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És a nossa Fé!

Força Portugal, que já só te faltam as qualidades

Em geral há a referir que a seleção da Alemanha foi a única que não apresentou qualquer penteado maluco e que a selecção portuguesa manteve intacta a sua reputação e ser a que mais zaragateia com os árbitros.

Na primeira parte Portugal tentou desenvolver a sua táctica a dois tempos: na primeira fase de transição (é assim que agora se diz, burro) o jogador que conduz a bola pergunta onde está o Ronaldo; na segunda fase manda um bico na bola na direcção genérica dele com um recado: desenvencilha-te.

Ainda antes do terceiro golo a indiscreta câmara apanha Ronaldo à conversa com Khedira, pelas caras que ambos faziam não é de todo ilegítimo pensar que o alemão perguntava-lhe admirado: “O que se passa convosco?” e Cristiano respondeu: “É para que saibas as merdas em que estou metido.”

Na segunda parte os alemães treinaram o meiinho com os jogadores portugueses - a passo que estava muito calor. Tanto calor que os nossos altivamente nem se mexeram só para lhes fazer pirraça. O estado de espírito que mostraram revelou quão fundo lhes terão calado as palavras de Paulo Bento ao intervalo.

Um a um:

Rui Patrício – Como não é menos que os outros ofereceu o 4º golo aos alemães.

João Pereira – Estava de certeza a ouvir o relato da RTP1; como os comentadores acharam que derrubar um adversário na área não poderia de modo algum ser penalty, ficou surpreendido.

Pepe – Primeiro tentou estrafegar o avançado alemão, mas em vez da traqueia só conseguiu puxar-lhe pela gola. Como o árbitro estava de costas e não viu, esperou que este se virasse para ir dar um turra no adversário e encharcá-lo de perdigotos. Bem pensado.

Bruno Alves – Bom o amortecimento da bola para o alemão pôr o pé no 3º golo deles.

Ricardo Costa – Não precisou de estragar.

Fábio Coentrão – Como não estava a fazer nada de errado, a macumba arranjou maneira de o lesionar. Pior ainda: ser substituído por André Almeida.

André Almeida – entrou com instruções explícitas para aproveitar o tempo a treinar os centros, mais umas sessões e fica capaz.

Miguel Veloso – O pilar irremovível do meio campo português; por mais que os alemães corressem à volta dele nunca abdicou da posição.

Raul Meireles – excelentes passes de 2 metros para trás, mesmo quando os tudescos, falsos, lhe abriam um horizonte de 20 metros.

Moutinho – jogo astuto; para complicar os contra-ataques alemães, sempre que pegava na bola ia embrulhar-se com dois adversários, obrigando-os a reposicionarem-se.

Hugo Almeida – O bigode mais foleiro do campeonato só poderia convocar maus espíritos. Não teve tempo de jogar tão mal como é hábito porque a macumba castigou-lhe a desfaçatez pilosa.

Nani – Tentou mas não conseguiu.

Cristiano Ronaldo – Sabe mas não pôde.

Eder – Quis mas não sabe.

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