12 Dez 16

Não gostei

 

Da derrota. Precisávamos de ganhar este jogo para ultrapassar o Benfica e atingir a liderança do campeonato. Objectivo gorado: nem um ponto trouxemos do estádio da Luz. Derrotados 1-2, vemos o nosso principal rival ficar agora à distância de cinco pontos e fomos ultrapassados pelo FC Porto. Azarados à 13.ª jornada

 

Do árbitro. Actuação péssima de Jorge Sousa, que teve influência directa no resultado do clássico ao fazer vista grossa em duas jogadas de grande penalidade cometidas por jogadores do Benfica (Pizzi e Nelson Semedo) que dominaram a bola com a mão. No primeiro caso, o prejuízo para o Sporting foi ainda maior pois desse lance nasce o contra-ataque que resulta no primeiro golo encarnado.

 

Da falta de fair play do público. Durante todo o jogo os adeptos benfiquistas arremessaram cartolinas em direcção ao banco do Sporting e aos nossos jogadores sempre que iam marcar pontapés de canto. Inadmissíveis manifestações antidesportivas que não podem passar sem uma severa palavra de condenação.

 

Da falta de eficácia da nossa equipa. Fomos superiores em quase tudo neste confronto: tivemos mais posse de bola, mais ataques, mais remates, mais cantos. Faltou-nos superar a prova mais decisiva: sermos eficazes no último passe. Sem golos não há vitórias. E sem vitórias não há troféus.

 

Dos nossos laterais. Marvin, batido em velocidade, falha a dobra do central, e permite a Salvio movimentar-se à vontade no lance do primeiro golo do SLB. João Pereira, no segundo golo, desorienta-se na marcação e deixa-se antecipar por Jiménez. É cada vez mais evidente que os nossos laterais são as peças mais fracas no onze titular leonino.

 

De Bryan Ruiz. O costarriquenho é hoje uma pálida sombra do que foi na última temporada. Lento, apático, previsível, sem intensidade competitiva, anda a necessitar de uma prolongada cura no banco dos suplentes. Teve responsabilidade directa no lance do segundo golo, em que desistiu de acompanhar Nelson Semedo e parou, ficando a observar o jogo. Um comportamento inaceitável num desafio desta importância.

 

Das substituições. Jorge Jesus deixou Bruno César no balneário ao intervalo, mantendo em campo o inoperante Bryan Ruiz. Depois trocou o costarriquenho pelo inócuo Alan Ruiz, quando devia ter feito avançar André. Finalmente, quando mandou enfim entrar o brasileiro, trocou-o por Bas Dost, desguarnecendo assim a nossa frente de ataque quando precisávamos mais que nunca do ponta-de-lança holandês para marcar um golo. Não consegui entender.

 

 

Gostei

 

Da atitude dos nossos jogadores. Sem complexos nem temores, o Sporting dominou o jogo - sobretudo na segunda parte, remetendo o Benfica para o seu meio-campo. Quase todos os profissionais leoninos merecem uma palavra de elogio. As excepções já foram referidas mais acima.

 

De Campbell. Queriam um reforço? Aí o têm. Só não entendo por que motivo Campbell não alinhou de início. Jesus deu-lhe ordem para avançar na segunda parte e mal entrou o campo o costarriquenho abanou o jogo, criando sucessivos desequilíbrios. Serviu exemplarmente Bas Dost em dois primorosos lances da ala esquerda - um dos quais deu origem ao nosso golo. Foi pena que tivesse jogado só 45 minutos. Para mim foi o melhor em campo.

 

De Bas Dost. Voltou a marcar: já soma oito golos neste campeonato. E ainda mandou um petardo ao poste, na sequência de um centro de Campbell. Merecia que este lance também tivesse terminado em golo.

 

De Adrien. O nosso capitão voltou a ser o dínamo da equipa, demonstrando uma fibra e uma garra dignos de aplauso e elogio. Pareceu sempre o mais inconformado com o resultado negativo: nunca foi por ele que o Sporting baixou os braços. Aos 88', foi derrubado por Luisão à entrada da grande área do SLB: daria um livre muito perigoso contra o Benfica, que o árbitro não assinalou.

 

Do espectáculo. Foi um jogo intenso, emotivo e bem disputado, apenas estragado pela péssima actuação da equipa de arbitragem. Espero que Jorge Sousa não volte a arbitrar tão cedo uma partida do Sporting.


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11 Dez 16

Rescaldo do Benfica-Sporting, esta noite na TV:

 

Alexandre Pais (comentador, Record)

«Assim se conclui que o Sporting não merecoa ter perdido e que tem motivos de queixa do árbitro? Sem dúvida.»

Bernardino Barros (comentador, TVI 24)

«Duas grandes penalidades por assinalar. O primeiro lance foi ainda mais grave porque penalizou duplamente o Sporting: foi na sequência desse lance que surgiu o golo do Benfica em contra-ataque. Má arbitragem de Jorge Sousa, que adulterou o resultado.»

Dani (comentador, TVI 24)

«Pizzi tocou na bola com o braço. (...) Nelson Semedo pôs o braço na bola. Foram grandes penalidades.»

David Borges (comentador, SIC Notícias)

«Parece que a mão direita de Pizzi toca na bola. (...) O braço de Nelson Semedo alarga-se, pode haver grande penalidade.»

Duarte Gomes (ex-árbitro, SIC Notícias)

«Não é normal o mesmo jogador, na mesma jogada, tocar na bola duas vezes. Num segundo momento, Pizzi parece controlar a bola com o braço direito num movimento deliberado. Pareceu-me penálti. Depois o Nelson Semedo usa o braço para cortar a bola. Outro penálti por marcar.»

Joaquim Rita (comentador, SIC Notícias)

«O movimento de Nelson Semedo amplia a zona de impedimento de progressão da bola. Do meu ponto de vista é penálti, claramente. Também no outro lance [de Pizzi] houve uma grande penalidade por marcar contra o Benfica.»

Jorge Faustino (ex-árbitro, TVI 24)

«É inequívoco que é penálti [de Pizzi] e o árbitro não podia ter deixado de ter visto o lance.»

José Guilherme Aguiar (comentador, SIC Notícias)

«Ficaram dois pontapés de penálti por assinalar. O árbitro teve influência no resultado devido a estes dois erros graves que aconteceram.»

Luís Pedro Sousa (jornalista, Record)

«O Sporting não teve a sorte do jogo e foi penalizado pelas decisões mais importantes de Jorge Sousa.»

