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És a nossa Fé!

Ricardo Esgaio

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Duas primorosas assistências para os dois golos da vitória do Braga, há pouco, frente ao Hoffenheim. Em jogo disputado na Alemanha. Perante uma equipa que acaba de derrotar o Bayern.

Sei que ele já não é nosso. Mas sei também, paradoxalmente, que continua a ser nosso.

Daí o meu orgulho por esta brilhante actuação dele.

Daí o abraço que daqui endereço ao Ricardo Esgaio.

Lembram-se?

Lembram-se daqueles palpiteiros da pantalha que ainda há pouco juravam a pés juntos que o Braga "era já praticamente o terceiro grande" do futebol português, destronando o Sporting do pódio clubístico?

Estes imbecis andavam a confundir os distritos minhotos com o País. O Braga é, sim, um dos três grandes. Mas do Minho, onde aliás existe um clube com mais qualidade exibicional e melhor classificação no campeonato nacional de futebol: o bravo Vitória de Guimarães, a que presto a minha homenagem.

Quanto ao Braga, segue 16 pontos abaixo do Sporting. Lá continua alegremente, treinador após treinador, de trambolhão em trambolhão.

 

Adenda: António Salvador descobriu, a três jornadas do fim, que "esta Liga e esta classificação é(sic) uma mentira". Certamente por coincidência, só falou assim após a merecida derrota em casa da sua equipa frente ao Sporting.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da justa vitória leonina em Braga.  Num campo tradicionalmente difícil para outras equipas, embora não para a nossa, o Sporting honrou os pergaminhos ao triunfar na Cidade dos Arcebispos. Por 3-2, numa partida em que os bracarenses venciam por 1-0 ao intervalo

 

De Bas Dost. Segundo hat trick do holandês nesta Liga, em que soma 31 golos. Só menos dois do que Messi na corrida que ambos mantêm para a disputa do título de melhor marcador do futebol europeu. Três golos decisivos - o primeiro marcado de grande penalidade, aos 50'; o segundo de cabeça, superando a oposição de dois defesas adversários, aos 75'; o terceiro também de cabeça, numa elevação perfeita, aos 84'. Soma e segue: naturalmente, foi o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Voltou a dar nas vistas, desde os primeiros minutos de jogo, com velozes arrancadas pelo seu flanco. Suscitou grandes defesas de Marafona aos 3' e 4'. Podia ter marcado aos 37'. Foi ele a conquistar a grande penalidade aos 49' de que viria a resultar o nosso primeiro golo. E ainda participou na construção do terceiro. Terminou o jogo esgotado, mas certamente com a sensação do dever cumprido.

 

De Podence. Entrou cedo, aos 28', por lesão de Alan Ruiz. E voltou a demonstrar que merece ser titular nesta equipa. Muito melhor do que o argentino, deu profundidade e velocidade ao jogo, criando sucessivos desequilíbrios. Menos de dois minutos depois de ter entrado, já estava a conquistar um penálti, que Adrien viria a desperdiçar. Sempre muito bem colocado entre linhas, protagonizou excelentes lances aos 37', 47' e 53'. Grande remate aos 62'.

 

Da segunda volta do Sporting no campeonato. Levamos 12 jogos invictos - com dez vitórias e apenas dois empates. Mais significativo ainda: este foi o nosso quinto triunfo consecutivo fora de casa.

 

Da homenagem da equipa a Virgolino de Jesus. Os jogadores tinham prometido ao técnico que tudo fariam para conseguir em Braga uma vitória a dedicar ao pai de Jorge Jesus, falecido na quinta-feira, aos 92 anos. Promessa cumprida: não apenas pelo triunfo alcançado mas também pela qualidade da nossa exibição na capital minhota, sempre com boa circulação de bola e um fluxo ofensivo quase ininterrupto.

 

Da "vingança" da primeira volta. Com Abel Ferreira temporariamente ao leme do Braga, esta equipa foi vencer a Alvalade na primeira volta. Agora com o mesmo treinador de regresso ao banco bracarense, já com carácter definitivo (embora com o presidente António Salvador nova dança de treinadores seja um cenário sempre a considerar), a sua estrelinha parece ter-se apagado.

 

Da confirmação do nosso terceiro lugar em 2016/17. Está garantido o acesso ao play off da Liga dos Campeões.

 

Da arbitragem de Nuno Almeida. Merece elogio por contrastar claramente com várias outras a que temos assistido ao longo da época.

 

 

Não gostei

 

Da lesão de Alan Ruiz. Ocorreu ainda numa fase inicial do encontro, no minuto 25, e parece ter sido grave. Má notícia para o jogador. E para a equipa.

