16 Jun 14
A ver o Mundial (5)
Pedro Correia

Portugal começou da pior maneira a participação no Campeonato do Mundo de 2014, sofrendo uma goleada (0-4) contra a Alemanha. Nunca tínhamos registado um resultado tão negativo numa fase final de uma grande competição futebolística ao nível de selecções.

Houve de tudo pela negativa: uma grande penalidade perfeitamente escusada, três golos oferecidos à equipa adversária, uma expulsão, duas lesões inesperadas. E a terrível constatação de que não temos banco de suplentes à altura dos desafios que nos aguardam neste Mundial.

Não adianta apontar a dedo este ou aquele atleta: toda a equipa naufragou. Do ponto de vista físico, técnico, táctico e anímico.

Jogando a passo, sem vontade de construir lances ofensivos, com um temor quase patológico dos alemães, a turma comandada por Paulo Bento transmitiu ao mundo uma péssima imagem do futebol português. Vendo as duas equipas em campo ninguém diria que existe uma pequena diferença entre ambas ao nível da classificação da FIFA: a Alemanha é considerada a segunda melhor selecção, sendo Portugal a quarta. Pelo menos até este jogo, que ficará para sempre como um desafio de má memória para todos nós.

Dizia-se antes do apito inicial, com o típico exagero à portuguesa, que a selecção era "Cristiano Ronaldo mais dez". Pura ilusão. Cristiano mal se evidenciou. E não houve sombra de equipa portuguesa no estádio Arena Fonte Nova, em Salvador, frente ao onze alemão muito bem escalonado por Joachin Löw.

Aos 52', na ala esquerda do ataque português, Fábio Coentrão e Nani chocaram um com o outro enquanto acorriam ambos, já sob o signo do desespero, ao encontro da bola. Esta insólita colisão simboliza bem o desnorte dos portugueses, que nunca conseguiram funcionar em equipa.

Tal como sucedeu com Scolari após a derrota frente à Grécia na primeira partida do Europeu de 2004, quando o brasileiro fez profundas alterações no onze titular português, com manifesto sucesso, Paulo Bento será confrontado com idêntico repto. Ou renova já, sem hesitar, ou morre na praia saindo do Brasil sem honra nem glória. O problema é saber, entre os 23 que seleccionou para o Mundial, quem estará realmente em condições de entrar em campo com capacidade física e psicológica para recuperar o profundo abalo que a selecção hoje sofreu frente à Alemanha, séria candidata ao título mundial.

 

Portugal, 0 - Alemanha, 4

 

.................................................

 

Os jogadores portugueses, um a um:

 

Rui Patrício - Uma das piores exibições de sempre do guarda-redes leonino na selecção. Teve duas desastradas reposições de bola em jogo que só por pouco não se traduziram em golos alemães. E ofereceu literalmente o quarto golo, numa defesa incompleta e atabalhoada, quando a equipa adversária já mal se esforçava por dilatar o resultado.

 

João Pereira - Quase nada lhe saiu bem. Desde o cartão amarelo que recebeu nos minutos iniciais da partida, nunca mais se recompôs. E arrastou com ele outros jogadores, contagiados pelo seu péssimo estado anímico. Falhou passes sucessivos, nunca conseguiu protagonizar uma ofensiva perigosa pela sua ala. Parecia só ansiar que aquele pesadelo chegasse ao fim.

 

Bruno Alves - Já foi um pilar de maturidade e confiança na selecção. Hoje nem andou lá perto. Desconcentrado, com os nervos à flor da pele, nitidamente afectado pelo destempero de Pepe, acabou por ter um falhanço incrível na área sob a sua jurisdição, oferecendo de bandeja o terceiro golo da Alemanha.

 

Pepe - É capaz do óptimo e do péssimo. Hoje só demonstrou a sua pior faceta. Tinha o sistema nervoso abalado e isso notou-se demasiado cedo. Foi claramente batido por Hummels na marcação do canto que originou o segundo golo alemão. Não se recompôs desse lance. E acabou por ser expulso por comportamento antidesportivo sem qualquer necessidade. A sua saída, aos 37', representou o fim da última esperança de Portugal neste jogo.

