03 Mai 17

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Há jornais assim. Capazes de pôr o ódio clubístico mais rasteiro acima do primeiro mandamento do jornalismo, que é a expressão da verdade sem preconceitos de qualquer espécie. Veja-se a capa de hoje do diário Mundo Deportivo, que se publica em Barcelona. O título mais destacado - espantemo-nos - fica reservado ao prolongamento por um ano do contrato que liga Iniesta ao maior clube catalão. A meia-final madrilena da noite de ontem vem quase escondida, sob um título carregado de indisfarçável aversão ao melhor jogador do mundo: "Cristiano prolonga o pesadelo". E um "destaque" que assinala isto: "Um hat trick do português, iniciado com um fora-de-jogo."

Exemplo de jornalismo - mas pela negativa. Por cá, infelizmente, também há casos destes. Que ajudam a explicar o crescente divórcio entre leitores e jornais.


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38 comentários:
De Carlos Silva a 3 de Maio de 2017 às 08:46
Será que os nossos jornaleiros tiraram lá o mestrado ?


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 08:48
Há vários exemplos destes por cá. Hei-de voltar ao tema.


De Edmundo Gonçalves a 3 de Maio de 2017 às 09:34
Com uma pequena diferença, Pedro, se me permites e ainda que não justifique a pobreza do trabalho: Eles assumem-se. Só compra quem quer, ninguém vai ao engano. Já cá, sob a capa do pluralismo, é lê-los a rumar sempre para o mesmo lado.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:45
Eles pregam aos convertidos, Edmundo. Com espírito de seita, incluindo o ódio aos rivais.
Chamar jornalismo a isto, para mim, é impossível. Importa-me pouco que se "assumam" na mentira e na manipulação. O que é diferente de ter determinadas simpatias por este ou aquele emblema.
Não por acaso, a 'Marca', mesmo com simpatias madridistas, continua a ser um jornal de referência em todo o mundo e o título catalão pouco ultrapassa a condição de trombeta do balneário do Barça.


De Anónimo a 3 de Maio de 2017 às 09:03
Como disseste um jornal da Catalunha. São assumidamente pelo Barcelona, não andam a enganar ninguém dizendo que são isentos. Isso vai muito além do futebol. Em Portugal gritam isenção e é o que vê. Não me chocava nada que a bola assumisse o seu clube de eleição, o que me choca é terem opiniões diferentes para a mesma situação de diferentes clubes.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:39
Se quero ler jornais de facção, leio o jornal do Sporting, a cartilha do Benfica e os Dragões Diários.
Um diário desportivo ou é plural ou reduz-se à dimensão de jornal de caserna.
De resto, jamais poderei chamar jornalismo a um jornal que distorce, mente, manipula e calunia. Incapaz, portanto, de obedecer aos parâmetros essenciais que exijo de um órgão informativo: factos rigorosos e opinião plural.


De VideoVasco a 3 de Maio de 2017 às 09:25
É verdade. Em Portugal temos um clube avassalador, tricampeão e lançado para o tetra e dobradinha. Com uma superioridade esmagadora no passado e no presente. Mas a imprensa não reflete isso. Vai simulando clubes grandes, que não ganham campeonatos aos 15 a 18 anos de cada vez. Que raio de imprensa pode considerar grande um clube com 4 títulos após o fim da ditadura? Já agora chamem grande ao Belenenses e Boavista..


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:35
Não sei a que clube se refere com "4 títulos após o fim da ditadura".
Esses neurónios devem estar tão estraçalhados como os seus conhecimentos aritméticos.


De atitopoteu a 3 de Maio de 2017 às 12:09
é páh, o "VideoVasco" só pode ser um perigoso 'aldrabão'!... quase ao nível daquele dos 80 milhões !!!

não são 4, na realidade são 5 - (cinco) - 5, contando com o que acabou menos de 1 mês depois da revolução a/do 25 de Abril de 1974 !... e já em Liberdade portanto.

é que na sua aritmética enganosa e, por certo, com o dedo da defenestrada 'cartilha', está a sonegar ao tal clube, que o PC não consehue 'descortinar', 1/5 - um quinto - 1/5 do total, a anormalidade de 20%, de todos os campeonatos que o tal 'desconhecido' clube ganhou !... "após o fim da ditadura".


