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És a nossa Fé!

Tudo muda em cinco dias

Viva o árbitro! (8 de Setembro):

«Apesar de estarem carregados de razão, os árbitros dificilmente encontrarão o respaldo que merecem, porque o poder público só sabe andar de joelhos perante os clubes e porque o clubes, que se vêem com a faca e o queijo na mão, não querem que nada mude, vivendo, ao que parece, quase todos confortáveis no lodaçal em que está transformado o futebol português.»

José Manuel Delgado, no editorial do jornal A Bola

 

Fora o árbitro! (13 de Setembro):

«É verdade que os encarnados têm razões de queixa de Undlano Mallenco, o desastrado árbitro espanhol.»

José Manuel Delgado, no editorial do jornal A Bola

 

Crónica de uma morte desanunciada

2017-08-24 (2)

Comecei por um título inspirado em Gabriel García Márquez e é por esse caminho que vou.

Há um episódio delicioso na vida de "Gabo", contado por Carlos Fuentes; Dezembro de 1968, dirigem-se os dois, de comboio, de Paris para Praga, onde os espera Kundera: «chegámos de madrugada a Praga, esperava-nos na estação Kundera, que nos levou, a Gabo e a mim, a uma sauna, quando pedimos um duche para tirarmos o calor, Milan conduziu-nos ao rio Ultava e empurrou-nos, nus como minhocas, para a água congelada. Recordo o comentário de Gabo quando saímos roxos do rio: "Por um instante Carlos, julguei que íamos morrer juntos na terra de Kafka"».

O que tem isto a ver com o jogo de ontem?

Tudo.

Por muito que hoje ufanemos, houve um momento, ontem, que nos sentimos como minhocas em água congelada.

Nada. com o Nacional da Madeira.

Nada a ver, ontem, desceu em mim um espírito (uma fé) e comecei a rever um jogo acontecido há dez anos e uns meses na Madeira com o Nacional da Madeira.

Houve um gajo qualquer do Nacional que marcou um golo, vamos para o intervalo a perder.

Penalty a favor do Sporting, Liedson falha.

Nus, minhocas, água congelada.

Qual quê; troca de Carlos, sai Martins, entra Bueno e o improvável goleador aponta quatro golos, Liedson redime-se do penalty falhado e o Sporting vence o Nacional na da Madeira com o mesmo resultado que ontem venceu em Bucareste.

Há pesadelos que se transformam em sonhos.

(à atenção de Barcelona, Juventus e Olimpiakos).

Para terminar, não fui só eu, não fomos só nós, sportinguistas, a recear, o pior, ontem, a Bola, até já nos tinha embrulhado em papel negro, estavam preparados para anunciar a nossa morte, tiveram que a "desanunciar".

 

Ética - Porque hoje (não) é Sábado

Cresci com o jornal A Bola. Vivi aventuras extraordinárias, transportado para o imaginário da Volta a França a bicicleta - como não recordar as célebres entrevistas a Joaquim Agostinho? - pelo grande Carlos Miranda. Aprendi o bom uso da palavra com o "professor" Carlos Pinhão, vibrei com as colunas de opinião de Vitor Santos, experienciei múltiplas emoções através da objectiva de Nuno Ferrari. Outros nomes, como Aurélio Márcio, Alfredo Farinha ou Homero Serpa também fazem parte do meu espólio desses tempos esplendorosos do jornal.

Hoje, é com pesar que não reconheço a mesma qualidade, credibilidade e, sobretudo, independência a A Bola. É certo que ainda existem bons jornalistas como António Simões, Rogério Azevedo ou André Pipa (para mim, o melhor), mas o jornal claramente perdeu fulgor e deixou de ser a referência.

Vem este arrozoado a propósito da crónica que Vitor Serpa vem assinando denominada "Porque hoje é Sábado". Esta rubrica tem apensas duas pequenas colunas denominadas "Dentro da Área" e "Fora da Área".

