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És a nossa Fé!

Parabéns, Rui Patrício

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Faz hoje onze anos, começaste a defender a baliza na equipa principal do Sporting. E começaste muito bem, parando uma grande penalidade nesse jogo de estreia. Missão que continuas a desempenhar com zelo e brio, sem te pesar no ego o brilhante título de campeão europeu e a eleição como melhor guarda-redes do continente em 2016.

Ao longo deste tempo, enfrentaste muitos obstáculos. Desde logo o cepticismo de sócios e adeptos, muitos dos quais te vaiaram nas bancadas, descrentes do teu valor. Depois a inveja e a maledicência ditadas pela clubite inflamada de uns imbecis que têm lugar cativo nas televisões. E até a desinformação de periódicos outrora respeitados, como o jornal A Bola, que parece ter hibernado durante dois anos - e não percebeu que foste um dos heróis da nossa campanha do Euro 2016, a mais brilhante de sempre do futebol português, ao defenderes uma grande penalidade nos quartos de final frente à Polónia.

És um verdadeiro Leão.

Parabéns, meu caro Rui Patrício.

Muitos parabéns, grande Carlos Lopes

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Deste-me uma das maiores alegrias da minha vida desportiva naquela inesquecível madrugada em que te vimos bater o recorde olímpico da maratona e subir ao pódio em Los Angeles enquanto pela primeira vez se escutava o hino nacional numas olimpíadas. Jamais esquecerei esse dia 12 de Agosto de 1984, quando o País parou para te ver correr com a tua passada larga e confiante rumo à meta.

Primeira medalha de ouro portuguesa, conquistada nesses Jogos Olímpicos do nosso contentamento e do nosso júbilo.

 

Nós, os daquela geração que te elegeu ídolo, passámos desde então a correr nas estradas, nos caminhos, nos parques e nas praias. Queríamos ser como tu, correr como se tivéssemos asas nos pés, galgar etapas, rasgar horizontes, cruzar fronteiras. Queríamos ter esse teu estofo de campeão, detentor durante 24 anos do recorde olímpico da maratona - a maior prova de todas as provas.

Tu és um dos escassos heróis verdadeiramente nacionais - daqueles que conseguem congregar aplausos de gente de todas as crenças e todas as cores. Começaste a sê-lo nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, quando conquistaste a medalha de prata na final dos 10 mil metros - nesse mesmo ano em que te sagraste pela primeira vez campeão europeu de corta-mato pelo teu clube de sempre. O nosso Sporting.

 

Essas imagens acompanham muitos de nós há décadas. E ganham especial significado neste dia 18 de Fevereiro de 2017, em que celebras setenta primaveras.

Que muitas mais se sigam: é um privilégio continuar a contar hoje com o teu convívio, tal como foi um privilégio contar ontem com o teu exemplo.

Muitos parabéns, grande Carlos Lopes.

Cinco anos a defender o Sporting

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Faz hoje cinco anos, nascia o És a Nossa Fé. Adoptando como nome um saudável lema leonino que desde então se tem generalizado entre a massa adepta - aquela que, como nós, frequenta o estádio e gosta de ver os desafios da bancada, que nunca trocaria por tribuna ou camarote.

Somos exigentes: só nos contentamos com o melhor para o nosso clube. E o melhor é vencer, em todas as frentes, em todas as competições, em todos os escalões etários. Estamos vocacionados para a vitória, seguindo os passos dos nossos maiores - um Fernando Peyroteo, um José Travassos, um Joaquim Agostinho, um António Livramento, um Carlos Lopes, um Manuel Fernandes.

Orgulhosos da nossa história, não vivemos a contemplar as glórias do passado. As partidas que mais nos interessam são as do futuro, inspiradas pela excelência da nossa formação. Não por acaso, de Alvalade partiram grandes estrelas do futebol europeu e mundial, como Paulo Futre, Luís Figo e Cristiano Ronaldo.

 

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo.

Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol.

Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Somos hoje 39, neste plantel que se tornou uma referência da blogosfera leonina. Pensamos de maneira diferente uns dos outros, como é público e notório: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.

 

Ao longo destes cinco anos, vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, uns quantos pesadelos.

Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.

Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé.

De verde e branco.

 

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 Parte do plantel do És a Nossa Fé, reunido num animado jantar de grupo a 30 de Setembro

Parabéns Mágico!