 

Fábio Coentrão - Rebentou fisicamente: saiu de campo aos 65', com grave lesão muscular que deverá afastá-lo em definitivo do Mundial. Enquanto esteve em campo foi uma sombra daquilo a que nos habituou: muito recuado, quase sem apoiar as linhas dianteiras. Irreconhecível.

 

Miguel Veloso - Muito discreto, deu no entanto algum contributo nas recuperações de bolas, chegando a lançar Cristiano Ronaldo com algum perigo aos 7'. Não regressou no segundo tempo, o que causou alguma estranheza: apesar de tudo, parecia ser um dos elementos menos afectados pelo descalabro colectivo.

 

Raul Meireles - Parece muito longe da melhor forma física, à semelhança de vários outros jogadores da selecção nacional. Durante a primeira parte mal se deu por ele. Após a expulsão de Pepe recuou no apoio à defesa. Deixou Müller fugir sozinho aos 50', mas salvou um golo quase inevitável aos 68' desviando in extremis a bola para canto. Terminou o jogo extenuado.

 

João Moutinho - Raras vezes foi tão ineficaz como neste jogo. Os passes saíam-lhe errados, não acertava as marcações, parecia indeciso sobre a zona do terreno em que devia movimentar-se. Inofensivo, em suma. Parecia suplicar para ser substituído, mas Paulo Bento não lhe fez a vontade.

 

Nani - Um bom remate aos 24', ao canto superior direito da baliza à guarda de Neuer. Praticamente nada mais de positivo a registar: foi uma das exibições mais decepcionantes.

 

Cristiano Ronaldo - A idolatria de que vinha sendo alvo nos últimos dias, sobretudo pelas televisões e redes sociais que entraram em virtual histeria em torno da sua figura, em nada beneficiou a concentração do capitão português. Muito marcado, pecando por excesso de individualismo, tornou-se mais um elemento errante da equipa. E até claudicou nos lances de bola parada, excepto num livre muito bem marcado já no período de descontos finais.

 

Hugo Almeida - Entrou para o lugar que fora de Helder Postiga no Alemanha-Portugal do Euro-2012 - única mudança operada por Paulo Bento no onze titular português. Aposta falhada. Isolado aos 5' por Cristiano Ronaldo, fez um remate inofensivo e frouxo com o seu pior pé, o direito. Aos 27' foi substituído de emergência por ter contraído uma aparente rotura muscular. O Mundial, para ele, terminou mais cedo.

 

Éder - Substituiu Hugo Almeida aos 27'. Com vantagem: foi talvez o português com exibição menos negativa. Derrubado em falta, na grande área alemã, aos 65': o árbitro sérvio não marcou penálti, fazendo vista grossa. Tentou procurar linhas de passe e driblar a sólida defesa germânica. Tem no entanto um sério problema para um avançado: em oito internacionalizações, nunca conseguiu marcar um golo. Falta-lhe capacidade concretizadora.

 

Ricardo Costa - Entrou na segunda parte para fazer parceria com Bruno Alves no eixo da defesa. Não se evidenciou nem comprometeu a equipa: ninguém poderia pedir-lhe um milagre nem ele estava em condições de o conseguir.

 

André Almeida - Entrou aos 65' para render Coentrão. Pretendia-se que fechasse o corredor lateral. Azar: o quarto golo germânico nasceu precisamente dessa ala, com Schürrle a ter todo o tempo do mundo para servir Müller. Também falhou vários passes, mas nisto não se distinguiu: todos os colegas padeceram deste mal.


