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És a nossa Fé!

O melhor da jornada

Grande jornada do lexicólogo Jorge de Sousa, portista de gema. Na sexta ajudou a roubar ao Vitória de Setúbal um golo de bola dois palmos dentro da baliza, em benefício de um jogo de sofás da capital do móvel. No Domingo, alto lá que o Rio Ave saía da casca e foi preciso mandar um dos centrais para o balneário mais cedo. Sempre na brecha.

De Senhor, meu caro Jorge Jesus

Passámos um jogo que nos andava "entalado". Nas duas últimas temporadas perdemos pontos em casa com o Tondela. Não é, de longe, o melhor clube da Primeira Liga, mas era uma espécie de malapata que nos estava atravessada. É bom relembrar que bastaria uma vitória há dois anos ao Tondela e o tão ambicionado título teria acontecido. 

Mas, mais do que vencer o Tondela, mais do que finalmente vencer um jogo pós-Liga dos Campeões, o que mais saliento é o discurso de Jorge Jesus após o jogo. Ponderado, sereno e com os pés na terra. É fundamental manter o registo. O Sporting não pode embandeirar em arco quando faltam tantas jornadas e tantos problemas pela frente. E é preciso perceber de uma vez que o nosso foco é só um: o Sporting Clube de Portugal. Focados no nosso trabalho, nos nossos jogadores e no muito que temos que fazer. 

Vamos a isso Mister. Seguimos #Juntos. 

 

Eles disseram

“Os jogadores só têm que olhar para si. Conseguimos o objectivo, vencer. Se depois os outros ajudarem um bocadinho… melhor, é um dois em um.”

Jorge Jesus

 

"Isto é o Sporting, temos que ganhar todos os jogos"

Mathieu

 

in: Record, n.º 14026 de 17-09-2017

Outra assistência para golo

Ricardo Esgaio voltou a ser decisivo. Com mais uma assistência primorosa, contribuindo desta vez para o golo da vitória do Braga frente ao V.Guimarães.

Como escreveu Manuel Queiroz na edição de ontem do jornal O Jogo, é hoje evidente que Esgaio é extremo, não defesa. "É na criatividade ofensiva e não nos apertos defensivos que ele mostra toda a sua dimensão." Foi pena que essa descoberta tivesse ficado por fazer em Alvalade.

 

A voz do leitor

«Os avençados da cartilha meteram o trombone no saco. Que o SCP era aquele que tinha a sina lida, era aquele que tinha menos hipóteses de ganhar algum jogo, enfim a homilia habitual. Eis que afinal foi o único que dignificou o futebol luso, que somou pontos na UEFA e que amealhou os milhões. Curiosamente foi o único que jogou fora.»

 

Pedro Wasari, neste texto do José da Xã

Os bravos do andebol.

Vencer no primeiro jogo na Champions, fora, num campo complicado. Podia estar a falar do futebol, mas não.

 

A nossa equipa de andebol acabou de vencer o Besiktas, na Turquia, num jogo que marca o nosso regresso à competição, 16 anos depois. Mesmo outsiders, mostrámos ao que vamos. Como verdadeiros leões!

Pódio: Bruno Fernandes, William, Mathieu

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Tondela pelos três diários desportivos:

 

Bruno Fernandes: 19

William Carvalho: 18

Mathieu: 18

Coates: 17

Fábio Coentrão: 16

Rui Patrício: 15

Gelson Martins: 14

Iuri Medeiros: 14

Acuña: 14

Piccini: 14

Battaglia: 13

Bas Dost: 13

Alan Ruiz: 9

Bruno César: 7

 

O Record elegeu  William Carvalho  como figura do jogo. A Bola e O Jogo optaram por Bruno Fernandes.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Ronaldo inspirou 2 golos de antologia

Em plena ressaca europeia, acabadinhos de descer do Olimpo, os Leões receberam a visita do deus do futebol - Cristiano Ronaldo - e depararam-se com uma verdadeira figura da mitologia do apito português, o senhor Manuel Oliveira, que depois de ter permitido todo o tipo de ofensas à integridade física dos jogadores do Sporting acabaria por mostrar o primeiro amarelo do jogo apenas aos 74 minutos e a ...Bruno Fernandes. Um "must"!

