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És a nossa Fé!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Sporting x Vitória FC 1-0 (Bom Fim)

O Sporting, na ausência de jogo vertical dos seus 2 médios centro, andou aos esses (de Azeitão) até Bas Dost "cavar" um penalty (televisivo) e a equipa conseguir derrubar a muralha de Setúbal. Faltou alguma qualidade individual (na finalização e no último passe) para dar corpo à boa exibição colectiva.

Couceiro tinha na manga uma ideia de jogo que, parecendo um 4-3-3, rapidamente evoluia para um sistema de 5 defesas, apoiados por 4 médios. Um conceito baseado nas linhas Maginot, mas com muito melhores resultados, dada a presença do panzer Arnold, a assegurar a defesa do terreno não coberto pelas famosas linhas, impedindo a entrada do "inimigo". A complementar o sistema, todo o tipo de jogo subterrâneo, obstáculos e postos de observação. Com tantas medidas de prevenção, natural foi o Vitória não ter realizado um único remate enquadrado à baliza de Rui Patrício.

Aparentando precisar de uma revisão urgente, como por toque de Midas, Arnold morreu e ressuscitou entre os 30:17 e 30:45 e entre os 38:30 e 38:55. Também fez questão de deixar bem claro que não se sentia nada bem aos 43:30. Bruno, o outro, mostrou (com)Paixão e mandou toda a gente para o balneário sem dar um segundo sequer de compensação. Antes, já obrigara a modificar toda a cartilha de Jesus para os livres, tal o numero de faltas que assinalara aos jogadores sportinguistas que tentavam atacar a bola, com esta ainda no ar. Estranhamente, mudou de critério quando Coates foi empurrado dentro da área sadina, naquilo que pode ser considerado (mais) um penalty televisivo e que constituiu a sua única incongruência técnica no jogo.

Para dizer a verdade, também foi coerente do ponto-de-vista disciplinar, na medida em que não acertou uma decisão. Ora, então confiramos: aos 34:00, Piccini agarrou um adversário na saída deste para o ataque sem sanção disciplinar; aos 57:00, Battaglia varrido por Arnold (que passou do registo de "inválido do comércio", quiçá também da indústria, rivalidades à parte, para o de destemido "Schwarzenegger" vitoriano) - Paixão? -, "No pasa nada"; aos 70:30, os mesmos protagonistas, agora um pisão ao argentino; aos 77:30, Willyan pegou Gelson de cernelha, mas Paixão, provavelmente a favor das tradições tauromáquicas, contemporizou, mantendo a sua produção industrial de asneiras. Notável!

Outro epifenómeno do jogo foi a tendência exageradamente altruista manifestada por Dost durante a segunda-parte. Assim, começou por assistir Podence aos 50:40, Acuña, aos 52:25 e 55:25, ninguém (!), aos 65:00, Doumbia, aos 67:00, 71:20 e 75:00. Sempre, sem que os favorecidos por tais presentes apresentassem resultados. Ainda temi que tentásse o penalty à Crujff, só para manter o registo...

Mas, vamos lá então à análise individual dos "cantores":

 

Rui Patrício: se no Domingo passado, durante o jogo, se rendera a uns Jesuítas, hoje atirou-se a uns salmonetezinhos, sendo apenas observado a repôr a comida, perdão, a bola. Por este andar, ainda vai obrigar o Dr. Varandas a impor-lhe um plano dietético. Como avaliar um jogador sem trabalho?

Nota:

 

Piccini: o seu melhor jogo de leão ao peito. Rápido a recuperar em terrenos defensivos, foi mais ofensivo do que nos tem vindo a habituar e também mais prático, concluindo normalmente as jogadas com cruzamentos. Como bom italiano, tem dotes de marinheiro aventureiro e, nesse transe, continua a navegar por rumos que, ás vezes, parecem inusitados, se bem que sem grandes naufrágios até à data.

Nota: Sol

 

Coates: o Ministro da Defesa decretou a grande-área leonina como "zona desmilitarizada". Edinho e os restantes vitorianos (?), obviamente, obedeceram. Um dos melhores em campo.

Nota:

 

Mathieu: observamos o francês, com aquele ar de quasi-reformado ancião à espera de meter os papeis para a Segurança Social, e caímos no engodo de nos esquecermos que está ali um irredutível gaulês sempre disponível para resistir ao VIII exército vitoriano. Até meter uma mudança a mais do que todos os outros em campo, Gelson incluido, e parecer um personagem da Velocidade Furiosa 245, a sequela. Alternativa a Coates e Dost para melhor em campo.

