08 Jun 17

 

Dedicado às virgens papoilentas que têm desmaiado de comoção perante o chorrilho de palavrões proferidos por Bruno de Carvalho, aqui fica esta peça do mais fino recorte literário. De Vieira. Não o padre António, mas o Luís Filipe, cultor do puro vernáculo vicentino.

Como o País inteiro ouviu. E leu.


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30 Mar 17
O ideal
Pedro Correia

João Inocêncio Cosme Calabote Damião Capela.

Por diminutivo, Bobó.

É o árbitro ideal para eles. Só termina a partida quando estão a ganhar e se for preciso inventa um penálti no tempo extra. Ou dois. Ou mesmo três.

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23 Mar 17

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Facto a merecer registo: houve arbitragens impecáveis nos dois últimos jogos do Sporting. Ainda por cima por parte dos senhores  Bruno Paixão e Jorge Ferreira, árbitros extremamente polémicos, como o país futebolístico bem sabe.

Confirma-se: as arbitragens com influência nos resultados existem sobretudo na primeira metade do campeonato, quando as posições na tabela estão a ser definidas e tudo permanece em aberto. Arbitragens como as de Artur Soares Dias, que nos retirou dois pontos em Guimarães à jornada 7. Ou as de Jorge Sousa, que perdoou dois penáltis ao Benfica no dérbi da jornada 13.

É preciso pôr cobro a isto de uma vez para sempre. Em nome da verdade desportiva, para que a mentira seja afastada de vez dos relvados nacionais.


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28 Jan 17
Chamem o Sherlock
Pedro Correia

Rui Vitória para a equipa de arbitragem: "Depois não venham queixar-se!"

Declaração intrigante. Queixar-se de quê?


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12 Jan 17

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11 Jan 17
O elo mais fraco
Pedro Correia

Portugal é campeão europeu de futebol. Com um treinador português. 
Esta é a maior prova de competência dos jogadores portugueses e dos treinadores portugueses.
Há cinco anos que nenhum árbitro português está na alta roda do futebol internacional. Desde que Pedro Proença apitou os jogos dos títulos europeus de clubes e selecções - proeza inédita que o elevou ao patamar supremo da sua categoria profissional.
De então para cá, com outros protagonistas, tem sido sempre a descer. No Euro 2016 não houve nenhum português a apitar.
Daqui se conclui que o sector da arbitragem se tornou, em termos qualitativos, o elo mais fraco do futebol nacional. Os árbitros não podem portanto comportar-se como se fossem o elo mais forte. Porque não são.


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09 Jan 17

O problema da arbitragem em Portugal não é apenas uma questão de competência. Prova: os profissionais do apito que até agora mais prejudicaram o Sporting nesta temporada são geralmente considerados os "dois melhores árbitros portugueses" - Artur Soares Dias e Jorge Sousa.

Ninguém lhes nega competência. A verdade, porém, é que ambos já nos retiraram pontos. Dois, no caso do primeiro, em Guimarães - transformando uma vitória leonina em empate ao validar um golo ilegal dos vimaranenses. Provavelmente dois, no caso do segundo, que fez vista grossa a um par de penáltis favoráveis ao Sporting numa partida que terminou com a vitória tangencial do Benfica na Luz.

Por mais que insistam, serei o último a chamar-lhes incompetentes. A verdade é que também a competência está sujeita ao erro. Resta exigir-lhes que não errem sempre para o mesmo lado.


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21 Dez 16
As caras dos protagonistas
Edmundo Gonçalves

Do sítio da APAF na internet, público portanto.

Após consulta do quadro de nomeações no sítio da FPF, público portanto.

É este o senhor que atribuiu a Jorge Sousa uma classificação excelente (8,6 salvo erro), no jogo Benfica-Sporting, onde ficaram por marcar duas claras grandes penalidades a favor do Sporting.

Caso para dizer que basta um Coelho. 

E nem vislumbre de cajadada. Salvo seja.

 

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13 Dez 16

Um golo oferecido ao Guimarães.Cortesia: Artur Soares Dias.

Um penálti perdoado ao Nacional. Cortesia: Vasco Santos.

Dois golos roubados frente ao V. Setúbal. Cortesia: Rui Costa.

Um golo oferecido ao Benfica e dois penáltis perdoados à mesma equipa. Cortesia: Jorge Sousa.


