ousadia, atitude, firmeza, vontade. Parabéns pela vitória à equipa liderada por Domingos Paciência. Há 62 anos que a turma de Belém não vencia no nosso estádio.

 

Do desempenho dos jogadores. De nenhum. O menos mau foi Bruno César por ter marcado o nosso golo solitário, aproveitando com felicidade um ressalto, "assistido" pela trave.

 

Da nossa defesa. Um susto, sobretudo na segunda metade do tempo complementar. A quantidade de vezes que é batida em lances de bola parada perante equipas que até parecem inofensivas, como foi hoje o caso, põe os nervos em franja ao mais calmo dos adeptos.

 

Do nosso ataque. Toda a primeira parte sem um só remate à baliza. Mesmo com um público entusiasta, que acorreu em grande número a Alvalade aproveitando o sol matutino (o jogo começou às 11.45) e o facto de ser dia das Mulheres com Garra, já com tradição leonina. O primeiro remate aconteceu só aos 52',na marcação do nosso único golo. E mesmo assim com bastante sorte à mistura. Fica quase tudo dito sobre o paupérrimo desempenho da linha atacante do Sporting.

 

Da nossa incapacidade de aproveitar as oportunidades. O FC Porto tinha cedido mais um empate, na véspera. Tínhamos uma hipótese soberana de encurtar distância em relação ao periclitante segundo lugar portista - afinal ficámos ainda mais longe dessa posição. Como se o treinador Jorge Jesus e os jogadores quisessem associar-se à celebração antecipada do título benfiquista.

 

Das ausências de Gelson Martins, Podence e Alan Ruiz - os primeiros por castigos, o último por lesão. Confirma-se: há mesmo jogadores insubstituíveis. Gelson acima de todos. Alguém tinha dúvidas?

 

Das substituições. Jesus mexeu mal na equipa - e mexeu mal, alterando o dispositivo táctico. Se até esse momento (em 4-3-3) o fio de jogo do Sporting era débil, a partir daí (em 4-4-2) tornou-se num desastre. Numa espécie de salve-se quem puder.

 

De Castaignos. Tinha pensado não destacar pela negativa nenhum jogador, pois foram todos maus, mas não resisto: quem foi o responsável pela contratação desta abécula anunciada como "reforço do nosso ataque" e que termina a época sem conseguir fazer sequer meio-golo? Hoje este holandês ainda conseguiu o prodígio de colocar em jogo um elemento adversário, possibilitando-lhe a marcação do terceiro golo azul.

 

 

Gostei

 

Da alegria das nossas jogadoras de râguebi, celebrando ao intervalo, no relvado, a conquista de um troféu. E foi só.

Demasiado mau

Vimos de tudo um pouco neste Chaves-Sporting de que resultou a nossa eliminação da Taça de Portugal.

Vimos um treinador castigado sem confiança no seu adjunto, dando-lhe ordens o tempo todo por telemóvel.

Vimos um adjunto à rasca, incapaz de tomar decisões sem ouvir a voz do "além".

Vimos um presidente no banco dando instruções ao Bruno César como se fosse treinador.

E vimos sobretudo uma equipa sem a menor vontade de ganhar que aos 15 minutos já podia estar a perder 0-2 se não fosse a grande exibição de Beto.

 

Tudo mau. Demasiado mau.

Fim da linha

17 de Janeiro: o Chaves acaba de dar um pontapé no Sporting - o segundo em três dias, atirando-nos para fora da Taça de Portugal com um golo solitário aos 87', confirmando-se a tendência registada em várias outras partidas de perdermos ao cair do pano. Desta vez com uma bola oferecida pelo inenarrável Bryan Ruiz. Mas podia ter sido no minuto anterior, com outra bola oferecida por Coates na marcação de um simples pontapé de baliza.

Dissemos adeus à última competição em que alimentávamos ainda hipóteses reais de conseguir um troféu. Depois de termos sido eliminados da Liga dos Campeões, de termos falhado a qualificação para a Liga Europa, de termos sido afastados da Taça CTT e de termos perdido mais pontos na primeira metade do campeonato do que perdemos em toda a Liga anterior - de tal maneira que estamos agora a oito do Benfica, quatro do FC Porto e dois do Braga. Com menos dez do que tínhamos há um ano.