Nota:

 

Jonathan: os defesas laterais, geralmente, são dotados de grande velocidade. Algo está errado neste guião, porque o argentino parece uma tartaruga no meio de lebres. Por volta dos 56 minutos, Arnold, sempre ele (!), partiu 3 metros atrás e ganhou-lhe rapidamente outros 3. Ainda tentou de novo, passado pouco tempo, mas aí o homem das Pampas desarmou-o com o recurso a um carrinho, motor de busca (dos adversários a pé) que utiliza com frequência e que, pasme-se, parece ser autorizado nas regras do jogo. Tentou participar nas acções atacantes destruindo a reputação de Marcus Acuña e, dir-se-ia, de Bruno César, não fora a deste último já se ter perdido há muito. Ainda assim, não comprometeu defensivamente.

Nota:

 

Battaglia: titular pela primeira vez em jogos oficiais, demorou a entrar no jogo e esteve aquém do que mostrou na pré-época. Ainda assim, melhorou durante a partida continuando a ser uma máquina de recuperação de bolas e a mostrar os seus dotes na condução e protecção de bola. Lateraliza demasiadamente, o que faz a equipa ressentir-se  da ausência de jogo vertical por parte dos médios centro. Na segunda-parte, Jesus conseguiu descomplexá-lo e semeou o pânico na defensiva vitoriana numa incursão em que se pediu penalty, voltando àquele registo de todo-o-terreno que ainda o irá consagrar.

Nota: Sol

 

Adrien: a mesma alma e empenho de sempre, mas a inspiração simplesmente não está lá. Parece cansado de dois anos sem (práticamente) férias. Mas, é o nosso grande capitão e figura incontornável. Se não saír até final de Agosto, ainda o veremos a retornar ao seu (alto) nível. 

Nota:

 

Gelson: Nuno Pinto, o lateral esquerdo do Vitória, à hora que escrevo ainda se encontrava no relvado de Alvalade, não à procura do brinco, como outro saudoso ex-vitoriano, mas sim do Norte, tantas foram as vezes que Gelson (e também Podence) lhe trocou as voltas. De tal maneira que, a páginas tantas, ainda tonto e algo mareado, foi chocar contra as costas de Dost, ajudando a afundar a muralha sadina. Gelson, por vezes, parece um General preso no seu próprio labirinto, enredado numa espiral de truques, esquivas e enganos que constituem o seu futebol jogado ao ritmo do Tango argentino, num compasso dois-por-quatro (no caso, ele e Piccini contra 4 jogadores do Vitória). Precisa ser mais decisivo e poderia tê-lo sido logo aos 7 minutos, mas a bola perdeu-se por cima da barra. Ainda assim, não sabe jogar mal.

Nota: Sol

 

Acuña: o argentino esteve aquém do que já mostrou. Alguns bons cruzamentos, mas sem a acutilância e a rotatividade que já mostrou. Bem sei que Jonathan, só preso por um elástico lhe aparecia por perto a ajudar, mas pode e deve fazer muito melhor. Substituido (?) por Bruno César na segunda-parte.

Nota:

 

Podence: o electrão leonino com 1 minuto de jogo já passara Nuno Pinto por duas vezes, ameaçando o núcleo central vitoriano. "A Podence, a titularidade pertence" devia ser lema escrito cem vezes a giz na ardósia de JJ. Com o tempo melhorará a decisão, evitando o toque a mais na bola e a finta desnecessária, o que dará um outro fulgor às suas electrizantes actuações.

Nota: Sol

 

Bas Dost: o que levou o "carteiro" a assistir tanto os seus colegas na entrega de "correspondência" ainda agora me intriga. Por seis vezes, tal Rowan a pedido de MacKinley, levou a carta a Garcia, mas os "guerrilheiros" leoninos não estiveram pelos ajustes e incumpriram a missão. Acabou a decidir ele, como aliás quase sempre na época passada.

Nota:

 

Bruno César: o homem até é bom de bola, pensa bem, executa bem, remata bem. O seu problema é que o tempo não para, é um tique-taque permanente, e o brasileiro, a maior parte do tempo, "ta-qui-e-to", parado. Protagonizou, com o clone Jonathan e contracenando com Arnold, uma brilhante interpretação da fábula "a tartaruga e a lebre".

Nota:

 

Doumbia: o homem é um "bicho", é forte, não pára quieto e ameaça dar pesadelos a quem tiver que o marcar. Mas, a um avançado pedem-se golos e o costa-marfinense ontem desperdiçou 3.

Nota:

 

Bruno Fernandes: a sua entrada em campo alterou o perfil do nosso jogo. Conseguiu algumas vezes furar o cerco setubalense e, numa delas, quase dava em golo, ingloriamente perdido por Doumbia. Realizou as tais penetrações verticais que faltavam e adicionou desconforto à defesa vitoriana. Influente.

Nota: Sol

 

Tenor "Tudo ao molho e FÉ em Deus": BAAAAAAAAS DOOOOOOOST !