A equipa leonina apresentou-se com 4 alterações face ao jogo europeu, sendo que Alan Ruiz e Iuri Medeiros foram as surpresas (Coentrão e Dost regressaram à titularidade habitual). O argentino apresentou-se no seu costumeiro registo de "morto de sono", como se vivesse num permanente "jet lag" entre a hora do jogo e a hora da sesta. 

Os 42.401 espectadores tiveram o privilégio de assistir a 2 grandes golos: o primeiro, de livre directo, ao ângulo superior, apontado por Mathieu, o segundo, numa folha seca, de fora da área, marcado pelo inevitável Bruno Fernandes.

Ainda houve tempo para o concurso "Bola no Ferro", que consistiu em cantos marcados por Bruno Fernandes e remates alternados de William, com o pé e de cabeça. Aqui foi obtido o pleno: duas tentativas, dois disparos do (2º) capitão leonino aos ferros, um deles com a preciosa assistência de Cláudio Ramos, guardião tondelense. 

E assim terminou um jogo em que o Sporting venceu à bomba e a equipa de Tondela não realizou um único remate enquadrado à baliza de Rui Patrício.

 

Os nossos jogadores:

 

Rui Patrício - Esteve em campo, mas dada a inoperância dos tondelenses, o espírito andou longe dali. Deu para pensar onde passar as próximas férias, que presentes comprar no Natal ou em encomendar a série completa de "Orange is the new black" (Netflix), retirando ideias para futuras cores da sua camisola de jogo. Entretanto, naquele semi-anonimato que o jogo lhe proporcionou, quase não nos apercebemos que voltou a ser o capitão. 

Nota: Sol

 

Piccini - Compete com Gelson e Mathieu para protagonista da próxima sequela de "Velocidade furiosa" - versão a pé - , tal a rapidez com que se desloca, com ou sem bola. Com Iuri muito colado à linha, avançou frequentemente em diagonais criando desequilibrios na defesa adversária. Aos poucos, o "flecha" vai conquistando o coração dos adeptos.

Nota:

 

Coates - O uruguaio não deu quaisquer veleidades aos avançados do Tondela, fazendo jus à sua condição de Ministro da defesa do "governo" instalado em Alvalade. 

Nota:

 

Mathieu - A importância de ter jogadores como o gaulês é que quando os jogos estão fechados, as defesas adversárias cerradas, dá muito jeito ter jogadores de categoria extra que consigam individualmente encontrar soluções para os problemas que a equipa colectivamente mostra dificuldade em resolver.

Nota: Si

 

Coentrão - Muito contido, não fosse aparecer um espasmo aqui, uma mialgia ali, ficou na maior parte do tempo a assistir da Varanda. Algumas, poucas, iniciativas concluidas com cruzamentos rasteiros interceptados pela defesa tondelense.

Nota: Sol

 

William - Imperial! Num meio-campo central a 2, o Sir deslizou pelo terreno, sempre de forma esclarecida. Quando joga assim, transforma-se numa hidra, um monstro sempre com uma cabeça a mais a pensar o jogo e, simultaneamente, a destruir pela raiz qualquer pretensão ofensiva do adversário. Vencedor do concurso "Bola no Ferro" e o melhor em campo.

Nota: Si

 

Bruno Fernandes - Bruno, o influente, recebeu um passe de William, rodou e, de fora da área sem olhar para a baliza, disparou um míssil que só parou no fundo das redes de Cláudio Ramos. Assim, marcou o seu 6º golo em 9 jogos (melhor marcador) e participou no 13º golo da equipa (em 23), números que não deixam dúvidas a ninguém. Antes do jogo, recebeu os seguintes prémios do Sindicato de Jogadores do mês de Agosto: melhor jogador, melhor jogador jovem, melhor médio, melhor golo. Durante o jogo, Manuel Oliveira também lhe atribuiria o galardão do primeiro cartão da noite, o que arrancou sorrisos amarelos nas bancadas. Quase que aposto que será o primeiro da Liga a acumular 5 amarelos, "prémio" que lhe permitirá descansar em algum dos duelos importantes que teremos pela frente.

Nota:

 

Iuri Medeiros - Demasiado preso na ala, esteve na origem do primeiro golo quando se soltou, deambulou pelo centro do terreno e acabou carregado pelas costas, originando o livre que Mathieu transformou em golo.