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 16:29
Estes lampiões funcionam por turnos. Fazem-me lembrar aquela antiga rábula da actriz Ivone Silva: Olívia costureira e Olívia patroa.
A Olívia patroa, neste caso, intitula-se VideoVasco. Foi bater uma sorna e mandou a Olívia costureira: esta que diz chamar-se atitopoteu.
Apesar de tudo, a Olívia costureira parece-me mais letrada. E com menor tendência para o abuso de etanol.


De atitopoteu a 4 de Maio de 2017 às 01:53
a ti topo-te eu!...há muito tempo e de ginjeira.

mais propriamente desde quando ainda eras SÓ sportinguista !... antes de aderires à ilusória crendeirice nos 'messias' ;- P

de turno eram os tribunais que enviavam os 'vermelhos' - (muitos deles denunciados pelos 'bufos' comandados pelo presidente da "legião portuguesa" e em sistema paralelo do Sporting, o fascista, tristemente (também no futebol !!!) célebre, Góis Mota - para as masmorras da PIDE !...

os lagartos fazem lembrar, aquela antiga rábula da viúva que perdera 3 maridos e nos dizia !...

"com este vestido preto eu nunca me comprometo" ... !!!

ora se há alguém para quem PERDER sem se comprometer, é um hábito !... será mesmo entre submissas 'viúvas' carpideiras há 15 - QUINZE- 15 anos, sem ver o 'padeiro' !!!


De Pedro Correia a 4 de Maio de 2017 às 17:51
Missão cumprida, Olívia costureira. Podes chamar agora a Olívia patroa.


De João André a 3 de Maio de 2017 às 09:29
Pedro, os jornais desportivos em Espanha são exactamente assim. O Mundo Deportivo e o Sport são assumida e descaradamente Barcelonistas. Os Marca e As são assumida e descaradamente (real) Madridistas. Dão os pinotes mais loucos para defender os seus clubes e só em caso de absoluta necessidade e na ausência do mais ínfimo pormenor relativo ao "seu" clube se lembram dos outros. E se for o do odiado rival, então são capazes de fazer manchete com as coisas mais loucas para poderem ignorar o outro clube.

Os portugueses poderão ter feito estágio por lá, mas foi curto. Por muito que queiramos, não há facciosismo no jornalismo (desportivo ou outro) em Portugal que chegue à epiderme da planta dos pés desses 4 diários.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:31
Quanto ao teu último parágrafo, João: não, não há. Felizmente. Embora pelo menos dois dos jornais desportivos portugueses para lá caminhem em passo muito acelerado.

Quanto à 'Marca' versus 'MD': eu gosto de debater com exemplos concretos, não com abstracções. Se me indicares um caso concreto em que a 'Marca' tenha feito algo semelhante na primeira página a este asco hoje dado à estampa pelo diário de Barcelona, fico convencido.
Até lá, não.

A verdade é que há diferenças notórias. Não por acaso, a 'Marca' é o que é: um jornal prestigiado em termos internacionais, título de referência, citado todos os dias por periódicos dos mais diversos quadrantes.
O 'Mundo Deportivo' é apenas a canhestra voz do dono - neste caso o Barcelona. Uma espécie de jornal de caserna.


De João André a 4 de Maio de 2017 às 13:13
Da Marca os exemplos não chegam a ser tão maus, mas não se recomendam. Olha esta primeira página do 6-1 ao PSG:

http://www.marca.com/multimedia/primeras/17/03/0309.html

e nota o enorme espaço dado ao Sérgio Ramos para poder competir com a notícia do Barcelona (que deveria ter sido notícia única de primeira página) e o destaque dado ao árbitro e a ter prejudicado o PSG.

Se fores ao arquivo de primeiras páginas da Marca (http://www.marca.com/multimedia/primeras/marzo17.html), podes contar as vezes que teve o Barça como destaque da primeira página em 2017: 11 em 114. 5 delas em Maio, quando houve Real-Barça (e uma das 11 que contei é partilhada). E delas, umas 4 ou 5 eram dedicadas às derrotas do Barça e mais umas 2 ou 3 à supostas protecção dos árbitros ao Barcelona.

Outros exemplos:

"Por orden del señor Alcalde" quando o jogo com o Celta de Vigo foi cancelado por razões de segurança, como se o Alcalde fosse o culpado (http://www.marca.com/multimedia/primeras/17/02/0205.html)

"Ojalá eliminemos al Barça y me vea en la final con el Madrid", a entrevista a Di María antes do PSG-Barcelona, a indicar de forma clara a preferência da Marca.

