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És a nossa Fé!

Sim… três seria demasiado!

Não vi o último jogo do Sporting, mas acreditando nas crónicas fizemos um jogo de… trampa!

Dizem que o resultado terá sido o mais correcto, porém… parece que houve um penalty, no período de descontos, que ficou por assinalar.

Sim, nos últimos minutos, já tinha havido um com o Setúbal e outro com o Feirense.

Foi por ter existido essas duas grandes penalidades que não foi marcada esta terceira? Terá havido alguma recomendação em sinal contrário?

«-Cuidado, o Sporting já tem penalties que cheguem no final do jogo. Vejam lá a vossa vida?»

 

Já assistimos, neste campeonato, às orientações da FIFA em matéria de fora de jogo «em caso de dúvida beneficiar o ataque» serem deturpadas naquilo a que se refere a uma determinada equipa:

«- Golo!

- Golo!? Não, não marques já, deixa ver! Espera, espera! O gajo não fez a depilação e tem um pêlo à frente. É fora de jogo! Um pêlo! Clarinho, não é golo!»

 

Agora não sei, parece que as orientações da FIFA naquilo que no campeonato português será por certo:

«Os defesas adversários nos últimos minutos podem, livremente, abalroar qualquer jogador do Sporting.»

Será assim?

A suta, o trabalho, um ângulo de análise

Convido-os a analisar, detalhadamente, este vídeo.

As pessoas menos habituadas à subtileza da língua portuguesa vão ouvir ali uns palavrões.

Jorge Sousa manda o guarda-redes para a baliza, "vai p´ra suta da baliza" (a suta é um instrumento que mede os ângulos) diz ainda: "estou a brincar com quem? Trabalho! A brincar com quem? Trabalho!" repete com convicção.

A arbitragem é um trabalho.

Mais à frente, neste jogo, Jorge Sousa expulsa o lateral esquerdo do Sporting com um vermelho directo... por palavras.

Vai p' ó trabalho, Jorge; apesar de tudo o Sporting derrotou os fingidores de Massamá (1-2).

Marques não leu 'O Jogo'

O director de comunicação do FC Porto - que, para meu espanto, alguns sportinguistas têm transformado de há uns meses para cá numa espécie de herói do futebol português - não leu hoje o seu jornal favorito, que é O Jogo. Se o tivesse lido, talvez não debitasse este disparate, contestando um penálti claro cometido contra Bas Dost num desafio em que o árbitro Bruno Paixão fez vista grossa a outro, cometido contra Coates.

Francisco Marques ignorou o que sobre o mesmo tema observaram Jorge Coroado, José Leirós e Fortunato Azevedo no jornal mais conotado com o FC Porto. O Jogo, aliás, evidencia de forma clara em título de primeira página: "Tribunal unânime: penálti bem marcado e outro por marcar a favor do Sporting". Todos repararam nisto menos o baralhado Marques, que acabou assim por destilar ódio contra o Sporting em vez de se preocupar com a sua própria casa.

Mas do mal o menos: pode ser que a partir de agora os tais sportinguistas abram os olhos e deixem de o encarar como uma espécie de herói.

Unânimes: primeiro penálti roubado

1

Todos os especialistas em arbitragem, sem excepção, sublinham hoje na imprensa desportiva que o árbitro Bruno Paixão deixou ontem por marcar um claríssimo penálti favorável ao Sporting por derrube de Coates dentro da área sadina quando iam decorridos 33 minutos.

À segunda jornada, foi o primeiro neste campeonato. Todos sabemos desde já que estará muito longe de ser o último.

