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És a nossa Fé!

Outra vez arroz

As ondas de choque da "entrevista" de Vieira à btv, ainda se vão fazendo sentir, um pouco por todo o lado.

A lampionagem, apesar do desejo normal (e legítimo até) de defender o seu querido líder, está a ver-se em papos de aranha para digerir a ausência de negação dos e-mails e até a afirmação convicta de que "no Benfica não há nem haverá corrupção". Ouvi por mero acidente dois ou três programas na radio onde o assunto foi esta entrevista e o desconforto do lampião de serviço foi evidente em todos. Ontem aconteceu na Antena1, onde o deputado Telmo Correia teve imensa dificuldade em chutar para canto esta questão, escudando-se no segredo de justiça e em declarações de Vieira que ninguém de fora do Benfica ouviu, em que terá falado sobre o assunto, sem especificar o que terá proferido acerca dele, apenas insistindo no crime de violação de correspondência até à exaustão e descartando o "pequeno" pormenor, passe a redundância, de não ter sido referido que "não houve" corrupção no Benfica.

Esta situação de desconforto tem feito com que alguma lampionagem que em regra se mantém muda e queda, para fazer o frete e eco da voz do dono, se desmultiplique em fait-divers para desviar atenções e o foco do essencial. E o essencial é que o Benfica está à beira de descer de divisão.

Então, ataca-se o Sporting e o seu presidente. Da forma mais soez e baixa, sabendo-se que o homem tem pavio curto, há que arregimentar alguns sócios e adeptos do Sporting contra a "deficiente política de comunicação" de Bruno de Carvalho, sempre que ele entende responder às provocações de que o próprio e o clube são alvo.

Pois eu adorei a resposta ao Salvador, mas as respostas a Vieira (que insinuou que já está decidido que não ganhamos nada - não ouvi ainda os detratores do presidente pronunciar-se acerca disto) e sobretudo a Ribeiro e Castro, dizem-me que o presidente está atento e não deixa cair os obuses em saco roto.

"Ah e tal, fala muito". Pois, se calhar até fala, mas onde andam os Telmo Correia e os Ribeiro e Castro e os Rui Costa e os Gomes da Silva do Sporting? Ou haverá por aí gente que para além de gostar de ser semana após semana (en)roubada, ainda por cima tem vergonha de vir a público dar a voz pelo seu clube? Sim, infelizmente, há!

Percam dois segundos (não dá, os feitos são tantos que perderão mais tempo) a olhar para as modalidades, onde apesar de alguns truques no hoquei, o polvo tem dificuldades em esticar os tentáculos e pensem, aí sim, dois segundos, o que seria o desempenho no futebol se o octópode não abarcasse tudo à sua volta. 

Já faltou mais. Há cá em casa uma Möet guardada para o dia em que a justiça for feita e acreditem, ficarei muito mais satisfeito com a condenação dos corruptos, que com a descida de divisão de qualquer clube. O que não invalida que os regulamentos não tenham que ser cumpridos.

Vieira 'vintage'

«Pedro Guerra? O que sabe de arbitragem? Pergunta a 20 pessoas se é ou não penálti. Ele enche a mesa de papéis, tem medo de errar, até parece merceeiro.»

«Um já perdeu. Cada vez que fizeram aliança ficaram sempre pelo caminho. Bem podem ir buscar em Janeiro cinco, seis jogadores, não vão ganhar nada.»

«Nunca almocei com um árbitro, nunca fui mal criado para nenhum, nunca estive no túnel ao intervalo a chamar filho da p***.»

 

Jogando em casa, em entrevista à BTV

Bilhete a Bruno de Carvalho

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«E por que tudo enfim vos notifique,
Chama-se a pequena ilha Moçambique.»
Os Lusíadas, I-54

 

Caro presidente:

Sei que considera Moçambique - onde aliás nasceu, ainda sob a administração portuguesa - o seu segundo país. Uma pátria também do coração.

Sei do apreço e do afecto que sente pelo povo moçambicano em especial. Não por acaso, vários moçambicanos prestigiaram durante décadas o futebol do Sporting - basta referir Mário Wilson, Júlio Cernadas Pereira (Juca) e Hilário da Conceição, por exemplo. Todos campeões nacionais vestidos de verde e branco. Hilário, felizmente ainda entre nós, foi há dias alvo de uma justa homenagem por iniciativa da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique. Mais uma. São todas merecidas.

Sei que conhece bem o carácter único da Ilha de Moçambique, cantada por Camões, e a sua importância enquanto marco da história e da cultura de expressão lusíada - classificada desde 1991 como Património Mundial da Humanidade.

