Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

O caso Alan Ruiz

Estava no estádio e foi ali mesmo à minha frente que percebi a atitude de Alan, aquando da sua substituição no jogo para a Taça de Portugal contra o Vilaverdense.

Se o jogador considerou que foi injusta a sua saída, o que dizer da entidade patronal que lhe paga e não recebe do atleta o mesmo esforço e empenho?

São frequentes estes casos no futebol, em Portugal como noutros países. Então que fazer com um jogador destes? Mantê-lo, despedi-lo ou exigir dele mais empenhamento, mais foco? Os técnicos de psicologia desportiva que esclareçam...

Durante jogos seguidos o Sporting jogou com 10, pois Alan passou sempre ao lado das partidas onde esteve presente. Nunca mostrou ser atleta para o tipo de competição que se joga na Europa. Não sei se o problema será dele ou do treinador, de nenhum dos dois ou de ambos. O que sei é que Alan Ruiz tem tudo para ser um atleta de eleição mas faz o possível para não o conseguir.

Um “não-conseguimento” que tem prejudicado o Sporting e a sua própria carreira como atleta. E a atitude que teve na passada quarta-feira não o ajudará num futuro próximo.

Mesmo que o pai, que é o seu empresário, diga o inverso.

Bastou assistir!

Quem dá mais?

Quem não gostaria de pisar o relvado de Camp Nou? Quem não ambicionaria tentar desarmar Messi, fazer uma finta a Piqué? Proponho então, graciosamente, ao departamento comercial do Sporting que o lugar de Alan Ruiz seja posto a leilão, obviamente com prioridade aos sócios. Ocupa-lo-ia quem o arrematasse ao valor mais alto o que, além de constituir uma simpática fonte de receita para os cofres do clube, em nada incomodaria o desempenho da equipa. Fica a sugestão.

Hoje giro eu - O estranho caso de Alan Ruiz

Alan Ruiz nunca foi um jogador consensual. Não o foi no San Lorenzo, no Grémio de Porto Alegre ou mesmo no Colón, clube onde terá vivido os melhores momentos da sua curta carreira.

O argentino tem manifestamente um problema de intensidade no seu jogo, algo que se já era visível na América do Sul ainda se sublima mais no competitivo futebol europeu, onde há menos espaços e é preciso pensar mais depressa.

Mais do que lento a executar, Alan não é lesto a pensar o jogo. Isso torna-se visível nos momentos sem bola - defensivamente, muitas vezes fica imóvel - quando hesita na procura dos espaços para desmarcação, o que estabelece a simetria com o futebol de Bruno Fernandes, feito de passe (ou remate) e deslocação para o espaço vazio, movimento em que o maiense é exímio. 

Por tudo isto, torna-se um desafio para os treinadores a sua posição no campo: Scolari, no Grémio, e Dario Franco, no Colón, muitas vezes colocavam-no a partir da direita, aproveitando as suas diagonais de pé esquerdo. No entanto, o seu fraco compromisso defensivo (e a sua pouca velocidade) torna pouco crível jogar nessa posição na Europa, na medida em que exporia em demasia o seu lateral direito. 

Alan Ruiz tem a sua melhor qualidade na potência e colocação do seu remate. O problema é que, ficando à espera que a bola lhe chegue ao pé, raramente tem possibilidade de executar o tiro. JJ prejudica a equipa quando a põe a girar em volta do argentino, numa espécie de teoria heliocêntrica onde Alan seria o Sol. Nem a equipa pode jogar em função dele, nem ele se desloca para ganhar tempo para o seu futebol. Tempo? Sim! A melhor forma de compensar a sua lentidão seria arranjar os espaços livres que lhe permitissem demorar umas décimas de segundo adicionais na execução. 

No actual cenário, o argentino desequilibra a equipa. Perde muitíssimas bolas, que propiciam transições adversárias, não tem compromisso defensivo e ofensivamente não resolve. E, pior do que tudo, não está a evoluir.

