20 Nov 16
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19 Nov 16

Cinco noites consecutivas com o País suspenso: Bruno de Carvalho cuspiu ou não cuspiu? Eis a melhor prova de que não existem verdadeiros problemas neste torrão à beira-mar plantado: no ano em que a douta Academia de Oxford elegeu pós-verdade como palavra do ano, três canais televisivos quiseram transformar o presidente do Sporting em bombo da festa a propósito de um não-facto - numa manobra concertada que teve como maestro o principal impulsionador da campanha de reeleição de Luís Filipe Vieira no SLB.

Um gato mal escondido com um enorme rabo de fora.

Como diria o Sherlock Holmes para o doutor Watson, não há coincidências.

 

Um desses canais, procurando bater a concorrência, simulou uma "experiência" em estúdio com o Paulo Futre a fumar um cigarro electrónico em imitação de Bruno de Carvalho numa aparente tentativa de demonstrar que da boca do presidente saiu água destilada, propileno glicol e glicerina vegetal - substâncias contidas na fugaz onda de vapor que se forma em vez do presumível fumo.

A experiência, obviamente, foi inconclusiva. Nem poderia ser de outra maneira para manter a panela de pressão bem acesa em lume vivo.

 

Por mim, acho tudo isto insuficiente. Da próxima vez sugiro ao Futre que escarre na cara de alguém. Em directo, ao vivo e a cores. Pode ser na mimosa face do tal director da campanha de reeleição de Vieira, que costuma ser seu companheiro de painel. Tudo filmado com várias câmaras, de diversos ângulos e repetido as vezes que forem necessárias. Nada melhor do que uma experiência destas para se dissiparem as derradeiras dúvidas.

Se o tipo aguentar estóico, não lhe rachar a cana do nariz à cabeçada nem se queixar do facto em conferência de imprensa versão pós-verdade, fica cabalmente demonstrado que Bruno de Carvalho fez o que não devia se quer continuar saudável: inalou e exalou.

 

Cuspidela, apenas na imaginação delirante dos peões de brega de Vieira, emprestados à corte de bandarilheiros da famiglia Pinho.

Pensem só qual seria a vossa reacção se alguém vos escarrasse na cara.

 


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18 Nov 16

Ao que parece o clube de um dos benfiquistas mais famosos dos últimos dias anda com problemas.

É melhor o nosso presidente ter cuidado, senão ainda é culpado por o SEF ter notificado 5 jogadores do Arouca a sair do país.

Isto conta como fumo ou como cuspo?

Devem estar à espera de instruções da capital, com uma semana de atraso, para se lembrarem do que vão dizer.


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17 Nov 16

Embirro com expressões do género: «foi assim que aprendi, tive quem me transmitisse valores»; ou «em minha casa, sempre houve educação». Como se fosse uma virtude própria e não pura sorte! Expressões destas são, no fundo, uma forma de discriminar os outros, levada a cabo por gente que normalmente se vangloria de não discriminar, porque, afinal, em sua casa «transmitiram-se valores».

 

Tive acesso, através de uma notícia, a um texto publicado na página do Arouca no Facebook. É difícil de classificá-lo, de tão rasca e insultuoso, onde se fala de um presumível ser, de quem se duvida ser humano, que tenta desafiar uma «família unida e feliz». O seu autor deve julgar-se muito nobre e esperto, um verdadeiro virtuoso das palavras, mas apenas demonstra a sua ignorância e pobreza de espírito.

 

Não vou aqui referir todos os insultos contidos no texto. Quem quiser ler, só tem de clicar no link dado. Mas vou falar de um tipo de insulto que, na minha opinião, é do mais rasco que há e só demonstra a arrogância, baseada num grande complexo de inferioridade, de quem o faz.

 

«Passou por experiências animalescas traumáticas na sua infância»; «Diz-se, ainda, que devido à infância animalesca e traumática passada num país distante, procura sempre o Pai no fim dos compromissos, mesmo que o seu digno Pai não se encontre em sítio algum».

 

Eu não faço ideia que tipo de infância o Presidente Bruno de Carvalho teve. Nem quero saber. Isso é assunto dele e de mais ninguém. É legítimo criticar, com argumentos válidos, opções de vida ou tipos de comportamento. Mas não o é achincalhar por supostos traumas de infância. Faz-me lembrar quem insulta apontando problemas mentais, ou alguma doença psicológica. Alguém escolhe ter uma doença? Desculpem, mas é o mesmo que insultar uma pessoa por ter cancro, ou ter sofrido um ataque cardíaco! Demonstra muita baixeza e infantilidade.

 

Ao autor do texto, que, pelos vistos, ainda não saiu da fase «o meu pai é melhor do que o teu», apetece-me dizer: cresce e aparece!

 

 


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1
Começaram por dizer que o presidente do Sporting provocou o presidente do Arouca: "Fizeram uma espera ao nosso presidente quando nos dirigíamos para a saída das instalações, quando estávamos a sair do balneário para nos dirigirmos para a rua. Tentaram agredi-lo. Invadiram o nosso túnel, o nosso espaço. Foi necessário vir a polícia.  O presidente Bruno de Carvalho - foi ele que tudo começou: provocou o presidente [do Arouca], tentou agredi-lo, insultou-o, disse coisas que não vou dizer aqui." Palavras de Joel Pinho, director desportivo arouquense e filho do presidente do clube, numa conferência de imprensa logo após o jogo Sporting-Arouca, a 6 de Novembro.
Tudo falso: as imagens encarregaram-se de desmentir o filho do pai em toda a linha.
 
2
Insistiram que o presidente do Sporting tentara agredir o presidente do Arouca.
Tudo falso. As imagens deitaram definitivamente por terra tais teses, sem deixar lugar a dúvidas.
 
3
As alegações eram tão falsas que tudo aconteceu afinal ao contrário do que diziam. Esqueceram-se de dizer que foi o presidente do Arouca a procurar o presidente do Sporting, foi ele quem tentou agredi-lo de braço em riste, foi ele quem agrediu efectivamente um segurança a murro e quase agrediu outro com uma garrafa cheia de água.
As imagens comprovam.
 