Venho portanto reiterar-lhe a sugestão - já aqui feita pelo meu colega de blogue JPT, outro moçambicano do coração - para a sua intervenção, enquanto presidente da instituição que nos irmana no fervor leonino, na recuperação da sede do Sporting Clube da Ilha de Moçambique, fundado há largas décadas como nossa filial n.º 59. Qualquer contributo, estou certo disso, será decisivo para a reabilitação de um edifício que se vai degradando com a erosão do tempo e alguma incúria humana.

 

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 Aspecto original da sede do Sporting Clube da Ilha de Moçambique

 

Seria uma obra importante, não pelo custo monetário, estou certo disso, mas pelo seu significado enquanto testemunho vivo desta marca sem fronteiras físicas que é o nosso Sporting Clube de Portugal. Uma marca espalhada pelos mais diversos recantos do planeta, enquanto traço de união entre povos diferentes mas capazes de perfilhar valores comuns.

Aqui fica igualmente o meu apelo, com a firme convicção de que seremos escutados. A Ilha de Moçambique merece, os sportinguistas de lá agradecerão qualquer ajuda e o presidente terá mais um motivo para sentir justificado orgulho nas funções que exerce. Contribuir para reabilitar filiais e delegações, enquanto espaços físicos depositários de memórias desportivas e que funcionem como trampolim para a concretização de novos sonhos, é também uma forma de servir o Sporting.

A voz do leitor

«Temos o treinador campeão europeu.
Temos o melhor jogador do mundo. Temos o melhor guarda-redes do último Europeu e um dos melhores do mundo.
Temos dez campeões europeus formados na melhor Academia do mundo.
Se chamam sorte à conjugação de todos estes factores, tudo bem.»

 

JHC, neste meu texto

A única recordação que tem do pai…

Na passada sexta-feira (10 de Nov.) quando cheguei a casa da minha mãe, um pouco antes das 20.00h, estava ela a ver o programa de fim de tarde da SIC.

Nesse programa estava a Júlia Pinheiro a debater o drama dos fogos florestais, do passado mês de Outubro. Tinha vários convidados: o Secretário de Estado da Agricultura, dois empresários da região, sendo um deles presidente de uma associação e uma senhora cuja habitação foi destruída pelo incêndio.

Dizia a senhora, que mais do que o drama de não ter habitação, pois tratava-se de primeira habitação, era o facto de ter perdido todas as memórias que uma casa de família, que passou por três gerações, comporta.

Tendo ela perdido o pai quando tinha sete anos, as suas memórias dele eram, para além daquelas que ficam de uma criança com aquela idade, as fotografias que tinham ficado e que agora, por via do acontecido, tinham sido todas destruídas pelo fogo. Todas não, houve uma excepção, aquela que não ardeu por essa senhora a trazer sempre consigo: o Cartão de Sócio do Sporting Clube de Portugal do pai.

Esta é única memória fotográfica que ficou do seu pai.

Hoje giro eu - Eu show Battaglia

Battaglia sobre o Sporting:

  • "Quando soube do Sporting disse ao meu empresário para esquecer todos os outros clubes"
  • "Jogar em Alvalade era um sonho"
  • "Vim para o Sporting pelo projecto do clube e pelo meu próprio projecto de carreira"
  • "Jogar no Sporting, na Champions, ouvir o hino (arrepios)..."

 

Battaglia, filósofo existencialista:

  • "Quantos pessoas pensam diáriamente num homem normal? 20? Em Messi e Ronaldo pensam uns 10 milhões.    Não deve ser fácil ser Messi ou Ronaldo"
  • "Valorizo muito o sacrifício das pessoas normais porque eu sei que sendo também normal, não vivo uma vida normal"
  • "Às vezes tenho vergonha de ser quem sou. Os ordenados no futebol são uma loucura"
  • "Por ser jogador de futebol não sou mais do que ninguém. Quando morrermos, seremos todos iguais"
  • "A vida não é dinheiro. Os jogadores não vivem uma vida real"

 

Battaglia sobre Jorge Jesus:

  • "Quando vemos os adversários reparamos que têm movimentos que são uma clara cópia das ideias de JJ"
  • "Jesus é um treinador muito exigente no aspecto físico, táctico e técnico"
  • "Sou muito mais jogador desde que aqui cheguei"

 

Battaglia sobre Bruno de Carvalho:

  • "Bruno de Carvalho foi o maior responsável por o clube ter atingido este nível de exigência"
  • "O presidente no banco é mais um a torcer por nós, não nos aumenta a pressão e dá-nos força e incentivo"

 

Battaglia sobre o grupo de trabalho:

  • "Estamos todos juntos: argentinos, brasileiros, portugueses..."
  • "Formamos um grupo unido"
  • "Todos remam para o mesmo lado"

 

Ora, digam lá se não é um privilégio ter entre nós, além do jogador, o homem Rodrigo Battaglia? O pacote completo!

