10 Jan 17

 

Foram estes os termos que me vieram à cabeça quando soube como votou Carlos Queiroz: Messi em vez de Cristiano Ronaldo como melhor jogador do ano, Fernando Santos fora do pódio dos melhores treinadores do mundo.

Um gesto destes define muito bem um cidadão, seja ou não profissional do futebol. Mais que cem imagens, mais que mil palavras.

 

Adenda:justificação de Queiroz.


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37 comentários:
De André a 10 de Janeiro de 2017 às 18:34
Carlos Queiroz já explicou o voto:http://www.jn.pt/desporto/interior/carlos-queiroz-explica-se-por-nao-ter-votado-em-ronaldo-5596069.html

De qualquer das formas, mesmo tendo votado directamente em Messi e Ranieri não vejo porque razão tal seja forçosamente de ser pequenino e mesquinho. Messi tem tanta ou mais qualidade que Ronaldo e Ranieri foi indiscutivelmente o melhor dos melhores em 2016.

Somos todos obrigados a seguir a ditadura da nacionalidade ou o decidir e agir constante a nossa própria cabeça ainda conta?

É preciso cuidado com estes julgamentos rápidos e incisivos quando uma pessoa pensa de forma diferente da maioria. É salutar que não sejamos todos carneiros.

Um abraço,


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:26
Você inverte os dados da questão. Quem pelos vistos não "pensou" de forma diferente da maioria foi o senhor Queiroz, que viu o seu voto arrebanhado pelos aiatolas - versão do próprio.
Só faltou acrescentar que procedeu enfim sob ameaça de violência física ou detenção num cárcere iraniano.


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 12:20
Também o mesquinho tem graus avaliação. O Senhor em causa está na escala mínima. Não, por ter votado ou não em Ronaldo. É um seu direito. Mas por ter-se demarcado dos outros "aiatolas" que votaram com ele. Esta é uma atitude de desresponsabilização muito própria em gente miúda.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 15:18
Sou incapaz de entender indivíduos que contemporizam com sistemas ditatoriais.


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 15:43
Muitos milhares, apoiavam encarniçadamente Valle e Azevedo. (Alguns fazem-nos companhia). Eles apoiam tudo o que vêm poder tirar algum proveito. Não olham a meios para atingir os seus fins


De miguel c. a 10 de Janeiro de 2017 às 19:00
Sem querer ser demasiado inconveniente - só um grande bocado - devo dizer que para mim Carlos Queiroz já é um defunto há muito tempo. No entanto temos que tentar contextualizar as coisas, pelo menos quando nos for possível.
Segui o link e li lá isto: "[...] de referir que no Irão é habitual este tipo de votações ser feita de forma coletiva, englobando as escolhas de todos os treinadores da Primeira Divisão e, igualmente, o voto do próprio selecionador.".
Pode ser que aquilo com bigode até tenha votado de forma que não envergonhasse ninguém.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:24
Vai-se a ver e ele ainda se recria como fervoroso resistente à ditadura iraniana.
Um herói.


De miguel c. a 11 de Janeiro de 2017 às 16:13
Não gosto dele. Mas pode até nem ter votado no Messi. E tê-lo feito no Fernando Santos ... Who knows... But then again, who cares?...


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 17:30
Tem razão na sua pergunta final, Miguel. Assunto encerrado para mim.


De Antónimo a 10 de Janeiro de 2017 às 19:35
Se tivesses lido a notícia toda terias percebido que o Irão é uma ditadura, a votação não foi apenas dele. Foi o resultado de vários a votar.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:23
Li a notícia toda. O Irão ser ditadura não é notícia: já sabemos disso há muitos anos.
A notícia é que o senhor Queiroz se vergou aos esbirros da ditadura iraniana.
Ele até teria gostado de votar em CR e FS mas, coitado, os aiatolas não deixaram...
Não é notícia. É história da carochinha.


De Antónimo a 11 de Janeiro de 2017 às 11:54
Então se os aiatolas não deixaram como podia ir contra? Por isso de demitiu. Não tens noção.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 12:13
Há sempre alguém que diz não. Os pequeninos e mesquinhos, em vez de dizerem não aos aiatolas, dizem não aos melhores jogadores portugueses.
Nada de novo. Já em 2012 era assim:
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticias/carlos-queiroz-selecao-portugal-cristiano-ronaldo-euro2012/1356052-1191.html


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 15:14
Curioso, muito curioso. Nas ditaduras só se vota num, não há concorrência. Na democracia, já se pode votar em vários à escolha. Isto faz-me lembrar qualquer coisa, não sei bem em quê !!!!


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 15:19
"Votar" naquilo que outros impõem não é "votar".
Haver alguém no século XXI quem pactua com um sistema desses diz tudo dessa pessoa.
O pior possível.


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 15:25
Será pessoa ?