 

Do penálti falhado por Adrien. O Sporting perdia 0-1. Corria o minuto 31' quando Podence conquista uma grande penalidade. Jorge Jesus queria que fosse Bas Dost a convertê-la, mas acabou por ser Adrien. Que atirou para fora. É pelo menos a quarta vez que os nossos jogadores falham penáltis nesta temporada. Um número excessivo.

 

Da nossa defesa. Apanhada em contrapé em três ocasiões (numa delas resultando um golo anulado por fora de jogo), foi claramente o elo mais fraco da equipa. Marvin é batido nos dois golos, iniciados no seu corredor, e Paulo Oliveira falha o corte aos 79', facilitando o segundo bracarense. Levamos 30 golos sofridos: nenhuma equipa consegue ser campeã com números destes.

 

De Bruno César. Segundo jogo consecutivo de eclipse do brasileiro, que voltou a pecar por falta de protagonismo. Parece demasiado ansioso e desgastado, o que o torna pouco consistente.

 

De Bryan Ruiz. Confirma-se: deixou de ser titular, o que facilmente se compreende. Hoje entrou só aos 69', substituindo Bruno César. Na primeira vez em que tocou na bola, enrolou-se em dribles e atirou frouxo para fora. Na segunda, a meio-campo, foi facilmente desarmado. Com ele em campo, passámos a jogar só com dez.

 

Que Gelson e Podence tenham visto os quintos amarelos. Por acumulação de cartões, ficarão de fora no próximo desafio.

Cinema Paraíso

Nos meus tempos de jovem, em Tomar, no Cine-Teatro não havia filmes de estreia.

Porque a televisão tinha apenas dois canais e um deles apenas funcionava de forma intermitente, a sala estava sempre muito bem composta, apesar dos seus cerca de 750 lugares, principalmente aos fins-de-semana.

Era portanto o clássico cinema de reprise.

E hoje senti-me com 12, 13 anos a assistir a mais um filme esbatido pelo tempo e pelas vezes que a cópia rodou nas máquinas de projecção. Um  western spaghetti com um final previsível, com mais uma vitória dos cowboys sobre os índios. Ou mais uma batalha épica do 7.º de Cavalaria, do temível General Custer.

Hoje o filme foi o de tantas vezes e a apresentação foi tal, que no início da segunda parte disse para o meu vizinho do lado "já vi este filme muitas vezes".

Enganei-me, este era um filme de estreia. 

Esta era uma produção milionária.

O produtor abriu os cordões à bolsa.

O realizador teve o budget que quis e contratou os actores que quis.

Era previsível um estrondoso êxito e a conquista de alguns  óscares.

O que é certo é que tendo ganho um prémio num festival de média importância logo após a estreia, a carreira deste filme, apesar da boa nota artística, veio em modo decrescente até à projecção de hoje.

Hoje, uns actores gastos, cansados, desorientados, sem os textos decorados, andaram pela tela de forma amorfa e o filme que ameaçava tornar-se um blockbuster, levou uma machadada tal, que é hoje já quase certo que será um enorme flop.

O que eu sei é que nalguns filmes de reprise que vi em Alvalade, os actores se esforçavam por representar bem o seu papel, apesar de tudo. Hoje qualquer actor amador se sentiria envergonhado pelo desempenho destes profissionais.

Ao contrário dos previsíveis filmes da minha juventude, que apesar de esbatidos e nalguns casos mal representados, chamavam público, porque a concorrência era ínfima e de má qualidade, este filme não chama ninguém.

Não sei o que pensará fazer o produtor, ou sequer se pode fazer alguma coisa, mas ou algo muda, ou perderá muito mais que os espectadores.

Porque os possíveis óscares, já perdeu.

 

 

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Da derrota. O Braga veio a Alvalade vencer o Sporting num jogo pautado por uma prestação medíocre da nossa equipa. Bastou um golo bracarense para nos impor a primeira derrota caseira neste campeonato. Antes do Braga, só Borussia Dortmund e Real Madrid tinham aqui vencido na época 2016/17.

 

Da exibição. Segunda derrota consecutiva do Sporting na Liga, desta vez frente a uma equipa que vinha de três desaires consecutivos e se apresentou em Alvalade com um treinador improvisado (Abel Ferreira). A equipa leonina foi incapaz de contrariar o Braga e viu-se manietada pela superior estratégia do onze adversário, muito bem posicionado no terreno, enquanto o Sporting se revelava pouco ou nada agressivo na reacção à perda de bola. O último quarto de hora foi confrangedor, com pontapé para a frente, de qualquer maneira. Os adeptos saíram do estádio frustrados e envergonhados. E deve ter acontecido o mesmo com a maioria dos jogadores.

 

Do festival de passes falhados. Adrien, William, João Pereira, Marvin - há muito tempo que não me recordava de ver esta estonteante sucessão de jogadas interrompidas por desconcentração, fadiga, apatia ou desinteresse dos jogadores, que insistiam em mandar as bolas para fora ou entregá-las sem cerimónia aos adversários. Isto prolongou-se até ao último minuto da partida, quando dois jogadores (Douglas e Adrien) entregaram de bandeja a bola aos bracarenses e estivemos quase a sofrer o 0-2.