4
Esqueceram-se de dizer que, insatisfeito com os desacatos provocados fora da área reservada à equipa do Arouca no estádio José Alvalade, o pai do filho fez um apelo evidente às suas hostes no sentido de investirem contra o presidente do Sporting.
As imagens comprovam.
 
5
Esqueceram-se de dizer que o presidente do Arouca, impedido de avançar, procurou agredir elementos do Sporting, tendo sido impedido disso por um jogador do próprio clube, e chega a empurrar um delegado da Liga, Albertino Galvão.
As imagens comprovam.
 
6
Quando as teses anteriores foram desmentidas pelas imagens, no fim de tudo, passaram então a sustentar que o presidente do Sporting havia "cuspido" no presidente do Arouca. Extraordinário "cuspo", que demorou oito dias a atingir a delicada face de Carlos Pinho: na conferência de imprensa do dia 6, o filho do pai só aludira a "insultos e palavras", sem fazer a menor referência a cuspidelas.
A primeira - e única - alusão arouquense ao putativo "cuspo" surgiu apenas num comunicado do clube, via Facebook, difundido às 23.29 de segunda-feira, dia 14, a reboque da tese que três comentadores televisivos do Benfica tinham proferido quase em simultâneo, pouco antes, nessa mesma noite.
 
7
Nem sequer pararam para pensar. Se Bruno de Carvalho tivesse cuspido no presidente do Arouca alguém imagina que o Sporting Clube de Portugal fizesse o que de pronto fez, disponibilizando de imediato as imagens das suas câmaras de videovigilância, sem cortes, às autoridades policiais?
Alguém acredita que se tivesse havido "cuspidela" - tese delirante que o Filipe Moura aqui encerrou de vez - isso não teria sido a primeira coisa a invocar, minutos depois, pelo director desportivo do Arouca na conferência de imprensa?
Alguém acredita que, se houvesse um pingo de verdade disso, Pinho pai e Pinho filho tivessem permanecido em silêncio de então para cá?
 
8
É encantador ver tantos benfiquistas a funcionarem como advogados de defesa do filho do pai e do pai do filho - duas das figuras menos recomendáveis do futebol português. Esses benfiquistas tornaram-se adeptos do Arouca, tanto é o ódio que alimentam contra o Sporting. Sem sequer se lembrarem que o próprio director desportivo do SLB, Rui Costa, já foi alvo do comportamento rasca da famiglia Pinho.
 
9
Joel Pinho - reincindente em agressões verbais e tentativas de agressão física a dirigentes e técnicos do Sporting - afirmou na caluniosa conferência de imprensa do dia 6 que Bruno de Carvalho "não merece estar no futebol", como se alguém lhe reconhecesse um mínimo de idoneidade ética e moral para passar atestados de bom comportamento seja a quem for.
É hoje aliás bem evidente ter havido premeditação no comportamento de Carlos Pinho, que assistiu ao Sporting-Arouca no banco de suplentes, como delegado ao jogo, o que lhe conferia acesso à zona do balneário da sua equipa e respectivas áreas adjacentes, onde tudo se desenrolou. Ao contrário de Bruno de Carvalho, esse é um comportamento inusual no presidente do Arouca.
 
10
Quando os factos se tornam incómodos, vão-se alterando os factos à medida da tese. Foi assim neste caso, que com base em imagens truncadas provocou como efeito secundário a propagação à imprensa internacional da disparatada teoria do "jacto de cuspo saído da boca de Bruno de Carvalho" para a mimosa bochecha do pacífico Carlos Pinho.
Inútil iludir: há aqui gravíssimos danos reputacionais para a imagem do presidente. Espero que, em função disto, o gabinete jurídico do Sporting reúna como óbvia circunstância agravante todos os recortes da imprensa internacional na queixa-crime contra o pai do filho e o filho do pai que apresentará na justiça civil e na participação às instâncias jurídicas e disciplinares do desporto-rei.
É tempo de a famiglia Pinho deixar de se passear impune nas catacumbas do futebol português.
 


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16 Nov 16

Vi na televisão as imagens da hipotética "cuspidela" de Bruno de Carvalho ao presidente do Arouca.
O movimento de um líquido (o cuspo) no ar é de uma natureza completamente diferente do da difusão de um gás (o vapor) no mesmo ar. Seria impossível um líquido ter aquele alcance, ou seja, sair da boca de alguém com tal velocidade, sem que houvesse um sopro forte. Qualquer pessoa que cuspa com força faz esse gesto de soprar, correspondente a uma careta. É manifesto que Bruno de Carvalho não faz essa careta - as suas bochechas não se mexem. Sou físico de formação e profissão e garanto: nestas condições, é fisicamente impossível que Bruno de Carvalho tenha cuspido no presidente do Arouca.

 


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A santa aliança Arouca-Benfica só conseguiu unir ainda mais os sportinguistas à volta de Bruno de Carvalho. As coisas são o que são.


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Spitting image 3
Luciano Amaral

Nunca vi os benfiquistas tão excitados a defender outro clube; minto: também estiveram excitados a defender o Porto, depois do jogo em Alvalade no início desta época, em que o Sporting ganhou com dois golos "marcados com a mão". Parecem daquelas escarretas pegajosas. E ainda dizem que nós é que só pensamos neles.


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Spitting image 2
Luciano Amaral

Não percebo as críticas ao presidente do Sporting: mesmo que tenha cuspido, muito pior seria ter dado um pontapé no cuspo ao presidente do Arouca.


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Spitting image 1
Luciano Amaral

A mim parece-me que esta história da cuspidela só se resolve com um mannequin challenge. É pôr a federação a trabalhar nisso.


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O filho do pai
Pedro Correia

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Foto: O Artista do Dia

 

Lanço a pergunta à nossa "bancada central": depois daquela óbvia tentativa de agressão em Arouca ao Manuel Fernandes em Setembro de 2012, documentada por tantas imagens indesmentíveis; depois das inqualificáveis injúrias de que foram alvo no mesmo local diversos dirigentes sportinguistas em Novembro de 2015, detalhadas por Luís Gestas, vogal da direcção leonina; depois do "chega para lá" ao director desportivo do Benfica em Setembro de 2016 relatado em pormenor no diário O Jogo, por que motivo o reincidente filho do pai tarda em ser definitivamente irradiado dos estádios de futebol pela justiça desportiva?