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12 Dez 16

Assistimos ontem no pré fabricado à confirmação, se tal fosse necessário, do estado de podridão do futebol português. Hoje pela noite e durante o resto da semana, vamos assistir ao tradicional branqueamento de tudo o que se passou naquela hora e meia. Há em Portugal uma equipa que não necessita sequer de se preocupar com algum dia que não lhe corra bem. Temos uma equipa que, ao contrário das outras, apenas tem que colocar onze jogadores em campo e tranquilamente aguardar pela vitória. Não tem que se preocupar com tácticas, com treinos nem com o adversário. Há sempre uma mão que a embala e guia à vitória. A situação absurda já é tão aceite que já temos pseudo jornalistas que sem vergonha qualquer, questionam o nosso treinador se o mesmo acha que a não marcação de dois evidentes penaltis que ficaram por assinalar, tiveram influência no resultado. O controlo que existe por parte de um clube abrange todas as áreas que possam por em causa a sua supremacia sobre os demais. Depois da limpeza dentro das quatro linhas trata-se de arredar durante a semana seguinte qualquer hipótese de discussão séria sobre o assunto. Todos os comentadores afectos ao nosso rival utilizam a mesma táctica que tem resultado; usam a sua estupidez e falta de bom senso como argumento. Como afirmou ontem o seu treinador a única coisa que de ontem interessa reter é a vitória, tudo o resto para nada interessa. Está dito e será a cartilha seguida pelos nomeados para representar o clube nos intermináveis programas dedicados à bola. Virá mais tarde arrepender-se o árbitro dos erros casuais e não premeditados. A tradição manda aguardar uns tempos, o suficiente para que não seja necessário ter qualquer vergonha na cara. Nesta semana iremos ter editoriais dos pasquins habituais sobre o subaproveitamento do Sporting nas oportunidades criadas. Irão esquecer a maleita do anti-jogo que tanto os preocupou na semana passada. É passado e é assunto que agora não interessa abordar. O porto encontrou definitivamente um sucessor na forma de ganhar campeonatos. Aqueles que tanto se insurgiam do outro lado da 2ª circular irão desta vez calar-se. Ganhar por qualquer meio é agora o que defendem.


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27 Nov 16
Lá, tal como cá!
José da Xã

Era já noite quando vi a Real Sociedad jogar contra o Barcelona treinado por Luiz Enrique. Um jogo empolgante que terminou com um (injusto) empate a uma bola.

Porém deste clássico retenho duas coisas importantes:

a primeira foi a forma acutilante e corajosa como a equipa de S. Sebastian se bateu em campo contra o campeão em título;

a segunda tem a ver com o árbitro do encontro que prejudicou, e de que maneira, a equipa que jogava melhor futebol.

Ora sempre pensei que a característica de maus árbitros fosse coisa bem lusa. Porém, perante o que me foi dado observar, lá tal como cá, também têm árbitros... fraquinhos, fraquinhos!


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03 Out 16
Não desculpa nada, mas...
Edmundo Gonçalves

 

Dando de barato que o segundo golo do Guimarães não é precedido de falta (eu acho que é - cf. pág 80, p.f.), o penalti marcado vê-se claramente que não existe e no terceiro o árbitro está de frente para a jogada, vê até muito melhor que nós nestas imagens.

Posto isto, retiro o que disse em comentário ao postal do Pedro Correia e acuso aqui o árbitro de ter errado grosseiramente em dois dos golos sofridos pelo Sporting em Guimarães. Ademais, lembro aqui um golo anulado na época passada a Slimani, pelo mesmo árbitro, em situação idêntica, em jogo com o Boavista, que nos fez perder dois pontos, que na contabilidade final nos dariam o título.

Raios, que só se enganam para o mesmo lado. Terá o Jesus feito algum mal ao SD filho?

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 Adenda: Cerca de uma hora após a publicação do post, este tinha recebido dezassete comentários.

Estava apenas publicado um, já que os restantes eram impublicáveis. Um rapazola de sobrenome Luz até me chamou bêbado, vejam lá. Revelador.