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16 comentários:
De Anónimo a 16 de Junho de 2014 às 23:42
Caro Pedro Correia,

Parabéns fez uma análise fria e certeira face ás prestações dos nossos jogadores. Agora vamos ver como será daqui em diante a ponta de lança tanto faz que jogue Postiga ou Éder é a mesma coisa são ambos maus, o problema é a ausência de Coentrão pois André Almeida e Ricardo costa são esforçados e pouco mais pois agora mais do que nunca precisamos de laterais ofensivos e ofensivos não é com eles. se bem que sempre podemos retirar o coentrão e ir a tempo de chamar o Antunes, mas para Domingo não dá. o mais certo é jogar neto e bruno alves ao centro e ricardo costa na esquerda


De Pedro Correia a 17 de Junho de 2014 às 00:29
Verificámos neste jogo que a equipa se encontra em má condição física. Nem de outra forma se pode interpretar o facto de Coentrão e Almeida se terem lesionado gravemente sozinhos. Resta ver quantos outros jogadores se encontram igualmente debilitados fisicamente. Meireles? Veloso? Nani? O próprio Ronaldo?
Este é o nosso problema nº 1. Resta ver se terá solução. Eu apostaria no Bosingwa, no Quaresma, no Adrien e no Danny. Ups... parece que estes não foram convocados.


De SLB-33 a 17 de Junho de 2014 às 00:03
Caro Pedro Correia,

Concordo, mais uma vez, com a sua análise ao jogo e aos nosso jogadores.
Se eu fosse o PB Domingo contra os norte americanos apostava neste 11:
Rui Patrício; João Pereira; Neto; Bruno Alves; Ricardo Costa; William Carvalho; Ruben Amorim; João Moutinho; Varela; Nani e Cristiano Ronaldo. 3 jogadores rápidos na frente pois os centrais dos EUA são lentos. Ai que o Antunes bem nos fazia falta para Domingo falta


De Pedro Correia a 17 de Junho de 2014 às 00:32
Eu punha o Neto no lugar do Pepe, fazendo jogar o Ricardo Costa à esquerda, na posição do Coentrão. Ou mesmo o Veloso, para dar mais dinâmica ao corredor esquerdo. William no lugar do Meireles, que não me parece em boa forma. Varela, sem dúvida, no lugar do Almeida. Cristiano num falso ponta-de-lança, servido por Varela e Nani.

(obrigado pelas suas palavras)


De aNNóNNymus a 17 de Junho de 2014 às 01:46
E ainda ... e ainda ...

o André Almeida, no lugar do mico da Meia Laranja João '3 pés' Pereira ... !


De Pedro Correia a 17 de Junho de 2014 às 12:11
Esse tal 'mico' foi "formado" no vosso clube, tanto quanto sei.


De João André a 17 de Junho de 2014 às 09:40
Pedro, que não temos banco é sabido. Por isso mesmo escolher outros jogadores é exercício quase fútil. Só mesmo pela aplicação ou condição física.

Neste aspecto vale a pena notar que Portugal andou a fazer estágios World Tour organizados como sempre pela agência de espectáculos que dá pelo nome de FPF. Preparação para mundiais é coisa de boches.

Discordo parcialmente contigo em relação a Coentrão. Muitos dos problemas naquele flanco surgiram precisamente porque estava demasiado adiantado. São as instruções que tem, não há grande solução, mas acabou muitas vezes mais como médio esquerdo que como lateral ou ala.

Não me parece que Hugo Almeida quisesse rematar. Quando se viu com a bola no pé direito penso que tentou cruzar para Ronaldo (o movimento do pé indica-o) e a bola foi interceptada pelo defesa alemão. Se assim foi, demonstrou um dos problemas portugueses: querem dar a bola a Ronaldo para que resolva tudo. Dessa forma é fácil defender.

Bruno Alves é espectacular, mas tem sempre um ou dois momentos de desconcentração em todos os jogos os quais são frequentemente pagos caros. Concordo contigo em relação a Veloso. Nani deveria ter saído ao intervalo e entrado Carvalho ou Amorim ou outro médio. Meireles a central estava bem: não precisava de se mover muito e contra uma equipa sem ponta de lança, médios bastam.

