21 Jun 17

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O melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, garantiu mais três pontos à selecção nacional. Na vitória de hoje frente à Rússia - turma anfitriã do torneio - na Taça das Confederações. Portugal, com três jogadores do Sporting no onze titular, venceu e convenceu. Um golo solitário bastou para nos garantir os três pontos. Assinado pelo suspeito do costume, que marcou 14 golos nos últimos dez desafios disputados ao serviço da equipa das quinas.

Fica à atenção dos fãs domésticos de Lionel Messi, o segundo melhor jogador do futebol actual. Até eles já devem estar rendidos.


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06 Jun 17

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Vem aí a quinta Bola de Ouro para o sócio n.º 94.592 do Sporting Clube de Portugal. Conquistador da Liga espanhola e da Liga dos Campeões, melhor marcador de sempre da Champions e goleador máximo desta prova pela quinta edição consecutiva.

Eis o palmarés de Cristiano Ronaldo: 12 golos nesta edição da Liga dos Campeões, 105 em todas as competições europeias e 600 desde que iniciou a carreira como jogador profissional. Recordes que continua a pulverizar, uns atrás dos outros.

Com duas consequências imediatas: o aumento exponencial do número dos seus admiradores à escala planetária e o aumento residual do número de lampiões ressabidos, que gritam "Messi" quando se cruzam com ele. Cospem contra o vento na esperança de lhe mudar a rota.


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04 Jun 17
Factos!
Ricardo Roque

A LENDA

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(Extraído do Record online)

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03 Jun 17

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Mais dois golos nesta campanha da Liga dos Campeões, em que marcou doze, e com um total de 105 desde sempre apontados nas competições europeias. Os de hoje, na final frente à Juventus, ajudaram a construir a goleada do Real Madrid: 4-1.

Cristiano Ronaldo, decisivo na conquista da terceira Champions em quatro anos para os merengues, confirma-se assim como candidato à conquista da quinta Bola de Ouro da sua carreira - já ganha em 2008, 2013, 2014 e 2016.

O sócio n.º 100.000 do Sporting vai superando todos os obstáculos, transitando da história à lenda. Naturalmente.


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01 Jun 17
Ronaldo ajuda o Sporting
Francisco Chaveiro Reis

Os sportinguistas estão pouco agradados com a possibilidade de Coentrão vestir de verde. Sempre do lado do leão, Cristiano Ronaldo já tentou impedir a transferência. Pepe, que ainda treinou em Alvalade, ainda deu uma ajudinha. Pode ser que se possa evitar a vinda do lateral-esquerdo. 


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03 Mai 17

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Há jornais assim. Capazes de pôr o ódio clubístico mais rasteiro acima do primeiro mandamento do jornalismo, que é a expressão da verdade sem preconceitos de qualquer espécie. Veja-se a capa de hoje do diário Mundo Deportivo, que se publica em Barcelona. O título mais destacado - espantemo-nos - fica reservado ao prolongamento por um ano do contrato que liga Iniesta ao maior clube catalão. A meia-final madrilena da noite de ontem vem quase escondida, sob um título carregado de indisfarçável aversão ao melhor jogador do mundo: "Cristiano prolonga o pesadelo". E um "destaque" que assinala isto: "Um hat trick do português, iniciado com um fora-de-jogo."

Exemplo de jornalismo - mas pela negativa. Por cá, infelizmente, também há casos destes. Que ajudam a explicar o crescente divórcio entre leitores e jornais.


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O melhor de sempre
Pedro Correia

Dez golos nesta Liga dos Campeões - oito só nestes últimos três confrontos, frente ao Bayern de Munique e ao Atlético de Madrid.

Ontem, mais três grande golos, vulgarizando o histórico rival madrileno no Santiago Bernabéu. Um de cabeça, dois com o pé direito.

Resultado: Cristiano, 3 - Atlético, 0.

O mundo do futebol não tem dúvidas: vem aí a quinta Bola de Ouro para o melhor jogador do planeta, para o melhor jogador de sempre.

Só alguns imbecis, por cá, vão gritando "Messi" quando o vêem. Todos sabemos muito bem porquê.


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02 Mai 17
Não presta...
Ricardo Roque

Pois, mais 3 golos na meia final da Champions. Cristiano Ronaldo não presta. Superação atrás de superação, recordes atrás de recordes. Factos*:

Títulos (21):

3 Campeonato do Mundo de Clubes, 1 Torneio de Toulon, 1 Campeonato da Europa, 3 Liga dos Campeões,1 Supertaça Europeia, 1 Liga Espanhola, 2 Copa del Rey, 1 Supercopa de España, 3 Liga Inglesa, 1 The FA Cup, 2 Football League Cup, 2 FA Community Shield.

Golos (610):

Por clubes (senior): 714 jogos, 522 golos; Por seleção (senior): 138 jogos, 71 golos; Por seleção (outros escalões) : 33 jogos, 17 golos

Prémios (44):

4 World Soccer Footballer of the Year; 4 Golden Boot; 4 FIFA Ballon d'Or; 2 Ballon d'Or France; 3 Equipa do Europeu; 1 UEFA: Melhor Avançado; 1 UEFA: Melhor Jogador; 3 Espanha: Melhor Marcador; 1 Premier League: Melhor Marcador: 1 FIFA Club World Cup Golden Ball; 10 FIFA Team of the Year; 2 Premier League: Melhor Jogador; 1 FPF: Jogador do Século; 5 Liga dos Campeões: Melhor Marcador.

