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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Segunda vitória consecutiva do Sporting, segundo jogo seguido sem sofrermos golos. Fomos ao Bessa, onde há um ano tínhamos empatado a zero, vencer o Boavista. Vitória pela marca mínima, 1-0, mas suficiente para nos garantir três pontos. Bom desfecho de uma exibição categórica do onze leonino num estádio tradicionalmente difícil para qualquer equipa.

O resultado foi construído na primeira parte, novamente por Bas Dost, completando exemplarmente uma jogada genial de Gelson Martins - de novo o melhor elemento em campo. O jovem extremo direito fintou três adversários e cruzou na perfeição para a cabeça do internacional holandês.

Já antes Dost tinha rematado ao poste, logo aos 8', muito bem servido por Joel Campbell, que repetiu a titularidade: Jorge Jesus preferiu deixar no banco outro costarriquenho, Bryan Ruiz, que só entraria aos 60'.

No segundo tempo, destaque para um tiraço de Bruno César à barra: iam decorridos 73' e apesar de a bola não ter entrado era um sinal evidente de que o Sporting, quatro dias após ter defrontado o Real Madrid em Alvalade, estava de boa saúde física e anímica. Deixando para trás o fantasma dos maus resultados após cada jornada europeia.

Continuamos a depender só de nós na Liga 2016/17. Apenas isso interessa.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Teve muito pouco trabalho mas cumpriu nas raras ocasiões em que foi chamado a intervir. Protagonizou um lance polémico ao entrar na baliza com a bola dominada, mas sem que esta cruzasse a linha de golo.

SCHELOTTO (5). Substituiu João Pereira como lateral direito titular. Não pareceu em boa condição física, como viria a confirmar-se logo a abrir a segunda parte, quando se lesionou por aparente má colocação do pé.

COATES (7). Impõe-se cada vez mais como um dos melhores centrais do campeonato. Outra exibição categórica, em que não se limitou a defender: também foi à frente, apoiando bem os seus colegas. Grandes cortes aos 44' e 80'.

RÚBEN SEMEDO (6). Ganhou muitos confrontos individuais, exibindo-se com a autoconfiança que todos lhe conhecemos. Abusou por vezes do contacto físico, mas não no lance em que foi muito mal expulso, aos 83'.

MARVIN (6). Com poucos rasgos, mas sem deslizes. O holandês desta vez mostrou-se mais maduro e tranquilo. Protagonizou uma grande jogada individual aos 64'. Soube queimar tempo, com inteligência, no período extra final.

WILLIAM CARVALHO (7). Fez rolar a bola sempre controlada e transformando o nosso meio-campo numa muralha defensiva. Excelente lance individual aos 52' na grande área. Quase toda a construção passou por ele.

ADRIEN (7). O complemento ideal de William: formam ambos a melhor parceria de médios do futebol português. Eficaz a recuperar bolas, arguto a dar sequência aos lances, com uma grande visão de jogo. Acabou quase esgotado.

BRUNO CÉSAR (7).  Começou como segundo avançado, depois descaiu para a ala. Em qualquer lugar jogou com garra e brio. A sua "bomba" à barra merecia ter sido golo. Sacrificado aos 85': teve de sair quando Rúben foi expulso.

GELSON MARTINS (8).  De novo o melhor em campo. Falhou o golo aos 22', a passe de Bas Dost. Mas fez tudo o resto muito bem: desequilibrou, assistiu para o golo do holandês (25'), serviu Bruno César na bomba à barra (73').

CAMPBELL (7). Merece ser titular e o treinador recompensa-o. Veloz e dinâmico, serviu Bas Dost, que atirou ao poste (8'). Grandes trocas posicionais com Gelson e Bruno César, baralhando o bloco defensivo rival. Substituído aos 60'.

BAS DOST (7). Foi contratado para marcar golos e tem vindo a cumprir: o cabeceamento certeiro aos 25' valeu três pontos à equipa. Ainda rematou ao poste e teve boas movimentações em várias áreas do terreno.

JOÃO PEREIRA (5).  Entrou aos 47', rendendo o lesionado Schelotto. Foi bastante mais contido do que noutros desafios, talvez lembrando o cartão vermelho recebido quatro dias antes frente ao Real Madrid em Alvalade.

BRYAN RUIZ (5).  Substituiu Campbell aos 60', numa altura em que o treinador pedia à equipa maior contenção de bola. Cumpriu a missão no ritmo pausado a que já nos habituou mas sempre com bom toque de bola.

PAULO OLIVEIRA (-).  Entrou aos 85', colmatando a súbita vaga de Rúben Semedo. Jogou o tempo suficiente para ajudar a conter a previsível investida final do Boavista, que não passou de breve fogacho.

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