Passo-lhes a palavra, com a devia vénia:

 

Duarte Gomes, A Bola: «Lance difícil na área sadina. Venâncio parece carregar Coates, primeiro com as duas mãos e depois com o braço, impedindo o central de jogar a bola. Lance para grande penalidade

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Grande penalidade indiscutível. Coates é empurrado pelas costas e foi, por isso, impedido de jogar a bola. Erro do árbitro ao não assinalar penálti

Jorge Coroado, O Jogo: «Quando procurava jogar a bola, provinda da direita, Coates foi empurrado nas costas com as mãos por Frederico Venâncio. Penálti por assinalar

Jorge Faustino, Record: «Lançamento lateral para a área do Vitória, onde Venâncio empurra Coates pelas costas, derrubando-o. Ficou um penálti por assinalar. Aceita-se a não intervenção do VAR, por ser um lance de intensidade subjectiva.»

José Leirós, O Jogo: «Coates, entre dois adversários, no primeiro momento, encostou a mão no adversário sem infracção. A seguir, Frederico Venâncio, deliberadamente, empurrou e desequilibrou Coates para impedir que este saltasse e disputasse a bola. Penálti por assinalar

Marco Ferreira, Record: «Infracção por assinalar de Venâncio sobre Coates dentro da área. O jogador do V. Setúbal empurra com ambos os braços as costas de Coates, impedindo-o de disputar a bola. Penálti por assinalar, não havendo ajuda do vídeo-árbitro.»

 

2

Sobre o penálti aos 85' convertido em golo por Bas Dost no minuto seguinte, os mesmos especialistas em arbitragem são igualmente unânimes: houve falta indiscutível, justificando o castigo máximo convertido pelo avançado holandês.

De novo a palavra a quem sabe disto:

Duarte Gomes, A Bola: «Nuno Pinto usa o braço esquerdo para carregar Bas Dost pelas costas, impedindo o avançado do Sporting de jogar a bola. Falta na área, penálti bem assinalado

Fortunato Azevedo, O Jogo: «É um claro empurrão nas costas de Bas Dost que o impede de disputar a bola. Correcta a decisão de Bruno Paixão em assinalar grande penalidade

Jorge Coroado, O Jogo: «Acorrendo a cruzamento ao segundo poste, Bas Dost saltou, Nuno Pinto, nas suas costas, empurrou-o. Grande penalidade clara, devidamente assinalada

Jorge Faustino, Record: «No momento em que Bas Dost salta para tentar cabecear, Nuno Pinto empurra com a anca e braço esquerdo as costas do seu adversário, provocando o seu desequilíbrio. Penálti bem assinalado. Correcta a advertência.»

José Leirós, O Jogo: «Hesitou, olhou para o árbitro assistente e correctamente assinalou penálti. Nuno Pinto, deliberadamente, carregou e empurrou Bas Dost de forma ilegal.»

Marco Ferreira, Record: «Infracção de Nuno Pinto sobre Bas Dost. O jogador do V. Setúbal empurra o adversário pelas costas, impedindo-o de disputar a bola dentro da sua área. Penálti bem assinalado

O condicionamento clássico

A dúvida sempre existiu. Deve ser tão antiga como nós enquanto espécie. É normal ao homem ter dúvidas sobre os seus julgamentos, decisões. No fundo duvidar é como errar, é humano. Mas há uma espécie no mundo selvagem da bola que vai contrariando toda a lógica da seleção natural, e cai num artificialismo. Não quero falar do método de avaliação/atribuição de notas aos árbitros. Mas algo engraçado com que me deparei estes dias.

O artificialismo que permite a sobrevivência dos árbitros impera por via de um condicionamento clássico. Isto é, a modificação de alguns comportamentos com base no estímulo-resposta. Se um reflexo pode ter como finalidade a sobrevivência e reprodução, a aprendizagem de certos reflexos condicionados, tem garantido ao árbitro português - os mais astutos - perdurar no habitat do futebol português. Isto porque alguém durante bons anos tem usado recompensas e punições para os advertir sobre possíveis perigos, ou fazê-los salivar sobre possíveis prazeres. E tem funcionado!