Não concordo com a mania de Ronaldo a ponta de lança. Não o é, porque não o sabe ser. É mau a mover-se sem bola e não é o jogador mais inteligente que por lá anda. Reage bem a cruzamentos, mas essencialmente porque o faz vindo das alas (ou seja, das costas dos defesas). Se estiver no meio vai ser presa fácil, tal como o foi na final da liga dos campeões. Deve ficar na ala, temos que ver Varela entrar, Nani recambiado para o banco e Postiga a jogar (não gosto dele, mas tem uma média de golos pela selecção quase igual à de Ronaldo e move-se bem). No meio campo Carvalho tem que entrar e se Meireles não está em condições, que jogue Amorim, Rafa ou outro. Veloso tem que ir para defesa esquerdo, caso contrário desaparece aquela ala.


De SLB-33 a 17 de Junho de 2014 às 11:02
Caro João André,

Entendo as suas palavras sobre o Cristiano Ronaldo, apesar de não concordar, mas sejamos francos entre Postiga Éder e Hugo Almeida que jogue o Ronaldo a Avançado.

P.S. Do top 10 das seleções presentes no mundial só Brasil e Portugal é que não têm pontas de lança à altura da equipa, ainda assim prefiro muito mais Fred e Jô do que a Postiga, Éder e Hugo Almeida.


De Pedro Correia a 17 de Junho de 2014 às 12:19
Estamos de acordo no Veloso para fechar a ala esquerda e na entrada (para mim obrigatória) do William. Varela também me parece uma entrada obrigatória, mas tem um problema óbvio: não dura 90 minutos. Tal como Postiga, aliás. De resto a grande incógnita em relação a Postiga é precisamente a sua condição física: não arriscaremos um segundo caso Hugo Almeida ao vê-lo cair no chão, ainda muito cedo, cheio de dores?
Podemos abdicar também de um ponta de lança fixo em troca de três avançados móveis (CR, Nani, Varela). O problema é que P. Bento só promove alterações de ordem táctica com uma pistola encostada à nuca.
Em tempo: como já referi a um leitor deste blogue, acho inacreditável que com tantos jornalistas que estão a acompanhar os trabalhos da selecção nenhum deles tenha querido ou podido relatar com minúcia os problemas que estão a registar-se nos bastidores. Que eles existem, parece-me uma evidência dado o que ontem sucedeu em campo.


De JPT a 17 de Junho de 2014 às 10:42
"Jogando a passo, sem vontade de construir lances ofensivos, com um temor quase patológico dos alemães, a turma comandada por Paulo Bento transmitiu ao mundo uma péssima imagem do futebol português". Está a falar do sucedido após os 37 minutos, correcto? Os erros defensivos grosseiros (começando pelo do nosso Patrício, propiciado por um passe disparatado) foram a causa da "morte" da selecção, não, segundo creio, a postura geral da equipa. O facto é que estavamos a perder 0-2 quando tínhamos tido tantas jogadas e remates perigosos como os alemães. Aliás, é certo estamos a falar de menos de 10 minutos de futebol, mas, até aquele lance patético de Patrício, não se deixava adivinhar a vergonha (e não me refiro ao resultado, mas ao amadorismo e ao destempero) que veio a seguir. Um pouco como o que aconteceu antes e depois de um erro incrível de Derlei, em Alvalade, ao minuto 42 de um jogo com o Bayern, com alguns dos intervenientes de ontem. SL!


De Pedro Correia a 17 de Junho de 2014 às 12:10
Rui Patrício - Três erros grosseiros, um dos quais nos valeu o quarto golo.
João Pereira - Erro grosseiro ao cometer a grande penalidade.
Pepe - Erro grosseiro com mau alívio pouco antes da inenarrável cena do penálti que marcará para sempre a carreira desportiva do jogador.
Bruno Alves - Erro grosseiro que nos permitiu o terceiro golo.
André Almeida - Erro grosseiro ao abrir uma avenida na ala esquerda da qual resultou o quarto golo.
Meireles - Erro grosseiro ao deixar Müller fugir sozinho aos 50' (não foi golo por quase-milagre).
Moutinho - Erros grosseiros, os sucessivos passes que falhou num meio-campo onde andou quase sempre oculto detrás dos 'armários' alemães.
Nani - Erro grosseiro, o individualismo excessivo de que padeceu nas raras vezes em que tocou na bola.
CR - Erros grosseiros, os lances de bola parada que desperdiçou, nomeadamente aquele livre em que a bola foi parar direitinha... a um dos dois alemães que formavam a barreira.
Hugo Almeida - Erro grosseiro ao falhar o golo de bandeja que CR lhe ofereceu aos 5'.