(*fonte:www.zerozero.pt)

Cristiano Ronaldo, orgulho do Sporting Clube de Portugal!


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19 Abr 17

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Esta foi outra noite de glória para o maior dos nossos: Cristiano Ronaldo marcou três dos quatro golos na vitória de hoje do Real Madrid no Santiago Bernabéu frente ao Bayern de Munique (sem Renato Sanches) na Liga dos Campeões, qualificando-se para as meias-finais da prova.

Já na primeira mão Ronaldo marcara os dois golos do triunfo madrileno em Munique frente à turma germânica (também sem Renato Sanches).

Cinco golos em dois jogos na alta roda do desporto-rei: o craque português volta a superar recordes. Desta vez ao tornar-se o primeiro jogador a atingir a marca dos cem golos na prova máxima do futebol mundial a nível de clubes.

Merece naturalmente os parabéns de todos nós.

O melhor do mundo, formado em Alvalade: eis a marca Sporting cada vez mais universal.


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02 Abr 17
Senhores passageiros
Edmundo Gonçalves

Do alto da sua competência e do estatuto de melhor do Mundo na sua profissão, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro viu esta Quarta-feira, 29 de Março, ser-lhe reconhecido o mérito da dedicação a uma carreira, de ter vencido nela e de ter vencido o preconceito. O aeroporto da Madeira chama-se agora Cristiano Ronaldo.

Mais do que uma homenagem, esta decisão corajosa do Governo Regional da Madeira, é o reconhecimento por tudo o que Cristiano tem dado a um arquipélago que muito pouco lhe deu, pouco mais que o berço. Outros o acolheram, o acarinharam, o moldaram, o tornaram seu e o fizeram homem e futebolista dos melhores de todos os tempos.

Lá do alto onde por mérito próprio chegou, o estatuto de melhor permitiu-lhe com toda a frontalidade tratar os hipócritas por nome próprio. Naquele aeroporto, por breves instantes, gente houve que se ali à mão tivesse um buraco, rapidamente se escapulia por ele. Sincero e intelectualmente honesto, não se esperaria outra coisa de alguém que conviveu e aprendeu com os melhores. Àqueles que por mesquinho preconceito estiveram contra esta justa honraria, proponho um jogo simples: Desloquem-se ali ao lado, às Canárias que é o “estrangeiro” mais próximo, e perguntem o nome de um madeirense que não seja Cristiano Ronaldo.

Siiiiiii…

 

Também aqui.


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26 Mar 17
Mais dois
Pedro Correia

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Dois golos acrescentados ao seu enorme pecúlio como jogador da selecção nacional. E que golos, apontados ontem contra a Hungria.

Soma já setenta com a camisola das quinas.

Palavras para quê? É Cristiano Ronaldo, o melhor futebolista português de sempre.


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25 Mar 17

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Ronaldo a marcar o seu segundo golo - terceiro de Portugal

(Foto Filipe Amorim/O Jogo)

 

Grande jogo da selecção portuguesa, esta noite, frente à Hungria. Que terminou com uma categórica vitória da equipa das quinas, por 3-0, nesta campanha para a qualificação do Campeonato do Mundo de 2018.

Foi o quarto triunfo consecutivo da nossa selecção, com momentos de inegável brilhantismo - na sequência da conquista do Euro-2016 e deixando antever uma boa prestação portuguesa na Taça das Confederações.

 

Destaque para os três golos, de belo efeito.

O primeiro iniciado com um passe vertical de William Carvalho que pôs a bola nos pés de Cristiano Ronaldo, aproveitando este para adiantá-la numa oportuna desmarcação de Raphael Guerreiro, que num cruzamento perfeito ofereceu o golo a André Silva, eficaz à boca da baliza.

O segundo, iniciado num fabuloso passe longo de Pepe, contou com uma magnífica assistência de André Silva para Cristiano, que num fortíssimo remate rasteiro com o pé esquerdo colocou a bola no buraco da agulha da baliza húngara.

O terceiro nasceu de um livre directo após falta sobre Quaresma, que fez a cabeça em água à defesa magiar. Chamado a convertê-lo, Cristiano Ronaldo não perdoou: mais um pontapé muito bem colocado que fez levantar o estádio da Luz, onde se realizou a partida.

Com estes dois golos, o melhor jogador português de sempre soma já setenta ao serviço da selecção.

 

O Sporting e o Real Madrid, com dois jogadores cada, foram os clubes mais representados neste onze titular.

Em campo estiveram, de resto, oito profissionais formados na Academia leonina (Rui Patrício, Cédric, José Fonte, William Carvalho, João Mário, Ronaldo e Quaresma, além de João Moutinho, suplente utilizado).

Mas convém reconhecer que os três maiores clubes portugueses estiveram representados neste desafio da selecção: o Sporting (com Rui Patrício e William, que jogaram os 90 minutos), o FC Porto (com André Silva, substituído aos 67') e o Benfica (com Pizzi, último suplente a entrar, quando faltavam três minutos para o apito final).


