Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

És a nossa Fé!

O que dizem eles

 

« Com Guardiola ensinámos ao mundo outro futebol »

-    Lionel Messi    -

 

Observação: É missão ingrata contrariar sucesso, mas espero que o mundo não siga o modelo de futebol patenteado por este Barcelona de Messi e Pep Guardiola. Durante quatro anos foi um futebol dominador que conquistou títulos e captivou adeptos mas, nem por isso, deixa de ser um futebol cínico, reflectindo a personalidade do treinador e assente na coreografia das «belas-artes», executada por jogadores como Daniel Alves, Pedro, Busquets, Mascherano e Alexis Sanchez. É um futebol de paradoxos; por um lado tem-se um conjunto de talentos excepcionais a movimentar-se em perfeita sintonia, com execução de elevado nível técnico e, por outro, o exasperante controlo de bola no meio campo por longos períodos, com o único fim de desmoralizar adversários e induzir faltas, a ausência da espectacularidade de lances em profundidade e de remates à distância e, sobretudo, a insistência em penetrar o «miolo» sistematicamente, estratégia que só pode resultar, com regularidade, quando é abençoada pelas beneficências da arbitragem, algo que este Barcelona nunca teve em pequena dose. Por muito da sua excelência, é impossível esquecer as escandalosas incidências em duas Ligas dos Campeões consecutivas, que lhes facultou a conquista das provas. Lionel Messi é um soberbo jogador que vai ficar na história como um dos melhores de todos os tempos, mas apesar da sua magnificência, os verdadeiros «maestros da orquestra» são Xavi e Iniesta, cujo extraordinário talento nunca foi justamente coroado com os louros da FIFA.

Muito indica que este modelo de futebol chegou ao fim do seu ciclo pela surpreendente saída de Pep Guardiola. A decisão do treinador foi recebida com bastante cepticismo e a sua mais recente afirmação intriga em vez de esclarecer: «Já não sentia prazer com os jogos do Barcelona na Champions e a Liga foi muito dura». Para muitos, fica a ideia de que em antecipação do acréscimo de dificuldade em manter o curso vitorioso, ele simplesmente optou por se afastar enquanto no topo e, eventualmente, lograr da sua reputação para um qualquer vínculo milionário que alguns clubes estarão dispostos a oferecer.

Para saber, sou adepto do Barcelona desde os tempos de Johan Cruyff na década de 70.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D