Manuel Fernandes (comentador, SIC Notícias)

«Tanto o Benfica como o Sporting não mereciam uma arbitragem desta natureza. No lance do Pizzi, ele [Jorge Sousa] está de frente; no lance do Nelson Semedo ele está no enfiamento, sem ninguém à frente. Os penáltis são flagrantes.»

Marco Ferreira (ex-árbitro, Record)

«Nelson Semedo cortou a bola com o braço direito, dentro da área do Benfica. Apesar de ter o braço junto ao corpo, o lateral direito dos encarnados fez o movimento deliberado em direcção á bola, quando procurou impedi-la de chegar à baliza.»

Miguel Guedes (comentador, RTP 3)

«O Sporting foi prejudicado neste jogo. (...) No primeiro lance parece-me evidente que Pizzi está a olhar para a bola e se não ajeita da primeira vez com o braço ajeita da segunda vez com a mão.»

Pedro Sousa (comentador, TVI 24)

«As grandes penalidades são evidentes. Claro que tiveram influência no resultado.»

Rodolfo Reis (comentador, SIC Notícias)

«É um grande penálti! [Pizzi] tem as mãos abertas, faz volume, a bola bate-lhe, ele domina-a, é penálti.»

Rui Pedro Brás (comentador, TVI 24)

«É penálti claríssimo [de Nelson Semedo], sem espinhas. Erro grosseiro da equipa de arbitragem.»

Rui Santos (comentador, SIC Notícias)

«O segundo lance é indiscutível: há um abrir do braço do Nelson Semedo e, portanto, há claramente a intenção de jogar a bola com a mão.»

Vítor Serpa (jornalista, A Bola)

«Há dois lances para penalty na grande área do Benfica. E se, no primeiro, de Pizzi, ainda se admite a interpretação, embora errada, do árbitro, no segundo, de Nelson Semedo, não há lugar a qualquer dúvida.»

Texto actualizado


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Faltam sete horas.


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10 Dez 16

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09 Dez 16

É já depois de amanhã, domingo, a partir das 18 horas, no estádio do Benfica. O primeiro grande embate dos dois maiores rivais do futebol português em nove meses, arbitrado por Jorge Sousa.

Quais são os vossos prognósticos para este Benfica-Sporting?


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30 Ago 16
A época da fruta
Alexandre Poço

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29 Ago 16
O dia seguinte
Pedro Correia

Bernardo Ribeiro, Record: «Longe de ter sido uma grande partida de futebol, o confronto de Alvalade mostrou duas equipas com ideias de jogo muito diferentes, casos bem decididos e o triunfo do melhor conjunto, ainda que para isso tenha tido de saber sofrer até ao fim. As lágrimas de Slimani, decisivo mesmo de saída, foram o bónus para os adeptos leoninos.»

 

João Sanches, O Jogo: «Antes desse tiro [de Gelson, a marcar o segundo golo] já os verdes e brancos tinham mão na partida, porque o "cérebro" William, atrás, com liberdades concedidas pelo miolo contrário, teve espaço e tempo para pôr a equipa a carburar, combinando rápido no meio e forçando pelos flancos. E assim prosseguiria o homem que virou o tabuleiro, juntando a isso inúmeras recuperações e até incursões na área azul e branca. Se o mercado estava a vê-lo, cuidado...»

 

José Manuel Delgado, A Bola: «O Sporting apresentou-se contra o FC Porto fortíssimo, mandou quase sempre na partida e promete a solidez que lhe faltou na época passada, comprometendo as ambições da equipa. E ainda deve ser trazida aqui à colação a fantástica dinâmica que existe em Alvalade entre a equipa e os adeptos. O estádio do Sporting está transformado num vulcão, onde os adversários sentem o calor da paixão leonina. Um caso muito sério.»


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O momento crucial do Sporting X FCP de ontem acabou por acontecer cerca dos 20’ da 3ª parte, já estávamos nós nas bifanas.
Antes assistíramos a dois episódios decisivos, em tudo contrários à tradição troiana do Sporting em que um qualquer cavalo de pau traz desagradáveis surpresas na barriga.
Nos primeiros 20’ viu-se Danilo a comer Ruiz com arroz, André André a entupir Adrien e o FCP a marcar um golo contra a nossa defesa de palas nos olhos, encadeado pelo sol. Um ou dois ajustes de fine tunning de Jesus e passámos a mandar no jogo.
Nos 15’ iniciais da 2ª parte o Sporting reduziu o meio campo do Porto a um bando de canários (que lindo amarelo traziam eles vestido, em vez do habitual padrão de barracas de praia); entra então em cena o canoro Tiago Martins, apitando faltas, faltinhas e faltolas, cada vez que os nossos recuperavam uma bola, até virar a corrente do jogo.
Em face destes dois contratempos deu-se um fenómeno extraordinária em Alvalade: a equipa recompôs-se com maturidade, tino e segurança e nunca nas bancadas estivemos com o coração nas mãos como era nossa antiga sina. Todos tinham a cabeça no lugar, todos sabiam o seu lugar no campo e até o hamletiano Zeegalaar, que hesita e procrastina cada vez que lhe calha a bola nos pés, dava mostrar de saber o que fazer. Os jogadores do Sporting ressudavam tranquilidade, determinados em serem campeões como se o final do campeonato fosse já amanhã.
Só na conferência de imprensa Jorge Jesus revelou a verdadeira provação que a equipa viveu durante a semana: sempre debaixo de fogo do mercado de transferências com cada um dos jogadores alvo dos agentes-snipers; um ambiente de deixar as cabeças à roda, os nervos em franja e descontrolar o ânimo do mais austero.
Os piadéticos que peroram sobre as “vicissitudes do jogo” e especulam sobre o que deveria ter acontecido depois de tudo ter acabado, já sabíamos que eram tolos graças ao aforismo: “os diletantes discutem táctica, os profissionais falam de logística.” Também já se sabia que o futebol tem a forma de um iceberg: o que se vê no jogo resulta da enorme massa de treino escondida dos olhares.
Por isso as declarações de Jesus converteram esta simpática vitória num épico insuspeito.


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28 Ago 16

Saímos de Alvalade com uma sensação de plenitude. Vimos um bom jogo, intenso e emotivo. E vimos a nossa equipa vencer mais um clássico - o sexto em sete partidas desde que Jorge Jesus foi contratado para treinador.

A vitória por 2-1 frente a um FCP mais sólido do que aquele que derrotámos a 2 de Janeiro para a Liga 2015/16 resultou de um exibição muito convicente - superior àquilo que indicia o resultado final, construído ainda na primeira parte após a turma portista ter estado a vencer.