Bem sei que alguns não lhe perdoam o falhanço frente ao nosso maior rival, o ano passado, em Alvalade, mas porque, para mim, é, sem dúvida, um dos jogadores mais talentosos que vi vestir a verde e branca, gostava de homenagear Bryan Ruiz, no dia do seu 31º aniversário, partilhando um vídeo dos seus melhores momentos. Que venham muitos mais!

 

 

Teria a sua piada

Parece que se comemora este ano (ao que consta, hoje mesmo, segundo escutei na rádio logo pela manhã) o 75.º aniversário da conquista do primeiro campeonato nacional de futebol pelo nosso Clube.

Teria a sua piada repetir o feito nesta data redonda.

Rapazes, vamos a isso!

 

Nós gostamos das contas certinhas:

-Primeiro campeonato nacional foi ganho em 1940/41.

-Primeiro campeonato de Portugal foi ganho em 1922/23.

Parabéns, Krassimir!

A 29 de Março de 1966 nascia, em Veliko Tarnovo, na Bulgária, um dos maiores génios que alguma vez pisou os relvados portugueses.

Com um pé esquerdo de fazer inveja a muitos, espalhava magia cada vez que tocava na bola. Com ele a bola não chorava, de tanta que era a classe.

 

Por tudo isso, para assinalar o 50º aniversário daquele que foi um dos meus primeiros ídolos futebolísticos, deixo aqui esta obra de arte.

 

 

Eleito há três anos

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 Uma sondagem com a marca inequívoca... da Eurosondagem

 

Contrariando as sondagens feitas durante a campanha pela empresa Eurosondagem, Bruno de Carvalho era anunciado como 42º presidente leonino faz hoje três anos. Com a equipa de futebol na pior situação de sempre, relegada para o décimo posto do campeonato, e vários comentadores futebolísticos nacionais a sagrarem já o Braga como "terceiro grande" do futebol português.

Nas declarações iniciais aos adeptos, na madrugada de 24 de Março de 2013, o novo dirigente disse uma frase que de imediato funcionou como uma espécie de linha de rumo: "O Sporting é nosso outra vez."

 

A primeira reacção aqui no blogue veio do José Manuel Barroso. Com estas palavras: «Um sonho de menino, um projeto de vida, um trabalho ciclópico, um Sporting dividido e frágil - passado e futuro. Uma responsabilidade imensa. Até Julho, estado de graça. Primeira reação do novo presidente: comedida, palavras sensatas. Reação de [José] Couceiro: sportinguismo. Reação de [Carlos] Severino: "ponho tudo do meu programa ao serviço do Sporting" - bonito e que pena não ter sido assim sempre. Um presidente para todos os sportinguistas e para todo o Sporting. Bruno de Carvalho sabe bem que isso vai ser vital. Parabéns.»

A segunda veio do Tiago Loureiro e foi assim: «É a primeira vez que o digo em toda a minha vida: o meu Presidente. Amo-te Sporting!»

 

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A vitória, no entanto, não foi oficialmente confirmada nesse dia. Porque, embora com mais sete mil votos do que o seu principal antagonista, José Couceiro, o indigitado sucessor de Godinho Lopes teria ainda de aguardar mais 48 horas pelo apuramento dos votos por correspondência.

Sem esperarem pelo veredicto definitivo das urnas, alguns comentadores ferozmente antibrunistas apressaram-se logo nesse dia a lamentar a legítima opção dos sócios, declarando que Bruno de Carvalho jamais os representaria e antevendo um destino negro para o clube. Num sintoma evidente de mau perder.

Reacções localizadas que não se confundiam com a sensação de júbilo maioritária entre os sportinguistas por esta saudável jornada de participação democrática. E que procurei de algum modo resumir nestas linhas: «Bruno de Carvalho é o novo presidente do Sporting - o meu presidente também. Um clube que é dos sócios e não de nenhuma clique. Cumprimentado de imediato com fair play pelos candidatos derrotados, personifica um novo ciclo que arranca sem demora. Agora há que começar a edificar o futuro em Alvalade. Unidos como nunca. E sem olhar para trás.»

Quatro anos

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Este blogue assinala hoje quatro anos de vida. Nascemos a 1 de Janeiro de 2012, num período conturbado da história do nosso clube, mas nem por isso deixámos de acreditar sempre no Sporting.

