22 Mar 17

Sempre que o holandês marca um golo fico logo a pensar no que escreverei aqui. E esta semana não foi excepção...

Semana após semana, jogo após jogo, golo após golo Bas Dost é já uma das boas certezas do nosso campeonato. Mesmo que isso não agrade aos nossos adversários. Temos pena...

Ora nesta espécie de corrida a dois, que eu próprio inventei, o ponta de lança do Sporting tem todas as hipóteses de bater o registo de golos marcados o ano passado, pelo argelino Slimani e que agora se encontra em Leicester!

Faltam somente 3 golos para que o gigante oriundo do país das túlipas alcance o feito do ano anterior.

Sei que se pagou por este jogador uma soma assaz avultada para os cofres do clube. Mas seja como for ainda estou para perceber como foi o Wolfsburgo cair na "armadilha" de deixar sair Bas Dost da sua equipa.

Mas ainda bem. Os bons jogadores ficam sempre bem no Sporting.


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21 Mar 17
Repararam?
Pedro Correia

 

Já ninguém fala em Slimani.

 


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19 Mar 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Nacional pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 19

Coates: 18

Bryan Ruiz: 16

Schelotto: 16

Gelson Martins: 15

Marvin: 15

Rúben Semedo: 15

Rui Patrício: 15

Alan Ruiz: 14

Matheus Pereira: 14

William Carvalho: 14

Podence: 12

Bruno César: 9

Palhinha: 1

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.


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18 Mar 17

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Gostei

 

De ganhar o jogo.  Segunda vitória leonina consecutiva no campeonato. Desta vez em casa, por 2-0, frente ao Nacional.

 

De Bas Dost. O holandês soma e segue: marcou os dois golos do Sporting na sequência de cantos bem apontados por Bryan Ruiz, aos 13' e aos 34'. Reforça a liderança da lista dos artilheiros da Liga 2016/17 e ganha terreno na corrida à Bota de Ouro europeia. Com 24 golos marcados em 23 jogos do campeonato. Foi novamente o nosso melhor jogador em campo - e já com direito a cântico personalizado em Alvalade.

 

De Gelson Martins. Excelente partida do nosso extremo direito. Os dois golos são antecedidos de grandes jogadas do jovem internacional formado na Academia leonina, ambas desviadas in extremis para canto. Quase marcou aos 16' e aos 88'. Protagonizou ainda grandes lances na sua ala (25', 34' e 66').

 

De Podence. Após uma hora de jogo, o Sporting começou a esmorecer, com muito toque inconsequente, muito atraso de bola, fraca velocidade e falta de vontade de construir um resultado mais dilatado frente ao modestíssimo Nacional. Jorge Jesus mandou então sair Alan Ruiz, hoje com uma pálida exibição, e fez entrar Podence, que sacudiu o jogo, imprimindo-lhe dinâmica e velocidade. Boa prestação do jovem reforço, sublinhada com aplausos das bancadas.

 

De Matheus Pereira. Hoje voltou a ser titular. E voltou a demonstrar ao treinador que justifica a aposta que está a ser feita nele. Nota positiva.

 

De Rui Patrício. Decisivo em dois momentos do jogo para travar o Nacional. Logo aos 9', com uma aparatosa defesa de cabeça no limite da grande área. Depois, aos 76', respondendo da melhor maneira a um remate rasteiro de meia distância, muito bem colocado.

 

De ver a nossa defesa invicta. Ao contrário do que vem sendo habitual, desta vez as nossas redes permaneceram invioladas. É caso para celebrar.

 

De ver o estádio muito preenchido. Segundo números oficiais, hoje fomos 43.167 em Alvalade. Viam-se muitas famílias nas bancadas, o que é sempre de louvar. Consequência do dia e da hora (sábado, pelas 18.15) e também da tarde muito amena, com temperaturas acima da média já a antecipar a Primavera.

 

De ver diminuída a distância para o Benfica. De pouco nos vale, mas o tropeção dos encarnados em Paços de Ferreira fez reduzir de 12 para 10 pontos a nossa diferença pontual com a equipa que ainda lidera o campeonato.

 

 

Não gostei

 

Do adormecimento da equipa nos últimos 25'. Vários jogadores pareceram conformados com o 2-0 e sem vontade de ampliar a vantagem. Perderam-se em pequenos toques no nosso meio-campo e sucessivos atrasos ao guarda-redes. Comportamento de equipa pequena frente ao lanterna vermelha do campeonato, o que é inaceitável.

 

Da goleada que não aconteceu. Ao intervalo vencíamos com uma vantagem confortável. Não faltou quem pressentisse uma goleada - seria a primeira deste campeonato em Alvalade. Os adeptos esperam sempre o melhor da sua equipa. Infelizmente, não foram correspondidos. Para desapontamento do próprio treinador.

 

De Marvin. Segundo jogo como titular, mas transmitindo novamente a sensação de que tanto lhe faz jogar ou não. Falhou demasiados passes, não soube articular-se com Matheus no corredor esquerdo. Tem uma atitude displicente: parece faltar-lhe sempre um suplemento de ânimo.

 

De Bruno César. Substituiu Matheus Pereira a meio da segunda parte, quando o treinador quis imprimir velocidade ao jogo leonino. Mas entrou mal: não foi o "chuta-chuta" de outros tempos, longe disso.

 

Da última substituição, a um minuto do fim. Não havia que queimar tempo, pois a vitória estava garantida. Achei incompreensível a inútil troca de Bryan Ruiz por Palhinha.

 

Dos assobios à equipa. Nota-se uma irritação crescente no "tribunal" de Alvalade: as bancadas não perdoam ao mínimo deslize dos jogadores, sobretudo quando detectam falta de empenho e falta de combatividade. Mas hoje, sobretudo na última meia hora, abusou-se dos assobios: William Carvalho, Bryan Ruiz, Marvin e Schelotto foram alguns dos mais visados. Não havia necessidade.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade


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14 Mar 17

O título da capa do Jornal Sporting, na sua última edição, poderia ser aplicado a Bas Dost: Imparável!

Começam-me a faltar adjectivos para qualificar o nosso ponta de lança, Se bem que dois golos tenham sido de grande penalidade (podiam ser 3…), certo é que o holandês fez o seu primeiro póquer em Portugal.

Com isto leva já 22 golos aproximando-se de Islam Slimani, deixando ao mesmo tempo os seus adversários lusos mais distantes.

A nível europeu encontra-se em terceiro lugar, logo atrás de dois “jogadorzitos”: Cavani do PSG e Messi do Barcelona.

Com vinte e dois jogos jogados e o mesmo número de golos Bas Dost pode vir a tornar-se (se não o for já) um fenómeno como ponta de lança.

Como escreveu o Alexandre neste texto, se estivéssemos lá em cima a lutar pelo título com outra postura em campo, nem imagino quantos golos marcaria o holandês.

Neste momento Bas Dost é o senhor golo! O resto são cantigas.


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13 Mar 17
Segurar Bas
Alexandre Poço

Numa época pouco reluzente, Bas Dost é dos melhores da Europa (a um golo de Lionel Messi). 22 golos na liga em 25 jogos, 47% do golos marcados pelo Sporting no campeonato. Na média por jogo, só fica atrás de Mário Jardel (2001/2002). Duas notas emergem deste panorama: a primeira para constatar que numa época boa, com o Sporting a lutar pelo título até ao fim do campeonato, Bas arriscava-se a andar a lutar com os recordes de alguns dos melhores goleadores da história do Sporting. A segunda é para relembrar que é fundamental manter Bas Dost na época 2017/18. Será pedra fundamental no 3a tentativa de Jorge Jesus nos dar o tão almejado título. 


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12 Mar 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Tondela-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 22

Podence: 19

Matheus Pereira: 17

William Carvalho: 16

Gelson Martins: 15

Paulo Oliveira: 15

Rui Patrício: 15

Schelotto: 15

Coates: 14

Francisco Geraldes: 13

Bryan Ruiz: 13

Marvin: 12

Palhinha: 11

Campbell: 5

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.


