12 Ago 17

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Gostei

 

Dos três pontos conquistados esta noite em Alvalade.  Vitória sofrida mas mais que merecida da nossa equipa nesta estreia em casa, por 1-0, frente ao V. Setúbal. O golo tangencial, marcado por Bas Dost a quatro minutos do fim, foi recebido no estádio com um imenso suspiro de alívio. O essencial estava conseguido: outra etapa superada, continuamos na frente.

 

Do segundo jogo consecutivo sem sofrermos golos. Nem na Vila das Aves, há uma semana, nem desta vez em Alvalade: o nosso reduto defensivo parece ser a componente da equipa que mais melhorou em comparação com a última época. Mudança crucial: nenhum clube conquista o título sem uma defesa sólida.

 

Dos primeiros 20 minutos, de alta rotação leonina. Verdadeira entrada de Leão, com intensa pressão do Sporting sobre o V. Setúbal, que permaneceu confinado ao seu meio-campo. Com Piccini e Gelson Martins pela direita, Acuña à esquerda e Podence entre o eixo e a ala direita, em constantes trocas posicionais, construímos pelo menos três lances que poderiam ter dado golo: aos 2' (Dost permitiu defesa), 7' (Acuña rematou ao lado) e 8' (Gelson atirou sobre a baliza).

 

De Bas Dost. Podia ter marcado muito mais cedo. Logo aos 2', após soberbo cruzamento de Podence. E de cabeça aos 54', na sequência de um canto, quando se elevou bem mas permitiu a defesa do guardião sadino. Mas nunca desistiu. Foi ele que sofreu o penálti e marcou o respectivo castigo, levando o Sporting à vitória, aos 86'. Golo inaugural do holandês neste campeonato. O primeiro de muitos, assim esperamos.

 

De Acuña. Continua a dar boas provas, conquistando os adeptos. Hoje voltou a fazer uma exibição muito positiva, sobretudo nos lances de bola parada, que saem quase sempre com perigo dos seus pés. Só lhe faltou acertar mais a pontaria na hora de rematar à baliza.

 

De Mathieu. Partida perfeita do internacional francês, que se afirma como um valor seguro no nosso eixo defensivo. Ao ponto de parecer já que faz parceria há longo tempo com Coates, seu companheiro naquela zona do terreno. Confiante, veloz, jogando sempre de cabeça levantada, transportou bem a bola a partir da defesa, abriu linhas de passe no momento ofensivo e nunca deixou desguarnecido o seu reduto, fazendo cortes oportunos aos 42', 67' e 78'. E aos 63' quase marcou, num pontapé acrobático, à ponta de lança. Voto nele para melhor em campo.

 

Do nosso banco. Ao contrário do que sucedeu há um ano, desta vez temos mesmo reforços. E a equipa não quebra o rendimento no momento de ocorrerem as substituições, como ficou bem patente neste jogo, sobretudo quando Jorge Jesus mandou trocar Podence por Doumbia e Adrien por Bruno Fernandes. Sem quebra de qualidade.

 

Do excelente ambiente no estádio. Éramos 42.215 em Alvalade, quase todos a puxar pelo Sporting. Atmosfera festiva de um sportinguismo sempre renovado, sem desfalecimentos, época após época. Nunca deixamos de acreditar na nossa equipa.

 

 

Não gostei

 

Do 0-0 ao intervalo. Tantas oportunidades desperdiçadas começavam a exasperar os espectadores. Ao ponto de alguns jogadores, como Jonathan Silva, começarem a ser assobiados por alegada lentidão de processos em campo. Não havia necessidade de tanto sofrimento. E os assobios eram dispensáveis.

 

Que o empate a zero só fosse quebrado a quatro minutos do fim. Ao contrário da jornada anterior, em que o golo surgiu cedo, desta vez a espera foi muito mais longa. Alguns adeptos já desesperavam.

 

Das oportunidades de golo desperdiçadas. Bas Dost (2' e 54'), Acuña (7' e 22'), Gelson Martins (22'), Adrien (46'), Mathieu (63') e Doumbia (66', 68' e 77'). Em alta competição não pode haver tanto desperdício.

 

Do abuso das acções ofensivas pela ala direita. Durante quase uma hora, a construção iniciava-se sempre da mesma maneira: passe de Rui Patrício para Piccini, o lateral direito a transportar a bola e a endossá-la a Gelson Martins, esperando toda a equipa que o médio-ala desequilibrasse com classe e centrasse com perigo. Tudo demasiado previsível e relativamente fácil de anular.

