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És a nossa Fé!

Viver o Sporting...

Irei continuar a vibrar durante os jogos do meu clube, celebrando cada vitória ou sofrendo em cada derrota. Obviamente que todos os jogos são para ganhar e nenhuma competição é para desprezar, mas o que verdadeiramente conta é a conquista do campeonato nacional de futebol, título que nos escapa desde a época 2001-2002. Se pudesse escolher entre campeonato ou taça de Portugal, Liga Europa e taça da Liga num mesmo ano, não hesitaria um milésimo de segundo e escolheria o primeiro.

Desde que Bruno de Carvalho tomou posse como Presidente do Sporting.C.P. a conquista da Taça de Portugal na época de 2014-2015 foi o melhor momento do clube. É pouco e ainda assim o Presidente enxovalhou um treinador por ele contratado e despedido com justificação bastante duvidosa. Com estrondo e foguetório contratou para substituir Marco Silva o mestre da táctica, o treinador mais caro da história do futebol português, mas que até ao presente se limitou a ganhar uma supertaça e já no decorrer da presente época a taça da carica. As duas provas menos relevantes do calendário luso. Um fanfarrão que conseguiu com o seu discurso provocatório unir há 2 épocas o principal rival e desperdiçando pontos inacreditáveis, acabou por perder um campeonato que estava perfeitamente ao nosso alcance.

Ontem após verificar que mantém o apoio esmagador da massa associativa, o Presidente foi igual a si próprio, passando do inimigo interno para um ataque sem nexo à comunicação social. Inacreditavelmente chegou ao ponto de querer que os sportinguistas não comprem jornais ou assistam aos canais de televisão portuguesa. Vamos imaginar por um momento que os sportinguistas até iriam na conversa do menino mimado que ocupa a presidência, o disparate seria tão grande que a marca Sporting desvalorizaria num ápice, mas já estamos acostumados a discursos incendiários sem qualquer reflexão. Não admira que os benfiquistas rezem a todos os santinhos para que o Sporting se mantenha no rumo actual, desde que Bruno de Carvalho é presidente, a verdade é que já conquistaram um inédito tetra e podem não ficar por aqui. O balanço é bastante positivo para eles…

Sou sportinguista, tenho quase tantos anos de sócio quantos Bruno de Carvalho tem de vida, o que não me confere nem retira direitos, irei continuar lendo ou assistindo ao que me apetecer, sem condicionalismos de qualquer espécie. O que não consumo mesmo são os tweets de Nuno Saraiva nem o Facebook de Bruno de Carvalho, porque tenho mais que fazer que perder tempo com discursos ou estados de espírito irrelevantes. Serei no entanto o primeiro a dar a mão à palmatória e fazer mea culpa, caso a estratégia que critico venha a dar frutos, oxalá eu esteja errado e possa em Maio abrir o champanhe celebrando a conquista de mais um campeonato nacional. Não faço parte de qualquer oposição organizada, aliás, nem sequer existe qualquer oposição credível a Bruno de Carvalho neste momento e jamais compreenderei que algum sportinguista possa desejar uma derrota para prejudicar um dirigente ou treinador do clube. Não morro de amores por J.J., mas o Sporting está e estará sempre acima de todos nós. No entanto seria um case-study alguém com tantos inimigos, apontando em várias direcções em simultâneo, alcançar sucesso. Sim, acredito na vontade de Bruno de Carvalho servir o clube e coloca-lo no patamar que todos queremos, o que duvido é dos seus métodos e capacidades para o alcançar. Viva o Sporting!

"A hora mais negra"

Batiam as 21h06 deste sábado 17 de Fevereiro de 2018, quando o adorado, adulado, mimado, desejado, mas - e se calhar também por isso mesmo - o também caprichoso, chantagista, divisionista, o ainda mais todo poderoso Presidente do Sporting gritou do púlpito a condição para largar o Facebook: “Não comprarmos nenhum jornal.”, “Não vejam nenhum canal de televisão português.”, “Que todos, mas todos, os comentadores afectos ao Sporting abandonem de imediato os programas.”