Mais uma vez: não é tão mau como outros, mas bem pior que os portugueses (especialmente lendo o seu interior e, em especial, o "cagómetro").

Já agora, ler o Sid Lowe no The Guardian é instritivo: ele explica como cada um dos jornais é conotado não só com o clube mas também com uma das correntes de dentro do clube.


De Tiago a 3 de Maio de 2017 às 09:29
Mas pelo menos em Espanha não são hipócritas. A linha editorial de certos jornais é declaramente pró um determinado clube. Por cá todos se fingem ou independentes ou adeptos do Barreirense ou até adeptos do Barcelona.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:32
Jamais poderei elogiar um jornalismo que peque por falta de isenção.
Jamais poderei elogiar um jornalismo que distorce, mente, manipula, calunia e no fim bate no peito a proclamar: "Não sou hipócrita!"
Isso pode ser muita coisa. Mas não é jornalismo.


De Tiago a 3 de Maio de 2017 às 10:44
Certo. Não estou a elogiá-los. E muito dificilmente lhes chamaria jornalistas.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:46
Pois, Tiago. No essencial, estamos em sintonia.


De Simão Gamito a 3 de Maio de 2017 às 09:45
Pendo que esse jornal catalão é, assumidamente, pró-Barcelona. Não é bem abola lá do sítio. Têm outros hábitos, até por questões culturais e outras que não vêm agora ao caso. Esse jornal só dá realce ao RM quando eles perdem com o Barcelona. Lá, creio que ninguém põe em causa essa maneira de ser dos jornais.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:33
Os mais fanáticos adoram isto porque o clubismo deles se alimenta do ódio a Madrid em geral e ao Real em particular.
Não é clubismo, é clubite.


De Simão Gamito a 3 de Maio de 2017 às 09:47
Entretanto, se o Messi for à rua comprar um par de sapatos, vai para essa primeira página, mesmo que seja no dia seguinte à vitória do RM na champions, por exemplo.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 10:26
Clamam aos convertidos, como fanáticos. Deviam ser pregoeiros de seita, não jornalistas.


De Anónimo a 3 de Maio de 2017 às 11:44
Mas "ABOLA" é outo tipo de jornaleco, veiculo de propaganda do Benfica, uma espécie da ERA daquele clube.


De Pedro Correia a 4 de Maio de 2017 às 00:52
ERA? Que é isso? Tenha calma.


De Jornaleiro a 3 de Maio de 2017 às 12:18
Mas qual é a diferença entre esse jornal e o Jogo, por exemplo, que só tem Porto na capa e nos artigos e é abertamente um porta voz de um único clube? Aliás, foi mesmo para isso que ele foi criado.
Mas cada um sabe de si, o Jogo está em vias de extinção, com tiragens cada vez mais pequenas.
Outro jornal que é apenas de uma cor é o Record, onde 80% dos jornalistas e escribas são adeptos do SCP. Tenta disfarçar mas é verdade!
Também tem tido as tiragens a mirrar ano após ano. Já só está pouco acima dos 30.000 quando tinha 100.000 há 10-15 anos.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 12:46
Único jornal cujas tiragens são incógnitas é A Bola, que não deixa auditá-las.
Eles lá saberão porquê.


De Jornaleiro a 3 de Maio de 2017 às 12:53
Mas será provavelmente o único que irá sobreviver, porque continua a ser o melhor e o mais isento. O povo não se deixa enganar.
Para desespero de muita gente.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 16:32
Tanto quanto é sabido, esse jornal está à venda há pelo menos nove meses:
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/media/detalhe/jornal_a_bola_posto_a_venda
Ignoro se alguém já quis pagar alguma coisa por ele. Se calhar algum candidato a comprador assustou-se ao desvendar enfim o mistério das tiragens secretas.


De Jornaleiro a 3 de Maio de 2017 às 18:22
Poderá estar à venda ou não, mas isso poderá nem ser mau.
Já o Record e o Jogo ninguém lhes pega!
Apesar de estarem em grupos grandes não se safam! O DN o mesmo!


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 18:26
No jornal A Bola é que pelos vistos ninguém pega. A notícia de que estava à venda é de Agosto de 2016 e até agora ninguém lhe pegou.


De Pedro Miguel a 3 de Maio de 2017 às 23:23
Olá.
Já há algum tempo que não comentava.
Mas por aqui passo quase diariamente.

Sobre esta coisa dos jornais, permitam-me que vos diga que o Jornaleiro está errado. É tudo o que vos posso dizer.