Excelente organização colectiva da equipa leonina, com vários jogadores em excelente nível - quase a fazer esquecer já a ausência de João Mário, entretanto contratado pelo Inter. Não é fácil destacar um como melhor em campo, mas realço a presença combativa de Slimani, autor do nosso primeiro golo. Provavelmente o último que marcará pelo Sporting, pois despediu-se em lágrimas do público que o aplaudia sem reservas no fim da partida.

Aplausos bem merecidos para um dos maiores goleadores que vestiram a camisola verde e branca neste século. Ainda não partiu e já temos saudades dele.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Sofreu o primeiro golo deste campeonato, logo a abrir a partida, quando tinha o sol de frente e terá sido encadeado num lance de bola parada. Sem culpas neste lance, esteve em grande nível durante todo o jogo.

JOÃO PEREIRA (7). Não tem a energia de outros tempos, mas é um jogador cada vez mais racional. E combativo como sempre. Travou duelos constantes na sua ala e venceu a maioria deles. Com fibra leonina.

COATES (7). Outra exibição muito segura do central uruguaio com intervenções decisivas em diversos lances. Destaque para dois cortes consecutivos aos 54' e outro aos 71'. Dá solidez à equipa com a sua boa leitura de jogo.

RÚBEN SEMEDO (8). Impressiona como um jogador tão jovem tem já tanta maturidade competitiva. Todos os cortes lhe saíram bem e até pareciam fáceis - mesmo quando não eram. Grande qualidade na reposição de bola.

MARVIN (6). Foi o elemento mais apagado do nosso quarteto defensivo, sobretudo na primeira parte, em que por vezes se atrapalhou com a bola. Cresceu de rendimento no segundo tempo, saldando-se por uma exibição positiva.

WILLIAM CARVALHO (8). Foi um gigante nos confrontos individuais no meio-campo. E desta vez ousou diversas incursões pelo sector mais ofensivo. Cabeceou muito bem na sequência de um canto, mas Casillas negou-lhe o golo.

ADRIEN (8). Parece desdobrar-se em múltiplas acções de comando nas zonas mais diversas do campo. É o maestro indiscutível do nosso onze, mesmo quando aparenta algum cansaço, como hoje sucedeu perto do fim do jogo.

BRUNO CÉSAR (7). Nunca dá um lance como perdido, o que faz dele um elemento muito valioso no nosso plantel. Bom executante de lances de bola parada. Num livre, atirou ao poste. Da recarga viria o segundo golo. Saiu aos 90'.

BRYAN RUIZ (6). Muito marcado por Danilo, que lhe tolheu os movimentos, teve pouca posse de bola e não foi o desequilibrador a que nos habituou. Redimiu-se na jogada do segundo golo, assistindo Gelson Martins. Saiu aos 69'.

GELSON MARTINS (8). Pode ser o sucessor de João Mário e trabalha para isso: não se limita a brilhar na ala: já faz boas incursões para o eixo. Autor da recarga no primeiro golo e marcador do segundo, aos 26'. Substituído aos 69'.

SLIMANI (8). Marcou o primeiro golo (14') e teve excelente actuação no plano táctico, em pressão constante sobre a defesa, nunca deixando o FCP organizar-se a partir de trás. Alvalade tributou-lhe uma sentida e merecida homenagem.

CAMPBELL (7). Entrou aos 69' sob intensos aplausos de boas-vindas neste jogo de estreia com a camisola verde e branca. Correspondeu à expectativa com bons apontamentos, sobretudo no plano técnico. Temos reforço.

BRUNO PAULISTA (6). Entrou aos 69' com a missão de refrescar o meio-campo e desempenhou com brio a tarefa que lhe foi confiada. Vê-se no entanto que ainda lhe faltam rotinas que só virão quando tiver mais tempo de jogo.

CARLOS MANÉ (6). Jesus mandou-o entrar aos 90' para segurar a bola com a sua reconhecida mestria técnica. O jovem vice-campeão europeu sub-21 cumpriu, confirmando uma vez mais que o técnico pode confiar nele.


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Gostei

 

Da vitória. Triunfo indiscutível do Sporting no primeiro clássico da temporada. Vencemos e convencemos, com clara supremacia da nossa equipa frente ao FC Porto treinado por Nuno Espírito Santo.

 

Da reviravolta. Não é fácil virar o jogo perante uma equipa como o FCP estando a perder logo aos 8'. Mas o Sporting fez isso, com determinação e consistência, partindo para o intervalo já a vencer por 2-1, com dois golos marcados em doze minutos. O resultado manteve-se até ao apito final.

 

Da exibição. O Sporting apresentou em campo um onze maduro, sólido, seguro, confiante. Um onze construído à imagem e semelhança de Jorge Jesus.

 

Da intensidade do jogo. Partida emotiva, cheia de lances de ataque continuado e consistente. Um clássico que honrou os pergaminhos da modalidade.

 

De Slimani. Alguns imbecis especulavam antes deste desafio sobre o ânimo de Slimani, que já estaria "ausente" de Alvalade, considerando que já estaria com a cabeça noutro local, e que certamente iria "poupar-se" para preservar eventuais lesões. A exibição do avançado argelino provou o contrário: conquistou o livre que nos valeu o primeiro golo, marcado por ele (14'); foi sempre o primeiro jogador a perturbar o início da manobra ofensiva portista; forçou os defesas adversários a estar em alerta permanente. No final da partida despediu-se em lágrimas, sob fortíssima ovação, neste que terá sido o seu último jogo pelo Sporting. Despede-se com uma vitória. Sai pela porta grande: elejo-o como o melhor em campo num desafio em que quase todos os nossos jogadores estiveram muito bem.

 

De Rúben Semedo. Exibição de cinco estrelas do jovem formado na nossa Academia. Cortou tudo quanto havia para cortar no nosso reduto defensivo e repôs a bola em jogo sempre com qualidade e precisão. Exemplar o modo como travou uma investida perigosa de Herrera aos 16'. É já, sem a menor dúvida, um dos melhores centrais do futebol português.

 

De Adrien. Outra actuação de gala a pautar o jogo leonino e a incutir ânimo aos colegas do princípio ao fim. Podia ter marcado, com um grande remate aos 32': Casillas travou-o com uma defesa difícil.

 

De William Carvalho. Energia inesgotável do nosso maior recuperador de bolas, que se revelou um obstáculo intransponível à progressão dos jogadores portistas. Fez um cabeceamento letal a que Casillas correspondeu com a defesa da noite (56'). O nosso campeão europeu teria merecido este golo.

 

De Gelson Martins. Participou na construção do primeiro golo, com uma recarga quase vitoriosa a que Slimani deu o melhor desfecho, e marcou o segundo com um bom disparo. Progride de jogo para jogo. E ganha cada vez mais confiança à medida que Jesus vai apostando nele como titular.