A hora mais negra deste filme (será Drama ou Terror?, divido-me), essa famigerada hora trouxe-me duas certezas. A primeira é a de que na presidência temos uma pessoa que usa tácticas iguais às utilizadas no passado pelos demais homólogos, instigando as massas contra todos aqueles que dele discordam. e com isto, meus caros, neste capítulo, infelizmente, não somos nada diferentes dos outros, mas iguais. Lamentável. 

Penosa é também a segunda certeza que para mim retiro da Assembleia Geral extraordinária; e também dos dias que a antecederam e, sobretudo, das razões que levaram à sua convocação, e essa é a convicção de que deixei de ter um líder à frente do Sporting e passei a ter um chefe.

 

"Where Ballon d'Or winners are made"

Ronaldo e Figo.jpg

 

Não resisti a usar, como título, esta frase de um artigo de Alex Clapham publicado no The Guardian sobre a Academia do Sporting. Depois da confusão, e esperando que as coisas realmente tenham acalmado, nada melhor do que uma boa massagem ao nosso ego.

 

Sporting have developed Cristiano Ronaldo, Luís Figo and eight of the 11 players who started for Portugal in the Euro 2016 final.

 

I couldn’t help but daydream about the players who had walked these corridors and slept in the rooms next door, back when they owned nothing more than a pocketful of ambition.

 

Recomendo a leitura a todos os que se sentem à vontade com a língua inglesa. Garanto-vos que faz muito bem!

 

Nota: o link foi-me proporcionado por João Eduardo Rabaça (facebook); a foto foi copiada do artigo citado.

A voz do leitor

«O Sporting está na guerra investindo fortemente em treinador e jogadores, e antecipando receitas da operadora televisiva. Mas isso pode não chegar, porque os adversários partiram bem à frente e têm adeptos e simpatizantes bem encaixados em todas as fontes de poder do País, do Governo aos dirigentes da arbitragem, passando pela comunicação social.»

 

SportingSempre, neste texto do Pedro Azevedo

Tanto barulho para nada

Há menos de um ano, nas eleições mais concorridas de sempre no universo leonino, Bruno de Carvalho foi mandatado de forma esmagadora para liderar o Sporting, com cerca de 90% dos votos.

Hoje, em assembleia geral, Bruno de Carvalho voltou a ser mandatado de forma esmagadora para liderar o Sporting, com cerca de 90% dos votos.

Nem mais nem menos legitimado do que estava, como toda a lógica fazia prever. Porque o presidente continua a fazer um bom trabalho na recuperação do clube.

O seu segundo mandato será avaliado no momento oportuno, só daqui a três anos. O enorme alarido destas duas semanas não serviu para nada. Tudo ficou na mesma.

O show real de Bruno, o "Moreno"

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Num texto com algum interesse no Expresso, Rogério Casanova abordou o "affaire" AG do Sporting e referiu a diferença de concepções de poder que existem entre a de Bruno e as de muitos dos seus críticos. Algo que interpreto assim: Bruno não se entende (pois não se quer entender) como um presidente acima da "nação" sportinguista, sobre nós pairando, conduzindo-nos e até iluminando-nos, mas muito mais como um líder à frente da "tribo" unida atrás dele, e pronta para as suas investidas - um pouco como o Ragnar Lothbrok do magnífico folhetim televisivo "Vikings"

 

Há quem pense - e até há pouco eu também o pensei - que Bruno tem uma dimensão populista, a qual se insufla em demasia: a investida contra as elites foi bem feita, bem recebida, e alimento da adesão. Mas, depois, essa via exige um constante apelo à mobilização popular, muitas vezes anti-intelectual e, em particular, anti-crítica. Exigindo o unanimismo e acriticismo. E olhando quem não o acompanha, a par e passo, em todas as opções e - em particular - em todos os tiques retóricos, como um "desviante", qual "traidor". E por isso esta aparentemente extemporânea "crise", este convocar de apoio popular. Extemporânea, diz-se - e aqui no blog já por várias vezes isso foi referido - pois Bruno fez crescer o seu apoio desde uma renhida primeira eleição até ao maior apoio eleitoral de sempre. Por isso, prevê-se, e eu nisso concordo, que esta investida contra as minorias adversas lhe fará reduzir o apoio, antes quase universal. Pois há gente magoada e, mais ainda, desconfortável, com o que parece ser uma falta de democraticidade (eu meti isso há dias em comentários em postal abaixo).

