18 Jan 17

Chego ao blogue e verifico que está em pousio, como se nada se passasse. Acontece que este não é momento para silêncios.

Apetece-me portanto lançar o repto aos meus colegas e aos leitores do És a Nossa Fé: falem agora ou calem-se para sempre.

 

Digam aqui quais devem ser agora as prioridades leoninas perante a grave crise em que o clube mergulhou após Bruno de Carvalho ter elevado as expectativas para um patamar sem precedentes, prometendo conquistar tudo e arriscando-se a não ganhar nada - ao nível do futebol profissional, incluindo a equipa B, e das modalidades ditas amadoras. Apesar do fortíssimo investimento efectuado.

O que deve ser feito sem mais demora?

Quais são as prioridades absolutas?

Que cenários devemos recusar?

 

Enfim vamos debater as medidas que têm de ser tomadas sob pena de o Sporting retroceder quatro anos. Ao início do mandato do actual presidente, quando atingimos a pior classificação de sempre no campeonato, comprávamos jogadores que comprovaram ser autênticas nulidades, vendíamos outros para pagar despesas correntes, despedíamos treinadores como quem muda de camisa e éramos alvo de chacota generalizada.

 

Acrescento o óbvio: este é um repto que apenas se destina a sportinguistas. Da nossa casa tratamos nós.


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174 comentários:
De Simão Gamito a 18 de Janeiro de 2017 às 11:37
Quando aqui cheguei não vi este post. No entanto, o que escrevi noutro mais abaixo, serve de resposta a este. Já o trago para aqui, nada mais ele esteja visível no outro.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 11:43
Óptimo. Faça isso.


De Simão Gamito a 18 de Janeiro de 2017 às 11:46
Transportado de um post abaixo:

"Espero que BdC se mantenha, assim como JJ.
Mas espero que ambos, coadjuvados por outras pessoas da estrutura do futebol, se reúnam, que saibam ver onde estão as falhas e que as tentem redimir.
Podemos e devemos lutar pelo segundo lugar, por causa daquela cena da Champions e dos seus proveitos, quer imediatos, quer a médio prazo.
Temos de aprender a criar perigo na marcação de cantos e de livres junto à área. Esses dois items do jogo só são de arrepiar junto à nossa área. Um canto, um livre próximo da nossa área, põe-nos o coração a mil e é meio golo para os outros. Têm de pôr os jogadores a lutar pelas vitórias, porque não temos um conjunto de jogadores inferior aos do Chaves e não só.
JJ não pode dizer que a equipa joga bem porque ele é o treinador. JJ tem que treinar e inventar menos, porque me parece que inventa um bocado, baseado naquilo que ele acha de si mesmo: é um mestre da táctica e, portanto, tudo o que faz é um sinal dessa mestria.
O presidente tem que tomar decisões e a JJ compete tirar partido delas e se não gostar... andor! O presidente não pode andar numa roda-viva a disparar contra tudo quanto mexe, mas não deve ficar calado quando não for de ficar calado. No entanto, não gosto de ver o "meu" presidente a responder a comentadores televisivos.

Tudo isto não invalida que tenhamos sido muito, muito prejudicados no jogo com o Benfica. Sem esses "azares" da arbitragem, teríamos ficado em primeiro lugar e hoje tudo, mas tudo, seria diferente. Tudo isto não invalida outros "azares" da arbitragem, contra nós.

Não falo dos que estão emprestados, se voltarem, logo se vê o que valem, na hora da verdade.

Vamos começar a segunda volta do campeonato e há que lutar, repito, pelo único objectivo exequível: o segundo lugar. O primeiro está fora de causa e não somente pelos 8 pontos de desvantagem. O Benfica vai ser campeão, nem que chovam picaretas em brasa, ou pedras de moinho sem buraco.

Saudações sportinguistas e, desabafos feitos em cima da hora da desilusão, vamos partir para dias melhores. Mas isso não pode ser feito só por nós, adeptos. Isto tem que ser interiorizado por aquele grupo que, (continuemos a chamar-lhe assim), é uma equipa de futebol."


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 12:15
Boa reflexão. Ainda bem que a trouxe aqui.

O presidente deve resguardar-se. Não deve abrir tantas frentes de ataque - árbitros, fundos, títulos, jornais, outros clubes, antecessores no SCP, etc. Tem de concentrar-se no essencial. Esquecer a obsessão doentia com o SLB. Deve construir pontes, não dinamitá-las.

O treinador não pode inventar. Não pode exigir jogadores que são fracassos absolutos, passando a fazer parte do problema em vez da solução. E deve adaptar o modelo de jogo aos jogadores que existem em vez de insistir na adaptação dos jogadores a um modelo que se torna inviável por falta de adequação à realidade.


