07 Mai 17

Ao intervalo homenageou-se as jogadoras do râguebi. Os jogadores de futebol, esses, decidiram homenagear o regressado Marco Fortes.

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05 Mai 17
Esgotado!
Ricardo Roque

Aqueles que nos julgavam vencidos ainda têm muito para aprender e para assistir. Ser do Sporting não é ser dos que desistem, dos que mudam por "dá cá aquela palha". É ser eclético, é ter modalidades de inclusão, que orgulham qualquer português, é ter milhares de jovens a iniciarem-se em escolas e academias do clube por esse mundo fora (sim, muitos nunca viram o Sporting ser campeão, e daí?), é levantar-se um leão por cada um que cair, é ter uma ação social meritória como a IPSS, Leões de Portugal, ou uma Fundação Sporting. É um orgulho. É por isso que, a 3 jornadas do fim e quando para nós quase nada está em disputa, vamos encher o estádio de verde, com mulheres, homens e jovens que nunca desistem. É por isso que Alvalade está esgotado!

Honra, dedicação, devoção, glória. Eis o Sporting!


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24 Abr 17

Durante o minuto de silêncio pela morte do adepto italiano, por entre sons do very light, percebe-se a letra. "Foi no Jamor que o lagarto ardeu, na final da Taça o very light é que o f....".


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20 Mar 17

Como já escrevi várias vezes, discordo profundamente das vaias aos nossos jogadores por parte dos adeptos em Alvalade durante as partidas. Eu até hoje só assobiei árbitros: nunca me lembro de ter assobiado um jogador, muito menos enquanto os jogos decorriam.

Feita esta ressalva, que não é de somenos, consigo entender a insatisfação das bancadas perante o desempenho de alguns profissionais do nosso clube - como ficou bem patente sobretudo durante a segunda parte do Sporting-Nacional.

Fica a pergunta aos leitores: entendem que alguém merece ser assobiado?


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29 Jun 16
Todos a Alvalade!
Paula Caeiro Varela

Eu sei, eu sei que ainda é tempo de seleção, mas o que é que querem? Estou cheia de saudades de casa.

 

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28 Jan 16

Este artigo de José Manuel Freitas no Mais futebol chamou-me a atenção pelo seu título “Tantas más notícias em Alvalade”, onde se embrulha toda a tralha que excita os nossos adversários; como o processo disciplinar instaurado a Slimani, o arquivamento do caso dos vouchers, e os "reforços" Suk e Marega desviados para as Antas. Certo, certo, é que o grande desafio se joga nos relvados: ontem o Porto renovado de Peseiro perdeu dois-a-zero com o Feirense e o Sporting entra na Jornada 20 a jogar em casa contra a Académica isolado em primeiro lugar. 
Vamos encher Alvalade?


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03 Out 15

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14 Set 15

Dando provas da sua grandeza, o Sporting Clube de Portugal continua a sua aposta na formação. Teve hoje início o 1º Curso de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva, uma iniciativa do melhor clube do mundo em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Trata-se de um curso de dupla certificação, que confere simultaneamente o 12º ano (e as condições de acesso ao ensino superior) e uma certificação de Técnico Profissional de nível 4. As aulas decorrem no Estádio de Alvalade e a componente prática (um dos grandes atractivos do curso) decorre em empresas com protocolo de colaboração com o Sporting e no apoio à actividade das diversas modalidades do Sporting Clube de Portugal.

A divulgação foi feita pelos canais do Sporting: mailing list, informação no site e um spot publicitário no intervalo de dois jogos. Foram recebidas 190 candidaturas, de entre as quais foram seleccionados os 50 magníficos que vão dar o pontapé de saída nesta primeira edição de um curso que, fazendo justiça à qualidade da formação do Sporting, creio que fará escola.

Hoje, os novos alunos da Sporting Training Academy apresentaram-se no Auditório Artur Agostinho, onde foram recebidos pela Organização do Curso e pelo Presidente Bruno de Carvalho.

A todos os alunos, em especial ao que saiu aqui de casa hoje de manhã para ter o privilégio de estudar e preparar o seu futuro no Sporting Clube de Portugal, desejo o maior sucesso.

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18 Ago 15

Belo jogo em Alvalade (grande ambiente) contra uma equipa muito boa. Tenho ideia de já termos jogado, há uns anos, contra esta formação russa mas é uma lembrança nebulosa!