Nota: Sol

 

Alan Ruiz - Mais uma exibição dentro da sua linha: lento na definição, preso de movimentos, pouco jogo colectivo. Tem de melhorar rapidamente pois, com o regresso de Podence, a manter este registo terá muito pouco espaço para jogar.

Nota: Mi

 

Acuña - O Muro geriu o tremendo esforço desenvolvido nas últimas semanas refugiando-se mais em tarefas defensivas. Na fase final do jogo, a sua imponência física veio ao de cima, dinamitando todos os que se encostavam. Quase marcava em mais uma bomba de fora-da-área.

Nota: Sol

 

Bas Dost - O holandês teve um jogo inglório. Correu e saltou muito entre os centrais adversários, mas não foi bem servido, nem teve qualquer oportunidade de golo. Pareceu ter sido subtilmente tocado perto do final do jogo quando tinha a baliza à mercê.

Nota: Sol

 

Battaglia - A sua entrada em campo coincidiu com o melhor períoda da equipa. Arrastou o jogo para o meio-campo adversário quando a equipa tondelense começava a subir no terreno e permitiu que Bruno Fernandes procurásse outros espaços, o que foi providencial na obtenção do segundo golo leonino. Continua a fazer jus ao seu epíteto de Exterminador Implacável.

Nota: Sol

 

Gelson - Dá sempre jeito ter uma mudança a mais quando as coisas ameaçam complicar-se. Com ele em campo, o Tondela perdeu qualquer ambição atacante, preocupando-se apenas com diferentes formas, legais ou não, de parar a velocidade e o talento do jovem prodígio leonino.

Nota: Sol

 

Bruno César - Desta vez entrou bem e ajudou a estabilizar a equipa. Teve alguns lances atacantes bem delineados, prometendo voltar ao seu melhor período do ano passado.

Nota: Sol

 

Tenor "Tudo ao molho...": William Carvalho

 

alvalade.JPG

Os nossos jogadores, um a um

Levámos enfim de vencida o Tondela em Alvalade. Após duas épocas em que tropeçámos frente a esta equipa.

O triunfo leonino começou a ser construído aos 12', com um tiro certeiro de Mathieu na conversão de um livre directo. E consolidou-se aos 72', com um remate-bomba de Bruno Fernandes, muito saudado pelos mais de 42 mil espectadores que esta noite acorreram a Alvalade.

Outro jogo sem sofrermos golos, comprovando-se a solidez da nossa defesa. E sem acusarmos o cansaço do jogo a meio da semana frente ao Olympiacos. Desta vez com Coentrão em campo, Iuri Medeiros no lugar de Gelson Martins, Battaglia e Doumbia no banco, Alan Ruiz e Bas Dost no onze titular.

O melhor, para mim, foi novamente Bruno Fernandes.

 

............................................................................

 

 

RUI PATRÍCIO (6). Pouco interventivo numa partida em que a equipa adversária não chegou a causar perigo. Quando foi preciso mostrou que estava lá.

PICCINI (6). Recuperou da lesão sofrida na jornada anterior. E apareceu de ânimo reforçado. Ainda com mais solidez a defender. E agora com mais critério nas incursões no ataque.

COATES (7).  Pouco exuberante desta vez nas incursões além da linha do meio-campo, mas de uma eficácia indiscutível no eixo da defesa. Travou tudo quanto havia para travar.

MATHIEU (8). Ganhou todos os lances aéreos, limpou a zona que lhe estava confiada e foi às dobras sempre que necessário. O melhor de tudo foi o grande golo que marcou, de livre, aos 12'.

FÁBIO COENTRÃO (7). Reapareceu e mostra-se cada vez mais confiante. Dominou o seu corredor, com inteligência e sabedoria. Falta-lhe apenas aprimorar a forma física para jogar os 90 minutos. Saiu aos 81'.

WILLIAM CARVALHO (8). Foi às segundas bolas e ganhou-as. Funcionou como tampão no corredor central. E lançou os companheiros na manobra ofensiva. Só lhe faltou marcar. Esteve quase, aos 83'.

B. FERNANDES (8). Começou como médio de transição, muito influente na construção ofensiva. A meio da segunda parte adiantou-se no terreno e assumiu-se como o melhor em campo. Marcou um golão aos 72'.