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08 Fev 17
Noutros lugares, outra normalidade
José Navarro de Andrade

Jose Mourinho blames Manchester United players for derby defeat: "They didn't give me what I want" Mourinho was left furious with the first half performance, which saw his United team fall two goals behind after defensive errors. Ronaldo: Players to blame not Ancelotti.


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10 Jan 17

 

Foram estes os termos que me vieram à cabeça quando soube como votou Carlos Queiroz: Messi em vez de Cristiano Ronaldo como melhor jogador do ano, Fernando Santos fora do pódio dos melhores treinadores do mundo.

Um gesto destes define muito bem um cidadão, seja ou não profissional do futebol. Mais que cem imagens, mais que mil palavras.

 

Adenda:justificação de Queiroz.


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13 Dez 16

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Pela quinta vez, um jogador formado pelo Sporting recebe a Bola de Ouro, troféu que premeia o melhor jogador internacional do ano. Uma distinção mais que justa para Cristiano Ronaldo, cinco meses após se ter sagrado campeão da Europa ao serviço da selecção nacional e seis meses depois de ter contribuído para a vitória do Real Madrid na Liga dos Campeões.

Ronaldo vence pela quarta vez a Bola de Ouro (2008, 2013, 2014, 2016), também atribuída a Luís Figo (em 2000). Motivos de sobra para todos os sportinguistas sentirem orgulho. Motivos de sobra para todos os desportistas sentirem o mesmo, independentemente da sua cor clubística. Motivos de sobra para cada português perceber até que ponto devemos todos ao Sporting grande parte do prestígio de que goza o futebol nacional a nível planetário.

Muitos parabéns, Cristiano. Mereces um forte, sincero e vibrante aplauso de todos nós. 

 

ADENDA: Nesta votação, destaque também para Rui Patrício, que ficou em 12.º, entre os 30 jogadores pré-seleccionados. O guarda-redes do Sporting, igualmente bastião da selecção nacional, só foi ultrapassado por outro jogador na sua posição: o italiano Buffon, que ficou em 9.º lugar. E ficou à frente de craques como Iniesta, Higuaín, Agüero, Koke, Godín, Kroos, Neuer, Lloris, Payet e Modric.


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22 Nov 16
Homenagem à Lisboa de Ronaldo
Francisco Chaveiro Reis

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Clique na imagem para ver o vídeo. Password: cr7. 


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13 Nov 16

«O Sporting, a sua academia, e Aurélio Pereira produziram o melhor jogador de futebol de sempre (com licença do grande Eusébio)! Cristiano Ronaldo pode sempre voltar e merece uma estátua à porta do estádio. Sporting Sempre!»

Luís Lisboa, neste meu texto


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11 Nov 16

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Tu vais regressar, Cristiano. Mesmo que seja aos 41 anos, voltaremos a aplaudir-te de pé em Alvalade. Sempre Leão, seja com que idade for.


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07 Nov 16

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17 Set 16

Li com atenção, com respeito mas não com concordância este post do José Navarro de Andrade e este do Francisco Chaveiro Reisum jogador como Cristiano Ronaldo tem de se comportar, profissionalmente, em todas as situações do jogo.

Nós, nas nossas profissões, não nos atiramos para o chão para daí retirarmos vantagem, pois não?

Nunca gostei da expressão "cavar faltas" gosto muito mais da expressão "jogar limpo" e por muito que isso custe a admitir a alguns sportinguistas, Ronaldo por vezes, muitas vezes, na minha opinião, tem atitudes à Gonçalo Guedes.

Deixemos as manhosices futebolísticas para quem está habituado a vencer assim.

Termino com um conselho para Cristiano Ronaldo, joga à bola, pá, deixa-te disto!


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15 Set 16

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Ronaldo foi empurrado para fora do Sporting

Ronaldo foi assobiado pelos adeptos do Sporting ontem e sempre

Ronaldo festejou efusivamente o golo marcado ao Sporting

Ronaldo fez declarações que visavam prejudicar o Sporting

Ronaldo mostrou-se distanciado dos jogadores do Sporting

Ronaldo mostrou falta de respeito pelo presidente do Sporting


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Qual é a dúvida?
José Navarro de Andrade

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14 Set 16
First things first
Edmundo Gonçalves

Estou aqui que nem posso.

Eu quero lá saber dos ordenados do outro.

Eu quero é que cheguem as dezanove e quarenta e cinco minutos.

Eu quero é ver os nossos baterem-se que nem Leões no Bernabéu.

 

E nunca desejei tanto que por noventa minutos um jogador tivesse uma das três doenças...


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12 Set 16
Sonhar não custa
Diogo Agostinho

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O Presidente Bruno de Carvalho aponta o regresso do nosso Sócio 100.000. Gosto da ambição e da vontade. Um Sócio deste gabarito tem sempre lugar no seu clube do coração.


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25 Ago 16

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Parece que ninguém acertou na previsão. Foi um sorteio à Sporting. Sem a sorte dos nossos rivais, mas nada é impossível, estamos cá sempre para lutar e certamente vamos dar uma óptima réplica.

