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És a nossa Fé!

Hoje giro eu - CR7 ("calma, eu estou aqui!")

Cristiano Ronaldo acaba de ganhar o seu 5º "Ballon d`Or", juntando-se ao argentino Leonel Messi como os dois jogadores que mais vezes conquistaram o prestigiado troféu criado pela France Football para premiar o melhor jogador do mundo.

 

Gostaria que os nossos Leitores elencássem, por ordem de importância (da mais para a menos relevante), qual destes factores mais contribuiu para o sucesso desportivo deste fenómeno que tanto nos orgulha:

1) Formação social e desportiva recebida no Sporting Clube de Portugal;

2) A sua própria atitude comportamental, a sua resiliência e desejo de evoluir constantemente;

3) A importância de Alex Ferguson no burilar da matéria-prima que lhe chegou às mãos;

4) A projecção que um clube enorme como o Real Madrid conferiu à sua carreira.

 

Agradeço desde já as Vossas opiniões, as quais deverão ser submetidas até às 00:00 da madrugada de Domingo para Segunda-feira, momento após o qual anunciarei o resultado das votações.

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"Fogo amigo" sobre Cristiano Ronaldo

 

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Dizem-me que as "redes sociais" cá do burgo se encheram nas últimas horas de tugas indignados a disparar sarcasmos em diversos tons contra Cristiano Ronaldo, ontem eleito pela quinta vez melhor profissional de futebol do mundo. Preferiam talvez o argentino Messi, como se o nosso compatriota não tivesse conquistado só neste último ano a Liga dos Campeões, o campeonato espanhol e o Mundial de clubes, além de ter integrado a selecção portuguesa que subiu ao pódio da Taça das Confederações.

É sina nossa: quando alguém cá nascido e aqui criado se destaca, erguendo-se acima da mediania, logo sente os conterrâneos a crivá-lo de "fogo amigo", com palavras quase tão mortíferas como punhais. A inveja é uma espécie de passatempo nacional exercido com prodigalidade. E quanto mais alto está o alvo, mais se enfurece a legião de detractores.

Uma das críticas recorrentes a Cristiano Ronaldo, no vespeiro das redes, relaciona-se com o idioma: acusam-no de ter um domínio insuficiente do português. Tomaram muitos destes anónimos internautas que o apontam de dedo em riste - analfabetos funcionais - exprimirem-se tão bem não apenas na nossa língua mas também em inglês e castelhano, como se expressa o mais célebre n.º 7 do futebol à escala planetária.

Por mim, gostaria de ver muitos dos nossos políticos, que mal chegam a Badajoz desatam logo a palrar "estrangeiro", comunicar em português perante plateias internacionais como Ronaldo fez na gala da FIFA, recorrendo com orgulho ao idioma de Camões com o mundo a escutá-lo. Senti-me orgulhoso enquanto compatriota. E senti também orgulho pelo miúdo pobre do Funchal que subiu a pulso no desporto e na vida, à custa de muito talento, muito esforço e muito brio. Dando autênticas lições de tenacidade a milhões de meninos pobres que sonham conseguir o mesmo nos mais diversos recantos do planeta.

Tento imaginar os adeptos argentinos a torcer por Ronaldo enquanto lançam impropérios a Messi. Não consigo: esta é uma originalidade cá do torrão, nada transmissível. Padecemos de endémica alergia ao mérito enquanto prestamos tributo recorrente à mediocridade mais rasteira. Se existe sintoma do nosso atraso estrutural, no capítulo das mentalidades, é precisamente este. Que nos tem levado, geração após geração, a marcar golos consecutivos na própria baliza.

 

Texto publicado originalmente aqui

Como tudo começou

Cristiano Ronaldo foi ontem coroado pela FIFA como o Melhor Jogador do Mundo em 2017.