 

Da estreia de Joel Campbell. O jogador costarriquenho, recém-contratado, estreou-se a meio da segunda parte e teve bons apontamentos encostado à ala direita, tanto a atacar como a defender. O público gostou e não lhe regateou aplausos.

 

De ver a nossa equipa invicta. Três jogos, três vitórias: estamos na liderança do campeonato com todo o mérito.

 

De ver as bancadas cheias. Hoje fomos 49.399 espectadores em Alvalade. Uma das maiores assistências de que há memória no nosso estádio.

 

Do estado do terreno. Temos enfim um relvado em bom nível. Já era tempo. E merece elogio especial.

 

 

 

Não gostei

 

Do golo portista. Ocorreu muito cedo e começou por gelar o estádio. Mas o gelo rapidamente derreteu perante a óptima réplica dos nossos jogadores.

 

Do resultado tangencial. Face à exibição da nossa equipa, acabou por saber a pouco.

 

Das expulsões. O árbitro Tiago Martins, muito nervoso nesta estreia a apitar um clássico, confundiu autoridade com autoritarismo ao expulsar o nosso treinador e o médico do Sporting, Frederico Varandas. Jorge Jesus já foi expulso mais vezes em apenas um ano no Sporting do que nos seis anos em que esteve no Benfica. Não há coincidências.

 

Da ausência de João Mário. O nosso campeão europeu já não está no Sporting. Mas a equipa não se ressentiu desta lacuna, o que confirma a sua maturidade e constitui uma homenagem suplementar que devemos fazer a esta equipa comandada por Jorge Jesus.


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O que faltou ao adversário
Francisco Chaveiro Reis

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27 Ago 16

Há algo que me custa observar num estádio de futebol e que se prende com aquele adepto que numa determinada partida achou por bem levar a sua excelsa a ver pela primeira vez um jogo de futebol.

Acreditem, não há pior. Ela nunca vai perceber em 90 minutos todas as nuances do Desporto-rei e ele não consegue ver o jogo com a atenção devida! Aquilo são perguntas atrás de perguntas e o pior é que o adepto fica completamente inibido de expressar-se com o calão que o adversário ou o árbitro merecem.

Deste modo, caros adeptos, aceitem este conselho: se a sua esposa, namorada, companheira ou simples amiga nunca foi à bola… também não a leve amanhã, pois a nossa equipa necessita do apoio de todos nós!


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Um azar nunca vem só...
Francisco Chaveiro Reis

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Esperemos que o autocarro do FCP tenha mais uns furos amanhã.


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26 Ago 16

Primeiro clássico da temporada: o Sporting vai receber o FC Porto este domingo, a partir das 18 horas, com arbitragem de Tiago Martins. Um jogo que promete emoções fortes.

Este espaço abre-se agora aos vossos prognósticos. Não se acanhem.


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01 Mai 16

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Fui ao Porto e voltei. Saí de manhã, aproveitei o dia pela zona do Dragão (tempo esplêndido), voltei à noite com os três pontos, e a memória de um grande Sporting.

A entrada foi atribulada e parte dos adeptos do Sporting entraram com o jogo já a decorrer. Enfim, clássicos a rever. Fiquei na caixa, na jaula, no que lhe quiserem chamar. Cantou-se, incentivou-se, saltou-se e gritou-se bastante três vezes. 

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Do Dragão: gostei do estádio, dizem-me que com o frio não é agradável, mas ontem não esteve frio. Do lugar onde estava, vi relativamente bem o jogo e a saída foi bastante tranquila.

No campo, o grande Sporting, o príncipe João Mário e seus companheiros. Estava tudo bem. Quem me conhece sabe que não entro em conversas de arbitragens, para bem ou para mal. Eu quero é ver golos e o Sporting ganhar, de preferência. Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!

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O terceiro golo. Depois de de se reclamar falta sobre Slimani, o jogo seguir e dar em golo, só podia acontecer histeria. Assumamo-lo: o terceiro golo foi a histeria nas bancadas. Por ser o terceiro, por poder significar um matar do jogo, por vermos a bola passar Casillas e a linha tão devagar que tudo podia acontecer, por nem acreditarmos num golo assim. Foi a loucura na arquibancada visitante.

Fui com amigas, encontrei amigos. Os nossos "vizinhos" dos blogs Bancada de Leão e A Norte de Alvalade são já dois amigos que gosto de rever em jogos do Sporting. Ficam as selfies da praxe.

Em suma, foi a minha estreia no Dragão, e não podia ter corrido melhor.

A reter, duas coisas: continuamos na luta, e sábado despedimo-nos dos jogos em Alvalade este campeonato. Enchemos o estádio para o aplauso que merece esta rapaziada? #euvoulaestar


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30 Abr 16
Cão sofre.
João Caetano Dias

 A seguir ao penalty que deu o empate ao Porto, não quis ver mais.

 

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O Sporting faz 2-1 e ele espreita para a TV.

 

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O Porto tenta empatar. Esconde-se. Não quer ver.

 

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Acabou!

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Sexto clássico da temporada disputado pelo Sporting, quinta vitória leonina. Conseguida ao fim da tarde de hoje num estádio do Dragão a rebentar pelas costuras mas que se foi despovoando à medida que os minutos se escoavam, sobretudo depois de termos ampliado a nossa vantagem, cifrando o resultado em 3-1. Desde 1975/76 que não vencíamos os dois jogos do campeonato ao FC Porto - o que diz muito sobre o nosso desempenho nesta Liga prestes a terminar.

O resultado reflecte a clara superioridade dos Leões em campo, com excelentes exibições de João Mário (para mim o melhor em campo), Slimani (mais dois golos, somando já 26) e Adrien, uma actuação muito consistente de Wiliam Carvalho e Rui Patrício evidenciando grande forma. O triunfo começou a ser construído ainda cedo, aos 25', e ao intervalo vencíamos por 2-1. O desfecho da partida nunca chegou a estar verdadeiramente em causa, apesar da boa réplica que a equipa comandada por José Peseiro nos foi dando em certas fases do desafio.

Com este triunfo atingimos 80 pontos na Liga 2015/16 - mais 13 do que os portistas e mantendo a distância do líder, SLB. Faltam dois jogos para terminar o campeonato. Dois jogos que serão disputados como verdadeiras finais.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Uma defesa decisiva logo aos 7', transmitindo confiança à equipa. Voltou a evidenciar excelente forma noutras intervenções: aos 47', 74' e mesmo no fim da partida, já no segundo minuto do tempo extra.