De Simão Gamito a 18 de Janeiro de 2017 às 12:26
JJ, BdC e outros elementos da estrutura do futebol, não são burros. Serão tão inteligentes quanto nós, terão olhos como nós e, pelo menos JJ, deve saber mais de futebol do que nós, na vertente treinador. Basta que respirem fundo e se se atenham ao essencial: pôr a equipa a jogar melhor do que o faz (e isso é possível). Que saibam mobilizar os jogadores e que os treinem devidamente de modo a alcançar o que for alcançável, sem nos deixar envergonhados. Nem envergonhados, nem envergonhados dom F grande.

Não é pedir muito, pois não?!


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:00
De forma alguma. Direi mesmo que é pedir o essencial. E nunca devemos contentar-nos com menos do que isso.


De martta a 18 de Janeiro de 2017 às 23:07
E porque não convocar uma assembleia geral extraordinária para premiar o presidente e o treinador e obrigar os jogadores a pagarem o prémio e a irem votar no Mister BRUNO??


De JRamos a 18 de Janeiro de 2017 às 15:24
Eu era a favor da saida do técnico quando vi que a equipe nao conseguiu reunir o entusiasmo e a motivacao para conquistar dois pontos ao primeiro classificado em Chaves mas uma vez qur BdC mantem o treinador eu b
vou aceitar e recolocar esperanca no que se está a fazer. Para tanto, todavia, parece-me importante que se integrem as sugestoes aqui feitas pelo Pedro e pelo Simao.

Precisamos de um homem forte para o futebol, que represente o projecto da direccao junto do treinador e plantel.

Precisamos de um tecnico que do balneario para fora seja um membro importante da estrutura do futebol mas nao o seu chefe.

Precisamos de um presidente mais distante institucionalmente do banco, sendo aqui substutuido pelo director desportivo a contrtar. Acho q n pode ser Andre Geraldes. N tem curriculo nem experiencia para isso.

O director de comumicacao deve estar claramente mandatado pela direccao para que quando fale se saiba que fala pela direccao podendo a imagem do presidente desgastar-se menos, assim como o proprio presidente.

Um dept. de futebol forte a preparar a proxima epoca em tudo aquilo que em harmonia com o tecnico nao precise todavia da sua atencao maxima que deve estar focada em relancar a equipe para uma segunda volta mt competitiva, focada como um leao na entrada directa na CL.

(Enviado do meu movel. Desculpem a ortografia.)


De JRamos a 18 de Janeiro de 2017 às 16:05
E vencer o Maritimo na proxima jornada. É absolutamente necessário.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 17:00
Sem a menor dúvida. Prioridade absoluta.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 17:04
Apesar de algumas gralhas, do telemóvel, a mensagem chegou em condições. Com ideias sólidas e fecundas.
Subscrevo-as.
Saliento desde logo a necessidade de termos um director desportivo com forte personalidade, currículo sólido e que perceba muito de futebol. Alguém dotado de competências claras e que não veja o trabalho torpedeado por poderes paralelos. Para tanto tem que funcionar na dependência hierárquica directa do presidente - e apenas deste.

Não é condição bastante, mas é condição necessária para começarmos a dar a volta à crise.


De MB a 18 de Janeiro de 2017 às 11:55
Bruno vai emagrecer o planteI e deixar apenas quem está motivado.

O que me preocupa é que o obstáculo à frente da motivação, parece-me ser Jorge Jesus e por essa lógica teríamos que dizer adeus a quase toda a gente, incluindo capitães. O plantel tem qualidade mais do que a suficiente para derrotar desportivo de chaves, ETC

O obstáculo não é dedicação nem devoção mas desinspiraçao e desmotivação. Eu começaria por investigar isso mas caso seja JJ o problema, o homem vai continuar intocável e vamos, mais uma vez, estar a mexer numa equipa à volta do mesmo...

Alguns autores e comentadores deste blog deviam prestar uma ajuda porque, pelos vistos, gente competente escasseia.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 12:11
Pela nossa parte, deixámos ao longo de meses - ainda na pré-temporada - suficientes sinais de alerta que já deixavam antever o que iria seguir-se. E temos deixado também diversas críticas construtivas - no plano da organização, da comunicação, da gestão de activos, da relação entre presidente e treinador e deste com a equipa.
Vamos continuar neste caminho. Falo por mim, claro. Por maioria de razão a partir de agora.