Nos jogos desta jornada deparei-me com esse fenómeno:

- O Porto, pioneiro deste método infalível, na mó de baixo actualmente, viu num golo legal ser levantada a bandeirola. Que bom que existia o VAR para repor a verdade desportiva.

- O Braga viu dois golos anulados. Não querendo entrar no detalhe do pé direito do Seferovic, o árbitro neste caso não teve nenhuma dúvida em levantar a bandeirola.

 

Mas atentem ao reflexo! Em ambos os casos o árbitro começou logo a dar ao seu pulso histriónico. O que me pareceu estranho foi ver o primeiro golo do Benfica, que tem um grau elevado de dúvida num lance corrido (e não estou a pôr em causa a legalidade do golo, porque foi legal), foi não existir réstia de dúvida ao árbitro de linha, ao árbitro principal e demais participantes do juízo da partida, que o mesmo tinha sido legal. Ficando impávido e sereno na sua linha.

É este condicionamento clássico que vai permitindo a sobrevivência aos árbitros. Há uns "loucos" que fazem duvidar esta gente, mas só para um lado. 

Imagino uma frase do Pavlov - "Dêem-me um árbitro, que eu dou o campeonato ao Benfica."

 

Ésse éle dê

"Quanto mais alto se sobe maior é a queda".

António Aleixo tem uma quadra que se pode adaptar à situação que os benfiquistas lampiões estão a passar:

"São de um clube instruído

São uns doutores em resumo

São de um clube que espremido

Não dá caroço nem sumo"

Embora, neste caso, o último verso não esteja correcto, é um clube que tem muito caroço para distribuir por árbitros, por observadores de árbitros e por mais uns quantos.

Parece que já não restam dúvidas.

Vão mesmo para a segunda divisão.

SLD, Sport Lisboa e Descida.

 

Unânimes

Análise na imprensa de hoje aos casos de arbitragem do Moreirense-Benfica:

 

Luisão devia ter sido expulso aos 30'.

Duarte Gomes, A Bola: «Entrada em tackle, com força excessiva, de Luisão sobre Boateng, colocando em risco a integridade física do adversário. Devia ter visto vermelho.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Por trás, Luisão pisou claramente Boateng. Clara conduta grosseira que tinha de ser punida com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «Em vez de amarelo, o árbitro tinha de mostrar cartão vermelho. Foi cortês, evidenciou respeitinho.»

José Leirós, O Jogo: «Entrada violenta por trás, de sola, colocando em perigo o adversário. Tiago Martins errou: era para vermelho directo.»

Marco Ferreira, Record: «Luisão entra em tackle por trás de forma violenta, atingindo o tendão de Aquiles de Boateng. Seria vermelho: falta grosseira.»

 

Samaris devia ter sido expulso aos 90'+1'.

Duarte Gomes, A Bola: «Samaris agride Diego Ivo com um soco no estômago, no meio de vários jogadores, e deveria ter sido punido com cartão vermelho directo por conduta violenta.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Samaris agrediu Diego Ivo. Outra conduta grosseira de um jogador benfiquista, que devia ter sido expulso com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «A acção de Samaris sobre Diego Ivo foi semelhante à de Edson Farias sobre Gamboa no Feirense-Braga, ambas merecedoras de cartão vermelho directo. Como o Conselho de Disciplina não é videoárbitro, siga a festa.»

José Leirós, O Jogo: «Mais um erro disciplinar para a colecção. Ficou por exibir um cartão vermelho directo a Samaris, que deliberada e visivelmente atingiu Diego Ivo com um soco no estômago.»

Marco Ferreira, Record: «Na sequência do cartão amarelo exibido, Samaris atinge Diego Ivo com um murro na barriga. Conduta violenta do benfiquista e cartão vermelho por exibir.»

 

Keith Stroud, o Jorge Sousa inglês

Lá como cá.