SCHELOTTO (7). Já titular indiscutível como lateral direito, onde revela indiscutível dinâmica - não só no apoio ao ataque como na recuperação defensiva. Muito atento às coberturas. Grande centro aos 32': Slimani quase marcou.

COATES (7). Em destaque no eixo defensivo. Cortes oportunos aos 20', 42', 76', 80' e 90'. Protagonizou duas jogadas polémicas: uma resultou num penálti discutível sobre Brahimi, outra podia ter gerado uma grande penalidade sobre Aboubakar.

RÚBEN SEMEDO (7). Atento, dobrou bem os colegas dos flancos quando progrediam no terreno. Voltou a revelar bons apontamentos técnicos e segurança na reposição de bola, contribuindo para a nossa boa organização colectiva.

MARVIN (6). Menos ousado nas subidas no terreno do que Schelotto, revelou solidez e concentração na cobertura defensiva, combinando bem com os colegas do seu bloco. Compensa em concentração o que ainda lhe falta em rotinas.

WILLIAM CARVALHO (8). Serviu de travão às incursões adversárias no corredor central, forçando os portistas a procurar as alas. Recuperou várias bolas e passou-as quase sempre bem. O nosso primeiro golo nasce de um desses passes.

ADRIEN (8). O maior desequilibrador do meio-campo, funcionando com a categoria a que nos habituou. Alarga sempre o jogo leonino, como hoje ficou bem patente. Excelente abertura aos 32', originando uma das melhores jogadas do desafio.

JOÃO MÁRIO (9). Exibição superlativa, coroada com duas assistências para golo - aos 23', servindo Slimani com um cruzamento perfeito, e aos 85', lançando Bruno César com sucesso. Podia ter marcado logo aos 5'. Próximo da perfeição.

BRYAN RUIZ (7). Actuação esforçada, mas consistente, sem vedetismos. Foi dele a assistência para o segundo golo de Slimani, aos 44'. Quase repetia a dose aos 69': Casillas travou o argelino. Desempenhou boas missões defensivas.

TEO (6). O mais discreto dos nossos homens da frente. Procurou muito a bola, baralhou marcações, tentou servir bem os companheiros, mas sem a acutilância revelada noutros jogos. Cedeu o lugar a Bruno César aos 81'.

SLIMANI (9). É já o segundo melhor rematador do Sporting num campeonato deste século. Estreou-se hoje como artilheiro no Dragão, bisando. Forçou Casillas a soberbas defesas aos 32' e 69'. Quanto mais marca mais quer marcar.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou pouco mais de dez minutos mas foi quanto bastou para ser um dos protagonistas do encontro. Aos 85' marcou o terceiro golo com o seu pé-canhão (o esquerdo). Casillas ajudou, fazendo um frango.

GELSON MARTINS (-). Rendeu Bryan Ruiz aos 90', só para queimar tempo quando ao Sporting já só interessava segurar a vantagem confortável no marcador.

PAULO OLIVEIRA (-). Regressou à equipa, meses depois, mas nem chegou a tocar na bola. Esteve apenas um minuto em campo, tendo entrado para o lugar de João Mário.


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Gostei

 

De vencer mais um clássico. Foi a nossa quinta vitória da temporada frente às duas outras equipas consideradas grandes do futebol português. Uma vitória categórica fora de casa frente ao FC Porto, por 3-1. Uma vitória que gelou o Dragão - onde não ganhávamos há nove anos para o campeonato.

 

De João Mário. Uma partida fantástica do nosso internacional que hoje jogou essencialmente como ala direito, confirmando-se como o melhor jogador jovem do campeonato português - e também o melhor em campo neste clássico. Fez duas excelentes assistências para golo: aos 23' (o primeiro) e aos 85' (o terceiro).

 

De Slimani. O grande artilheiro desta ponta final da Liga 2015/16, sem sombra de dúvida. Hoje voltou a marcar mais dois golos: o segundo, de cabeça, foi extraordinário. Já soma 26: é o segundo melhor marcador do Sporting deste século, só ultrapassado por Jardel em 2001/02. E promete não ficar por aqui.

 

De Adrien. Outra grande exibição, deixando já antever um promissor Campeonato da Europa em França, onde será certamente titular. Fez tudo bem, como obreiro essencial da nossa organização colectiva. E com uma forma física invejável.

 

De William Carvalho. Também ele contribuiu - e de que maneira - para o indiscutível domínio leonino na faixa central do terreno, complementando as actuações de Adrien e João Mário. Foi ali mesmo que o Sporting começou por vencer este desafio.

 

De Rui Patrício. Teve defesas decisivas ao longo da partida. Aos 7', após recarga. Aos 47', num remate à queima-roupa. Aos 74', travando muito bem um livre directo. Transmitiu confiança à equipa.

 

Da qualidade global do jogo. Foi um verdadeiro clássico, intenso e emotivo, disputado com grande velocidade. Um bom espectáculo de futebol.

 

Da superioridade leonina. Fomos superiores em quase todas as etapas do jogo, excepto nos dez minutos que se seguiram ao golo solitário do FC Porto, obtido de grande penalidade. Com determinação, força de vontade e clara supremacia técnica.

 

Do factor sorte. Desta vez esteve do nosso lado. Com uma bola do FCP ao poste (por Herrera aos 7') e outra à barra (por Sérgio Oliveira aos 51').

 

Do entusiástico apoio dos adeptos leoninos. Alguns milhares de espectadores pintaram de verde as bancadas do Dragão e nunca deixaram de puxar pela nossa equipa.

 

De termos conservado a distância de dois pontos em relação ao SLB. Ultrapassámos o obstáculo mais difícil desta recta final da Liga, mantendo intactas as nossas aspirações ao título. O campeonato vai disputar-se palmo a palmo até ao fim. É, desde já, um dos mais renhidos de sempre.

 

De termos superado mais um marco. Nunca tínhamos ganho dois clássicos fora no mesmo campeonato. Superámos mais esta barreira. Com cinco golos marcados (três ao SLB, dois ao FCP) e só um sofrido (hoje, de penálti).

 

 

Não gostei

 

Do cartão mostrado a Adrien aos 73'. Uma jogada casual, como há centenas de outras em todas as jornadas, foi sancionada com amarelo por Artur Soares Dias. Não havia necessidade.

 

Da descrença do público afecto ao FC Porto. Mal Bruno César marcou o terceiro golo do Sporting, iam decorridos 85 minutos, registou-se uma debanda geral no Dragão. Interrogo-me se entre esses adeptos estaria o Miguel Sousa Tavares, que há quatro dias garantia no jornal A Bola: "Sosseguem, benfiquistas, o FC Porto vai travar o Sporting."