 

Mas, de facto, não se trata disso. Essa é uma visão de quem pensa com categorias antigas. Bruno não é um populista. É um chefe d'agora, "pós-moderno" se se quiser. Para ele o fundamento da relação com o povo (a "nação" sportinguista, a "tribo" d'Alvalade, como se quiser) não se restringe à legitimidade assente no ciclo eleitoral. Nem dos banhos de multidão cíclicos e rituais, como no populismo. Bruno é d'agora, das gerações dos "reality shows", das eleições semanais, diárias até, dos apoios constantes, das confissões dos estados de alma, da divulgação das fragilidades pessoais como motor das adesões, da supra-humanização dos "ídolos", dos "líderes". Bruno é um chefe da tal tribo, e precisa, porque quer, do apoio constante, do sufrágio semanal, heptassemanal até, do voto não por telefone (chamada de valor acrescentado ou sms) mas por aplauso, cântico, ululação. É disso que retira o seu ânimo, é esse o ânimo que quer ver e sentir nas hostes.

 

Ou seja, não estamos diante do populista Dr. Carvalho, presidente do Sporting - usando o posto, e o peso social que ele lhe atribui. Tal como tantos outros, no clube e nos outros clubes, o fizeram, utilizando essas posições para distribuir benesses mais ou menos subterrâneas pelos seus (familiares, sócios, membros do partido, etc.). Estamos diante do chefe Bruno, o "Moreno", que está entre os seus, carregando-os à conquista. Terá o seu "quinhão do saque" (metáfora, a ler com cuidado): o ordenado, que muito merece; os prémios de títulos, que muito merecerá; a glória, que muito se espera; nisso, talvez, a felicidade se esta sobrepuser à óbvia angústia da incerteza, essa que muito nos mostra para desconforto de tantos. E a nós, os seus, exige-nos que cantemos, gritemos, insultemos, invectivemos com ele. Que batamos com os nossos machados nos escudos quando ele o grita, que bradamos "hear, hear" quando ele fala. Repito, todas as semanas, pois o "show real" é todos os dias.

 

Para nós, os mais-velhos, os de XX, é difícil entender assim. Habituámo-nos a outros modos do poder, aquela "gravitas" romana, católica, ponderada, reclusa, de reflexão dominical e escassa efervescência pública. Mas já não será assim. Alguns de nós isso preferem, por uso, por distracção, por tenças havidas. Aceitando o antigo modelo, o daqueles outros presidentes de aparente boa estirpe, mas que tão malévolos foram e são. Eu, velho, também hesitei, até que ponto é este o caminho? Mas não vejo outro. Ou melhor, não quero outro: vou com o Bruno, "o Moreno". Nas investidas. Bato o meu machado no escudo, ainda que já fraco, até trôpego, beberei as aguardentes até à inconsciência, navegarei com ele. Só sairei do barco, desterrando-me talvez, se vier a saber que ele descura os nossos deuses: que prejudica o clube (como outros o fizeram antes dele, e por isso não lhes cuidamos dos túmulos); que compra jogos (algo contra o qual sempre nos batemos). Mas se ele não os trair, enquanto ele não os trair, a esses nossos deuses ... é o meu chefe.

Amanhã

Aconteça o que acontecer hoje, vou continuar a ser do Sporting. Essa é quase a única certeza.
Seja qual for o resultado, creio que o Sporting sairá disto mais fragilizado do que estava há um mês, mas cá estaremos e são 111 anos de história e não 5 ou 17. Saudações leoninas, em especial aos que hoje vão conseguir estar na Assembleia Geral.

Bruno comparado com Bruno

Bruno de Carvalho venceu a eleição de 2013, por margem curta. E venceu a eleição de 2017, com números esmagadores.

Na eleição de 2013 foi julgado o mandato de Godinho Lopes: sem surpresa, nenhum dos candidatos reclamou a péssima herança recebida. Todos a rejeitaram sem ambiguidades.
Na eleição de 2017 foi julgado o primeiro mandato de Bruno de Carvalho: sem surpresa, a aprovação foi geral. Nove em cada dez sportinguistas, no mais concorrido escrutínio de sempre no clube.