Vamos ao caso português, Jorge Sousa, um árbitro que, provavelmente, pensa que os jogadores desde que se chamem Luís Miguel Afonso Fernandes ou Nélson Cabral Semedo podem jogar a bola com a mão (o segundo) ou com as mãos (o primeiro) que essa acção não deverá ser sancionada com livre directo (penalty se ocorrer dentro da área).

No caso inglês, o árbitro admitiu que desconhecia as regras e pediu desculpa.

Para quando um pedido de desculpas e a repetição do jogo que ocorreu no dia 11 de Dezembro de 2016?

 

A angústia do árbitro perante o golo

Hoje, dia de jogo da nossa seleção, aproveito para falar de um antigo árbitro da FIFA: o suíço Urs Meier (eu já explico a ligação). É muito conhecido na Alemanha, já que, depois de terminada essa sua carreira, em 2004, inciou uma outra, como comentador do canal ZDF, ao lado de Jürgen Klopp (o famoso treinador do Dortmund, que está, neste momento, em Liverpool) e, por vezes, Franz Beckenbauer. Enquanto Jürgen Klopp analisava o desmpenho das equipas, Urs Meier funcionava como expert de arbitragem.

 

Du Bist Die Entscheidung.jpg

 

Recentemente, o suíço surpreendeu ao publicar um livro de auto-ajuda, com o título: TU és a decisão - agir rapida e resolutamente (tradução minha e literal do alemão). Urs Meier baseia-se na sua experiência como árbitro de futebol e defende a tese de que devemos confiar mais no nosso sexto sentido. O primeiro capítulo intitula-se precisamente: "Como usar a intuição numa decisão" e inicia-se assim:

 

"Quartos-de-final do Campeonato Europeu de 2004. Minuto 89 do jogo Inglaterra contra Portugal. 1:1 no marcador."

 

Urs Meier enche quatro (!) páginas (as primeiras deste livro) com esse minuto 89, em que ele assinalou uma falta contra Portugal, da qual resultou um golo de Campbell. O árbitro suíço anulou esse golo, porporcionando assim que Portugal passasse à meia-final por penáltis. Foi uma das piores decisões da sua vida, diz ele, porque, apesar de realmente ter havido uma falta de John Terry sobre o nosso guarda-redes Ricardo, ele não a viu! Confessa que estava em má posição e a confusão na grande área portuguesa era enorme, numa amálgama de vinte jogadores. Mesmo assim, ele quebrou uma regra dos árbitros que diz "só apitar o que se vê" e anulou o golo! Baseado na sua intuição! Quando a bola entrou na baliza e os ingleses festejavam, enquanto os portugueses reclamavam desesperados, Urs Meier notou que John Terry, em vez de se juntar ao regozijo dos seus colegas, olhou para ele. E a sua intuição disse-lhe: se o jogador olha para mim, numa altura destas, é porque tem a consciência pesada. E anulou o golo apenas baseado nisso.

 

Mais tarde, o vídeo do lance provou que houve falta. Mas também provou que era impossível Urs Meier tê-la visto. O árbitro teve problemas com a FIFA, um jornal inglês divulgou o seu endereço eletrónico e ele recebeu 16 000 emails de protesto, ameaças de morte inclusive. Deu por terminada a sua carreira ainda nesse ano.

 

Urs Meier proporcionou a primeira final portuguesa num Campeonato da Europa. E o minuto 89 do jogo entre Portugal e a Inglaterra fica eternizado e descrito ao pormenor neste seu livro.

Arbitragens antes e depois

18785884_uzZ5k[1].jpg

 

Facto a merecer registo: houve arbitragens impecáveis nos dois últimos jogos do Sporting. Ainda por cima por parte dos senhores  Bruno Paixão e Jorge Ferreira, árbitros extremamente polémicos, como o país futebolístico bem sabe.

Confirma-se: as arbitragens com influência nos resultados existem sobretudo na primeira metade do campeonato, quando as posições na tabela estão a ser definidas e tudo permanece em aberto. Arbitragens como as de Artur Soares Dias, que nos retirou dois pontos em Guimarães à jornada 7. Ou as de Jorge Sousa, que perdoou dois penáltis ao Benfica no dérbi da jornada 13.