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Um dia importante
António Manuel Venda

Há quem ande por aí a dizer que será o Porto a decidir o campeonato, mas não creio que possa decidir alguma coisa. O Sporting é que tem de decidir, resta saber se decidirá bem. Em disputa contra uma equipa relativamente fraca mas que consegue ganhar quase sempre nem que seja das formas mais disparatadas (o actual líder da classificação), seria preciso não falhar hoje à tarde, só que sobre isso nada se pode dizer por agora. O Sporting já falhou inúmeras vezes esta época sem que se perceba bem o que aconteceu. Vendo pelo valor das equipas, deveria ter perdido no máximo uns quatro pontos. Quando as coisas pareceram complicar-se (empate em Guimarães, com aquela patética figura do William no fim a dizer que continuávamos em primeiro), eu apostei num empate com o Benfica em casa para manter os estragos minimamente controlados, mas nem isso aconteceu. Acho que o treinador não percebeu bem as coisas (sendo indiscutivelmente o melhor, tem alturas em que perde um bocado a noção da realidade). Hoje será sempre um dia importante, dependendo do resultado (vitória do Sporting, continua a disputa até ao fim; outro resultado, José Peseiro passa à história com o único treinador ligado a dois campeonatos mal perdidos pelo Sporting, um a mandar – ? –, outro apenas a observar).

 


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Mood da manhã
Marta Spínola

Sr. Anastácio, em "O leão da Estrela":

Vou pro Porto, vou pro Porto."


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02 Abr 16

20160402_143255.jpg

A. A nota cor Sporting vale 100 euros; a cor Benfica 10 euros.

B. Num campeonato a três entre os três primeiros (Benfica, Sporting e Porto).

O Benfica teria três pontos: derrotas com Porto na 5ª e na 22ª jornada, com um golo marcado e três sofridos: derrota com o Sporting na 8ª jornada, 0-3 e uma magra vitória na 25ª jornada por 1-0 num jogo em que um jogador de penteado peculiar esteve prestes a inutilizar o capitão da Costa Rica para a prática do futebol [os tais três pontos] , portanto, Benfica, quatro jogos, três derrotas.

O Sporting teria sete pontos (falta o jogo da 32ª jornada; vamos considerar um empate a zero) os resultados com o Benfica já vimos e uma vitória sobre o Porto, à 15ª jornada por 2-0.

Recapitulando, uma vez que estamos em posse de todos os resultados:

1º Sporting; 7 pontos # 5 golos marcados / 1 golo sofrido

2º Porto; 7 pontos # 3 golos marcados / 3 golos sofridos

3º Benfica; 3 pontos # 2 golos marcados / 6 golos sofridos

C. A Liga Portuguesa, até agora, tem 27 jornadas completas e uma 28ª incompleta, vou considerar já a 28ª jornada para esta contabilização.

Até agora, teve quatro líderes isolados:

1º O Arouca na 2ª jornada

2º O Sporting da 8ª à 13ª jornada

3º O Porto na 14ª jornada

4º O Sporting da 15ª à 24ª jornada

5º O Benfica da 24ª à 28ª jornada

Líderes isolados:

1º Sporting - 15 jornadas, até agora

2º Benfica - 5 jornadas, até agora (mesmo que lidere até final final não tem possibilidade de alcançar o Sporting [nem com todos os "vouchers" do mundo])

3º Arouca e Porto - 1 jornada, cada, até agora.

Voltamos ao princípio, 100 euros melhor que 10 euros.


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03 Mar 16

Vem aí mais um clássico, que também é um dérbi. O Sporting-Benfica, a jogar a partir das 20.45 de sábado, com arbitragem de Artur Soares Dias.

Tenho a maior curiosidade em saber quais são os vossos prognósticos para este desafio.


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12 Fev 16
Claudicam
Pedro Correia

É um padrão já estabelecido: não ganham um jogo grande. Vão em cinco clássicos nesta temporada: foram derrotados em todos. Com nove golos sofridos e apenas dois marcados.

Claudicam, portanto, nos momentos decisivos. E ninguém claudica tanto como o "goleador" que nestes confrontos continua sem marcar. Nem um golito para amostra, chova ou faça sol. Esta noite lá voltou ele a meter a viola no saco. 


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03 Jan 16

Sporting_Porto.png

A vitória do Sporting no clássico de ontem era fundamental para a consolidação do estatuto de candidato ao título. Acontece que a leonina mentalidade ganhadora imposta por Jorge Jesus, de que os vizinhos de Carnide já foram vitimas por três vezes, ainda não tinha sido posta à prova num desafio com o Futebol Clube do Porto, que sem dúvida possui o mais caro conjunto de jogadores alguma vez participante num campeonato nacional. 

Duas notas mais: 1º - Espera-se que Fernando Santos preste atenção àquele assombroso triângulo de meio campo composto por Adrien Silva, William Carvalho e João Mário. 2ª -  À 15ª jornada o Sporting exibe-se no 1º lugar da tabela classificativa com a defesa menos batida do campeonato - onde pontua uma jovem certeza que é Paulo Oliveira - um facto para relevar também à atenção do seleccionador nacional.


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E vão quatro
Pedro Correia

9 de Agosto: vitória sobre o Benfica (1-0, Supertaça)

 

25 de Outubro: vitória sobre o Benfica (3-0, campeonato)

 

21 de Novembro: vitória sobre o Benfica (2-1, Taça de Portugal)

 

2 de Janeiro: vitória sobre o FC Porto (2-0, campeonato)


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1.jpg

 

 

Gostei

 

Da vitória. Triunfo claro sobre o FC Porto num clássico que confirmou todas as expectativas. Ganhámos por 2-0 e estivemos mais próximos do 3-0 (com uma bola ao poste e outra à barra) do que os portistas de marcarem o golo de honra.

 

Do nosso domínio. O Sporting foi sempre a melhor equipa em campo, sem discussão. Impôs um jogo acelerado, em pressão alta e fluxo contínuo, com perfeita organização colectiva.

 

Do ambiente em Alvalade.  Esta noite estivemos 49.382 em Alvalade. Estádio cheio, ambiente vibrante, atmosfera digna da melhor festa do futebol.

 

De Slimani. Marcou dois golos (26' e 85'), poderia ter marcado um terceiro (rematou à barra aos 64') e foi incansável na construção da vitória. Fez um centro perfeito para o remate de Bryan Ruiz aos 69'. Até se envolveu com frequência na manobra defensiva, sem egoísmos de qualquer espécie. Merece o título de melhor em campo. E leva dez golos já facturados neste campeonato.

