15 Mai 14

O que disseram os três diários desportivos sobre a actuação de ontem, em Turim, de dois jogadores pré-seleccionados por Paulo Bento para o Mundial do Brasil:

 

André Gomes

A Bola: «Ligou o complicómetro - Esteve longe de uma noite perfeita, tendo complicado lances que pareciam fáceis de resolver. Falhou muitos passes e foi ao quebrar aquele sector que o Sevilha começou a acreditar que seria possível o sonho. Pareceu demasiado nervoso e demasiado preocupado em anular Rakitic, o que quase nunca conseguiu com sucesso.»

Record: «Faltou-lhe dinâmica num jogo onde esse era um padrão imprescindível. Pouco eficaz nas transições e falta de agressividade numa zona que pedia espírito de combate.»

O Jogo: «Faltou-lhe andamento e frescura física para travar Rakitic e dar outra rotação ao meio-campo. Encostou-se muito aos centrais, cavando um fosso entre a primeira cortina das águias, constituída por Lima e Rodrigo, e a sua, que vinha logo a seguir. Subiu ligeiramente na fase final do desafio, mas sem nunca atingir o patamar desejável. Aliás, como foi visível em dois remates disparatados.»

Ivan Cavaleiro

A Bola: «Entrou para ver a festa - Limitou-se a ver, cabisbaixo, a festa do Sevilha e de Beto e companhia.»

Record: «Sem tempo nem espaço para fazer a diferença.»

O Jogo: «Sem tempo para se mostrar.»


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14 comentários:
De André Salgado a 16 de Maio de 2014 às 04:02
Pedro, cuidado com a demagogia.

Se o jogo (reconhecidamente) menos conseguido do André Gomes em Turim servir para apoucar a sua pré-convocatória, então, em coerência, o que dizer da paupérrima prestação do meio-campo do Sporting (desta vez nem o William Carvalho escapou) no último jogo com o Estoril-Praia. Diria, pela mesma bitola, que nenhum dos médios do Sporting mostrou categoria para ir ao mundial?

Da mesma forma, se o argumento para desqualificar o Ivan Cavaleiro é os poucos minutos que jogou numa final europeia, como justificar, então, o pedido de convocatória do Carlos Mané, quando o miúdo tem sido suplente do Carrillo nos últimos jogos do Sporting - e para alguém ser suplente do Carrillo, das três uma: ou o treinador é burro, ou acha que o miúdo ainda não tem estofo para ser titular (e a concorrência é o Carrillo e não um Markovic, um Gaitán ou um Salvio), ou nem se qualificaria para a selecção do INATEL.

Tal como também seria difícil de entender o entusiasmo com a chamada do João Mário. Até Janeiro não servia, aparentemente, para o plantel do Sporting (estava encalhado na equipa B, tapado no quadro principal por "craques" como Gerson Magrão e Vítor) e foi preciso uma dispensa para que começasse a jogar regularmente numa equipa de meio da tabela da liga portuguesa. Com 3 ou 4 meses de Setúbal já é jogador de selecção AA para ir a um mundial? Ou a coerência varia consoante a cor do emblema?


De Pedro Correia a 16 de Maio de 2014 às 11:01
Caro André:

Percebe-se que está ainda sob a ressaca desta final perdida. Caso contrário os seus argumentos seriam certamente menos fáceis de refutar.
Vamos a eles:

1. Não faz qualquer sentido comparar um jogo 'a feijões' com o Estoril, só para cumprir calendário, com uma final europeia. Os níveis de motivação (e de poupança física, até para evitar lesões que comprometam a ida ao Mundial) são totalmente diferentes. Pode comparar, isso sim, com a entrada em campo de William no decisivo embate contra a Suécia que nos permitiu carimbar o passaporte para o Mundial.
2. Não sou eu que desvalorizo o Cavaleiro: é o treinador. Num jogo tão importante, com o Benfica afectado por várias lesões - antes e durante o desafio - nem assim Jorge Jesus fez entrar o rapaz em campo. Só apostou nele, pelo visto, para a marcação de penáltis - e nem aí ele participou.
3. Nunca me viu defender a entrada do Carlos Mané na selecção A. Seria prematura, a meu ver. Já joga, e bem, nos sub-21. De momento é o segmento apropriado para ele ao nível das selecções. Como devia ser para Cavaleiro.
4. A convocação de João Mário é critério discutível do seleccionador. Tanto mais discutível quanto ocorre em simultâneo com a exclusão de Adrien, um jogador mais completo no plano técnico, físico e sobretudo táctico. JM, que tem muitas qualidades e será certamente jogador de selecção A no futuro, está pré-seleccionado aparentemente só como provocação suplementar ao Sporting. Uma provocação desnecessária e que não fica bem ao seleccionador. Aliás, para deixar cair já na etapa seguinte, como se verá.