Vai ser bonito ver o melhor jogador português de todos os tempos regressar à casa que o formou. Venham de lá esses jogos.


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19 Jul 16

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Andei aqui muito caladinha, muito distraída com o euro e umas coisinhas mais, mas tropecei agora mesmo nesta capa e queria só dizer que o Ronaldo é O MELHOR JOGADOR PORTUGUÊS DE SEMPRE! Custa muito a uns e a outros, eu sei, mas é preciso ter total falta de noção e ser-se muito pouco inteligente para não perceber que este é o pior momento para mostrar tamanha pequenez. Porque os factos falam por si. Os troféus, as conquistas, as vitórias, a persistência, a dedicação, as lágrimas (sim, também), a entrega, a vontade. 

Esforço, dedicação, devoção e glória. Sempre!

Ah e tal, porque no meu tempo só podia comprar um carro por ano e agora eles podem comprar casas todos os dias! Ah e tal, porque nem o Maradona fazia isto! Haja paciência, que a mim me falta. Que gentinha, pá!


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11 Jul 16

Em 2004 choraste, e eu, que nunca chorei com a selecção, tive vontade de chorar contigo. "É tão menininho..." pensava, dizia. Nunca te deixei, segui-te sempre, quis saber sempre mais, ver mais. Saber onde podias chegar. Ano após ano.

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Ontem, quando te vi no chão e depois em lágrimas, pensei "não chores. Não chores, que também choro". Voltaste, porque és o maior e não desistes à primeira, não desististe em 12 anos, nunca viraste a cara a tanta ingratidão que se viu e ouviu, não sei quantos teriam essa capacidade, mas tu tens.

Não deu para continuares, e vieram as lágrimas novamente. Porque vives para todos os jogos, mas aqui entre nós, uma final é uma final, e detestas não estar presente.

Depois o momento de um verdadeiro capitão. E deixa-me dizer já aqui que muitas vezes eu disse: "ser capitão é uma pressão de que ele não precisa", e hoje sei por que nunca deixaste de o ser. Cresceste, amadureceste, sabes ser capitão nos momentos cruciais. Quem me conhece sabe como gosto do capitão da Itália e - detesto admitir isto - vê-lo de costas nos penalties dos colegas, quando se apregoavam um grupo unido, custou-me. Podem ser superstições, crendices, pode ter sido para não dar um grito ao Zaza, mas esse gesto ficou-me. No prolongamento vieste dar ânimo a todos, dentro e fora de campo. Abraços, gritos ou sussurros, o capitão estava ali com eles. O mimado, o birrento (atenção, adoro essas pequenas birras), estava ali a dar de si aos restantes.

Mais lágrimas no golo do Éder. És maravilhoso quando choras de alegria. És o maior, o melhor do mundo mesmo a chorar,quero lá saber. Chorei contigo antes, chorei contigo agora.

Quando levantaste a taça, senti as lágrimas chegarem. Talvez por tudo o que ouvi e li de 2004 para cá, em cada europeu e mundial, sempre a mesma conversa, sempre os mesmos argumentos idiotas e ressabiados. Ou talvez me tenha voltado simplesmente a emocionar com Portugal.

Doze anos, esperei 12 anos para te ver ali, assim. E vi. És o maior, meu  ric'menine.


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09 Jul 16

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07 Jul 16
Pergunta com 12 anos
Francisco Melo

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Como teria sido a carreira de Fernando Santos no Sporting se Ronaldo tivesse permanecido no plantel?

Para ajudar: na época 2003/2004, o Sporting terminou em 3º a 1 ponto do Benfica e a 9 do Porto.


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06 Jul 16

Numa lendária final da NBA faltavam 7 segundos para acabar o jogo e o treinador dos Celtics pediu "time out". Só havia tempo para uma jogada, se os Celtics marcassem eram campeões, se não, perdiam o jogo e o campeonato. O treinador começou a dar a táctica para a jogada final mas Larry Bird disse: "não há cá esquemas, passem-me a bola que eu marco." No regresso à quadra Bird avisou o adversário que o marcava: "vou receber a bola e encestar." Passaram-lhe a bola, ele encestou e foi campeão.

O Larry Bird que se foda, como agora se diz, isto é Cristiano Ronaldo.


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6 de Julho de 2016: pela segunda vez na história do futebol português, a selecção nacional ganha o acesso à final de um Campeonato da Europa. Uma conquista com todo o mérito naquele que foi o melhor dos nossos jogos neste certame, com uma vitória sem contestação frente ao País de Gales - selecção que vinha causando sensação, sobretudo desde que afastou a forte Bélgica nos quartos-de-final.

Portugal dominou em duas partes diferentes. Prioridade ao rigor defensivo nos primeiros 45 minutos, acautelando todas as vias de acesso à nossa baliza pelas faixas laterais, com controlo absoluto do centro do terreno. No segundo tempo o nosso domínio foi ainda mais evidente, sobretudo a partir do golo inicial, construído com um cruzamento perfeito de Raphael Guerreiro e concluído da melhor maneira com um cabeceamento fortíssimo de Cristiano Ronaldo, numa impulsão que deixou os centrais galeses no andar de baixo. Um golo excepcional.