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13 Set 16

 


Que os nossos árbitros, observadores e dirigentes são permeáveis à pressão todos sabemos. Aliás considero que o principal primeiro mérito de Bruno de Carvalho foi ter percebido que a casa, qualquer que fosse, se tinha de começar a construir por aí, pela paridade do tratamento por parte dos árbitros. E conseguiu-o. Ninguém é campeão com a arbitragem a decidir contra nós em caso de dúvida. Formação, trutas no mercado, adeptos a encher o estádio não será suficiente se tivermos um árbitro que nos marca offsides, dá amarelos a eito e anula golos só porque tem medo do que lhe vão dizer os “observadores”.
É da vida que os mais fortes são mais favorecidos em processos conscientes e subconscientes por parte dos decisores. Basta ver como o BES construiu um império apoiado em nada nas barbas de reguladores e políticos. Prova que o SCP é considerado mais forte é estarmos a ter arbitragens que decidem a nosso favor em caso de dúvida. É claro que o Sporting teve quatro jogos até agora onde foi superior. Mas não tenho dúvida que noutros tempos os golos contra o Porto não teriam sido validados, nem este primeiro contra o Moreirense. Os lances são limpos e respeitam o espírito não escrito do “em caso de dúvida favoreça-se quem ataca”, mas são suficientemente rápidos para serem ambíguos, logo para que árbitros que cheirem a fraqueza do clube os pudessem ter anulado.
Tenho memória de épocas atrás de épocas de equipas fortes de verde e branco, que foram derrotadas por estes imponderáveis arbitrais que foram comendo pontinho atrás de pontinho, até que ficávamos a seis ou sete ao fim da primeira volta, com toda a desmotivação que isso implicou. Jornalistas e comentadores concluem logo que a época tinha sido mal preparada e mais não sei o quê, mas queria vê-los a ganhar a guerra das tiragens ou das audiências se houvesse um gremlin que domingo a domingo lhes sabotasse a gráfica ou desligasse os cabos da emissão “sem querer” – e vissem em simultâneo que nada disso acontecia aos seus concorrentes.
Por vezes fazemos tudo bem, mas somos vergados pelo factor exógeno, seja a ambiguidade da arbitragem, seja um aumento de impostos, seja um congelamento de rendas, o que for. Repetir que ganha o campeonato quem é mais forte etc é bordão que dá jeito mas que me dá alguma vontade de rir. Porque só ganha o campeonato quem é mais forte no campo e é ao mesmo tempo respeitado em campo pela arbitragem. Ou, vá lá, não prejudicado em caso de dúvida. Cautela com o excesso de ruído a propósito dos nossos putativos ‘benefícios’, muita cautela. Pelo tom nos programas de futebol sentado é evidente que os representantes de SLB e FCP consideram o SCP o alvo a abater. Não menosprezar esta retórica é da mais elementar cautela. Os árbitros também vêem programas de bola.

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30 Ago 16
A época da fruta
Alexandre Poço

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25 Mai 16

Passamos o ano, e com razão, a desancar nos árbitros. É tempo de assinalar - por uma vez ao menos - aquele que na nossa perspectiva merece o título de melhor árbito português.

Para mim é Artur Soares Dias: só espero que não o despromovam, como aconteceu a Marco Ferreira, seu antecessor a apitar a final da Taça de Portugal.

Quem elegeriam vocês?


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22 Fev 16
As notas
Pedro Correia

Tenho toda a curiosidade em saber se o "jornalismo de investigação" divulgará as notas atribuídas pelos observadores aos árbitros Jorge Ferreira e Luís Ferreira. Mas vou esperar sentado.


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Duas nódoas
Pedro Correia

Os Ferreiras. Jorge e Luís.

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03 Fev 16

Soubemos na semana passada, na vergonhosa entrevista que o chefe dos árbitros deu ao jornal Record, que Carlos Xistra, depois da também vergonhosa actuação em Guimarães, onde de forma clara beneficiou o benfica com a não marcação de 3 (três) grandes penalidades claras, permitindo assim a vitória dos vermelhos, iria ficar a descansar, um bocado como se faz aos miúdos quando fazem alguma asneira e são enviados para o quarto durante uns minutos para pensar na vida. A entrevista saiu no dia 23 de Janeiro. Ontem, dia 2 de Fevereiro, tendo decorrido apenas uma jornada da 1ª liga de permeio, soubemos que Vítor Pereira nomeou Carlos eu não vi Xistra para actuar em Alvalade na próxima segunda-feira, no jogo onde defrontamos o Rio Ave. Ficamos a saber que para Vítor Pereira uma arbitragem onde o benfica sai beneficiado, e este ano tem sido praticamente semana a semana, vale um joguito na jarra, o que o próprio árbitro até agradece, desse modo até pode aproveitar e ir no fim-de-semana à terra. Sabemos que quem dirige a classe do apito é um sportinguista tão ferrenho que espera sempre a vitória do benfica. Esse interesse no bem-estar do benfica, demonstrado pela entrevista mencionada acima e também por declarações de outros árbitros, curiosamente um deles o último com coragem para apontar um penalti contra o benfica no pré-fabricado, depois afastado para todo o sempre não fosse ter a ousadia de repetir tal enormidade, representa para Vítor Pereira a sua tábua de salvação no mundo do futebol. A este dirigente pouco lhe diz o estado deplorável em que se encontra a arbitragem em Portugal, pouco se interessa por, pela primeira vez em muitos anos, não estar presente qualquer árbitro português no próximo europeu a realizar em França. O seu único objectivo é manter-se à tona, assegurar o seu posto e poder agradar ao seu clube de eleição. A última façanha demonstra bem quais os seus reais intentos. Ao ordenar aos árbitros que não tenham contemplações com treinadores que não respeitem a sua área técnica ou que sejam demasiado expressivos nas suas acções, apenas quis atingir o treinador do Sporting. Pelo meio, que ao fundo das costas sabemos nós o que está, mandou avisar antecipadamente o treinador do porto, não fosse este apanhado por fogo amigo.