De André Salgado a 16 de Maio de 2014 às 13:38
Meu caro Pedro… eu levo já demasiados anos a ver futebol, e com 5 finais europeias perdidas pelo meu clube no currículo (contra, presumo, uma do Pedro pelo seu, no que não sei qual de nós possa reclamar vantagem por isso…), para que as minhas opiniões sejam sustentadas por ressacas de vitórias ou derrotas.

Eu não julgo a qualidade de um jogador, pela positiva ou pela negativa, por um único jogo, seja ele a feijões ou uma final europeia. É precisamente esse o meu ponto, não me rever nesse tipo de argumento que o Pedro procurou explorar.

O André Gomes não jogou bem em Turim, da mesma forma que já tinha jogado bem noutros jogos importantes - ainda que poucos - em que foi chamado, quer na Liga Europa, quer, por exemplo contra o Porto. Pode faltar-lhe ainda um pouco de intensidade, que ganhará com mais estaleca. E fez-lhe muita falta a tutela do Enzo ao seu lado, pormenores que por vezes são muito importantes - veja-se como o Adrien andou aos papéis na Luz para o campeonato, parecendo um jogador vulgaríssimo, quando lhe faltou o apoio do William Carvalho. Mas estamos a falar de um miúdo de 20 anos e a qualidade é inegável e está lá.

Também não seria por causa dos 15 minutos que o William Carvalho jogou contra a Suécia, quando a ordem era defender e fé em deus, que eu julgo o seu valor - um tal de Fokobo também entrou a 10 minutos do fim de um Sporting-Porto, aguentando-se muito bem à bomboca, e ninguém (acho que nem mesmo os sportinguistas) sabe o que é feito dele. Julgando a actual temporada, o meio-campo do Sporting tem, em meu entender, um jogador a quem eu daria a titularidade de caras na selecção, o William Carvalho, um jogador que não me escandalizaria que fosse ao mundial (ainda que não lhe veja espaço nem qualidade para ser mais que um suplente do Moutinho, a quem é muito inferior), o Adrien, e um jogador que só por piada se pode imaginar na selecção, o André Martins - que é uma espécie de Litos do século XXI, versão feira de Carcavelos: bons pés mas nenhuma consistência, tratado aos 25 anos com a condescendência que se dá a um miúdo de 20 e que aos 30 ainda estará a ser visto como uma eterna promessa.

Eu olho para um Mané e um João Mário, como olho para um André Gomes e um Cavaleiro, e vejo 4 jovens de muita qualidade. Como o têm demonstrado nos sub-21, que é, por excelência, o campo de recrutamento para valores futuros da selecção A (e a razão dessa categoria existir) e também a razão pela qual o Paulo Bento os vai chamando, independentemente do número de minutos a mais ou a menos que jogam pelos seus clubes. De outro modo, sendo as coisas como são e não como se idealizaria que fossem, como se ia renovando a selecção? Não caio é no maniqueísmo de sublimar o valor de uns, por serem do meu clube, e fazer campanha até à náusea pela desqualificação do valor de outros, por serem do clube rival. Esse maniqueísmo é, aliás, uma das razões pelas quais desde muito novo perdi um interesse legítimo pela selecção (algo que só o Scolari teve a inteligência e a intuição de saber recuperar), por ser uma projecção dessa mesquinhez dos clubezinhos e dos jogadores que são "nossos" e que são "deles".

Saudações desportivas.


De Pedro Correia a 17 de Maio de 2014 às 00:03
Meu caro, procuro sempre evitar o maniqueísmo - e não apenas no futebol. Por uma questão de formação cívica, desde logo. E porque sei que quem o pratica perde com demasiada frequência em razão.

Também por isso apenas critiquei o seleccionador pela exclusão de Adrien. Nem sequer pela de Cédric pois o lugar de lateral direito na selecção está naturalmente tapado pelo João Pereira e admito que seja preferível convocar um lateral que dê maiores garantias de polivalência, podendo jogar em ambas as alas.
Ora Adrien tem mais tempo de jogo do que Gomes, Almeida e Cavaleiro juntos. Mais e melhor, como toda a crítica desportiva acentuou ao longo da época.

Que Tiago fique de fora porque entendeu renunciar à selecção, compreende-se.
Que Ricardo Carvalho não seja autorizado a regressar por ter tomado a iniciativa de virar as costas, aceita-se.
Que Danny fique fora dos convocados porque terá simulado uma lesão antes de um jogo da selecção para logo a seguir alinhar como titular no campeonato russo sem problema algum, admite-se.
Que Adrien seja excluído da lista dos pré-seleccionados - repito: dos pré-seleccionados - é algo que não compreendemos nem aceitamos sem o protesto que se impõe.
Porque não se pode pretender o nosso aplauso antecipado para a campanha do Mundial quando decisões deste género são tomadas sem uma só palavra de justificação aos adeptos, bastando o 'magister dixit'.
Não alinho nisso. Nem sequer no futebol.