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Há males que vêm por bem. Foi preciso Adrien lesionar-se e ocorrer o castigo simultâneo a Alan Ruiz e Bruno César que deixou ambos de fora desta jornada para Jorge Jesus apostar enfim decididamente nos talentos oriundos da Academia leonina. Aposta coroada de êxito: a linha atacante que hoje jogou imediatamente atrás do ponta-de-lança foi composta por um trio de jovens valores formados em Alcochete. Podence no eixo, Matheus Pereira à esquerda, o nosso já bem conhecido Gelson Martins à direita.

Todos mostraram serviço nesta concludente vitória do Sporting em Tondela, por 4-1 - o mais dilatado triunfo conseguido pelo onze leonino na Liga 2016/17. Podence - em estreia como titular - fez uma excelente assistência para o primeiro golo, Matheus construiu a vistosa jogada de que resultou o segundo, Gelson Martins protagonizou a arrancada que viria a ser travada em falta dentro da grande área adversária e punida com o primeiro dos três penáltis desta noite.

Heróis deste jogo, apenas suplantados por Bas Dost, o marcador dos nossos quatro golos. E poderia ter marcado um quinto, se não tivesse falhado a terceira grande penalidade que foi chamado a converter. Há sete anos que não havia um jogador do Sporting com quatro remates vitoriosos numa só partida do campeonato.

Foi até agora a melhor exibição leonina em 2017. Um desafio assinalado ainda pela estreia de Francisco Geraldes na equipa verde-e-branca. Pouco mais de cinco minutos em campo, mas com tempo suficiente para arrancar um penálti. Também ele justificou a confiança do técnico.

O homem do jogo, naturalmente, foi Bas Dost.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Uma enorme defesa aos 57', revelando excelentes reflexos ao impedir o golo na conversão de um livre do Tondela. Atento e seguro durante toda a partida. No lance do golo, à queima-roupa, nada podia fazer.

SCHELOTTO (6). Grande desarme na área leonina, desfazendo um ataque perigoso do Tondela. Foi mais contido nas incursões atacantes do que tem habituado os adeptos. Sem rasgos mas também sem falhas dignas de registo.

COATES (7). É o defesa leonino que sai com a bola mais controlada na primeira fase de construção, o que se reflecte na dinâmica da equipa. Cobertura providencial aos 49'. Falhou a marcação a Murillo no golo adversário.

PAULO OLIVEIRA (7). Corte providencial aos 56', num lance com muito perigo. Faltou coordenar-se melhor com Coates na jogada do golo do Tondela. Só hoje viu o primeiro cartão amarelo, o que diz muito sobre o seu desempenho.

MARVIN (4). Ultrapassado em velocidade no lance do golo, iniciado na sua ala. Aos 28', fez um atraso arriscadíssimo que podia ter dado golo ao Tondela: Coates emendou in extremis. Mal se deu por ele nas acções ofensivas.

WILLIAM CARVALHO (7). Pendular, segurou o meio-campo em acções de cobertura sem se ressentir da ausência de Adrien. Foi ele quem mais esticou o jogo na fase de construção com passes longos e bem medidos.

BRYAN RUIZ (5). Jesus confiou-lhe a posição 8, mas o apático costarriquenho não esteve à altura da responsabilidade. Marcou bem um livre, aos 10'. Mas entregou mal a bola aos 53', gerando o início do golo do Tondela.

GELSON (7). Algo apagado na primeira parte, foi crescendo na segunda, quando protagonizou jogadas espectaculares aos 69' e aos 73'. Da primeira, em que foi derrubado dentro da área, resultou um penálti - e o nosso terceiro golo.

PODENCE (8).  Excelente primeira parte nesta sua estreia como titular da equipa principal. Foi dele a assistência para o primeiro golo. Foi ele também quem desenhou as jogadas mais vistosas e mais perigosas. Difícil fazer melhor.

MATHEUS PEREIRA (8). Um dos melhores, sobretudo no segundo tempo, quando assistiu para o segundo golo num slalom em que ultrapassou três adversários. Cruzou muito bem aos 76', no lance em que Dost é derrubado na área.

BAS DOST (9). Um póquer, razão mais que suficiente para merecer nota muito alta. Leva já 22 golos apontados na Liga portuguesa. A nível europeu, só é ultrapassado por Messi. Não se limita a marcar: também tem requinte técnico.

PALHINHA (5). Entrou aos 80', rendendo Matheus Pereira. Não se limitou a acções defensivas e de recuperação da bola. Fez um passe longo, com muita qualidade, aos 83'.

FRANCISCO GERALDES (5). Entrou aos 86', substituindo Podence. Estreia absoluta no campeonato com a camisola do Sporting. Teve ainda tempo para ser derrubado em falta, conseguindo assim um terceiro penálti para a equipa.

CAMPBELL (3). Entrou aos 86', substituindo Gelson Martins. Muito pouco tempo em campo, sem nada ter mostrado de positivo. Ainda recebeu um cartão amarelo, sem qualquer necessidade.


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11 Mar 17

Gostei

 

Da vitória leonina. Triunfo categórico do Sporting hoje no campo do Tondela, por 4-1. O mais dilatado da nossa equipa nesta Liga 2016/17.

 

Do póquer de Bas Dost. Quatro golos, todos marcados pelo ponta-de-lança holandês. Aos 33', 55', 71' e 78'. Foi de longe a melhor contratação do Sporting nesta época. Já leva 22 marcados, só no campeonato, em 22 jogos até agora disputados - mais quatro do que tinha Slimani na mesma fase da época anterior. Uma marca que o coloca em posição quase imbatível para se sagrar rei dos marcadores na temporada em curso.

 

De um longo jejum enfim quebrado. Há sete anos que um jogador do Sporting não marcava quatro golos numa só partida do campeonato. Desde um póquer de Liedson ao Belenenses, em 2010.

 

De Podence. Em estreia absoluta como titular no campeonato principal, jogando na posição de segundo avançado, o jovem não se atemorizou. Pelo contrário, foi mesmo uma das grandes figuras deste jogo, tendo construído o primeiro golo, que ofereceu de bandeja a Bas Dost. Embora de pequena estatura, Daniel Podence deu mais um passo de gigante na construção de uma carreira que promete ser cheia de êxitos.

 

De Matheus Pereira. Outro talento da nossa Academia que jogou a titular, na ponta esquerda. Correspondeu às expectativas com uma jogada fabulosa em que tirou três adversários do caminho, culminando-a com uma assistência para o segundo golo de Bas Dost.

 

Da estreia de Francisco Geraldes. Iam decorridos 86' quando ocorreu mais uma estreia oriunda da cantera leonina no campeonato nacional. Pouco tempo em campo, mas suficiente para protagonizar uma jogada de perigo em que foi carregado em falta, punida com penálti.

 

De ver sete jogadores da nossa formação hoje em campo. Rui Patrício, William Carvalho, Gelson Martins, Daniel Podence, Matheus Pereira, João Palhinha e Francisco Geraldes. Quem disse que os talentos da Academia não bastam para ganhar jogos?

 

Do domínio leonino. Do princípio ao fim do jogo, o Sporting controlou sempre as operações, com domínio total da manobra no terreno. Foi até agora a melhor exibição leonina em 2017. Se tivéssemos jogado sempre assim ao longo do campeonato, estaríamos certamente a discutir o título.

 

De vermos o Braga ainda mais à distância. Já está a oito pontos.

 

 

Não gostei

 

Do golo sofrido. Aos 53', o Tondela conseguiu empatar. A magra vantagem obtida pelo Sporting ao intervalo foi desfeita por um golo em contra-ataque, idêntico a tantos outros que já sofremos. Felizmente este empate durou apenas dois minutos. A equipa adversária não voltou a marcar e raras vezes voltou a causar perigo.

 

Do penálti falhado. Bas Dost marcou duas grandes penalidades, mas falhou uma terceira também assinalada pelo árbitro Bruno Paixão, já no tempo extra. Único percalço numa exibição de luxo do holandês.