Pode ser que alguém me esclareça.


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O ódio ao Sporting é tanto que desde a noite de segunda-feira inúmeros benfiquistas surgiram a rasgar as vestes, como Julietas a clamarem por Romeu, declarando solidariedade incondicional com o Arouca. Esquecendo que Rui Costa, director desportivo dos encarnados, é o primeiro a ter razões de queixa do filho daquele pai que tentou agredir Bruno de Carvalho em Alvalade.

Nunca tinha visto tanta emoção benfiquista num assunto que nada diz respeito ao clube de Luís Filipe Vieira. Dá até a impressão que muitos lampiões tencionam transferir-se de armas e bagagens para Arouca. Não me admirava que vários deles estivessem até prontos a mudar não apenas de clube mas também de apelido. Passando todos a chamar-se Pinho.


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15 Nov 16
Trancas à porta
Edmundo Gonçalves

Depois das capas vergonhosas dos pasquins de hoje e das distorções e desvios ao essencial dos acontecimentos no final do Sporting com um clube de Arouca dirigido por gente muito pouco recomendável, o que espera o Clube para tratar de forma decente os representantes desses OCS que se apresentem am Alvalade, para "trabalhar"?

Eu, por exemplo, começaria por lhes recomendar o pagamento do estacionamento dos pópós.

Também poderia usar a afectuosa, calorosa, diria mesmo enternecedora, forma de receber do FCPorto.


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No caso da hetero-proclamada cuspidela do túnel de Alvalade as imagens são claras. É o Presidente do Arouca que antecipa a possível trajectória de saída de uma osga da boca de Bruno de Carvalho e que desloca o seu corpo até o colocar em posição de interceptar o putativo jacto de saliva, promovendo intencionalmente um eventual contacto. Não há qualquer infracção às leis do jogo por parte de Bruno de Carvalho.

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 'Take' 1: Bruno de Carvalho "cospe" para Figo

 

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 'Take' 2: Bruno de Carvalho "cospe" para Pinho 

 

Um cretino é um cretino.


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As imagens foram divulgadas e demonstram inequivocamente que é o presidente do Arouca que começa o conflito. Mesmo assim, o Público prefere dar mais destaque a uma hipotética "cuspidela" que Bruno de Carvalho teria lançado em resposta. Nenhum dirigente do Arouca a referiu na altura dos incidentes. Mas entretanto alguém notou o que poderia ser uma cuspidela. O Público decidiu adotar essa narrativa (o título original da notícia não tinha ponto de interrogação). O Arouca, convenientemente, também.
Agora, numa versão atualizada, o Público já diz que "pode ter sido uma cuspidela" (garantia antes que "foi"), mas afinal também pode ser fumo do cigarro eletrónico que Bruno de Carvalho estava a fumar.
As questões aqui são: quem inventou a narrativa da cuspidela? De que clube? Como teve o Público acesso a ela? E por que decidiu que era essa a narrativa verdadeira sem consultar mais ninguém?

(Adenda: a primeira página de "O Jogo" é ainda mais grave, pois toma mesmo como verdadeira a versão da cuspidela.)


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14 Nov 16
"Os feitores de Arouca"*
Edmundo Gonçalves

http://sicnoticias.sapo.pt/desporto/2016-11-14-As-imagens-dos-incidentes-no-tunel-de-Alvalade

ou:

http://www.jn.pt/desporto/videos/interior/video-mostra-agressoes-no-tunel-de-alvalade-5497752.html

 

*Título roubado ao Mister do Café


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09 Nov 16
O dia seguinte
Pedro Correia

António Bernardino, Record: «Para uma equipa que vinha de três jogos seguidos sem vencer, no campeonato, que ainda não tinha ganho após os compromissos da Champions e que sabia que FC Porto e Benfica haviam empatado no Dragão, o regresso de Adrien foi uma espécie de catalisador.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O Sporting não fez exibição brilhante, mas teve momentos muito bons. Ganhou por 3-0 e podia ter vencido (pelo menos) por 4-0, pois Adrien falhou uma grande penalidade. Fica a ideia de que este Sporting andará perto do ideal: sem Markovic e com Ruiz mais na frente e com Campbel a dar profundidade. E, claro, com Adrien: o cérebro.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «O ego leonino cresceu, a confiança também, os sectores surgiram próximos, Campbell apareceu no jogo, Adrien ligava-o e Bas Dost sentiu-se bem como referência.»

 

Dos jornais de segunda-feira, 7 de Novembro


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08 Nov 16

Voltámos às vitórias. E voltaram os prognósticos certeiros ao nosso painel de palpitadores. Com quatro apostas em cheio no resultado do Sporting-Arouca. Parabéns à Cristina Torrão, ao José Vieira, ao Orlando e ao Polik, que vaticinaram o 3-0 registado domingo em Alvalade.

Aplicado o critério do desempate, o triunfo nesta jornada cabe ao nosso amigo Polik, que acertou não só no resultado mas também no nome de Bas Dost como marcador de dois dos golos leoninos. E nem andou longe do terceiro: bastaria que Adrien tivesse convertido o penálti falhado.

Parece difícil mas não é. Basta aplicar a regra dos três S: sorte, sabedoria e... Sporting.


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As imagens das câmaras de videovigilância do Estádio José Alvalade, já confiadas à PSP e à Liga de Clubes, esclarecem qual dos dois Pinhos - o pai ou o filho - terá provocado e tentado agredir Bruno de Carvalho, confundindo as instalações do nosso clube com o campo do Canelas.

Caso seja necessário, o presidente do Sporting poderá sempre invocar a seu favor o testemunho de Rui Costa: ele conhece-os muito bem. Quase tanto como o Manuel Fernandes.