 

alanruiz.jpg

 

Balanço (24)

alanruiz_scp[1].jpg

 

 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ALAN RUIZ:

 

- Eu: «Destaco até agora o desempenho de três jogadores: Alan Ruiz, que parece um bom reforço para a época que se avizinha; Daniel Podence, que faz por merecer um lugar no principal plantel leonino; e Gelson Martins, que demonstra cada vez mais valor, ao ponto de já se poder vaticinar que será a curto prazo um dos melhores extremos do futebol português.» (16 de Julho)

- Edmundo Gonçalves: «O que anda um Alan Ruiz a fazer passeando-se a passo, passe a redundância, durante o tempo em que esteve (está) no campo?» (30 de Novembro)

- Luciano Amaral: «A equipa técnica e a direcção arranjaram um amontoado de coxos que não dão qualquer garantia (Elias, Markovic, Alan Ruiz, André, Petrovic...).» (13 de Dezembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Falhou redondamente como segunda opção e não podemos esperar muito mais por ele. Vejo duas opções. Empréstimo a um clube europeu para ganhar rotação ou regresso à Argentina, como moeda de troca. Alan é um dez e o Sporting joga com um oito e um "nove e meio" atrás do ponta de lança. Alan não faz sentido aqui. Venha um craque (sim, bem sei que isso custa).» (20 de Dezembro)

- José da Xã: «Alan Ruiz desta primeira parte é reforço de Janeiro. Espero e desejo que assim continue.» (8 de Janeiro)

- Rui Cerdeira Branco: «Demorou a render mas parece ser uma certeza.» (14 de Maio)

Pódio: A. Ruiz, Gelson, Coates, Schelotto

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Alan Ruiz: 17

Gelson Martins: 17

Coates: 16

Schelotto: 16

Bas Dost: 15

Paulo Oliveira: 15

Rui Patrício: 15

Bryan Ruiz: 14

Palhinha: 14

William Carvalho: 14

Jefferson: 13

Bruno César: 12

Podence: 1

Castaignos: 1

 

O Jogo  elegeu  Gelson Martins  como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Alan Ruiz.

Os nossos jogadores, um a um

Jorge Jesus gosta de inovar. E geralmente sai asneira. Voltou a acontecer esta noite, no estádio do Dragão. Com três jogadores ausentes - William castigado, Bruno César e Campbell lesionados - o técnico fez alinhar no onze titular dois jogadores sem o menor entrosamento colectivo nem rotina competitiva no plantel leonino: Palhinha para a posição de médio defensivo, Matheus Pereira para extremo esquerdo.

O problema é que não se tratava de um jogo qualquer: disputava-se um clássico, o FC Porto-Sporting, e neste desafio a nossa equipa apostava a última cartada nesta liga 2016/17. Era um jogo de tudo ou nada. Jogo que começámos a perder logo aos 6', oferecendo um golo à equipa adversária. Aos 40', o FCP ampliava a vantagem e o intervalo chegava sem que o Sporting tivesse feito um só remate.

Na segunda parte Jesus mexeu três vezes na equipa - e sempre para melhor. Fez entrar Alan Ruiz logo no minuto inicial do tempo complementar, substituindo Matheus com larga vantagem. Aos 57', Esgaio passou a alinhar na lateral esquerda, substituindo o medíocre Marvin. E aos 80' Podence rendeu Palhinha, que teve uma prestação esforçada mas sofrível.

Estas três mudanças tornaram ainda mais inexplicáveis as opções iniciais do técnico - sobretudo quando Alan Ruiz marcou um grande golo com um remate de meia-distância, aos 60', fazendo tremer os portistas. Era caso para perguntar por que motivo o argentino permaneceu os primeiros 45 minutos sentado no banco.