É contra este estado de coisas que actualmente o Sporting luta. Entende-se que quem ainda dirige o futebol português esperneie e tudo faça para eliminar esta ameaça ao seu status quo. A comunicação social, alguns jornalistas que pertencem ao meio, paineleiros e comentadeiros que sobrevivem das migalhas que este poder podre lhes dá, fazem o seu papel. Ainda hoje a capa da bola é elucidativa do estado em que está o futebol português. Tenho a certeza que ontem, em muitas redacções se abriram várias garrafas de espumante barato.

Mas desenganem-se se acham que nos fazem desistir, que vamos baixar os braços. Tudo o que nos fazem semana após semana, apenas reforça a certeza que estamos no caminho certo. Ao olharmos para o vosso comportamento, as vossas acções e o vosso ódio cada vez maior ao nosso clube, temos a certeza que é mesmo por aqui. Se quiserem ser sérios e lutar com armas iguais podem seguir-nos. Ou podem optar por continuar a viver no mundo enlameado onde hoje vivem, rodeados de ratos e de cobardes.

 Mas nós não vos vamos dar descanso.


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17 Dez 15
Um grande jogo?
Edmundo Gonçalves

Para início de conversa, declaro que considero os erros dos árbitros perfeitamente normais.

Em circunstâncias normais. E se há coisa onde a normalidade é um acaso, é o futebol português...

Posto isto, é inegável que o Braga fez um grande jogo e nos 120 minutos até considero que foi melhor que nós, tendo em conta que as soluções que vieram do banco acrescentaram algo ao seu jogo, o que as nossas não conseguiram fazer ao nosso.

No tempo regulamentar merecíamos claramente ter ganho. Apesar de o Braga ter demonstrado muita garra, mais velocidade até, os nossos controlaram o jogo e as trocas de bola foram sempre uma arma difícil de bater pelos adversários, o que não impediu o golo que lhes deu o prolongamento, mas já lá vamos.

O golo de Ruíz é pleno de oportunidade e até ao golo do empate por uma ou outra vez poderíamos ter aumentado o score. E aqui aparece o imponderável: numa jogada de início de ataque do Sporting, três bracarenses, três, derrubam William, sem bola. Dizem as leis do jogo que é falta punida com cartão amarelo, ora um dos três, um tal de Luis Carlos, tinha já sido advertido e receberia o segundo e iria para a rua. Não foi e deu golo. Em fora-de-jogo, que a Sportv não quis mostrar!

E depois levámos o segundo numa rosca de Alan e respondemos de imediato, numa bela cabeçada de Slimani e ainda marcámos o terceiro, num excelente remate em jeito de William. Tínhamos o jogo controlado.

Aqui chegados, seria avisado defendermos o resultado, povoarmos o meio-campo, já que o Braga joga muito e bem no contra-golpe, mas não foi isso que aconteceu e confesso que não percebo porquê, e numa jogada onde a defesa andou aos papéis, o Braga empatou, num remate que ressaltou creio que em Paulo Oliveira e enganou Rui Patrício.

No prolongamento Slimani marcou. O árbitro e o auxiliar, não necessariamente por esta ordem, entenderam assinalar fora-de-jogo ao argelino. A sportv não mostrou, mas estava claramente em jogo.

Continuaram o Sporting sempre a pressionar na procura do golo e o Braga na espreita do contra-golpe, que resultou em golo.

Depois o Sporting ainda fez o golo do empate, numa jogada em que o árbitro, só ele, viu falta de William Carvalho, como se o futebol fosse voleibol e não fosse um jogo de contacto.