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07 Nov 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Arouca pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Campbell: 18

Adrien: 16

João Pereira: 16

Rúben Semedo: 15

Bryan Ruiz: 14

Gelson Martins: 14

Coates: 14

Marvin: 14

William Carvalho: 14

Rui Patrício: 13

Castaignos: 10

Bruno César: 6

 

A Bola e o Record elegeram Bas Dost como figura do desafio.  O Jogo  optou por Campbell.


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O Sporting regressou às vitórias no campeonato, derrotando o Arouca por 3-0. Uma vitória que se desdobrou em dois outros campos, com o empate entre FC Porto e Benfica no estádio do Dragão e a derrota do Braga frente ao Marítimo no estádio dos Barreiros.

Este triunfo em Alvalade coroou uma exibição convincente e personalizada da nossa equipa, que pela primeira vez nesta época consegue um resultado positivo após uma jornada europeia. Vitória folgada apesar de termos desperdiçado uma grande penalidade - desta vez por falhanço de Adrien, regressado ao onze titular na sequência de uma lesão que o afastou durante um mês dos relvados.

A figura do desafio foi Bas Dost, que marcou dois dos nossos três golos - confirmando-se como o melhor goleador leonino nesta temporada até ao momento e desfazendo quaisquer dúvidas que pudessem subsistir entre os adeptos sobre o seu rendimento enquanto ponta-de-lança. Outro reforço que também já deixou de suscitar reservas é Campbell. Jorge Jesus apostou nele como titular e esta aposta foi bem-sucedida: o internacional costarriquenho marcou um golo e deu outro a marcar.

Agora voltamos a depender só de nós. Só isso interessa.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Foi um mero espectador durante praticamente toda a partida, não tendo chegado a fazer qualquer defesa digna desse nome.

JOÃO PEREIRA (7). Grande partida do nosso lateral direito, que voltou a ser titular. Fez o lançamento lateral que originou o primeiro golo e deu início ao segundo com um excelente cruzamento. Tentou o golo de cabeça, aos 51'.

COATES (5). Fez a assistência para o primeiro golo, de cabeça. Subiu várias vezes à baliza contrária, em lances de canto, e cumpriu no essencial as missões defensivas. Falhou uma intercepção aos 66', que podia ter gerado perigo.

RÚBEN SEMEDO (6). Mais contido do que noutros jogos, participou na construção do primeiro golo. Foi dele a primeira iniciativa marcante, com um excelente passe de ruptura, logo aos 8'.

MARVIN (6). Motivado pela chamada à selecção da Holanda, fez uma das melhores prestações de verde e branco. Atreveu-se várias vezes a construir ataques a partir do seu flanco, cruzando com eficácia.

WILLIAM CARVALHO (6). Foi mais pendular do que em jogos anteriores, beneficiando com o regresso à equipa de Adrien, com quem reparte o essencial da missão construtiva ao nível do meio-campo.

ADRIEN (7). Reapareceu em forma após lesão: exerceu pressão alta, recuperou várias bolas. Foi dele a assistência para o segundo golo leonino e abriu caminho ao terceiro. Exibição só ensombrada por falhar um penálti aos 63'.

GELSON MARTINS (6).  Sem deslumbrar como noutros jogos, voltou a ser um elemento muito eficaz. Não apenas à frente mas também no apoio à defesa. Foi vital para travar um lance com perigo, aos 66', indo à dobra de Coates.

CAMPBELL (7). Titular, demonstrou que merece agarrar a posição de extremo. Marcou o segundo golo, aos 55', com um bom cabeceamento. Quase voltou a marcar, aos 59'. Assistiu Bas Dost para o terceiro, que fechou a conta.

BRYAN RUIZ (5).  Ainda não conseguiu sacudir a apatia que parece tolher-lhe os movimentos nesta temporada. Servido por Adrien, podia ter feito muito melhor aos 57'. Fez um remate bonito, mas inconsequente, aos 67'.

BAS DOST (7). Para que serve um ponta-de-lança? Isso mesmo: para marcar. O internacional holandês cumpriu a missão, marcando por duas vezes. O primeiro logo aos 9', o segundo aos 63'. Já provou merecer o que ganha.

CASTAIGNOS (5). Substituiu Bryan Ruiz aos 76', participando pela segunda vez num desafio do campeonato. Vai ganhando ritmo de jogo e adaptando-se ao colectivo. Sem rasgos criativos, mas com bons apontamentos ocasionais.

BRUNO CÉSAR (5).  Entrou aos 79', substituindo Adrien. Numa altura em que o essencial era segurar a bola, já com o resultado construído. Cumpriu a missão.

ELIAS (-). Rendeu Gelson Martins aos 81'. Ajudou a reter a bola. Mais não lhe era pedido naquela fase do jogo.


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06 Nov 16

Gostei

 

Do regresso às vitórias. Depois de um mês de Outubro para esquecer, com três empates consecutivos, voltamos ao rumo normal. Objectivo cumprido: vitória folgada contra o Arouca, em Alvalade, por 3-0.

 

De termos vencido em vários campos. Das quatro primeiras equipas do campeonato, só o Sporting amealhou três pontos nesta jornada. Porto e Benfica empataram no Dragão e o Braga foi derrotado pelo Marítimo no Funchal. Voltamos a depender apenas de nós próprios na corrida ao título.

 

De termos ultrapassado o "fantasma" da Liga dos Campeões. Finalmente vencemos após uma eliminatória europeia, ao contrário do que sucedera nas três rondas anteriores. A exibição em Dortmund, mesmo com uma derrota tangencial, contribuiu para operar a reviravolta. À quarta foi de vez.

 

De Bas Dost. O internacional holandês voltou aos golos, bisando nesta partida. Marcou o primeiro e o último dos três, aos 9' e aos 63'. Já soma seis na Liga 2016/17. Foi um elemento fundamental nesta vitória. E, para mim, o melhor em campo.

 

De Campbell. Finalmente Jorge Jesus apostou nele como titular no campeonato, ocupando a ala esquerda do ataque. Aposta ganha: o costarriquenho demonstrou que merece a confiança do treinador, confirmando-se como o segundo reforço válido deste Sporting. Marcou um golo (o segundo), aos 55', e fez a assistência para outro. Exibição muito positiva.