 

De Marvin. Regressou à titularidade, depois de Esgaio ter ocupado a posição de lateral esquerdo na jornada anterior, mas voltou a ser um dos piores em campo. Frágil a defender, uma nulidade a atacar. Cruzou pouco e mal.

 

Das ausências de Adrien, Alan Ruiz e Bruno César. O primeiro por lesão, os outros por acumulação de cartões. Mas, ao contrário do que se previa, nenhum deles acabou por fazer falta.


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03 Mar 17

Já vos havia dito que Bas Dost é um caso sério a marcar golos? Já? Pois não me canso de o dizer.

No último fim de semana gordo, o magro atleta marcou mais um golo. Desta vez uma grande penalidade...

Não vi o jogo em directo pois estava longe de casa. Mas consegui ver a jogada que daria origem ao castigo máximo. Na verdade o holandês pareceu-me que estava em fora de jogo antes de sofrer a falta.

Todavia o que conta aqui é que o ponta de lança não se atemorizou perante o guarda-redes canarinho e marcou o seu 18º golo. Aproxima-se "perigosamente" de Slimani... Veremos no fim quem ganha.

E agora vem aí o Guimarães...


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16 Fev 17

Pensaram que me tinha esquecido do golo do gigante Bas Dost contra o Moreirense. Porém enganaram-se e este pequeno duelo entre o nosso actual e bom ponta de lança contra o "british" Slimani continua.

Porque o futebol é feito de golos. Uns melhores outros nem por isso, mas o que conta são elas lá dentro.

A semana passada não vi o jogo. Estava muito longe, sem o canal de transmissão por perto, e desse modo só vi o golo do nosso jogador muuuuuitas horas mais tarde. Não seré o melhor dele, mas foi quiçá o interruptor que despertou a equipa de um marasmo para mais uma vitória. Suada, sofrida, mas merecida.

Bas Dost leva já 17 golos. Daí talvez o título, que hoje lhe foi atribuído, de melhor jogador de Janeiro.

Ele, mais que ninguém, merece-o.

E esta semana temos o tal de Rio Ave!


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31 Jan 17

O futebol são essencialmente golos. Muitos golos...

No passado sábado Bas Dost repetiu o par de golos que já nos habituou nos últimos jogos (creio ter sido o quinto bis), cimentando com eles uma belíssima vitória do Sporting.

Digam o que disserem, o gigante holandês parece estar como peixe na água nesta equipa, valendo-se dos seus méritos como goleador.

Neste pequeno campeonato que eu próprio inventei, Bas Dost leva já 16 golos marcados. A continuar assim poderá chegar à belíssima média de um golo por jogo. Algo que é de assinalar e que bateria Slimani com grande margem.

A próxima jornada leva-nos até à Invicta para defrontar o FCPorto. Espero que o nosso ponta de lança continue a fazer jus a um epiteto que ouvi recentemente em Alvalade: o Big Bas!


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24 Jan 17

Já custa escrever sobre alguém que marca tantos golos e que depois não se traduzem em vitórias. Mas ele não é o culpado, longe disso.

Tivéssemos nós mais jogadores da mesma competência do gigante oriundo do país das túlipas e provavelmente estaríamos noutro lugar...

Mas enfim... é o que temos!

Assim, no passado sábado o senhor Bas Dost marcou o golo do empate na primeira parte, fruto da sua enorme capacidade finalizadora. A tal que aborrece o treinador JJ.

Deste modo o holandês leva já 14 golos marcados. Mais três que o segundo classificado.

Só espero que não se lesione!


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17 Jan 17

Este será o texto, de todos os que já aqui escrevi, que mais me vai doer. Porque detesto injustiças. E sobretudo ingratidões.

Bas Dost é, comprovadamente, um caso sério a marcar golos. Vai no quarto bis e já leva treze golos marcados. Uma verdadeira máquina goleadora.

Obrigado, é só o que tenho a dizer ao jogador!

Mas custa-me que um homem que marca tantos golos, que se esforça e luta, como outros não o fazem, não veja o prémio dos seus remates certeiros plasmado em vitórias.

Esta é a injustiça de que falei acima.

A ingratidão encontra-se nas declarações de  Jorge Jesus ao dizer que o Sporting não pode depender de Bas Dost. Será que o actual treinador do Sporting tem consciência do que afirmou?

Qualquer boa equipa está dependente de um jogador: o Real Madrid depende de CR7, Mourinho está dependente de um sueco com nome eslavo e Leonardo Jardim de um colombiano com nome de ave de rapina.

Só Jesus quer ser diferente... Mas porquê?

Senhor Bas Dost... não ligue ao treinador. Continue a marcar os seus golos...

Pode ser que um destes dias a nossa equipa ainda ganhe um jogo sem sofrer golos.


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15 Jan 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Chaves-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Gelson Martins: 14

André: 13

Adrien: 13

Alan Ruiz: 12

Esgaio: 12

Coates: 12

William Carvalho: 12

Paulo Oliveira: 11

Bryan Ruiz: 11

Bruno César: 11

Campbell: 10

Rui Patrício: 10

Rúben Semedo: 7

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor sportinguista.


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Pouco antes, o Sporting recebera uma boa notícia: o Benfica deixara-se empatar frente ao Boavista na Luz. Notícia que podia ter servido de ânimo suplementar à nossa equipa, o que não aconteceu. O onze leonino iniciou o jogo com o Chaves de forma lenta, previsível e facilmente anulada pela bem organizada turma flaviense, que antes de se completar o quinto minuto já se adiantava no marcador.

Com Rui Patrício e Rúben Semedo de regresso à equipa e Adrien também a jogar de início, passado o susto da partida anterior, o Sporting continuou a mostrar-se incapaz de causar perigo no último terço do terreno. Gelson Martins abusava das fintas do lado direito. O corredor esquerdo, com um Campbell desastrado, não funcionava. Alan Ruiz, muito lento na posição de segundo avançado, demorava uma eternidade a decidir cada lance.

Valeu-nos Bas Dost, que empatou já no tempo extra da primeira parte. Parece que só o holandês sabe marcar golos neste Sporting 2016/17. Convicção reforçada ao minuto 76, quando foi ele a marcar o nosso segundo, colocando a equipa a vencer. Infelizmente não soubemos segurar esta vantagem mínima, desfeita aos 88' com um petardo do flaviense Flávio Martins, sem possibilidade de defesa para Rui Patrício. Nessa altura já o Sporting jogava só com dez, por expulsão de Rúben Semedo, e repetia a tremideira dos últimos minutos a que tantas vezes nos tem habituado.

Não é uma equipa pequena, mas por vezes parece. Demasiadas vezes.

Podíamos ter vindo de Chaves com três pontos, viemos só com um. Parabéns a Bas Dost, novamente o melhor Leão em campo.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Revelou bons reflexos ao sair da baliza, com uma defesa in extremis a pontapé. Iam decorridos 87 minutos. Logo a seguir, sofria o segundo golo. Sem culpas, tal como não tivera no primeiro.

ESGAIO (4). Articulou mal a ligação a Gelson no corredor direito, por falta de capacidade ofensiva, e teve culpa no primeiro golo. Melhorou a prestação na segunda parte, mas sem nunca ultrapassar a mediania.

COATES (4). Resolveu bem algumas situações com potencial perigo, embora pudesse ter feito melhor no primeiro golo. O segundo resulta de um mau alívio seu, em desequilíbrio, numa zona frontal.

RÚBEN SEMEDO (3). Regressou à titularidade em má forma, abusando da dureza física. Recebeu cartão amarelo em dois lances desnecessários. O segundo, que nos fez jogar só com dez a partir dos 72', até podia ter sido de outra cor.

BRUNO CÉSAR (5). Compensa em capacidade de luta o que lhe falta por vezes em frieza. Ineficaz a sua ligação a Campbell no primeiro tempo. Melhorou na segunda parte, com incursões da ala para o eixo. Mas sem nunca brilhar.

WILLIAM CARVALHO (6). Foi ele a estabelecer a ligação entre os sectores, iniciando a primeira fase de construção. Vários passes longos, bem medidos, alargando a frente de ataque. Mas longe do fulgor físico de outros jogos.