Uma equipa que domina tanto um jogo tem de marcar mais golos. E não faltaram oportunidades. Slimini teve, pelo menos, mais três ocasiões em que poderia ter feito mais.

Grande jogo de Carrillo, Adrien e João Mário. Gelson Martins joga que se farta. Tem potencial para ser um enorme jogador de futebol. Aquilani não engana, tem muito futebol naqueles pés. Voltando a Carrillo: será que podem renovar com o rapaz?!

Gostei bastante, entre os russos, de Musa e Doumbia. O João Pereira ainda deve andar à procura deles no balneário. Na Rússia não podemos perder tantas bolas no meio-campo adversário porque com a velocidade dos dois jogadores africanos corremos demasiados riscos nas transições defensivas.

Sábado há mais e é como diz a Juve Leo: Onde tu fores jogar, eu vou lá estar, para te apoiar!


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27 Mai 15
Jamor em Alvalade II
Edmundo Gonçalves

Com alterações substantivas à primeira versão.

 


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08 Abr 15

Quando a equipa do Sporting entrar em campo digam-me se fizerem favor.


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23 Fev 15

No sítio onde ontem estava no estádio (diferente do costume), a grande implicação foi com o Miguel Lopes e o Nani. Ele era assobios, ele era gritos de "palhaço", ele era gritos de "chuta" mal passavam a linha de meio-campo. Tem graça, no monumento do Nani, só há dois intervenientes: o Miguel Lopes e o Nani. Nani, para calar os silvos da lagartada, lembra-se mesmo de chutar, de um sítio que parece impossível. Vale sempre a pena rever:

 Como já não podiam implicar com aqueles dois, passaram a implicar com a equipa toda a partir do 2-0, por andar a trocar a bola sem tentar atacar. Não lhes ocorreu que o jogo estava controlado, que na 5ª feira tinha havido um jogo muito difícil e esgotante, que na próxima 5ª haverá outro, que depois vêm o Porto e o Nacional. Não há maneira de aprenderem?


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26 Nov 14

Eu acho que aquela coisa do sistema eléctrico ontem no estádio de Alvalade foi culpa dos tipos da Luz.


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23 Mar 14

Não sei se tiveram oportunidade de ver o jogo do nosso Sporting na Madeira mas se viram talvez tenham tido a oportunidade de reparar num moço alto e com cara de menino que joga no meio-campo da equipa verde e branca. Um rapaz que não só limpa todos os lances na sua zona de influência, distribui jogo à direita, à esquerda e em lançamento de profundidade como pega ainda na bola e a conduz como um panzer delicado. Ontem, ainda marcou um golo! Se não viram mas querem ver, aproveitem o próximo sábado no jogo contra o Guimarães que se joga no Estádio de Alvalade. É aproveitar porque para o ano é capaz de ficar bem mais caro para o ver jogar ao vivo. Bilhetes de avião, hotel e ainda os bilhetes para entrar em alguns estádios europeus é coisa para custar, tudo junto, o mesmo que uma box em Alvalade.

Quanto ao resto: o habitual. Grande Adrien, grande Jefferson, grande Mané e um treinador que merecerá, um destes dias, um texto a agradecer tudo o que tem feito pelo nosso clube.

Destaque ainda para dois homens da equipa verde-rubra: Danilo (excelente jogador) e Derley (grande avançado). Para mim, era assegurar já a contratação destes dois tipos.


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06 Ago 13
Há 10 anos foi assim
Zélia Parreira

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06 Jan 13
Provando que de boas intenções está o inferno cheio, constato que ando a ser um mau amigo. Sucede que trabalho um em cada dois fins-de-semana e, não podendo ir ver grande parte dos jogos do Sporting no Estádio de Alvalade, tenho o hábito de desafiar um amigo a passar pelo edifício do 'Correio da Manhã' para que eu lhe empreste a Gamebox e fique menos uma cadeira colorida vazia nas bancadas.

Assim sucedeu neste sábado. Ele não estava confiante e eu acabara de reparar na vantagem do Paços de Ferreira sobre o Sporting. Tentando desanuviar o clima, vaticinei que o Sporting venceria por 1-0, com um golo marcado com a mão, a vingar o "andebol" de Ronny que nos custou um título. O meu amigo colocou-se a caminho de Alvalade, eu voltei para a redacção e fui lançando uma espreitadela à transmissão.