IURI MEDEIROS (5). Estreia pouco auspiciosa no onze titular deste campeonato. Teve muita dificuldade em libertar-se da marcação apertada que lhe fizeram na ala direita do ataque. Substituido aos 59'.

ACUÑA (5). Talvez o jogador que mais evidenciou sinais de fadiga após a jornada europeia. Podia ter marcado, no final da primeira parte, mas atirou ao lado. Segunda parte muito apagada.

ALAN RUIZ (4). Lento, previsível, sem capacidade de fazer a diferença nos confrontos individuais nem sequer nos remates de meia-distância. Fez um apenas, que foi defendido. Saiu aos 54'.

BAS DOST (5). Bem servido por Gelson Martins e Piccini, desta vez não chegou a marcar. O sistema de jogo do Tondela tolheu-lhe os movimentos e foi incapaz de se libertar das marcações.

BATTAGLIA (6). Rendeu Alan Ruiz aos 54', proporcionando que Bruno se adiantasse no terreno. Cumpriu a missão que lhe foi destinada: fazer a ligação entre o meio-campo e o ataque no eixo do terreno.

GELSON MARTINS (7). Substituiu Iuri aos 59' e logo imprimiu mais velocidade à equipa, arrastando os defesas contrários. Sem golos nem assistências, mas influente na dinâmica ofensiva dos 20 minutos finais.

BRUNO CÉSAR (5). Entrou para o lugar de Coentrão e deu conta do recado, demonstrando em dois ou três lances que é uma boa alternativa para esta posição. Como é para outras.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

 

De ver o Sporting vencer o Tondela esta noite em Alvalade.  Após dois empates em casa frente a esta mesma equipa nas duas épocas anteriores (os dois pontos que deixámos fugir há dois anos ter-nos-iam valido o título de campeões nacionais), desta vez demos um pontapé nessa brevíssima e disparatadíssima tradição, superando outro obstáculo no caminho do título que queremos festejar em Maio. O triunfo, por 2-0, valeu-nos mais três pontos. E vão dezoito: seis jogos, seis vitórias.

  

De Bruno Fernandes. Outra excelente exibição do nosso médio ofensivo - talvez o mais vibrante jogador a actuar neste momento no campeonato português. Voto nele como melhor em campo. Não apenas pelo grande golo que marcou aos 72', num fortíssimo remate de meia-distância, mas por ter sido crucial na construção do nosso jogo ofensivo. Leva quatro jogos consecutivos a marcar.

 

De Mathieu. Partida quase perfeita do central francês, que hoje se estreou a marcar pelo Sporting, logo aos 12', na cobrança perfeita de um livre directo. Um míssil que saiu do seu pé esquerdo - indefensável para o guardião do Tondela. Na organização defensiva teve a influência a que nos vem habituando desde que começou a jogar de verde e branco.

 

De William Carvalho. Havia já por aí uns "analistas" da treta a especular sobre o estado anímico do melhor médio defensivo português, que - felizmente para nós - viu gorada a transferência para o West Ham. O nosso capitão responde em campo a esses tontos, desmentindo-os em toda a linha. Frente ao Tondela, ganhou quase todos os confrontos e chegou a recuperar bolas em três ocasiões fazendo frente a dois adversários em simultâneo. No passe ofensivo, a mesma eficácia: foi dele a assistência para o golo de Bruno Fernandes. E poderia até ter marcado, aos 83', quando rematou ao poste.

 

Do regresso de Fábio Coentrão. Com ele no onze titular, o nosso corredor esquerdo fica muito mais compacto. Foi o que aconteceu. Não por acaso, o Tondela acabou por canalizar o seu esporádico fluxo atacante quase sempre pela ala oposta. Falta agora a Coentrão aprimorar a condição física. De qualquer modo, quando foi substituído, aos 81', recebeu uma sentida e merecida ovação.

 

Da nossa eficácia nas bolas paradas. Noutros campeonatos, decorriam meses sem vermos o Sporting marcar um golo de livre ou surgido de um canto. O treino específico, nesta área, está a produzir bons resultados, como o golo marcado por Mathieu bem demonstrou.

 

De termos superado o "efeito Champions". Ao contrário do que sucedeu em anos anteriores, em que acusava o peso físico e anímico das competições europeias, a equipa não claudicou nem antes nem depois da partida disputada em Atenas.

 

Da mobilização nas bancadas. Estivemos 42.401 em Alvalade. Apoiando a equipa do princípio ao fim.