ADRIEN (6). Melhorou muito ao adiantar-se no terreno, na etapa complementar, injectando velocidade e combatividade à equipa. Podia ter marcado aos 60', mas rematou já em desequilíbrio, permitindo a defesa do guarda-redes.

GELSON MARTINS (6). Um centro magnífico, já após o minuto 45, funcionou como assistência para o primeiro golo. Reforça a sua liderança nas assistências deste campeonato. Sempre inconformado, por vezes abusa das fintas.

CAMPBELL (4). Quase nada lhe saiu bem no flanco esquerdo, onde se destacou noutros jogos. Articulou-se mal com Bruno César e falhou muitos passes. Já não regressou do intervalo, dando lugar ao compatriota Bryan Ruiz.

ALAN RUIZ (4). Novamente na posição de segundo avançado, hoje não funcionou. Muito lento, sem capacidade de passe, tentou o remate a meia-distância também sem sucesso. Deu lugar a André no segundo tempo.

BAS DOST (7). Mais um bis - o quarto desta temporada. Marcou o primeiro aos 45'+1', à ponta-de-lança, de cabeça, e o segundo aos 75', com um toque subtil que desviou a trajectória da bola. Soma e segue, imparável.

ANDRÉ (5). Lançado no segundo tempo, para o lugar de Alan Ruiz, melhorou a circulação da bola e o jogo posicional. Foi dele a asistência para o segundo golo. Mas desperdiçou a hipótese de marcar, falhando a emenda, aos 66'.

BRYAN RUIZ (5). Entrou na segunda parte, substituindo Campbell. Não trouxe dinâmica ao jogo, longe disso, mas conferiu-lhe alguma qualidade técnica. Melhor momento: um centro aos 66' que André desperdiçou.

PAULO OLIVEIRA (4). Lançado de emergência aos 78', para suprir a ausência de Rúben Semedo, mal teve tempo de se entrosar com os companheiros. Nesse período o Sporting recuou muito no terreno e sofreu o golo do empate.


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14 Jan 17

Não gostei

 

Do empate em Chaves. Mais dois golos perdidos pela nossa equipa, que ao tropeçar hoje em Trás-os-Montes (2-2) perdeu uma excelente oportunidade de encurtar a distância face ao Benfica, que também empatou (3-3), frente ao Boavista. Terminada a primeira volta do campeonato, temos menos oito pontos. Tudo como dantes.

 

Do golo sofrido muito cedo. Ainda não estavam esgotados os cinco minutos iniciais, já Rui Patrício via uma bola aninhada nas suas redes. Falhanço colectivo da defesa leonina, que deixou Rafael Lopes movimentar-se à vontade, marcando o primeiro para a sua equipa.

 

Da nossa primeira parte. Decorrida a meia hora inicial, nem um remate tínhamos feito à baliza do Chaves. O primeiro sinal de perigo coincidiu com o golo marcado, a poucos segundos da ida para intervalo.

 

Da nossa incapacidade de gerir o resultado. Estando a ganhar 2-1 a partir do minuto 76, seria natural que o Sporting soubesse reter a bola, segurando uma vantagem difícil de conquistar frente a uma equipa que até agora só perdeu um jogo no seu estádio. Nada disso aconteceu: continuamos com imensa dificuldade de controlar os níveis de ansiedade nos minutos finais das partidas. E perdemos um João Mário, que sabia guardar a bola como ninguém nestas preciosas fases do jogo.

 

De Rúben Semedo. Já amarelado, fez nova falta que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão aos 72' num lance ainda longe da nossa área, sem qualquer necessidade de correr tal risco. Uma inaceitável demonstração de imaturidade que acabou por prejudicar toda a equipa.

 

De Alan Ruiz e Campbell. Dois reforços de Verão que se mostraram em bom nível na partida anterior, frente ao Feirense, mas não justificaram hoje a aposta que o treinador neles fez como titulares. De tal forma que Jorge Jesus decidiu substituí-los ao intervalo.

 

Da substituição de Bas Dost. Com apenas dez jogadores em campo, Jesus deu ordem de saída ao ponta de lança, que já havia bisado. Substituição inexplicável, pois não se vê mais ninguém neste Sporting com capacidade para marcar golos. Quando houve a necessidade de apontar o terceiro, o internacional holandês já não estava em campo.

 

Da nossa falta de velocidade. Ritmo pausado, denunciado, previsível - e com diversos toques de bola até chegarmos à baliza adversária. Complicamos o que devia ser simples. Ao contrário do Chaves, que causava perigo cada vez que acelerava o jogo e era capaz de fazer a bola percorrer 80 metros em dois ou três passes.

 

Da tremideira final. Voltou a acontecer, para não fugir à regra. Começamos a estar tristemente habituados.

 

Do retrocesso face a 2015/16. Ao findar a primeira volta, temos menos dez pontos do que tínhamos há um ano e já sofremos mais sete golos. Números que nos devem fazer pensar.

 

 

Gostei

 

Da primeira meia hora da segunda parte. O Sporting dominou as operações, mostrando-se claramente superior. Foi um período em que soubemos acelerar um pouco mais o jogo e avançar no terreno com a bola controlada, o que viria a materializar-se na obtenção do nosso segundo golo.

 

De Bas Dost. O holandês soma e segue. Já marca há seis jogos consecutivos. Hoje bisou pela quarta vez no campeonato, reforçando a liderança na lista dos melhores marcadores. Já marcou 13 na Liga 2016/17 - os mesmos de Slimani à 17.ª jornada, faz agora um ano. E vão quinze no total das competições desta época oficial, voltando a sagrar-se o melhor Leão em campo.

 

De Gelson Martins. Não brilhou como noutros jogos, mas foi sempre o principal desequilibrador da nossa equipa, pelo flanco direito - algo que Campbell foi hoje incapaz de concretizar na ala oposta. E fez uma primorosa assistência para o primeiro golo de Bas Dost com um magnífico passe longo, muito bem colocado. Confirma-se como rei das assistências neste campeonato. E vão oito.

 

Do apoio dos adeptos. Largas centenas de sportinguistas viajaram até Chaves para darem um apoio entusiástico à equipa. Se há coisa de que a direcção leonina e a equipa técnica do Sporting não podem queixar-se é da falta de incentivos que chegam das bancadas, chova ou faça sol. Sem blackout de qualquer espécie.


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10 Jan 17

Já ultrapassou os seus adversários como melhor marcador da Liga Portuguesa.

Fez o seu terceiro bis (o primeiro havia sido contra o Estoril, o segundo contra o Arouca).

Está a um golo de igualar a segunda época de Slimani, que marcou 12 golos.

Chama-se Bas Dost, é alto e marca que se farta!.

Veio da Holanda e é neste momento a par de Adrien, Rui Patrício e William Carvalho, um dos esteios da equipa leonina.

Quiçá a melhor aquisição do Sporting no último defeso.

 


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09 Jan 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Feirense pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Campbell: 18

Alan Ruiz: 17

Adrien: 15

Bruno César: 14

Esgaio: 14

Paulo Oliveira: 14

William Carvalho: 14

Gelson Martins: 13

Beto: 12

Coates: 12

Bryan Ruiz: 11

Ellias: 11

Jefferson: 1

 

A Bola  elegeu  Campbell  como figura do jogo. O Jogo e o Record optaram por Bas Dost.


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Factos
Francisco Chaveiro Reis

Bas Dost é o melhor marcado do campeonato com 11 golos. Desde Montero, à 15.ª jornada de 2013-2014 (garantiu-me Rui Miguel Tovar via Twitter) que o melhor marcador não vestia de verde e branco. Na altura, o colombiano levava 13 tentos, contra os 12 de Jackson e os 9 de Heldon. 


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O jogo começou bem, com o primeiro golo leonino logo aos 5'. Aos 17', já vencíamos por 2-0 e pairou pela primeira vez em meses, nas bancadas de Alvalade, a hipótese de assistirmos a uma goleada - algo que ainda não vimos, pela parte do Sporting, nesta frustrante Liga 2016/17.