Saudações desportivas, com votos de um bom jogo no domingo. Para que possa prestigiar o futebol português.


De migas a 16 de Maio de 2014 às 09:33
E que dizer do Amorim? Foi o pior da nata dos portugueses a jogar em Portugal. Nas recuperações não se viu e fugia da bola quando esta estava na posse do benfica. Uma miséria.

André Salgado,

Fala em coerência, e no entanto a sua baseia-se em comparar o seguinte:
- um mau jogo entre 3 ou 4 realizados (andré gomes) e um mau jogo entre 30 ou mais (William)?
- a condição de suplente de um tipo (cavaleiro) que só lá está porque faltaram 4 jogadores e outro que está lá sempre, entra sempre a mais de 3 minutos do fim, e isto quando não é titular (Mané)?


De André Salgado a 16 de Maio de 2014 às 14:06
migas,

Deve ter-me percebido mal e perceberá melhor pela resposta que dei ao Pedro. Eu tenho uma paixão assolapada pelo William Carvalho, talvez o único jogador do Sporting que gostaria de ver no meu clube.

Parte de um erro de base muito comum, o de considerar que os plantéis de Sporting e Benfica são iguais. Por muito que lhe possa custar, não são. A concorrência do Mané é o Carrillo, o Capel (que é mais raça do que futebol), o Wilson Eduardo e o Heldon. A concorrência do Cavaleiro é o Salvio, o Markovic, o Gaitan. Se o Mané fosse jogador do Benfica estaria na mesma posição do Cavaleiro: por enquanto, poucos minutos. Se o Cavaleiro fosse jogador do Sporting, arriscava-se muito seriamente a ser titularíssimo - se o Wilson Eduardo o foi durante grande parte da temporada o céu é o limite.


De Pescador de pérolas a 16 de Maio de 2014 às 15:20
Uma outra maneira de se ser anti-benfiquista:

«Sem que o tivéssemos podido alguma vez suspeitar, Cole Porter interessava-se pelo Benfica. E muito…

Conhecida a flexibilidade com que o autor de “Begin the Beguine” geria as suas relações amorosas, muitas vezes nos interrogámos acerca da origem e da natureza desse Amor que tanto perfuma as suas canções.

Seria um Ele…? Seria uma Ela…? Seria um qualquer Ideal imaterial e assexuado…?

Pois bem, uma equipa de investigadores do Departamento de Musicologia da Universidade de Nashville, nos Estados Unidos, acaba de nos trazer a surpreendente resposta: muitas dessas magníficas canções de Porter foram dedicadas…… ao Benfica!

Na verdade e à época, eram já de há muito badaladas nos Estados Unidos as frequentes escapadelas de Porter a Lisboa, e a “beautifull people” de Park Avenue e de Beverly Hills comentava até, à boca calada, que era um garanhão do Alto de Pina quem andava a tratar dele…

Nada mais falso, descobriu-se agora…

Cole Porter deslocava-se a Lisboa, clandestinamente, para ver os jogos do Benfica, clube pelo qual sentia uma devoção muito especial.

Segundo a referida equipa de investigadores, são inúmeras as ligações que se podem estabelecer entre as letras das canções de Porter e aquele a quem eles próprios chamam “The Glorious”…

“You’re the Top” é referência óbvia…

“In the Still of the Night” terá sido escrita numa varanda virada para o Tejo, após mais uma inesquecível noite europeia vivida por Porter, “so in love”, no Paraíso da 2ª Circular. E aqui a lancinante pergunta

“do you love me, as I love you?”

não é mais do que a singela pergunta que o comum dos adeptos tem vontade de colocar a si próprio: será que o meu clube gosta tanto de mim como eu gosto dele…?

E quem é que suspeitaria que o conhecidíssimo trecho

“Night and day,
You are the one
Only you beneath the moon
And under the sun”

fosse, como os referidos investigadores garantem que é, uma sentida declaração de Amor ao velho Estádio da Luz (“Light Stadium”, no dizer dos americanos…), cuja grandiosidade Porter tanto admirava nos jogos diurnos (as saudosas tardes de Domingo às 15h00…) como nos jogos à noite, às 21h45.

