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És a nossa Fé!

Alguém me pode explicar isto se faz favor?

Quem será que mente?

 

Jogador X afirmou ontem que, à data de 15 de Agosto, dia em que a sua filha comemorou 6 dias de vida, o clube A já tinha pago o salário a todos os seus colegas, sem, no entanto, este ter recebido o seu vencimento.

Sensivelmente uma semana depois desta data, o clube A oficializou o empréstimo do jogador X ao clube B.

Em resposta às declarações do jogador X, o clube A revolta-se e afirma, quanto à questão do salário que não foi pago, que os contratos são feitos a partir de Julho, portanto a partir desse mês, quaisquer encargos com o jogador ficam a cargo do clube B.

O que eu gostava de perceber é o seguinte:

 

Como pode o negócio entre os clubes A e B ser oficializado depois de 20 de Agosto e ser o clube B o responsável pelo pagamento do vencimento de Julho ao jogador X?

 

É que até compreendo que seja o clube B a assumir os encargos referentes ao mês de Agosto. Agora qual é a lógica de ter de pagar também o vencimento de Julho se, à data em que foi consumada a transferência, o jogador já o devia ter recebido, por ter trabalhado no outro clube?

O que mudou?

No dia 1 de Outubro de 2015, o Sporting Clube de Portugal deslocou-se à Turquia para defrontar o Besiktas, tendo-se feito representar pelo seguinte onze: Rui Patrício, Jonathan Silva, Naldo, Tobias, João Pereira, William Carvalho, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira, Bryan Ruiz e Teo Gutiérrez.

 

O onze de ontem era um “pouco” diferente e contava apenas com seis alterações…

 

Com isto não quero dizer que o onze anterior tinha menos qualidade, apenas posso concluir que era um pouco diferente. Ontem alinharam Paulo Oliveira, Jefferson, João Mário, Adrien Silva, Slimani e Fredy Montero nos lugares de Jonathan Silva, Tobias, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira e Teo Gutiérrez.

 

Na minha perspectiva, estas alterações acrescentaram maturidade, objectividade e criatividade.

 

Paulo Oliveira e Jefferson trazem maturidade à linha defensiva. As rotinas de jogo que Adrien Silva e João Mário apresentam, acompanhados por William Carvalho, acrescentam maturidade e criatividade ao nosso futebol. Por fim, Slimani é o jogador que qualquer treinador queria ter no seu plantel. Ele nunca desiste… É o primeiro jogador a defender e não dá um lance por perdido.

 

Mas será que foram estas alterações que fizeram toda a diferença? Sinceramente… Acho que não.

 

Estamos diferentes porque finalmente estamos rendidos ao nosso lema. Só com esforço, dedicação e devoção é que chegamos à glória. Parece que finalmente encontrámos a nossa identidade.

 

Saudações Leoninas

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória. Passámos hoje para a próxima fase da Liga Europa, vencendo de forma categórica o Besiktas, que lidera o campeonato turco. Um triunfo que ninguém discute.

 

Da parada alta de Jorge Jesus. Não faltaram profetas da desgraça vaticinando que o treinador leonino iria fazer entrar em campo uma "segunda equipa" por não dar prioridade às competições europeias. Enganaram-se. O nosso técnico não poupou efectivos. Percebeu-se desde o início que só pensava em ganhar.

 

Das substituições.  Gelson Martins, Teo Gutiérrez e Matheus Pereira saltaram do banco na segunda parte para dar mais dinâmica e eficácia à equipa. Prometiam e cumpriram: Jesus acertou em cheio.

 

Dos três golos em dez minutos. Primeiro Slimani, aos 67', após excelente passe de Bryan Ruiz, numa jogada de antecipação que colheu o guarda-redes adversário de surpresa. Depois Bryan, aos 72', num remate muito bem colocado, de inegável mestria técnica. Finalmente Teo, aos 77', servido por Gelson - num lance individual de excelente execução após driblar um defesa turco.

 

De Bryan Ruiz. Marcou em Istambul, marcou em Moscovo, voltou a marcar neste desafio. O capitão da selecção da Costa Rica foi uma vez mais decisivo numa partida internacional de verde e branco. Marcando e dando a marcar frente ao Besiktas.

 

De João Mário. Fez a diferença, uma vez mais, com a sua qualidade de passe. Melhora de jogo para jogo, tanto a jogar na ala como na posição de médio interior. Vê-se que tem progredido muito sob o comando de Jesus.

 

De Gelson Martins. Sacudiu o ataque leonino, fazendo esquecer de imediato o entorpecido Montero. Dinamizou a equipa, lançou-a para a frente e coroou a exibição com uma assistência para golo.

 

Da saúde psicológica da nossa equipa. Pelo segundo desafio consecutivo na Liga Europa, damos a volta com sucesso a uma situação de desvantagem no marcador. Demonstrando que não baixamos os braços e continuamos a lutar pela vitória mesmo quando estamos temporariamente a perder.

 

 

Não gostei

 

Da primeira parte. Apatia, lentidão, descoordenação: os primeiros 45 minutos não estiveram ao nível das aspirações leoninas. Adiámos tudo para o segundo tempo.

 

De João Pereira. Uma vez mais, o nosso lateral direito foi batido diversas vezes em velocidade na sua ala. E ofereceu de bandeja a bola aos adversários no lance que gerou o golo turco.

 

De Montero. Jorge Jesus apostou nele como titular mas cedo se arrependeu. O colombiano já não regressou para a segunda parte - em benefício da equipa. Foi uma nulidade.

 

Da infantilidade de Teo Gutiérrez. Mal marcou o golo correu para o árbitro e surripiou-lhe o spray para tentar pintar qualquer coisa no relvado. Um gesto disparatado que lhe valeu um cartão amarelo.