Mas os dois golos de Bas Dost parecem ter anestesiado a nossa equipa, que a partir da meia hora começou a "defender o resultado" frente ao modesto Feirense, segurando a bola, temporizando o jogo, rematando para trás. Como se não quisesse marcar o terceiro, que decidiria o destino do encontro.

Todos sabemos que 2-0 é um dos resultados mais traiçoeiros em futebol, capaz de desconcentrar a equipa que está em vantagem provisória e retirar-lhe dinâmica competitiva. Assim chegámos ao intervalo. E de lá viemos intranquilos, jogando sob brasas - algo a que não terá sido alheia a lesão de Adrien que forçou o nosso capitão a abandonar o campo de maca aos 37', envergando um colar cervical. Para o seu lugar entrou Elias, especialista em lateralizar o jogo e amolecer o nosso meio-campo, que se foi tornando cada vez mais permeável às investidas adversárias.

Aos 61', de bola parada, sofremos o golo. E a equipa acusou uma tremideira que seria impensável à partida, tratando-se de um desafio com o 15.º classificado do campeonato. Num jogo em que Gelson Martins esteve apagado, valeram os golos apontados pelo internacional holandês e as boas exibições de Campbell e Alan Ruiz (este sobretudo na primeira parte). Também a sorte nos sorriu perante uma fífia de Beto, que entregou a bola a quem não devia e arriscou sofrer o segundo golo nesse lance.

Bas Dost, o melhor em campo. Segue o Chaves, a encerrar a primeira volta da Liga 2016/17.

 

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BETO (4). Parecia bem, destemido entre os postes, neste seu quarto jogo consecutivo como titular da baliza leonina. Mas entregou a bola ao adversário em zona proibida (78') num lance que quase originou o empate do Feirense.

ESGAIO (5). Certinho a defender, mas demasiado contido nas acções atacantes, o que contribuiu para a perda de influência de Gelson, seu parceiro no corredor direito. Ou agarra agora a titularidade ou nunca mais a consegue.

COATES (6). Seguro, com boa técnica individual e uma impressionante capacidade de desarme. É também o defensor leonino que lança melhor a bola em fase de construção. Aos 62', impediu o Feirense de empatar o jogo.

PAULO OLIVEIRA (6). Regressou à titularidade no dia em que festejou 25 anos. Concentrado, participou em várias acções de desarme sem fazer falta. Arrancou palmas com um corte em velocidade que entusiasmou os adeptos (51').

BRUNO CÉSAR (5). Oscilante. Participou na construção do primeiro golo, fazendo uma excelente tabelinha com Campbell. Mas foi apático no lance do golo adversário, deixando Platiny movimentar-se à vontade dentro da área.

WILLIAM CARVALHO (6). Seguro a prender a bola e a descobrir linhas de passe, como é costume, perdeu fulgor após a saída forçada de Adrien, com quem se entende muito bem. Mas foi um dos que resistiram melhor à tremideira.

ADRIEN (6). Comandou as operações de ataque logo nos segundos iniciais, ameaçando o Feirense com um forte remate. Outro, aos 14', rasou a barra da baliza. Lesionado aos 36', viu-se forçado a abandonar. A equipa ressentiu-se.

GELSON MARTINS (5). Muito contido desta vez, sem criar os desequilíbrios a que já nos habituou. Podia ter marcado o terceiro golo leonino aos 27', com um remate cruzado, a passe de Alan Ruiz. Foi o seu melhor momento no jogo.

CAMPBELL (7). Grande exibição do internacional costarriquenho, que agarrou a titularidade. Assistiu Dost no primeiro golo. Bons lances individuais (15' e 84'). Aos 82', isolou Bryan Ruiz: foi quase meio golo. Saiu esgotado aos 90'.

ALAN RUIZ (6). Entrou no onze inicial como segundo avançado. E cumpriu. Fez a assistência para o segundo golo. Grandes passes para Gelson (27' e 47') e Campbell (58'). Bom remate (38'). Substituído aos 69', já muito cansado.

BAS DOST (7). De um ponta de lança espera-se que faça o que ele tão bem fez neste jogo: marcou dois golos, aos 5' e aos 17', Aos 8', cruzou muito bem para Gelson Martins, que chegou atrasado. Lidera a lista dos goleadores da Liga.

ELIAS (3). Lançado de emergência aos 37', pela inesperada lesão de Adrien, contribuiu para que a equipa recuasse e se retraísse. Destacou-se só a lateralizar jogo e a fazer faltas. Ao segundo amarelo, foi para a rua. Ficámos com dez.

BRYAN RUIZ (4). Não perdeu a técnica individual mas perdeu a intensidade competitiva. Entrou aos 69', para o lugar do outro Ruiz, sem vantagem para a equipa. Desperdiçou uma ocasião de marcar, isolado (82'). Nele, já é um clássico.

JEFFERSON (-). Entrou aos 90', substituindo o muito aplaudido Joel Campbell. Uma entrada que se destinou apenas a queimar tempo: havia que segurar a magra e tremida vantagem frente ao Feirense.

 


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08 Jan 17

Gostei

 

Do resultado. Vitória tangencial em casa, por 2-1, frente ao modesto Feirense, que ocupa o 15.º lugar no campeonato. Valeu pelos três pontos conquistados, que nos permitiram encurtar distância face ao FC Porto e igualar o Braga, à 16.ª jornada. Mas a boa exibição do primeiro tempo morreu ao intervalo e não foi reeditada na segunda parte, em que os nervos imperaram e o fantasma de um novo empate caseiro chegou a pairar em Alvalade.

 

Dos dois golos marcados cedo. Já vencíamos 2-0 aos 17 minutos e estivemos à beira de marcar o terceiro: chegou a cheirar a goleada. Em vez disso a equipa relaxou, desconcentrou-se, começou a recuar no terreno e a atrasar bolas ao guarda-redes. Não havia necessidade.

 

De Bas Dost. Alguém duvidava ainda que foi o melhor reforço do Sporting para esta temporada? O internacional holandês marcou os nossos dois golos, confirmando a sua veia ofensiva. Foi o melhor em campo não só por ter bisado mas também pelos lances que construiu, servindo os companheiros. Com 13 golos por sua conta nesta época, ascendeu hoje à posição de melhor goleador do campeonato, onde já marcou 11 vezes, ultrapassando André Silva (FCP) e Marega (V. Guimarães).

 

De Campbell. Quem disse que rende melhor quando é lançado do banco a meio do jogo? Hoje voltou a ser titular e a exibir a sua classe em Alvalade, onde foi um dos obreiros desta vitória. Causou vários desequilíbrios na sua ala ofensiva com lances em que exibiu a sua excelente técnica individual. De um desses lances resultou a assistência para o primeiro golo, logo aos 5'. Outro, aos 82', permitiu isolar Bryan Ruiz, que desperdiçou.

 

De Alan Ruiz. Boa primeira parte do argentino - a sua melhor prestação desde que enverga a camisola do Sporting. Foi dele a assistência para o segundo golo, num passe primoroso que Bas Dost aproveitou da melhor maneira. Já na segunda parte, e enquanto teve fôlego, fez ainda grandes aberturas para Gelson Martins (47') e Campbell (58'). Está muito mais integrado nos automatismos da equipa, progredindo de jogo para jogo.

 

Do apoio dos adeptos. Mesmo numa noite fria, e sem a equipa adversária prometer grande despique, as bancadas de Alvalade estiveram bem povoadas: 40.027 pessoas compareceram no nosso estádio.

 

 

Não gostei

 

Da nossa segunda parte. A equipa caiu muito após o intervalo, tornando-se intranquila e deixando o Feirense comandar parte das operações. O nervosismo contagiou o próprio guarda-redes: Beto, aos 78', ofereceu a bola a um adversário em zona proibida num lance de que poderia ter resultado o golo do empate.

 

Do golo consentido ao Feirense. Iam decorridos 61', quando a equipa visitante gelou Alvalade com um golo de bola parada em que a nossa defesa foi mal batida. Era o resultado do recuo no terreno e da ilusão de que a vitória estava assegurada. Seguiu-se meia hora de tremideira. Começa a tornar-se um hábito, seja quem for a equipa que nos visita.