A coisa foi tão gritante que até os papagaios de serviço à pantalha já não conseguiam disfarçar o incómodo.

 

Ora, resumindo e para responder à minha própria pergunta, sim, foi um grande jogo.

Um grande jogo em que os jogadores não mereciam os árbitros que tiveram, pela entrega que deram ao mesmo.

Um grande jogo onde, azar dos azares, há três erros crassos e para não variar são "ambos" os três para o lado dos mesmos de sempre. Propositados? Não creio, mas estou a lembrar-me das capas dos desportivos desta semana e dou comigo a pensar que isto é um pouco como as bruxas...


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04 Dez 15

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16 Nov 15

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25 Out 15

No dia anterior comemorara-se um feriado e esse dia 2 de Maio de 1981 poderia ter sido a continuação da festa.

Poderia...

Não aconteceu festa porque o árbitro desse Benfica vs. Sporting, Inácio de Almeida, anulou um golo limpo ao clube do leão rampante.

O guarda-redes Bento comete um erro e deixa a bola rolar até aos pés de Jordão, o nosso avançado faz aquilo que qualquer avançado faria; coloca a bola dentro das redes vermelhas.

O árbitro Inácio que estava de costas quando o lance se desenrola, anula o golo numa das decisões arbitrais mais disparatadas em toda a história dos "derbies".

Xistra, não sejas Inácio, esquece os telefonemas do Vítor e não beneficies ninguém.

Que role a bola...


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Quem fala assim...
Pedro Correia

«O Benfica nunca me ligou para os favorecer, mas Vítor Pereira sim. Para Vítor Pereira, fazer um bom jogo é o Benfica ganhar.»

Marco Ferreira, ex-árbitro internacional, que apitou a última final da Taça de Portugal, em entrevista ao jornal espanhol As


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24 Out 15
Outra vez, Vítor?
Edmundo Gonçalves

Saiu hoje.

Não será provavelmente a ocasião mais oportuna para falar sobre o assunto, mas a actualidade são dois segundos, de modo que cá vai, directamente do AS.


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17 Out 15

«Em toda a história do futebol português só houve dois árbitros irradiados: Francisco Silva e Inocêncio Calabote. E houve outro árbitro, Inácio de Almeida, suspenso por 60 dias. Curiosamente, todos por beneficiarem o mesmo clube.»

Bernardino Barros, na TVI 24, 12 de Outubro


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08 Out 15

O presidente do Sporting continua a encher manchetes por ter revelado ao País a existência dos chamados "kit-cortesia" disponibilizados pelo Benfica às equipas de arbitragem. Há quem se escandalize não com a mensagem mas com o mensageiro. É um erro, na perspectiva de todos quantos defendemos, acima de tudo, o respeito pela verdade desportiva.

Bruno de Carvalho teve para já o mérito de pôr o País inteiro a falar no caso. Agora a justiça que investigue. A desportiva e a civil. Se há ilícitos, têm de ser punidos.
Só isto. Parece pouco mas é muito. E é o essencial.


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18 Set 15
Uma dúvida
Gabriel Santos

Não sei qual dos dois é mais inútil, se o árbitro de baliza ou o João Pereira.


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04 Set 15
Os nomes deles
Pedro Correia

JORGE SOUSA

9 de Agosto, Supertaça (Sporting-Benfica)

Um golo limpo anulado a Teo Gutiérrez.

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CARLOS XISTRA

14 de Agosto, primeira jornada da Liga (Tondela-Sporting)

Golo manifestamente ilegal do Tondela - precedido de falta sobre Naldo e marcado erm fora de jogo e com a mão - validado pela equipa de arbitragem.

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MANUEL OLIVEIRA

22 de Agosto, segunda jornada (Sporting-Paços de Ferreira)

Duas grandes penalidades sobre Slimani perdoadas à equipa pacense e João Pereira mal expulso.

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BRUNO ESTEVES

30 de Agosto, terceira jornada (Académica-Sporting)

Falta sobre Adrien transformada em penálti para a Académica e penálti sobre Slimani por assinalar.

