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És a nossa Fé!

Os pregadores do ódio a Jesus

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Os mesmos que passaram um ano inteiro a achincalhar e enxovalhar Jorge Jesus - inclusive em painéis televisivos onde nem o nome dele conseguiam pronunciar - celebram agora o "tricampeonato", contando portanto com as duas Ligas consecutivas que ele venceu.

Para serem coerentes na sua alergia sectária ao actual treinador do Sporting, deviam omitir essas duas vitórias que os levam agora a papaguear tantas vezes a palavra "tri". Pura hipocrisia: apagam-no para uns efeitos da fotografia (até literalmente), mas mantêm-no quando lhes dá jeito. A menos que dois daqueles campeonatos tenham sido conquistados sem treinador...

Vangloriam-se de tudo quanto Jesus lhes deu enquanto fazem de conta que ele nunca por lá passou. Pior que isso: interpuseram uma  acção milionária contra ele em tribunal, por alegada quebra de compromisso contratual, quando é público e notório que o melhor treinador a trabalhar em Portugal se limitou a cruzar uma porta de saída já escancarada por decisão alheia.

Cobrem-se de ridículo nesta competição muito particular em que são indiscutíveis campeões: a do ódio visceral a quem tão bem os tratou. E com tudo isto só acabam por conferir motivação adicional a Jorge Jesus para uma grande temporada 2016/17. Aquela que começa a ser preparada agora.

Inacreditável

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No habitual serão das segundas-feiras na SIC Notícias - que mais se assemelha, nestes dias, a uma sucursal da Benfica TV - foram esta noite exibidas 67 vezes (repito por extenso, para que não restem dúvidas: sessenta e vezes vezes) as imagens do lance em que André Pinto intercepta com a mão, dentro da grande área do Braga, a bola cruzada por Gelson Martins.

Tentavam dois dos intervenientes neste programa, no meio de uma monumental algazarra desenrolada sem qualquer intervenção do moderador, provar que o árbitro marcou penálti sem justificação. Isto apesar de toda a imprensa desportiva de hoje, como já referi, ter concluído por unanimidade que o jogador do Braga cometeu mesmo penálti. E mais que isso: minutos depois ficou outra grande penalidade por marcar contra os bracarenses, lesando o Sporting.

Indiferentes ao rigor dos factos, num aparente ódio vesgo ao Sporting que critério editorial algum justifica, os responsáveis deste programa insistiram em exibir aquelas imagens até à náusea - como se elas comprovassem aquilo que os dois promotores da algazarra teimavam em demonstrar. Durante treze minutos, entre as 22.39 e as 22.52, a SIC Notícias nada mais teve para mostrar ao País do que aquilo. Sem imagens dos golos do Sporting marcados por Montero e Slimani - como se o golo não fosse o elemento fulcral da festa do futebol e apenas a discussão de café foi-penálti-não-foi-penálti tivesse relevância.

Ou então queriam entrar para o Guinness Book: talvez isto ajude a explicar as 67 vezes que exibiram o tal lance.

Ignoro se depois disso voltaram a mostrá-lo. Porque mudei de canal.

Hoje, às 14h30

Há jornalistas muito fraquinhos. Nem conseguem ver um jogo até ao fim. Sofrem do síndrome do minuto 92. Mal o relógio passa os 80 começam a ter suores frios, tremem-lhes as pernas, instala-se uma insuportável comichão nos ouvidos e viram as costas à realidade. Fraquinhos, muito fraquinhos.

Mesmo assim, não consigo deixar de me perguntar: Por onde terá andado o "jornalista" que escreveu, formatou e publicou esta informação que passou no rodapé de um serviço noticioso hoje, às 14h30? Que trevas o assolaram? Que força maligna o impediu, desde ontem à noite, de ler jornais, perguntar ao vizinho, espreitar na internet? Por onde andou esta alma solitária?

E já agora, quem é o responsável que confia neste calhau para dar notícias?

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Pacto de sangue

Nos dias que correm, lampiões e melancias estão unidos por uma espécie de pacto de sangue: o ódio a Bruno de Carvalho.

Alguns colegas de blogue têm questionado amavelmente o meu critério "demasiado liberal", que me leva a libertar a esmagadora maioria dos comentários que aqui vão chegando com palavras que configuram um verdadeiro linchamento moral ao presidente do Sporting.

Aproveito para esclarecer: isso deve-se à minha convicção de que a azia inicial dos subscritores daquele pacto de sangue degenerou em ódio. Não tenhamos dúvida: um dia mais tarde testemunhos como estes serão muito úteis para os historiadores do futebol escreverem ensaios sobre o rombo que a transferência de Jesus para o Sporting causou na metade descendente da Segunda Circular.

A brigada da azia

A eleição de Pedro Proença, derrotando Luís Duque para a presidência da Liga de Clubes, causou revolta e mágoa e dor em vários comentadores de futebol. Como ontem à noite ficou bem patente nas televisões:

 

«Eu estou muito preocupado. Este é um dia negro para o futebol português.»

Pedro Guerra, na TVI 24

 

«Eu estou contra este tipo de promessas [de Pedro Proença].»

Joaquim Rita, na SIC Notícias

 

«Há aqui uma viragem perfeitamente incompreensível e que vai continuar a causar fracturas na Liga.»

Ribeiro Cristóvão, na SIC Notícias

 

«Luís Duque estava a resolver os problemas, tinha encontrado soluções para as dificuldades mais importantes.»