 

Da lesão de Adrien. Num lance em que foi alvo de falta, por jogo perigoso de um adversário, o nosso capitão saiu maltratado, queixando-se da cabeça. Acabou por ser retirado de maca, aos 37', sendo conduzido de ambulância ao hospital. Esperamos todos que não tenha passado de um susto. Porque o Sporting não é o mesmo sem Adrien, como bem se viu durante o longo mês em que o campeão europeu esteve longe dos relvados.

 

De Elias. É inevitável: quando Adrien sai para entrar Elias, a nossa equipa baixa logo de rendimento. Voltou a acontecer hoje, para não fugir à regra. Com uma agravante: em pouco mais de 50 minutos em campo, o brasileiro fez faltas que lhe valeram dois cartões amarelos e a consequente expulsão.

 

De Bryan Ruiz. Jorge Jesus - que, por castigo, assistiu ao jogo da bancada - deixou-o fora do onze titular. O que bem se compreende. Em campo desde o minuto 69, o costarriquenho fez mais do mesmo: adornou lances, retardou o ritmo colectivo, fez dois passes ao guarda-redes do Feirense. E falhou um golo cantado, aos 82', quando Campbell o isolou frente à baliza. Mais do mesmo, portanto. Nada de novo.

 

Da distância face ao primeiro. Temos agora 33 pontos e recuperámos terreno perante FC Porto (35) e Braga (33). Mas continuamos a oito do Benfica (41).


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23 Dez 16

Por acaso não escutaram o meu grito de golo na noite passada?

Pois foi... O Bas Dost voltou a ser um guerreiro e mesmo ao cair do pano lá fez o golito da ordem.

E que golo, pleno de oportunidade e de raça. À leão!
Quando (quase) toda a gente já avaliava a má prestação do Sporting num eventual empate, eis que surge o holandês e deu cor e justiça ao resultado.

Contas feitas Bas Dost tem 9 golos marcados na primeira liga e aproxima-se do topo da classificação dos melhores marcadores.

Agora é tempo de desfrutar desta suadíssima vitória.

Feliz Natal Bas Dost!

 


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Belenenses-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Beto: 18

Campbell: 17

Gelson Martins: 16

Coates: 15

Jefferson: 15

Adrien: 14

Douglas: 14

Esgaio: 14

Alan Ruiz: 13

Castaignos: 12

Bryan Ruiz: 11

William Carvalho: 11

Bruno César: 5

 

O Jogo  elegeu  Campbell  como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Bas Dost.


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13 Dez 16

O ponta de lança do Sporting voltou a facturar este fim de semana.

Leva já oito golos no campeonato e nove em todas as competições. Ainda assim este seu remate certeiro não foi suficiente para levar de vencida a equipa adversária.

No próximo Domingo o jogador do país das túlipas terá oportunidade de marcar mais.

Assim esperamos e desejamos.

 

 


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26 Nov 16

De forma lenta mas assertiva o ponta de lança holandês ao serviço do Sporting vai somando golos. Hoje marcou mais um. O sétimo da sua conta pessoal, neste campeonato.

Ainda por cima um golo que deu a vitória à nossa equipa. Como isso é importante... Para o próprio e acima de tudo para a equipa.

Bas Dost não tem a fogosidade de Slimani mas mesmo assim vi-o a tentar recuperar bolas e até a fazer de defesa quando viu que seria necesssário.

É por todos sabido e reconhecido que o futebol é um desporto total, de equipa. E o holandês mostrou uma vez mais que o importante é o resultado final, mostrando uma disponibilidade e entrega dignas de assinalar.

Aguardemos por mais... golos e vitórias!


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07 Nov 16

Estava a ver que nunca mais!

Verdade seja dita que desde 26 de Setembro deste ano não escrevi um único texto com este título. Sinal da ineficácia do ponta de lança holandês? Talvez sim... talvez não.

No entanto o que importa realçar neste espaço são os dois golos do gigante Bas Dost contra o Arouca. Portanto tudo somado... vão seis!

Há um outro ponto que devo aqui destacar quanto ao jogador oriundo da terra das tulipas: a sua técnica. Aquele gesto técnico que fez a meio campo com a bola colada à bota é de se lhe tirar o chapéu.

Assumo aqui e agora a minha desconfiança no jogador no início de época. Mas chegado a este ponto, Bost parece o homem certo no lugar certo. Basta que lhe façam chegar as bolas.

Do resto trata ele!

 

 


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Arouca pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Campbell: 18

Adrien: 16

João Pereira: 16

Rúben Semedo: 15

Bryan Ruiz: 14

Gelson Martins: 14

Coates: 14

Marvin: 14

William Carvalho: 14

Rui Patrício: 13

Castaignos: 10

Bruno César: 6

 

A Bola e o Record elegeram Bas Dost como figura do desafio.  O Jogo  optou por Campbell.


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O Sporting regressou às vitórias no campeonato, derrotando o Arouca por 3-0. Uma vitória que se desdobrou em dois outros campos, com o empate entre FC Porto e Benfica no estádio do Dragão e a derrota do Braga frente ao Marítimo no estádio dos Barreiros.

Este triunfo em Alvalade coroou uma exibição convincente e personalizada da nossa equipa, que pela primeira vez nesta época consegue um resultado positivo após uma jornada europeia. Vitória folgada apesar de termos desperdiçado uma grande penalidade - desta vez por falhanço de Adrien, regressado ao onze titular na sequência de uma lesão que o afastou durante um mês dos relvados.

A figura do desafio foi Bas Dost, que marcou dois dos nossos três golos - confirmando-se como o melhor goleador leonino nesta temporada até ao momento e desfazendo quaisquer dúvidas que pudessem subsistir entre os adeptos sobre o seu rendimento enquanto ponta-de-lança. Outro reforço que também já deixou de suscitar reservas é Campbell. Jorge Jesus apostou nele como titular e esta aposta foi bem-sucedida: o internacional costarriquenho marcou um golo e deu outro a marcar.

Agora voltamos a depender só de nós. Só isso interessa.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Foi um mero espectador durante praticamente toda a partida, não tendo chegado a fazer qualquer defesa digna desse nome.

JOÃO PEREIRA (7). Grande partida do nosso lateral direito, que voltou a ser titular. Fez o lançamento lateral que originou o primeiro golo e deu início ao segundo com um excelente cruzamento. Tentou o golo de cabeça, aos 51'.

COATES (5). Fez a assistência para o primeiro golo, de cabeça. Subiu várias vezes à baliza contrária, em lances de canto, e cumpriu no essencial as missões defensivas. Falhou uma intercepção aos 66', que podia ter gerado perigo.

RÚBEN SEMEDO (6). Mais contido do que noutros jogos, participou na construção do primeiro golo. Foi dele a primeira iniciativa marcante, com um excelente passe de ruptura, logo aos 8'.

MARVIN (6). Motivado pela chamada à selecção da Holanda, fez uma das melhores prestações de verde e branco. Atreveu-se várias vezes a construir ataques a partir do seu flanco, cruzando com eficácia.

WILLIAM CARVALHO (6). Foi mais pendular do que em jogos anteriores, beneficiando com o regresso à equipa de Adrien, com quem reparte o essencial da missão construtiva ao nível do meio-campo.

ADRIEN (7). Reapareceu em forma após lesão: exerceu pressão alta, recuperou várias bolas. Foi dele a assistência para o segundo golo leonino e abriu caminho ao terceiro. Exibição só ensombrada por falhar um penálti aos 63'.

GELSON MARTINS (6).  Sem deslumbrar como noutros jogos, voltou a ser um elemento muito eficaz. Não apenas à frente mas também no apoio à defesa. Foi vital para travar um lance com perigo, aos 66', indo à dobra de Coates.

CAMPBELL (7). Titular, demonstrou que merece agarrar a posição de extremo. Marcou o segundo golo, aos 55', com um bom cabeceamento. Quase voltou a marcar, aos 59'. Assistiu Bas Dost para o terceiro, que fechou a conta.

