28 Jun 17
Balanço (35)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - V

Gelson Martins, no Sporting-Paços de Ferreira

(28 de Janeiro de 2017)


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27 Jun 17
Balanço (34)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - IV

Bruno César, no Sporting-V. Setúbal

(3 de Dezembro de 2016)


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26 Jun 17
Balanço (33)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

Gelson Martins, no Sporting-Varzim [ver 2' 05'']

(30 de Dezembro de 2016)


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25 Jun 17
Balanço (32)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

Bas Dost, o golo da vitória no Braga-Sporting [ver 4' 40'']

(30 de Abril de 2017)


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24 Jun 17
Balanço (31)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - I

Bruno César, no Real Madrid-Sporting 

(14 de Setembro de 2016)


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23 Jun 17
Balanço (30)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BAS DOST:

 

- Frederico Dias de Jesus: «Assim nasceu um novo matador em Alvalade!» (24 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Pegou de estaca.» (24 de Outubro)

- Marta Spínola: «Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola...» (29 de Outubro)

- José da Xã: «Assumo aqui e agora a minha desconfiança do jogador no início de época. Mas chegado a este ponto, Dost parece o homem certo no lugar certo. Basta que lhe façam chegar as bolas. Do resto trata ele!» (7 de Novembro)

- Ricardo Roque: «Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro.» (28 de Novembro)

- Francisco Vasconcelos: «Jorge Jesus mexe mal na equipa ao tirar Bruno César e  Bas Dost e precisa claramente de dois laterais como deve ser.» (11 de Dezembro)

- Alexandre Poço: «É fundamental manter Bas Dost na época 2017/18. Será pedra fundamental na terceira tentativa de Jorge Jesus para nos dar o tão almejado título.» (13 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Um ponta de lança fora de série, a melhor contratação do ano, praticamente a única (talvez acompanhado de Alan Ruiz que demorou a render mas parece ser uma certeza). Não é jogador para sozinho dar um título (Jardel há só um) mas é claramente dos melhores que passaram pelo Sporting em muitos anos. Um jogador competentíssimo como matador e a pedir um criativo mais venenoso nas costas e melhores laterais a cruzar...» (14 de Maio)

- Eu: «Desde Mário Jardel que não tínhamos um artilheiro de pé (e cabeça) tão quente como ele. Além disso é um exemplo de companheirismo e camaradagem, no relvado e no balneário. Alguém com fibra de Leão: tem espírito de equipa, é leal na disputa dos lances, nunca nega o contributo para as vitórias e detesta sair do campo derrotado, mesmo que o jogo seja a feijões. Foi um verdadeiro reforço no Verão passado: por isso o aplaudimos em Alvalade como se tivesse sido sempre um dos nossos. É goleador máximo do campeonato português. E o vice-campeão dos goleadores da Europa, só suplantado por Messi.» (22 de Maio)


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22 Jun 17
Balanço (29)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre CASTAIGNOS:

 

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o André, Campbell, Castaignos e afins são piores que o Matheus.» (31 de Outubro)

- Eu: «Castaignos, o avançado incapaz de marcar golos, é um novo Barcos.» (4 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Gastamos de mais em jogadores que jogam de menos. Douglas, Meli, Petrovic, Paulista, Elias, Castaignos, Markovic ou André têm as portas de saída escancaradas.» (19 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Quando [Jesus] fez sair os homens que estavam melhor (Alan e Bruno) e fez subir William, um jogador que pede gente rápida na frente, a entrada de Joel e do inenarrável Castaignos foram apenas uma decisão tola tomada por equívoco, ou foi uma tola decisão tomada por teimosia?» (5 de Março)

- Luciano Amaral: «Castaignos faz de propósito para falhar golos. Jesus faz de propósito para que o Sporting não jogue nada. Bruno de Carvalho faz de propósito para que os sportinguistas passem a vida a levar enxertos de pancada. Se não é verdade, pelo menos parece.» (8 de Maio)

- Alexandre Poço: «Já vendemos o Luc Castaignos?» (10 de Maio)

- Rui Cerdeira Branco: Este ano foi um daqueles anos em que mais suspirei por vários jogadores que já são nossos, da Academia, e que, ou não estavam ao nosso serviço, ou permaneciam arredados do plantel. Fi-lo sempre que Castaignos tocou na bola.» (22 de Maio)

- José da Xã: «Chamo aqui Campbell, Castaignos, Meli ou André Filipe. Nenhum deles mostrou ser reforço, o que me leva a perguntar como aparecem estes atletas no plantel. Pior… com a sua chegada atiraram alguns jogadores da Academia para a segunda liga ou para outras equipas. Um erro que foi demasiadamente caro.» (27 de Maio)


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21 Jun 17
Balanço (28)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre FRANCISCO GERALDES:

 

- Eu: «O jovem jogador, com apenas 21 anos, deve retornar a Alvalade. Depois de duas épocas em destaque no Sporting B e deste empréstimo ao Moreirense, precisamos dele na nossa equipa principal. Sem favor algum, Jorge Jesus deve equacionar o seu regresso sem mais demora.» (4 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Considerar a participação de Francisco Geraldes neste jogo com o Varzim na equipa B como uma despromoção só pode ser ou piada de mau gosto, ou ausência total do entendimento do que deve ser uma equipa B, ou mais uma fornada de carvão para a fogueira. Ou o somatório de todas elas.» (16 de Fevereiro)

- Francisco Almeida Leite: «Um jogador com imenso potencial e que Jesus teima em não lançar de forma sustentada. Se isso acontecer será um erro. Mais um. Francisco Geraldes bem trabalhado e com oportunidades poderá ser uma espécie de novo Antoine Griezmann...» (10 de Maio)

- Rui Cerdeira Branco: «Raramente jogou e o treinador não parece ter em grande consideração o seu potencial, preferindo discipliná-lo. Num raro momento em Alvalade em que Geraldes se arma em municiador imprevisível e consequente da linha da frente, Jesus só não terminou a bronca que lhe ia dar porque foi abafado pelo entusiamo dos adeptos com o atrevimento naquela equipa amorfa que viria a perder por 1-3.» (14 de Maio)


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20 Jun 17
Balanço (27)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PODENCE:

 