Sendo um jogador a quem se reconhece uma vontade inaudita para o trabalho, o seu trabalho, convém não esquecer o talento. E quando se fala no seu talento futebolistico retenho sempre o seu primeiro golo.

Este golo.

 

Se o Pedro Correia me autorizar vou, no dia de hoje, recuperar este seu texto:

 

«Golo de CRISTIANO RONALDO

Sporting - Moreirense, 3-0

7 de Outubro de 2002, Estádio José Alvalade

 

O melhor jogador do mundo, formado na academia leonina, começou com pé direito a sua extraordinária carreira como profissional do futebol. De verde e branco. Muitos de nós ainda nos lembramos de testemunhar ao vivo este fantástico golo do jovem atacante, então com apenas 17 anos.

O astro madeirense era ainda júnior de primeiro ano quando se estreou como titular da equipa principal à sexta jornada do campeonato 2002/03, disputada no histórico Estádio José Alvalade. O Sporting, campeão em título, derrotou o Moreirense neste encontro, em que Ronaldo marcou dois golos.

O primeiro tornou-se inesquecível. Para ele e para nós. O futuro Bola de Ouro recebeu a redondinha a meio-campo, com um passe de calcanhar de Toñito, e correu com ela, caminhando para a glória. Deixou três adversários pelo caminho e fuzilou o guarda-redes forasteiro, desencadeando calorosos aplausos e entusiásticas expressões de euforia em todo o estádio. Era o prenúncio de um dos mais brilhantes destinos já registados no desporto-rei. Com a nossa marca de origem.

"Minha Nossa Senhora! Que golo magistral de Cristiano Ronaldo!", exclamou o narrador do jogo, em vibrante e espontânea homenagem à capacidade técnica do jovem funchalense, que não escondia a pressa em tornar-se monarca coroado do reino do futebol.

"Quem viu, viu; quem não viu, visse!": podemos dizer isto hoje, ao recordar este golo, parafraseando António Oliveira. No final da temporada, despedimo-nos do velho estádio, que viria a ser demolido, e de Ronaldo, que rumou a Manchester. Por uma quantia tão ridícula que devia envergonhar quem tratou desse negócio: só 8,2 milhões de euros chegaram aos cofres leoninos, como depois se saberia.

Mas essa é uma história triste, que não me apetece aprofundar agora. Fiquemo-nos pela feliz memória daquele golo inicial do adolescente de raízes modestas que não tardaria a ser conhecido nos mais recônditos recantos do globo.»

Ainda o Ronaldo - não aconselhável a não fãs

Uma nota muito breve, para guardar o momento em que - apesar de quase toda a gente já ter recebido mensagens ou ter visto na net - o estádio ouviu que Cristiano Ronaldo estava em Alvalade no sábado.

"Esta noite, em Alvalade: 42,400 espectadores... e Cristiano Ronaldo". Foi assim que o speaker o anunciou. Logo se fizeram ouvir aplausos pelo estádio inteiro, e um "SIIIIIIII!" colectivo, vindo do topo Sul. Cantou-se e aplaudiu-se ainda por breves instantes. 

São momentos destes, o reconhecimento do "SIIII!" dele por quem acompanha futebol, a manifestação num estádio que será também sempre seu, numa altura em que tanto lixo circula, que me fazem não deixar de gostar de futebol. As referências conseguem de facto, ser uma parte muito importante de tudo isto. 

Isso, livres bem marcados, e golos Bruno Fernandescos, claro está!

É proibido dar-lhe nota dez?

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O jornal O Jogo, numa escala de zero a dez, dá hoje nota oito a Cristiano Ronaldo pela sua prestação na partida de ontem ao serviço da equipa das quinas. Num texto que começa da seguinte forma: «Mais uma noite de magia do melhor jogador do mundo.» E que termina assim: «Em suma, mais um recital de quem sabe e faz tudo com qualidade.»