BRYAN RUIZ (5).  Ainda não conseguiu sacudir a apatia que parece tolher-lhe os movimentos nesta temporada. Servido por Adrien, podia ter feito muito melhor aos 57'. Fez um remate bonito, mas inconsequente, aos 67'.

BAS DOST (7). Para que serve um ponta-de-lança? Isso mesmo: para marcar. O internacional holandês cumpriu a missão, marcando por duas vezes. O primeiro logo aos 9', o segundo aos 63'. Já provou merecer o que ganha.

CASTAIGNOS (5). Substituiu Bryan Ruiz aos 76', participando pela segunda vez num desafio do campeonato. Vai ganhando ritmo de jogo e adaptando-se ao colectivo. Sem rasgos criativos, mas com bons apontamentos ocasionais.

BRUNO CÉSAR (5).  Entrou aos 79', substituindo Adrien. Numa altura em que o essencial era segurar a bola, já com o resultado construído. Cumpriu a missão.

ELIAS (-). Rendeu Gelson Martins aos 81'. Ajudou a reter a bola. Mais não lhe era pedido naquela fase do jogo.


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06 Nov 16

Gostei

 

Do regresso às vitórias. Depois de um mês de Outubro para esquecer, com três empates consecutivos, voltamos ao rumo normal. Objectivo cumprido: vitória folgada contra o Arouca, em Alvalade, por 3-0.

 

De termos vencido em vários campos. Das quatro primeiras equipas do campeonato, só o Sporting amealhou três pontos nesta jornada. Porto e Benfica empataram no Dragão e o Braga foi derrotado pelo Marítimo no Funchal. Voltamos a depender apenas de nós próprios na corrida ao título.

 

De termos ultrapassado o "fantasma" da Liga dos Campeões. Finalmente vencemos após uma eliminatória europeia, ao contrário do que sucedera nas três rondas anteriores. A exibição em Dortmund, mesmo com uma derrota tangencial, contribuiu para operar a reviravolta. À quarta foi de vez.

 

De Bas Dost. O internacional holandês voltou aos golos, bisando nesta partida. Marcou o primeiro e o último dos três, aos 9' e aos 63'. Já soma seis na Liga 2016/17. Foi um elemento fundamental nesta vitória. E, para mim, o melhor em campo.

 

De Campbell. Finalmente Jorge Jesus apostou nele como titular no campeonato, ocupando a ala esquerda do ataque. Aposta ganha: o costarriquenho demonstrou que merece a confiança do treinador, confirmando-se como o segundo reforço válido deste Sporting. Marcou um golo (o segundo), aos 55', e fez a assistência para outro. Exibição muito positiva.

 

De João Pereira. Recuperou a titularidade num desafio em que foi um dos melhores em campo, exercendo pressão contínua sobre a equipa adversária na sua ala, que dominou por completo. Foi dele o cruzamento que esteve na origem do segundo golo.

 

Do regresso de Adrien.  Um mês depois, o nosso capitão voltou ao onze titular no campeonato. E com ele voltaram as vitórias: o campeão europeu parece ser o talismã da equipa, melhorando a categoria colectiva da turma leonina. Mesmo tendo falhado um penálti, justificou a ovação que os adeptos lhe brindaram no estádio ao ser substituído, no minuto 79.

 

Da ausência de Markovic. O sérvio não chegou sequer a ser convocado para esta partida - consequência natural das suas péssimas prestações dos jogos anteriores. Não fez falta nenhuma, como bem se viu.

 

Do golo inicial marcado cedo. Já estávamos a vencer aos 9 minutos - reflexo de uma exibição muito superior à dos nossos últimos jogos no campeonato, onde há mês e meio não vencíamos.

 

De não termos sofrido golos. A nossa baliza ficou invicta e nem sequer chegou a estar sob ameaça em momento algum do jogo de hoje.

 

Do apoio inquebrantável das bancadas. Nunca tem faltado incentivo dos adeptos à equipa, como hoje se confirmou: 40.743 espectadores compareceram hoje em Alvalade.

 

 

Não gostei

 

Do penálti falhado. William Carvalho tinha desperdiçado uma grande penalidade na jornada anterior, frente ao Nacional. Hoje Adrien seguiu-lhe o exemplo, rematando para fora na conversão de um castigo máximo apontado pelo árbitro Carlos Xistra. Eis um aspecto que o treinador terá de insistir com os jogadores nas sessões de treino: há que afinar a pontaria.

 

Do resultado escasso ao intervalo. No fim dos primeiros 45 minutos vencíamos apenas por 1-0. Sabia a pouco.

 

Da exibição do Arouca. Apenas um remate ao longo da partida: basta este dado para se perceber como foi medíocre a prestação da equipa treinada por Lito Vidigal.


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29 Out 16

Nada está perdido, não se trata disso. E quanto a esse tema, gostava de partilhar o que diz o Sportinguista.

Além de também eu não ter desistido, há três pontos que saliento deste post:

Exijo que saibam o que o Sporting representa para os adeptos e que carregam uma bandeira (...)

Exijo que sejam profissionais na mesma medida do nosso amor

Exijo que percebam a sorte que é ser do Sporting;

Não há muito mais a dizer a seguir aos dois últimos jogos. Ou quatro, vá, mas nos dois últimos foi mais evidente uma ineficácia que não deixa muitos argumentos. Com o Dormund houve atitude e em Guimarães três golos. Não é um caso em particular, e isto não quer dizer que está tudo mal na equipa. Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, Um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola. Não é uma culpa de alguém em particular, mas também não é mérito de nenhum. Vendo a cara do Ruben Semedo no final do jogo, percebe-se que não somos só nós a achar que aquele resultado soube a derrota. E não é saber a derrota por merecermos mais um golo - que até merecíamos -, ou erro do árbitro, ou anti-jogo - que também existiu, não discuto isso. É saber a derrota porque sabemos e podemos mais que isto.

Queriamos estar todos alinhados, estamos agora? Estamos unidos num "Ok, alguma coisa tem de mudar nestes jogos"? Espero que sim, é essa sintonia que faz um clube.

Isto passa-me, nem sequer está em causa quarta-feira estar em frente a uma TV às 19:45. Mas que mói, mói.


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20 Out 16

Já está farto.

Também eu!

 

Este post  recebeu muitos comentários de lampiões. Conforme decisão publicada neste post do José da Xã, foram para o lixo.

Um conselho: Não percam o vosso tempo, nem me façam perder o meu.


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29 Set 16
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26 Set 16

Um dos mais costumadas (más!) ideias no futebol corresponde às frequentíssimas comparações de atletas, sem se tentar perceber que um jogador jamais será igual ao outro.

O caso mais paradigmático na actualidade futebolística mundial é a constante tentativa de comparação entre Messi e Ronaldo ou vice-versa. Na verdade, são ambos excelentes executantes, mas muito diferentes um do outro. Como convém aliás!

Não obstante reconhecer ser um erro, há uns anos, neste mesmo espaço, também tomei a liberdade de tentar comparar Montero a um tal de Wolfswinkel. Depois tentei emparelhar o Montero de épocas diferentes. E finalmente comparei Montero a Teo. Até que “El avioncito” partiu para terras orientais. Mas ficou um argelino de 1,88 de altura.

Cabe agora comparar a prestação de Bas Dost (1,96) com as de Slimani. Este, no primeiro ano que esteve no Sporting, marcou somente 8 golos (2013/2014), para na época seguinte passar para 12 tentos. Na última temporada fez 27 remates certeiros, ficando em segundo lugar na lista dos melhores marcadores.

Será com base nestes números (que valem o que valem!) que passarei a analisar a prestação do actual ponta de lança leonino.

Relembro para os menos atentos que à sexta jornada, somente com três jogos realizados, o gigante holandês já marcou por quatro vezes.

Começa muito bem!


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24 Set 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Estoril pelos três jornais desportivos:

 

Bas Dost: 19

William Carvalho: 19

Gelson Martins: 18

Bryan Ruiz: 18

Adrien: 16

Coates: 16

João Pereira: 16

André: 15

Jefferson: 13

Rúben Semedo: 13

Rui Patrício: 13

Elias: 11

Markovich: 11

Alan Ruiz: 10

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.