- Francisco Chaveiro Reis: «O Sporting precisa urgentemente de avançados. Teo foi para os Jogos Olímpicos e calcula-se que não volte; Barcos não mostrou nada e Spalvis, antes de poder mostrar ao que vem, lesionou-se e vai perder seis meses, pelo que aposto que os poucos jogos que fará este ano serão na B. Há ainda Slimani, que não creio que fique em Portugal mais um ano. Bem vistas as coisas, sobram Alan e Podence e nenhum deles é um avançado de raiz. Falta poder de fogo e Jesus gosta de ter quatro homens para esta posição.» (22 de Julho)

- Eu: «Novamente o jogador mais em evidência. Substituiu Barcos na segunda parte, esticando o nosso jogo. Bom na finta, na dinâmica e na visão periférica.» (23 de Julho)

- Luciano Amaral: «É preciso pôr sempre os mesmos a jogar e eles não não chegam para todas. Isto dá mesmo que pensar, quando nos lembramos que andaram a ser espalhados de empréstimo por aí jogadores da formação que, de certeza, pior não fariam: Mané, Podence, Iuri, Palhinha, Gauld...» (13 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «Temos três meses e algum sangue novo disponível e que, mais que não fosse, pelo baixo rendimento de alguns clássicos de Jorge Jesus, já justificam uma aposta continuada por uns jogos. Pelo menos Podence e provavelmente Geraldes e Matheus Pereira. Não para satisfazer os adeptos, mas para construir um esqueleto de equipa e um balneário mais equilibrado onde todos sejam vistos como alternativas válidas.» (6 de Março)


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19 Jun 17
Balanço (26)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MELI:

 

- Francisco Vasconcelos: «Um jogador que em forma pode ser uma boa alternativa.» (29 de Outubro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Meli e Elias nada trouxeram e devem ser "despachados". Meli deve regressar ao seu país como moeda de troca num negócio.» (20 de Dezembro)

- Eu: «Trocava já o Meli pelo Iuri.» (13 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: Este ano foi um daqueles anos em que mais suspirei por vários jogadores que já são nossos, da Academia, e que, ou não estavam ao nosso serviço, ou permaneciam arredados do plantel. Fi-lo sempre que Castaignos tocou na bola, sempre que no banco ou na bancada via jogadores que nem calçavam - como Meli.» (22 de Maio)

- José da Xã: «Chamo aqui Campbell, Castaignos, Meli ou André Filipe. Nenhum deles mostrou ser reforço, o que me leva a perguntar como aparecem estes atletas no plantel. Pior… com a sua chegada atiraram alguns jogadores da Academia para a segunda liga ou para outras equipas. Um erro que foi demasiadamente caro.» (27 de Maio)

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18 Jun 17
Balanço (25)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ANDRÉ:

 

- Francisco Melo: «O Sporting a ser comido de cebolada?» (23 de Agosto)

- Pedro Boucherie Mendes: «Claro que Campbell e André foram dois jogadores a menos no primeiro tempo, sobretudo porque não pressionaram alto ou altíssimo como queiram.» (19 de Setembro)

- Eu: «Jogou pela primeira vez a titular, mas foi de uma ineficácia impressionante. Destacou-se apenas pela quantidade de vezes que caiu para o chão, pedindo faltas. Nada a ver com o espírito leonino. Nada a ver com o espírito de uma equipa que sonha com a conquista do campeonato.» (22 de Outubro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o André, Campbell, Castaignos e afins são piores que o Matheus.» (31 de Outubro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...). E assim é preciso pôr sempre os mesmos a jogar e eles não não chegam para todas.» (13 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Gastamos de mais em jogadores que jogam de menos. Douglas, Meli, Petrovic, Paulista, Elias, Castaignos, Markovic ou André têm as portas de saída escancaradas.» (19 de Janeiro)

- José da Xã: «Chamo aqui Campbell, Castaignos, Meli ou André Filipe. Nenhum deles mostrou ser reforço, o que me leva a perguntar como aparecem estes atletas no plantel. Pior… com a sua chegada atiraram alguns jogadores da Academia para a segunda liga ou para outras equipas. Um erro que foi demasiadamente caro.» (27 de Maio)


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17 Jun 17
Balanço (24)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ALAN RUIZ:

 

- Eu: «Destaco até agora o desempenho de três jogadores: Alan Ruiz, que parece um bom reforço para a época que se avizinha; Daniel Podence, que faz por merecer um lugar no principal plantel leonino; e Gelson Martins, que demonstra cada vez mais valor, ao ponto de já se poder vaticinar que será a curto prazo um dos melhores extremos do futebol português.» (16 de Julho)

- Edmundo Gonçalves: «O que anda um Alan Ruiz a fazer passeando-se a passo, passe a redundância, durante o tempo em que esteve (está) no campo?» (30 de Novembro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...).» (13 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Falhou redondamente como segunda opção e não podemos esperar muito mais por ele. Vejo duas opções. Empréstimo a um clube europeu para ganhar rotação ou regresso à Argentina, como moeda de troca. Alan é um dez e o Sporting joga com um oito e um "nove e meio" atrás do ponta de lança. Alan não faz sentido aqui. Venha um craque (sim, bem sei que isso custa).» (20 de Dezembro)

- José da Xã: «Alan Ruiz desta primeira parte é reforço de Janeiro. Espero e desejo que assim continue.» (8 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Demorou a render mas parece ser uma certeza.» (14 de Maio)


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16 Jun 17
Balanço (23)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO PAULISTA:

 

- Eu: «Meli e Bruno Paulista continuam sem jogar. Foram contratados para quê?» (2 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «A seis, Petrovic e Paulista são falhanços. Devem ser emprestados e deve apostar-se no regresso de Palhinha.» (20 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «Bruno Paulista? Pois. Entre lesões e apagões, a oferta imensa do meio-campo no início da época pariu um buraco.» (14 de Maio)


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15 Jun 17
Balanço (22)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre CAMPBELL:

 

- Luciano Amaral: «Do caos resultou a chegada de Joel Campbell, alguém que se arrisca a vir a ser um dos melhores jogadores do campeonato e de quem os jornalistas desportivos não disseram uma palavra até anteontem. Benditos.» (21 de Agosto)

- Francisco Chaveiro Reis: «Joel Campbell (fantástico reforço e sério candidato a ser um dos melhores jogadores da liga, na minha opinião) escolheu usar a camisola 7. Soaram os alarmes. Desde Figo, em 1993/1994 que a camisola é tida como maldita (e o extremo não teve razões para amaldiçoar o clube que o formou) para os lados de Alvalade. Leandro Machado, Izmailov, Bojinov e Shikabala ficaram aquém das expectativas e revelaram alguns problemas disciplinares. Sá Pinto, Iordanov, Niculae, Delfim e Jeffrén lesionaram-se.» (23 de Agosto)