 

Bruno Fernandes e Bas Dost: bastaram dois

Estreia positiva da nova equipa leonina, apresentada a mais de 40 mil espectadores em Alvalade frente um adversário de grande categoria: o Mónaco, campeão francês, treinado por Leonardo Jardim neste regresso a um estádio onde já foi feliz.

Foi o melhor jogo do Sporting nesta pré-temporada, culminado num merecido triunfo: 2-1. Com golos de Bruno Fernandes e Bas Dost. E bastou. Quem disse que vencer desafios na pré-época não conta? Conta, claro: é sempre um tónico psicológico para os jogadores. 

Merece destaque a boa exibição leonina na primeira parte, sem William nem Adrien no onze titular. A vitória foi alcançada nestes primeiros 45 minutos, após um fantástico golo de Rony Lopes que acabou anulado pelo vídeo-árbitro por fora-de-jogo posicional de Jemerson.

Após o intervalo, e com as substituições em catadupa que se seguiram, o jogo partiu-se, perdeu interesse e serviu apenas para dar mais uns minutos a certos jogadores, já a antever a pré-eliminatória da Liga dos Campeões e a formação definitiva do plantel. Vários passaram no teste, mas Tobias chumbou ao oferecer o golo solitário da equipa de Jardim, num lamentável lapso defensivo, já ao cair do pano.

André Pinto e Petrovic não chegaram a calçar. Palhinha e Matheus Pereira também não.

Dos reforços, novamente destaque para Bruno Fernandes, capitão da selecção nacional sub-21. Bom no passe, na visão periférica, na forma como lê o jogo. Bom também a marcar, como se viu, aos 34'.

O recém-chegado argentino Marcos Acuña, em estreia absoluta de verde e branco, merece igualmente elogio. As primeiras impressões contam muito - e neste caso foram muito positivas. Pela forma acutilante como entrou em jogo, na ala esquerda da nossa linha avançada. Foi ele a marcar o pontapé de canto de que resultaria o nosso segundo golo, aos 43'.

Com um golo e uma assistência, Bas Dost merece a melhor nota. O holandês arrisca-se a ser de novo o abono de família do Sporting: óptima notícia para a época que vai começar.

 

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Os jogadores, um a um:

Rui Patrício (29 anos).

Primeira actuação do nosso guarda-redes titular após as férias. Pareceu fora de forma aos 8', ao largar duas vezes a bola. Mas fez grandes defesas aos 17' e aos 65'. Saiu aos 85', sob calorosa ovação.

Piccini (24 anos).

Pareceu mais entrosado com os colegas e com maior segurança a patrulhar a ala direita, que lhe está confiada. Também evidenciou boa condição física: só ele e Mathieu fizeram o jogo todo.

Coates (26 anos).

Voltou enfim a ser o patrão da defesa. Dobrou Rui Patrício, salvando in extremis a nossa baliza aos 8'. Grande corte aos 68'. Saiu aos 85'.

Mathieu (33 anos).

Podia ter provocado autogolo aos 49', quando fez um corte defeituoso que quase traiu o guarda-redes. Mas melhorou a actuação global, parecendo mais confiante e com maior precisão de passe.

Coentrão (29 anos).

Talvez o mais apagado do quarteto defensivo titular, ainda assim uns furos acima dos jogos anteriores. A sua melhor jogada foi logo aos 4', ao lançar um ataque em boa articulação com Gelson. Saiu aos 54'.

Battaglia (26 anos).

Colocado a médio defensivo, forçado a uma disciplina táctica que não parece ser o seu forte, transmite a ideia de funcionar melhor em posição mais adiantada. Tentou o golo aos 38', sem sucesso. Saiu aos 54'.

Bruno Fernandes (22 anos).

Actuando desta vez no eixo central, zona em que melhor se movimenta, foi um dos melhores em campo. Actuação premiada com o seu primeiro golo de verde e branco, culminando um belo lance de ataque. Saiu aos 54'.

Gelson Martins (22 anos).

Regressado de férias, o internacional leonino logo acelerou o jogo. Foi ele a iniciar a jogada do primeiro golo, pelo corredor central, fazendo a bola chegar a Bas Dost. Saiu aos 64': missão cumprida.

Acuña (25 anos).

Deu óptimas indicações aos adeptos, deixando excelente impressão em Alvalade. Batalhador, veloz, esteve quase a marcar aos 4'. Bateu muito bem o canto que originou o golo da vitória. Saiu aos 64'.

Podence (21 anos).

Desta vez não lhe saíram tão bem as diagonais, mas jogou com a intensidade habitual, baralhando as marcações adversárias. Aos 30' conduziu um ataque que podia ter sido mais bem concluído por Dost. Saiu aos 64'.