São muito exigentes, lá no Porto. Não bastou a CR marcar três golos, um dos quais justifica a bem imaginada manchete do períódico tripeiro: Arte Trick (parabéns ao autor da ideia), acompanhada de fotografia a condizer. Nem lhe bastou estar envolvido nos cinco golos da selecção portuguesa frente às Ilhas Faroé. Nem sequer bastou protagonizar uma "noite de magia", fazendo "tudo com qualidade" no estádio do Bessa.

Caso para perguntar: o que deveria Ronaldo mostrar mais para merecer nota dez no mesmo jornal? Ou, ao menos, nota nove?

Dou voltas à cabeça sem encontrar resposta.

Imperador e príncipe

Resumindo, no jogo de ontem tivemos o prazer de ver em campo:

 

Um Imperador

Cristiano Ronaldo

Quando se ultrapassa o Rei Pelé na lista dos jogadores com maior número de golos ao serviço das selecções, só se pode ser… Imperador.

Aquele primeiro golo faz lembrar um outro, também de um jogador que passou pelo Sporting: Manuel Negrete, no México ’86.

 

Um Príncipe

William Carvalho

Com Ronaldo tudo se torna mais fácil

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Cristiano Ronaldo marcou mais três golos pela selecção nacional. O primeiro, num magnífico pontapé de bicicleta, é uma obra de arte.

Com ele em campo, parece sempre tudo mais fácil. Foi dos pés dele que começou a nascer a goleada desta noite: a equipa das quinas, jogando no estádio do Bessa, derrotou as Ilhas Faroé por 5-1.

Uma vez mais, CR7 supera um recorde pessoal: desta vez ultrapassando a marca estabelecida por Pelé - o melhor futebolista de todos os tempos, único a sagrar-se campeão mundial em três décadas diferentes: 50, 60 e 70.

Com os três de hoje, Ronaldo leva já 78 golos marcados. Mais um que o astro brasileiro. Está agora a seis do maior marcador europeu de sempre a nível de selecções: o lendário goleador húngaro Puskas.

Mas esta goleada teve outro grande protagonista: o nosso William Carvalho, numa das suas melhores exibições de sempre ao serviço da selecção. Marcou um golo (de cabeça) e fez assistência para outro. Em excelente forma.

Com esta vitória Portugal dá mais um passo importante rumo ao Mundial de 2018 que vai disputar-se na Rússia. A próxima etapa será já no domingo, frente à Hungria.

 

 

ADENDA: A selecção nacional entrou hoje em campo com sete jogadores formados no Sporting.

Hoje giro eu - 24 loucos minutos na vida de Cristiano Ronaldo

Hoje em Nou Camp, Cristiano Ronaldo, ainda em modo pré-época, entrou em campo apenas aos 57 minutos. Começou por desferir um pontapé-de-bicicleta que errou o alvo. Pouco depois, com um subtil toque de calcanhar, isolou Marcelo para um perigoso pontapé defendido por Ter Stegen. Na jogada seguinte, viu um golo (bem) anulado por estar ligeiramente em fora-de-jogo. Aos 79 minutos, recebeu a bola no peito, antes do meio-campo, tabelou com Isco, fez um sprint de 35 metros até à quina esquerda da área catalã, driblou Piqué e (uff,uff) enviou um missil de costa-a-costa ao ângulo superior direito da baliza do Barcelona. Golo! Aos 80 minutos, fez o seu habitual "número" de Hulk, o que lhe valeria uma cartolina amarela. Finalmente, 1 minuto depois, quando seguia isolado para a baliza contrária foi contrariado em falta por Umtiti e acabou expulso.

 

24 (!) loucos minutos na vida de um Cristiano Ronaldo com meia-dúzia de treinos.

O homem é um monstro!!!

 

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E em Portugal?

A justiça espanhola tem vindo a apertar o cerco à evasão fiscal no futebol, que durante décadas passou impune. Sem poupar sequer os grandes astros da modalidade.

