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És a nossa Fé!

Um caso de mentalidades

 

Nestes últimos anos temos tido péssimos resultados, tanto desportiva como financeiramente, com implicações sérias para o nosso clube e também para o ego colectivo sportinguista. E nestes últimos jogos tivemos acesso à nossa realidade, reforçando o que já saltava à vista de muitos.

Com a derrota do Sporting em Braga, ficou hipotecada por completo a hipótese de ir até final do campeonato numa discussão taco a taco com os nossos eternos rivais. Na passada quinta-feira, quando todos esperávamos uma vitória para pôr fim a este ciclo que dura desde o início do ano, assistimos a um jogo medíocre por parte da nossa equipa. Hoje entrámos em campo sem um único homem de área, e pior que isso continuamos sem ganhar!

Esta é uma realidade. Mas também não é menos verdadeiro que, ultimamente, já todos estamos habituados a isto e tal não é obra do acaso. Espero que os actuais dirigentes não repitam os erros cometidos pelos seus antecessores. E que as vitórias aconteçam num futuro breve.

Se quisermos analisar e rever alguns erros cometidos pelo nosso miserável dirigismo na última década, podemos começar pelos momentos que nos guiaram a este caminho que parece interminável.

Começámos no ano 2000, depois de sermos campeões passados 18 anos em 1999-2000. Na época seguinte mandámos embora Augusto Inácio. Apesar da boa preparação física proporcionada aos jogadores pelo treinador Giuseppe Materazzi, este foi demitido passados 6 jogos oficiais pelo então presidente José Roquette. Tivemos a treinar com a equipa nessa altura Marco Materazzi, internacional italiano e um bom defesa central, que veio a titulo experimental: o nosso departamento deu-o como reprovado. Até à data, depois de André Cruz e Joseph Enakarhire, nunca mais tivemos um central como deve ser.

Depois tivemos Lazlo Boloni, um treinador que deixou até hoje saudades a muitos sportinguistas, pois aliava um método de treino táctico e intensivo a um futebol bonito e atacante. Tinha a seu favor também uma visão grandiosa que incluía a promoção de jovens, não só dos da Academia como também de outros jovens jogadores que pretendia para o Sporting. Apesar de todas essas capacidades e do talento no banco, a falta de paciência que se gerou em nós, adeptos, levou a que também ele fosse demitido. Assim, pergunto: o que poderia ter acontecido nessa altura, se a paciência e os apoios que foram dados a Paulo Bento tivessem sido também concedidos a Boloni?

Contratar treinadores defensivos e com pouca experiência a gerir jovens jogadores será uma boa aposta para o nosso clube?

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