 

De João Pereira. Recuperou a titularidade num desafio em que foi um dos melhores em campo, exercendo pressão contínua sobre a equipa adversária na sua ala, que dominou por completo. Foi dele o cruzamento que esteve na origem do segundo golo.

 

Do regresso de Adrien.  Um mês depois, o nosso capitão voltou ao onze titular no campeonato. E com ele voltaram as vitórias: o campeão europeu parece ser o talismã da equipa, melhorando a categoria colectiva da turma leonina. Mesmo tendo falhado um penálti, justificou a ovação que os adeptos lhe brindaram no estádio ao ser substituído, no minuto 79.

 

Da ausência de Markovic. O sérvio não chegou sequer a ser convocado para esta partida - consequência natural das suas péssimas prestações dos jogos anteriores. Não fez falta nenhuma, como bem se viu.

 

Do golo inicial marcado cedo. Já estávamos a vencer aos 9 minutos - reflexo de uma exibição muito superior à dos nossos últimos jogos no campeonato, onde há mês e meio não vencíamos.

 

De não termos sofrido golos. A nossa baliza ficou invicta e nem sequer chegou a estar sob ameaça em momento algum do jogo de hoje.

 

Do apoio inquebrantável das bancadas. Nunca tem faltado incentivo dos adeptos à equipa, como hoje se confirmou: 40.743 espectadores compareceram hoje em Alvalade.

 

 

Não gostei

 

Do penálti falhado. William Carvalho tinha desperdiçado uma grande penalidade na jornada anterior, frente ao Nacional. Hoje Adrien seguiu-lhe o exemplo, rematando para fora na conversão de um castigo máximo apontado pelo árbitro Carlos Xistra. Eis um aspecto que o treinador terá de insistir com os jogadores nas sessões de treino: há que afinar a pontaria.

 

Do resultado escasso ao intervalo. No fim dos primeiros 45 minutos vencíamos apenas por 1-0. Sabia a pouco.

 

Da exibição do Arouca. Apenas um remate ao longo da partida: basta este dado para se perceber como foi medíocre a prestação da equipa treinada por Lito Vidigal.


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Somebody pinch me please
Francisco Vasconcelos

Ainda não devo ter acordado bem e estou a sonhar, mas parece que finalmente o markovic ficou de fora dos convocados.


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04 Nov 16

Nova jornada, fôlego novo para a nossa equipa - assim esperamos.

O Sporting-Arouca joga-se domingo, a partir das 20.15, com arbitragem do inefável Carlos Xistra. Registo a partir de agora os vossos prognósticos.


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01 Abr 16

O nosso amigo Leão do Fundão andou lá muito perto. Mas ninguém acertou na goleada do Sporting-Arouca, o que faz aumentar ainda mais as expectativas para os próximos prognósticos. Esperando eu que o optimismo nunca falte entre os nossos simpáticos vaticinadores.


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20 Mar 16

Todos os analistas da arbitragem, nas edições dos jornais desportivos de hoje, convergem num ponto: o golo solitário do Arouca ao Sporting foi marcado em fora de jogo.

Ficam aqui as opiniões. Para mais tarde recordar.

 

Jorge Coroado (O Jogo): «No momento em que o passe foi efectuado, Gegê estava adiantado em relação ao penúltimo defensor adversário. Fora de jogo que passou sem a devida avaliação do árbitro assistente.»

José Leirós (O Jogo): «Gegê está ligeiramente adiantado, o suficiente para ser visto pelo árbitro assistente. Foi um golo mal validado por ser em posição de fora de jogo.»

Luís Pedro Sousa (Record): «O golo do Arouca foi obtido em posição de fora de jogo. Gegê está à frente do penúltimo defesa no momento em que é efectuado o cruzamento.»

Nuno Perestrelo (A Bola): «O Arouca chega ao 5-1 através de Gegê. No momento do cruzamento, o lateral direito dos visitantes está ligeiramente adiantado. Posição irregular, mas difícil de avaliar.»

Pedro Henriques (O Jogo): «Lance no limite e de difícil análise mas, com acesso à repetição de que o árbitro assistente não dispõe, vê-se que Gegê está adiantado em relação ao penúltimo adversário. E, como tal, em posição de fora de jogo.»


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19 Mar 16

Mais uma goleada leonina neste campeonato (após o 5-1 ao V. Guimarães, o 6-0 ao V. Setúbal e o 4-0 ao Nacional). Esta sucedeu muito naturalmente contra uma das equipas com melhor prestação até agora na Liga 2015/16. O Arouca foi hoje vulgarizado em Alvalade pelo Sporting, que não deu espaço nem tempo de construção à equipa adversária.

Marcámos cinco golos e só sofremos um, aliás apontado em fora-de-jogo. Mas não fomos superiores apenas no marcador: fomos em tudo o resto. Manobra táctica, qualidade de circulação da bola, robustez psicológica. Exercemos domínio territorial absoluto, sobretudo na primeira parte. Os números não enganam: ao intervalo, já vencíamos por 4-0.

Algumas notas deste jogo: Bryan Ruiz voltou aos golos (e Alvalade rebentou em aplausos ao costarriquenho), Teo Gutiérrez fez a sua melhor actuação em jogos do campeonato nacional e Bruno César mostrou muita qualidade na ocupação do corredor esquerdo, em que foi senhor absoluto. Tudo isto somado a um William Carvalho em grande evidência na recuperação de bolas e na definição de linhas de passe, e sobretudo a um João Mário que continua a exibir categoria e classe. Marcou dois golos de belo efeito e foi essencial na manobra leonina entre o meio-campo e o ataque.

O melhor desta partida, na minha opinião, foi ele.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Não teve necessidade de intervenções vistosas neste seu jogo nº 255 do campeonato nacional, mas mostrou-se sempre muito atento entre os postes. Destaque para defesas aos 18', 56', 66' e 70'.