E esta coisa dos jornais assumidos é tradicional em Espanha e ninguém coloca em causa. Começa pelo facto de a própria Catalunha querer ser a sua própria 'dona'. Não temos - nós, portugueses - de julgar a isenção ou suposta independência clubística dos jornais/rádios/TV doutro país porque o seu quadro regulatório é diferente. Só isso. O MD tem a sua voz. Faz parte. Escolheu a sua linha editorial e é coerente com a mesma.

Em Portugal não se assume nenhuma, porque a entidade que rege os OCS é muito mais tradicionalista.

Uma coisa que muita gente parece passar ao lado é que o jornalismo que tantos gostam de criticar hoje está em vias de extinção, porque se acha que não é importante. Nesse dia, não haverá quarto poder. Haverá relatos tendenciosos do que quer que exista. Quando se acabarem os desportivos diários por exemplo, irão ao blogue do Benfica ler o que eles acharam do jogo entre o Benfica e o Porto (ou qualquer outro) e verão que o Benfas jogou maravilhosamente bem e apenas perdeu porque os jogadores tropeçaram no momento em que iam marcar cinco golos.

O Quarto Poder ainda é real. É aquele que levanta a dúvida na TV, na rádio ou na imprensa escrita/online. Quando se calar, coitados de nós, que proporcionámos a nossa própria censura. E digo isto sem cores ou clubismos. Mas com o pesar dos tempos que se avizinham.

Cumprimentos e saudações leoninas!


De Pedro Correia a 4 de Maio de 2017 às 00:50
Meu caro, não existe quarto poder. Isso é um mito. Existe, isso sim, o quarto do poder.
O que não é a mesma coisa.

Saudações Leoninas.


De Pedro Miguel a 4 de Maio de 2017 às 09:13
Meu caro, acha mesmo que não existe um Quarto Poder?
Lamento que pense assim.

Acredito que muitos dos que aqui comentam ou escrevem passaram pelo tempo do lápis azul e que exultaram com o final do mesmo nos mais diferentes quadrantes, desde o jornalismo à cultura, passando pela simples convivência quotidiana.

Sabe, é isto que às vezes me irrita nos blogues. A falta de um sentido crítico. O facto de não poder existir uma opinião contrária. O facto de não se poder ter outra ideia que não seja a vigente. A ideia de que tudo é uma cabala congeminada por alguém nos confins do universo. Por vezes, não é preciso ir ao Médio Oriente para se encontrar exemplos de fundamentalismo. Por vezes, está nestes locais, tão simples quanto isso. E eu que gosto tanto de racionalidade...

Por isso é que os jornais tenderão sempre a ser, pelo menos, tendencialmente isentos, mesmo que existam exemplos menos felizes ou uma tendência para uma dada cor. Porque o facciosismo é o mais perigoso dos males modernos.

Saudações leoninas.
Sporting Sempre.


De Pedro Correia a 4 de Maio de 2017 às 11:13
Meu caro, se há espaço onde nunca falta o sentido crítico nem jamais faltam debates acalorados é este mesmo. Daí o facto de o És a Nossa Fé ser tão popular: só ontem tivemos 3773 visitas e 6753 visualizações.
Concordo consigo: "Os jornais tenderão sempre a ser, pelo menos, tendencialmente isentos, mesmo que existam exemplos menos felizes ou uma tendência para uma dada cor. Porque o facciosismo é o mais perigoso dos males modernos." De tal maneira que vou destacar o seu comentário.
Só não subscrevo a equívoca expressão Quarto Poder. Os jornalistas não têm nada semelhante ao poder legislativo, ao poder executivo ou ao poder judicial.
Só têm um poder: o de fazer as perguntas que se impõem para o esclarecimento da verdade. É muito, mas não exageremos: quem tem verdadeiro poder são os governantes, os deputados, os juízes.

Saudações Leoninas


De miguel c a 3 de Maio de 2017 às 14:08
Lamento mas lá venho outra vez à bruta: é preciso ser-se um cretino para, baseado em palha, repito, palha, tentar argumentar que o jornal record é pró Sporting.
Ou cretino ou não saber ler.


De Pedro Correia a 3 de Maio de 2017 às 15:42
Iliteracia galopante. Tão galopante que até já ouvi relinchar.


De abreosólhosvasco a 4 de Maio de 2017 às 02:03
é só e simplesmente desdém


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