- Pedro Boucherie Mendes: «Campbell e André foram dois jogadores a menos no primeiro tempo, sobretudo porque não pressionaram alto. Ou altíssimo, como queiram.» (19 de Setembro)

- Eu: «Queriam um reforço? Aí o têm. Só não entendo por que motivo Campbell não alinhou de início. Jesus deu-lhe ordem para avançar na segunda parte e mal entrou o campo o costarriquenho abanou o jogo, criando sucessivos desequilíbrios. Serviu exemplarmente Bas Dost em dois primorosos lances da ala esquerda - um dos quais deu origem ao nosso golo. Foi pena que tivesse jogado só 45 minutos.» (12 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «Foi foguete que se esgotou depressa, incapaz de assegurar o lugar com exibições regulares.» (14 de Maio)


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14 Jun 17
Balanço (21)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MATHEUS PEREIRA:

 

- Francisco Vasconcelos: «A que se deve o eclipse de Matheus Pereira, ainda para mais com Bryan Ruiz visivelmente esgotado?» (29 de Outubro)

- Eu: «Com uma assistência para golo, voltou a ser o melhor em campo a actuar pelo Sporting B. Jorge Jesus está à espera de quê para o chamar enfim à equipa principal?» (30 de Outubro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o André, Campbell, Castaignos e afins são piores que o Matheus.» (31 de Outubro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Bruno César, Bryan e Matheus podem ser opções na esquerda e Markovic, no máximo, pode aspirar a jogar uns minutos na direita.» (20 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «Temos três meses e algum sangue novo disponível e que, mais que não fosse, pelo baixo rendimento de alguns clássicos de Jorge Jesus, já justificam uma aposta continuada por uns jogos. Pelo menos Podence e provavelmente Geraldes e Matheus Pereira.» (6 de Março)

- Francisco Almeida Leite: «O Matheus Pereira teve "N" oportunidades esta época, inclusivamente em jogos decisivos, e o Gelson Dala, que anda a partir tudo na equipa B, só agora é convocado para um treino com a equipa A?» (9 de Maio)


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13 Jun 17
Balanço (20)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MARKOVIC:

 

- Alexandre Poço: «Vamos gritar "Marko, Marko, Marko" ao mesmo tempo que fazemos vénias sucessivas como ontem fizemos ao Gelson e ao Adrien. Ele precisa de tempo (3/4 jornadas e está no ponto), a magia está lá toda.» (15 de Setembro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o Markovic se esqueceu do que é jogar à bola.» (31 de Outubro)

- Francisco Vasconcelos: «Ainda não devo ter acordado bem e estou a sonhar, mas parece que finalmente o Markovic ficou de fora dos convocados.» (6 de Novembro)

- Eu: «Disparate sem nome é insistir em Markovic. Jogar com o sérvio é jogar só com dez. Voltou a acontecer: colocado no onze titular, como segundo avançado, o ex-jogador do Benfica nada fez de positivo. Agarra-se à bola e transporta-a para lugar nenhum, perde com facilidade a noção de espaço, é um parafuso solto no colectivo.» (7 de Dezembro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...). E assim é preciso pôr sempre os mesmos a jogar e eles não não chegam para todas.» (13 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Gastamos de mais em jogadores que jogam de menos. Douglas, Meli, Petrovic, Paulista, Elias, Castaignos, Markovic ou André têm as portas de saída escancaradas.» (19 de Janeiro)

- Francisco Melo: «Apesar das sucessivas apostas feitas por Jorge Jesus (que fez do relançamento da carreira do seu ex-pupilo um dos seus propósitos para esta temporada), a verdade é que Markovic esteve longe, muito longe, de justificar as elevadas expectativas geradas com a sua chegada ao Sporting.» (23 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Teve mais oportunidades do que qualquer jogador da cantera, provavelmente do que todos eles juntos e nunca passou de um fantasma do que foi, mal amado em Alvalade, fator imediato de azia para muitos adeptos.» (14 de Maio)


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12 Jun 17
Balanço (19)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRYAN RUIZ:

 

- Eu: «Por duas vezes Bryan Ruiz, isolado perante a baliza francesa, quis adornar o lance, permitindo a defesa do guardião. (...) Logo me lembrei de alguns jogos do ano passado em que pormenores como este nos fizeram desperdiçar pontos. A obsessão em "jogar bonito" dá nisto: as vitórias vão por água baixo. E os títulos também vão, junto com elas.» (6 de Agosto)

- Francisco Vasconcelos: «Para mim é, sem dúvida, um dos jogadores mais talentosos que vi vestir a verde e branca.» (18 de Agosto)

- Duarte Fonseca: «Apreciem a classe de um senhor chamado Bryan Ruiz, porque também não vai ser fácil ver igual.» (28 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Entre jogos europeus, selecção e campeonato, não pode com uma gata p'lo rabo. Vai disfarçando com a refinada técnica que tem, mas isso começa a ser insuficiente. Precisa de descanso urgentemente.» (24 de Outubro)

- Francisco Melo: «Novo falhanço de Bryan Ruiz em mais um momento decisivo do jogo. É caso para dizer que o costarriquenho, de quem sou fã, é o homem errado, no sítio certo, à hora certa.» (3 de Novembro)

- Pedro Oliveira: «Está na origem da jogada que dá o único golo, marcou dois cantos que poderiam ter dado golo, um livre que não entrou por milagre e foi carregado dentro da área tondelense numa jogada de possível penalty.» (12 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Há os que foram irritantes no ano passado e continuaram a ser irritantes, predominantemente maus e a espaços brilhantes, como Bryan Ruiz, Zeegelaar e Schelotto. Três titulares que não oferecem garantias de conseguirem fazer melhor do que ofereceram este ano.» (14 de Maio)


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11 Jun 17
Balanço (18)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GELSON MARTINS:

 

- Tiago Cabral: «Não nasceu na última quarta-feira no estádio do Real Madrid. Quem acompanha o Sporting, já desde a época passada que vê ali ao vivo mais uma pérola da nossa formação. A juntar a muitas outras. O facto de Gelson, mesmo jogando de forma contínua desde a época passada, marcando golos e fazendo assistências não aparecer nas capas dos desportivos e não ser chamado à selecção, é questão que deve ser levantada aos respectivos responsáveis.» (16 de Setembro)