Gareth Bale bem tentava remar contra a maré, mas teve de actuar sempre em zonas muito recuadas porque o tampão defensivo português nunca deixou de funcionar - contido, seguro e sólido. Joe Allen, muito pressionado por Adrien e logo condicionado por um cartão amarelo aos 7', foi uma sombra do que tem sido noutros desafios. Raras vezes o País de Gales chegou à nossa baliza. E quando o fez, sempre através de Bale, encontrou um Rui Patrício irrepreensível, confirmando ser um dos melhores guarda-redes europeus.

Atordoados pelo primeiro golo, aos 50', os galeses - em estreia num Campeonato da Europa - ficaram ainda mais abalados com o segundo, três minutos depois. Também com intervenção directa de Ronaldo, que recuperou e rematou, cabendo a Nani corrigir a rota da bola com precisão milimétrica.

Foram dois, mas podiam ter sido mais. Desde logo se o árbitro sueco tivesse assinalado uma grande penalidade claríssima cometida sobre Cristiano Ronaldo logo aos 10', com Collins a agarrá-lo dentro da área. Pela terceira vez somos prejudicados em lances deste género, após derrubes de Nani no jogo contra a Croácia e de Ronaldo no embate com a Polónia. Parece que os árbitros estão proibidos de apontar grandes penalidades a nosso favor.

No início eram 24 selecções, restam três neste Europeu. Ultrapassámos seis neste percurso até à final: Islândia, Áustria, Hungria, Croácia, Polónia e País de Gales. Falta saber quem será o último adversário, aquele que defrontaremos no próximo domingo em Paris. Alemanha ou França? Amanhã saberemos. Agora é tempo de festejar. Estes jogadores e este seleccionador que formam um grupo muito unido e com enorme força mental merecem que festejemos com eles.

 

Portugal, 2 - País de Gales, 0

.................................................

 

Os jogadores portugueses, um a um:

 

Rui Patrício - Revelou a segurança que sempre tem evidenciado neste Campeonato da Europa. Sem falhas nem grandes sobressaltos. Foi intransponível perante Bale: travou um bom remate do melhor jogador galês aos 77' e três minutos depois fez a defesa da noite ao defender um tiro desferido pelo mesmo jogador.

 

Cédric - Desta vez sem lapsos defensivos, cumpriu muito bem a missão de que foi incumbido, policiando com autoridade a lateral direita. Os seus centros neste jogo foram mais raros e com menos pontaria do que é habitual, mas o essencial foi feito. Justificou a titularidade, superando Vieirinha - escolha inicial do técnico.

 

Bruno Alves - Escolha talvez inesperada de Fernando Santos para compensar a ausência de Pepe, com problemas musculares. Estreou-se no Euro 2016 com uma exibição em bom nível, sem revelar o menor temor face ao poderio físico dos galeses. Podia ter evitado o cartão amarelo aos 71'.

 

José Fonte - Melhora de jogo para jogo, exibindo cada vez mais qualidades. Hoje funcionou como o patrão da defesa nacional, num desempenho com maturidade e classe. Secou Robson-Kanu, que tinha sido um dos melhores galeses contra a Bélgica. E ainda foi à frente cabecear com perigo aos 71', após a marcação de um canto.

 

Raphael Guerreiro - Regressou em boa hora ao nosso onze titular após os problemas musculares que o afectaram. Foi um dos melhores em campo. Fechou bem o flanco e foi mais atrevido do que Cédric na manobra ofensiva. Grande tabelinha com Adrien aos 44'. E um centro perfeito aos 50': funcionou como assistência para o golo de Ronaldo.

 

Danilo - Substituiu William, ausente por acumulação de cartões. Começou algo intranquilo, deixando-se ultrapassar de quando em vez, mas melhorou a prestação à medida que o jogo aquecia. Essencial no processo defensivo, em que soube impor o físico. Quase marcou aos 78': o guardião galês segurou a bola junto à linha de golo.

 

Adrien - Neutralizou Allen no corredor central, condicionando-lhe a acção ofensiva: exerceu pressão constante e nunca desistiu da luta pela bola. Protagonizou o melhor lance da primeira parte, aos 44', num grande cruzamento para a cabeça de Ronaldo. Excelente recuperação aos 78': serviu Danilo e o golo esteve quase a acontecer.

 

Renato Sanches - Voluntarioso e com rasgos ocasionais, teve no entanto a sua mais apagada prestação neste Europeu. Nem sempre acertou nos passes e foi várias vezes ultrapassado junto à lateral direita: o processo defensivo ainda não é o seu forte. Arriscou o remate aos 73', mas atirou para a bancada. Saiu no minuto seguinte.

 

João Mário - Nova missão de sacrifício do médio, mais habituado a fazer incursões da linha para o meio. Cabia-lhe resguardar o flanco, numa segunda linha defensiva, tal como Renato na ala oposta. Fez uma boa tabelinha com Cristiano Ronaldo aos 16', rematando ao lado. Falhou uma recarga aos 65', com a baliza à sua mercê.