Bas Dost (28 anos).

Sempre inconformado, detesta perder - até a feijões. É um verdadeiro Leão, como hoje voltou a demonstrar. Fez a assistência para o golo de Bruno e marcou ele próprio o segundo. Saiu aos 54'.

Jonathan Silva (23 anos).

Parece ir ganhando maturidade de jogo para jogo. Hoje entrou só aos 54'. Exibição positiva na ala esquerda, rendendo Fábio Coentrão. Desmarcou muito bem Doumbia aos 87'.

William Carvalho (25 anos).

Entrou aos 54'. Mostrou vir de férias em excelente forma, deixando claro que será muito difícil substituí-lo como titular se deixar o Sporting. Grandes desmarcações lançando o ataque com óptima leitura táctica.

Adrien (28 anos).

De volta a Alvalade após o contributo dado à selecção na Taça das Confederações, revelou a intensidade habitual na fase de construção do jogo leonino. Só não esteve tão bem nas bolas paradas.

Doumbia (29 anos).

Entrou aos 54'. Parece revelar ainda dificuldades posicionais, andando à procura do melhor lugar para ser mais útil ao ataque da equipa. Tentou o remate, que lhe saiu frouxo. Apanhado várias vezes em fora-de-jogo.

Bruno César (28 anos).

Entrou aos 64', saiu aos 85'. Pouco mais de vinte minutos em campo, em que apenas se destacou com um bom lance de articulação com Jonathan no flanco esquerdo.

Iuri Medeiros (23 anos).

Também entrou aos 64' e saiu aos 85'. Muito pouco tempo para exibir os seus atributos em campo. Mas fez ainda um passe longo com grande precisão, confirmando que Jesus pode contar com ele.

Alan Ruiz (23 anos).

Entrou aos 64'. Continua com vontade de marcar, mas mantém-se lento e previsível, transmitindo sempre a ideia de dar um toque em excesso na bola antes de decidir um lance.

Beto (35 anos).

Último internacional a actuar na pré-temporada, em campo desde o minuto 85. Teve ainda tempo para fazer uma boa defesa. Sem culpa no golo sofrido.

Tobias Figueiredo (23 anos).

Entrou aos 85'. Desconcentrado, fez uma "assistência" a Guido Carrillo para o golo monegasco, no tempo complementar, ao tentar um atraso ao guarda-redes. Pode custar-lhe um lugar no plantel.

Mattheus Oliveira (23 anos).

Entrou aos 85', mal tendo oportunidade de tocar na bola.

Francisco Geraldes (22 anos).

Entrou aos 85', praticamente sem tempo para intervir no jogo. Sabe-se já que será um dos elementos a dispensar do plantel leonino pelo treinador.

Balanço (30)

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BAS DOST:

 

- Frederico Dias de Jesus: «Assim nasceu um novo matador em Alvalade!» (24 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Pegou de estaca.» (24 de Outubro)

- Marta Spínola: «Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola...» (29 de Outubro)

- José da Xã: «Assumo aqui e agora a minha desconfiança do jogador no início de época. Mas chegado a este ponto, Dost parece o homem certo no lugar certo. Basta que lhe façam chegar as bolas. Do resto trata ele!» (7 de Novembro)

- Ricardo Roque: «Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro.» (28 de Novembro)

- Francisco Vasconcelos: «Jorge Jesus mexe mal na equipa ao tirar Bruno César e  Bas Dost e precisa claramente de dois laterais como deve ser.» (11 de Dezembro)

- Alexandre Poço: «É fundamental manter Bas Dost na época 2017/18. Será pedra fundamental na terceira tentativa de Jorge Jesus para nos dar o tão almejado título.» (13 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Um ponta de lança fora de série, a melhor contratação do ano, praticamente a única (talvez acompanhado de Alan Ruiz que demorou a render mas parece ser uma certeza). Não é jogador para sozinho dar um título (Jardel há só um) mas é claramente dos melhores que passaram pelo Sporting em muitos anos. Um jogador competentíssimo como matador e a pedir um criativo mais venenoso nas costas e melhores laterais a cruzar...» (14 de Maio)

- Eu: «Desde Mário Jardel que não tínhamos um artilheiro de pé (e cabeça) tão quente como ele. Além disso é um exemplo de companheirismo e camaradagem, no relvado e no balneário. Alguém com fibra de Leão: tem espírito de equipa, é leal na disputa dos lances, nunca nega o contributo para as vitórias e detesta sair do campo derrotado, mesmo que o jogo seja a feijões. Foi um verdadeiro reforço no Verão passado: por isso o aplaudimos em Alvalade como se tivesse sido sempre um dos nossos. É goleador máximo do campeonato português. E o vice-campeão dos goleadores da Europa, só suplantado por Messi.» (22 de Maio)

Bas Dost versus Slimani (combate de gigantes) - 17 - Fim

Ora bem... Bas Dost termina o primeiro ano no nosso campeonato com o impressionante registo de 34 golos marcados. É obra!