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31 Ago 15
Uma Aspirina
Adelino Cunha

Estava ali a cortar umas tábuas para fazer um portão para o cão quando me lembrei do árbitro de ontem. Não foi bem lembrar-me do árbitro, acho eu. Lembrei-me do jogo contra a Académica e de todos os outros roubos que reiteradamente se abatem sobre nós. Será culpa do Sporting? A sério. Estava a pensar: com as críticas sistemáticas aos roubos sistemáticos, não estará o Sporting a criar um quadro psicossomático favorável ao roubo? Vou tentar dizer melhor, este ambiente estará a enraizar-se de tal forma que instintivamente os árbitros decidem contra o Sporting? Somos roubados, atacamos. E eles roubam-nos a seguir. Somos roubados, propomos a  introdução de novos recursos. E todos eles recusam. Se isto for verdade, e é bem provável que não seja, não devemos procurar aliados? Quem pode estar connosco? O Porto e o Benfica? Ou o Braga, o Guimarães, o Belenenses? O Real Madrid e o Barcelona ou o Atlético de Madrid e o Valência? A sério que começo a achar que o Sporting se transformou num incómodo para os árbitros e para a tralha que manda na UEFA e na FIFA. Não me apetecia nada ficar aqui a levar balázios destes gajos todos.

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Treino específico
Luciano Amaral

Para além dos lances de bola parada, Jorge Jesus tem de se concentrar em mais um treino específico: não deixar que a equipa se perturbe com decisões cruciais dos árbitros decididas em seu desfavor. É essencial, como ontem se viu: a coisa corria sobre rodas, com uma vitória já nos 2-0 e um adversário incapaz do que quer que fosse. Até que o árbitro decide meter o adversário no jogo com um penálti que apenas pode ser percebido em resultado do consumo de um qualquer cogumelo alucinogéneo. Ora, terá sido esse mesmo cogumelo que, num efeito contrário, impediu depois o árbitro de ver outro penálti que permitiria ao Sporting acabar com o jogo logo ali. É este o género de coisa que desconcentra completamente uma equipa. E exaspera, como o próprio Jesus verificou. Jesus, isto não é o Benfica, onde se pode jogar mal e ganhar, e onde tudo é permitido, até dar porrada na polícia.


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Unânimes
Pedro Correia

O árbitro Bruno Esteves e a sua troupe de auxiliares enganaram-se redondamente no Académica-Sporting. Sempre contra a nossa equipa, claro.

Segue-se o veredicto unânime do Tribunal do jornal desportivo O Jogo, que não deixa lugar a dúvidas.

 

Minuto 32: Bem assinalado o penálti contra o Sporting por falta de Adrien sobre Leandro Silva?

JORGE COROADO: «Adrien não cometeu falta: foi mais rápido, jogou a bola e foi Leandro quem nele embateu, caindo. A velocidade terá induzido o árbitro em erro.»

PEDRO HENRIQUES: «Adrien chega primeiro à bola, tocando nesta. Contacto posterior com Leandro é inevitável. Nâo houve motivo para grande penalidade.»

JOSÉ LEIRÓS: «Não há falta de Adrien. Ambos metem o corpo e o pé à bola, mas o sportinguista não atingiu o adversário. Grande penalidade mal assinalada.»

 

Minuto 45: Penálti por assinalar contra a Académica por falta de João Real sobre Slimani?

JORGE COROADO: «João Real poderá ter tocado a bola primeiro, mas depois fez uma tesoura a Slimani, derrubando-o. Penálti por assinalar.»

PEDRO HENRIQUES: «João Real entra com o pé esquerdo à frente, tocando primeiro na bola. No entanto, com o pé direito acaba por tocar e derrubar as pernas de Slimani. Infracção passível de grande penalidade.»

JOSÉ LEIRÓS: «Aqui, ter tocado na bola e inevitavelmente no adversário não se aplica. João Real entrou em tackle, com um pé jogou a bola e com o outro deliberadamente atingiu e derrubou Slimani. Grande penalidade por assinalar, porque há dois momentos consecutivos e não simultâneos.»


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Das perseguições
Alexandre Poço

Jesus não acredita numa perseguição engendrada com fins perversos e executada de forma (sistema)tica para prejudicar o Sporting. Nós também queremos acreditar que não, mas ao fim de 3 jogos da equipa no campeonato é caso para dizer que: aqui há gato.

Ora, o Tondela marca um golo com a mão a meio da 2ª parte quando o jogo está 0-1. O Paços empata através de uma muito duvidosa grande penalidade a 10 minutos do fim. Ontem, bem... Se não fosse o Sporting ter massacrado uma muito frágil Académica, o caso já se estava a compor através daquele mui engraçado penálti para a Académica e da não marcação de outro - claríssimo - devido a falta sobre o Slimani. 