De Edmundo Gonçalves a 18 de Janeiro de 2017 às 12:07
Estava a "esgalhar" o post abaixo, Pedro, mas creio que lá deixei algumas pistas, que aqui repito:

Contratação de dois laterais, um para cada lado;
Deixar para Jesus a função apenas de treinador;
Fazer regressar alguns emprestados para posições estritamente necessárias, doutro modo deixá-los crescer onde estão;
Contratar alguém na área da psicologia;
Despachar, mesmo que perdendo algum dinheiro, os monos;
Fazer da equipa B a equipa de "reservas" da principal, quem não jogar nesta, terá que o fazer na B para não perder ritmo, o que obrigará a que o esquema táctico seja similar e complementar e em consequência emagrecer também a equipa B;
Tentar a difícil tarefa de fazer as pazes entre o plantel e o treinador, que me parece a tarefa mais complicada desta fase.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 12:31
Só li o teu texto quando acabei de escrever o meu, Edmundo. É útil que o debate seja travado por estes dias aqui no blogue. Tenciono ir dando também o meu contributo. E mais tarde faremos uma síntese daquilo que os leitores nos forem transmitindo de mais relevante.

Quanto às tuas sugestões, parecem-me todas indispensáveis. Há, no fundo, que rearrumar competências. Redefinir linhas hierárquicas. Tornar o presidente menos "adepto", no sentido corriqueiro do termo. Tornar o treinador muito menos "olheiro". Reinvestir na formação e aproveitar ao máximo os recursos de Alcochete. Revalorizar a equipa B, que deve recuperar a sua vocação de fornecedora periódica de talentos para o plantel principal. Dispensar tão cedo quanto possível aqueles jogadores que só vieram fazer turismo.
E há que aprender a lição de todos os erros cometidos. Encará-los como um inadiável banho de humildade. Ter a noção de que as casas começam a ser construídas pelos alicerces, não pelo telhado. Ninguém pode prometer belos acabamentos se os alicerces não forem sólidos.


De Wond3rboy a 18 de Janeiro de 2017 às 12:35
Pedro,

Com todo o respeito pela tua opinião, mas a cada desaire que tivemos essa época isso foi falado. Fazem-se comunicados a apelar à união, o treinador aparece a dizer que a equipa está comprometida e que agora é que vai ser, os capitães falam em raça e entrega. E depois o que acontece?

Resposta: rever segundo jogo em Chaves...


Wond3rboy


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:04
O segundo jogo em Chaves decorreu num contexto muito especial, após uma desastrada intervenção do presidente no balneário, a chocante acusação do presidente da Fundação Sporting sobre eventuais deslocações nocturnas de jogadores, e de uma absurda violação do 'blackout' decretado pelo próprio clube com a penosa exibição pública dos nossos capitães na Sporting TV em que as caras deles desmentiam as palavras.


De Carlos Silva a 18 de Janeiro de 2017 às 15:25
Preparava-me para tecer os meus comentários quando li o que o Edmundo escreveu. O essencial do meu pensamento está lá retratado. Só quero dar maior realce ao papel da equipa B. Quanto a mim não tem sido aproveitada. Só faz sentido ter equipa B se esta servir três propósitos:
1) Ter uma reserva imediatamente disponível sempre que seja necessário para a equipa principal (não emprestar os melhores desses).
2) Em sentido contrário, rodar os jogadores da equipa principal que não jogam amiúde. Nenhum jogador devia de estar mais de um mês sem entrar em competição
3) Os jogadores que não tenham potencial para entrarem um dia na equipa principal do scp, devem ser preparados anualmente para serem vendidos a equipas de menor nível (nacionais ou estrangeiras) salvaguardando os interesses do clube nos contratos efectuados.
Para tal devíamos investir neste escalão num treinador de elevado nível


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 17:09
Muito bem, Carlos. O Sporting B tem que estar entregue a um profissional de reputação inatacável, com prestígio e currículo, e funcionar em articulação permanente com o treinador do primeiro escalão, funcionando - à semelhança do que aconteceu num passado recente - como incubadora de talentos e reserva permanente da equipa principal.
Não nos pode por isso ser indiferente o desempenho do Sporting B na Liga respectiva. A cultura de exigência a nível sénior tem mesmo de começar ali.


De SportingSempre a 18 de Janeiro de 2017 às 19:31
Acompanho pontualmente pela TV e ao vivo o Sporting B, acho que a equipa está bem entregue ao João de Deus, um treinador com algum curriculum, o problema está realmente no seu esvaziamento em termos de talentos e no divórcio com a equipa A.

Este ano a B recebeu uma dúzia de reforços que dificilmente chegarão à primeira equipa, e não conta com as promessas entretanto emprestadas.