Foi o melhor marcador em Portugal, mas não na Europa onde até há pouco liderou a par de um tal de Messi. Coisa pouca...

Em termos estatísticos pouco mais há a dizer. O holandes foi o jogador leonino mais influente e mais consistente.

Tivesse ele uma equipa essencialmente equilibrada e assertiva, provavelmente estariamos hoje aqui a falar de outros números e outras conquistas.

Será bom que o próximo treinador do Sporting, seja ele qual for, assente a futura equipa à volta do gigante Dost. Em vez de começar de trás para a frente, como é muito comum em muitos treinadores (José Mourinho é um desses exemplos), não seria de todo despiciente preparar a equipa ao contrário. Não me preocupa nada sofrer três golos, se consigo marcar quatro ou cinco.

Por fim agradeço a Bas Dost o que fez pela nossa equipa. Tem já um lugar garantido na galeria dos nossos grandes atletas.

Falta somente dizer que após o desafio que eu lancei aqui comunico que ninguém ganhou o dito.

A partir de Agosto haverá mais.

Pódio: Bas Dost, Gelson, Matheus Pereira

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Chaves pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 21

Gelson Martins: 17

Matheus Pereira: 16

Beto: 16

Podence: 15

Adrien: 15

Jefferson: 15

Palhinha: 15

Coates: 14

Rúben Semedo: 14

Esgaio: 13

Francisco Geraldes: 12

Bruno César: 12

Gelson Dala: 1

 

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.

Só Messi marcou mais que ele

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Marcou 34 golos no campeonato - mais do que os jogos que disputou nesta prova com a camisola do Sporting, metade do total de golos leoninos na Liga 2016/17. E 36 de verde e branco no total da temporada.

Desde Mário Jardel que não tínhamos um artilheiro de pé (e cabeça) tão quente como ele. Além disso é um exemplo de companheirismo e camaradagem, no relvado e no balneário. Alguém com fibra de Leão: tem espírito de equipa, é leal na disputa dos lances, nunca nega o contributo para as vitórias e detesta sair do campo derrotado, mesmo que o jogo seja a feijões.

Foi um verdadeiro reforço no Verão passado: por isso o aplaudimos em Alvalade como se tivesse sido sempre um dos nossos. É goleador máximo do campeonato português. E o vice-campeão dos goleadores da Europa, só suplantado por Messi.

O gigante Bas Dost.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da despedida do campeonato com uma goleada.  Três jornadas depois, ao cair o pano na Liga 2016/17, o Sporting venceu o Chaves por 4-1 em Alvalade. Terceira goleada da época. À partida, esperávamos bastante mais. Mas pelo menos terminámos bem.

 

De Bas Dost. Terceiro hat trick do holandês nesta Liga, somando 34 golos. Mais sete do que Slimani na época passada. Há 15 anos, desde Jardel em 2002, que o Sporting não tinha nenhum jogador a marcar mais de 30 golos num campeonato. Hoje foram mais três - dois dos quais de grande penalidade, confirmando que o holandês se tornou também um exímio marcador do castigo máximo. Só à sua conta, facturou metade do total de golos da equipa na Liga 2016/17. Uma vez mais, foi ele o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Outra grande exibição do nosso ala direito, que não se movimentou apenas nos terrenos mais adiantados: apoiou sempre a equipa nas manobras defensivas. Confirmou-se como o rei das assistências da turma leonina: foram dez, a última das quais hoje, assistindo Matheus Pereira para o terceiro golo.

 

De Beto. Hoje titular, substituindo Rui Patrício, confirmou que é um valor seguro entre os postes. Duas grandes defesas, aos 75' e aos 84', impediram golos do Chaves.

 

De Matheus Pereira. Estreou-se a marcar no último jogo da Liga, confirmando que o técnico pode contar com ele para a próxima temporada. Foi também ele a apontar o canto de que resultou o nosso segundo golo. Influente na dinâmica da equipa, foi um dos melhores em campo.

 

De Gelson Dala. O jovem angolano que tem brilhado no Sporting B estreou-se hoje na equipa principal. Só entrou à beira do fim, já no minuto 90, mas foi incentivado com calorosos e merecidos aplausos.

 

De ver o Sporting actuar com nove jogadores da formação. Beto, Esgaio, Rúben Semedo, Palhinha, Adrien, Gelson Martins, Matheus Pereira e Podence foram titulares. Francisco Geraldes entrou aos 69', substituindo Podence. Ficou demonstrado, mais uma vez, que a equipa nada perde se apostar na cantera leonina, antes pelo contrário.