 

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"Esta sujeira de empresários"

«O fundador do Benfica era o grande Cosme Damião, um homem que tinha a quarta classe e que morreu cedo com uma tuberculose. Vivia numa casa muito modesta e fazia de tudo. Dizia que no dia em que o Benfica se tornasse um clube profissional acabava. Depois, quando se vê esta sujeira de empresários, isto e aquilo e do dinheiro que deixou de ter valor. O Benfica nasce de uma vontade do povo. Era impensável que o Águas ou o Coluna fossem jogar para outro lado ou que o Travassos viesse jogar para o Benfica. Havia um amor genuíno ao clube. Agora não, com estes presidentes, mediocridade e coisas que não me parecem sérias. Não sei se são ou não, mas não me parecem. Quero lá saber desses mercenários de merda.»

 

António Lobo Antunes, adepto do Benfica, em entrevista à edição de ontem do Diário de Notícias

A voz do leitor

«Devemos aconselhar o Podence a falar com o Cristiano, pois ele sabe indicar qual o caminho árduo para se chegar ao sucesso. Quando um dia o CR deixar de jogar, o maior serviço que ele poderá prestar ao país é andar de escola em escola, a ensinar à miudagem como se deve projectar o futuro, na base do valor e de muito trabalho.»

 

Carlos Silva, neste texto do Pedro Azevedo

João Mário e Bruno Fernandes em foco

Bruno Fernandes deu na noite de ontem o primeiro passo para chegar ao Mundial de 2018 na Rússia: teve uma estreia promissora na selecção nacional A, num jogo em Viseu em que derrotámos a Arábia Saudita por 3-0. Nada que admire: surge na sequência das suas boas prestações na selecção sub-21, em que chegou a ser capitão.

Destaque também, neste desafio particular de ontem, para as exibições do regressado Manuel Fernandes (marcador do primeiro golo e também presença muito provável no próximo Mundial), Ricardo Pereira, Gonçalo Guedes e sobretudo do "nosso" João Mário, autor do mais espectacular golo desta vitória, o terceiro, fuzilando a baliza saudita com um forte pontapé de meia-distância, com assistência de Gelson Martins. E ainda mandou uma bola ao poste neste jogo, em que se estreou como capitão do onze nacional.

Ao observá-lo ontem no Fontelo senti saudades do João Mário vestido de verde e branco. Gostava muito de voltar a vê-lo no Sporting.

O paradoxo de Abryanlene

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Quando Jerry B. Harvey criou o paradoxo de Abilene, estava longe de imaginar que anos depois esse mesmo paradoxo seria aplicado no "soccer" do país mais ocidental da Europa.

Numa bela tarde em Alcochete terá acontecido o seguinte:

Bryan, o capitão da selecção da Costa Rica, equipa-se e esquece-se de colocar as caneleiras, o treino começa, Raul José repara que o jogador está sem o protector de canelas e comenta com Jorge Jesus:

- Ó JJ, já viste c' o gajo não traz o preservativo das canelas, suspendemos o tipo ou quê?

- Falamos com o presidente, o Bruno é que sabe.

- Ó presidente, o Bryan foi treinar e esqueceu-se das caneleiras, suspendemos o gajo ou quê?

- É pá, tu é que te chamas Jesus e eu é que tenho de fazer milagres? Tu e o Raul querem suspender, suspendam, estão como os gajos de Coleman ou quê? Primeiro queriam ir todos para Abilene, depois já ninguém queria ir... se não sabem o que decidir, não decidam nada.

Tanto quanto nós, sócios e adeptos, sabemos terá sido mais ou menos isto que aconteceu.

Com tantos comunicados, bocas, ironias e postas no facebook sobre irrelevâncias, o que aconteceu com Bryan Ruiz? Alguém explica?

Bibliografia (em vídeo)

Hossanas do cartilheiro (7)

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«Todos os e-mails [do SLB] que li até hoje não indiciam nada de grave. Não há nada de grave em nenhum conteúdo dos e-mails

 

«Não há nada de grave nestes e-mails. A única coisa de grave que há neste processo - eu sou muito legalista e não saio desta linha - é a intercepção de correspondência privada, é a divulgação da correspondência alheia. Isto sim, é uma coisa grave.»

 

Carlos Janela, anteontem, em tempo de antena na CMTV

A voz do leitor

«Entrar com tudo, fazer do difícil fácil, trabalhar, sofrer e ganhar. Falar menos e ganhar mais. Não às desculpas, não às guerras inúteis, não ao bate-boca com os jagunços dos outros, não ao ping-pong dos processos em tribunal, e muito mais. Não ao divisionismo dos sócios.»