SCHELOTTO (6). Desempenho irregular. Parece funcionar aos solavancos: tão depressa faz um raide pela ala direita culminando num centro com perigo como se desconcentra no processo defensivo. Mas balanço positivo, ainda assim. Destaque para uma acção ofensiva aos 54'.

COATES (7). Parece sentir-se muito à-vontade como patrão da defesa leonina. Atento, concentrado, fazendo bom uso da sua elevada estatura (1,96m). Foi decisivo ao cabecear no lance do primeiro golo, dando até a sensação de ter sido ele a marcar.

RÚBEN SEMEDO (6). Um pouco mais discreto do que o seu colega do eixo central, faz no entanto uma boa parceria com ele. Não complica, não inventa, não atrapalha. Joga de forma simples, sem pensar na "nota artística", como ficou evidente nos cortes feitos aos 57' e 58'.

BRUNO CÉSAR (7). Grande exibição do brasileiro durante toda a primeira parte. Marcou dois cantos de que resultaram dois golos. Foi dono e senhor da ala esquerda, onde Jesus o colocou. Na segunda parte, já fatigado, esteve menos em evidência. Mas continuou a ser útil.

WILLIAM CARVALHO (8). Um pilar do onze leonino, onde desempenhou da melhor maneira a missão de médio defensivo. Recuperou bolas e lançou-as bem colocadas aos colegas da frente. Revela elevados níveis de confiança - o que se reflecte na organização colectiva do Sporting.

ADRIEN (7). Ainda sem estar ao melhor nível, após a recente lesão, protagonizou alguns lances que confirmam o seu talento. Nenhum tão notório como o do minuto 32: galgou mais de 20 metros tirando três adversários do caminho e fazendo uma soberba assistência para o segundo golo de João Mário. Saiu aos 61'.

JOÃO MÁRIO (8). Até há pouco parecia faltar-lhe veia goleadora. Hoje ninguém reparou nisso. Marcou dois golos - o primeiro aos 18', com execução perfeita, após passe de Teo; o segundo na sequência da primorosa assistência de Adrien. Sem falhar a pontaria. Superior nos movimentos interiores. Foi o melhor em campo.

BRYAN RUIZ (7). Ei-lo de regresso aos golos. E até começou por falhar, logo aos 4', quando cabeceou para fora a curta distância da baliza, em zona frontal. Mas aos 60' marcou mesmo, com um soberbo chapéu ao guarda-redes adversário. Saiu aos 71', muito aplaudido.

TEO GUTIÉRREZ (7). A melhor exibição do colombiano neste campeonato foi coroada por dois golos. Ambos marcados na sequência de cantos, aos 15' e 45'. Movimentou-se muito bem, baralhando marcações. Aos 81' ainda teve vigor para protagonizar um grande lance ao primeiro toque com Aquilani que merecia ter terminado em golo.

SLIMANI (6). Ficou em branco. E não pareceu nada satisfeito quando Jesus o mandou sair, iam decorridos 61'. Mas trabalhou com afinco para a equipa. Excelente passe de calcanhar para João Mário aos 21'. E boa tabelinha com Adrien na jogada do terceiro golo.

BARCOS (4). Substituiu Slimani, entrando numa fase em que o jogo leonino já estava muito pausado, na gestão da goleada. Talvez por isso acabou por dar pouco nas vistas. Ainda não foi desta que os adeptos do Sporting ficaram a perceber o que realmente vale em campo.

AQUILANI (6). Rendeu Adrien aos 61'. Sem brilhantismo mas bem inserido na manobra táctica da equipa, ajudou a dar consistência ao meio-campo. Grande jogada a meias com Teo, oferecendo de bandeja o golo que Gelson Martins desperdiçou.

GELSON MARTINS (5). Substituiu Bryan Ruiz aos 71'. Já tem feito a diferença. Desta vez não aconteceu. Muito bem servido por Aquilani aos 81', tendo apenas o guarda-redes pela frente, atirou para a bancada.


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Gostei

 

Da goleada. Vitória incontestável e categórica do Sporting esta tarde em Alvalade - e vão vinte, em 27 jogos da Liga 2015/16. Desta vez com cinco golos marcados (dois de Teo Gutiérrez, dois de João Mário e um de Bryan Ruiz) e apenas um sofrido. Reduzimos à insignificância o Arouca - que não sofria golos há cinco jornadas e tinha a quinta melhor defesa do campeonato - nesta que foi uma das nossas melhores exibições da temporada.

 

Da capacidade de finalização da equipa. O que faltou nos recentes confrontos com o V. Guimarães e o Benfica houve hoje de sobra: pontaria certeira às redes adversárias.

 

Dos golos marcados cedo. Aos 20' vencíamos por 2-0. E o intervalo surgiu já sob o signo da goleada: o marcador registava então 4-0.

 

De João Mário. Para mim foi o melhor em campo. Marcou dois golos (18' e 32') e participou na construção do quinto, conferindo o seu habitual toque de classe à organização ofensiva do Sporting.

 

De Teo Gutiérrez. Finalmente o colombiano fez uma grande partida de verde e branco para o campeonato. Boas movimentações na área, completando o trabalho de Slimani. Marcou duas vezes de bola parada, na sequência de cantos apontados por Bruno César. E fez uma impecável assistência para João Mário marcar, aos 18'.

 

De Bryan Ruiz. Depois de três jogos a falhar golos, reencontrou o caminho da baliza. Marcando o quinto e último golo leonino, aos 60', com excelente execução técnica. Saiu sob fortes e merecidos aplausos.

 

Da surpreendente entrada de Bruno César como lateral-esquerdo. Jorge Jesus baralhou todas as expectativas ao colocar o brasileiro no lugar que tem sido confiado a Jefferson (lesionado) e Marvin (castigado). Missão bem desempenhada: o ex-estorilista fechou muito bem o corredor e funcionou na prática como médio-ala durante a primeira parte, abastecendo o nosso tridente ofensivo. Marcou muito bem os cantos de que resultaram dois golos: o primeiro e o quarto.

 

De William Carvalho. Confirma-se: está de volta às grandes exibições. Voltou a acontecer hoje, desempenhando da melhor maneira a tarefa de médio de contenção. Com inegável qualidade de passe e um fulgor físico que merece registo.