Hoje o Sporting voltou a praticar um jogo medíocre, lateralizado, sem velocidade, sem intensidade. Com cinco novos titulares em relação ao desafio anterior, demonstrando que Jorge Jesus é incapaz de fixar uma equipa-base. Um jogo em que não fizemos um só remate nos primeiros 27 minutos, um jogo em que não criámos uma verdadeira situação de perigo, um jogo em que o nosso melhor elemento foi de longe o guarda-redes Beto, com três grandes defesas (9'+12+86').

Fim da linha, portanto. A partir de agora tentaremos apenas não fazer tão mal como fizemos na nossa pior época de sempre, a de 2012/13.

Por mim, entro em contagem decrescente. A pensar na pré-época de 2017/18. O problema é que ainda faltam seis meses: parece-me quase uma eternidade.

2016 em balanço (7)

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DERROTA DO ANO: 0-1 CONTRA O BENFICA

Há jogos assim, em que tudo parece fadado para correr mal em termos de resultados. Mesmo correndo bem em termos de exibição. Sucedeu com o Sporting a 5 de Março, quando recebeu o Benfica em Alvalade. Foi um desafio decisivo para a atribuição do título de campeão nacional.

Se a vitória sorrisse ao Sporting, que liderava o campeonato pela margem mínima, dificilmente a conquista da Liga 2016/17 fugiria à nossa equipa, que passaria a depender apenas de si própria. Se fosse o Benfica a vencer, ascenderia à liderança e teria de ser desalojado.

Houve excesso de triunfalismo por parte dos sportinguistas, que receberam em euforia o autocarro transportando os jogadores, celebrados como quase conquistadores do campeonato. Perdeu-se de vista uma regra de ouro das competições: nunca se deve participar com a certeza antecipada da vitória. Este excesso de confiança costuma ser mau conselheiro.

E assim foi. O Sporting, que tinha derrotado o Benfica em três ocasiões nessa mesma época (vitória da Supertaça a 9 de Agosto, vitória por 3-0 na Luz a 25 de Outubro para o campeonato e triunfo na Taça de Portugal a 21 de Novembro), soçobrou naquele que parecia ser o desafio mais acessível, disputado em sua casa, na segunda volta da Liga, perante 49.699 espectadores (recorde de assistência à época). Com o Benfica remetido à defesa durante quase todo o encontro, Jefferson a rematar com estrondo à barra e Bryan Ruiz a falhar duas soberanas ocasiões de golo que teriam ditado uma sorte muito diferente ao desafio – e à própria marcha do campeonato.

Havia ainda bastantes jogos. Mas muitos de nós tivemos a convicção de que aquela derrota em Alvalade traçava uma espécie de linha de fronteira. Que transformava o título há tanto tempo sonhado numa hipótese remota, na medida em que deixávamos de depender apenas de nós próprios e ficávamos a partir daí à mercê de um putativo tropeção do nosso rival mais directo.

Que nunca aconteceu, como sabemos.

 

 

Derrota do ano em 2012: final da Taça de Portugal (20 de Maio)

Derrota do ano em 2013: 0-1 em casa contra o Paços de Ferreira (5 de Janeiro)

Derrota do ano em 2014: 3-4 contra o Schalke 04 em Gelsenkirchen (21 de Outubro)

Derrota do ano em 2015: 1-3 contra o CSKA em Moscovo (26 de Agosto)

Lenços e assobios

Nenhum problema - nenhum mesmo - se resolve no Sporting com lenços a esvoaçar nas bancadas logo na primeira vez em que o nosso actual treinador soma duas derrotas consecutivas num campeonato. Nem com assobios bem sonoros aos jogadores durante as partidas, como esta noite aconteceu ainda na primeira parte, visando por exemplo Bryan Ruiz e Marvin.

Quem não perceber isto não aprendeu nada de essencial sobre os inúmeros erros cometidos nas últimas três décadas em Alvalade.

Cinema Paraíso

Nos meus tempos de jovem, em Tomar, no Cine-Teatro não havia filmes de estreia.