Passámos já por dois presidentes (Godinho Lopes e Bruno de Carvalho), oito treinadores (Domingos Paciência, Ricardo Sá Pinto, Oceano Cruz, Franky Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim, Marco Silva e Jorge Jesus), muitos jogadores, bastantes vitórias (menos do que desejaríamos), dois troféus relevantes no futebol (Taça de Portugal e Supertaça) algumas derrotas (mais do que gostaríamos) e diversos percalços que foram sendo registados neste espaço leonino que servirá um dia também de rascunho para alguém escrever a história do nosso clube, sem dúvida um dos maiores da Europa em troféus, número de sócios e de praticantes.

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo. Queremos também que continue a corrigir alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol. Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Fomos de algum modo precursores ao adoptarmos, para nome do nosso blogue, uma frase leonina hoje inscrita como lema do clube. Um lema que entoamos em uníssono, sempre com entusiasmo: És a Nossa Fé.

Cá estaremos para continuar a dar testemunho do que pensamos, sem condicionamentos nem preconceitos, enquanto elos de uma vasta corrente que nos faça sentir cada vez mais orgulhosos de sermos de onde somos, com muito gosto e muita honra.

Do Sporting Clube de Portugal.

Sérgio, setenta anos

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Vinte e dois de Novembro de 2007, um local, FNAC do Colombo (19H00), assisti à apresentação do livro: "Futebol e Rock n' Roll"... o "rock" era o aniversariante de hoje, o Sportinguista Sérgio Godinho; o futebol era um futebolista, que digamos, já não joga no Sporting.

Retiro umas palavras desse livro (p. 31 e 32):

SG - E tu, nunca foste benfiquista?

JM - Para dizer a verdade, fui (...) apesar da minha mãe ser uma adepta anti-benfiquista.

SG - Ah, é uma adepta anti-benfiquista... Boa definição.

JM - Podem ganhar todos, menos o Benfica.

SG - Isso parece uma frase que os brasileiros costumam dizer: «me inclui fora dessa»... (risos)

JM - Quando o Benfica ia jogar a Olhão aconteciam umas certas... trafulhas - é como a minha mãe diz, trafulhas. A partir daí começou a detestar o Benfica (...) o árbitro roubava o Olhanense e a minha mãe, adepta do clube, ficou com um pó ao Benfica (...)

[ficar com pó ao Benfica é uma frase linda, lida à luz daquilo que hoje sabemos, ficar com pó ao clube do pó, há realidades que não podem ser branqueadas :)]

Enfim a ideia era dar os parabéns ao Sérgio mas enveredei pelo estilo João Gobern a quem pagaram para escrever uma crónica em que fala dele; Gobern e não de Godinho.

Vou terminar com um grande abraço para Godinho, Sérgio Godinho e uma frase à Leão:

TEMOS FORÇA E RAZÃO E VONTADE PARA LUTAR!

Parabéns, Tobias

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Ofereceste ontem a melhor prenda a ti próprio, na véspera do teu aniversário, com aquele impecável golo de cabeça seguindo uma indicação que te deu o Montero para te colocares ali mesmo, ao primeiro poste, e deixares o teu instinto leonino elevar-te assim que o Carrillo marcasse o canto.

Aproveita bem este dia em que festejas 21 anos. E no domingo volta a jogar como fizeste ontem em Arouca. À Leão.

Parabéns, Tobias.

Três anos

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Este blogue assinala hoje três anos de vida. Nascemos a 1 de Janeiro de 2012, num período conturbado da história do nosso clube, mas nem por isso deixámos de acreditar sempre no Sporting.

Passámos já por dois presidentes (Godinho Lopes e Bruno de Carvalho), sete treinadores (Domingos Paciência, Ricardo Sá Pinto, Oceano Cruz, Franky Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim e Marco Silva), muitos jogadores, bastantes vitórias (menos do que desejaríamos), algumas derrotas (mais do que gostaríamos) e diversos percalços que foram sendo registados neste espaço leonino que servirá um dia também de rascunho para alguém escrever a história do nosso clube, sem dúvida um dos maiores da Europa em troféus, número de sócios e de praticantes.

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo. Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol. Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Fomos de algum modo precursores ao adoptarmos, para nome do nosso blogue, uma frase leonina hoje inscrita como lema do clube. Um lema que entoamos em uníssono, sempre com entusiasmo: És a Nossa Fé.