 

Do jogo inofensivo do V. Setúbal. A equipa treinada por José Couceiro apenas se preocupou em defender, colocando quase sempre todos os jogadores atrás da linha da bola. E não fez um ataque bem construído do princípio ao fim da partida.

 

Da ausência de William Carvalho. O nosso médio defensivo nem no banco se sentou: viu o jogo da bancada. Não para ser poupado para o jogo de terça frente ao Steaua de Bucareste, pois estará fora dessa partida para cumprir um castigo. Esta opção de Jesus indicia que William estará prestes a sair para o campeonato inglês. O Sporting vai ressentir-se: ele foi até agora um pilar indiscutível da nossa equipa.

 

Foto minha, tirada esta noite em Alvalade


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14 comentários:
De rui encarnação a 12 de Agosto de 2017 às 02:52
boas caro Pedro...
subscrevo toda a tua análise.
em relação ao último tópico ainda tenho uma ligeira fé que mesmo a confirmar se a saída de William Carvalho nunca será pelos valores que muitos jornais desportivos dizem... 30 Meur levará sempre a SPORTING S.A.D. a ponderar se realmente é um bom negócio...ainda por cima sabendo da importância que o jogador têm actualmente na equipa...Há que esperar mais até ao fecho da janela de transferências que é quando se realiza os bons negócios (digo eu)... acredito que William é profissional e estará de corpo e alma caso permaneça no plantel.
Eu pessoalmente gostaria que ficasse porque tem qualidades únicas e é há muito pedra basilar do nosso meio campo... embora reconheça que por vezes seja difícil gerir estes processos, faço confiança total em Bruno de Carvalho.
Qual a tua opinião Pedro?


De Pedro Correia a 12 de Agosto de 2017 às 09:41
Viva, Rui. A minha opinião é esta: William Carvalho é o jogador mais difícil de substituir. E aquele que tem mais influência no desempenho da equipa. Hoje estará entre os dez melhores médios defensivos europeus. Joga quase de olhos fechados. Dizem que é "lento". Mas é um falso lento: ele controla como ninguém o tempo do processo de decisão. Não perde uma bola em lances disputados e nenhum adversário consegue roubar-lha - como bem se viu no jogo contra o Mónaco da pré-temporada e na partida frente ao Chile na Taça das Confederações, só para citar dois exemplos.
É muito bom no momento defensivo, patrulhando uma área muito vasta, e é ainda melhor no momento ofensivo, ao desenhar linhas de passe que por vezes só ele vislumbra e ao colocar com precisão de relojoeiro a bola nos pés dos companheiros com inegável classe, sobretudo na meia distância ou na distância longa.
Não é um transportador da bola: é um artista do passe. Os primeiros são os que cativam com mais facilidade as bancadas de Alvalade. Mas os segundos, quando atingem o patamar de William, têm um grau de eficácia muito superior no futebol moderno.
Vai fazer-nos muita falta. Dos que ficam, apenas Palhinha tem características que podem assemelhar-se. Refiro-me ao João Palhinha. Mas Palhinha, comparado com o colega prestes a rumar a Inglaterra, é ainda apenas um projecto de jogador. Falta-lhe aprimorar muitos processos. E falta-lhe sobretudo ganhar confiança no seu talento - espécie de diamante por lapidar.

P. S. - Também eu tenho confiança nos méritos negociais de Bruno de Carvalho. Acredito, portanto, que o nosso campeão europeu sairá por mais de 30 milhões de euros. Acredito aliás que só sairá num cenário desses.


De Anónimo a 12 de Agosto de 2017 às 10:35
A fazer-se o negócio, não menos que 35M porque recusando neste valor teriamos de lhe dar 5M. Ideal seria incluir 15% sobre mais valia porque de certeza será revendido na premier league por valores acima dos 60M.