Porque a televisão tinha apenas dois canais e um deles apenas funcionava de forma intermitente, a sala estava sempre muito bem composta, apesar dos seus cerca de 750 lugares, principalmente aos fins-de-semana.

Era portanto o clássico cinema de reprise.

E hoje senti-me com 12, 13 anos a assistir a mais um filme esbatido pelo tempo e pelas vezes que a cópia rodou nas máquinas de projecção. Um  western spaghetti com um final previsível, com mais uma vitória dos cowboys sobre os índios. Ou mais uma batalha épica do 7.º de Cavalaria, do temível General Custer.

Hoje o filme foi o de tantas vezes e a apresentação foi tal, que no início da segunda parte disse para o meu vizinho do lado "já vi este filme muitas vezes".

Enganei-me, este era um filme de estreia. 

Esta era uma produção milionária.

O produtor abriu os cordões à bolsa.

O realizador teve o budget que quis e contratou os actores que quis.

Era previsível um estrondoso êxito e a conquista de alguns  óscares.

O que é certo é que tendo ganho um prémio num festival de média importância logo após a estreia, a carreira deste filme, apesar da boa nota artística, veio em modo decrescente até à projecção de hoje.

Hoje, uns actores gastos, cansados, desorientados, sem os textos decorados, andaram pela tela de forma amorfa e o filme que ameaçava tornar-se um blockbuster, levou uma machadada tal, que é hoje já quase certo que será um enorme flop.

O que eu sei é que nalguns filmes de reprise que vi em Alvalade, os actores se esforçavam por representar bem o seu papel, apesar de tudo. Hoje qualquer actor amador se sentiria envergonhado pelo desempenho destes profissionais.

Ao contrário dos previsíveis filmes da minha juventude, que apesar de esbatidos e nalguns casos mal representados, chamavam público, porque a concorrência era ínfima e de má qualidade, este filme não chama ninguém.

Não sei o que pensará fazer o produtor, ou sequer se pode fazer alguma coisa, mas ou algo muda, ou perderá muito mais que os espectadores.

Porque os possíveis óscares, já perdeu.

 

 

"O caminho faz-se caminhando" (ou a enorme evolução do presidente)

"Neste momento o Sporting Clube de Portugal é um “corpo” coeso, único, sólido, que caminha num só sentido, que luta pelos mesmos ideais e que tem um só projecto: ser sempre o Grande Sporting Clube de Portugal! Sabemos honrar o nosso passado, construir o presente e juntos iremos conquistar o futuro. Nós, os mais de 3,5 milhões de sportinguistas que, mesmo por vezes feridos, nunca deixaremos de ser o Rei da selva. E que selva ainda é o desporto português."

"Depois de fazer tremer o Santiago Bernabéu, um jogo menos conseguido onde uma primeira parte com 15 minutos de desconcentração colectiva ditou uma inesperada derrota. O Rio Ave, pela eficácia nesses 15 minutos, mereceu vencer. Também tenho de deixar um registo positivo para a equipa de arbitragem que fez um bom trabalho."

"Sexta-feira vamos encher Alvalade!"

"Este ano estamos na luta em todas as frentes e TU foste convocado para todas! Porque TU é que dás vida ao nosso Clube!"

 

Excertos da comunicação de Bruno de Carvalho no facebook, ontem, segunda-feira, 19-09-2016.

Crónica de uma derrota anunciada

Eu até ia com fé.

Depois a coisa começou torcida com a brincadeira das cartolinas. - Ainda não, dizia o speaker.

De seguida foi o pano da Juve que ficou enguiçado.

Com a música da Valério foi um desatino, até teve que ser tocada duas vezes.

Por fim "O mundo sabe que" foi cantado a 200. Uma ansiedade sem sentido parece ter-se apoderado do estádio.

Eu não creio em bruxas, pero que las hay...