 

Da nossa incapacidade de marcar golos. Houve posse de bola, domínio ofensivo do Sporting (45 ataques, contra 14 do Braga) mas um desencontro total entre os nossos jogadores e a baliza. Bryan desperdiçou dois cabeceamentos, travados pelo guarda-redes bracarense. Campbell, aos 35', teve um inacreditável falhanço de frente para a baliza. Adrien, aos 59', mandou uma charutada para as nuvens. O melhor que se conseguiu foi um remate ao poste, disparado por Gelson Martins - o menos mau dos nossos jogadores nesta noite fria, para esquecer. Ou para lembrar.

 

Da lesão de Rúben Semedo. O jovem central magoou-se na primeira parte e já não regressou ao relvado após o  intervalo. Substituído por um Douglas preso de movimentos e apático, com um deslize comprometedor a poucos segundos do fim.

 

Da falta de frescura física dos jogadores. William Carvalho e Adrien, em particular, pareceram já ter entrado em campo fatigados. Resta saber se esta fadiga é apenas no plano físico ou também no plano psicológico.

 

Do balanço dos últimos quatro jogos. Três derrotas (para a Champions, com o Legia, e para o campeonato frente ao SLB e agora no desafio com o Braga) e apenas uma vitória tangencial, para a Taça de Portugal, no campo do Setúbal.

 

Da segunda despedida. Já tínhamos dito adeus à Liga dos Campeões, sem acedermos sequer à Liga Europa. Hoje praticamente pusemos fim ao sonho de conquistar o campeonato: oito pontos, nesta fase, é uma distância muito difícil de transpor. O pior é recordarmos que há duas jornadas estávamos apenas a dois pontos do primeiro, com hipóteses de passar para a frente.

 

Do tombo na classificação. Fomos ultrapassados no terceiro lugar pelo Braga, que tem 29 pontos. Ficamos com apenas 27 - a mesma pontuação que o V. Guimarães, que segue em quinto.

 

De andar para trás. Há um ano - com João Mário, Slimani e Montero na equipa - tínhamos 35 pontos. Oito acima dos que temos agora.

 

 

Gostei

 

Da confiança dos adeptos na equipa. Apesar dos percalços anteriores, esta noite houve 42.148 espectadores em Alvalade. Ou muito me engano ou tão cedo este número de presenças não voltará a repetir-se no nosso estádio.

 

De Gelson Martins. Voltou a ser o melhor dos nossos, escapando ao naufrágio geral da equipa. Esteve quase a marcar na primeira parte, com um remate a rasar a baliza do Braga (32') e na segunda parte atirou ao poste (50'). Teve a qualidade ofensiva a que já nos habituou e ainda foi várias vezes atrás, desempenhando missões defensivas no corredor direito.

 

De Abel Ferreira. Treinador da formação bracarense, surgiu inesperadamente no banco em Alvalade devido ao despedimento de José Peseiro. Montou bem a equipa e leu bem o jogo. Regresso feliz ao nosso estádio deste ex-jogador leonino que comandou a equipa B do Sporting já durante o mandato de Bruno de Carvalho. É caso para dizer que gostaríamos de o ver de volta.

 

De Wilson Eduardo. Outro ex-jogador da nossa formação, que vestiu sempre com brio a camisola verde e branca. Dispensado pelo Sporting, sem clube do coração, viu-se forçado a outras escolhas. Foi ele o  marcador do golo bracarense, aos 70', num lance em que Rui Patrício não está isento de culpa. E quase marcou outro, na primeira parte. Ao ver o irmão de João Mário a actuar pelo Braga, dei por mim a pensar que Wilson Eduardo faz hoje falta no Sporting.

Pé-frio maligno

Quando me sentei com os meus filhos a ver a final da Taça disse-lhes logo: isto é para o Braga, com o pé-frio do Peseiro do outro lado. E elaborei um pouco mais a teoria: eu sei do que falo, este já foi o nosso pé-frio e, com ele, acontece sempre merda (bem, não usei este termo em frente às crianças, mas foi o primeiro que me veio à cabeça). Estava a brincar, mas a verdade é que não foi preciso muito tempo para a teoria ficar empiricamente provada: dois momentos de aselhice, dois golos do Braga; o Porto consegue levar o jogo para penáltis, mas ingloriamente. Peseiro vintage.