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Regresso às vitórias, regresso às exibições convicentes. Com uma equipa madura, bem oleada, protagonista de inúmeras jogadas vistosas, denotando clara superioridade frente a um débil Estoril que foi incapaz de dar réplica ao Sporting.

Vencemos 4-2. Mas o resultado é enganador, tão grande foi a disparidade entre os dois conjuntos. Ao intervalo, vencíamos 1-0. Aos 62', vencíamos 3-0. Os estorilistas apontaram os seus golos em duas das três ocasiões em que dispuseram de algum espaço na nossa área durante toda a partida. Então já a turma leonina deixara de carregar tanto no acelerador, poupando energias suplementares para o desafio de terça-feira, frente ao Legia de Varsóvia, a contar para a Liga dos Campeões.

O melhor deste jogo foi a confirmação da veia goleadora de Bas Dost. O internacional holandês marcou o primeiro e o terceiro, encabeçando já a lista dos melhores marcadores da Liga 2016/17 a par de André Silva (FCP) e Marega (V. Guimarães). Mas com menos minutos disputados. Em três jogos já pôs a sua assinatura em quatro golos. Nada mal.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Encaixou mais dois golos. Sem hipóteses de defesa no primeiro, pareceu no entanto mal batido no segundo, com uma saída extemporânea da baliza.

JOÃO PEREIRA (6). Combativo, como sempre. E muito bem integrado na frente atacante, tabelando com Gelson Martins. Batido em velocidade no primeiro golo do Estoril.

COATES (6). Fez o gosto à cabeça apontando o segundo golo leonino, na sequência de um canto. Bem a defender excepto no segundo golo do Estoril, em que pecou por falha de marcação.

RÚBEN SEMEDO (6). Exibição impecável até aos 85', com a autoridade e a concentração que já nos habitou. Falhou na acção de cobertura ao marcador do Estoril no primeiro golo adversário.

JEFFERSON (5). Recuperou a titularidade por impedimento físico de Marvin. Voluntarioso, com vontade de mostrar serviço. Mas não esteve inspirado nos cruzamentos, a sua habitual mais-valia.

WILLIAM CARVALHO (8). Soberba partida do nosso médio de contenção, especialista em recuperações de bola. Assistência para o terceiro golo e intervenção na construção do quarto com excelentes passes de ruptura.

ADRIEN (7). Voltou a ser o dínamo da nossa equipa, alargando e alongando a manobra ofensiva leonina. É também um poço de energia. Único senão: agarrou-se por vezes demasiado à bola. Saiu ovacionado aos 76'.

GELSON MARTINS (8).  De jogo para jogo assume-se como um dos melhores profissionais que actuam no campeonato português. Fez a assistência para o primeiro golo, confirmando a sua influência no bloco ofensivo leonino.

BRYAN RUIZ (6).  Assistiu no quarto golo, participou na construção do primeiro e soube pressionar o Estoril. Mas mantém uma relação complicada com a baliza: voltou a falhar um golo a escassos metros da linha final.

ALAN RUIZ (3). Com ele em campo, na primeira parte, o Sporting pareceu jogar só com dez. O argentino fez um bom remate mas isto esgotou a sua intervenção no jogo. Jesus decidiu castigá-lo retirando-o ao intervalo. Fez bem.

BAS DOST (8). Titular de novo, deu a resposta adequada. Com dois golos que o confirmam como artilheiro. O primeiro num bom cabeceamento, o segundo culminando uma excelente jogada de bola corrida. Saiu aos 73', muito aplaudido.

ANDRÉ (6). Entrou na segunda parte, conferindo mais dinâmica à equipa em comparação com o que fizera Alan Ruiz nos primeiros 45 minutos. Autor do quarto golo, que certamente lhe transmitirá mais confiança para os próximos jogos.

MARKOVIC (6). Substituiu Bas Dost aos 73'. Protagonista de duas arrancadas que empolgaram os adeptos, aos 74' e 81'. Tem clara vontade de mostrar o seu valor aos sportinguistas, que lhe retribuíram com gestos de incentivo.

ELIAS (4). Substituiu Adrien aos 76'. A equipa em nada beneficiou com a troca, muito pelo contrário. O brasileiro, mal recebe a bola, despacha-a de imediato, sem progredir com ela. Inócuo e banal.


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E assim nasceu um novo matador em Alvalade!

Via Sporting Notícias

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Gostei

 

Da vitória folgada. Vencemos o Estoril em Alvalade por 4-2, num jogo totalmente dominado pela nossa equipa. Quarto triunfo em quatro desafios já disputados em Alvalade neste campeonato.

 

Da nossa exibição. O onze leonino revelou grande dinâmica de jogo, traduzida numa claríssima superioridade sobre a equipa adversária, e uma inegável capacidade de pressão, reduzindo o Estoril à insignificância durante quase toda a partida.

 

De Bas Dost. O internacional holandês marcou dois belos jogos (13'+62') e foi sempre uma referência no ataque leonino, o que me leva a elegê-lo como melhor jogador em campo. Justamente saudado com calorosos aplausos ao ser substituído, no minuto 73, o ponta-de-lança já leva quatro golos marcados em apenas três jogos.

 

De William Carvalho. Exibição notável do nosso médio-defensivo, com incontáveis recuperações de bola e diversas acções de desarme com notório virtuosismo técnico. Primorosa assistência para o nosso terceiro golo. Foi ele também a iniciar a jogada que originou o quarto. Só lhe faltou marcar.

 

De Gelson Martins. Partiu os rins ao lateral esquerdo do Estoril em contínuas acções ofensivas pelo nosso flanco direito. De uma dessas investidas resultou o centro milimétrico que acabou por gerar o nosso primeiro golo. E vão quatro assistências na Liga 2016/17.

 

De Adrien. Incansável, uma vez mais. Voltou a pautar o jogo da nossa equipa com um intensidade digna de aplauso e uma energia que parece inesgotável.

 

Da estreia de André a marcar. Decorria já o tempo extra quando o avançado brasileiro meteu a bola na baliza, após assistência de Bryan Ruiz. Era o nosso quarto golo - e o primeiro dele com a camisola verde e branca.

 

Do apoio convicto dos adeptos. Hoje fomos 41.994 espectadores em Alvalade. Está a ser a temporada com maior assistência média desde que o actual estádio foi construído.

 

 

Não gostei

 

Dos dois golos consentidos. Quase ao cair do pano, duas raras incursões dos estorilistas pela nossa grande área resultaram num par de golos perfeitamente evitáveis. Rúben Semedo não travou o primeiro, Coates falhou a intercepção no segundo. O resultado devia ter sido mais desnivelado para traduzir o que se passou em campo.

 

Dos golos falhados. Bryan Ruiz teve a baliza à sua mercê aos 29', acabando por rematar para a bancada. O mesmo sucedeu a William Carvalho aos 79'.

 

Do marcador ao intervalo. Ganhávamos apenas por 1-0 - resultado manifestamente escasso para a exibição evidenciada nos primeiros 45 minutos.

 

De Alan Ruiz. Uma nulidade enquanto esteve em campo, durante o primeiro tempo: sem dinâmica, sem capacidade de jogar sem bola, estático e conformista. Jorge Jesus fez bem em substituí-lo ao intervalo por André.

 

De Elias. Entrou aos 76', substituindo Adrien. Exibição falhada: é incapaz de transportar a bola, que parece queimar-lhe os pés.


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19 Set 16

Só por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Rio Ave-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 15

Bryan Ruiz: 14

Gelson Martins: 14

Adrien: 13

Rúben Semedo: 12

William Carvalho: 12

Alan Ruiz: 11

Rui Patrício: 11

Coates: 10

André: 9

Schelotto: 9

Markovic: 8

Bruno César: 8

Campbell: 7

 

A Bola elegeu Adrien como melhor sportinguista neste jogo. O Record optou por Gelson Martins. O Jogo não escolheu nenhum.


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