 

De Adrien. O pulmão da equipa, o estratego do nosso onze. Sempre em jogo, sempre a ler bem as incidências da partida, sem falhar um passe. Foi um elemento crucial desta importante vitória. Merecia ter marcado: aos 70' atirou ao poste,com um disparo após assistência de Gelson Martins.

 

De João Mário. Neste jogo tudo lhe saiu bem. Começou por dar o mote com duas jogadas excelentes no flanco esquerdo (aos 16' e 37') que nos fizeram saltar das bancadas. Baralhou continuamente as marcações, dando um toque suplementar de classe à exibição leonina. Aos 64' fez uma assistência perfeita para Slimani, que cabeceou à barra.

 

De Bryan Ruiz. Foi uma das surpresas de Jorge Jesus para este jogo, actuando com liberdade de movimentos no eixo central, à frente de Adrien, quando se esperaria Montero naquela posição. Como sempre, pertenceram-lhe alguns dos lances com maior requinte técnico. Mas a cereja em cima do bolo foi a soberba assistência que fez para o segundo golo de Slimani, com um passe a rasgar a defesa portista.

 

De Rui Patrício. Teve duas intervenções decisivas: a primeira aos 19', quando saiu dos postes sem a menor hesitação, anulando uma cavalgada de Aboubakar; a segunda aos 32', fazendo a mancha com toda a eficácia quando tinha pela frente o mesmo jogador.

 

De Naldo. Fez a sua melhor exibição de verde e branco. Impecável no eixo da defesa: cortou tudo quanto havia a cortar. Terá agarrado de vez a titularidade nesta partida.

 

De ver o nome do novo patrocinador estampado nas camisolas. A lembrar-nos do excelente negócio que o Sporting fez com o operador televisivo vizinho de Alvalade.

 

De começar o ano desportivo da melhor maneira. A vencer, naturalmente.

 

De ver o Sporting novamente no topo da classificação. Recuperámos o nosso lugar natural, na liderança do campeonato, após só uma semana na segunda posição. Queremos manter-nos em primeiro. Queremos ser campeões, como esta noite milhares de vozes entoaram no estádio.

 

2016-01-02%2021.05.39[1].jpg

 

 

Não gostei

 

De William Carvalho. Apático, desligado, sem ritmo, a falhar passes e a perder bolas. Destoou do resto da equipa com uma exibição irreconhecível.

 

Da tardia entrada em campo de Aquilani. O italiano só entrou aos 88'. Para render Adrien. Devia ter aparecido mais cedo, substituindo William.

 

Do treinador do FC Porto. Lopetegui passou o tempo a gesticular como um actor de filmes burlescos e a gritar aos jogadores. Transmite uma imagem de permanente intranquilidade que só pode contagiar a equipa.

 

Fotografias minhas, tiradas esta noite em Alvalade


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30 Dez 15

Vem aí mais um clássico: o Sporting recebe o FC Porto no próximo sábado, a partir das 20.45. Com arbitragem de Hugo Miguel.

Quais são os palpites para este jogo?


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22 Nov 15
Metade
Pedro Correia

Dos seis jogos que o Benfica já perdeu esta temporada, três foram contra nós.


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19 Nov 15

O dérbi do próximo sábado, para a Taça de Portugal, será o terceiro confronto da temporada entre o Sporting e o nosso mais antigo rival.

O balanço, até agora, é-nos totalmente favorável.

Vitória indiscutível, embora por números escassos (1-0, golo creditado a Teo Gutiérrez numa partida em que se registaram 38 ataques do Sporting contra apenas 19 do Benfica) a 9 de Agosto, no estádio do Algarve, com a consequente conquista da Supertaça - troféu que nos fugia desde 2008.

Vitória esmagadora alcançada com máxima naturalidade no estádio da Luz por números inéditos (3-0, golos de Teo, Slimani e Bryan Ruiz), que nos permitiu ampliar a distância face aos encarnados no campeonato: oito pontos, embora eles tenham disputado menos um jogo.

O confronto de sábado - o primeiro clássico em Alvalade na época em curso - permitirá confirmar a tendência para este Sporting treinado por Jorge Jesus se superiorizar a este Benfica treinado por Rui Vitória. Uma espécie de campeonato dentro do campeonato, uma espécie de taça muito particular dentro da outra Taça - a verdadeira.

Do nosso lado, à partida, não se admite outro cenário: queremos a terceira vitória sobre o SLB em menos de quatro meses com os nossos cinco inegociáveis em campo. Até para confirmar o adágio: não há duas sem três.


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23 Out 15

Vamos lá bater o recorde de prognósticos: quais são os vossos palpites para o Benfica-Sporting do próximo domingo?


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16 Out 15

Não percebi a necessidade que Bruno de Carvalho teve de especificar que iria ver o dérbi em casa. Pondo de lado a hipótese de incorrer num ilícito, acompanhando imagens pirateadas do jogo, o presidente do Sporting admite assim que é assinante da BTV.

Ora aqui está um tema em que discordo frontalmente dele.


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27 Abr 15
Nulo
Pedro Correia

Não vi o "clássico" de ontem. Dizem-me que terá sido o mais medíocre deste século: um jogo sem lances ofensivos, sem remates e sem golos. Não me custa acreditar: as escassas imagens seleccionadas pelas televisões são a melhor prova de que nem só o resultado foi nulo. Mas haja alegria: os meus amigos benfiquistas festejam como se não houvesse amanhã. É pelo menos a segunda vez, em poucos meses, que celebram um empate como se tivessem vencido.

Dizem-me que havia mais portugueses na equipa de arbitragem deste "clássico" do que no conjunto das duas outras equipas: dos 22 jogadores iniciais, apenas três compatriotas nossos pisaram a relva.

Tanto estrangeiro porquê? "Para melhorar a qualidade do espectáculo", há quem me garanta. Fico esclarecido.


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03 Mar 15

Querem saber uma coisa? Fiquei muuuuuito mais aborrecido com o mau resultado contra o Benfica em casa do que com a derrota contra o FCPorto.

Sinceramente, fosse qual fosse o resultado deste fim de semana dificilmente o Sporting chegaria lá acima. Diz o povo que "candeia que vai à frente alumia duas vezes". E tem razão!

Mas não me posso esquecer do banho de bola que demos aos lampiões para depois termos um resultado daqueles... E este fim de semana, mesmo com evidentes quebras físicas, nunca apanhámos o banho que demos ao Benfica.