Idem, ibidem

O que surpreende

Não me surpreende que nas trincheiras anti-leoninas existam saudosistas do tempo das derrotas, dos vexames, dos cemitérios de treinadores, das contratações falhadas, do pior lugar de sempre no campeonato e da pré-falência das contas leoninas. Quanto pior estivesse o Sporting, mais os nossos adversários se alegravam.
O que me surpreende é que entre esses saudosistas se encontrem alguns que dizem ter coração verde e branco

Como acreditar nisso?

 

Há um ano revelaram sintonia com o advogado de Bruma, um tal Bebiano Gomes, apesar de o jogador estar em litígio com o nosso clube precisamente por influência deste causídico. E resmungaram pragas contra a Comissão Arbitral Paritária quando esta nos deu razão, contra os prognósticos deles.

Depois alinharam com o pai de Dier, que levou o filho a trocar o Sporting pelo Tottenham, traindo as juras de amor eterno ao nosso emblema que professava dias antes. Neste caso torceram pela saída do jogador a troco dos escassos cinco milhões de euros que constavam da absurda cláusula de rescisão aceite por direcções anteriores em vez de torcerem pela sua permanência em Alvalade, onde esta época seria titular indiscutível, marcando presença na Liga dos Campeões.

Agora fazem coro com as teses da Doyen Sports apesar do comportamento doloso dos seus representantes, facto aliás apontado pela direcção leonina como justificação para a denúncia unilateral do contrato que ainda veiculava o Sporting a este "fundo", alegando justa causa. Bastaria aliás a tentativa de venda ao nosso clube por 20 milhões de euros de um jogador que acabou por ingressar num dos nossos rivais por apenas 6,5 milhões para configurar má fé do "fundo".

 

Tudo quanto opinam, nas linhas e nas entrelinhas, decorre do ódio que dedicam a Bruno de Carvalho. Foram derrotados há um ano e meio mas continuam a alimentar-se deste ódio como poderoso nutriente.

Nada disto espanta. Surpreendente é apenas o facto de ainda não terem percebido que estão a esbracejar na trincheira errada.

Canalhice

 

Um blogue anónimo, alegadamente (mal) escrito por um ex-"conselheiro leonino", aproveitou um boato inqualificável posto a circular por outro anónimo nas caixas de comentários das redes sociais para consumar uma canalhice visando duas familiares de Bruno de Carvalho. Noutros blogues, onde vigoram elementares princípios de higiene, o dito boato teve o destino que merecia: o caixote do lixo. Mas nesse tal o seu autor decidiu dar-lhe destaque máximo, acrescentando-lhe apenas uma abjecta interrogação: "será verdade?"

Tudo isto apenas para procurar atingir o presidente do Sporting, à falta de qualquer outro pretexto, através de pessoas da sua família - uma das quais, aliás, não tardou a dar-lhe a resposta pública adequada. Pormenor a realçar: o blogue a que me refiro - e cujo nome não menciono aqui por imperativos de salubridade - era, até há dois meses, um paradigma da estabilidade institucional, capaz de defender o indefensável sem um murmúrio crítico enquanto o clube se afundava no plano desportivo e financeiro. Agora recorre às mais grosseiras insinuações, a que nem os benfiquistas mais sectários lançam mão, para procurar denegrir o sucessor de Godinho Lopes.

Tudo isto ajuda a enquadrar e explicar a profunda crise do Sporting. Uma crise que, sendo gravíssima no plano dos resultados desportivos e dos alicerces financeiros, é sobretudo uma crise de valores. Um clube que se orgulha de ter como sócio número dois o professor Mário Moniz Pereira, justamente reverenciado por gente de todos os quadrantes desportivos em Portugal, é também o que concede cartões de associado a figuras destituídas dos mais elementares parâmetros éticos que são incapazes de aceitar com um mínimo de fair play uma derrota nas urnas, comportando-se perante os dirigentes recém-eleitos do próprio clube como qualquer horda de hooligans dos subúrbios londrinos.

Com uma diferença: ao menos esses, muitas vezes, dão a cara. Estes, nem sequer isso.

 

ADENDA - Além de cobardolas, este "conselheiro" da treta é um perfeito imbecil, confundindo-me com o Eduardo Garcia da Silva. Já o tinha feito antes, ao entrar na caixa de comentários deste mesmo texto, com um dos petits noms com que gosta de maquilhar-se nas catacumbas blogosféricas.

Muita alegria e alguma azia

Nem nestas alturas os comentadores do costume escondem os preconceitos anti-Sporting. Vale a pena anotar, a propósito, um momento quase antológico protagonizado por Joaquim Rita, há minutos, na SIC Notícias. Analisando com ar enfastiado o golão de Xandão, saiu-lhe isto: «A natureza do golo é contraditória com as características do jogador.» Enquanto se apressava a confessar que não está nada optimista quanto às perspectivas do Sporting no jogo da segunda mão, em Manchester. «Vai ter muita dificuldade em apurar-se», vaticinou. Com o mesmo ar cheio de enfado.

Valeu neste rescaldo televisivo a lucidez de David Borges, em perfeito contraste com o colega de painel. «Há ali um gesto técnico com intenção de fazer golo. Um momento de absoluta magia», sublinhou este comentador. Dizendo, ele sim, a verdade sobre o momento culminante desta vitória sportinguista contra o Manchester City. Que, por cá, nos encheu de alegria - e, por aí, encheu alguns outros de azia.

Carta aberta

Caro senhor José Nunes, pseudo repórter da Antena 1.

 

Permita-me que lhe dedique esta carta que não é de amor, para lhe dizer uma coisinha simples. Se não consegue ser isento e exercer a sua profissão de forma ética, pode sempre escolher dedicar-se à agricultura ou a bordar almofadas. Fica-lhe tão mal essa fraqueza... não acha melhor ir ao médico?

 

Cumprimentos,

Zélia Parreira

{ Blog fundado em 2012. }

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