É preciso pôr cobro a isto de uma vez para sempre. Em nome da verdade desportiva, para que a mentira seja afastada de vez dos relvados nacionais.

Sem dizer coisa com coisa

 «O maior erro que o Sporting pode cometer é continuar a agarrar-se à arbitragem. Continuam agarrados às questões do erro de arbitragem!»

Pedro Guerra, TVI 24 (23 de Janeiro)

 

 «Tem que se dizer basta! O Benfica tem sido sistematicamente prejudicado pela arbitragem! O que é que se passa?! Os árbitros têm medo de quê?»

Pedro Guerra, TVI 24 (30 de Janeiro)

Palavra de benfiquista!

"O motivo principal disto é a arbitragem. Não tenho dúvidas nenhumas". Foi assim, em entrevista à Sporting TV, que Jorge Jesus justificou os sucessivos desaires da equipa de futebol que ele próprio treina. Pois bem, concordo com Jorge Jesus. Sem ironia, concordo mesmo.

 Não se trata de assentir com teorias de conspiração, nem de acusar polícias e ladrões, mas sendo certo que cada um vê de acordo com a sua opinião, a opinião do que vejo é que o Sporting tem sido prejudicado sucessivamente ao longo do campeonato. Não em todos os jogos, não nos jogos inteiros, mas sempre naquele lance decisivo que basta para mudar o rumo do resultado. E assim foi até o Sporting ficar derrotado e desmoralizado, a equipa em baixo com o presidente em cima, e já tudo ser mais ou menos irrecuperável.

 Agora, o Sporting já não conta para o Totobola, já não compete pela liderança do campeonato, agora já não são as arbitragens, são mesmo as más exibições, porque agora o leão já está de juba mansa. É opinião, não é facto, mas também não é tendência. Da mesma maneira que na época passada aqui escrevi que o Sporting teria sido um justo vencedor do campeonato, este ano acho que ninguém chega para o Benfica, que de uma forma ou de outra está a limpar a competição. O FC Porto ainda está na peugada, mas aquele futebol não enche a alma.

 Independentemente disso, e da boa organização desportiva, dos negócios milionários (como a venda de Guedes ao PSG) que resultam de uma estratégia acertada da administração com o treinador do Benfica, o Sporting foi arrumado por um punhado de decisões erradas de árbitros. Não a tem em muito mais mas, nisso, Jorge Jesus tem razão. O Sporting perdeu muitos pontos por erros de arbitragem. Pontos de mais


 

Pedro Santos Guerreiro, in Record

Escrevendo direito por linhas tortas

Ou como a reunião do conselho de arbitragem serviu apenas e definitivamente para gozar com o Sporting.

O Vitória sofreu um penalti no Algarve por mão na bola de Venâncio.

Precisamento num lance em que o CA diz não ser penalti.

Recorda-se o boneco apresentado naquela reunião que se pode chamar da treta.

 

Situação na quarta hipótese.

 

ca.JPG

 

Entretanto soube, pelos "especialistas" em narração da RTP, que o video-árbitro "estava" lá, em regime experimental.

Adivinhem quem estava a tomar conta daquilo. Duarte Gomes, ele mesmo, o compadre do presidente da Liga e companheiro de passeios. Caso para dizer que entregaram o ouro ao bandido. Se for para ser assim, basta assim.

 

Ora partantes...

...Este é penalti (aos 50''):

E este não é!

Então está bem, continuem que vão no bom caminho. 

E continuem a fazer reuniões tão interessantes como esta.

 

Entretanto, uma pequena adivinha, sem prémio porque me parece ser de fácil resposta: Qual destes foi assinalado?

arbitragem_ha_agarrar_e_agarrar.jpg

*Montagem retirada do blogue "reflexão portista".

 

 

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