Errar é humano. Errar (sistema)ticamente para o mesmo lado deve ser sobre-humano. 

Vamos continuar a acreditar que não existem perseguições. 

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30 Ago 15
Erro grosseiro
Pedro Correia

Recuso ver só os erros cometidos pela incompetente arbitragem portuguesa contra o meu clube. Por isso não tenho a menor dúvida em concluir que o segundo golo do Moreirense ontem no estádio da Luz - validado pelo árbitro Jorge Ferreira - nunca deveria ter sido legalizado pois ocorre num flagrante fora-de-jogo.

Mais um erro grosseiro neste campeonato que ainda só agora começou. Mais um poderoso argumento a favor do sorteio dos árbitros, portanto.


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26 Ago 15
Andebol
Edmundo Gonçalves

E lá vai mais um com a mão.


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25 Ago 15

Títulos de primeira página - repito: de primeira página - da imprensa desportiva deste domingo:

O Jogo - "Carro do árbitro apedrejado à saída de Alvalade"

Record - "Carro do árbitro apedrejado"

A Bola - "Carro do árbitro Manuel Oliveira apedrejado à saída de Alvalade"

 

Horas depois, em directo num canal televisivo, o presidente da APAF, José Gomes, desmentia cabalmente estas pseudo-notícias. E o próprio árbitro Manuel Oliveira acabou por declarar também que não houve apedrejamento algum nem se apercebeu de qualquer atitude hostil fora do estádio.

Pergunto: a quem aproveita tudo isto?


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23 Ago 15

O Tribunal do jornal O Jogo é unânime: o árbitro Manuel Oliveira teve influência directa no resultado de ontem em Alvalade, prejudicando o Sporting.

Seguem os veredictos, que reproduzo com a devida vénia. E com sublinhados meus.

 

45minutos: Slimani sofre grande penalidade ou simula o contacto na área pacense?

Jorge Coroado: «O braço do jogador pacense empurrou Slimani quando este subia para cabecear, impedindo-o de o fazer. Grande penalidade que o árbitro não assinalou

Pedro Henriques: «Qualquer acção seria sempre anulada pelo fora de jogo não assinalado anteriormente, mas a advertência por simulação foi incorrecta, já que Slimani caiu em virtude de um empurrão que sofreu pelas costas

José Leirós: «Tendo em conta que não foi assinalada nenhuma infracção no momento anterior, aqui ficou por marcar uma grande penalidade. Slimani não simulou, mas foi subtilmente empurrado pelo adversário, que ainda esticou o braço para o desviar da jogada, com intencionalidade.»

 

64 minutos: Fábio Cardoso comete falta sobre Slimani?

Jorge Coroado: «Fábio Cardoso impede Slimani de prosseguir com ambos os braços. A falta começa fora da área, mas termina no seu interior. Penálti, pelo critério dos 78' [marcação de grande penalidade contra o Sporting].»

Pedro Henriques: «Fábio Cardoso, com ambas as mãos, impede a progressão de Slimani à entrada da área. Infracção para livre directo e amarelo por corte de ataque prometedor.»

José Leirós: «Mais uma falta não punida e, neste caso, o impedimento a Slimani começa e acaba fora da área, apesar de o jogador cair dentro da mesma. Era livre directo fora da área.»

 

Apreciação global.

Jorge Coroado: «Além dos lances analisados, o que ressaltou foi a ausência de critério e alguma complacência do árbitro com a perda de tempo pacense

Pedro Henriques: «A arbitragem foi irregular, em virtude das inúmeras tomadas de decisão menos assertivas nos planos técnico e disciplinar.»

José Leirós: «Manuel Oliveira não teve uma arbitragem bem conseguida, quer no capítulo técnico quer no disciplinar. Os seus auxiliares erraram na lei do fora de jogo.»


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22 Ago 15
Ser ou não ser mau
Edmundo Gonçalves

A dúvida é legítima.

Assistindo a todos os jogos em casa e vendo a maior parte deles fora, na tv, vê-se um denominador comum em todos eles:

A falta de jeito dos apitadores.

Mas serão eles só maus? Ou são maus só quando querem?

Este de hoje, por exemplo: marcou um penalti contra nós que existe mesmo. Pode concluir-se que é um bom árbitro.

Pois, mas não marcou um claro e outro menos claro a nosso favor. O que faz dele um árbitro mau.

Ah! e mostrou o primeiro cartão amarelo à equipa contrária aos 81 minutos. Fabuloso! O que faz dele um árbitro habilidoso.