Tive a felicidade de ver pouco da décima derrota do Sporting em jogos oficiais nesta temporada, mas do pouco que observei pareceu-me que Rui Patrício, Rinaudo e Diego Capel continuam a ser os únicos a dignificar a camisola, o estádio e a grandeza do clube. No final recebi o telefonema do homem que eu submeti à tortura de Vercauteren e pedi-lhe desculpa pelo que acabara de assistir. Ele teve a gentileza de me ilibar de qualquer culpa, mas não terminou o telefonema sem deixar a promessa solene de que não terá disponibilidade de ser o meu substituto nas bancadas até ao fim da temporada.

Não posso dizer que tenha levado a mal.


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12 Mai 12

 
Um excelente registo de Ricardo Sá Pinto nos jogos em que orientou a equipa em Alvalade: 11 vitórias em 11 jogos. E há que realçar que entre estas onze vitórias estão as conseguidas frente a adversários como Manchester City, Benfica, Athletic de Bilbao e Braga. É caso para dizer - "Em Alvalade mandamos nós!"


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30 Jan 12

Ontem à tarde não estive em Alvalade.

 

(Pausa para respirar fundo)

 

Ouvi a festa pelo rádio, enquanto os meus filhos (estudantes com demasiados testes durante esta semana para que pudesse dar-me ao luxo de lhes roubar um dia de estudo) assistiam pela televisão. 

Ouvi o repórter falar nas centenas de miúdos sportinguistas, equipados a rigor à volta do campo para receberem as equipas. Ouvi-o descrever a forma como milhares de famílias sportinguistas encheram as bancadas. Ouvi as suas vozes de apoio do princípio ao fim do jogo. Ouvi os cânticos e as palmas e pela primeira vez em muitos anos não gritei com eles quando a bola entrou na baliza, apenas respirei fundo, outra vez.

No final da primeira parte, a minha cabeça estourava e resolvi dar uma volta com o Stromp, o nosso cão. Regressei a casa, já o jogo tinha terminado e um Domingos mais aliviado era entrevistado pelos repórteres de serviço. 

 

Num jogo sem história e quase sem brilho, foi um dos dias em que senti mais orgulho de ser Sportinguista. Ontem demos uma lição a muita gente, pela forma como os Sportinguistas mostraram a sua garra, a sua fé e disseram Presente!, sem se importarem com os resultados que a equipa apresentou nos últimos tempos. 

Quantos clubes têm uma massa associativa e adepta feita desta fibra? Em Portugal, só há um, o Sporting e mais nenhum.

Também publicado aqui.


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1. Primeiro, um elogio merecido. Quem no Sporting se lembrou de fazer o dia da família, baixar o preço dos bilhetes e fazer o jogo às cinco da tarde devia ter uma medalha por simples bom-senso. Não fosse isso, Alvalade dificilmente teria mais de 20 mil pessoas. Teve quase 40 mil.

 

2. Por isso mesmo (pela hora e pela festa) também eu regressei. E levei a Maria Clara, a filhota de quatro anos, pela primeira vez ao estádio. Escusado será dizer que ela amou. E que eu também. Expliquei-lhe o jogo, nas coisas básicas, vesti-lhe (literalmente) a camisola, sentei-a ao meu colo e curtimos o Sporting juntos.

 

3. Quanto ao jogo, não foi brilhante. Mas voltámos às vitórias - que era, por ora, o essencial. Ao nosso Sporting voltou a faltar confiança e também um fio de jogo mais consistente. Ganhar ajuda. O Porto perder também. Mais umas semanas e teremos o Ricky, mas também o Ismailov. E sobretudo o Rinaudo - que se não se tivesse lesionado teria empurrado o clube para o topo.

 

4. Agora vem o mais importante: estamos na luta pelo segundo lugar (o Porto vai à Luz dentro de um mês); temos a Liga Europa de regresso; estamos com a Taça de Portugal e a Taça da Liga ainda no caminho. Recupere-se a confiança, que jogar nós sabemos - e isso é um enooooorme progresso face aos últimos anos.

 

5. Mais importante de tudo: quem enche o estádio de gente nova, de famílias vestidas a rigor, tem vida assegurada. Que em Alvalade se lembrem disso muitas vezes e façam os jogos à tarde um objectivo central.


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29 Jan 12
À tarde, em Alvalade
Zélia Parreira

Uma tarde belíssima

Uma festa fantástica

És a nossa fé!

Força Sporting allez allez


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15 Jan 12

A propósito deste post do João E. Severino, lembrei-me de um outro que escrevi em tempos num blog pessoal. Copio parte para aqui agora porque é este o lugar dele.