Para mim o que faz sentido realmente é ter um plantel único de profissionais sempre em movimento entre a A e a B, conforme a necessidade.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 22:13
Não questiono a qualidade de João de Deus. Reafirmo o princípio: o timoneiro do Sporting B deve ser um profissional de reputação inatacável, com prestígio e currículo, e funcionar em articulação permanente com o treinador do primeiro escalão. Não concebo a equipa B senão como reserva e viveiro da A. Daí a interligação que deve existir entre ambas.


De Carlos Silva a 19 de Janeiro de 2017 às 10:58
Se estou convicto, que os meus conhecimentos do mundo do futebol são escassos, nunca deixarei de opinar quando esses assuntos raiam o bom senso. Se tenho sérias dúvidas que alguém nos oiça, fico com a suave sensação, como sportinguista, de ter feito o mínimo que o dever nos obriga a cada um de nós.


De Pedro Correia a 19 de Janeiro de 2017 às 12:10
Sem dúvida. E é imperativo dos sportinguistas debaterem neste momento a situação do clube - a todos os níveis. Desde logo porque estamos em período pré-eleitoral.
Aqui no És a Nossa Fé cumpriremos essa missão que também nos cabe.


De Carlos Silva a 19 de Janeiro de 2017 às 13:10
Ser sportinguista vai muito para além de pagar as quotas, mesmo que para muitos de nós, já só de si represente um elevado esforço.


De Pedro Correia a 19 de Janeiro de 2017 às 15:27
Isso mesmo, Carlos. Sem a menor dúvida.


De MB a 18 de Janeiro de 2017 às 12:08
Quem é que vai decidir quem fica e vai? É que ainda este mês, há rumores de que Jesus não deixa/ou André ir embora...
Espero que BdC não faça esta decisão apenas com a equipa técnica do treinador. São precisos terceiros.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 12:32
A decisão é sempre do presidente, nos parâmetros que definir, ouvido o treinador.
Sem amuos, sem birrinhas, sem estados de alma. Atendendo aos superiores interesses do clube.


De MB a 18 de Janeiro de 2017 às 12:34
Lamento mas sou incapaz de confiar em quem gasta um milhão em Petrovic e 3,5 milhões em Elias.

Resta-nos esperar sentados, infelizmente.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:09
Este não é o momento para isso, MB. Desde logo porque decorre um processo eleitoral no Sporting. Ou seja, ninguém tem o lugar seguro. Os próximos protagonistas do clube serão aqueles que os sócios quiserem.


De Plinio a 18 de Janeiro de 2017 às 12:16
Com a vossa autorização reproduzo um post que deixei abaixo noutra conversa e que é o meu desabafo!

"Começar a preparar a próxima época quando esta vai a metade?
Para quê? Para o ano estarmos aqui todos na mesma altura a lamentar-mo-nos. E digo isto com profunda tristeza.
O problema do Sporting, s.m.o é de mentalidade competitiva a todos os níveis.
Os jogadores vem ou estão no clube e sabem das épocas de insucesso e ao primeiro percalço embarcam em "neuras" que não conseguem ultrapassar.
Depois isso reflete-se no jogo.
Porquê é que Adrien, W. Carvalho e R. Patrício fazem um tão bom europeu e depois esta época estão em sub-rendimento?
Parece-me que a razão tem a ver com isto, na selecção há C.Ronaldo, Pepe, Quaresma etc que tem uma mentalidade competitiva tão forte e com tantas conquistas que conseguem cativar os colegas. Já no nosso Sporting não existem jogadores desses o que se reflecte depois no futebol jogado.
Soma-se algumas "desbocagens" de J.J. ao contrário por exemplo de F. Santos, e a serenidade por vezes inexistente em B. Carvalho a contrastar com Fernando Gomes, presidente da F.P.F.
Melhores cumprimentos"


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:14
Não podemos deixar-nos abater por fatalismos, Plínio. Nem devemos esquecer que a excelente prestação de Adrien, William, João Mário e Rui Patrício coroou a exibição de grande qualidade que todos eles tiveram ao serviço do Sporting na Liga 2015/16. Esta precedeu o Euro 2016, não o contrário.