 

Da entusiástica atmosfera em Alvalade. Terceira maior afluência de público desta temporada, com mais de 46 mil espectadores nas bancadas. A puxar pela equipa do princípio ao fim.

 

Da arbitragem. Há que reconhecer: Manuel Oliveira teve um bom desempenho que merece ser assinalado. Apesar de nem sempre ter sido bem auxiliado nas situações de fora-de-jogo. O golo do Arouca, com o marcador adiantado em relação à nossa linha defensiva, foi um desses casos.

 

Do nosso regresso ao comando do campeonato. Vantagem, ainda que provisória, para o Sporting - de novo no primeiro lugar.

 

 

Não gostei

 

Da apagadíssima exibição do Arouca. Nem parecia a mesma equipa que já venceu Benfica e FC Porto. Os jogadores estiveram tão apáticos como o treinador Lito Vidigal, que desta vez nem se atirou para a piscina, ao contrário do que sucedeu na partida da primeira volta contra o Sporting.

 

Dos erros nos nomes das camisolas dos nossos jogadores. Dir-se-ia uma brincadeira de Carnaval, mas já estamos quase na Páscoa. Terá sido uma campanha contra a contrafacção, mas pareceu-me de gosto duvidoso.

 

Que Slimani desta vez tivesse ficado em branco. Só faltou um golo do argelino para que a nossa festa em Alvalade fosse ainda maior.


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17 Mar 16

O Sporting recebe o Arouca no sábado, a partir das 18.30, num jogo que será apitado por Manuel Oliveira.

Quais são os vossos prognósticos?


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18 Nov 15

Agora foi a vez do treinador adjunto de Jesus, Raul José, conhecer  a sentença relativa ao acto altamente criminoso e temerário que perpretou pela calada, no batatal de Arouca: Dez dias de suspensão e... tcham, tcham, tcham, tcham!!!!, 765 euros de multa!

Ó Raúl, pensavas que te safavas com quarenta aérios, pá? Anjinho...


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13 Nov 15
Caixa dourada
Pedro Correia

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Nota negativa do observador da arbitragem para Cosme Machado por não ter assinalado um putativo penálti contra o Sporting no jogo em Arouca. Um penálti que nunca existiu, segundo a opinião dos mais abalizados comentadores da arbitragem, todos com experiência nos relvados nacionais. E não só eles: ainda hoje o jornalista João Bonzinho escreve sem rodeios no insuspeito jornal A Bola: "Não houve, na minha opinião, razão para grande penalidade."

Cada vez dou mais razão ao Octávio: o Sporting em primeiro está a deixar muita gente incomodada. Depois ainda se admiram que Bruno de Carvalho fale na caixa dourada...


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10 Nov 15

Vale a pena assinalar: quatro prognósticos acertaram em cheio no resultado do Arouca-Sporting.

Os nossos leitores Francisco Gonçalves, Jorge 1906 e Octavio, e o nosso colega de blogue Luís de Aguiar Fernandes tiveram pontaria ao anteverem o resultado do desafio disputado no municipal de Arouca.

Aplicado o critério de desempate, fica a vitória nesta ronda atribuída a Octavio, por ter acertado também em Slimani como marcador do golo.

Estão todos de parabéns.


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A propósito de Islam
Edmundo Gonçalves

E porque um dos intervenientes é um dos meus filhos, é a imagem perfeita.

 

IMG-20151109-WA0000.jpg

 


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09 Nov 15
Ao que isto chegou
Luciano Amaral

Agora até já ordenam aos miúdos para virem mandar bisnagadelas: presidente do Arouca, Carlos Pinho, diz que "assim é fácil o Sporting ser campeão". E mostra-se muito desanimado, porque não vale a pena ir "fazer queixa" a Vítor Pereira. Por causa do jogo de ontem? Perguntarão vocês. Não, por causa do campeonato, uma competição onde o Arouca é um dos principais favoritos. Como é bom ter amigos que tomam assim as nossas dores. É um clube engraçado, o Arouca. Pelo menos o treinador e o presidente têm jeito para a stand-up comedy (enfim, no caso do treinador, é mais fall-down).


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08 Nov 15
Je suis Arouca
Luciano Amaral

Antes de ir para a caminha, puxei o Trio d'Ataque atrás e pus-me a ver. Os melões do andrade e do lampião de serviço são épicos. Já se percebeu que tinham grande fé neste jogo. Vinham com a cassete preparada ao longo de 90 minutos: uma vergonha na Albânia para depois vir aqui fazer esta figura. Imagino o crescimento súbito do seu perímetro cefálico quando a bolinha entrou. Como a bolinha entrou, ficaram só com metade da cassete: a da Albânia. A Albânia para a frente, a Albânia para trás. E, sem a cassete de Arouca, no pouco tempo em que se dispuseram a falar do jogo, deu-lhes para improvisarem, chegando mesmo ao cúmulo de dizerem que o Arouca é que merecia ter ganho. Isto já não é bem um melão, é um dirigível. A esperança foi agora transferida para a próxima jornada, em que o Sporting joga contra o Benfica C. Muito cuidadinho com esse jogo.


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A estrela da sorte acompanhou o Sporting - como costuma acontecer aos campeões - na vitória leonina, arrancada no último minuto do tempo regulamentar, frente a uma equipa do Arouca bem organizada e com um sólido bloco defensivo.

No primeiro tempo, os nossos jogadores não conseguiram libertar-se com eficácia das marcações e revelaram alguma dificuldade em preencher as alas. Slimani e Teo Gutiérrez, nem sempre bem servidos, tiveram de procurar a bola com frequência fora das suas posições.

Mas o domínio do jogo foi sempre nosso. E acentou-se no período complementar, quando confinámos o Arouca ao seu reduto mais recuado. Pressentia-se que o golo podia ocorrer a qualquer instante. Acabou por acontecer graças à tenacidade de Slimani, que aproveitou um ressalto para carimbar a vitória.

Tudo está bem quando acaba bem.

