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Cherba, A Tasca do Cherba: «Pode resumir-se este miserável empate, frente a uma das mais paupérrimas equipas da nossa liga, a uma questão de ineficácia e de um azar desgraçado a que alguns preferirão chamar “karma”? Poderá a culpa ser, apenas, dos jogadores? Não. De todo. (...) Jorge Jesus fica mal na fotografia, pela péssima leitura do jogo a partir do banco. Reservar a primeira substituição para os 85 minutos, quando Piccini tinha ameaçado rasgar ainda na primeira parte, quando Gelson se agarra à virilha a cada dois piques ou quando Acuña joga claramente em esforço é de uma teimosia incrível e deixa-nos sem perceber por que raio quer o homem tanto jogador se parecem contar sempre os mesmos.» 

 

O Grande Artista e Goleador «Jesus não mexeu, disse que não é obrigado a fazer substituições e eu não sou obrigado a concordar com ele. Claro que os jogadores do Sporting não foram capazes de construir uma vantagem segura e, por isso, têm responsabilidades mas Jesus, que observa o jogo de fora, tem obrigação de fazer uma leitura mais atenta das incidências do jogo, não podendo ficar à espera que as coisas se resolvam por si. Há que deixar urgentemente de ser reactivo para passar a ser proactivo ou ficará apenas na história por ser o treinador do Sporting com pior rácio entre salário e investimento versus títulos.» 

 

Sporting Com Filtro: «Bem sei que nem sempre se deve rematar, mas porra, mais de metade das vezes que passaram para o lado dentro da área podiam ter rematado com algum sucesso. E sem tentarem não marcam porra. Jorge Jesus podia ter feito mais? Sim! Mexer mais cedo, tentar agitar as águas. É nisto que temos falhado por vezes nos últimos anos. Temos de querer ganhar com reais ganas. Metade do jogo mais de metade da equipa estava com aquela atitude descontraída de um resultado já feito. Com uma bola a zero nunca nada está seguro! Por mim tinham todos treino amanhã [hoje] às 9 da manhã em Alvalade com as portas abertas.»

 

Mestre de Cerimónias, O Artista do Dia: «Não é admissível a displicência que se viu no momento de alvejar a baliza. Ocasiões flagrantes para matar o jogo nos últimos 10 minutos foram umas três ou quatro, sendo que a que mais me confusão me fez foi a de Dost - por que razão continua a ter estes ataques de generosidade quando tem boas hipóteses de fazer golo? Não me lembro de essa generosidade alguma vez ter resultado em golo. Espero que todos os jogadores estejam a sentir a azia que eu estou a sentir e que Fábio Coentrão também demonstrou no final. Se estiverem a sentir essa azia, então não há quaisquer motivos para perder a esperança. Mas se encararem isto como apenas mais um dia no escritório, então não estão a fazer aqui nada.»

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