 

Eu lembro-me bem do pé-frio do Peseiro porque foi com ele que começou o mais recente ciclo negativo do Sporting. Em 2005, o Sporting podia ter ganho o campeonato e a Taça UEFA (esta em Alvalade, meu Deus!) e perdeu os dois títulos em cima da recta da meta. Repare-se: uma vitória em 2005 dava, à época, metade dos campeonatos do século XXI ao Sporting e estabelecia uma linha de normalidade nas vitórias: 2000, 2002, 2005. Uma vitória europeia fazia do Sporting o outro clube português, para além do Porto, a ter uma vitória europeia recente. Não custa imaginar o afago psicológico que isto não teria sido, para um clube ainda há pouco saído dos 18 anos seguidos de seca. Em vez disso, instalou-se um fatalismo que ainda não abandonou Alvalade. O pé-frio do Peseiro pode ser maligno e nós sabemo-lo bem.

Taça verdadeira é do Braga

Parabéns ao Sporting de Braga, que acaba de conquistar a Taça de Portugal derrotando o FC Porto por grandes penalidades após 120 minutos de jogo, que terminou empatado 2-2. Com quatro golos marcados por jogadores portugueses (Rui Fonte e Josué pelo Braga, bis de André Silva pelo FCP). E duas grandes defesas do guarda-redes Marafona nos penáltis que ditaram o vencedor.

Há precisamente meio século que os bracarenses tinham conquistado a única Taça de Portugal da sua história. Não podia haver melhor maneira de assinalarem a efeméride.

Os melhores prognósticos

Desta vez os melhores prognósticos ficaram cá na casa: pertenceram ao Alexandre Poço e ao Luís de Aguiar Fernandes, nossos colegas de blogue, que acertaram em cheio no resultado do Sp. Braga-Sporting, antevendo a goleada leonina por quatro golos sem resposta.

Aplicado o critério do desempate, referente aos marcadores dos golos, a vitória cabe ao Luís de Aguiar Fernandes, que vaticinou remates certeiros de Slimani e Teo Gutiérrez.

E assim termina este desfile de prognósticos. Para a próxima temporada haverá mais.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De terminar o campeonato com mais uma goleada. Outra vitória, por números muito expressivos, desta vez em casa do Braga. Era um dos desafios que alguns comentadores consideravam dos mais difíceis que tínhamos pela frente. Afinal foi um dos mais fáceis. Vencemos 4-0 e estivemos mais perto do quinto golo do que os bracarenses estiveram do primeiro.

 

Da nossa exibição. Entrada fulgurante em jogo, com uma dinâmica que condicionou por completo a manobra táctica da equipa anfitriã. Antes da meia-hora já vencíamos 2-0.

 

De Bryan Ruiz. O melhor em campo, uma vez mais. Marcou dois golos, aos 71' e aos 80', e fez assistência para um terceiro - aos 20' (de Teo Gutiérrez). Protagonizou ainda a melhor jogada do desafio, logo aos 7', quando tirou quatro bracarenses do caminho em dribles no interior da grande área. Chega ao fim da Liga 2015/16 com sete golos e 12 assistências.

 

De Slimani. Combativo como sempre. Marcou hoje o nosso segundo golo, aos 27', e foi dele a assistência para o de Bryan Ruiz. Termina o campeonato com um bom pecúlio: 27 golos só no campeonato.

 

De Teo Gutiérrez. Foi melhorando de jogo para jogo. Hoje foi um dos obreiros deste triunfo. Coube-lhe abrir o caminho para a vitória com um remate fulminante que inaugurou a goleada.

 

De Schelotto. Incansável, o italo-argentino confirmou que merece a titularidade. Correu vezes sem conta na sua ala, centrando sempre de forma acutilante e certeira. Destacou-se ainda na assistência para o segundo golo de Bryan Ruiz.

 

De Gelson Martins. Boa exibição do nosso ala, que desta vez alinhou a titular. Alguns dos melhores lances leoninos foram protagonizados por ele. 

 

Que tivéssemos terminado o jogo com seis jogadores portugueses em campo. Rui Patrício, Rúben Semedo, Paulo Oliveira, Ricardo Esgaio, William Carvalho e João Mário

 

Que não tivéssemos sofrido qualquer golo. Confirmou-se: tivemos a melhor defesa do campeonato.

 

De ver o apoio da nossa massa adepta no estádio. Milhares de sportinguistas compareceram na Pedreira, incentivando e aplaudindo a equipa. Mantiveram a fé até ao fim.

 

 

Não gostei

 

Da ausência de Adrien. Imposibilitado de jogar por acumulação de cartões, o nosso habitual capitão merecia ter alinhado neste último encontro da Liga.

 

Da lesão de Coates. O internacional uruguaio teve de abandonar o campo logo aos 14', devido a um problema muscular, dando lugar a Paulo Oliveira.

 

Que o Sporting só estivesse campeão durante cerca de quatro minutos. Quando Teo marcou, aos 20', tudo era ainda possível. Mas o sonho leonino nesta última jornada durou pouco.

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