De Plinio a 18 de Janeiro de 2017 às 13:26
Concordo com o seu comentário, mas uma boa época que todos eles fizeram e os levaram à selecção não foi para nós sportinguistas sinónimo de sermos campeões. Bem sei que vários factores nos levaram a não conquistarmos o campeonato do ano passado, mas não me esqueço do jogo com o Guimarães em que W. Carvalho se dirigiu (e bem) à claque dizendo algo do género ( e aqui mal quer-me parecer) que ainda tínhamos um ponto de vantagem, que curiosamente perdemos na semana seguinte.
É este tipo de mentalidade que não pode ocorrer no nosso clube, ou seja, epá ainda estamos à frente calma lá para a semana é melhor e depois na semana seguinte é pior and so one and so one. Eu lamento mas tenho-me sentido algo enxovalhado por esta época, ainda por cima tendo que ouvir os amigos, grande parte deles de outro clube. Isto desgasta quem gosta do Sporting, mas não deixarei de o ser porque é a minha doença crónica.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:41
Sim, mas também não podemos esquecer-nos das manifestações de arrogância. Sobretudo do presidente, a dizer no início desta época que já tinha reservada uma vitrina para o troféu deste campeonato. Já para não falar das alusões do treinador ao Ferrari, que deram no que deram.
A cultura de exigência não é isto. Porque nunca devemos perder a noção de que para ganhar títulos não dependemos só de nós. As outras equipas também contam. Incluindo, como sabemos, as equipas de arbitragem.
Por isso os campeonatos não se prometem: conquistam-se. O que pode e deve ser prometido é tudo fazer para conseguir alcançar esse desígnio.


De Plinio a 18 de Janeiro de 2017 às 13:52
Estamos de acordo, a bazófia nunca fez bem a ninguém.
A objectividade na promessa com o inerente sinal de que os outros (adversários, árbitros e demais organismos) fazem parte da contenda é sinal de maturidade.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 14:04
Claro. Até para não elevar em excesso o patamar das expectativas. Estas devem ser sempre altas, mas com suficiente realismo de modo a que não se tornem ilusórias.


De António Manuel Venda a 18 de Janeiro de 2017 às 12:18
Voltarei a escrever com mais regularidade, explicando o que penso. Adianto desde já que defendo a continuidade de Bruno de Carvalho. Sobre Jorge Jesus ainda não sei bem o que dizer: gostava que continuasse, mas tem tomado decisões inexplicáveis (e tem uma equipa técnica fraquinha - para ser simpático). O plantel deve ser refeito ainda este mês com regresso de alguns jovens em que o treinador se deve comprometer em apostar, e saídas do actual plantel na medida do possível. Parece-me óbvio que o guarda-redes Beto merece ficar com a baliza e que no centro da defesa se deve apostar em Ruben Semedo e Paulo Oliveira. Laterais não sei o que dizer. Meio campo quase o mesmo (os dois capitães a falarem pareciam os filhos do embaixador do Iraque). Ataque só Bas Dost mas com um verdadeiro apoio (há um avançado dos Júniores que devia ser considerado). Gelson, Bruno César, Bryan Ruyz (mesmo em baixa), Joel Campbell e mais dois ou três, estes sim intocáveis (e os dois capitães a mesma coisa, apesar de não serem os craques que sempre se tem apregoado). Alan Ruiz, Petrovic, Bruno Paulista, Schelotto, Marvin, Castaignos, André, Elias, Esgaio, Markovic e mais uns quantos, tentar que não fiquem. Coates se no fim na época não ficar não se perde nada. Rui Patrício se for vendido o seu passe a mesma coisa. Tanto para fazer, tão pouco já para conquistar.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:44
Fazes bem em escrever com mais regularidade, António. Como digo, este é mesmo o momento de falarmos.
E de sermos escutados.


De Schmeichel a 18 de Janeiro de 2017 às 12:20
Caro Pedro,

Ao contrário do que leio.... acho que precisamos mais do que nunca de tranquilidade!! No fundo cumprir o blackout....

Chega de comunicados sobre tudo e nada ao mesmo tempo.

Temos de apostar na nossa maior força... a formação!

A questão do treinador JJ, deverá ser analisada no fim da época.... até lá não tem sentido despedir.... não temos dinheiro, e não encontraremos melhor!


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 12:42
Sim, Schmeichel. Chega de comunicados a todo o momento. Mas também chega de 'blackouts' - desde logo porque uma sociedade anónima desportiva como a do Sporting tem compromissos comerciais que implicam intervenções públicas regulares: a ausência destas intervenções gera quebra de receitas que nos são indispensáveis.

O Sporting deve marcar sempre presença nos circuitos da comunicação. Mas não desgastar-se em mil e uma batalhas mediáticas que só geram ruído e dispersão. E deve poupar os capitães à exposição que esta semana tiveram na televisão do clube - um momento penoso, em que a linguagem não verbal de ambos desmentia as palavras que debitavam.

Deve evitar também dar palco a pessoas talvez bem-intencionadas mas com intervenções desastrosas, como a do dirigente da Fundação Sporting que acusou na Sporting TV vários jogadores de "irem para a noite", em vésperas do crucial desafio da Taça.
Tem de acabar quanto antes esta tendência para darmos tiros no pé.