- Eu: «Fabulosa exibição do jovem internacional, com um golo de bandeira que se candidata a um dos melhores do campeonato. Único titular absoluto desta equipa, tornou-se imprescindível.» (28 de Janeiro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Andamos a época inteira às costas de Gelson. Nós adeptos e os outros dez em campo.» (8 de Maio)

- Rui Cerdeira Branco: «Não é certamente pelo excesso de aposta na formação que não ganhamos um campeonato desde 2002. Fazer de conta que a formação não existe exceto quando é escandalosamente boa e de nível galáctico (como sucede com Gelson Martins) é inverter a coisa.» (14 de Maio)


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10 Jun 17
Balanço (17)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO CÉSAR:

 

- Edmundo Gonçalves:  «Em alternativa ao Elias, entra de estaca Bruno César, que tem também remate fácil e poderoso e face à falta de força de Ruíz, pode fazer a compensação na lateral esquerda.» (24 de Outubro)

- Francisco Vasconcelos: «Parece-me que onde joga melhor é atrás do ponta-de-lança a fazer ligação ao meio campo.» (4 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «É o melhor oito suplente. Não desdenharia, no entanto, a contratação de um homem experiente.» (20 de Dezembro)

- Eu: «Tem de ser titular deste Sporting. Não me interessa que "jogue feio", como por vezes se diz nas bancadas do nosso estádio. Interessa-me que seja eficaz. Voltou a sê-lo: entrou aos 60' e sete minutos depois já marcava.» (14 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Um jogador que entrou no Sporting ainda com muitos anos para dar ao mais alto nível, que já no Benfica havia provado ser competente em vários instrumentos e que o treinador esticou até ao limite do humanamente aceitável, quer em termos físicos, quer em termos táticos. Uma das raras conquistas inteiramente atribuíveis ao treinador. Terá lugar no Sporting até pendurar as chuteiras.» (14 de Maio)


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09 Jun 17
Balanço (16)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ELIAS:

 

- Eu: «Dizem-me que um tal Elias está em Lisboa para "substituir Adrien". Só pode ser anedota de mau gosto. Na melhor das hipóteses, vem reforçar a equipa B.» (31 de Agosto)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o Elias... Bom, podem dizer o que quiserem do Elias.» (31 de Outubro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...). E assim é preciso pôr sempre os mesmos a jogar e eles não chegam para todas.» (13 de Dezembro)

- José Navarro de Andrade: «Com a deliberada persistência de um coveiro ele vai descarnando uma clareira no meio do campo e, sempre a esbracejar com toda a gente, desorientando os parceiros, que não sabem o que fazer nem como vencer tamanho vazio. Elias não é passivo, pelo contrário, de mansinho, mostra-se como um Iago, activamente aplicado em destruir o jogo do Sporting. Já me garantiram que ainda por cima lhe pagam como a qualquer outro jogador.» (9 de Janeiro)


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08 Jun 17
Balanço (15)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ADRIEN:

 

- João Távora: «Está de volta às convocatórias de Jorge Jesus e isso é uma boa notícia... que esconde uma muito má. Se analisarmos o que vem sendo o desgraçado percurso do Sporting desde a sua substituição em Guimarães, temos que admitir que o luso-francês é insubstituível – e isso é preocupante.» (1 de Novembro)

- Filipe Arede Nunes: «O capitão ontem já jogou e a equipa foi capaz, quase imediatamente, de ser mais agressiva na procura da bola.» (3 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «William e Adrien são o pulmão da equipa.» (20 de Dezembro)

- Eu: «Nasce nos pés dele grande parte das nossas jogadas de ataque - sempre com a bola bem controlada, constante abertura de linhas de passe e uma superior visão do jogo. É um jogador cheio de intensidade e fulgor, ao nível dos melhores médios de sempre na história do Sporting Clube de Portugal.» (30 de Dezembro)

- José Navarro de Andrade: «Isto para dizer que àqueles que se limitam a serem apenas excelentes jogadores e não semi-deuses do futebol, como Adrien Silva, arcar com a posição 8 exige muito suor, ânimo e discernimento. Porque sobre as suas qualidades naturais ele mostra estas aptidões, Adrien é uma peça insubstituível no Sporting.» (9 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves:  «Adrien, a espaços, e William, quase sempre, são uma sombra dos jogadores da época passada.» (18 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Perante um Adrien esgotado o treinador deixa substituições para fazer em jogos onde o que há de mais importante em disputa é a preparação da próxima época.» (14 de Maio)


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07 Jun 17
Balanço (14)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PALHINHA:

 

- Eu: «É prioritário equacionar o regresso de João Palhinha no mercado de Inverno. Formado em Alcochete, vale mais que o importado Petrovic como suplente natural de William.» (21 de Outubro)

- Francisco Vasconcelos: «Porque se empresta Palhinha e se contrata um jogador para o seu lugar que nunca é opção?» (29 de Outubro)

- Edmundo Gonçalves:  «Digam-me lá o que tem Petrovic que não tem Palhinha, se fazem o favor.» (30 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Palhinha será titular do Sporting, na próxima época. Só não será nesta porque ainda lá anda William.» (6 de Fevereiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Parece ter servido para tapar um buraco conjuntural e calar um clamor numa altura em que crescia o desconforto. Talvez fique no plantel, mas perante um Adrien esgotado o treinador deixa substituições para fazer em jogos onde o que há de mais importante em disputa é a preparação da próxima época.» (14 de Maio)


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06 Jun 17
Balanço (13)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PETROVIC:

 

- Edmundo Gonçalves:  «Digam-me lá o que tem Petrovic que não tem Palhinha, se fazem o favor.» (30 de Novembro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...). E assim é preciso pôr sempre os mesmos a jogar e eles não não chegam para todas.» (13 de Dezembro)

- Eu: «Trocava já o Petrovic pelo Palhinha.» (13 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Bruno não só não foi campeão como este ano está a dez pontos do topo e já caiu em todas as outras frentes. Isto, com um treinador que tem salário principesco e com muitos milhões gastos em contratações falhadas – Petrovic, Elias, André ou Castaignos.» (23 de Fevereiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Vá, tivemos duas boas contratações e meia, nesta época. Das restantes, talvez Petrovic venha a ter uma segunda hipótese. Confesso que não o tenho acompanhado, sendo que não me impressionou quando iniciou a época.»  (14 de Maio)