 

Nani - Exibição com duas faces. Mal se deu por ele no primeiro tempo, mas foi crucial no segundo ao apontar o golo que carimbou a nossa vitória e deu tranquilidade à selecção. Confirma-se: é intuitivo como poucos dentro da área quando joga de trás para a frente. Forte remate aos 65', bem colocado: novo sinal de perigo. Saiu aos 87'.

 

Cristiano Ronaldo - Com um golo soberbo abriu o triunfo português. E vão três no Euro 2016 e nove nas fases finais de Europeus, igualando a marca de Platini em 1984. Alvo de um penálti não assinalado aos 10'. Participou na construção do segundo golo. Podia ter marcado o terceiro de livre, aos 63': falhou por pouco. O melhor em campo.

 

André Gomes - Entrou em campo já com o resultado feito, rendendo Renato Sanches aos 74'. Pedia-se-lhe apoio ao processo defensivo e tentativa de criar situações de desequilíbrio na manobra ofensiva. Desempenhou com zelo - embora sem brilho - ambas as missões.

 

João Moutinho - Substituiu o fatigado Adrien aos 79' com a missão de continuar a estabelecer a ligação entre as linhas portuguesas mantendo o nosso controlo da faixa central, o que obrigava os galeses a transferir para as alas todo o processo ofensivo. Cumpriu.

 

Quaresma - Só entrou aos 87', rendendo Nani e deixando a impressão de que poderia ter entrado mais cedo. Mas ainda chegou a tempo de pôr a defesa do País de Gales em sentido com a sua capacidade de vencer confrontos individuais em áreas de alto risco para a equipa adversária. Associou-se com mérito à vitória.

 


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04 Jul 16
Um capitão e um cobarde.
Luís de Aguiar Fernandes

 

Um vídeo que diz bem do cáracter dos dois.


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24 Jun 16

«Bom seria que tivéssemos médicos, engenheiros, gestores, economistas, escritores e etc tão bons nas suas quanto o Ronaldo é na dele. De certeza que Portugal seria um país bem mais desenvolvido. Com melhores empresas, com vários "Nobel". Mas não. Continuamos pequeninos. Quando temos um cidadão português várias vezes reconhecido como o "melhor do mundo" na sua actividade, somos os primeiros a dizer mal quando as coisas não correm bem.»

Romão, neste meu postal


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23 Jun 16

A selecção continua a impressionar. Como diria Luís Freitas Lobo, Fernando Santos é um homem com "princípios tácticos muito bem definidos". Julgo que o maior desses princípios (Freitas Lobo também lhe chamaria "cultura táctica") é o seguinte: "nenhuma equipa por mim treinada jogará bom futebol". Foi arreigado a este princípio basilar que Santos, ainda para mais depois de verificar que também os utilizadores do site da UEFA partilham a mesma "cultura táctica", voltou a escolher João Moutinho para titular. E a verdade é que Moutinho correspondeu perfeitamente, com uma exibição esplendorosa: nem um passe perigoso, centros inconsequentes, muitos passes curtinhos para os centrais ou os colegas do lado. Enfim, toda uma panóplia técnica capaz de deixar os utilizadores do site da UEFA maravilhados. A exibição só não foi perfeita porque acabou por inspirar Cristiano Ronaldo a fazer uma espectacular assistência "à Xavi" para o primeiro golo de Portugal. Ronaldo, ao fim de 40 minutos daquela geringonça, passou-lhe uma ideia pela cabeça: "deixa-me cá explicar ao Moutinho como é que se faz".

 

Não se percebe porque razão Santos abdicou dos seus princípios tácticos para o início da segunda parte, quando retirou Moutinho (porquê, se estava claramente a ser o pior em campo?) e promoveu a entrada de Renato Sanches e, depois, quando retirou André Gomes (um jogador também ao estilo de Santos, com o pequeno problema de estar a jogar um bocadinho melhor do que Moutinho) e fez entrar Quaresma. Foi aí que tudo se desvirtuou. Sanches não andou muito longe dos tais princípios tácticos, mas foi melhor do que Moutinho, o que não terá sido do agrado do treinador. Sobretudo, com Quaresma encostado à linha e a bola a avançar um bocadinho nos pés de Sanches, João Mário ficou na sua posição natural (e não naquela em que Santos o coloca normalmente) e Wiliam com mais espaço. Não é que a selecção começou a jogar bem? Tudo começou a ser mais fluido, com a bola a correr entre os três do meio-campo (William, Renato e João Mário) e a chegar perigosa a Nani, Quaresma e Ronaldo. O espectáculo era insuportável para Fernando Santos, que decidiu pôr cobro à situação: a certa altura, com o resultado em 3-3 e a Hungria encostada às cordas, decidiu jogar com dois trincos. Enfim, sempre é a Hungria, de que Fernando Santos se lembra bem na infância: em cada húngaro ele via um Puskás, um Czibor, um Kocsis. "Estes gajos estiveram quase a ganhar o Mundial de 1954, quem sabe o que nos farão a nós", pensou. E assim se segurou aquele resultado precioso.