 

Da homenagem às leoas. As campeãs nacionais de futebol feminino foram as estrelas do intervalo, quando o estádio lhes tributou uma sonora e justificada ovação.

 

Do apoio do público. Mesmo com duas derrotas nas jornadas anteriores, frente ao Belenenses e ao Feirense, esta noite compareceram 32.457 espectadores em Alvalade. Do princípio ao fim do campeonato, nunca faltou o apoio das bancadas à equipa.

 

 

Não gostei

 

Dos assobios a alguns jogadores. Em certos momentos, o público vaiou elementos da equipa, como Jefferson e Rúben Semedo. Não havia necessidade.

 

De termos chegado ao fim na terceira posição, só com 70 pontos na Liga. Menos 16 do que na época passada. Menos 11 golos marcados (foram 79 na Liga 2015/16) e mais 15 sofridos (vimos desta vez a bola entrar 36 vezes na nossa baliza). E a 12 pontos da equipa que conquistou o título. Tudo muito abaixo do que desejávamos quando ocorreu o pontapé de saída deste campeonato que não nos deixa saudades.

Bas Dost versus Slimani (combate de gigantes) – 16

Enquanto na vizinha Espanha um antigo leão vai pulverizando records, por cá há também uma fera a marcar golos. Com mais um hat-trick, - o primeiro fora em Alvalade contra o Boavista - Bas Dost continua no trilho dos melhores marcadores nacionais e europeus. Ainda por cima marcou fora de Alvalade, contra o Braga, uma equipa com normais aspirações a voos europeus.

Neste momento o holandês já tem tantos golos na 1ª liga como Slimani na época passada em todos as competições. É obra! E ainda faltam 3 jornadas.

Tivesse Adrien autorizado Dost a marcar a primeira grande penalidade e provavelmente estaríamos a falar de outros números.

No próximo fim-de-semana há mais um dérbi. E bem cedo, por sinal.

Veremos o que o nosso ponta-de-lança terá para nos oferecer.

Pódio: Bas Dost, Podence, Gelson Martins

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Braga-Sporting por dois dos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 22

Podence: 18

Gelson Martins: 17

Coates: 15

Rui Patrício: 15

Schelotto: 15

William Carvalho: 15

Paulo Oliveira: 14

Marvin: 13

Adrien: 13

Bruno César: 12

Bryan Ruiz: 11

Alan Ruiz: 11

Jefferson: 6

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.

 

ADENDA: Agradeço ao leitor SportingSempre e ao nosso colega da blogosfera Mestre de Cerimónias terem-me fornecido os dados do jornal A Bola.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da justa vitória leonina em Braga.  Num campo tradicionalmente difícil para outras equipas, embora não para a nossa, o Sporting honrou os pergaminhos ao triunfar na Cidade dos Arcebispos. Por 3-2, numa partida em que os bracarenses venciam por 1-0 ao intervalo

 

De Bas Dost. Segundo hat trick do holandês nesta Liga, em que soma 31 golos. Só menos dois do que Messi na corrida que ambos mantêm para a disputa do título de melhor marcador do futebol europeu. Três golos decisivos - o primeiro marcado de grande penalidade, aos 50'; o segundo de cabeça, superando a oposição de dois defesas adversários, aos 75'; o terceiro também de cabeça, numa elevação perfeita, aos 84'. Soma e segue: naturalmente, foi o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Voltou a dar nas vistas, desde os primeiros minutos de jogo, com velozes arrancadas pelo seu flanco. Suscitou grandes defesas de Marafona aos 3' e 4'. Podia ter marcado aos 37'. Foi ele a conquistar a grande penalidade aos 49' de que viria a resultar o nosso primeiro golo. E ainda participou na construção do terceiro. Terminou o jogo esgotado, mas certamente com a sensação do dever cumprido.

 

De Podence. Entrou cedo, aos 28', por lesão de Alan Ruiz. E voltou a demonstrar que merece ser titular nesta equipa. Muito melhor do que o argentino, deu profundidade e velocidade ao jogo, criando sucessivos desequilíbrios. Menos de dois minutos depois de ter entrado, já estava a conquistar um penálti, que Adrien viria a desperdiçar. Sempre muito bem colocado entre linhas, protagonizou excelentes lances aos 37', 47' e 53'. Grande remate aos 62'.

 

Da segunda volta do Sporting no campeonato. Levamos 12 jogos invictos - com dez vitórias e apenas dois empates. Mais significativo ainda: este foi o nosso quinto triunfo consecutivo fora de casa.