 

SportingSempre, neste meu texto

Palmarés leonino 2017/2018

Equipa masculina do Sporting revalida título, sagrando-se bicampeã nacional de judo.

 

Sporting vence Taça de Honra em futsal, derrotando Benfica na final.

 

Equipa feminina do Sporting conquista Taça de Portugal em triatlo.

 

Leões superam Benfica conquistando Supertaça de ténis de mesa.

 

Sporting vence supertaça de bilhar às três tabelas, derrotando o FC Porto.

 

Leoas Filipa Mendonça e Ana Catarina Nogueira revalidam título de campeãs nacionais de padel.

 

Ricardo Fernandes revalida título de campeão nacional de super-médios em boxe.

 

Sporting vence europeu de sub-15 em hóquei em patins derrotando Barcelona na final.

 

Judoca leonina Maria Siderot conquista título de campeã europeia sub-23 em -48 kg.

 

Taciana Lima sagrou-se campeã nacional de judo na categoria de -52 kg.

 

Wilsa Gomes conquista título nacional de judo na categoria de -57 kg.

 

Doina Babcenco é a nova campeã nacional de judo na categoria de -63 kg.

 

Miguel Alves conquista título de campeão nacional de judo na categoria de -81 kg.

 

Nadador João Vaz conquista em Paris título de campeão europeu de 200m bruços.

 

 

(em permanente actualização: o título mais recente surge a negrito)

Hoje giro eu - Aggiornamento SPORTING

Não se levanta um tema importante no futebol (e desporto) português como o do "doping" no rescaldo de um jogo que não se ganhou. Isso será sempre visto como ressabiamento, mau perder (no caso, mau empatar) e, como tal, retira oportunidade, seriedade, serenidade e objectividade a uma discussão que, inevitávelmente, um dia terá de ser feita, sobre mais um aspecto que condiciona a verdade desportiva e que desperta dúvidas sobre a forma como está a ser combatido (atente-se nas palavras do canoísta Emanuel Silva).

Por outro lado, estando em cima da mesa o caso dos emails, os vouchers (ambos sob investigação do Ministério Público) e a consolidação do VAR, o qual tem vindo a ser atacado despudoradamente, parece-me que uma comunicação eficaz deveria deixar a Justiça cumprir o seu papel, por um lado, e dar prioridade a debater o mérito para a verdade desportiva da importante reforma que constituiu a utilização do vídeo-árbitro, por outro, sem desenfoque, em vez de ela própria contribuir - pela profusão de temas trazidos à praça pública - para a sua diluição. Isto, em termos de condicionante externa, porque a verdadeira missão de uma Direcção de Comunicação, em conjugação com o Marketing, deveria ser promover o que de bom se faz internamente, nomeadamente a excelência dos nossos atletas e dos seus resultados, o importantíssimo contributo em termos de responsabilidade social e de integração dado pela criação da secção de desporto adaptado, o gabinete olímpico e melhoria das condições de alto rendimento/performance, o crescimento do número de sócios, a promoção do nosso know-how desportivo, social, educativo e organizativo expresso na Academia de Alcochete, a divulgação de verdadeiros Dias do Sporting, com horários dos jogos no Pavilhão João Rocha conjugados com os do futebol profissional no estádio de Alvalade, permitindo maiores afluências de adeptos, de familias, às amadoras e um reforço do espírito #Feito de Sporting, a homenagem sentida e com lugar de destaque a todos os antigos atletas - a cada mês do calendário poderia corresponder o nome de um antigo atleta (nascido nesse mês, Março poderia ser o mês de Peyroteo, por exemplo), englobando um conjunto vasto de iniciativas que permitisse aos sócios e adeptos conhecer melhor a história do clube, o seu ecletismo, com a participação da Sporting TV e do nosso jornal, com eventos no estádio, pavilhão e academia que visássem a adesão dos jovens, mas também de adultos - que com o seu esforço, a sua dedicação e a sua devoção contribuiram para a GLÓRIA desta incontornável instituição chamada Sporting Clube de Portugal.

Por todos os motivos, temos de ser melhores naquilo que depende de nós. Lutar pela equidade, sempre! Mas, sem nos esquecermos do nosso próprio caminho, das nossas referências, da nossa identidade. Ter um discurso positivo, estimulante, inclusivo. Estratégico, não táctico. Visando o longo prazo, não o dia seguinte. Fomentemos a vida leonina entre os adeptos, adaptando-a às necessidades dos tempos correntes, promovamos tudo o que possa conduzir à nossa união, fortaleçamos tudo o que possa contribuir para maior adesão aos estádios, pavilhões e ao seio da nossa familia: o "aggiornamento". VIVÓ SPORTING !!!  

 

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