 

No meio disto tudo, o grande problema de Santos é Cristiano Ronaldo. Ele bem parecia já ter abosrvido a cultura táctica de Santos nos dois primeiros jogos, relançando o eterno tópico "a culpa é do Ronaldo" (para citar os clássicos) com que o português gosta de se entreter. Mas já estava a ser demais para ele. Vai daí e arranca uma exibição desastrosa: uma assistência preciosa, um golo de antologia e outro golo que, não sendo de antologia, só ele sabe fazer, com uma elevação à basquetebolista. Que decepção, Ronaldo. Estávamos a ir tão bem. Não repitas, por favor.


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Passámos a fase de grupos, que bom.

Agora o que interessa; então temos o presidente da comissão da carteira profissional de jornalistas a afirmar, e de peito feito, que Cristiano Ronaldo cometeu um crime ao fazer mergulhar em águas internacionais, de forma intencional, um microfone da cmtv.

O senhor Henrique Pires Teixeira, de sua graça, assegura-nos mesmo que tal crime, foi já decidido como tal deve, e será, investigado pelo nosso, dos portugueses, ministério público. Nesta demanda sobre o respeito que todos nós, Cristiano incluído, devemos à classe, deles, é este presidente acompanhado por Luís Filipe Simões, escriba, logo jornalista, do desportivo A Bola e membro da direcção do sindicato dos jornalistas.

Neste paraíso onde habitamos, temos também lagos mas de águas nacionais, e mar, muito mar, com sol, boa comidinha, que nos altera amiúde o colesterol, e hábitos mediterrânicos que nos fazem ferver em água, às vezes muita na maioria pouca. É aqui então que cresceu, foi crescendo, uma trupe que se protege, cuida e que reivindica, também de peito cheio, um tratamento especial. Não um tratamento a eles, mas sim o tratamento que proporcionam aos outros. Falamos de, vá, pessoas, que têm como fito de vida a busca da calúnia, a propagação de mentira, e a ocultação da verdade que não vende.

Intitulam-se jornalistas e, pior, os dirigentes desta classe, falamos de uma profissão que tem “carteira”, isto é, para que a exerçam alguém tem que os certificar, defendem-nos apenas e só por que são jornalistas. Estes dirigentes não se interessam se o que aquelas, vá, pessoas trasvestidas de jornalistas fazem diariamente. Não querem saber se são ou não avençados de interesses que chocam com a sua profissão. É-lhes indiferente, olham para os botões das suas camisas e fazem a escolha mais fácil e também a mais cobarde: defendem a podridão, defendem aqueles que destroem a credibilidade da sua classe e assim asseguram a manutenção dentro do sistema. Vão a festas, recepções, cocktail´s e que mais haja para encher a barriga, que a conação dá fome.

Esta reação corporativa apenas nos confirma a podridão que ainda existe por cá.

Bom, venha a Croácia no sábado.


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«Cristiano Ronaldo assenhora-se da bola e não deixa mais ninguém fazer nada. Por muito melhor do mundo que seja. Raphael Guerreiro é muito superior a bater os livres. Até o Talisca o faz muito melhor.»

Corvo, neste meu postal


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22 Jun 16
A ver o Europeu (4)
Pedro Correia

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Um jogo atípico. A pior primeira parte e a melhor segunda parte de Portugal neste Europeu - excepto os dez minutos finais, que foram para esquecer. Com um balanço nada adequado aos nossos pergaminhos: três jogos, três empates frente a selecções que nunca conseguiram derrotar-nos. Terminamos a fase de grupos com apenas três pontos. Com vitórias em vez de empates, poderíamos ter nove.

O nó que hoje ficou por desatar deveu-se sobretudo ao descalabro do nosso quarteto defensivo, embora com diferentes responsabilidades na repartição de culpas. Os laterais fizeram o pleno pela negativa: nem souberam fechar o corredor a defender, nem conseguiram rasgá-lo a atacar.

Esta foi a faceta pior do Portugal-Hungria, disputado hoje em Lyon, no maior recente estádio francês, em tarde de calor e sol. O melhor foi Cristiano Ronaldo, que se mostrou enfim ao seu verdadeiro nível nesta partida: marcou dois dos nossos três golos, aos 50' e aos 62', e ainda foi dele a assistência para o inicial, muito bem apontado por Nani aos 42'. O primeiro dele, marcado com o calcanhar, foi uma obra de arte. Candidata-se desde já a melhor golo do Euro 2016.

Ao bisar desta forma, Ronaldo torna-se o maior goleador em fases finais de mundiais e europeus - e vão sete certames consecutivos a facturar. Torna-se também o segundo melhor marcador de campeonatos da Europa, já com oito golos - menos um que Michel Platini, ainda recordista com os nove que marcou pela França no Euro 84.

 

Dir-se-á que tudo está bem quando acaba bem: para já conseguimos alcançar o nosso primeiro objectivo - o acesso aos oitavos-de-final, em que defrontaremos a poderosa Croácia. O jogo será este sábado, às 20 horas. Sabendo-se desde já que os portugueses terão menos 24 horas de descanso que os croatas, ontem vitoriosos perante uma Espanha frágil e desarticulada.

Enfim, até agora não ganhámos nem perdemos - o que denota falta de ambição da selecção das quinas. Limitámo-nos a cumprir os mínimos. E com alguma sorte à mistura: a Hungria ainda nos enviou uma bola ao poste.