 

Da homenagem da equipa a Virgolino de Jesus. Os jogadores tinham prometido ao técnico que tudo fariam para conseguir em Braga uma vitória a dedicar ao pai de Jorge Jesus, falecido na quinta-feira, aos 92 anos. Promessa cumprida: não apenas pelo triunfo alcançado mas também pela qualidade da nossa exibição na capital minhota, sempre com boa circulação de bola e um fluxo ofensivo quase ininterrupto.

 

Da "vingança" da primeira volta. Com Abel Ferreira temporariamente ao leme do Braga, esta equipa foi vencer a Alvalade na primeira volta. Agora com o mesmo treinador de regresso ao banco bracarense, já com carácter definitivo (embora com o presidente António Salvador nova dança de treinadores seja um cenário sempre a considerar), a sua estrelinha parece ter-se apagado.

 

Da confirmação do nosso terceiro lugar em 2016/17. Está garantido o acesso ao play off da Liga dos Campeões.

 

Da arbitragem de Nuno Almeida. Merece elogio por contrastar claramente com várias outras a que temos assistido ao longo da época.

 

 

Não gostei

 

Da lesão de Alan Ruiz. Ocorreu ainda numa fase inicial do encontro, no minuto 25, e parece ter sido grave. Má notícia para o jogador. E para a equipa.

 

Do penálti falhado por Adrien. O Sporting perdia 0-1. Corria o minuto 31' quando Podence conquista uma grande penalidade. Jorge Jesus queria que fosse Bas Dost a convertê-la, mas acabou por ser Adrien. Que atirou para fora. É pelo menos a quarta vez que os nossos jogadores falham penáltis nesta temporada. Um número excessivo.

 

Da nossa defesa. Apanhada em contrapé em três ocasiões (numa delas resultando um golo anulado por fora de jogo), foi claramente o elo mais fraco da equipa. Marvin é batido nos dois golos, iniciados no seu corredor, e Paulo Oliveira falha o corte aos 79', facilitando o segundo bracarense. Levamos 30 golos sofridos: nenhuma equipa consegue ser campeã com números destes.

 

De Bruno César. Segundo jogo consecutivo de eclipse do brasileiro, que voltou a pecar por falta de protagonismo. Parece demasiado ansioso e desgastado, o que o torna pouco consistente.

 

De Bryan Ruiz. Confirma-se: deixou de ser titular, o que facilmente se compreende. Hoje entrou só aos 69', substituindo Bruno César. Na primeira vez em que tocou na bola, enrolou-se em dribles e atirou frouxo para fora. Na segunda, a meio-campo, foi facilmente desarmado. Com ele em campo, passámos a jogar só com dez.

 

Que Gelson e Podence tenham visto os quintos amarelos. Por acumulação de cartões, ficarão de fora no próximo desafio.

Bas Dost versus Slimani (combate de gigantes) - 15

Com mais um remate certeiro

Lá fez Bas Dost o seu tento.

Nos marcadores é o primeiro

Sendo o melhor do momento.

 

Em Portugal é rei e senhor

Na Europa está já em segundo

A marcar golos é um terror

Que o diga o melhor do Mundo.

 

Desencadeou-se. Bas Dost é já o vencedor deste simpático combate, batendo a antiga marca de Slimani do ano passado.

Todavia o confronto continua… Vou querer saber quantos mais marcará o senhor Bas Dost até ao final do campeonato.

Bas Dost versus Slimani (combate de gigantes) - 14

Pronto... Bas Dost já está empatado com Slimani.

Vinte e sete golos é a marca já conseguida pelo holândes. E ainda faltam 6 jornadas para acabar o campeonato.

Pena é que, a este tão numeroso número de golos, não esteja associada uma melhor classificação do Sporting. Mas isto é provavelmente tema para outro texto.

Bas Dost é assim o continuador de enormes pontas-de-lança que jogaram no Sporting. São os casos de Liedson, Jardel, Acosta, Manuel Fernandes, Rui Jordão, Hector Yazalde, Lourenço e o sempre inesquecível Peyroteo

Neste momento faltam-me as palavras para descrever este fantástico jogador.

E agora somente para os adeptos do Sporting pergunto: quantos mais golos vai Bas Dost marcar até final do campeonato?

Relembro que a próxima jornada vai ser na terra do choco frito, depois há um dérbi, para logo a seguir irmos à cidade dos Arcebispos.

Regressamos a casa para um jogo matutino contra os atletas da Cruz de Cristo. O embate seguinte é contra a equipa da terra de um antigo jogador leonino e agora treinador. Acabamos em casa com o clube da cidade termal.

Fica lançado o desafio... Digam então de vossa justiça.