O Sporting dominou toda a meia hora final, embora sem conseguir mais golos. Aos 57', Adrien rematou à barra após jogada exepcional de Gelson Martins. E no instante derradeiro Casillas travou um fulgurante cabeceamento de Coates, à queima-roupa, com uma defesa do outro mundo.

Caía o pano. E caíam também as últimas esperanças para o Sporting neste campeonato para esquecer. Ou para lembrar.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (5). Sem culpas nos golos, em que voltou a ser traído pela habitual incúria dos seus colegas, não foi muito solicitado. No quarto de hora final procurou acelerar a construção do jogo com pontapés longos.

SCHELOTTO (5). Costuma correr muito, mas raramente com acerto. Voltou a ser apanhado diversas vezes desposicionado, o que já não surpreende. Mas anulou algumas investidas de Brahimi pelo seu flanco.

COATES (6). Esteve no pior, ao falhar a intercepção a Soares no segundo golo, e no melhor, com dois excelentes remates na sequência de cantos. O segundo, mesmo no fim do jogo, levava selo de golo. Casillas defendeu.

RÚBEN SEMEDO (4). Batido em velocidade por Soares no segundo golo portista, ocupava o mesmo sector do terreno que o colega uruguaio, o que revela descoordenação entre os centrais. Corte providencial aos 75'.

MARVIN (2). Displicente, abriu avenidas que procurou compensar com faltas. Corona fez-lhe um nó no primeiro golo. Aos 29' já tinha um amarelo. Aos 55' merecia ter recebido outro. Jesus deu-lhe ordem de saída logo a seguir.

PALHINHA (4). Estreia num clássico pela equipa principal. Acusou nervosismo na posição habitual do ausente William. Tem culpas evidentes no primeiro golo, desposicionado no segundo. Melhorou na segunda parte. Saiu aos 80'.

ADRIEN (6). Talvez o mais inconformado dos sportinguistas, percorreu quase o campo todo procurando abrir linhas de passe para os colegas. É cada vez mais um polivalente. E também remata. Aos 57' fez a bola embater na barra.

GELSON MARTINS (7). Marcado por Alex Telles na primeira parte, soltou-se na segunda. Protagonizou jogada de excelência aos 57', ultrapassando quatro adversários. O lance do golo começa nos pés dele. Aos 66' rematou por cima.

MATHEUS PEREIRA (4). Sem rotinas, foi lançado como factor surpresa por Jesus no onze titular leonino. Tinha tudo para dar errado. E deu mesmo: o jovem esforçou-se mas sem sucesso. Acabou por sair ao intervalo.

BRYAN RUIZ (6). Exibição regular do costarriquenho, com bons apontamentos em que evidenciou a sua qualidade técnica. Evidenciou-se na marcação de cantos e livres. Só causou perigo aos 49', com um cabeceamento à baliza.

BAS DOST (5). O seu melhor momento aconteceu numa recepção de bola aos 60', seguida de passe que funcionou como assistência para o golo de Ruiz. De resto o holandês esteve sempre dominado pela muralha defensiva do FCP.

ALAN RUIZ (7).  Entrou demasiado tarde, só na segunda parte. Imprimiu dinamismo à equipa mal entrou em campo, com passes muito bem medidos. Aos 60' marcou o golo leonino com um forte remate de meia-distância.

ESGAIO (6). Entrou muito bem aos 57, para o lugar de Marvin. Excelente arrancada pelo corredor esquerdo culminada com um cruzamento milimétrico aos 66'. Boa recuperação aos 89'. Bem melhor do que o holandês.

PODENCE (6). Estreia absoluta na equipa principal, aos 80', já na fase em que o Sporting tentava quase em desespero empatar a partida. Grande passe longo aos 84', bom lance indiividual aos 89', excelente centro aos 90'. Promete.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Da derrota no Dragão. Dissemos esta noite definitivamente adeus às hipóteses ainda remotas de disputarmos o título ao perdemos 1-2 com o FC Porto. E também praticamente já nos despedimos do acesso directo à Liga dos Campeões quando ainda faltam 14 jornadas para o fim. Seguimos a nove pontos do FCP e a sete (possivelmente a dez) do SLB.