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05 Jun 17
Balanço (12)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre WILLIAM CARVALHO:

 

- Francisco Vasconcelos: «Depois de uma semana a ser criticado pelos meios de comunicação e redes sociais, onde foi possível ler idiotices como "é lento", "é pesado", "é preguiçoso", "devia ter vergonha", o melhor médio defensivo português e um dos melhores mundo, o nosso enorme William Carvalho, cala os críticos a recuar e a fechar o espaço como só ele sabe.» (12 de Setembro)

- Duarte Fonseca: «A todos os sportinguistas que nunca tiveram oportunidade de ver William Carvalho ao vivo, façam-no! Caso contrário vão perder a oportunidade de ver ao vivo o melhor médio defensivo que já jogou no Sporting. E é difícil prever quanto tempo passará até aparecer um novo jogador com tamanha qualidade naquela posição.» (28 de Setembro)

- Eu: «É o melhor médio de contenção do campeonato português: toda a construção dos lances de ataque do Sporting passa por ele. Tem uma visão de jogo soberba e consegue colocar a bola onde quer com passes de ruptura, sempre bem medidos. Um falso lento que agora até já marca golos.» (6 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «William e Adrien são o pulmão da equipa e devem ser rejeitadas propostas por eles. O problema é que é necessário quem faça os seus lugares em caso de lesão, castigo ou previsível cansaço.» (20 de Dezembro)

- Edmundo Gonçalves:  «Os motores da equipa teimam em não carburar. Adrien, a espaços, e William, quase sempre, são uma sombra dos jogadores da época passada.» (18 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Entre lesões e apagões, a oferta imensa do meio campo no início da época pariu um buraco. Sempre dependentes de Adrien e de William, e sofrendo com as suas ausências por lesão, castigo e esgotamento físico.»  (14 de Maio)


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04 Jun 17
Balanço (11)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MARVIN:

 

- Francisco Chaveiro Reis:  «Marvin é limitado. É urgente trazer um titular.» (20 de Dezembro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Obrigado, Jefferson. Por me fazeres ter saudades do Marvin Zegcoiso.» (22 de Dezembro)

- Filipe Arede Nunes: «Desde que o Marvin saiu da equipa o Schelotto parece-me ainda pior...» (1 de Março)

- Eu: «Tem uma atitude displicente: parece faltar-lhe sempre um suplemento de ânimo.» (18 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Bryan Ruiz, Zeegelaar e Schelotto. Três titulares que não oferecem garantias de conseguirem fazer melhor do que ofereceram este ano. Bryan Ruiz porque tem contra a idade (já foi bom, voltará a sê-lo?) e os restantes porque parecem não conseguir dar mais, prestando-se a falhar demasiadas vezes em jogos decisivos.»  (14 de Maio)


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03 Jun 17
Balanço (10)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JEFFERSON:

 

- Edmundo Gonçalves: «Ah, Jefferson, dizem-me que jogou. Confesso que não o vi.» (30 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis:  «Na esquerda, o Jefferson deste ano é um a menos.» (20 de Dezembro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Obrigado, Jefferson. Por me fazeres ter saudades do Marvin Zegcoiso.» (22 de Dezembro)

- Eu: «Continua a ser um modelo de ineficácia. À beira do fim do jogo, endossou a bola a um adversário em zona proibida. Podia ter sido golo.» (25 de Fevereiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Parece definitivamente em fase descendente. Desde que renovou raras vezes se lhe viu a qualidade e empenho passados e com Jorge Jesus tem tido menos oportunidades. Mais um ponto de interrogação para a próxima época.»  (14 de Maio)


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02 Jun 17
Balanço (9)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre DOUGLAS:

 

- Pedro Boucherie Mendes: «Não dá para meter o Semedo a defesa direito e o Douglas a emparelhar com o Coates?» (23 de Outubro)

- Edmundo Gonçalves: «De centrais estamos bem servidos, daí que não me custava nada fazer alinhar P. Oliveira ou Douglas a fazer parelha com Coates e avançar Semedo para trinco.» (24 de Outubro)

- Francisco Chaveiro Reis:  «Sem Europa, dava-me ao luxo de despachar Douglas, com nome, para China ou Rússia, à melhor oferta.» (20 de Dezembro)

- Eu: «Um pinheiro plantado na nossa área.» (5 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Pela minha parte terei sempre maior capacidade de aceitar dores de crescimento de um Rúben Semedo do que de um Douglas. Lembram-se? Há um Douglas no nosso plantel.»  (14 de Maio)


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01 Jun 17
Balanço (8)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PAULO OLIVEIRA:

 

- Edmundo Gonçalves «Foi tão mau, que os nossos melhores foram Paulo Oliveira e Beto, os únicos, com Campbell se quiserem, que estiveram mesmo em campo.»  (30 de Novembro)

- Eu: «Meter no onze inicial um Paulo Oliveira sem rotinas nem experiência como lateral fez a nossa equipa jogar coxa durante uma hora.» (7 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «É o suplente para as horas difíceis e para as invenções do treinador (por vezes queimando o pobre jogador). Prima pela constância e fiabilidade. Não tem a estampa e a velocidade de Rúben Semedo mas oferece uma regularidade e maturidade que (ainda) falham no mais jovem.» (14 de Maio)


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31 Mai 17
Balanço (7)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RÚBEN SEMEDO:

 

- Eu: «Impressiona como um jogador tão jovem tem já tanta maturidade competitiva. Todos os cortes lhe saíram bem e até pareciam fáceis - mesmo quando não eram. Grande qualidade na reposição de bola.» (28 de Agosto)

- Gabriel Santos: «Fernando Santos, estás à espera do quê para convocar o Rúben Semedo?» (28 de Agosto)

- Francisco Vasconcelos: «Será que, tendo em conta o calendário fácil e a necessidade de renovação, eu sou a única pessoa que não percebe como é convocado [para a selecção A] o Bruno Alves em vez do Rúben Semedo?» (29 de Setembro)

- Marta Spínola: «Vendo a cara do Rúben Semedo no final do jogo, percebe-se que não somos só nós a achar que aquele resultado soube a derrota. E não é saber a derrota por merecermos mais um golo - que até merecíamos -, ou erro do árbitro, ou anti-jogo - que também existiu, não discuto isso. É saber a derrota porque sabemos e podemos mais que isto.» (29 de Outubro)