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Experiente. Não acusou a pesada derrota na Albânia. Boas defesas (25', 26', 90'+4). Excelente reposição de bola aos 51' que foi quase assistência para golo.

JOÃO PEREIRA (6). Combativo. Manteve um duelo incessante com Lucas Lima. Subiu no terreno menos vezes do que se esperava mas centrou quase sempre com acerto.

PAULO OLIVEIRA (7). Oportuno. Quase marcou de cabeça, no fim da primeira parte. Antecipou-se sempre aos adversários na sua zona de controlo. Um corte notável aos 64'.

NALDO (5). Nervoso. Entrou como titular para o lugar do lesionado Ewerton. E cumpriu a missão defensiva. Pena ter cedido à provocação de Lito Vidigal, que o levou a ser expulso.

JEFFERSON (5). Contido. Muito mais retraído a atacar do que é costume, assegurou os mínimos. Saiu ao intervalo, queixando-se de uma dor muscular, e deu lugar a Esgaio.

WILLIAM CARVALHO (7). Sólido. Algo preso de movimentos na primeira parte. Agigantou-se no segundo tempo, esticando o jogo da equipa. Grande corte à entrada da área aos 83'.

ADRIEN (6). Batalhador. Sempre inconformado, às vezes em esforço, tentou empurrar a equipa para a frente. Rematou a rasar o poste aos 45'+1. Cedeu lugar a Gelson aos 66'.

JOÃO MÁRIO (7). Infatigável. Um dos melhores. Sempre em jogo, em pressão constante - no miolo e nas alas. Grande remate a meia-distância (53'), já a dar sinal de golo.

BRYAN RUIZ (7). Desequilibrador. Deu sempre um suplemento de qualidade à equipa. Grande lance aos 48': passou por três. É dele o passe a rasgar que inicia o golo leonino.

TEO GUTIÉRREZ (4). Errante. Pareceu sempre perdido em campo, saindo com frequência de posição. Falhou o último remate por duas vezes em lances caricatos. Saiu aos 59'.

SLIMANI (7). Decisivo. Voltou a ser fundamental numa vitória do Sporting. Nunca desiste de um lance. Foi compensado, aos 90'. Marcando com extrema rapidez e reflexos de leão.

ESGAIO (6). Dinâmico. Substituiu Jefferson de emergência na ala esquerda. Mesmo costumando jogar à direita, não se intimidou. Com ele aumentou a nossa pressão atacante.

MONTERO (5). Discreto. Teve uma boa recepção de bola, lançada por Bryan Ruiz, na jogada do nosso golo. Foi o melhor momento do colombiano, que rendeu Teo aos 59'.

GELSON MARTINS (6). Acutilante. Rendeu Adrien aos 66' e conferiu mais rapidez à equipa enquanto único extremo de raiz numa partida onde se sentiu a falta deles.


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Gostei

 

De ganhar ao Arouca.  Vencemos uma equipa muito difícil, que já derrotou o Benfica nesta Liga 2015/16.

 

Da atitude da nossa equipa. Foi um jogo muito complicado, pelo estado do terreno e pela formação táctica do Arouca. Um jogo de persistência e de paciência que pôs à prova a resistência psicológica dos nossos jogadores. Prova superada.

 

Que tivéssemos o jogo sempre controlado. O Sporting dominou do primeiro ao último minuto.

 

De Bryan Ruiz.  Outra demonstração de grande classe do jogador costarriquenho, que sobressaiu pela qualidade individual em diversos lances. Partiu dos pés dele o passe longo que esteve na origem do nosso golo. O melhor em campo.

 

De Slimani. Esteve bastante abaixo do rendimento que tem revelado noutros jogos e parecia ter passado ao lado da partida. Mas é daqueles jogadores que nunca baixam os braços: numa jogada de insistência, no último minuto do tempo regulamentar, ganhou um ressalto na grande área e disparou com instinto goleador. Mais um golo para o seu pecúlio.

 

De Paulo Oliveira. Um pilar da nossa defesa. Cortou tudo quanto havia para cortar. E foi dele a melhor oportunidade leonina da primeira parte, num cabeceamento com selo de golo que fez voar o guardião do Arouca para a defesa da noite.

 

De William Carvalho. Fez uma primeira parte algo apagada. Mas teve uma actuação exemplar no segundo tempo, recuperando inúmeras bolas e dando profundidade aos nossos lances ofensivos.

 

De ganhar com dez. Marcámos o golo da vitória após a expulsão de Naldo. Sinal evidente de que a equipa manteve a robustez psicológica.

 

Da nossa quarta vitória consecutiva. Após derrotarmos o V. Guimarães (5-1), Benfica (3-0) e Estoril (1-0). E vamos com 26 pontos amealhados.

 

De ver consolidado o comando do Sporting. Terceira jornada consecutiva à frente do campeonato como líder isolado. Com mais cinco pontos do que o FCP e mais oito do que o SLB.

 

Da nossa estrelinha da sorte. Não existem campeões sem ela.

 

 

Não gostei

 

Do zero a zero ao intervalo. O jogo teve emoção mas o golo isolado só surgiu ao cair do pano.

 

Da quebra física de Jefferson. O nosso lateral esquerdo, com problemas musculares, teve de ser substituído ao intervalo. Mas Esgaio, o seu substituto, mostrou-se à altura apesar de jogar fora da sua posição habitual.

 

Do péssimo estado do terreno. O estádio municipal de Arouca parecia um lamaçal.

 

Do comportamento de Lito Vidigal. O treinador do Arouca entrou em campo à beira do fim, provocando um enorme sururu com a nítida intenção de queimar tempo para aguentar o empate a zero. Foi bem expulso e saiu-lhe o tiro pela culatra: de nada adiantou aquela peça de mau teatro. Pena que Naldo o tivesse empurrado, o que levou a ver também o cartão vermelho.


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" ... vale de tudo para ganhar ... "

Muito esforço digo eu !

 


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Reforço, rapidamente!
Edmundo Gonçalves

Bruno, um saca-rolhas, por favor.

Hoje foi contra um articulado dos STCP. 'Tava difícil...


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