 

Das invenções de Jorge Jesus. Após dois jogos com a frente de ataque aparentemente estabilizada, com Alan Ruiz a jogar atrás de Bas Dost, o treinador voltou a improvisar: deixou o argentino no banco e fez entrar como titular o jovem Matheus Pereira, que até agora apenas tinha jogado 4 minutos no campeonato. Consequência: oferecemos a primeira parte à equipa adversária. A equipa teve de ser refeita ao intervalo.

 

Do primeiro tempo. Uma nulidade. De tal maneira que o primeiro remate enquadrado à baliza, da nossa parte, ocorreu apenas aos 49'.

 

Do nosso descalabro defensivo. Mais dois golos sofridos, mais dois golos oferecidos. No primeiro, aos 6', Palhinha deixa Soares movimentar-se à vontade para abrir o marcador. No segundo, aos 40', os centrais estão demasiado adiantados e são ambos batidos em velocidade pelo mesmo jogador da equipa adversária.

 

Da lentidão leonina. Durante grande parte da partida, toda a organização de jogo do Sporting decorreu de forma denunciada e previsível, sempre pelas alas, permitindo que o FC Porto tivesse tempo suficiente para se colocar de prevenção. Bas Dost praticamente não recebeu uma bola disponível na grande área.

 

De três ausências. William Carvalho esteve ausente por castigo. Bruno César e Joel Campbell, lesionados, também ficaram de fora. Todos fizeram falta.

 

Do lamentável balanço da nossa equipa. Em dez jogos disputados fora de casa para o campeonato, até agora só conseguimos vencer três. Uma estatística típica de equipa pequena, não de equipa grande.

 

 

Gostei

 

Da segunda parte. Nos últimos 45 minutos dominámos, fomos claramente superiores. E o Sporting foi a única equipa a marcar. Devíamos ter despertado mais cedo.

 

De Alan Ruiz. O argentino - que vinha com exibições em crescendo - ficou desta vez fora do onze titular. Inexplicavelmente, entrou só na segunda parte. Ainda a tempo de marcar um grande golo, aos 60'. O seu golo de estreia pelo Sporting no campeonato. Com ele em campo, a equipa melhorou muito. Na qualidade de passe, na manobra ofensiva, na vocação atacante. Para mim, foi ele o sportinguista que hoje mais se destacou.

 

De Gelson Martins. Protagonista da melhor jogada do desafio, quando dribla quatro adversários e coloca a bola nos pés de um colega - Adrien, que rematou à barra. Iam decorridos 57 minutos, o Sporting fazia tremer o público afecto ao FCP no estádio do Dragão.

 

De Adrien. Desta vez sem William, seu habitual parceiro no eixo do terreno, voltou a ser o dínamo da equipa, nunca dando uma jogada por perdida e ligando muito bem as linhas, dando profundidade ao jogo leonino. Merecia ter vindo pelo menos com um empate do Porto. A bola que mandou à barra coroou um exibição muito positiva.

 

Da estreia de Podence. O jovem atacante da formação leonina, recém-chegado de um empréstimo ao Moreirense, esteve pouco mais de dez minutos em campo. Tempo suficiente, no entanto, para protagonizar vários lances de qualidade. Não custa vaticinar que ascenderá a curto prazo à titularidade. Talento para isso não lhe falta, como ainda agora se comprovou.

Alan Ruiz, Podence e Gelson Martins

Só comecei a ver o Sporting-Zenit aos 52 minutos, não vou portanto fazer nenhuma apreciação do jogo. Limito-me a registar que nos três desafios desta temporada já levamos nove golos sofridos. Começa a ser excessivo.

Mantém-se a minha convicção de que precisamos de contratar um guarda-redes que funcione como substituto de Rui Patrício. Se o nosso campeão se lesiona - ou se constipa - toda a equipa treme.