- Luciano Amaral: «Viu-se nos jogos com o Dortmund: bastou o Aubameyang acelerar um bocadinho à frente do Rúben Semedo e lá voltámos com zero pontos.» (22 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Coates, Semedo e Oliveira dão garantias. Acredito que são os laterais os maiores culpados pelos golos sofridos.» (20 de Dezembro)

- Rui Cerdeira Branco: «Pela minha parte terei sempre maior capacidade de aceitar dores de crescimento de um Ruben Semedo do que de um Douglas.» (14 de Maio)


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30 Mai 17
Balanço (6)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre COATES:

 

- Francisco Chaveiro Reis: «Coates, Semedo e Oliveira dão garantias. Acredito que são os laterais os maiores culpados pelos golos sofridos.» (20 de Dezembro)

- Eu: «Grande partida do internacional uruguaio, sempre muito concentrado, sem um só deslize, antecipando-se sempre aos adversários. Voltou a demonstrar que é o líder absoluto da defesa leonina.» (22 de Abril)

- Rui Cerdeira Branco: «Coates, que também fez uma pré-época de susto, depressa regressou ao estatuto conquistado no ano anterior, assumindo-se como o nosso melhor defesa.» (14 de Maio)


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29 Mai 17
Balanço (5)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre SCHELOTTO:

 

- Marta Spínola: «Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola...» (29 de Outubro)

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o Schelotto só sabe correr e não sabe fazer um passe.» (31 de Outubro)

- Francisco Chaveiro Reis:  «Schelotto parece o [lateral] menos mau mas é inconstante.»  (20 de Dezembro)

- Duarte Fonseca: «Há alguém no mundo futebolístico, com excepção de Jorge Jesus e de Bruno de Carvalho, que considere o Schelotto um jogador de futebol?» (20 de Fevereiro)

- Filipe Arede Nunes: «Desde que o Marvin saiu da equipa o Schelotto parece-me ainda pior...» (1 de Março)

- Eu: «Corre tanto para quê?» (2 de Abril)

- Rui Cerdeira Branco: «Bryan Ruiz, Zeegelaar e Schelotto. Três titulares que não oferecem garantias de conseguirem fazer melhor do que ofereceram este ano. Bryan Ruiz porque tem contra a idade (já foi bom, voltará a sê-lo?) e os restantes porque parecem não conseguir dar mais, prestando-se a falhar demasiadas vezes em jogos decisivos.»  (14 de Maio)


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28 Mai 17
Balanço (4)
Pedro Correia

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  O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ESGAIO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Para as laterais apostava em J. Pereira para os jogos da Liga, na direita e em Esgaio na esquerda (fez um belo torneio olímpico naquela posição) até Dezembro e começava a pensar seriamente em ir às compras em Janeiro para ambas as posições (21 de Outubro)

- Eu: «Boa partida, nesta estreia na Liga 2016/17. Muito dinâmico e bem entrosado com a ala ofensiva. Revelou maturidade e vontade de mostrar serviço. Cruzamentos bem tirados aos minutos 28 e 41.» (17 de Novembro)

Francisco Chaveiro Reis: «Esgaio não é aposta e começa a ser tarde para ele. Um empréstimo pode ser solução.» (20 de Dezembro)

- Marta Spínola: «Sigamos em frente, agora há espaço e tempo para experimentar miúdos, reforços, uns com os outros ou isolados. Ponha-se Esgaio na esquerda, não pareceu mal.» (6 de Fevereiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Terá feito a melhor época no plantel principal do Sporting, ainda assim curta para ser um valor para o futuro, jogou pouco e teve o ponto alto como profissional do Sporting ao revelar-se decisivo para garantir a equipa B na segunda liga. Tal como sucede com quase todos os jogadores da formação, mitiga muitas das insuficiências ou complexificações técnico-táticas a que é convidado com um adicional de entrega e dedicação.» (14 de Maio)


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27 Mai 17
Balanço (3)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOÃO PEREIRA:

 

- Eu: «Não tem a energia de outros tempos, mas é um jogador cada vez mais racional. E combativo como sempre. Travou duelos constantes na sua ala e venceu a maioria deles. Com fibra leonina.» (28 de Agosto)

- Luciano Amaral: «Caímos no Real. Será o maior teste à inteligência do nosso treinador até hoje. Habituado a jogar "por cima" ou de igual para igual (mesmo na Europa, onde ainda não calhou coisa do género), o Sporting de Jesus é sobranceiro (justificadamente, em geral). Hoje não pode ser. Basta pensar nos duelos-tipo: João Pereira (ou Schelotto) vs. Cristiano Ronaldo; Bruno César vs. Bale; Coates e Semedo vs. Benzema ou Morata. Não é coisa para tranquilizar ninguém.» (14 de Setembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Aqui fica o meu agradecimento ao camisola 21, que, apesar das suas limitações (como os cruzamentos e o temperamento), sempre mostrou muita garra e vontade de defender a camisola. Obrigado e boa sorte.» (2 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Entendo a simpatia para com João Pereira, mas terá sido avisado deixá-lo sair sem qualquer alternativa, com Schelotto lesionado numa fase crucial da época?» (18 de Janeiro)


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26 Mai 17
Balanço (2)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BETO:

 

- Eu: «Devemos voltar sempre aos lugares onde fomos felizes. Beto faz muito bem em regressar a Alvalade.» (5 de Agosto)

- Francisco Vasconcelos: «[Na baliza] ficaria com: Rui Patrício, Beto, Pedro Silva.» (4 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Patrício e Beto dão toda a tranquilidade.» (20 de Dezembro)

- Edmundo Gonçalves: «Podemos jogar com o Beto?» (12 de Fevereiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Jogou pouco mas justificou inteiramente a aposta. Quando foi preciso raramente falhou. Ao mesmo nível de Rui Patrício, senão melhor.» (14 de Maio)

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25 Mai 17
Balanço (1)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RUI PATRÍCIO:

 

- Paula Caeiro Varela: «Porque é que no dia em que Rui Patrício é nomeado para a Bola de Ouro há um site de um jornal português que considera de absoluta pertinência e essencial essa informação de que "indianos dizem que Rui Patrício não merece estar nos nomeados"?» (26 de Outubro)

- Francisco Vasconcelos: «[Na baliza] ficaria com: Rui Patrício, Beto, Pedro Silva.» (4 de Novembro)

- Eu: «Faz hoje dez anos que começaste a defender a baliza na equipa principal do Sporting, parando uma grande penalidade nesse jogo de estreia. Missão que continuas a desempenhar com zelo e brio, sem te pesar no ego o brilhante título de campeão europeu e a eleição como melhor guarda-redes do continente em 2016.» (19 de Novembro)

- Edmundo Gonçalves: «Como há males que vêm por bem, aquela prestação miserável da defesa na primeira parte proporcionou uma exibição de sonho a Rui Patrício, que tão precisado andava de algo assim.» (20 de Fevereiro)


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23 Mar 17

"Nestes 4 anos percorremos um caminho difícil, com Esforço, Dedicação e Devoção e conseguimos voltar a colocar o Sporting CP no lugar que é seu por direito, concretizando 120 medidas que prometemos e cumprimos.