Os nossos jogadores, um a um

Dominámos hoje toda a primeira parte e largos momentos da segunda parte no jogo contra o Besiktas, actual líder do campeonato turco. Foi insuficiente, no entanto, para regressarmos da Turquia com uma vitória: após três ou quatro lances de quase-golos desperdiçados, depois de termos estado a ganhar desde os 16 minutos, consentimos um empate já na última metade da partida.

jogo valeu, no entanto, pela aposta do treinador em algumas segundas linhas que deram boa conta do recado. E sobretudo pela estreia absoluta de Matheus Pereira na equipa principal. O jovem da nossa formação mostrou-se em bom nível. E fez até a assistência para o golo de Bryan Ruiz.

Jonathan Silva confirmou ser uma boa opção nas provas europeias para a lateral esquerda, Tobias rendeu o lesionado Paulo Oliveira sem comprometer. Mas o melhor mesmo foi o regresso de William Carvalho após prolongada lesão. Jogou o desafio todo, ligando bem a defesa ao meio-campo, e confirmou os dotes de qualidade que todos lhe reconhecíamos. Agora precisamos dele no campeonato nacional.

Foi a melhor exibição do Sporting nas últimas semanas. E talvez fosse melhor ainda se as mexidas de Jorge Jesus na equipa tivessem ocorrido mais cedo - demo-nos ao luxo de iniciar o jogo com Adrien e Slimani no banco. Jefferson nem sequer foi convocado, João Mário está castigado nas provas europeias e Carrilo, como é sabido, continua fora das opções da equipa técnica.

O melhor em campo, para mim, foi William Carvalho.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Tranquilo. Hoje de novo como capitão da equipa, teve muito pouco trabalho na primeira parte. Fez uma boa defesa aos 85', numa fase em que os turcos nos pressionavam. Deu a sensação de estar adiantado no golo do Besiktas.

JOÃO PEREIRA (6). Esforçado. Teve pela frente Ricardo Quaresma e acabou por ganhar o confronto com o ex-sportinguista, tornando inconsequentes as suas investidas pela ala. Nunca se intimidou. Apanhado em contrapé no lance que originou o golo turco.

TOBIAS FIGUEIREDO (5). Discreto. Coube-lhe uma pesada responsabilidade: render o lesionado Paulo Oliveira. Mais tranquilo do que é costume, não arriscou incursões fora do seu sector. Podia ter feito melhor na cobertura da área para evitar o golo do Besiktas.

NALDO (6). Fiável. Foi o melhor elemento do eixo defensivo. Bom nos cortes e no jogo posicional, apesar de ter falhado alguns passes na primeira parte. Começou nervoso, sem o seu parceiro habitual, mas foi ganhando confiança ao longo do encontro.

JONATHAN SILVA (6). Dinâmico. Foi um dos nossos melhores elementos na etapa inicial do encontro, pondo em sentido o reduto turco. Teve intervenção no golo leonino numa incursão da ala esquerda para o miolo do terreno. Não comprometeu a defender.

WILLIAM CARVALHO (7). Consistente. Regressou para durar 90 minutos em campo. E em boa forma. Foi o nosso melhor jogador. Apoiou a defesa, recuperou bolas, abriu linhas de passe e impôs a sua boa condição física no meio-campo. Os melhores passes foram dele.

AQUILANI (5). Apagado. Rendeu Adrien como titular mas nunca conseguiu ligar as linhas com a mesma eficácia. Marcou pessimamente um livre aos 30'. Aos 75' desperdiçou uma boa movimentação atacante com um passe ao guarda-redes. Muito longe da melhor forma.

MATHEUS PEREIRA (6). Combativo. Foi a maior surpresa de Jesus para este jogo. E resultou: estreia auspiciosa na equipa A deste miúdo de 19 anos que promete ir longe. Melhor momento: a assistência para o golo de Bryan Ruiz, aos 16'. Saiu aos 55'.

CARLOS MANÉ (6). Irregular. Primeira parte positiva, com intervenção no lance do nosso golo. Teve momentos inspirados, mais de natureza individual do que consequência do jogo colectivo. Melhor lance: uma arrancada perigosa em que atravessou meio campo aos 51'.

BRYAN RUIZ (7). Acutilante. Foi a sua melhor actuação desde que está no Sporting. Grande primeira parte, culminada num golo de belo efeito. Antes quase oferecera outro a Teo. Hoje jogou mais no centro do que na ala: é a sua posição natural. E jogou 90'.

TEO GUTIÉRREZ (4). Perdulário. Foi o rei do desperdício. Falhou, quase à boca da baliza, um golo que Bryan Ruiz lhe ofereceu de bandeja aos 12'. Voltou a falhar noutras ocasiões: aos 25', aos 36', aos 51'. Esteve demasiado tempo em campo: só saiu aos 70'.

ADRIEN (5). Discreto. Poupado por Jesus na posição de titular, só entrou aos 55', substituindo Matheus Pereira. Colocado atrás do ponta-de-lança, numa posição que não lhe é habitual, não rendeu como é costume. Funcionou como remendo, nada mais.

SLIMANI (5). Mediano. Jesus manteve-o em pousio até aos 70', poupando-o para o campeonato. Mas lá teve de entrar, porque com Teo jogávamos só com dez. Desta vez, no entanto, não funcionou como talismã da equipa. Raras vezes tem sido tão discreto.

GELSON MARTINS (6). Buliçoso. Substituiu Aquilani aos 78', imprimindo mais dinâmica à equipa. Fixou os defesas adversários, obrigando o Besiktas a conter o ímpeto atacante. Falta-lhe saber jogar mais para a equipa e abusar menos da capacidade de drible.

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