Quanto às qualidades, talvez a minha certeza que ele irá sair condicone, o WC em relação ao Bataglia, começo a gostar mais do 2°.
1- WC tem melhor qualidade de passe, no entanto quando o adversário coloca o PL em cima dele, WC perde muito dessa capacidade, quando joga com o Adrien já sabe onde soltar a bola, quando jogou com Elias via-se muitas vezes a reclamar por não lhe dar linha de passe.
2- WC defensivamente quando não é perto da sua área de acção, demora a chegar ao adversário e perdemos na pressão que nestes anos tem sido feita por Adrien. Neste jogo tivemos Acuna, Gelson, Podence e Battaglia, daí o sufoco ao Setúbal.
3- WC tem pouca intensidade no ataque

Battaglia falha só no 1° ponto se assim não fosse seria dos melhores 6, porque dá mais profundidade no jogo com aquelas arrancadas, é mais cão de caça no momento de defender ( muito do sufoco ao Setúbal foi responsabilidade dele ) e por fim tem mais chegada na área e potência de remate.

Dito isto, se WC ficar óptimo, caso contrário temos bom substituto.

O que preferia era, a vender que fosse o Adrien por 30M que temos lá o Bruno Fernandes, mas cheira-me que o West Ham vai levar WC.


De Pedro Correia a 12 de Agosto de 2017 às 10:43
Também me chateia, mas negócio é negócio e prefiro um jogador transferido por bom preço do que arrastando-se contrariado em campo durante uma época inteira.
Digamos que William já devolveu ao Sporting tudo quanto o Sporting investiu nele durante os longos anos da formação. Merecia ter saído já campeão mas não foi por ele que esta meta ficou por cumprir.
Haveremos de ouvir falar muito dele, tanto ao nível de clubes como da nossa selecção.

Se Adrien sair também é inevitável que a equipa se ressinta destas duas ausências em simultâneo, por maiores que sejam os méritos de Battaglia e Bruno Fernandes.
A propósito: Battglia tem de acautelar os níveis de intensidade que põe nas disputas de bola. Com as frequentes arbitragens manhosas, à portuguesa, isso coloca-o na primeira linha dos cartões, com prejuízo para a equipa.


De Jorge Sousa a 12 de Agosto de 2017 às 10:47
O essencial foi mais uma vez atingido, a vitória! E são também de vitórias destas que se fazem os campeões! Continuo a não entender porque é que em jogos destes não se remata mais de fora da área. .. Dw quem gostei mais? Mathieu e Battaglia.


De Pedro Correia a 12 de Agosto de 2017 às 10:51
Meu caro, percebo a sua dúvida. Mas o Setúbal estava todo acantonado na defesa. Rematar de fora da área seria desperdiçar o lance numa floresta de pernas. Por acaso até temos bons jogadores no remate a meia-distância: Acuña, Adrien, Bruno Fernandes, Bruno César... (já sem falar do Ruiz, que está a começar tão mal esta época como começou a época anterior).


De O Cid a 12 de Agosto de 2017 às 12:45
É mesmo, Jorge Sousa. São destas vitórias que se fazem os campeões. Haver sempre um tonel salvador.
Quando se pensa que o barril está vazio, haja fé que deita sempre a última gota.
De resto, mereceram a vitória.


De Jorge Sousa a 12 de Agosto de 2017 às 10:58
Como o Pedro refere e bem abusou-se do jogo pelo corredor direito, demasiado previsível. Há que variar o ataque, atacar também pela esquerda, rematar de foea da área, tentar passes de rutura para os mais velozes do ataque , Podence, Gelson e Dombia. Venha agora o Steaua!


De Pedro Correia a 12 de Agosto de 2017 às 11:12
Terça-feira muitos de nós lá estaremos a apoiar a equipa. Falta aprimorar automatismos e rotinas de jogo, claro, mas temos condições para arrumar a eliminatória em Alvalade. Sobretudo porque os romenos, ao que rezam as crónicas, têm uma defesa muito débil.