Começando pela fim (!?), nesta última, Serpa decidiu comparar a ameaça de uma guerra nuclear (!) com o tipo de discurso "desabrido", habitual no futebol português. Ora, por muito que percebamos quem o Director do jornal pretenda atingir e transformar no "monstro que come pequeninos"- até porque quem ganha, geralmente, está calado - a comparação que estabeleceu enferma de leveza e constitui uma estultice e uma ignomínia para todos os que viveram, ou continuam a viver devido às consequências da radioactividade, o pesadelo de Hiroshima ou Nagazaki. Já passaram três dias, aguardo que Vitor Serpa, após serena reflexão, apresente um pedido de desculpas a todos os que envolveu no supracitado texto. Em nome da razoabilidade.

Já na crónica "Dentro da Área", o Director define a principal competição velocipédica nacional como "Volta azul a Portugal", considerando-a um tédio e dotada de um "colossal desequilibrio competitivo". Deseja ainda que, no futuro, consiga "recuperar a paixão" que já teve em Portugal, ignorando assim os magotes de gente que vemos, pelas imagens da RTP, diariamente acompanhar a Volta. Será que todo o equilibrio, toda a expectativa, todo o entusiasmo e toda a paixão só serão recuperados quando houver Benfica na estrada? Há ainda duas questões que importa reter: por um lado, ao resumir a prova desta forma, está a retirar mérito ao(s) provável(eis) vencedor(es), a W52 FC Porto, o que não me parece correcto; por outro lado, e escrevo por honestidade intelectual antes da etapa decisiva da Torre, há ainda um ciclista do Sporting-Tavira (e outro do Hospital de Loulé, em segundo, actualmente) em condições de ganhar a Volta (está em terceiro lugar, a apenas 19 segundos do líder), o que a concretizar-se retiraria qualquer credibilidade a tão definitiva quão prematura peça jornalistica.

Enfim, para terminar, queria deixar o meu desejo de que A Bola, um dia, venha de novo a ser merecedora do seu grandioso legado.

In destino Delgado, uma questão de género

Todos nós temos o destino traçado na palma da mão, excepto Corto Maltese que o traçou ele próprio, com uma navalha.

Uns nascem com talento para escrever e trabalham-no, outros herdam-no, outros nem uma coisa nem outra mas inventam, inventam muito.

Continuo a ler jornais em papel.

Eu sei, estou a dar cabo da minha saúde.

Podia colocar um desafio aos leitores deste "blog", escrever um pequeno texto onde a propósito do resultado histórico de ontem, o triunfo de Portugal sobre a Escócia por 2-1 em futebol feminino, conseguissem:

1. Referir o nome do treinador de futebol masculino do Benfica.

2. Referir o Benfica.

3. Referir o FC Porto.

4. Não referir o campeão nacional de futebol feminino.

5. Não referir o vencedor da taça de Portugal de futebol feminino.

6. Não referir o clube que mais jogadoras "dá" para a selecção.

7. Não referir o nome da melhor jogadora em campo.

Estão desanimados?

É impossível, dir-me-ão.

Não é.

José Manuel Delgado num texto com 110 palavras (contando com os "a" os "as" os "se" e assim) conseguiu-o (p. 37 d' A Bola de 2017.07.24).

Enfim, as atitudes ficam para quem as toma.

Na pág. 4 do jornal referido, Filipa Reis, escreve a crónica do jogo considerando a sportinguista Diana Silva a melhor em campo, nota oito.

As outras atletas com contrato com o Sporting, tiveram as seguintes notas:

Patrícia Morais - sete

Ana Borges - sete

Carole Costa - seis

Tatiana Pinto - sete

Ana Leite - sete

Irrelevante para JM Delgado, uma questão de género, género lampião, cotevelite.

Felicidades para todas as jogadoras da nossa selecção de futebol feminino que continuem a fazer-nos sonhar.