Lionel Messi foi condenado - com sentença já transitada em julgado - por defraudar a administração tributária em 4,1 milhões de euros. Por sua vez, Cristiano Ronaldo está a ser ouvido num inquérito a propósito da suposta fuga ao fisco num valor de 14,7 milhões de euros relativos a direitos de imagem.

Impõe-se a pergunta: quando terá a justiça portuguesa oportunidade ou coragem para investigar todos os contratos dos jogadores de futebol profissional?

Cristiano, sempre ele

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O melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, garantiu mais três pontos à selecção nacional. Na vitória de hoje frente à Rússia - turma anfitriã do torneio - na Taça das Confederações. Portugal, com três jogadores do Sporting no onze titular, venceu e convenceu. Um golo solitário bastou para nos garantir os três pontos. Assinado pelo suspeito do costume, que marcou 14 golos nos últimos dez desafios disputados ao serviço da equipa das quinas.

Fica à atenção dos fãs domésticos de Lionel Messi, o segundo melhor jogador do futebol actual. Até eles já devem estar rendidos.

Cospem contra o vento

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Vem aí a quinta Bola de Ouro para o sócio n.º 94.592 do Sporting Clube de Portugal. Conquistador da Liga espanhola e da Liga dos Campeões, melhor marcador de sempre da Champions e goleador máximo desta prova pela quinta edição consecutiva.

Eis o palmarés de Cristiano Ronaldo: 12 golos nesta edição da Liga dos Campeões, 105 em todas as competições europeias e 600 desde que iniciou a carreira como jogador profissional. Recordes que continua a pulverizar, uns atrás dos outros.

Com duas consequências imediatas: o aumento exponencial do número dos seus admiradores à escala planetária e o aumento residual do número de lampiões ressabidos, que gritam "Messi" quando se cruzam com ele. Cospem contra o vento na esperança de lhe mudar a rota.

Da história à lenda

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Mais dois golos nesta campanha da Liga dos Campeões, em que marcou doze, e com um total de 105 desde sempre apontados nas competições europeias. Os de hoje, na final frente à Juventus, ajudaram a construir a goleada do Real Madrid: 4-1.

Cristiano Ronaldo, decisivo na conquista da terceira Champions em quatro anos para os merengues, confirma-se assim como candidato à conquista da quinta Bola de Ouro da sua carreira - já ganha em 2008, 2013, 2014 e 2016.

O sócio n.º 100.000 do Sporting vai superando todos os obstáculos, transitando da história à lenda. Naturalmente.

O ódio mais rasteiro

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Há jornais assim. Capazes de pôr o ódio clubístico mais rasteiro acima do primeiro mandamento do jornalismo, que é a expressão da verdade sem preconceitos de qualquer espécie. Veja-se a capa de hoje do diário Mundo Deportivo, que se publica em Barcelona. O título mais destacado - espantemo-nos - fica reservado ao prolongamento por um ano do contrato que liga Iniesta ao maior clube catalão. A meia-final madrilena da noite de ontem vem quase escondida, sob um título carregado de indisfarçável aversão ao melhor jogador do mundo: "Cristiano prolonga o pesadelo". E um "destaque" que assinala isto: "Um hat trick do português, iniciado com um fora-de-jogo."

Exemplo de jornalismo - mas pela negativa. Por cá, infelizmente, também há casos destes. Que ajudam a explicar o crescente divórcio entre leitores e jornais.

O melhor de sempre

Dez golos nesta Liga dos Campeões - oito só nestes últimos três confrontos, frente ao Bayern de Munique e ao Atlético de Madrid.

Ontem, mais três grande golos, vulgarizando o histórico rival madrileno no Santiago Bernabéu. Um de cabeça, dois com o pé direito.

Resultado: Cristiano, 3 - Atlético, 0.

O mundo do futebol não tem dúvidas: vem aí a quinta Bola de Ouro para o melhor jogador do planeta, para o melhor jogador de sempre.