Destaco até agora o desempenho de três jogadores: Alan Ruiz, que parece um bom reforço para a época que se avizinha; Daniel Podence, que faz por merecer um lugar no principal plantel leonino; e Gelson Martins, que demonstra cada vez mais valor, ao ponto de já se poder vaticinar que será a curto prazo um dos melhores extremos do futebol português.

As primeiras impressões (2)

Segundo jogo de preparação do Sporting nesta temporada. Com um onze totalmente diferente daquele que ontem alinhou frente ao Mónaco.

Desta vez o nosso adversário era o modestíssimo Stade Nyonnais, da terceira divisão suíça. Nada que nos permita avaliar devidamente os reforços da nossa equipa e a dinâmica que começa a desenvolver.

 

Devo dizer que só vi a primeira parte. Que terminou com o Sporting a vencer 3-0 (com dois golos de penálti). Na segunda parte, a turma suíça reduziu para 3-1.

Mesmo só tendo acompanhado meio jogo, tomei algumas notas. Reparto-as com vocês aqui.

 

Vladimir Stojkovic, jovem sérvio de 19 anos nascido em Portugal e sobrinho do nosso ex-guarda-redes homónimo, mostrou-se em melhor nível do que o seu colega esloveno Azbe Jug no jogo de ontem. Pelo menos na primeira parte manteve a nossa baliza invicta, repetindo as exibições da época passada na equipa B.

 

Na defesa, destaque para as movimentações de João Pereira (hoje com a braçadeira de capitão) pela ala direita e de Jefferson no flanco oposto. Com ligeira vantagem para o português, autor do nosso segundo golo, iam decorridos 27': pareceu-me melhor a centrar e mais ousado na manobra atacante. Por seu turno, o brasileiro sacou um livre aos 36'. Daí resultou um penálti (por mão na bola) que o próprio Jefferson converteu. O nosso terceiro golo, aos 37'.

 

Dupla de centrais hoje composta por Paulo Oliveira e Naldo. Melhor o brasileiro, com bons cortes aos 29' e 33'. Paulo Oliveira, que chegou a ser titular leonino na primeira volta de 2015/16, parece inseguro.

 

Palhinha procurou mostrar o que vale como titular. Não mostrou muito. A posição de médio defensivo exige mestria nos passes longos e sabedoria na ligação dos sectores. O melhor da sua exibição na primeira parte foi uma recuperação aos 33' seguida por um contra-ataque que ele próprio conduziu com a dinâmica que se impunha.

Como médio central, numa posição vital da transição ofensiva, Aquilani transmitiu sempre um sensação de relativa apatia. Ficou como exemplo um remate ao lado do poste esquerdo da baliza suíça, aos 26': o italiano podia e devia ter feito melhor.

 

Na posição de médios alas, destacaram-se Bruno César pela esquerda e Iuri Medeiros pela direita. Pareceu-me melhor o brasileiro, um dos jogadores preferidos de Jorge Jesus. Jogou e fez jogar: sacou o primeiro penálti aos 11' e fez um remate bem colocado aos 23'.

Iuri, querendo dar nas vistas, destacou-se na condução de um ataque à meia hora de jogo. Soube a pouco.

 

O lituano Spalvis, um dos reforços desta temporada, alinhou de início. Mal se deu por ele. Bem servido, desperdiçou duas ocasiões de golo - aos 32' e aos 35'.

Em muito melhor plano esteve o argentino Alan Ruiz, outro reforço. Vi-o jogar hoje pela primeira vez e confesso que gostei do que observei. Marcou o nosso primeiro golo - de penálti, sem vacilar, aos 12': o castigo máximo resultara aliás de um fulminante passe dele. E assistiu João Pereira no segundo golo leonino. Na primeira parte, foi o melhor em campo.

Promete ser uma figura em destaque neste Sporting 2016/17.

 

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D