Enumero aqui algumas das que considero mais importantes:

-Reestruturação financeira
-Sporting TV
-Auditoria de gestão
-16 novas modalidades, com transferência para o Clube do total da receita de quotização e consequente aumento do investimento nas 51 modalidades.
-Inauguração de novas Escolas Academia Sporting em Portugal e no Estrangeiro.

E foi graças a estas e a muitas outras medidas integradas numa política de gestão rigorosa e, sobretudo, graças ao apoio dos melhores Sócios e Adeptos do mundo que atingimos os seguintes objectivos:

-Passámos do 7º lugar para o 2º lugar com acesso direto à Liga dos Campeões em apenas 1 ano;
-Passámos a ter lucros regularmente nas contas do Clube e da SAD;
-Fizemos a maior venda de um jogador português para o estrangeiro e inscrevemos 4 jogadores no top 10 das maiores vendas da história do Clube;
-Fizemos o maior negócio do futebol português relativo a direitos televisivos;
-Conquistámos uma Taça de Portugal e uma Supertaça no futebol;
-Conquistámos 2 troféus europeus (Taça CERS em Hóquei Patins e Taça dos Clubes Campeões Europeus de Atletismo Feminino);
-Construímos o Pavilhão João Rocha que inauguraremos em breve;
-Recuperámos 37 passes de jogadores;
-Criámos a Gala Honoris Sporting;
-Melhorámos as infraestruturas: Academia, Multidesportivo e Estádio;
-Aumentámos o número de sócios em mais de 65 mil, atingindo o top 5 mundial com mais de 155 mil associados;
-Aumentámos a assistência média no Estádio José Alvalade para mais de 40 mil espectadores por jogo;
-Aproximámos os adeptos do Clube e superámos os 2,5 milhões de seguidores na plataforma Facebook, somando 2 milhões aos 600 mil que tínhamos ."

 

Esta parte do facebook eu gosto.


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08 Jan 17

 

FRASE DO ANO: "PELO TEU AMOR EU SOU DOENTE"

Alvalade, 2 de Janeiro de 2016. Uma canção diferente irrompe nos microfones do Estádio José Alvalade. Minutos antes do jogo Sporting-FC Porto, todos quantos ali estávamos começámos a trauteá-la, ainda com a letra mal conhecida mas já contagiados pelo efeito mobilizador que dela emanava.

"O mundo sabe que / Pelo teu amor eu sou doente / Farei o meu melhor / Para te ver / Sempre na frente / Irei onde o coração / Me levar e sem receio / Farei o que puder / Pelo meu Sporting."

Era uma versão do célebre tema My Way, popularizado mundialmente na voz de Frank Sinatra, numa adaptação feita por Paul Anka do original francês Comme d' Habitude, de Claude François e Jacques Revaux. Começou a soar na curva sul, onde se concentra a Juventude Leonina, e a partir do jogo inaugural de 2016 tornou-se num novo hino do Sporting Clube de Portugal, gravado por Miguel Pacheco, fervoroso Leão. O nosso Sinatra. The Voice, que já gravara o mega-êxito da JuveLeo Só eu sei (porque não fico em casa).

O Mundo Sabe Que passou desde então a ser cantado a plenos pulmões por todo o estádio. E também pelo treinador: Jorge Jesus, aliás, não esconde o entusiasmo pelo vibrante tema, já comparado à mítica You'll Never Walk Alone, que acompanha os jogos do Liverpool.

Um novo hino que nos deu sorte: logo nessa jornada inaugural de 2016 derrotámos o FC Porto em casa, recuperando a primeira posição no campeonato. E manteremos a confiança de que haveremos de cantá-lo muitas vezes para festejar a conquista de futuros troféus. Não por acaso dizem que o verde é a cor da esperança.

 

Frase do ano em 2013: «O Sporting é nosso outra vez»

Frase do ano em 2014: «Estamos em casa»

Frase do ano em 2015: «Temos de acordar o Leão adormecido»


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07 Jan 17

 

GOLO DO ANO

Houve vários, muitos deles memoráveis. Mas talvez nenhum tão emocionante para os adeptos sportinguistas como aquele que Bruno César marcou na baliza de Casilla, na segunda parte do Real Madrid-Sporting. Iam decorridos 48 minutos, desfazia-se o nulo inicial, os sonhos mais remotos prometiam tornar-se realidade.

Não esqueceremos essa data: 14 de Setembro de 2016. Estivemos tão perto da glória e afinal saímos derrotados de Madrid depois de termos vulgarizado a turma comandada por Zidane durante 75 minutos. Fizemos o mais difícil. Mas deixámos fugir a vitória no penúltimo minuto do tempo regulamentar, com um livre marcado por Cristiano Ronaldo (que marcou sem festejar porque mantém o Sporting no coração). Um golo de Morata já no tempo extra transformou o sonho em pesadelo.

Foi um jogo em que Gelson Martins, estreante na Champions, deslumbrou não apenas os sportinguistas mas toda a Europa do futebol. Desmarcou-se, fez tabelinhas, centrou, baralhou a defesa, fez a cabeça em água a Marcelo, passou com medida, assinou algumas das mais vistosas jogadas do desafio. E - muito mais importante - revelou eficácia, ao ajudar a construir o nosso golo.

Um belo lance colectivo iniciado numa excelente recuperação de bola por Adrien e prosseguido por tabelinhas entre Gelson e Bryan Ruiz, sendo concluído da melhor maneira por Bruno César. Com o seu fortíssimo pé esquerdo, o Chuta-Chuta fez jus ao cognome.