 

Transitamos para os oitavos mas sem termos conseguido melhor do que o terceiro lugar no nosso grupo, atrás de islandeses e húngaros. E até podíamos ter sido os primeiros se não fosse a insólita falta de ambição revelada por Fernando Santos, que mandou a equipa recuar a dez minutos do apito final quando dominávamos a Hungria - hoje desfalcada de quatro titulares - e o resultado estava 3-3. Bastaria mais um para sairmos vencedores. Do jogo e do grupo.

Estranhamente, o seleccionador trocou Nani por Danilo, reforçando o nosso meio-campo defensivo e dando sinal aos jogadores de que a ordem não era para avançar mas para recuar no terreno.

A partir daí todos se conformaram. E o jogo terminou de forma penosa, com uns e outros aparentando querer sair de campo mais cedo do que o relógio determinava. Notória falta de ambição. Uma lamentável falta de respeito pelos portugueses que continuam a apoiar esta selecção nos mais recônditos recantos do globo.

 

Portugal, 3 - Hungria, 3

.................................................

 

Os jogadores portugueses, um a um:

 

Rui Patrício - Ao contrário do que o resultado final indicia, não teve má prestação em campo. Simplesmente não podia ter feito melhor em nenhum dos golos. Esticou-se bem em qualquer dos casos, mas eram remates indefensáveis.

 

Vieirinha - Outra exibição muito apagada do nosso lateral direito, em défice ofensivo e defensivo. O pior são os centros, que continuam a sair-lhe de forma deficiente: ou remata contra os adversários ou cruza para terra de ninguém.

 

Pepe - Prestação oscilante. Saiu várias vezes de posição e revelou desentendimentos pontuais com Ricardo Carvalho. Alguns cortes deficientes, vários passes desperdiçados. Mas cavou o livre de que resultou o nosso primeiro golo.

 

Ricardo Carvalho - O menos mau do nosso quarteto defensivo, embora sem revelar o fulgor de partidas anteriores. Deu a sensação de que podia ter feito melhor no segundo golo que sofremos.

 

Eliseu - Rendeu Raphael Guerreiro devido a problemas físicos do lateral esquerdo titular. Tímido a atacar, inseguro a defender. Ao perder a bola proporciona o primeiro golo húngaro. No terceiro, não cobre o rematador como devia.

 

William Carvalho - Pouco influente na manobra ofensiva durante a primeira parte, melhorou de rendimento na etapa complementar, soltando-se, quando Fernando Santos percebeu enfim que Moutinho e André Gomes precisavam de sair.

 

Moutinho - Confirma-se: não está em forma. Por isso se estranha a insistência do seleccionador em fazê-lo alinhar enquanto deixa Adrien e Rafa no banco. Hoje só actuou no primeiro tempo. Esteve 45 minutos a mais em campo.

 

André Gomes - Em notória má forma física, errou muitos passes e andou escondido naquele confuso meio-campo português. Deu lugar a Quaresma aos 61' - e logo se percebeu a diferença. Custa entender porque foi hoje titular.

 

João Mário - De longe o melhor do nosso meio-campo. Mas isso só se tornou evidente na segunda parte, quando Moutinho e André Gomes já tinham saído. Aí carregou no acelerador e fez uma assistência primorosa para o primeiro golo de Ronaldo.

 

Nani - Ao contrário dos colegas, destacou-se mais na primeira parte - onde foi o melhor português em campo. Fez o golo do empate (1-1) aos 42'. E vão 20, em 99 desafios ao serviço da selecção. Esgotado, cedeu o lugar a Danilo aos 81'.

 

Cristiano Ronaldo - Uma partida quase perfeita do nosso capitão: dois golos marcados - um deles de calcanhar - e uma assistência para o de Nani. Foi ele que fez a diferença. Faltou-lhe apenas acertar nos livres: só um, defendido in extremis aos 29', levava selo de golo.

 

Renato Sanches - Voltou a ser suplente utilizado, rendendo Moutinho aos 46'. Superior ao colega, o que não era difícil, mas começou inseguro e demorou a encontrar posição em campo. Bom lance individual aos 57'. Um passe rasgado para Ronaldo aos 80'.

 

Quaresma - Está em excelente forma, o que voltou a confirmar-se frente à Hungria. Entrou aos 61', para substituir o apático André Gomes, e no minuto seguinte já estava a servir Ronaldo para o segundo golo - terceiro de Portugal.

 

Danilo - Substituição incompreensível. Saltou do banco aos 81', para reforçar o bloco defensivo, quando Portugal dominava e nos bastaria mais um golo para vencer e subir ao primeiro lugar no grupo. Não esteve mal. Mas entrou para quê?


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O melhor do mundo...
Francisco Chaveiro Reis

...a atirar microfones para lagos vem da nossa Academia. Pumba.


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E agora?
Edmundo Gonçalves

E agora, como vai CR7 pagar o raio do microfone à CMTV?

Ou, como quem não se sente, não é filho de boa gente. E como a D.ª Dolores é uma joia de pessoa...

 

Mais a sério: Que esperava o repórter da CMTV, estação com quem Ronaldo tem relações cortadas, depois duma abordagem destas?


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20 Jun 16

Fernando Santos deve tirar Ronaldo do nosso onze titular?


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