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És a nossa Fé!

O que dizem eles

 

« Os penáltis são uma tragédia, porque escapam à essência do futebol. Torna-se um contra um. Vamos aguardar pelo que a comissão presidida por Beckenbauer pode desenvolver ». 

 

-    Joseph Sepp Blatter    -

 

Observação: Declaração do presidente da FIFA pela vitória do Chelsea, através das grandes penalidades, na final da Liga dos Campeões. O exacto mesmo aconteceu na meia-final entre o Real Madrid e o Bayern Munique e, mais recente, obviamente, no Euro 2012. Não dá para imaginar uma qualquer recomendação que a referida comissão possa apresentar como alternativa plausível. A antiga Liga Norte-Americana de Futebol (NASL) utilizava as grandes penalidades mas de modo diferente. O rematador assumia posse da bola à distância de 30 metros e tinha 5 segundos para rematar. Era permitido ao guarda-redes mover-se dentro da grande área e assim que tocava na bola, o lance terminava. Neste modelo, a vantagem era toda do guarda-redes. O jogador ou remata imediatamente ou tenta fintar, mas se a finta for morosa nunca chega a rematar, especialmente com o guarda-redes, por norma, a vir ao seu encontro. A FIFA, a exemplo de outras inovações implementadas por esta liga, nunca gostou do processo. Um outro cenário que já foi discutido, algures, é reduzir o número de elementos em campo no prolongamento. Em vez de onze, nove, oito ou sete. A «morte súbita» ou «golo de ouro», em que a primeira equipa que marca vence o jogo, durante os mesmos 30 minutos de prolongamento, já foi utilizada e não agradou. Uma hipótese que me ocorreu há muito, teria o número de remates certeiros como factor determinante. Ou seja, jogar-se-iam os 120 minutos como actualmente se faz e a equipa vencedora seria a que mais vezes acertou na baliza durante esse período. O aspecto que mais agrada desta fórmula, é que os jogadores teriam consciência da necessidade de atacar e rematar durante o jogo, caso venha a ser necessário o desempate. Penso que também reduziria imenso as táticas ultra-defensivas.  Admitindo que a FIFA não pretende regressar aos tempos da «moeda ao ar», outras alternativas viáveis iludem completamente. 

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