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És a nossa Fé!

Pelo ponto de vista holandês

Pelo ponto de vista holandês, face à missão que os espera frente a Portugal, o registo histórico não é muito encorajador. Nunca no Euro uma equipa perdeu os seus dois primeiros jogos na fase de grupos e conseguiu passar para os quartos-de-final. A Holanda terá que derrotar Portugal por uma diferença de pelo menos dois golos e esperar que a Alemanha vença a Dinamarca, para concretizar esse inédito feito.

Os presságios são semelhantemente ominosos. A última vez que a equipa "Laranja" foi eliminada na fase de grupos do Campeonato Europeu foi em 1980, dois anos depois de ser finalista no Mundial de 1978 - tal como fez em 2010. Como se o peso histórico não seja suficiente, o seleccionador van Marwijk também aparenta ter que lidar com a insatisfação de alguns dos seus mais importantes jogadores. Tanto Klaas-Jan Huntelaar como Rafael van der Vaart já manifestaram o seu enorme desagrado por não serem incluídos nos onze iniciais, enquanto Arjen Robben não disfarçou a sua fúria ao ser substituido na derrota de quarta-feira frente à Alemanha. Considerando que foi a selecção com mais golos marcados na fase de qualificação (37), foram necessários 45 remates para encontrar o fundo da baliza no Euro, pelo golo de Robin van Persie aos 73 minutos contra os germânicos. A comunicação social holandesa tem sido severa nas críticas a van Marwijk, pela sua preferência por van Persie em detrimento de Huntelaar, que espera agora a oportunidade de entrar na equipa contra Portugal. O jogador mais regular até ao momento tem sido Wesley Sneijder, porventura o melhor holandês no Mundial da África do Sul. Perante a absoluta necessidade de vencer e marcar golos, é plausível que tanto van Persie como Huntelaar entrem logo de início. Mark van Bommel está confiante de que a sua equipa ainda acredita no apuramento e que tudo fará para garantir a vitória. É de desejar que o ansiosamente esperado embate não se torne numa batalha campal como o jogo dos oitavos-de-final do Mundial 2006, em que foram distribuidos um recorde 16 cartões amarelos e 4 vermelhos, pese a vitória de Portugal por 1-0, pelo célebre golo de Maniche.

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