E há aquela máxima do futebol que diz que quem não marca, sofre. Hoje foi um pouco ao contrário, eles marcaram, numa jogada fortuita de azar do nosso melhor jogador em campo (William), e o melhor jogador que temos no plantel, que já havia falhado dois golos cantados em Guimarães, não quis fazer "pior" e fez precisamente o mesmo hoje. Antes o nosso pior defesa até tinha mandado uma bomba à trave. Assim é difícil chegar lá. Tanto em Guimarães como hoje, a equipa produziu caudal de jogo suficiente para ganhar. Quatro pontos desperdiçados por incompetência na finalização.

Por fim, alguém que peça a um árbitro para mostrar um amarelo ao Slimani, por favor! É que o homem não se mexe, com medo que lhe mostrem a cartolina.

Um comentário final para o Tondela: Não merecia ter saído de Alvalade com três pontos, mas como disse no post anterior, o futebol é isto mesmo...

2015 em balanço (7)

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DERROTA DO ANO: 3-1 CONTRA O CSKA

Nenhuma derrota nos custou tanto como a que sofremos a 26 de Agosto, na segunda mão da eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, disputada em Moscovo, frente ao CSKA. Clamorosos erros de arbitragem ditaram o nosso afastamento da Champions, neste desafio, depois de termos vencido a equipa russa por 2-1, a 18 de Agosto, em Alvalade - com golos de Teo Gutiérrez, então recém-ingressado no Sporting, e Islam Slimani.

No desafio em Moscovo valeu um pouco de tudo: desde a validação de um golo russo marcado com a mão, perante a total complacência do chamado árbitro de baliza num lance desenrolado a três metros de distância, até à anulação de um golo a Slimani por suposto "canto em arco" marcado por João Pereira que só um árbitro assistente mal colocado no terreno terá visto.

"Fomos prejudicados em Lisboa. Hoje voltámos a ser prejudicados aqui. (...) A eliminatória foi desequilibrada, tanto em Lisboa como hoje, pela arbitragem." Assim reagiu Jorge Jesus, sem papas na língua.

O CSKA acabou por seguir em frente na prova enquanto o Sporting - que chegou a estar a ganhar na partida de Moscovo, novamente com golo de Teo - era injustamente relegado para a Liga Europa, dizendo adeus aos 14 milhões de euros destinados ao vencedor da eliminatória. Nem rotinas de jogo nem mestres de táctica conseguem superar campos tão inclinados...

Nessa dia todos pensámos o mesmo: custa muito mais perder quando é assim.

 

Derrota do ano em 2012: final da Taça de Portugal (20 de Maio)

Derrota do ano em 2013: 0-1 em casa contra o Paços de Ferreira (5 de Janeiro)

Derrota do ano em 2014: 3-4 contra o Schalke 04 em Gelsenkirchen (21 de Outubro)

Não foi por isto

Não, não foi por isto, mas lembram-se de Braga?

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Pois é. Já perceberam porque é que eu digo que eles se enganam sempre para o mesmo lado?

E este não tem desculpa, é mesmo nas barbas do moço, estão a vê-lo ali, de VERMELHO?

Quanto ao mais, o mesmo fraco desempenho de João Mário, a desorientação de Esgaio e a ausência prolongada de Jefferson. Desta vez até Patrício se distraiu e deixou entrar uma pelo buraco proibido. A propósito de Jefferson, sou só eu, ou desde a saída de Rojo que o moço, a defender, não dá uma para a caixa? É que malta para a linha temos lá uma data deles, ok?

Portanto, para as alminhas mais  susceptíveis, não foi por isto que a foto reproduz que perdemos, mas caramba, não acham que é azar a mais que no único remate dos tipos o gajo esteja off-side?

E pronto, o GR deles foi o melhor em campo, o que ajuda também um pouco a perceber este desaire.

Entretanto, subscrevo na íntegra as palavras do presidente:

"Já o disse várias vezes, isto é uma maratona. Manter os pés assentes na terra, trabalhar cada vez mais e manter o foco nos objetivos. Esta é a nossa missão, este é o nosso trabalho e este é o nosso compromisso. Obrigado a todos os sportinguistas que estiveram aqui na Madeira a apoiar. Não era de todo o resultado que queríamos mas não posso deixar de expressar o meu enorme orgulho nesta equipa".

Dia 2 lá estaremos para dar a volta à coisa!

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