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És a nossa Fé!

Afinal que tem sido isto de querer o Sporting campeão?

Ao longo da época ouviu-se e leu-se muito "Eu quero o Sporting campeão", e como sempre, houve gente incomodada, e não foi só fora do clube. No próprio estádio vi muitas cautelas, muitos receios.

É tudo uma questão de português. Querer o Sporting campeão não é fazer reservas, não é dizer "está ganho", é querer. Não se preocupem tanto com palavras, aproveitem os momentos.

Nós, os que acompanhamos e sentimos o clube, que vimos o Sporting com pouca garra, e menos resultados num passado recente sabemos que tem havido um crescendo de forma e sentimo-nos no direito de este ano o cantar a plenos pulmões "Eu quero o Sporting campeão!".

Mas quem é que sendo do Sporting não o quer campeão? Eu quero o Sporting campeão todos os anos há 39, agora vejam lá quantas vi. E nem por isso deixo de querer. Eu em Julho já quero o Sporting campeão, sempre. E se não for hoje, amanhã já #euqueroosportingcampeao outra vez. Infeliz de quem não quer ou não aproveitou bem esta época.

Eusébio (1942-2014)

 

No momento da morte, impõe-se o respeito pela memória de quem partiu. Esbatem-se todos os clubismos, extingue-se o rastilho de todas as polémicas, sempre pequenas em comparação com a grandeza de uma vida que se apaga. E prevalece a memória de quem, para além das camisolas dos clubes que serviu ao longo de uma brilhante carreira, foi sobretudo símbolo do futebol português como atleta de craveira ao serviço da selecção nacional.

Portugal está de luto pela morte de Eusébio da Silva Ferreira, um menino pobre de Moçambique que por mérito próprio ascendeu à galeria dos campeões do desporto mundial. Conhecido em todo o lado pelo nome próprio: simplesmente Eusébio. Ainda tive o privilégio de o ver jogar. Era de um clube rival, mas nem por isso menos digno de admiração. E de um prolongado aplauso que a partir de agora se perpetua pela eternidade.

Sporting é Campeão Nacional em juniores

O Sporting sagrou-se Campeão Nacional em juniores da época 2011-12, derrotando o V. Guimarães por 3-1, no último jogo da fase final da prova. Deste modo, assegura o seu 5.º título nos últimos seis anos. A equipa foi inicialmente treinada por Ricardo Sá Pinto e posteriormente por Abel. Disse este no fim do encontro: «Deixo uma sugestão a toda a estrutura do Sporting: não perca o rasto a estes jogadores que têm muita qualidade. Se houver equipa B devem dar oportunidade para que cresçam e sem pedirem resultados imediatos, de modo a que possam ser aproveitados pela equipa principal».

O Sporting já nasceu campeão

Continua a ser patético que um presidente do grande Sporting prometa ou deixe de prometer um Sporting campeão. A ver se nos entendemos de uma vez por todas: o Sporting só não é campeão se a matemática assim o ditar. A existência do Sporting e a luta pelo campeonato é um pleonasmo. Não é preciso prometer ou deixar de prometer. É assim. Não vale a pena gerir expectativas, vir com panos quentes, megalomanias e crenças tresloucadas. Todos os sócios do Sporting sabem perfeitamente quando é possível ser campeão ou quando não é. Mais: ser do Sporting é isto mesmo, ser implicitamente candidato mesmo não tendo meios para o ser. Uma coisa vos garanto: prometerem-me coisas ou esfriarem as expectativas é o mesmo que esvaziar o Sporting da sua natureza. Muito maior que um bairro, muito maior que uma cidade. Tão grande como os maiores da Europa. Só quero trabalho, sangue, suor e lágrimas, Domingo atrás de Domingo. Não quero nem promessas vazias nem gestão de expectativas. Quero ir à bola porque o Sporting joga. Para ganhar. Sempre. Ponto final parágrafo.

Seis pontos para o fim do jejum

Tal como grande parte dos sportinguistas, só celebrei doís títulos nacionais na minha vida adulta. Para trás ficaram os gloriosos tempos de 1979/1980 e de 1981/1982, dos quais guardo memórias difusas, e nos últimos anos houve o ano da semana negra (quantas equipas perdem a Taça UEFA no seu próprio estádio?) e aquele mais recente em que o Ronny do Paços de Ferreira forçou Paulo Bento a lembrar as diferenças entre futebol e andebol. Este ano, com um treinador a sério e um plantel a sério, chegou a hora de voltar a festejar. O caminho começa já no sábado, frente ao FC Porto, pois os seis pontos de desvantagem em relação aos principais adversários só podem ser revertidos nos confrontos directos. Se todo aquele desperdício frente à baliza do Benfica (tal como da Académica) não se repetir, haverá tempo para o novo estádio provar que não foi construído por cima de um cemitério índio.

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