Este rapaz com nome de realizador produziu um belo filme, hoje à tarde. Habilidoso quanto baste, tratou de resolver o problema atacante do Paços de Ferreira, que defendeu muito bem, sem atropelo das leis do jogo, segundo este... senhor.

Fazendo parte duma fornada de jovens árbitros conotados com o Benfica, é já merecedor dos maiores encómios. Produz já os resultados previstos pela estrutura.

 

É certo que não jogámos "nada", mas não há lei nenhuma no mundo que proíba os jogos de acabar a 1-0...


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O chamado habilidoso
Antonio Figueira

O penálti foi penálti - e o resto? O Slimani viu um amarelo ainda na primeira parte porque lhe terão dado um toque no salto e protestou; no princípio da segunda, puxam-lhe a camisola (não terão puxado, puxaram), mas aí não houve cartão. O primeiro caso é duvidoso, decidido para um lado; o segundo não é, decidido para o mesmo lado.O Paços acaba a 11, os amarelos só começam depois do penálti. São dois pontos, o filme é conhecido. Um jovem chamado Manuel de Oliveira, como se sabe, tem uma longa margem de progressão à sua frente.


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20 Ago 15
A têmpora do Morais
José Navarro de Andrade

Esta vai ser a pior época de sempre. A razão é simples: estamos muito mais fortes e horrivelmente ambiciosos. Isto implica, então, que o atrito provocado pelo Sporting seja maior, logo, que a inércia contra nós se torne mais rígida. Para contrariar o Sporting, o sistema não precisa de se mexer, pelo contrário, precisa de não mexer nada, nem em nada.

Os resultados são ilusórios, ou melhor, proporcionam a ilusão de que basta ser melhor – cada vez melhor – em campo para chegar à vitória. Mas é ver os três últimos jogos oficiais do Sporting para perceber que nos estão guardadas patifarias iguais às dos anos passados, mas a dobrar ou triplicar, consoante as necessidades.

Na final da Taça o árbitro cedeu ao calor e permitiu que o Sporting empatasse um jogo em que, até aí, ele colaborara activamente, expulsando um defesa num lance em que poderia não marcar penalti e fazendo vista grossa ao espancamento de Nani. Resultado: Marco Ferreira está hoje a contemplar nostalgicamente o oceano, carimbando cheques no Funchal. Na final da Supertaça o irremediável Sousa – injustamente acusado de ser o melhor árbitro português, já que há outros tão maus como ele – ainda tentou conter o fluxo do Sporting anulando um golo limpinho, limpinho. Em Tarouca, só por inépcia da estreante defesa da casa o desfecho não foi arrumado com um empate à mão.

Os seis ou sete primeiros jogos do campeonato são absolutamente decisivos. Basta fazer as contas e ver o histórico. Por isso vamos ser brindados com as decisões mais velhacas e arbitrárias – deve vir daí o nome de “árbitro” – dos últimos tempos. A curiosidade está apenas em saber qual será o nível de grosseria e de desvergonha admitido; por ele se medirá o grau de animosidade contra o Sporting.

Há uma velha tradição de os desafios contra o Paços de Ferreira serem enfeitados com apitadores amigos do burlesco e da burla. Sábado veremos.

Assim vos digo: esta vai ser a pior época de sempre, talvez a mais irritante e lastimável – apertem os cintos.


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Venha o sorteio
Pedro Correia

Com Vítor Pereira a comandar os destinos da arbitragem portuguesa, as decisões assemelham-se cada vez mais a uma roleta. O que só vem dar argumentos aos defensores do sorteio para as nomeações.

E é mesmo a lógica da roleta que parece presidir às decisões do ainda presidente da arbitragem. Só isto explica que Carlos Xistra, Tiago Martins e Fábio Veríssimo - os árbitros que tinham sido escolhidos na primeira jornada do campeonato para apitar os jogos do Sporting, do Benfica e do FCP - fiquem agora excluídos da segunda ronda.

É um merecido castigo para as lamentáveis actuações do veterano Xistra, que validou um golo manifestamente ilegal ao Tondela contra o Sporting, e do estreante Martins, que perdoou um escandaloso penálti cometido por Luisão quando iam decorridos apenas dez minutos do jogo do Benfica frente ao Estoril.

E é também uma confissão implícita, por parte de Vítor Pereira, que as suas escolhas foram erradas. Neste aspecto o campeonato mais uma vez começou com o pé esquerdo...

Venha o sorteio. Nada pode ser pior que isto.


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