De JG a 12 de Agosto de 2017 às 11:09
O Sporting abafou o Setúbal sem William Carvalho na equipa. Mas, para o intenso domínio territorial contribuiu, em muito, a atitude propositada de Couceiro de encurtar o campo e esperar antes da linha de meio-campo. Porque razão fez WC tanta falta. A resposta parece-me simples. Com William o Sporting adquire uma capacidade ímpar para colocar a bola à distância com uma precisão total. William é o único jogador em Portugal - e um dos raros em todo o mundo - que com dois toques recupera a bola e a coloca a trinta metros com uma amigável suavidade. Varia como ninguém o centro do jogo, um tipo de discurso que no tempo do Gabriel Alves quereria dizer que ele tem uma visão periférica do espaço à sua frente. É por isso que lhe chamam lento, porque faz tudo muito mais depressa do que os seus cérebros podem perceber. Há uma sensação de leveza e facilidade que é apercebida como "lentidão". Há quem prefira o Danilo e o Fejsa e entre nós quem comece a preferir o Bataglia.
Bataglia, que o anónimo que comentou, já prefere a William não tem nada disso. Ele não passa a bola, vai lá levá-la. É um transportador, incansável. Bataglia conduz a um tipo de jogo diferente do de William. Há uma diferença colossal entre o futebol do Sporting com William e com Bataglia. Essa diferença vale muito mais do que trinta milhões: não tem preço.
Bataglia dá o corpo ao manifesto, mete o pé, a cabeça, o corpo todo. Tem uma energia infinita e uma capacidade para gerir as operações diminuta. É um bom jogador, mas nunca será um jogador como William. No Sporting o único que se aproxima é Palhinha. Menos ofensivo que Bataglia, controla muito bem a cabeça da área, e tem uma simplicidade de processos na parte construtiva. Mas na capacidade técnica, no passe longo, na rapidez com que decide a quem passar, fica a milhas de William.
William, como dizia Eric Dier quando chegou ao Tottenham, é o melhor jogador da Liga Portuguesa. Quantos milhões vale um jogador assim?

Vender Adrien era um mal menor. Bruno Fernandes é muito bom. Vender William é um risco sério e adivinha-se uma época cheia de contratempos. Mas a venda de William será inevitável, porque comprar um jogador destes por 30-35 milhões é não só um upgrade desportivo, como a garantia de uma revenda com um lucro relevante.


De Pedro Correia a 12 de Agosto de 2017 às 11:19
Revejo-me por completo na sua reflexão. E não entendo todo este entusiasmo que já vou percebendo pela troca de William por Battaglia - sobretudo se Adrien marchar também.
Quem não percebeu que grande parte de tudo quanto o Sporting fez de bom nas últimas quatro épocas resultou desta grande dupla formada por William e Adrien não percebeu nada.
Concordo também que Adrien é mais fácil de substituir. William tem características únicas que o tornam quase insubstituível - como Fernando Santos, de resto, percebeu em tempo útil na selecção nacional.
William é aquilo que designo por falso lento - atributo de alguns dos melhores futebolistas de sempre. Quantas vezes Pirlo, por exemplo, foi criticado por ser "lento" e "correr pouco"? Ou o brasileiro Sócrates?
Visão de jogo, antecipação sagaz da manobra adversária, colocação milimétrica da bola à distância, capacidade de variação de flancos, habilidade natural para recuperar e reter a bola: William oferece tudo isto em doses generosas.
Vamos ter imensas saudades dele. Eu já tenho.


De JG a 12 de Agosto de 2017 às 12:02
Também eu.


De Orlando a 12 de Agosto de 2017 às 13:30
Pedro, genericamente gostei muito da postura da nossa equipa, particularmente na primeira parte, na qual jogámos com uma intensidade e velocidade incríveis. Com o decorrer do jogo, a intensidade e ritmo baixaram um pouco o que é perfeitamente natural, porque nenhuma equipa aguenta jogar durante 90 minutos com a alta rotação que a nossa equipa jogou principalmente na primeira meia hora de jogo.
Contudo, a equipa falhou no capítulo da finalização, aspeto que precisa de ser melhorado, sem esquecer que se torna muito complicado marcar frente a uma equipa que faz do anti jogo a sua arma principal, renunciando completamente ao ataque, e tentando queimar o máximo de tempo possível, com a intenção de também quebrar o ritmo de jogo. Verdade seja dita que nas pouquíssimas tentativas de ataque da equipa setubalense, a nossa defesa não lhes deu a mínima hipótese, demonstrando uma solidez e segurança, das quais confesso, já tinha saudades de observar no nosso bloco defensivo.
Numa análise muito rápida, parece que os reforços ( particularmente aqueles mais utilizados até ao momento), estão a corresponder às expetativas, dando a sensação que são de facto verdadeiros reforços.
Agora há que continuar neste registo, e afinar a pontaria.
SL.


De Jorge Sousa a 12 de Agosto de 2017 às 14:16
Caro Cid, nos últimos anos o que mais houve foi vassalagens de equipas e jogadores à equipa do regime....


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