 

 

Pódio: Bas Dost, Bruno César, Alan Ruiz

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Boavista pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 21

Bruno César: 19

Alan Ruiz: 18

Podence: 16

Schelotto: 16

William Carvalho: 16

Coates: 15

Marvin: 15

Rui Patrício: 15

Bryan Ruiz: 14

Rúben Semedo: 14

Adrien: 13

Campbell: 12

Francisco Geraldes: 7

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da goleada.  Derrotámos o Boavista por 4-0, com 2-0 ao intervalo, num jogo em que a superioridade leonina foi indiscutível e manifesta do princípio ao fim. Primeira goleada em casa nesta temporada 2016/17: mais vale tarde que nunca.

 

Da atitude da equipa. Nós, os adeptos que nos deslocámos esta noite a Alvalade, tivemos finalmente direito a 90 minutos de futebol de grande nível, com um caudal ofensivo constante e exibições muito positivas de quase todos os jogadores. Já era tempo.

 

De Bas Dost. O holandês acaba de igualar a marca de Slimani ao longo de todo o campeonato anterior, igualando também os 27 golos que Lionel Messi tem de momento marcados pelo Barcelona, o que o coloca em excelente posição na corrida à Bota de Ouro europeia. Tudo isto em 25 jogos disputados na Liga 2016/17 - à média de mais de um golo por partida. Hoje foram mais três - aos 29', 48' e 63', o segundo dos quais na conversão de uma grande penalidade. Foi, sem dúvida, a grande figura do jogo.

 

Do cântico a Bas Dost. O nosso ponta-de-lança bem justifica já ter cântico próprio, desta vez entoado por três vezes de forma bem sonora em todo o estádio.

 

De Bruno César. Grande partida do médio brasileiro, fundamental na construção desta goleada. Fez duas assistências para golo aos 29' e aos 63', e foi ele ainda a sofrer o penálti de que resultaria o nosso segundo golo. Ficou hoje definitivamente provado que é um desperdício colocá-lo a jogar como lateral esquerdo. É no meio-campo, descaído sobre a ala esquerda, que ele rende mais e melhor.

 

De Alan Ruiz. O jovem argentino assume cada vez mais influência no onze titular do Sporting. Neste jogo foi ele a abrir o marcador, com um potente remate logo aos 20'. Destacou-se pela precisão do passe e pela capacidade de disparar à baliza na posição em que melhor rende, à meia-distância. Ninguém já duvida hoje que foi um bom reforço para o plantel leonino.

 

De ver Podence a titular. Boa exibição do jovem avançado, que levou sempre perigo à grande área do Boavista. O primeiro golo nasce de uma acção sua, ao recuperar a bola no meio-campo. Isolado, podia ter marcado aos 35': optou por oferecer o golo a Bryan Ruiz, tendo-se desperdiçado assim uma oportunidade para ampliarmos a vantagem no primeiro tempo, quando já vencíamos por 2-0. Podia ter voltado a marcar aos 70', de fora da área: a bola rasou a trave.

 

Do regresso de Adrien. Recuperado da lesão, o nosso capitão recebeu uma calorosa e expressiva ovação ao entrar em campo, aos 63'. Vamos contar com ele para o dérbi do dia 22, também em Alvalade.

 

Da oportunidade dada a Francisco Geraldes. O jovem da nossa formação entrou ao minuto 77, substituindo Podence. Vai ganhando assim rodagem na equipa principal, onde dentro de alguns meses já poderá ser um dos pilares. O público gostou desta opção do treinador, bem sublinhada com aplausos.

 

Da fase actual do Sporting. Atravessamos a melhor série desta temporada, com sete vitórias e um empate nos últimos oito jogos. Com 19 golos marcados e só cinco sofridos. Merece registo.

 

Da diversidade de soluções na equipa. Hoje goleámos o Boavista mesmo sem Adrien nem Gelson Martins no onze titular. Prova de que o nosso banco tem qualidade.

 

Do entusiasmo no estádio. Esta noite estivemos 42.822 em Alvalade. E gostámos muito do que vimos.

 

 

Não gostei

 

Da lesão de Gelson Martins. Tocado numa coxa, o jovem internacional ficou fora da equipa por precaução. Esperamos que regresse sem demora.

 

De Marvin. Voltou a ser o elo mais fraco, arriscando pouco na sua ala e acusando nervosismo sem que se perceba bem porquê. É a posição que precisamos de ver mais reforçada.

 

De Bryan Ruiz. Partida demasiado discreta do costarriquenho, que voltou a alinhar na posição 8. Esteve perto de marcar, aos 35' e aos 43', mas continua a ter uma relação problémática com a baliza.

 

Dos cabeceamentos de Coates. O internacional uruguaio bem tentou aproveitar a sua elevada estatura nos lances de bola parada, mas sem sucesso: três remates de cabeça falhados (3', 62' e 86').

 

Do Boavista. Nem pareceu a mesma equipa que foi empatar à Luz. Terá sido por jogar sem o habitual equipamento axadrezado?

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