Cá estaremos para continuar a dar testemunho do que pensamos, sem condicionamentos nem preconceitos, enquanto elos de uma vasta corrente que nos faça sentir cada vez mais orgulhosos de sermos de onde somos, com muito gosto e muita honra.

Do Sporting Clube de Portugal.

Início da época

Hoje, em dia de aniversário do melhor Clube do Mundo, em que arranca para nós a época e agora que o campeonato do Mundo acabou (na perspectiva da selecção portuguesa, que não na dos amantes do futebol), e que a época futebolística nacional começa finalmente a entrar na ordem do dia, com o costumeiro chorrilho de asneirada nos jornais e programas de rádio e televisão da “especialidade”, permitam-me uma pequena reflexão sobre o passado, mais ou menos recente, e a atrever-me a apontar um caminho de futuro que, no caso vertente, se me afigura o único plausível de aumentar a competitividade do futebol português a nível de clubes, e consequentemente a nível da própria selecção:

 

Andaram os clubes (os grandes de Portugal, que é o que interessa para o caso) a gastar, durante anos, o que tinham e o que não tinham, alguns na vã tentativa de ganhar um campeonatozito (caso concreto do SCP, ou mesmo do SLB – ambos, nos últimos 20 anos, não andam muito longe), e ao que assistimos, foi ao definhar de todos eles, do ponto de vista económico-financeiro.

Hoje, todos os clubes estão falidos (ou as SAD’s, se quiserem); podem uns dizer, de forma eufemística, que os “activos” cobrem os astronómicos passivos, mas se hoje tivessem que vender, verificar-se-ia que essa ideia não passa duma enorme falácia. Veja-se a recente venda dos direitos de Garay…

 

Mas o que interessa aqui é mesmo o exemplo do Sporting: depois da vitória deste presidente, Bruno de Carvalho, que teve o meu apoio, foi encetada uma política de prata da casa, de aposta em valores da formação, de aquisição de alguns jogadores a preços controlados, e negociada a reestruturação da dívida com a banca.

 

Vamos por partes:

A prata da casa: ascenderam à equipa principal jovens valores que hoje são certezas como jogadores de futebol e que serão integrantes titularíssimos da selecção nacional num futuro muito próximo, não seja o seleccionador o casmurro do Paulo Bento, e que darão encaixes financeiros interessantes ao Clube. Na época passada, foi recorrente o Sporting iniciar os jogos com seis, sete jogadores portugueses e formados na sua Academia. Nenhum clube em Portugal, ao mesmo nível, esteve sequer próximo, salvo quando a isso foi obrigado pelas regras das competições e aí apresentaram segundas, terceiras e quartas escolhas.

Os resultados foram os que se viram, um honroso segundo lugar, depois da vergonha do sétimo lugar do ano anterior e de todo o descalabro interno.

As compras certeiras a preços controlados: ao contrário de outros clubes, que esbanjaram milhões em jogadores de duvidosa qualidade (é certo que alguns são craques, mas a relação compra/benefício esteve longe de ser interessante), onde o FCPorto até esteve uns furos à frente do SLBenfica, o Sporting, até porque a torneira, por vontade própria e por imposição da negociação da dívida, estava fechada, procurou jogadores para lugares-chave que foram extremamente importantes para os resultados conseguidos. Montero com um início de época notável e Slimani numa segunda volta impressionante são disso exemplo.

E por fim, a reestruturação da dívida: o Sporting, com uma força nunca antes demonstrada pela sua direcção ou por qualquer presidente, pelo menos nas três décadas anteriores, conseguiu aquilo que os profetas da desgraça e os que faziam força para baixo (os muito bem denominados de Marretas pelo caro Pedro Correia) queriam evitar: negociar com os credores condições excelentes para pagar aquilo que os desvarios de direcções anteriores fizeram e que conduziram o Clube à falência.

Hoje o Sporting vive uma situação complicada, é certo, mas controlada e com muito boas perspectivas de vir a ter um futuro risonho.

Este é o caminho que terá que seguir o futebol português e se não arrepiarem caminho clubes haverá cujo futuro estará até em causa (seja o fair play desportivo uma realidade e aplicado com rigor) e cedo ou tarde terão que enfrentar situações extremas de consolidação de dívida que os poderão levar à ruína.

 

Neste particular, também fruto dos maus resultados, é verdade, o Sporting parte à frente.

Oxalá tenha o engenho para tirar partido disso!

 

Ah! E que não lhe “cortem as vazas”… 

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