 

Da homenagem póstuma a Maria de Lourdes Borges de Castro. Um minuto de aplausos intensos, antes do apito inicial, à nossa sócia n.º 4, falecida há dias. Com 94 anos de vida e de associada.

 

De ver Cristiano Ronaldo hoje em Alvalade. O melhor jogador do mundo, adepto e sócio do Sporting, teve direito a um cântico das claques e ajudou a moralizar ainda mais a nossa equipa com a sua presença na tribuna.

 

Que o Sporting tenha de momento o melhor ataque do campeonato. Quinze golos marcados nestes seis jogos da Liga 2017/2018.

 

 

 

Não gostei

 

 

Do resultado ao intervalo. Ganhávamos por 1-0, o que nos sabia a pouco.

 

De Iuri Medeiros. Decepcionante estreia a titular neste campeonato, para o lugar habitualmente ocupado por Gelson Martins. Podia e devia ter feito muito melhor. Aos 24', bem assistido por Bas Dost e sem oposição da muralha defensiva do Tondela, teve uma das melhores oportunidades do jogo. Mas desperdiçou-a atirando ao lado.

 

De Alan Ruiz. Fez um bom remate à baliza, aos 40', que o guarda-redes defendeu em esforço. Mas continua a faltar-lhe intensidade e velocidade. Não aproveitou a segunda oportunidade como titular da equipa que o treinador lhe concedeu.

 

Do árbitro Manuel Oliveira. Foi complacente com o jogo duro e até violento do Tondela, nomeadamente com uma agressão a Alan Ruiz que merecia cartão vermelho e nem chegou a ser sancionada com falta. Fechou os olhos a múltiplas cargas sobre Acuña e Bruno Fernandes no limite da ameaça à integridade física dos nossos jogadores. E acabou por mostrar o primeiro cartão amarelo da partida, iam decorridos 74 minutos, precisamente a Bruno Fernandes - premiando assim, por contraste, o jogo faltoso da equipa beirã. Um critério disciplinar inaceitável.

Olheiro de Bancada - VI

Finalmente à terceira foi de vez.

Num estádio muito bem composto - 42401 espectadores e CR7 - o Sporting levou de vencida, pela primeira vez na sua casa, a equipa do Tondela.

Com evidentes alterações no onze inicial, operadas por Jorge Jesus, é agora a hora dos sportinguistas virem aqui dizer quem foi o melhor jogador nesta noite.

O desafio está lançado. Aguardo então as vossas opiniões.

 

Sporting: uma época cheia de títulos

- Campeão nacional de andebol

- Campeão nacional de andebol em juvenis

- Taça Challenge em andebol

- Campeão nacional de futebol sénior (feminino)

- Campeão nacional de futebol júnior (masculino)

- Campeão nacional de futebol júnior (feminino)

- Campeão nacional de futebol juvenil (masculino)

- Taça de Portugal de futebol feminino

- Supertaça de futebol feminino

- Taça Nacional de futebol júnior (feminino)

- Taça Nacional de futebol juvenil (feminino)

- Campeão distrital em Lisboa de benjamins A em futebol

- Campeão distrital em Lisboa de infantis A em futebol

- Campeão nacional de futsal

- Supertaça de futsal

- Campeão nacional de futsal em juvenis

- Campeão nacional de râguebi feminino

- Campeão nacional de râguebi feminino (sevens)

- Taça de Portugal de râguebi feminino

- Campeão nacional de natação

- Campeão nacional de atletismo feminino

- Campeão nacional de atletismo feminino em juniores

- Campeão nacional de atletismo (10 mil metros)

- Campeão nacional de triplo salto masculino (Nelson Évora)

- Campeão nacional de triplo salto feminino (Patrícia Mamona)

- Campeão nacional juvenil de salto em comprimento (Catarina Karas)

- Campeão nacional de marcha

- Campeão nacional de corta-mato feminino

- Campeão nacional de corta-mato masculino sub-23

- Campeão nacional de judo

- Medalha de ouro no Open Europeu de judo feminino, categoria 48 kg (Maria Siderot)

- Campeão nacional de ténis de mesa

- Taça de Portugal de ténis de mesa

- Supertaça de ténis de mesa

- Campeão nacional de ténis de mesa sub-21

- Campeão nacional de trampolins

- Taça de Portugal em trampolim absoluto feminino

- Campeão mundial de tiro a 10 metros (João Costa)

