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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Segundo desafio, segunda vitória, terceiro jogador a marcar, nenhum golo sofrido. Hoje superámos mais uma etapa, num estádio tradicionalmente difícil. Contra uma equipa que há um ano veio empatar a Alvalade.

Em vez do fato de gala, os jogadores vestiram de ganga. Foram operários. O brio colectivo superou o brilho individual neste primeiro jogo sem João Mário: o campeão europeu, de malas feitas para Itália, ficou fora da convocatória.

O golo solitário aconteceu num momento crucial, pouco antes de o árbitro Hugo Miguel apitar para o intervalo. Coroando uma fulminante manobra atacante em que vários jogadores se destacaram - o regressado Slimani a recuperar uma bola que parecia impossível de travar para lá da linha de fundo, Bruno César a centrar de forma impecável, Gelson Martins a recebê-la muito bem de cabeça e servindo Adrien, exímio a marcar. O nosso capitão foi o melhor em campo.

O onze anfitrião não ameaçou a nossa baliza mas fez os possíveis para desarmar o processo ofensivo leonino em largos momentos do encontro. Ainda sem automatismos, com uma equipa a adaptar-se à ausência de um dos seus maiores talentos, o Sporting cumpriu a missão essencial: trazer três pontos da Mata Real.

Vitória escassa, dirão alguns. Mas é de muitas vitórias escassas que se vai construindo um percurso triunfador: já levamos mais dois pontos do que tínhamos há um ano, por esta altura. As longas caminhadas fazem-se de pequenos passos.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Sem uma intervenção em toda a primeira parte e raras vezes solicitado na segunda, não deixou de se mostrar atento, como ficou evidente aos 74' ao defender a pontapé fora da grande área.

JOÃO PEREIRA (6). Segundo jogo consecutivo a titular, confirmando-se que o treinador continua a confiar nele. Voltou a ser combativo mas foi mais contido do que no desafio anterior, doseando o esforço com inteligência.

COATES (7). Exibição muito segura, com intervenções cruciais em pelo menos dois lances: um corte acrobático aos 13' e uma intercepção de risco aos 88', pondo fim com brilho à situação de maior perigo causada pelo Paços.

RÚBEN SEMEDO (7). Outro desempenho muito positivo, com forte sentido posicional. Não falhou uma dobra quando os companheiros das alas se encontravam adiantados. Revela uma maturidade rara num jogador tão jovem.

BRUNO CÉSAR (6). Aposta de Jesus como lateral esquerdo. Aos 29' tentou o chapéu com um remate de 50 metros quando Defendi se encontrava adiantado: teria sido um grande golo. Teve intervenção crucial no lance do golo.

WILLIAM CARVALHO (7). Ocupou-se sobretudo com missões defensivas, contribuindo para a segurança do nosso último reduto. Atento às dobras, acorreu às alas. Fez um excelente passe de ruptura para Slimani aos 64'.

ADRIEN (8). O mais influente em campo. Ninguém como ele ligou tão bem os sectores, ninguém revelou tão boa visão de jogo. Protagonizou uma jogada extraordinária aos 31', deixando três adversários para trás. Marcou um grande golo.

BRYAN RUIZ (5). Exibição apática do costarriquenho, com um rendimento claramente inferior ao demonstrado em grande parte da época passada. Teve o melhor momento no lance de construção do golo. Substituído aos 90'.

GELSON MARTINS (7). É o jogador mais bem posicionado para herdar a posição de João Mário. Segunda assistência para golo no segundo jogo consecutivo. Passe soberbo que Slimani desperdiçou por muito pouco (59'). Saiu aos 80'.

ALAN RUIZ (6). Falta-lhe criar rotinas, mas continua a revelar apontamentos que merecem destaque. Tem uma boa técnica de remate, evidenciada em disparos à baliza pacense (34' e 49'). Manteve-se em campo até aos 66'.

SLIMANI (7). Estreia neste campeonato com uma característica que sempre revelou: nunca desiste de um lance. Foi crucial na recuperação da bola no lance do golo. Quase marcou de cabeça (38') e podia ter marcado com o pé (59').

MARVIN (5). Jesus fê-lo entrar aos 66', encostando-o à ala ofensiva. Protagonizou uma vistosa jogada individual aos 69': a concorrência parece fazer-lhe bem. Aos 76' fez uma falta desnecessária na zona frontal que lhe valeu um cartão.

CARLOS MANÉ (4). Recém-chegado dos Jogos Olímpicos, teve a primeira oportunidade nesta Liga ao alinhar a partir do minuto 80. Tempo insuficiente para mostrar o que vale. Precisa de ganhar confiança. E de trabalhar para isso.

BRUNO PAULISTA (-). Entrou aos 90', essencialmente para queimar tempo. Mostra vontade de jogar e parece querer aproveitar bem cada minuto que o técnico lhe concede.

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