Para hoje, surpreendentemente, o presidente decidiu transformar uma assembleia geral que teve um capítulo inicial há quinze dias numa eleição plebiscitária quando não estava minimamente em causa a avaliação do mandato dos órgãos sociais, em plenitude de funções e legitimados pelo maciço voto de Março de 2017.
O presidente introduziu assim um grave factor de perturbação no clube. A meio da época desportiva, num momento nada aconselhável para o efeito.
É uma crise totalmente artificial. Mas não deixa de ser crise.

A partir de agora Bruno de Carvalho só pode ser comparado com ele próprio. Bruno II versus Bruno I.
Com o sucesso do primeiro mandato a funcionar como padrão de avaliação neste segundo mandato, dure o tempo que durar.

Hoje giro eu - panorama zoológico

Na antecâmara de uma Assembleia Geral que, inesperadamente, ganhou contornos de plebiscito eleitoral, Pedro Madeira Rodrigues, citado pelo jornal O Jogo, exortou os sócios do Sporting a "serem leões e não carneiros". Depois do "Manual para Burros", fica praticamente completo o ramalhete do reino animal. Restará apenas saber onde enquadrar, no actual panorama zoológico que parece caracterizar o clube de Alvalade, a criatura de Deus que, não parando de emitir ruído e de estimular outrém a votar contra as propostas do Conselho Directivo, já afirmou não ter disponibilidade para estar presente na reunião magna leonina. Com o desejo, sincero, de que o clube não fique entregue à "bicharada"...

A voz do leitor

«Em relação ao nosso Presidente, em quem votei, por falta de adversários credíveis, o que eu lhe peço é que desista de alimentar vários conflitos, que não interessam para nada. Mas sempre que for humilhado ou o nosso SCP for enxovalhado, espero que a mão não lhe doa e pode utilizar a linguagem que entender, que não será por esse motivo que deixarei de votar nele. Sou mais severo em relação aos resultados desportivos e financeiros, pois o resto são novelas para cativar votos.»

 

Fernando Albuquerque, neste meu texto

Não perder o rumo nem a dignidade...

 

Os dirigentes passam, o clube fica. Não acredito em homens providenciais, iluminados ou salvadores messiânicos. E de insubstituíveis os cemitérios estão a abarrotar. Embora crítico de Bruno de Carvalho, reconheço-lhe o esforço e resultados alcançados. Só isso e já não é pouco, justificam que continue. Mas exigir aos sócios que votem num determinado sentido sob ameaça de demissão, é chantagem, desculpem-me, mas não encontro outro termo apropriado na língua portuguesa. Nenhum sócio pode amanhã ser violentado ou manietado na sua liberdade de voto. Ou aceitamos de bom grado ficar sem Liberdade para satisfação do capricho de quem inventou um problema? Se a condição para Bruno de Carvalho permanecer é retirar aos sócios o poder de criticar ou divergir livremente do rumo traçado pela direção, se o cumprimento do mandato depende de ser aclamado em Assembleia Geral por uma massa acéfala, então que se vá. O Sporting Clube de Portugal é demasiado grande para ser utilizado como vaidade pessoal seja de quem for. Viva o Sporting Clube de Portugal.

O Sporting sempre primeiro!

É dito e assumido por todos os sportinguistas que o Sporting é um clube diferente. Pelo seu nascimento, pela sua história e acima de tudo pelo seu (bom) exemplo à sociedade civil e desportiva.

Todavia nada na vida acontece sem um enorme esforço. Muito menos no Sporting onde toda a gente tem, e bem acrescente-se, opinião.

Sabemos que muitos sócios têm para a palavra dedicação ao Sporting um significado diamertralmente oposto aos interesses do clube. Mas faz parte da vida e mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima.

Ao mesmo tempo há outros adeptos e sócios que olham para a nossa casa e sentem tal devoção que se sacrificam pelo clube, dando muitas vezes a cara por uma filosofia de vida, sem dele receber a compensação devida.

Finalmente sinto que este Sporting está serenamente a construir uma renovada identidade que nos levará mui brevemente à tão desejada glória.

Assim sejamos todos “feitos de Sporting

Pura classe

Não vou contribuir para o peditório da gratidão, reconhecimento e confiança, apelado vezes sem fim pelo Presidente do Sporting nos últimos dias.