De Implacável a 18 de Janeiro de 2017 às 21:06
Caro Schmeichel, pelo estilo de scrita é o mesmo com quem tive algumas conversas agradáveis no camarote (pouco) leonino!
Deixei de comentar por lá. O dono é mais tolerante para com os lampiões que para lá vão provocar e insultar os Sportinguistas do que com os verdadeiros Leões.
Aquilo está demasiado lampionado.
Uma das suas tiradas desrespeitosas em jeito de raspanete precipitou o meu adeus àquele espaço. Pior para ele...

Quanto ao seu comentário, eu sou a favor de aliviar os Sportinguistas de humilhações e despachar (é mesmo o termo) JÁ o ultra ruinoso jj. É certo que o dinheiro não abunda mas manter o amador(rense) no clube é gastar esse dinheiro mais o que é esbanjado em contratações para nada e garantir mais dois anos de "bola"!
Quanto a dizer que não há melhor, não acredito que o caro Schmeichel esteja a falar sério. Só em Portugal há dezenas de treinadores melhores e na relação qualidade preço há "paletes" deles com rácio mais favorável.


De Wond3rboy a 18 de Janeiro de 2017 às 12:27
Pedro Correia,

O que deve ser feito, infelizmente, não é de fácil resolução, mas vamos por partes:

- Como já o disse neste espaço, sou da opinião que a continuidade de Jorge Jesus, na actual conjuntura que se arrasta há demasiado tempo, é adiar o inevitável. É notório que JJ perdeu o balneário, os jogadores que o conhecem melhor já não estão com ele e os que o conheceram este ano não estão a assimilar os seus processos. E o resultado é um modelo de jogo que não funciona, de posse de bola inconsequente, sem critério, sem criação de oportunidades de golo e que muitas vezes leva ao desespero do cruzamento sem nexo. E não estamos a falar de azar num ou noutro jogo, estamos a falar de meia época com uma equipa a jogar sobre brasas (com alguns bons momentos como Porto ou Real Madrid) e já fora de todos os objectivos a que se propôs. E nem vale a pena falar das muitas humilhações sofridas até à data (Rio Ave, Guimarães, Légia, Chaves, etc). Por tudo isto, sou da opinião que não há mais margem de manobra para JJ.

- Solução? Tentar chegar a um acordo para rescisão por mútuo acordo. Designar um treinador interino (pior não deve fazer) e ter esperança que, com a mudança da mensagem transmitida, que haja uma efeito positivo nos jogadores e honrem o nome do Sporting nos jogos que restam. Não há muito mais para lutar, resta tentar a melhor classificação possível (o segundo lugar seria óptimo). JJ já perdeu todo o "hype" que trouxe do rival e não quererá, imagino eu, continuar a afundar-se com o Sporting, pelo que a saída seria benéfica para ambas as partes. Está na altura de sair de Portugal para o grande contrato da sua vida, eventualmente para a China se quiser manter o nível salarial.

- Terá, como disse o presidente, de se fazer um emagrecimento do plantel, tendo em conta que já fomos eliminados de todas as provas a que nos propusemos e não precisamos de um plantel tão vasto. Nomes como Meli, Petrovic, Markovic, Jug, entre outros, deverão abandonar o Sporting ainda em Janeiro. Contratações em Janeiro? Só se for realmente uma grande oportunidade de negócio. Na minha opinião, a época já é um fracasso e não vale a pena estar a deitar precioso dinheiro fora.

- Para a próxima época, já sem Jorge Jesus creio eu, o treinador a ser contratado terá de estar identificado com a filosofia do clube, ou seja, contratações cirúgicas e criteriosas (jovens com margem de progressão) e apostar na prata da casa (Medeiros, Geraldes, Podence, Palhinha, Matheus, etc). Não podemos continuar a apostar em contratações de risco (jogadores sem forma física, com histórico de grandes lesões ou que já fizeram boas épocas mas nos últimos anos têm vindo a regredir, etc) sob pena de se hipotecar o futuro do clube gastando dinheiro em contratações ruinosas e sem retorno. A única excepção a esta regra serão jogadores feitos (e caros) do calibre de Bas Dost.

- Se o Sporting falhar a entrada na fase de grupos da Champions League isso vai significar menos dinheiro a entrar nos cofres do clube, o que obrigará à venda de pelo menos um ou dois activos valiosos de modo a equilibrar as contas (Gelson ou William). A eventual ida à Liga Europa é, na minha opinião, bastante pouco compensatória (financeiramente) e desgastante em termos emocionais (jogar à segunda feira, depois dos rivais, nunca é bom).