Paulo Bento - Erros grosseiros: deixar William no banco, fazer alinhar jogadores que estavam muito longe da melhor condição física e insistir num modelo de jogo previsível, sem renovar o onze titular.

Como se vê, o descalabro não começou com a expulsão de Pepe. Durou quase todo o jogo e envolveu quase toda a equipa.


De JPT a 17 de Junho de 2014 às 15:48
Não extraio os erros do treinador, que o PC refere, do jogo que vi (e, na parte que interessa, revi). Li, em todas notícias, em quatro línguas, a mesma coisa: “Portugal entrou bem”. O modelo de jogo, apesar de previsível (e é-o), deu para Portugal criar quatro ocasiões de golo em 30', mesmo com um Ronaldo a meio-gás. Parece-me claro que o que determinou que passássemos da fase do “Portugal entrou bem” para a fase do “descalabro total” foram inadmissíveis erros individuais, de origem emocional (da desconcentração escabrosa do Patrício ao descontrolo escabroso do Pepe) e não erros “tácticos” ou menor condição física (até pode ser que existam, mas não se manifestaram, neste jogo, até ocorrer o "descalabro total"). Dito isto, claro que o seleccionador nacional é, em última análise, o responsável pela falta de estabilidade emocional dos jogadores (ou por escolher jogadores sem essa característica, e há vários). Todavia, é tudo menos evidente que contribuísse para aumentar a estabilidade emocional da equipa colocar, de início, um jogador com 20 minutos de jogos "a doer" na selecção, em detrimento de um com 50 internacionalizações. SL!


De Pedro Correia a 19 de Junho de 2014 às 01:48
Meu caro: em futebol, muito mais importante do que "entrar bem", é terminar bem. Ora nós terminámos pessimamente.
Que adianta jogar razoavelmente durante dez minutos num jogo que tem 90?

Os nossos atletas estão em má condição física, é inegável. Três lesões graves num jogo só.
A táctica 4-3-3 não funcionou neste jogo: havia imensas clareiras no miolo do terreno e uma enorme distância entre linhas, da defesa para o meio-campo.
Com a Alemanha, num desafio em que o nosso objectivo estratégico deveria ser jogar para um empate, adoptámos o mesmo modelo que tinha sido usado nas partidas particulares frente à Grécia, México e Irlanda.
Não faz sentido.


De Anonimo a 17 de Junho de 2014 às 20:22
Concordo com tudo o que disseste, tirando o andré almeida, pois ele no 4º golo não estava lá porque ele estava a compensar o buraco no meio, até se fores ver o lance todo do 4º golo ele faz um grande corte no meio adiando alguns segundos esse mesmo 4º golo.


De Francisco Gonçalves a 17 de Junho de 2014 às 15:29
Eu comecei a temer o pior quando olhei para o banco da seleção alemã e vislumbrei Lucas Podolski , Miroslav Klose , André Schurrle e Bastian Schweinsteiger . Se juntarmos a este lote o, quase inquestionável titular, Marco Reus, afastado do Mundial por lesão, dei por mim a pensar: se eles não necessitam destes ilustres, de início, receio bem que os que vão entrar sejam demasiadamente fortes para a nossa seleção . Infelizmente, havia razões para aquele banco.


De Pedro Correia a 19 de Junho de 2014 às 01:42
Nós também tínhamos no banco grandes craques: Almeida, Rafa, Amorim...


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