- João Costa recordista mundial de tiro a 10 metros

- Campeão mundial de kickboxing (André Santos)

- Campeão nacional de boxe juniores (individual)

- Campeão nacional de boxe juniores (colectivo)

- Campeão nacional de bilhar (pool)

- Campeão nacional de paraciclismo / desporto adaptado

- Taça de Portugal de paraciclismo / desporto adaptado

 

Lista definitiva da época que terminou, incluindo já a Supertaça em futebol feminino

A voz do leitor

«Ganhámos em Atenas, cumprimos o objectivo, jogámos com sete contratações com um par de meses de casa, fomos brilhantes nalguns momentos. O que correu mal serve para aprendizagem e para não adormecer sobre os louros. Há muito que melhorar, mas estamos no bom caminho.»

 

SportingSempre, neste texto do José da Xã

Hoje giro eu - Quando se fala de Rankings

Depois de ler várias opiniões de benfiquistas, semanas a fio, suscitando o tema de o Benfica ser o 10º do ranking da UEFA e o Sporting ocupar apenas o 44º lugar, cheguei à seguinte conclusão:

 

1) o Benfica perdeu, em casa, com o 36º classificado do dito ranking;

2) o Sporting ganhou, fora, ao 27º colocado do mesmo ranking.

 

Assim sendo, a derrota do Benfica deve ser assumida como um escândalo (ó Rui Vitória!), a vitória do Sporting deve ser valorizada como um feito extraordinário. Ou então, os rankings não servem para nada, a não ser para mandar uns bitaites.

 

Estamos conversados?

 

Já agora, o AC Milan, 7 vezes vencedor da Champions League (com mais títulos, só o Real Madrid), é o 57º do ranking...

Hoje giro eu - Entrada de Leão

A melhor gestão que se pode fazer de uma equipa de futebol é entrar com tudo, marcar uma, duas, três vezes e depois descansar com bola.

Temos quatro jogadores com claro excesso de jogos/viagens. De entre eles, Gelson e Acuña serão os mais sacrificados, Coates e Bruno Fernandes não foram utilizados na jornada dupla das selecções. Desconheço o estado físico dos jogadores, mas tirar em simultâneo os dois alas parece-me demasiado arriscado. Pela sua morfologia, talvez Acuña possa resistir melhor à carga, mas fiel ao princípio enunciado no início deste Post, eu entraria com os dois e substituiria Gelson aos 45/60 minutos (e Acuña assim que possível). Bruno Fernandes, muito carregado, seria um dos dois jogadores que eu não faria alinhar como titular. Pô-lo-ia no banco e, caso houvesse necessidade, entraria no relvado. William e Battaglia podem tomar conta do meio-campo e daria a oportunidade a Iuri Medeiros de jogar solto por detrás de Bas Dost, tentando obter o tipo de desempenho com o açoriano que ainda não foi conseguido com Podence e, principalmente, Alan Ruiz. O outro jogador que pouparia seria Sebastian Coates. Jogador pesado e alto, tenho medo que os seus joelhos se ressintam de tanto jogo. Por outro lado, daria a oportunidade a André Pinto de ganhar a necessária rodagem, a fim de obter uma condição mais próxima da ideal para poder ser opção nos jogos difíceis que aí vêm,

Sábado, contra o Tondela, temos de dar tudo, desde o início, ser competentes em frente ao golo (desperdiçámos oportunidades "bárbaras" contra o Olympiacos) e, sobretudo, estar focados. Cada jogo deve ser visto como uma final, sem deslizes, distrações ou endeusamentos. O Olimpo já ficou para trás, agora é tempo de ter os pés bem assentes na terra.

Não podemos perder este "élan", este empolgamento, a relação de confiança que jogadores e equipa técnica têm sabido criar com sócios, adeptos e simpatizantes do clube. Eu sei que, dada a proliferação de jogos, a Vós jogadores vos começa a doer um bocadinho os músculos, mas ponham os olhos no exemplo dos atletas da Maratona: são mais de 42 km e ninguém pensa ou põe o foco na meta, mas sim no kilómetro seguinte que é preciso superar. No mundo da bola, o próximo Km chama-se Tondela!

 

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