- Acreditando que o bom senso do JJ irá prevalecer e acabará por abandonar Alvalade, posso já começar a pensar em nomes que gostaria de ver a comandar a equipa: Vítor Pereira (muito subvalorizado no Porto, mas muito competente e que dá títulos, tem a minha preferência), Paulo Fonseca (não deverá sair do Shakhtar tão cedo, mas seria interessante) ou Rui Jorge. Leonardo Jardim é, neste momento, irreal. E Marco Silva nunca regressará com Bruno de Carvalho. Sá Pinto seria interessante numa fase inicial como treinador interino e, mais tarde, para integrar a estrutura.


Wond3rboy


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:47
Cumprimento-o pela qualidade da sua reflexão, ainda que eu não a subscreva por inteiro - o que é irrelevante para o caso.
Chamo especialmente a atenção para o seu parágrafo inicial. Parece-me uma excelente síntese do triste e lamentável momento actual do Sporting.


De Wond3rboy a 18 de Janeiro de 2017 às 17:12
Obrigado Pedro.

Faço sempre questão de estar o mais dentro possível da realidade do clube. De salientar que sou apoiante de Bruno de Carvalho e não acredito que o problema seja o presidente. Este ano a equipa é praticamente a mesma que tínhamos o ano passado, com excepção do J. Mário e Slimani, e não foi pela forma de comunicar do presidente (ponto onde é mais criticado) que a equipa deixou de praticar o melhor futebol em Portugal na época transacta (com recorde de pontos).

Não obstante a qualidade do treinador (que efectivamente a tem) e os seus imensos conhecimentos técnico tácticos, julgo que já foi dado tempo mais que suficiente a Jorge Jesus sem que o mesmo tenha encontrado o antídoto para dar a volta à situação. Acredito que nenhum dos treinadores que tivemos nos últimos anos, numa situação semelhante à que vivemos, teria o mesmo tempo que JJ está a ter no Sporting. O que diz muito da reputação que JJ tem em Portugal.


Wond3rboy


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 22:22
Percebo o seu ponto de vista. Mas não me esqueço que faz agora um ano este Sporting treinado por JJ seguia em frente no campeonato, praticava o melhor futebol dos estádios portugueses, tinha a defesa menos batida e atraía um número nunca visto de espectadores a Alvalade. Creio até que foi fundamental para a dinâmica da selecção nacional que se sagrou em Julho campeã da Europa.
Tenho-me questionado sobre isto. Por vezes nem parece que se trata do mesmo treinador e praticamente da mesma equipa. Algum dado essencial parece ter-nos passado ao lado.


De a 18 de Janeiro de 2017 às 12:29
No que diz respeito à equipa A, está na altura de voltar às origens, olhar para dentro, chamar os nossos e aculturar a equipa com os valores da casa.

É agradecer ao André, ao Castaignos, ao Elias.

É trazer o Podence, o Geraldes, o Iuri, o Palhinha e o Gauld.

É dar uma oportunidade ao Matheus.

É apostar em quem cresceu com o ADN Sporting e está habituado desde cedo a ganhar com esta camisola.

Uma coisa é certa: pior não pode ser, é mais barato e prepara-se o futuro.

A injecção de sangue novo na equipa pode ser o bálsamo que a equipa precisa.

Por outro lado, há todo um lado afectivo entre equipa e adeptos que é preciso recuperar.



De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 13:16
A marginalização do Matheus é para mim um mistério. Um jogador que fez o devido tirocínio na equipa B, foi lançado há um ano por Jesus na equipa A, chegou a jogar bem nas competições europeias e este ano desapareceu do mapa, desvalorizando-se por completo.
Alguém tem que explicar muito bem explicado aos sócios o que aconteceu com o Matheus.


De Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 15:26
Pedro, a resposta à tua questão já te dei ontem...JJ é incompetente e, tal como o Paulo Bento, é dado a fetiches e embirrações quanto a jogadores, queimando uns atrás dos outros para trazer paletes em que 2/3 se aproveitam. Por outro lado, como Paulo Bento, é dado a teimosias, transparecendo uma necessidade de afirmação constante fruto das suas inseguranças, sendo mais importante mostrar que tem razão do que mudar a agulha.
Lembro aqui algumas situações:
1 - Jefferson tem 28 anos devia estar a jogar muito próximo do seu potencial máximo. Mais, com Das Bost é incompreensível que o jogador do plantel que melhor centra para a área não jogue. Melhor compreende-se com o facto de JJ não gostar dele.
2 - Jonathan Silva. Se se lembrarem que Stamford Bridge apenas dois jogadores mostraram uma personalidade incrível com o resto a jogar aninhado e que esses foram Carrillo e Jonathan, na altura com 20 anos, isso diz tudo. Andam os adeptos a pedir um LE e parece que ninguém se lembra deste miúdo de 22 anos com uma margem de progressão incrível e com talento.
3 - Paulo Oliveira, nunca percebi porque saiu da equipa e, sei que é controverso, se alguém tinha de sair para Coates jogar esse era o RS. Mas para mim PO RS devia ser a aposta desde a época passada e neste momento temos um jogador de talento com 25 anos parado na sua evolução quando devia estar a começar a explodir. Esta era a futura dupla da seleção nacional.
4 - Matheus, outro que foi encostado para poderem jogar os jogadores fetiche, quer estejam bem quer estejam mal. Mas em que mundo o Markovic é opção à frente do Matheus que também anda parado na sua evolução. Vou fazer outra afirmação controversa mas onde tenho quase 100% de certeza: Se o Gelson não tem começado a época como começou também ele tinha sido encostado para o Markovic e o Campbell jogarem como Ruiz.
5 - Iuri. Desde a pré época que se ele teve a certeza que não contava para JJ. Se tivesse o espaço e apoio que foi dado a Markovic hoje não estaríamos a suspirar por ele. Outro caso de fetiche do JJ que claramente não gosta dele.
6 - Podence. É demasiado marabalista para o génio, sem mais palavras.
7 - Gauld. Mas alguém já viu algo melhor no Alan Ruiz do que neste miúdo, outro que JJ não gosta porque não é grande. Com JJ em miúdo Messi seria emprestado quase de certeza, porque para este pateta o jogador não vale pelo seu talento tem de ter o tipo de físico que ele imagina.
8 - Palhinha. Mas como é que depois da pré época este é preterido em favor de Petrovic?????

Para mim Pedro alguém tem de explicar estas situações todas, não é só o Matheus. A questão é simples JJ não tem perfil nem qualidade para ser o nosso treinador, o modo enviesado que vê o futebol é contra o caminho posto em marcha por BC quando chegou e no 1º ano que JJ consegue meter as suas ideias em prática temos aqui o resultado. Agora graças ao seu contrato estamos numa situação muito delicada quanto ao JJ e ao que parece o BC, pelo comunicado de hoje, não parece querer fazer marcha atrás o que é preocupante. Não falo de despedir o treinador falo do caminho que se tomou. Se a atitude e pensamento do presidente não mudar, acabará por chegar o momento em que também ele é parte do problema e não da solução. Ainda não chegou esse momento é ele que tem a palavra daqui para a frente. Quanto ao que é preciso fazer farei outro post.

Saudações Leoninas a todos neste momento difícil.
José Neto


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 17:17
Breves apontamentos.

1. O Paulo Oliveira não "saiu da equipa". Sofreu uma grave lesão a meio da época passada que o forçou a uma prolongada paragem. Até então era titular. E com sucesso: o Sporting era nessa altura a equipa menos batida do campeonato.

2. Iuri: estava na calha para integrar o plantel principal. Mas teve um desempenho muito fraco na pré-temporada, sem um só jogo aproveitável. Isso condicionou muito a opção do treinador.

3. De acordo sobre Jonathan, Matheus e Palhinha. A propósito, escrevi sobre eles aqui em 21 de Outubro:
http://sporting.blogs.sapo.pt/prioridades-2898216
E novamente aqui, a 5 de Janeiro:
http://sporting.blogs.sapo.pt/erros-atras-de-erros-3021382


De Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 22:48
Desculpa Pedro mas desde a época passada, mesmo antes da lesão que só se ouve que o PO não tem altura suficiente para o estilo de DC que JJ gosta. A vinda de Coates é nesse enquadramento. A partir da lesão eu sabia que ele não seria mais 1ª opção, e não foi.

Quanto ao Iuri tens razão, mas por isso eu ter dito que se o JJ tivesse o espaço de erro e apoio que foi dado a Markovic se calhar ele hoje era uma opção. É um jovem vem com aquela pressão de ter de mostrar serviço e isso impede muitas vezes os jogadores de mostrarem todo o potencial. Nem todos são iguais e uns precisam de maior protecção que outros.


De Pedro Correia a 18 de Janeiro de 2017 às 23:03
Iuri tem estado a fazer uma boa época como emprestado ao Boavista e acredito que será um dos valores mais sólidos da próxima temporada do Sporting.

Tenho muita simpatia pelo Paulo Oliveira, que já mostrou muita qualidade ao serviço do Sporting. Conheço esse fetiche do JJ pela altura dos jogadores. Um Messi ou um Iniesta jamais teriam qualquer oportunidade com ele.
Está mal, como é óbvio.


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