Quem, ainda há menos de 1 ano (!), ganhou categoricamente uma eleição (quase 90% dos votos), tem a equipa a discutir o 1º lugar em todas as modalidades (nalgumas, estamos mesmo em primeiro), viu o futebol vencer o primeiro troféu do novo ano civil, tem sempre o estádio cheio, tem aí a gratidão, reconhecimento e confiança. O resto, dito à moda de JJ, é treta.

Bom, feito este intróito, queria aqui elogiar o nosso andebol, que tão boa conta tem dado na liga doméstica. Este mês, vencemos sem espinhas os nossos rivais Porto e Benfica. Hugo Canela está a fazer um excelente trabalho. A sua serenidade, ambição e discurso fazem-me lembrar Nuno Dias. Tomara que o andebol leonino esteja a iniciar uma era, à semelhança do que vem fazendo o futsal nos últimos anos.

Em destaque, o nosso craque Carlos Ruesga. O golo de costas que marcou ao Benfica no último jogo é, simplesmente, genial. 

Faltam apenas 4 jornadas para terminar a fase regular do campeonato de andebol. Serão jogos acessíveis, face ao grau de dificuldade dos adversários. Depois disso segue nova ronda de jogos contra as principais equipas. Somos favoritos mas no passado já nos deixámos ultrapassar nesta fase derradeira. Muita cautela, portanto. 

Palmarés leonino 2017/2018

Sporting campeão europeu masculino de corta-mato.

 

Vitória leonina no campeonato europeu feminino de corta-mato.

 

Leão Davis Kiplangat alcança título individual no Europeu de corta-mato.

 

Sporting conquista pela primeira vez a Taça da Liga em futebol masculino.

 

Inês Monteiro sagra-se campeã nacional de estrada em atletismo.

 

Atletismo: Sporting revalida título colectivo feminino no campeonato nacional de estrada.

 

Atletismo: Sporting campeão nacional de estrada (colectivo masculino).

 

Lorene Bazolo sagra-se campeã nacional de 200 m femininos em pista coberta.

 

Lorene Bazolo revalida título nacional com nova marca na prova dos 60 m em pista coberta.

 

João Vieira revalida título de campeão nacional dos 20 km marcha.

 

João Vieira sagra-se campeão nacional de 5000 metros marcha.

 

Miguel Marques é o novo campeão nacional de salto em comprimento em pista coberta.

 

Rubem Miranda sagra-se campeão nacional de salto com vara.

 

Equipa masculina do Sporting revalida título, sagrando-se bicampeã nacional de judo.

 

Sporting sagra-se campeão nacional de padel.

 

Sporting vence Taça de Honra em futsal, derrotando Benfica na final.

 

Equipa feminina do Sporting conquista Taça de Portugal em triatlo.

 

Leões superam Benfica conquistando Supertaça de ténis de mesa.

 

Sporting revalida Taça de Portugal em ténis de mesa masculino.

 

Sporting vence supertaça de bilhar às três tabelas, derrotando o FC Porto.

 

Leoas Filipa Mendonça e Ana Catarina Nogueira revalidam título de campeãs nacionais de padel.

 

Ricardo Fernandes revalida título de campeão nacional de super-médios em boxe.

 

Sporting vence europeu de sub-15 em hóquei em patins derrotando Barcelona na final.

 

Judoca leonina Maria Siderot conquista título de campeã europeia sub-23 em -48 kg.

 

Taciana Lima sagrou-se campeã nacional de judo na categoria de -52 kg.

 

Wilsa Gomes conquista título nacional de judo na categoria de -57 kg.

 

Doina Babcenco é a nova campeã nacional de judo na categoria de -63 kg.

 

Miguel Alves conquista título de campeão nacional de judo na categoria de -81 kg.

 

Nadador João Vaz conquista em Paris título de campeão europeu de 200m bruços.

 

Tiro: Sporting obtém cinco títulos nacionais individuais e colectivos em carabina de ar comprimido.

 

Campeonato nacional de tiro com pistola de ar comprimido: sete títulos individuais e colectivos.

 

 

(em permanente actualização: os títulos mais recentes surgem a negrito)

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