É sabido como estes estudiosos tendem para o exagero quando começam a dar asas à sua imaginação… Até se atrevem a dizer, agora, que “Why Can’t You Behave” é uma premonição daquilo que se iria passar, muitas décadas depois, com Óscar Cardozo e Jorge Jesus, mas confesso-vos que esta já me custa um bocadinho a engolir…

Já em relação a “Anything Goes” (que, para quem não conheça a expressão, significa “vale tudo”), as certezas não são muitas… Alguns elementos da Equipa de investigação sustentam que Porter se referia à maneira como os defesas adversários se atiravam às canelas do Eusébio, mas outros – talvez melhor informados…. - inclinam-se a ver aí sinais da velha e sólida ligação existente entre o Benfica e as sucessivas Comissões de Arbitragem…

Sensível às dificuldades do seu clube, Porter era, naturalmente, conhecedor da “Maldição de Bela Guttmann”, na qual acreditava piamente. Ele sabia que quanto maior fosse o voo maior seria a queda e tentou, por isso, refrear as expectativas futuras dos seus amigos benfiquistas, evitando que sofressem em demasia. Chamou-lhes, carinhosamente, “tontinhos”, mas estes, cegos de paixão, nunca lhe quiseram dar ouvidos:

“Don’t you know little fools,
You never can win
Why not use your mentality
Step up , wake up to reality”

Porter sabia muito bem que Paixão e lucidez raramente caminham de mãos dadas e que, na verdade, é muito difícil a um benfiquista encarar de frente a realidade se, para tal, tiver de fazer calar a voz desse Benfica que ecoa, em permanência, dentro de si:

“But each time I do just the thought of you
Makes me stop, before I begin
‘Cause I’ve got you under my skin”

Mas o que mais parecia atormentar Porter era o facto de ele se sentir pessoalmente responsável por essa “Maldição”. De a ter provocado, até, chamando-a a si… Ele jurava a pés juntos que Guttmann se tinha inspirado numa passagem de ”You Do Something To Me”, uma das suas mais célebres canções…

(Continua)


De Pescador de Pérolas a 16 de Maio de 2014 às 15:24
“Let me live ‘neath your spell
Do do that voodoo that you do so well”

A profunda convicção de Porter de que nunca mais se haveria de assistir a nenhuma vitória do seu Benfica numa final europeia ficou cimentada naquela fatídica noite de 25 de Maio em Wembley, corria o ano de 1963. As diabrites de Altafini nessa noite destroçaram o coração do pobre Porter, ele que até nem desgostava de italianos… Não resistindo, caiu à cama pouco tempo depois, deixando-se morrer, inconsolável, no ano seguinte.

E até há males que valem por bem, porque já não viu, uns meses depois, Costa Pereira deixar passar a bola por entre as pernas em Milão e, acima de tudo, o que o modesto Sevilha fez ao seu Benfica em Turim, na desgraçada noite de ontem que tanto nos entristeceu…»

O texto pesquei-o por aí.
Tem autor: Luís Miguel Mira


De Lancero a 16 de Maio de 2014 às 17:42
Penso que é no mínimo invulgar comparar-se a potencialidade e progressão de um jogador de 20 anos (2º ano sénior) com um de 25 anos (7º ano sénior).


De Pedro Correia a 17 de Maio de 2014 às 00:08
A fase final de um campeonato do mundo de futebol sénior é um teste à "potencialidade e progressão" de um jogador? Muito aprendo consigo. Não fazia a menor ideia.


De Lancero a 17 de Maio de 2014 às 12:33
Mundial? Andamos nisto à tempo suficiente para você saber que eu sou marimbista para seleção do Mendes, gomes, bento e sagres. Por mim não ia ninguém do Benfica para não haver lesões
Falava eu no abstrato, o que pode ter criado confusão porque o Pedro ecreveu sobre a convocatória. My bad


De Pedro Correia a 17 de Maio de 2014 às 13:46
Custa-me sempre acreditar que um apreciador de futebol se 'marimbe' para um campeonato do mundo da modalidade. São gostos. E feitios.


De Lancero a 17 de Maio de 2014 às 14:22
Adoro o mundial. Este ano será menos bom pela hora dos jogos. Mas confesso que a seleção me é pouco mais que indiferente desde o mundial do oliveira a treinador. O futebol negócio irrita-me e só o continuo a suportar porque amo o benfica (da mesma forma que você ama o seu clube). Podia contar-lhe aqui umas histórias de como a u€fa tratou os adeptos em Turim que até você seria solidário connosco benfiquistas.


De Pedro Correia a 18 de Maio de 2014 às 01:43
Ignoro a que histórias se refere. Mas não tenho a menor dúvida em demonstrar solidariedade com qualquer outro clube sempre que for tratado de forma menos correcta por qualquer organismo internacional. Porque sou português, acima de tudo.


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