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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória na Luz. A primeira vez que ganhamos no reduto benfiquista para o campeonato desde 2006. E por números concludentes: três golos sem resposta.

 

De estar a ganhar já aos 9 minutos. Começámos cedo a construir a vitória. E a arrasar psicologicamente a equipa adversária.

 

De alinhar com seis portugueses no onze titular.  Rui Patrício, João Pereira, Paulo Oliveira, William Carvalho, Adrien e João Mário deram boa conta do recado. Quem disse que Jorge Jesus não apostava em jogadores nacionais?

 

De Teo Gutiérrez. Parece ter um gosto muito especial em marcar ao Benfica. Já o tinha feito na Supertaça, a 9 de Agosto, e hoje abriu caminho à vitória do Sporting, que vergou a equipa encarnada na Luz.

 

De Slimani. Soma e segue: mais um golo no seu currículo. O melhor deste encontro: aos 21', de cabeça, na sequência de um grande centro de Jefferson. Livre de marcação, ao segundo poste, o argelino não perdoou. Esteve quase a marcar novamente aos 36', com um remate forte e bem colocado, para defesa difícil do guardião encarnado que originou a recarga bem-sucedida de Bryan Ruiz - e o terceiro golo do Sporting.

 

De Bryan Ruiz. A melhor exibição do costarriquenho desde que chegou ao Sporting. Coroada merecidamente com o terceiro golo leonino, aos 36', aproveitando muito bem o ressalto de uma bola após defesa incompleta de Júlio Cesar. O seu golo de estreia ao serviço da nossa equipa.

 

De João Mário. Boa parte do êxito do Sporting tem a ver com o desempenho deste jovem médio, que Jesus voltou a colocar na posição em que mais rende: junto à ala direita, como falso extremo, apoiando o ataque com sucessivas incursões para o eixo do terreno. Pondo a render a sua qualidade técnica, manteve a defesa encarnada continuamente em sentido com estes movimentos rápidos. Para mim foi o melhor em campo.

 

De William Carvalho. Foi o gigante do costume. Pareceu um dique a travar os adversários, reduzindo Jonas à insignificância. Impressionante, a forma como galga largos metros de terreno sempre com a bola controlada e clara intenção atacante, alargando a todo o momento a nossa manobra ofensiva.

 

De Adrien. Assistência soberba para o golo de Teo, aos 9', com um passe de ruptura que apanhou toda a defensiva encarnada em contrapé. Recuperou bolas e ordenou o nosso jogo a meio-campo com a categoria habitual.

 

De Jefferson. Cruzou com perfeição para a cabeça de Slimani no lance em que nasceu o segundo golo leinino, aos 22'. Aos 57', esteve quase a marcar: a bola rasou o poste. Bom também na cobertura defensiva.

 

Do nosso meio-campo. Grande qualidade de recepção, recuperação e circulação da bola. Foi com a excelente organização desta zona do terreno, muito bem povoada sobretudo no eixo central, que Jesus levou a equipa do Sporting a assumir uma clara supremacia táctica sobre os onze jogadores de Rui Vitória.

 

Da nossa produção goleadora. Dezassete golos marcados nos últimos quatro jogos. À média de mais de quatro por desafio.

 

Que não tivéssemos sofrido qualquer golo. Têm sido raros os jogos em que mantemos as nossas redes invictas. Este foi um deles.

 

Que Bruno de Carvalho tivesse comparecido na Luz. Fez bem em contrariar os lampiões e as melancias que o acusavam de "falta de coragem".

 

Que tenhamos mais oito pontos que o Benfica à oitava jornada. Somos cada vez mais candidatos ao título.

 

 

Não gostei

 

Do Benfica. Ao longo de todo o jogo teve só uma oportunidade de golo, iam decorridos 68 minutos.

 

Dos adeptos benfiquistas. Durante todo o jogo brindaram Jorge Jesus com as máximas expressões de "carinho" de que foram capazes. Já esquecidos de que foi o treinador que os conduziu à conquista de três campeonatos.

 

De Luisão. Aquele inqualificável atraso ao guarda-redes esteve a milímetros de transformar-se no quarto golo do Sporting e no maior autogolo da temporada. Júlio César salvou-o da humilhação.

 

De Samaris. O médio grego do Benfica pode agradecer aos céus (e ao árbitro Carlos Xistra) o facto de ter permanecido em campo após uma falta clamorosa que lhe devia ter valido o segundo cartão amarelo.

 

De Jonas. Alguém o viu em campo?

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