 

Elogio a um benfiquista

«Continuarei a escrever, convictamente, com a ortografia antes do chamado novo Acordo Ortográfico, que empobrece a língua portuguesa sobretudo pela estúpida prevalência do critério fonético em detrimento da raiz etimológica e, modestamente, procurarei não alimentar a indigência gramatical que se vai tornando norma no nosso país.»

Palavras de António Bagão Félix no artigo inaugural do seu novo espaço de opinião do jornal A Bola, onde substitui o amigo do bruxo, um fanático anti-Sporting em boa hora corrido daquele periódico.

«Não tenho cartilhas», garante Bagão Félix neste texto de abertura. Terá em mim um leitor atento. Por ser benfiquista em vez de lampião. Por cuidar da gramática. E por militar contra o acordês, tal como eu milito.

Jornalismo às avessas

Toda a imprensa desportiva traz hoje na primeira página - mesmo em letras pequeninas - a notícia da detenção de Hermínio Loureiro, ex-presidente da Liga, ex-secretário de Estado do Desporto e actual vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol. Por suspeitas de corrupção.

Toda? Toda não. O inefável jornal A Bola omite o assunto na sua capa. Nada: nem uma linhinha.

Uma autêntica lição de jornalismo, mas às avessas.

Cada vez mais encarnada

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Títulos de primeira página do jornal A Bola de hoje:

«Jonas faz pontaria ao Dragão» (manchete)

«Faz 33 anos no dia do clássico e quer ter aniversário memorável»

«Espera marcar pela primeira vez ao FC Porto»

«Bilhetes para 1 de Abril quase esgotados»

«Ingressos nas mãos dos portistas não preocupam»

«Onda vermelha vai continuar»

 

Noventa por cento da capa é preenchido com isto. Nem o jornal oficial do SLB faria melhor.

O melhor espanta-moscas do Bayern

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"Se o Benfica não for campeão prefiro que ganhe o Porto em vez do Sporting." Adivinhem quem falou assim. Pedro Guerra? O Barbas? Carlos Janela? José Manuel Delgado?

Nada disso: a sentença foi proferida pelo maior flop do ano no futebol europeu, o craque Sanches, exímio em exibições num certo banco de suplentes em Munique, onde vai driblando as teias de aranha. Nada que faça recuar a devoção que o lampiónico diário A Bola sempre demonstrou por ele: hoje o matutino da Queimada dedica-lhe 80% da capa e oito(!) páginas de entrevista. Nunca um suplente esteve tão em foco naquele que já foi o melhor jornal desportivo português.

O debate eleitoral de ontem entre os candidatos à presidência do Sporting ocupa na capa desta mesma edição pouco mais que um selo em rodapé. O que é isso comparado com os bitaites do melhor espanta-moscas do banco do Bayern? Espero que Pinto da Costa já tenha enviado um bilhetinho de agradecimento ao rapaz...

Mais do mesmo

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O Moreirense, simpática equipa considerada menor do futebol português, conseguiu uma proeza digna de registo: conquistou a Taça CTT, após eliminar as equipas que seguem nas três primeiras posições no campeonato. Primeiro o FC Porto, depois o Benfica, enfim o Braga.

É o primeiro troféu nacional - inteiramente merecido - a viajar para Moreira de Cónegos. Motivo de notícia? Claro que sim. Para todos os desportivos? Claro que não. A Bola prefere dedicar 90% da sua capa de hoje ao clube do seu coração - aquele que vocês sabem.

"Mitroglou contra os fantasmas" é o título garrafal escolhido pelo matutino da Queimada nesta primeira página, que merece figurar na vasta antologia de bizarrias do jornal que já foi um dos mais prestigiados da imprensa portuguesa. Enquanto o grego mais tatuado do futebol português merece uma foto gigantesca, Augusto Inácio tem direito a uma imagem pequenina, com o troféu, ao lado do inócuo título "Cónegos para a história" que muitos nem sequer entenderão.