De Luis Ferreira a 10 de Janeiro de 2017 às 19:52
Fiquei satisfeito com a vitória de Cristiano Ronaldo como melhor jogador do ano. Foi realmente um ano extraordinário para ele, individual e colectivamente.
Acho, no entanto, que qualquer opinião sobre a época de um jogador, ou de um treinador, estabelecendo uma hierarquia entre os seus pares, não define ninguém, apenas os seus gostos de quem a profere.
E os gostos como os votos são livres... e é normal haver diferentes opiniões. É manifestamente exagerado atacar alguém por uma opinião, embora possa ser objecto de discussão a avaliação relativa que ela traduz.
Saudações Leoninas
Luís Ferreira


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:20
Os gostos são livres, mas numa votação destas devem ser fundamentados em factos.
Não se pode votar neste por se achar mais "giro" ou não votar no outro por se embirrar com a cara dele.
O que é que Messi fez de superior ao Cristiano Ronaldo em 2016 para merecer o título de campeão mundial?
Esta deve ser a pergunta. No ano em que Ronaldo foi o melhor marcador europeu, ganhou a Liga dos Campeões, o Mundial de Clubes e sagrou-se campeão europeu pela selecção nacional, da qual foi capitão.
O resto são balelas.


De Sérgio a 11 de Janeiro de 2017 às 11:33
Boas,

Por essa ordem de ideias todos os que não votaram no CR7 são mesquinhos e pequeninos.

Abraço


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 11:44
Já era pequenino e mesquinho quando deixou de fora o João Moutinho, então jogador do Sporting, na convocatória para o Mundial de 2010, e chamou uns tais Daniel Fernandes, Duda e Zé Castro.
http://sporting.blogs.sapo.pt/347778.html

Já era pequenino e mesquinho quando, na antevéspera do início do Euro 2012, veio abrir esta polémica:
http://sporting.blogs.sapo.pt/314540.html

Já era pequenino e mesquinho quando se mostrou enojado com o "excessivo protagonismo" de Cristiano Ronaldo, precisamente enquanto decorria a nossa participação no Euro 2012:
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticias/carlos-queiroz-selecao-portugal-cristiano-ronaldo-euro2012/1356052-1191.html

Há pessoas que se mostram incapazes de conviver com o sucesso de outros.


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 15:22
É bem mais fácil denegrir o êxito dos outros, que demonstrar o seu próprio valor.


De Carlos Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 15:19
Ainda bem que nem todos os cretinos puderam votar


De Bruno a 10 de Janeiro de 2017 às 20:02
Agora foste injusto. O Carlos Queiros disse que nao votou no CR7 porque no Irõ os votos do Seleccionador são dados depois de uma votacao conjunta dos treinadores da liga e o seleccionador limita-se a assinar o boletim.
A ser assim, não é justo critica-lo por isso. A não ser que saibas que seja mentira


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:18
"Limitou-se a assinar um boletim"! No dia do funeral de Mário Soares, defensor da liberdade, temos o senhor Queiroz, que se verga à ditadura.
Quase tão má a "explicação" como o voto.


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2017 às 20:23
Jovem, que tal informar-se antes de denegrir alguem que ainda por cima foi treinador do seu clube? A votação no Irão é feita pelo seleccionador e pelos restantes treinadores da liga e dirigentes da federação.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:16
Seleccionador português no Irão vota arrebanhado? E não protesta? E só "explica" após a polémica que isso causou em Portugal?


De Edmundo Gonçalves a 10 de Janeiro de 2017 às 21:13
Apenas fez uma coisa de jeito na vida: Deu dois sopapos no Jorge Baptista.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:15
Não me esqueço do péssimo desempenho de Portugal no Mundial de 2010, com este senhor ao leme. E dos conflitos que teve antes, durante e depois com vários jogadores.
Desde logo com o Cristiano Ronaldo.


De Splntr a 11 de Janeiro de 2017 às 00:52
Diz o mesquinho como justificação para tal proeza que, no Irão votam em democracia e em conjunto com os outros treinadores da liga!

Confere Pedro o gajo é pequenino e mesquinho!

SL



De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 09:14
Inqualificável.


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2017 às 11:29
Um bluff, no Sporting, na seleção nacional, no Real Madrid; fez alguma coisa como adjunto de Ferguson . É um bom auxiliar.
Santana Lopes estava doente(?) quando o convidou para treinar o Sporting.


De Pedro Silva a 11 de Janeiro de 2017 às 11:59
Foi o Sousa Cintra que o convidou depois de despedir Bobby Robson. Foi despedido por Santana Lopes depois ter ganho apenas uma Taça de Portugal em 3 épocas em que contou sempre com planteis de luxo.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 12:17
Sousa Cintra estava doente (!) no dia em que despediu Robson, com o Sporting em primeiro lugar, para pôr Queiroz no lugar dele.
http://www.zerozero.pt/noticia.php?id=147282


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2017 às 14:12
Sousa Cintra teve uma paragem cerebral, mas é um grande Sportinguista andou a pagar dívidas do Bigodes; foi engolido pelo sistema azul, hoje seria o sistema lampiónico. Para quando um SISTEMA VERDE? pelo menos é ecológico.


De Pedro Correia a 11 de Janeiro de 2017 às 15:20
Muito bem. Tenho pena que seja anónimo. Se não fosse, destacaria o seu comentário.


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