Por isso o resultado deste último jogo não me aborrece (obviamente que preferia ganhar), enquanto do outro não me esqueço. E nada tem a ver com a equipa adversária... que fez o que lhe competia, mas somente com o resultado demasiado pobre numa exibição de grande nível.

E isso é que chateia. O resto é futebol!


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01 Mar 15
Futebol em Marte
José Navarro de Andrade

Ver o jogo pela transmissão da Sky traz à evidência como são marcianas as arbitragens portuguesas.

Aos 7’ Casemiro derruba Adrien pelas costas e os comentadores dizem que deve ter escapado às câmaras a amostragem do cartão. Depois ficam intrigados.

18’: Pseudo falta de William Carvalho na grande-área do Porto. Comentadores admirados.

23’, 38’ 39’: Casemiro espanca sistematicamente Nani: “he will see a yellow card some point in this game”.

53’: Primeiro amarelo do jogo para Jonathan. Comentário: “em que foi diferente de Casemiro?”

55’: Nani agredido por Alex Sandro – “that is for me deliberate. Should be red card.”

62’: Cartão amarelo para Nani (!!!): “That’s heightening his senses of injustice.”

68’: Cartão amarelo para Cedric – “But Porto has played more physically.”

Já agora:

83’ Cedric derruba jogador do FCP para cartão amarelo. Como o primeiro tinha sido ridículo o árbitro coibiu-se de mostrar este.

Durante todo o jogo Nani não conseguiu ter a bola mais de cinco segundos sem ser agredido. Claro que Porto dominou e quase esmagou - “Porto: four chances three goals” - depois de o jogo ter sido habilidosamente formatado assim, pior seria que não conseguisse.

Quanto ao Sporting só há a referir que Tobias poderá vir a ser um grande jogador. Hoje foi uma calamidade que, sozinho, deitou tudo a perder.


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Numa palavra
Luciano Amaral

Penoso.


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Não gostei

 

Do clássico perdido no Dragão. Ao contrário do que sucedera na Taça de Portugal, quando derrotámos o FCP por 3-1, desta vez saímos do Porto com uma derrota. Pesada mas merecida, há que reconhecer.

 

Do descalabro defensivo. Os três golos nascem de claros desposicionamentos e clamorosas falhas de concentração da nossa defesa, com destaque para o eixo central, muito adiantado e sem capacidade de recuperação, que foi abrindo avenidas por onde Tello circulou à vontade nas três ocasiões.

 

De Jonathan Silva. Nervoso, imaturo, sem ousar progredir no seu corredor, perdendo sucessivos duelos com os azuis e brancos, batido em técnica e velocidade. Foi um pálido substituto de Jefferson, ausente por motivos disciplinares e que muita falta nos fez neste jogo.

 

Das bolas perdidas em terreno perigoso. Foram tantas que a partir de certa altura deixei de contá-las. E cada uma delas provocava sérios calafrios à nossa equipa, que esteve sempre mais perto de sofrer o quarto golo do que de marcar o primeiro.

 

Da nossa má construção ofensiva. Previsível, atabalhoada, com extrema lentidão. E quase sempre inofensiva. É inaceitável termos chegado ao fim do jogo sem um só remate à baliza.

 

Das oportunidades desperdiçadas. Aos 29': Adrien, no corredor central, com espaço, remata para as nuvens. Aos 38': Carrillo, bem servido por Nani, atira ao lado quando tinha tempo e espaço para fazer muito melhor.

 

De Nani. Podia ter feito a diferença. Mas não fez.

 

De Montero. Foi titular. Mas não o vi em campo.

 

De Slimani. Substituiu Montero aos 61'. Mas também não o vi em campo.

 

Da segunda parte. O Sporting veio do intervalo a perder 0-1. Mas pareceu ter regressado ao relvado já rendido à derrota.

 

De ver o Sporting mais distante do segundo lugar. Não é uma distância irrecuperável, mas já é quase intransponível.

 

 

Gostei

 

De William Carvalho. Voltou a fazer a diferença, pela positiva, numa equipa hoje com mau rendimento global. Foi o mais combativo, o mais inconformado, que batalhou enquanto pôde, no limite das forças, recuperando bolas e tentando pô-las a circular da melhor maneira, infelizmente pouco e mal acompanhado.

 

De Rui Patrício. Sem culpas nos golos, fez um par de boas defesas que evitaram uma derrota mais ampliada.


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Quando soar o apito do árbitro no Dragão, mais logo, terão decorrido apenas sessenta e nove horas e dezassete minutos desde o fim do anterior jogo do Sporting - a desgastante partida frente ao Wolfsburgo em Alvalade.

Fica o registo. Para mais tarde recordar.


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28 Fev 15

Quinta-feira, frente ao Wolfsburgo, jogámos sem medo, sem complexos, com garra e com raça.

É assim que queremos que os nossos jogadores joguem sempre. Quer ganhem, quer empatem, quer percam.

Queremos que nunca virem a cara à luta.

E queremos vê-los assim já novamente amanhã, frente ao Porto.


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Vamos lá então saber quais são os vossos prognósticos para o FCP-Sporting de amanhã.


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09 Fev 15
Leituras do jogo
Pedro Correia

«Em seis temporadas na Luz, nunca Jesus tinha sido tão descaradamente "italiano" como desta vez. Mostrou, ao mesmo tempo, respeito pelo Sporting. Entregou a iniciativa de jogo aos leões, procurou ocupar o máximo espaço possível na zona central e obrigou os extremos a participar mais do que é habitual no momento defensivo. Tudo somado, foi um Benfica incaracterístico, desligado, pouco atractivo, que não vale o preço do bilhete. Um Benfica resultadista como até ontem não se conhecia.»

Nuno Farinha, Record

 

«Julgar o sucesso de uma estratégia pelo que acontece nos últimos 50 segundos de um jogo leva sempre a conclusões duvidosas. Aos 93 minutos do Sporting-Benfica, Jorge Jesus contemplava uma derrota desmoralizante e dois concorrentes à distância de, respectivamente, um deslize (três pontos) e um deslize e meio (quatro). Ter conseguido resgatar o empate no minuto que faltava transforma em brilhante uma opção ultradefensiva que, sem o golo de Jardel, adeptos e analistas estariam agora todos a injuriar? A resposta honesta é não.»

José Manuel Ribeiro, O Jogo

 

«Marco Silva e o seu grupo podem dedicar-se melhor ao que deve ser o grande objectivo para esta época: reforçar e consolidar a equipa. A reformulação do centro da defesa e a recuperação plena do enorme talento de Montero, por exemplo, são sinais de que o crescimento está aí e de que esse é o caminho. Agora, basta percorrê-lo.»

Alexandre Pais, Record


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