"Há que reagir à traumática derrota com o Moreirense", assinala ainda A Bola nesta primeira página. Fiel à sua linha editorial, como um grito de incentivo ao SLB. Destaque ainda para "Bernardo Silva brilha no empate com o PSG" e "Gonçalo Guedes estreou-se pelos parisienses" (entrou em campo aos 87...). O nome de qualquer destes meninos impresso em corpo tipográfico mais destacado do que o de Inácio.

Palavras para quê? É mais do mesmo.

Graças a dois golos em off-side (técnico)

Um post intervalado.

Estamos no intervalo e o Sporting vence por dois a zero.

Tecnicamente estaria 0-0.

Para aqueles que desconhecem a "novilíngua" de Orwell e Vítor Serpa eu explico (ou tento explicar).

O que tem a "novilígua" a ver com a verdade?

Nada ou quase nada.

Detenhamo-nos nas palavras de Serpa publicadas no dia 5 de Janeiro no pasquim da Queimada (p.40):

"(...) o lance decisivo começou na hesitação do árbitro , na informação sorrateira [as palavras são dele, não minhas. Procurem no dicionário o significado de: sorrateira] do seu assistente (...) tecnicamente foi mesmo penalty porque Douglas desequilibra o avançado setubalense."

Ora bem, os juízes (rir ou lol em português da internet) não assinalaram nenhuma falta a Douglas, marcaram uma falta a Coates, com o respectivo cartão amarelo. Tecnicamente estiveram bem, diz Serpa.

Tecnicamente estiveram mal hoje, dirá o Serpa amanhã.

Bas Dost não estava em off-side em nenhum dos golos mas (e isto é que é importante) tecnicamente, poderia ter estado.

Dois golos ilegais.

Portanto.

(até agora)

A entrevista de que todos falam

Recém-chegado a Lisboa, liguei a televisão ontem à noite durante não mais de cinco minutos. Em três canais de notícias, os habituais programas de debate sobre futebol. De que se falava em qualquer destes programas? Da entrevista com Bruno de Carvalho publicada ontem de manhã no Record. Não na enésima "publi-entrevista" de Luís Filipe Vieira ao diário A Bola, tão previsível e ritual a abrir o ano como a bênção Urbi et Orbi do Papa.

Bastaram-me esse minutos a zapar pelos três canais para perceber qual das duas resultou num êxito mediático. A do Record, única que realmente merece o título de entrevista. Não a do outro diário, auto-apresentada como "conversa com um Luís Filipe Vieira muito sereno, fruto da estabilidade social em que o Benfica está a viver e de uma planificação que coloca os encarnados a salvo do improviso", conclui antes de começar que "o Benfica sabe o que quer, para onde vai e como vai", e arranca com esta espantosa pergunta: "Qual foi o momento mais feliz do seu ano desportivo de 2016"?

Não admira que ninguém tenha falado dela.