Jorge Jesus, com protestos exuberantes e histriónicos, acabou expulso. Diria no fim do jogo que o Sporting não teria perdido com ele no banco - frase deselegante para o seu adjunto, Raul José, e pouco abonatória para o seu próprio desempenho junto à linha. Mas o técnico leonino só poderia queixar-se de si próprio: ao mandar sair os nossos dois melhores jogadores, Gelson e Adrien, fazendo entrar Elias e Markovic, pôs o Sporting a jogar com nove.

E Zidane agradeceu.

 

Golo do ano em 2012: Xandão, contra o Manchester City

 Golo do ano em 2013: Montero, contra a Fiorentina

Golo do ano em 2014: Nani, contra o Maribor

Golo do ano em 2015: Slimani, na final da Taça de Portugal


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06 Jan 17

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VITÓRIA DO ANO: FINAL DO CAMPEONATO DA EUROPA

Tínhamos tudo contra nós. Jogávamos em casa da selecção adversária, perante um público maioritariamente hostil e tradicionalmente muito arrogante. Éramos apontados como “patinho feio” em todas as casas de apostas desportivas. Para cúmulo, vimos o nosso melhor jogador – e melhor jogador do mundo – inutilizado a partir do minuto 8 por falta que o árbitro entendeu não assinalar.

Mas soubemos resistir a todas as adversidades. Abdicámos do tradicional futebol-espectáculo que durante décadas nada mais nos trouxe senão umas quantas “vitórias morais” e trouxemos para Portugal o mais cobiçado troféu até hoje conquistado pelo futebol português: o Campeonato da Europa ao nível de selecções seniores, arrebatado na épica final do Parque dos Príncipes, em Paris.

 

Como de costume, não faltaram desde o início os profetas da desgraça ao nível do comentário desportivo, prontos a vaticinar o desaire da equipa das quinas. Um desses comentadores destacou-se mesmo por ir criticando sempre a exibição dos jogadores comandados por Fernando Santos.

”A selecção nacional está transformada no clube do Ronaldo”, começou por dizer (19 de Junho) o tal comentador, corporizando todos os Velhos do Restelo cá do burgo. Uma semana depois (26 de Junho) proclamava com gravidade perante das câmaras da estação televisiva que lhe serve de palco: “Nós ainda não entrámos no campeonato da Europa! Nós ainda não entrámos no campeonato da Europa!» Dias depois (2 de Julho), assinalava: “Nada do que aconteceu neste Campeonato da Europa deve ser considerado um êxito, bem pelo contrário.” A uma semana do jogo decisivo (3 de Julho), não encontrou nada melhor para dizer senão isto: “Eu só dou grande mérito a Portugal quando ganhar a final.” Ainda antes da final (6 de Julho), torcia pelos nossos adversários: “A França é uma equipa que me encanta.» No fim de tudo (11 de Julho), lá teve de meter a viola no saco, mas resmungando ainda: “A selecção nacional, na final, foi melhor sem Ronaldo do que com Ronaldo.”

 

Indiferente a esta e muitas outras aves agoirentas, a selecção trilhou a sua rota ascendente, passo a passo, com persistência, sem nunca perder: 1-1 com a Islândia, 0-0 com a Áustria, 3-3 com a Hungria, 1-0 com a Croácia, 1-1 com a Polónia (vitória no desempate por penáltis), 2-0 com o País de Gales e 1-0 na final de 10 de Julho frente à anfitriã, França.

Cristiano Ronaldo (3), Nani (3), Renato Sanches, Quaresma e Éder marcaram os golos portugueses. Rui Patrício foi designado melhor guarda-redes deste torneio que nos encheu de orgulho e júbilo.

E por que motivo o Euro 2016 figura aqui? Porque nos 23 seleccionados de Fernando Santos havia quatro jogadores do Sporting (todos titulares) e dez formados na nossa Academia.

Motivos redobrados para festejarmos o maior título de sempre do futebol português.

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)


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05 Jan 17

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DERROTA DO ANO: 0-1 CONTRA O BENFICA

Há jogos assim, em que tudo parece fadado para correr mal em termos de resultados. Mesmo correndo bem em termos de exibição. Sucedeu com o Sporting a 5 de Março, quando recebeu o Benfica em Alvalade. Foi um desafio decisivo para a atribuição do título de campeão nacional.

Se a vitória sorrisse ao Sporting, que liderava o campeonato pela margem mínima, dificilmente a conquista da Liga 2016/17 fugiria à nossa equipa, que passaria a depender apenas de si própria. Se fosse o Benfica a vencer, ascenderia à liderança e teria de ser desalojado.

Houve excesso de triunfalismo por parte dos sportinguistas, que receberam em euforia o autocarro transportando os jogadores, celebrados como quase conquistadores do campeonato. Perdeu-se de vista uma regra de ouro das competições: nunca se deve participar com a certeza antecipada da vitória. Este excesso de confiança costuma ser mau conselheiro.

E assim foi. O Sporting, que tinha derrotado o Benfica em três ocasiões nessa mesma época (vitória da Supertaça a 9 de Agosto, vitória por 3-0 na Luz a 25 de Outubro para o campeonato e triunfo na Taça de Portugal a 21 de Novembro), soçobrou naquele que parecia ser o desafio mais acessível, disputado em sua casa, na segunda volta da Liga, perante 49.699 espectadores (recorde de assistência à época). Com o Benfica remetido à defesa durante quase todo o encontro, Jefferson a rematar com estrondo à barra e Bryan Ruiz a falhar duas soberanas ocasiões de golo que teriam ditado uma sorte muito diferente ao desafio – e à própria marcha do campeonato.

Havia ainda bastantes jogos. Mas muitos de nós tivemos a convicção de que aquela derrota em Alvalade traçava uma espécie de linha de fronteira. Que transformava o título há tanto tempo sonhado numa hipótese remota, na medida em que deixávamos de depender apenas de nós próprios e ficávamos a partir daí à mercê de um putativo tropeção do nosso rival mais directo.

Que nunca aconteceu, como sabemos.

 

 

Derrota do ano em 2012: final da Taça de Portugal (20 de Maio)

Derrota do ano em 2013: 0-1 em casa contra o Paços de Ferreira (5 de Janeiro)

Derrota do ano em 2014: 3-4 contra o Schalke 04 em Gelsenkirchen (21 de Outubro)

Derrota do ano em 2015: 1-3 contra o CSKA em Moscovo (26 de Agosto)


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