Só alguns imbecis, por cá, vão gritando "Messi" quando o vêem. Todos sabemos muito bem porquê.

Não presta...

Pois, mais 3 golos na meia final da Champions. Cristiano Ronaldo não presta. Superação atrás de superação, recordes atrás de recordes. Factos*:

Títulos (21):

3 Campeonato do Mundo de Clubes, 1 Torneio de Toulon, 1 Campeonato da Europa, 3 Liga dos Campeões,1 Supertaça Europeia, 1 Liga Espanhola, 2 Copa del Rey, 1 Supercopa de España, 3 Liga Inglesa, 1 The FA Cup, 2 Football League Cup, 2 FA Community Shield.

Golos (610):

Por clubes (senior): 714 jogos, 522 golos; Por seleção (senior): 138 jogos, 71 golos; Por seleção (outros escalões) : 33 jogos, 17 golos

Prémios (44):

4 World Soccer Footballer of the Year; 4 Golden Boot; 4 FIFA Ballon d'Or; 2 Ballon d'Or France; 3 Equipa do Europeu; 1 UEFA: Melhor Avançado; 1 UEFA: Melhor Jogador; 3 Espanha: Melhor Marcador; 1 Premier League: Melhor Marcador: 1 FIFA Club World Cup Golden Ball; 10 FIFA Team of the Year; 2 Premier League: Melhor Jogador; 1 FPF: Jogador do Século; 5 Liga dos Campeões: Melhor Marcador.

(*fonte:www.zerozero.pt)

Cristiano Ronaldo, orgulho do Sporting Clube de Portugal!

Do Sporting para o mundo

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Esta foi outra noite de glória para o maior dos nossos: Cristiano Ronaldo marcou três dos quatro golos na vitória de hoje do Real Madrid no Santiago Bernabéu frente ao Bayern de Munique (sem Renato Sanches) na Liga dos Campeões, qualificando-se para as meias-finais da prova.

Já na primeira mão Ronaldo marcara os dois golos do triunfo madrileno em Munique frente à turma germânica (também sem Renato Sanches).

Cinco golos em dois jogos na alta roda do desporto-rei: o craque português volta a superar recordes. Desta vez ao tornar-se o primeiro jogador a atingir a marca dos cem golos na prova máxima do futebol mundial a nível de clubes.

Merece naturalmente os parabéns de todos nós.

O melhor do mundo, formado em Alvalade: eis a marca Sporting cada vez mais universal.

Senhores passageiros

Do alto da sua competência e do estatuto de melhor do Mundo na sua profissão, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro viu esta Quarta-feira, 29 de Março, ser-lhe reconhecido o mérito da dedicação a uma carreira, de ter vencido nela e de ter vencido o preconceito. O aeroporto da Madeira chama-se agora Cristiano Ronaldo.

Mais do que uma homenagem, esta decisão corajosa do Governo Regional da Madeira, é o reconhecimento por tudo o que Cristiano tem dado a um arquipélago que muito pouco lhe deu, pouco mais que o berço. Outros o acolheram, o acarinharam, o moldaram, o tornaram seu e o fizeram homem e futebolista dos melhores de todos os tempos.

Lá do alto onde por mérito próprio chegou, o estatuto de melhor permitiu-lhe com toda a frontalidade tratar os hipócritas por nome próprio. Naquele aeroporto, por breves instantes, gente houve que se ali à mão tivesse um buraco, rapidamente se escapulia por ele. Sincero e intelectualmente honesto, não se esperaria outra coisa de alguém que conviveu e aprendeu com os melhores. Àqueles que por mesquinho preconceito estiveram contra esta justa honraria, proponho um jogo simples: Desloquem-se ali ao lado, às Canárias que é o “estrangeiro” mais próximo, e perguntem o nome de um madeirense que não seja Cristiano Ronaldo.

Siiiiiii…

 

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