Tratar da vidinha

Não que fosse difícil, não o era claramente, mas acertei na data da “entrevista” que Luís Filipe Vieira concedeu ao jornal A Bola. Uma amena cavaqueira, onde logo no começo o senhor que faz as perguntas avisa, com recato mas também com indisfarçável orgulho, que as seguintes 7 páginas nos trazem a já tradicional entrevista ao presidente do Benfica de início de ano. Avisa-nos deste modo que estamos perante um serviço que lá pela travessa da queimada julgam ser imprescindível aos seus leitores. A conversa de café discorre leve e serena, com o senhor Delgado talvez embevecido com as prontas e desenvoltas respostas de LFV às suas inoportunas questões, não consegue contraditar o entrevistado com questões absurdas e que pouco interesse teriam para os dedicados e fies leitores. No cenário idílico e prazenteiro, sinónimo de excelentes festividades naturais desta época, tivemos acesso a um diálogo entre alguém que não tem coragem nem ordem para importunar gente crescida e gente crescida com respostas para não ser incomodado. Com direito a várias fotos de estadista, naturalmente sobressai uma foto central onde acidentalmente aparece o patrocinador das camisolas do clube, A Bola resolve auxiliar ainda mais este patrocinador com uma legenda gorda com alusão a viagens aéreas de sonhos (ainda, presumimos, restos da quadra festiva). Com souplesse passa por cima de assuntos vários que poderiam trazer questões delicadas associadas, mas que raio, estamos numa conversa de café, com sonhos a levantarem voo, não havia claro qualquer necessidade de ali introduzir questões que pudessem manchar a dignidade do jornal. Assim ficamos todos a saber que por opção do presidente do Benfica o famoso kit que é oferecido a todos os árbitros que, sortudos, vão à luz participar na festa, já não possuem um jantarinho para 4-pessoas-4, em doses individuais. O maroto do garoto impede assim a magnanimidade do líder encarnado, por que a cortesia era simplesmente isso, uma cortesia de centenas de euros. Vai também haver um hotel do Benfica (como já li no twitter, sem elevador, para os convidados serem levados ao colinho). De resto temos os lugares comuns de serem superiores a todos, humildes e trabalhadores. De não agitarem nem maldizerem o futebol luso, como o garoto, porque não devemos chafurdar na lama pois inadvertidamente podemos estar a impedir negócios multimilionários que se perspectivam para o novo ano que agora começa. Amiúde o senhor que coloca as questões fala de saídas de alguns jogadores, questões essas prontamente respondidas com ar, mas ar do aceitável, daquele que não permite contraditório. São deste modo preenchidas 7 páginas da edição de hoje d`A Bola. No fim o senhor que coloca as questões, rendido ao esplendor que ilumina o líder que tem na sua frente, poisa a pena e exulta com a cabeça entre as orelhas; entrevista difícil mas perfeita, o objectivo foi cumprido, aprende Diamantino.

O glorioso folhetim de Verão (parte 2)

Carrillo pode render cerca de 30 milhões ao Benfica

A Bola TV, 21 de Maio

 

Lazio oferece 1,7 milhões de euros por época a Jardel

A Bola, 21 de Maio

 

Bebé em negociações com Espanhol

A Bola, 9 de Junho

 

Torino disposto a dar quatro milhões por Djuricic

A Bola, 11 de Junho

 

Lazio regressa a Lisboa para levar Jardel

A Bola, 22 de Junho

 

Taarabt negociado para a Turquia

A Bola, 1 de Julho

 

Ola John seguido por PSV e Feyenoord

A Bola, 6 de Julho

 

Birmingham é o mais recente candidato ao concurso de Nelson Oliveira

A Bola, 8 de Julho

 

Salvio e Talisca podem render 50 milhões ao Benfica

A Bola, 19 de Julho

 

Talisca a caminho de Inglaterra por 25 milhões

A Bola, 22 de Julho

 

Zenit terá oferecido 15 milhões por Samaris

A Bola, 2 de Agosto

 

Chelsea continua em cima de Lindelof

A Bola, 9 de Agosto

 

Luisão só sai por 2 milhões de euros/ano

A Bola, 19 de Agosto

 

West Bromwich tenta levar Lisandro

A Bola, 29 de Agosto

 

Benfica acredita que pode vender Salvio por 30 milhões

A Bola, 30 de Agosto

 

Taarabt na agenda do Palermo

A Bola, 30 de Agosto

 

Ruben Amorim entre Seixal e Ásia

A Bola, 1 de Setembro

 

Samaris esteve perto do Zenit

A Bola, 1 de Setembro

 

Gonçalo Guedes prometido ao Valência por 25 milhões

A Bola, 1 de Setembro

 

Inter "reserva" Nelson Semedo para Janeiro

A Bola, 15 de Setembro

 

Nelson Semedo na mira do Bayern de Munique

A Bola, 8 de Novembro

 

O glorioso folhetim de Verão

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