 

"Domingo fui ao estádio. Era o último jogo do Sporting em Alvalade no campeonato deste ano. E que lástima de campeonato… quarto lugar conseguido – digo bem, conseguido – sem esforço nenhum. Mais por trapalhice dos que se seguem que propriamente mérito do meu clube. Mas adiante que de clube não se muda e lá estarei para o ano, sempre muito crente e cheia de esprança.

Voltando ao jogo. Não me apetecia ir. Tenho andado moody – ou em português, armada em parva – e tinha pouca vontade. Mas tinha bilhetes, sempre era um programa, e gosto sempre de ir ao último jogo da época. Antes que me arrependesse lá fui. Dormi a viagem toda o que em mim já é sintomático uma vez que não moro em Bragança e o caminho até Alvalade é no máximo meia hora havendo algum trânsito.

Abra-se aqui parentesis para falar de João Morais. O Morais, como sempre ficou conhecido, fez parte da equipa do Sporting que em 64 ganhou a taça das taças. Esta taça é o único troféu europeu do Sporting e a única taça das taças em Portugal. Por um motivo e outro, é uma data reconhecida e acarinhada pela maior parte dos sportinguistas. Mesmo os que como eu nasceram anos mais tarde. Nessa final, o golo foi marcado pelo Morais, de canto. Mais até que a taça, o canto de Morais é mítico no Sporting. Há uma música, e conheço pelo menos um café que se chama “o cantinho do Morais”, mas as alusões a este golo de canto, em ambiente verde e branco são inúmeras, todos conhecemos o canto do Morais. A semana passada, com 75 anos, morreu Morais. Fecha parentesis, de volta ao estádio.

Aquecem equipas, descem e sobem já para o jogo. O speaker anuncia “antes da partida vai fazer-se um minuto de silêncio” aqui estremeci e lembrei-me “ui, o Morais”. Ultimamente, nos minutos de silêncio quando se trata de um jogador, há palmas. O minuto passa a dois: um em silêncio, outro de palmas. Só palmas. É arrepiante já que num estádio normalmente há toda uma esquizofrenia de sons. Alguns silêncios mas muito breves e que normalmente não são bom sinal. As palmas aconteceram por exemplo com Damas, Jesus Correia e Feher. Este último não foi atleta do clube como sabemos, mas evidentemente o choque foi geral e não olha a cores. Tétrico, eu sei. Mas são homenagens e só as faz quem lá está naquele dia.

Continuando no jogo de Domingo então. Estão ambas as equipas no meio campo imóveis e o público, todo de pé, divide-se entre os que aplaudem e os que prestam a última homenagem a Morais em silêncio. Nos ecrans, as imagens do famoso e significativo canto. Eu soluço. Sim. Vamos adiar comentários para o fim do post. O speaker tinha dito também que dois elementos mais jovens da academia prestariam uma homenagem simbólica e aquilo fez-me confusão “que homenagem farão dois miudos se se está a fazer o minuto de silêncio? mais invenções...”. Ai senhores… de ramo de flores, os dois pequenos dirigiram-se à marca de canto para lá as deixarem. Foi o fim. Se eu fosse um dvd com legendas em inglês hearing-impaired diria nesse momento “sobbing”. Os minutos de silencio são arrepiantes e eu pelo-me – sinistramente, admito – por momentos destes. Emociono-me, mas não costumo chorar. Não ando decididamente muito bem, mas também não vejo com muita surpresa o facto de ter chorado ali. That’s me alright.

 

5 de Maio de 2010"


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02 Jan 12

Tal como grande parte dos sportinguistas, só celebrei doís títulos nacionais na minha vida adulta. Para trás ficaram os gloriosos tempos de 1979/1980 e de 1981/1982, dos quais guardo memórias difusas, e nos últimos anos houve o ano da semana negra (quantas equipas perdem a Taça UEFA no seu próprio estádio?) e aquele mais recente em que o Ronny do Paços de Ferreira forçou Paulo Bento a lembrar as diferenças entre futebol e andebol. Este ano, com um treinador a sério e um plantel a sério, chegou a hora de voltar a festejar. O caminho começa já no sábado, frente ao FC Porto, pois os seis pontos de desvantagem em relação aos principais adversários só podem ser revertidos nos confrontos directos. Se todo aquele desperdício frente à baliza do Benfica (tal como da Académica) não se repetir, haverá tempo para o novo estádio provar que não foi construído por cima de um cemitério índio.


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